Polícia derrotada 1

Aos meus 26 anos, tenho uma carreira policial impecável e cheia de conquistas. Ajudei a resolver muitos casos e a colocar vários criminosos atrás das grades. Aos poucos, fui ganhando uma reputação e os bandidos começaram a conhecer meu nome: Madelyn Clark.
Polícia derrotada 1
Tenho uma rotina de treino intensa, sou bem disciplinada no trabalho, faço minhas investigações, intimido os criminosos usando minha placa e os benefícios de ser policial, interrogo eles, ameaço plantar provas e torturo um pouco, afinal, ser uma oficial com renome tem seus benefícios.

Uma manhã, um conflito é reportado num bar de quinta categoria. Meus superiores me enviaram junto com o Alex, ele é meu parceiro, um cara alto, imponente e muito habilidoso na hora da ação. Ele nunca usa o uniforme policial, sempre vai de terno, é o elemento surpresa, assim passa despercebido pros bandidos.

Chegamos no bar, e realmente tinha três caras armados apontando e ameaçando todo mundo, era um assalto. Meu parceiro Alex chegou primeiro, ele não tava vestido de polícia, se passou por um cliente inoportuno. Como era de se esperar, foi feito de refém.

No momento em que os caras pegam ele, ele reage rápido, faz um movimento, desarma um e pega ele como refém. Nisso, eu atiro numa janela do bar como ameaça e grito: —Sou a oficial Madelyn Clark, da polícia do condado. Baixem as armas e saiam pacificamente!!—

Eles não esperavam por isso, pegamos eles de surpresa, ficaram se olhando sem saber o que fazer, já iam abaixar as armas quando de repente ouço aquele som de quando tira o seguro de uma arma (shick), fico gelada, o medo toma conta de mim e não consigo me mexer nem falar uma palavra, até que sinto uma mão apalpando minha bunda, o que me faz dar um pulo e me exaltar um pouco.

eu: Seu pervertido idiota, não me encosta!
estranho: Calma, putinha, só passei a mão na sua bucetinha pequena, não é nada demais hahaha
Eu: Seu idiota, não pode fazer isso com uma oficial, vou te jogar na cadeia até você apodrecer!

O cara cai na gargalhada, eu olho pro Alex, segurando um cara na mira, mas todos os outros tão apontando pra ele, e eu imobilizada porque tem um cara atrás de mim apontando uma arma.

Estranho: Beleza, vadia. Não tô nem aí se vocês são policiais. Você vai abaixar a arma devagar, largar no chão, e nem pense que seu parceiro vai fazer alguma coisa. Tem dois apontando pra ele. Mesmo que ele mate quem tá segurando, os outros vão matar ele. Às vezes é preciso fazer sacrifícios...

Ele tava certo, era impossível a Alex fazer alguma coisa. Eles tavam prontos pra deixar o amigo deles morrer e tinham tudo a favor. Me vendo derrotada, não me restou outra opção senão fazer o que ele mandou. Abaixei minha arma devagar, e enquanto fazia isso, sentia o cara olhando pra minha bunda, foi nojento. Me senti uma verdadeira puta. Assim que minha arma tocou o chão, levei um tapa forte na bunda que me fez cair. Tentei me levantar, mas ele me puxou pelo cabelo e me deixou de joelhos.

Me sentia totalmente envergonhada e humilhada com o que tinha acontecido, o chute doeu mais na minha alma do que na minha própria bunda, nunca na minha vida tinha sido humilhada daquele jeito, me sentia muito frustrada, tava puta, com vontade de matar ele, mas não conseguia nem ficar de pé, ele me ameaçava com a arma e me deixava de joelhos na frente dele.

Estranho: Sei quem você é, oficial. É a Madelyn Clark, a agente temida pelos seus métodos questionáveis pra arrancar informação dos bandidos, o terror de várias gangues. Mas hoje você se meteu com o grupo errado, gostosa.

Eu: Nem pense que vai se safar dessa, você tá cometendo uma falta grave contra a polícia, isso vai ter consequências sérias e cê tá me dando motivo pra te enfiar numa jaula pra sempre, seu porco!

estranho: hahahaha, meu nome pra você, menina, é ROM, cê não tá entendendo sua posição, cê não tá em posição de me ameaçar, cê tá em posição de fazer o que eu mando e calar essa boca.

Rom coloca a arma perto de mim e atira com uma pontaria incrível, acertando a perna do Alex. Ele cai, soltando o cara que tava segurando, e os outros aproveitam pra tirar a arma dele e encher de chutes, até deixar ele desmaiado.

Eu: parem, vão matar ele, vocês não podem fazer isso, não podem matar um policial, parem!

ROM: Agora entendeu sua posição? Eu mando e você obedece de boca fechada, entendeu?

Com todo o ódio do mundo, engoli meu orgulho e aceitei balançando a cabeça pra cima e pra baixo, sentia um nó na garganta.

