Continuo a história do outro dia. Ficamos deitados mais um tempo, nos olhando, e começamos a nos beijar, sempre de um jeito muito doce. Mais do que amantes, parecíamos um casal de uma vida inteira. Entre beijos e apalpadelas, já estava pronto pra ação. Falei pra ela de tentar algo novo. Ela me pergunta: "Tá bom, o que você preparou pra mim?" — com aquele tom tão sexy que é a marca dela. Falo: "Me dá duas gravatas do seu marido." Com uma, eu vendo os olhos dela. Ela pergunta, intrigada: "Uhh, o que vem agora? Nunca fiz no escuro. Mas e a outra gravata?" Falo: "Me dá suas mãos." Amarrei a gravata nos pulsos dela. Ela ficou sem poder ver e amarrada.
Nesse momento, mudei minha personalidade. De ser um cara amoroso, seguindo o desejo de uma veterana, passei a dominá-la do meu jeito. Falo: "Norma, você foi muito piranha. Uma piranha que engana o marido, trai a confiança do filho único. Você vai ser castigada por ser tão piranha." Me sentei na cama dela e apoiei o corpo dela nas minhas pernas, deixando a bunda dela pra cima, pronta pra ser palmada como se fosse uma criança que se comportou mal. Sem nenhuma piedade, comecei a palmear ela. Não com suavidade, bati forte e firme. Ela pergunta: "Por que você tá fazendo isso comigo?" Falo: "Por piranha. Aliás, puta não pode falar." Peguei a calcinha fio dental dela e coloquei na boca dela. "Não sei se ficou claro que agora quem manda sou eu." Dei três palmadas seguidas em cada nádega. Ela tava com os glúteos vermelhos, mas a buceta dela tava escorrendo. Ela adorava a dominação. E sem perder tempo, joguei ela na cama e falei: "Me espera, Normita, que já volto." Fui até o carro pegar uma bolsinha especial que tenho (com camisinhas e lubrificante). Voltei e a Normita continuava jogada na cama, totalmente entregue. Falo: "Já voltei, gostosa. Hora da ação." Ela ficou com o corpo apoiado na cama e as pernas no chão, deixando a bunda e a buceta à minha vista. Separei as pernas dela e dava pra ver como a buceta dela tava toda molhada, escorrendo pelas pernas. Comecei a lamber a buceta dela e ela tava muito quente. Mas hoje era dia de provar outra coisa, abri bem as nádegas dela e comecei a chupar o cu dela, diante de tanta ousadia ela tentou me parar, mas do jeito que as coisas estavam era muito difícil eu parar, joguei lubrificante e sem dizer uma palavra comecei a enfiar um dedo e dedilhar aquele cu virgem, ela mexia os pés e as mãos, era algo novo e ela estava gostando, coloquei mais lubrificante e enfiei dois dedos, quando enfiei o segundo dedo ela ficou rígida, as pernas e o corpo dela, sem dar importância continuei com meu jogo, para dar mais prazer comecei a brincar com a buceta dela com a outra mão, pela primeira vez estava sendo masturbada dos dois lados e estava satisfeita, tanto que teve outro squirt, falo pra ela você gosta disso puta, ela balança a cabeça que sim, falo então se prepara que vou arrombar seu cu, quando ouviu isso recusou mas sabia que era em vão, coloquei uma camisinha, lubrifiquei o cu dela o máximo que pude e tentei enfiar a cabeça do meu pau, não precisa ser gênio pra saber que estava super apertado e com muito custo entrou um pouquinho, a norma achou doloroso prazeroso, ela como podia se masturbava, continuei tentando até que de repente entrou tudo de uma vez, com tanta dor deu um pulo mas não conseguia me mexer muito então continuei comendo ela, falo putas não reclamam, tirei meu pau e coloquei mais lubrificante, continuei comendo um tempo, bem devagar pra ela se acostumar com meu pau, a cada minuto que passava relaxou e começou a gozar de como eu arrombava o cu dela, ela com as mãos se masturbava, falo você está pronta pra ir mais rápido, com a cabeça ela diz que sim, eu metia e ela gozava, continuamos assim um tempo, tirei do cu dela, tirei a camisinha e meti na buceta dela, está fervendo, comi ela mais um tempo até os dois gozarmos, estávamos todos suados, ela cheia de porra com o cu pulsando, eu suado inteiro, deitei do lado dela, tirei a calcinha da boca dela e falo você gostou, ela fala adorei mas me desamarra, tiro a gravata dos olhos dela e desamarro as mãos Primeiro, ela vai se olhar no espelho, ver a bunda e me diz: "Caralho, você arrebentou meu cu, me fez sentir que tava parindo, mas adorei". Ela senta no meu colo feito uma namorada putinha e fala: "Vamos tomar banho antes da minha família chegar". A gente toma banho junto, transa de novo no cu, se seca e ela diz: "Hoje você me fez parir, e tô totalmente encantada. Cada dia você me faz mais feliz, tomara que meu marido fosse metade do homem que você é". A gente se beija mais um pouco e vai tomar uns mates.
