Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Tudo começou no ano de 2007, durante as férias da Semana Santa. Vou chamar minha namorada de Laura (óbvio que não é o nome real dela) e eu vou me chamar Noé. Naquela época, ela tinha 21 anos e eu 19, estávamos juntos há cerca de um ano e meio, e ela foi a primeira com quem eu transei. Laura já tinha experiência e foi quem me ensinou tudo sobre sexo. Ela era muito safada, adorava transar em qualquer lugar, qualquer desculpa era boa para a gente ficar de putaria. Uma coisa que lembro bem dela é que não gostava de fazer pelo cu, nem de tirar fotos. Mas era meio exibicionista, pelo jeito de se vestir e pelas situações que rolavam, não perdia chance de mostrar o corpo. Eu era tão tarado quanto ela, e na hora do sexo sempre pedia pra fazer um menage, que era algo que me deixava louco. Como muita gente, eu ficava doido com a ideia de ver ela sendo comida por outro cara. Mas a resposta dela era sempre "um dia", "depois a gente vê", "seria legal", mas nunca passou disso.
O que ela também tinha é que adorava uma bebedeira, a gente tava na idade da putaria, festa pra cá, pra lá, balada e tal. E não importava onde a gente terminasse a noite, na casa dos amigos, na minha casa, no hotel, mas sempre juntos. Quando ela ficava bêbada, perdia a consciência literalmente, chegava uma hora que só queria dormir, e eram nessas horas que eu aproveitava pra fazer o que ela sempre me negava: metia a bota nela, tirava foto, vídeo e o que eu quisesse, enquanto ela tava dormindo. Óbvio que no dia seguinte ela sabia que eu comia o cu dela, mas como não doía, ela só limpava a buceta e pronto.

Pois é, chegaram as férias da semana santa e os amigos da Laura organizaram um rolê pra região dos Azufres. Na hora a gente se inscreveu e fomos acampar. A viagem tava pintando bem, já sabíamos da bagunça na central do observatório por causa da temporada de férias, mas foda-se, a gente sabia que ia ter birita, piscina, um monte de gostosa de biquíni e toda essa putaria. Iam mais dois casais e três amigos solteiros dela, entre eles o Daniel, que foi quem organizou tudo.
Chegamos no acampamento, montamos as barracas, jogamos uma bola de basquete e fomos nadar. E claro, assim que montamos a barraca, querendo ou não, a gente mandou umas cervejas pra dentro. Minha namorada vestiu um biquíni rosa e preto, tava muito gostosa e, querendo ou não, chamava a atenção dos outros caras, incluindo os amigos dela. As duas amigas dela também estavam lá, e todo mundo ficava elogiando elas com brincadeiras e comentários, mas nada que passasse do limite com os namorados delas. A noite chegou, e a gente fez uma fogueira com o som e a tequila. Ficamos um tempão batendo papo com todo mundo, continuamos bebendo numa boa, e como eu já sabia que ia rolar, a Laura tava com uma baita bebedeira, como de costume. Acho que era umas uma da manhã quando a gente se rendeu e foi pra nossa barraca dormir. Assim que ela se deitou, apagou. Como a noite não tava fria, ela tava de top e uma regatinha, e da cintura pra baixo, uma calcinha fio-dental branca com um shortinho cinza. Eu não tava com sono, fiquei um tempo sem fazer nada, e aí rolou o que tinha que rolar. Comecei a apalpar um peito dela, levantei a blusa e o top pra brincar melhor com eles. Depois de chupar os biquinhos, puxei o short e a calcinha dela até os joelhos. Ela tava de costas pra mim, e eu meti assim. Não lembro quanto tempo comi ela daquele jeito, nem mudei de posição, só queria gozar. Só lembro que cobri ela com o cobertor e dormi abraçado com ela.