ROM: bem assim que eu gosto, que você entende seu lugar, puta.vadia
Ela riu debochada ao me ver aceitar a ordem dela, e o próximo passo é me dar um chute forte na bunda que ecoa por toda a rua enquanto estou ajoelhada, o que me empurra e me faz cair com as mãos no chão, ficando na posição de putinha, com todo mundo ao redor olhando.

ROM: fica assim mesmo, nem pense em se mexer, tem algum problema com isso, puta?

Com toda a raiva e vergonha que eu sentia naquele momento, fiz sinal de que não tinha problema balançando a cabeça de um lado pro outro, o nó na minha garganta crescia e meus olhos começavam a encher de lágrimas pela frustração de não poder fazer nada pra me defender.peruanaporca
De repente chegou uma caminhonete preta grandona, com vidros escuros, fazendo a multidão se afastar. Abriram a porta, o ROM me pegou pelo cabelo e tirou minha arma, deixando ela no chão, e me arrastou pra dentro da caminhonete. Os caras que estavam com o Alex largaram ele caído, entraram na caminhonete, fecharam a porta e o bicho saiu andando.

Dentro da caminhonete, enquanto ela tava ligada, me ameaçaram e à força usaram minhas próprias algemas pra prender minhas mãos e meus pés. De repente, colocaram um saco na minha cabeça, senti que tentavam passar as mãos pelas minhas pernas. Eu me mexia pra tentar evitar que me tocassem, mas era quase impossível; de um jeito ou de outro, conseguiam me apalpar. O tempo naquela situação pareceu infinito.

Finalmente o veículo parou e abriram a porta, me levaram às cegas, eu andava devagar, não queria cair ou trombar em alguma parede, eles me empurravam e, com a desculpa de me empurrar, tocavam partes da minha bunda. Eu sentia as mãos deles apalpando e apertando um pouco cada vez que tocavam uma das minhas nádegas. Eu estava totalmente indefesa, a única coisa que podia fazer pra evitar era andar um pouco mais rápido. De repente, ouvi uma porta se fechar e eles pararam, tiraram o saco da minha cabeça e, quando me dei conta, estava só com o ROM numa espécie de quarto.

golpeada

O Rom apontava uma arma pra mim, me empurrava dando chutes, era frustrante e muito desconfortável ser empurrada daquele jeito, mais de uma vez quase caí, e com as mãos e pernas algemadas eu podia ter me machucado feio ao cair. Foi assim que ele me levou até um quarto com uma porta de grade, parecia uma prisãozinha.



Polícia derrotada 1

Ele me empurrou pra dentro, fechou o portão e trancou. Eu tava assustada e ao mesmo tempo furiosa. Olhei pra ele me sentindo impotente, não podia fazer nada. A única coisa que me veio na cabeça foi cuspir na cara dele. Vi o rosto dele mudar quando recebeu meu cuspe. Tive um pressentimento de algo terrível, senti um medo que nunca tinha sentido antes.
vadia
Ele tirou o cadeado da grade, entrou sem falar uma palavra. Eu recuei por instinto, mas não tinha pra onde correr. Ele me deu dois tapas fortes, me pegou pelo cabelo, me jogou de volta no canto, começou a rasgar minha roupa pelo decote. Quando tentei reagir, ele me bateu de novo.peruana

terminei de arrancar a roupa, fiquei todo dolorido, mas como se não bastasse, ela me deu um soco na barriga, saiu do quarto me deixando apoiada na parede algemada, sentada no chão e só de calcinha e sutiã, fechou a porta de novo com chave, eu tentei me levantar, mas mal consegui ficar de joelhos, não tive forças pra terminar de ficar de pé, ele me olhou de fora e falou comigo..porca

ROM: Acabou o tratamento hospitalar, Madelyn. Tem muito bandido querendo se vingar de você e pagaria milhões pra te ter como escrava. Você vai aprender a se comportar, na boa ou na ruim, entendeu?

EU: v-você não pode fazer isso comigo.. vão te encontrar e você vai preso.. seu maldito porco..
ROM: cê quer que eu volte aí dentro, Madelyn?
EU: n-não se atreva... isso vai ser pior pra você, sou uma agente da polícia, você vai se arrepender do que tá fazendo. Isso não vai ficar assim, cê acha que não vão me procurar e fazer justiça?
ROM: então vamos apostar..

Rom abre o portão de novo, eu me assustei, comecei a tremer sem saber como reagir ou como me proteger, sentia que ia me bater de novo, senti medo outra vez, como se soubesse o que me esperava.

Eu: n.não não..nãoo.. sai pra lá.. não chega perto de mim..

Ele continuou se aproximando, com o punho cerrado, e falou comigo alto e claro.

ROM: Vou te colocar no teu lugar, sua puta metida.

continua...


1 comentários - Polícia derrotada 1

Las imagenes quizas pero el relato esta bastante bueno, me gusta leer el punto de vista femenino en esas situaciones.. Esperando mas relatos...