Umas três horas depois, olho o celular: várias mensagens de amigos e uma em especial, do filho da Norma, o Maxi, perguntando se posso ir na praça tomar uns mates. Preparo o kit de mate e a gente se encontra. Acontece que, por diferenças com o chefe, ele foi mandado embora do trampo. Falo: "Que merda", e pergunto por quê. Ele responde: "Mas isso não é o pior. Seu filho da puta, você tá comendo a minha mãe". Fiquei vermelho de vergonha. Quando ele viu minha cara, disse: "Agora o que você vai fazer? Mas percebi que ele mudou muito de atitude, parecia que precisava de ação. 'Ia te encher de porrada, mas é inútil. Só quero saber quando começou.'" Falo: "No dia que fomos pro vale." Ele diz: "Já brincando, era a segunda com a outra gostosa, não com a minha velha, mas você é um filho da puta." Pergunto: "Quando você descobriu?" Ele responde: "Hoje voltei mais cedo. Seu carro chamou minha atenção, então entrei devagar. Espiei um pouco pela porta e vi você comendo ela. Tenho que admitir que a situação me deixou com muito tesão. Minha mãe tem um gemido muito gostoso." Falo: "Verdade, sim. Se não te incomoda, quero continuar comendo ela." Ele diz: "Enquanto você fizer ela feliz, sem problema, mas me avisa dessas coisas. Meu pai sabe?" Falo: "Não." Ele responde: "Ele não vai saber, tá muito burro com o trampo. Ainda bem que você deixa ela contente." A gente continua tomando mates e depois vai pra casa dele como se nada tivesse acontecido, embora a Normita andasse estranha porque tava com o cu arrombado. Quem me quero escrever, tô com DM aberta, espero que vocês curtam essa loucura que rolou comigo e tem nome próprio: é a Norma. Se gostaram, não esqueçam de dar up, comentar, e isso continua.
Nesse momento, mudei minha personalidade. De ser um cara amoroso, seguindo o desejo de uma veterana, passei a dominá-la do meu jeito. Falo: "Norma, você foi muito piranha. Uma piranha que engana o marido, trai a confiança do filho único. Você vai ser castigada por ser tão piranha." Me sentei na cama dela e apoiei o corpo dela nas minhas pernas, deixando a bunda dela pra cima, pronta pra ser palmada como se fosse uma criança que se comportou mal. Sem nenhuma piedade, comecei a palmear ela. Não com suavidade, bati forte e firme. Ela pergunta: "Por que você tá fazendo isso comigo?" Falo: "Por piranha. Aliás, puta não pode falar." Peguei a calcinha fio dental dela e coloquei na boca dela. "Não sei se ficou claro que agora quem manda sou eu." Dei três palmadas seguidas em cada nádega. Ela tava com os glúteos vermelhos, mas a buceta dela tava escorrendo. Ela adorava a dominação. E sem perder tempo, joguei ela na cama e falei: "Me espera, Normita, que já volto." Fui até o carro pegar uma bolsinha especial que tenho (com camisinhas e lubrificante). Voltei e a Normita continuava jogada na cama, totalmente entregue. Falo: "Já voltei, gostosa. Hora da ação." Ela ficou com o corpo apoiado na cama e as pernas no chão, deixando a bunda e a buceta à minha vista. Separei as pernas dela e dava pra ver como a buceta dela tava toda molhada, escorrendo pelas pernas. Comecei a lamber a buceta dela e ela tava muito quente. Mas hoje era dia de provar outra coisa, abri bem as nádegas dela e comecei a chupar o cu dela, diante de tanta ousadia ela tentou me parar, mas do jeito que as coisas estavam era muito difícil eu parar, joguei lubrificante e sem dizer uma palavra comecei a enfiar um dedo e dedilhar aquele cu virgem, ela mexia os pés e as mãos, era algo novo e ela estava gostando, coloquei mais lubrificante e enfiei dois dedos, quando enfiei o segundo dedo ela ficou rígida, as pernas e o corpo dela, sem dar importância continuei com meu jogo, para dar mais prazer comecei a brincar com a buceta