Pouco depois, o barulho na barraca me acordou. Era o Daniel, que tava muito bêbado e pedindo um cigarro pra gente. Ela nem sentiu, e eu tava com uma preguiça danada, mas ele insistia. Fingi que tava dormindo pra não levantar. Depois de uns 2 minutos de escândalo na barraca, a voz dele baixou — acho que começou a sentir o baque da bebedeira — e ele deitou. Tentou se aproveitar do nosso cobertor pra se cobrir, mas não conseguia. Eu comecei a reagir entre a bebida e o sono; não tava tão bêbado, mas ainda tava meio grogue. E lembrei que a Laura tava com os peitos de fora e o short nos joelhos. Quando o Daniel, decidido a se cobrir, levantou pra arrumar o cobertor, qual não foi a surpresa dele ao ver a Laura toda pelada? Era a primeira vez que algo tão foda acontecia. Fingi que continuei dormindo pra ver o que ia rolar. Em menos de nada, eu já tava com o pau duro de saber que ele tava vendo minha mina nua; meu coração batia que nem um louco. A primeira coisa que o Daniel fez foi soltar o cobertor — pensei que ele fosse sair. Ele ficou calado, como se estivesse pensando, e mexeu no meu ombro pedindo um cigarro, igual fez com ela. Tentou com movimentos fortes, e ela não sentiu nada; eu me fiz de sonso. Depois de sondar o terreno e pensar um pouco, ele foi destapando ela devagar: primeiro o peito, e por último as pernas. Ficou tocando os peitos dela timidamente, e assim ficou um tempão. Como eu tava abraçado na cintura dela, entre uma apalpada e outra nos peitos, ele também se dedicou a tirar meu braço. O que veio depois foi chupar os bicos dos peitos dela — não dava pra ver, mas imagino que tavam durinhos. Ela só soltava uns gemidos leves no meio do sono. Ele continuava numa posição bem desconfortável; sentia que queria passar o dedo nela, mas não conseguia. Aos poucos, o Daniel foi perdendo o medo, cada vez mais descarado. Tirou o short e, como era óbvio, tava com o pau bem duro. Vi ele aproximar o pau da cara dela, tentar enfiar na boca, mas aí se fodeu: por mais que tentasse, não conseguiu. Ele se encheu e partiu pra puxar ela pra longe do meu corpo. Ela continuava dormindo. Quando ele a Ela só esticava um pouco o pé ou os braços, não passava disso. Depois de um tempo que pra mim foi uma eternidade, eu deixei ela deitada de barriga pra cima. Aí ele já tava beijando ela, tinha separado as pernas dela e finalmente conseguia dedar ela. Eu ouvia o barulho dos dedos dele na buceta dela. Quase nada depois, ele desceu pra chupar ela — eu já tinha deixado um jato de porra ali, mas ele não ligou, ou talvez nem imaginou que era. O Daniel fazia o que queria, já tava pouco se fodendo pra tudo, e eu sabia que não demoraria muito pra ele comer ela.
Ele abriu as pernas dela e montou por cima, de missionário. Eu não conseguia ver outra pica entrando nela, mas sabia que já tava enfiada. Primeiro ele se mexia devagar, depois foi aumentando o ritmo. Chupava os peitos dela enquanto se movia. Ficou um tempão assim — aquele filho da puta já tava pouco se lixando. Não demorou pra ele posicionar ela de novo: virou ela de frente pra mim, dando as costas pra ele, e jogou o cobertor todo em cima de mim, tampando minha cara. Eu, agora com cuidado, mas o mais rápido possível, puxava o cobertor pra descobrir o rosto. Só ouvia ela gemer e ele chamar ela de puta.
Quando finalmente me descobri, ela estava virada pra mim, com a teta na mão e as pernas enroscadas nas dela. Vi os peitos dela todos mordiscados. Nessa altura, eu já tinha gozado só de olhar, mas ainda tava com a pistola dura. Ela continuava se movendo no ritmo das metidas que o Daniel tava dando, eram bem rápidas até que de repente ele parou. Achei que ela já tinha gozado, mas não. Vi a Laura fazer cara de dor, franziu o rosto, jogou o quadril pra frente e soltou um gemido. O filho da puta queria meter no cu dela, acho que não conseguiu de primeira. Vi ele cuspir na mão várias vezes e depois passar (suponho que no cu dela). Depois de tentar um pouco, ele se ajeitou e meteu. Sei pela cara dela, tinha doído. Ela jogou o quadril pra frente, tentando se soltar, mas ele tava segurando ela firme e não deixou, puxou ela pra perto dele. Ficou bombando assim por um tempo, ela gemia mais do que durante todo o resto, não sei se de prazer ou de dor. Vi uma lágrima escorrer dos olhos dela, mas ela nunca acordou. Entre sonhos, ela conseguiu dizer: "Vai logo, que tá doendo", e ele respondeu: "TO NISSO, VADIA!!! QUE CU GOSTOSO.
Não sei quanto tempo durou, quantas vezes chamei ela de puta, quantas palmadas dei. Só sei que gozei dentro. Assim que terminei, vesti meu short, peguei a tanga da Laura e tive a fineza de nos cobrir com o cobertor antes de sair. Esperei uns dois minutos e, na maior pressa, fui olhar a bunda dela — ainda estava dilatada e vi o esperma escorrendo. Sem cerimônia, meti por ali; não apertava nada, meu pau ficava pequeno, mas nem precisei que apertasse de tão tesuda que tava. Se dei cinco bombadas e gozei, foi muito. Esperei pra ver o cu dela se fechando e soltando um pouco de porra. No dia seguinte, toda de ressaca, ela levantou pra ir ao banheiro e disse que cagou um monte de meleca, parecia que tinha dado diarreia de sêmen. Mas o que mais irritou ela foi que os peitos e os mamilos estavam roxos por causa das "mamadas que eu dei de noite" — e nenhum biquíni dela ia esconder aquilo, e ela odiava ter que sair assim.
Já o Daniel, como se nada tivesse acontecido, bom, super de ressaca sim, mas fora isso, tudo normal. Embora no dia seguinte ele fazia questão de nos ver com uma cerveja na mão.
E eu super feliz, nunca fizemos um menage e ela continuou sem me deixar tirar fotos dela (embora eu fizesse sem permissão), mas quando vi outro filho da puta macetando ela, eu fiz e isso já foi mais que suficiente.A propósito, uma foto da minha namorada, ficou assim depois da foda.
O que ela também tinha é que adorava uma bebedeira, a gente tava na idade da putaria, festa pra cá, pra lá, balada e tal. E não importava onde a gente terminasse a noite, na casa dos amigos, na minha casa, no hotel, mas sempre juntos. Quando ela ficava bêbada, perdia a consciência literalmente, chegava uma hora que só queria dormir, e eram nessas horas que eu aproveitava pra fazer o que ela sempre me negava: metia a bota nela, tirava foto, vídeo e o que eu quisesse, enquanto ela tava dormindo. Óbvio que no dia seguinte ela sabia que eu comia o cu dela, mas como não doía, ela só limpava a buceta e pronto.

Pois é, chegaram as férias da semana santa e os amigos da Laura organizaram um rolê pra região dos Azufres. Na hora a gente se inscreveu e fomos acampar. A viagem tava pintando bem, já sabíamos da bagunça na central do observatório por causa da temporada de férias, mas foda-se, a gente sabia que ia ter birita, piscina, um monte de gostosa de biquíni e toda essa putaria. Iam mais dois casais e três amigos solteiros dela, entre eles o Daniel, que foi quem organizou tudo.