dela com a outra mão, pela primeira vez estava sendo masturbada dos dois lados e estava satisfeita, tanto que teve outro squirt, falo pra ela você gosta disso puta, ela balança a cabeça que sim, falo então se prepara que vou arrombar seu cu, quando ouviu isso recusou mas sabia que era em vão, coloquei uma camisinha, lubrifiquei o cu dela o máximo que pude e tentei enfiar a cabeça do meu pau, não precisa ser gênio pra saber que estava super apertado e com muito custo entrou um pouquinho, a norma achou doloroso prazeroso, ela como podia se masturbava, continuei tentando até que de repente entrou tudo de uma vez, com tanta dor deu um pulo mas não conseguia me mexer muito então continuei comendo ela, falo putas não reclamam, tirei meu pau e coloquei mais lubrificante, continuei comendo um tempo, bem devagar pra ela se acostumar com meu pau, a cada minuto que passava relaxou e começou a gozar de como eu arrombava o cu dela, ela com as mãos se masturbava, falo você está pronta pra ir mais rápido, com a cabeça ela diz que sim, eu metia e ela gozava, continuamos assim um tempo, tirei do cu dela, tirei a camisinha e meti na buceta dela, está fervendo, comi ela mais um tempo até os dois gozarmos, estávamos todos suados, ela cheia de porra com o cu pulsando, eu suado inteiro, deitei do lado dela, tirei a calcinha da boca dela e falo você gostou, ela fala adorei mas me desamarra, tiro a gravata dos olhos dela e desamarro as mãos Primeiro, ela vai se olhar no espelho, ver a bunda e me diz: "Caralho, você arrebentou meu cu, me fez sentir que tava parindo, mas adorei". Ela senta no meu colo feito uma namorada putinha e fala: "Vamos tomar banho antes da minha família chegar". A gente toma banho junto, transa de novo no cu, se seca e ela diz: "Hoje você me fez parir, e tô totalmente encantada. Cada dia você me faz mais feliz, tomara que meu marido fosse metade do homem que você é". A gente se beija mais um pouco e vai tomar uns mates.
Umas três horas depois, olho o celular: várias mensagens de amigos e uma em especial, do filho da Norma, o Maxi, perguntando se posso ir na praça tomar uns mates. Preparo o kit de mate e a gente se encontra. Acontece que, por diferenças com o chefe, ele foi mandado embora do trampo. Falo: "Que merda", e pergunto por quê. Ele responde: "Mas isso não é o pior. Seu filho da puta, você tá comendo a minha mãe". Fiquei vermelho de vergonha. Quando ele viu minha cara, disse: "Agora o que você vai fazer? Mas percebi que ele mudou muito de atitude, parecia que precisava de ação. 'Ia te encher de porrada, mas é inútil. Só quero saber quando começou.'" Falo: "No dia que fomos pro vale." Ele diz: "Já brincando, era a segunda com a outra gostosa, não com a minha velha, mas você é um filho da puta." Pergunto: "Quando você descobriu?" Ele responde: "Hoje voltei mais cedo. Seu carro chamou minha atenção, então entrei devagar. Espiei um pouco pela porta e vi você comendo ela. Tenho que admitir que a situação me deixou com muito tesão. Minha mãe tem um gemido muito gostoso." Falo: "Verdade, sim. Se não te incomoda, quero continuar comendo ela." Ele diz: "Enquanto você fizer ela feliz, sem problema, mas me avisa dessas coisas. Meu pai sabe?" Falo: "Não." Ele responde: "Ele não vai saber, tá muito burro com o trampo. Ainda bem que você deixa ela contente." A gente continua tomando mates e depois vai pra casa dele como se nada tivesse acontecido, embora a Normita andasse estranha porque tava com o cu arrombado. Quem me quero escrever, tô com DM aberta, espero que vocês curtam essa loucura que rolou comigo e tem nome próprio: é a Norma. Se gostaram, não esqueçam de dar up, comentar, e isso continua.
4 comentários - Me cogi a la mama de mi mejor amigo parte 3