Chegamos no acampamento, montamos as barracas, jogamos uma bola de basquete e fomos nadar. E claro, assim que montamos a barraca, querendo ou não, a gente mandou umas cervejas pra dentro. Minha namorada vestiu um biquíni rosa e preto, tava muito gostosa e, querendo ou não, chamava a atenção dos outros caras, incluindo os amigos dela. As duas amigas dela também estavam lá, e todo mundo ficava elogiando elas com brincadeiras e comentários, mas nada que passasse do limite com os namorados delas. A noite chegou, e a gente fez uma fogueira com o som e a tequila. Ficamos um tempão batendo papo com todo mundo, continuamos bebendo numa boa, e como eu já sabia que ia rolar, a Laura tava com uma baita bebedeira, como de costume. Acho que era umas uma da manhã quando a gente se rendeu e foi pra nossa barraca dormir. Assim que ela se deitou, apagou. Como a noite não tava fria, ela tava de top e uma regatinha, e da cintura pra baixo, uma calcinha fio-dental branca com um shortinho cinza. Eu não tava com sono, fiquei um tempo sem fazer nada, e aí rolou o que tinha que rolar. Comecei a apalpar um peito dela, levantei a blusa e o top pra brincar melhor com eles. Depois de chupar os biquinhos, puxei o short e a calcinha dela até os joelhos. Ela tava de costas pra mim, e eu meti assim. Não lembro quanto tempo comi ela daquele jeito, nem mudei de posição, só queria gozar. Só lembro que cobri ela com o cobertor e dormi abraçado com ela.
Pouco depois, o barulho na barraca me acordou. Era o Daniel, que tava muito bêbado e pedindo um cigarro pra gente. Ela nem sentiu, e eu tava com uma preguiça danada, mas ele insistia. Fingi que tava dormindo pra não levantar. Depois de uns 2 minutos de escândalo na barraca, a voz dele baixou — acho que começou a sentir o baque da bebedeira — e ele deitou. Tentou se aproveitar do nosso cobertor pra se cobrir, mas não conseguia. Eu comecei a reagir entre a bebida e o sono; não tava tão bêbado, mas ainda tava meio grogue. E lembrei que a Laura tava com os peitos de fora e o short nos joelhos. Quando o Daniel, decidido a se cobrir, levantou pra arrumar o cobertor, qual não foi a surpresa dele ao ver a Laura toda pelada? Era a primeira vez que algo tão foda acontecia. Fingi que continuei dormindo pra ver o que ia rolar. Em menos de nada, eu já tava com o pau duro de saber que ele tava vendo minha mina nua; meu coração batia que nem um louco. A primeira coisa que o Daniel fez foi soltar o cobertor — pensei que ele fosse sair. Ele ficou calado, como se estivesse pensando, e mexeu no meu ombro pedindo um cigarro, igual fez com ela. Tentou com movimentos fortes, e ela não sentiu nada; eu me fiz de sonso. Depois de sondar o terreno e pensar um pouco, ele foi destapando ela devagar: primeiro o peito, e por último as pernas. Ficou tocando os peitos dela timidamente, e assim ficou um tempão. Como eu tava abraçado na cintura dela, entre uma apalpada e outra nos peitos, ele também se dedicou a tirar meu braço. O que veio depois foi chupar os bicos dos peitos dela — não dava pra ver, mas imagino que tavam durinhos. Ela só soltava uns gemidos leves no meio do sono. Ele continuava numa posição bem desconfortável; sentia que queria passar o dedo nela, mas não conseguia. Aos poucos, o Daniel foi perdendo o medo, cada vez mais descarado. Tirou o short e, como era óbvio, tava com o pau bem duro. Vi ele aproximar o pau da cara dela, tentar enfiar na boca, mas aí se fodeu: por mais que tentasse, não conseguiu. Ele se encheu e partiu pra puxar ela pra longe do meu corpo. Ela continuava dormindo. Quando ele a Ela só esticava um pouco o pé ou os braços, não passava disso. Depois de um tempo que pra mim foi uma eternidade, eu deixei ela deitada de barriga pra cima. Aí ele já tava beijando ela, tinha separado as pernas dela e finalmente conseguia dedar ela. Eu ouvia o barulho dos dedos dele na buceta dela. Quase nada depois, ele desceu pra chupar ela — eu já tinha deixado um jato de porra ali, mas ele não ligou, ou talvez nem imaginou que era. O Daniel fazia o que queria, já tava pouco se fodendo pra tudo, e eu sabia que não demoraria muito pra ele comer ela.
Ele abriu as pernas dela e montou por cima, de missionário. Eu não conseguia ver outra pica entrando nela, mas sabia que já tava enfiada. Primeiro ele se mexia devagar, depois foi aumentando o ritmo. Chupava os peitos dela enquanto se movia. Ficou um tempão assim — aquele filho da puta já tava pouco se lixando. Não demorou pra ele posicionar ela de novo: virou ela de frente pra mim, dando as costas pra ele, e jogou o cobertor todo em cima de mim, tampando minha cara. Eu, agora com cuidado, mas o mais rápido possível, puxava o cobertor pra descobrir o rosto. Só ouvia ela gemer e ele chamar ela de puta.
Quando finalmente me descobri, ela estava virada pra mim, com a teta na mão e as pernas enroscadas nas dela. Vi os peitos dela todos mordiscados. Nessa altura, eu já tinha gozado só de olhar, mas ainda tava com a pistola dura. Ela continuava se movendo no ritmo das metidas que o Daniel tava dando, eram bem rápidas até que de repente ele parou. Achei que ela já tinha gozado, mas não. Vi a Laura fazer cara de dor, franziu o rosto, jogou o quadril pra frente e soltou um gemido. O filho da puta queria meter no cu dela, acho que não conseguiu de primeira. Vi ele cuspir na mão várias vezes e depois passar (suponho que no cu dela). Depois de tentar um pouco, ele se ajeitou e meteu. Sei pela cara dela, tinha doído. Ela jogou o quadril pra frente, tentando se soltar, mas ele tava segurando ela firme e não deixou, puxou ela pra perto dele. Ficou bombando assim por um tempo, ela gemia mais do que durante todo o resto, não sei se de prazer ou de dor. Vi uma lágrima escorrer dos olhos dela, mas ela nunca acordou. Entre sonhos, ela conseguiu dizer: "Vai logo, que tá doendo", e ele respondeu: "TO NISSO, VADIA!!! QUE CU GOSTOSO.
Não sei quanto tempo durou, quantas vezes chamei ela de puta, quantas palmadas dei. Só sei que gozei dentro. Assim que terminei, vesti meu short, peguei a tanga da Laura e tive a fineza de nos cobrir com o cobertor antes de sair. Esperei uns dois minutos e, na maior pressa, fui olhar a bunda dela — ainda estava dilatada e vi o esperma escorrendo. Sem cerimônia, meti por ali; não apertava nada, meu pau ficava pequeno, mas nem precisei que apertasse de tão tesuda que tava. Se dei cinco bombadas e gozei, foi muito. Esperei pra ver o cu dela se fechando e soltando um pouco de porra. No dia seguinte, toda de ressaca, ela levantou pra ir ao banheiro e disse que cagou um monte de meleca, parecia que tinha dado diarreia de sêmen. Mas o que mais irritou ela foi que os peitos e os mamilos estavam roxos por causa das "mamadas que eu dei de noite" — e nenhum biquíni dela ia esconder aquilo, e ela odiava ter que sair assim.
Já o Daniel, como se nada tivesse acontecido, bom, super de ressaca sim, mas fora isso, tudo normal. Embora no dia seguinte ele fazia questão de nos ver com uma cerveja na mão.
E eu super feliz, nunca fizemos um menage e ela continuou sem me deixar tirar fotos dela (embora eu fizesse sem permissão), mas quando vi outro filho da puta macetando ela, eu fiz e isso já foi mais que suficiente.A propósito, uma foto da minha namorada, ficou assim depois da foda.
1 comentários - Bêbado, comeram minha namorada