Vou contar a última história que vivi com meu amigo e o amante da minha parceira.
Já estamos juntos há 10 anos, e fazia uns 5 anos desde a última vez com ele — o trabalho, a família nos afastou um pouco de todos os encontros.
Nosso sexo era raro, geralmente eu me masturbava e ele gozava em cima de mim, e a penetração era eu por cima, abrindo as pernas como se fosse a garota, ele beijava meus mamilos e eu ficava louca, claro que meu pau não crescia muito. Nunca soube das aventuras dele também.
Eu viajava a trabalho para uma cidade próxima e ficava 2 dias em hotel, esses dias eram pra explorar meu corpo, me vestir de menina e me tocar, uma fantasia de ser mulher que eu não tinha coragem de realizar porque homens não me excitam na vida normal, mas adoro pau, ser feminina e ser submissa — só que tudo isso eu não tenho coragem de fazer nessa vida supostamente normal.
A questão é que, vendo pelo Instagram, meu amigo viajava perto de onde eu estava, então aproveitei pra dizer pra gente tomar algo, já que eu jantava sozinho nos dias de viagem.
A atitude dele foi de amigo normal e ele disse que sim, claro.
Na hora de nos encontrarmos, as mensagens dele mudaram. Vou contar.
Ele: — Oi, Seba
Eu: — Oi, Juan, tudo bem?
Ele: — Sim, mas com muitos pendências, temos assuntos pendentes também. Me passa o endereço do seu hotel que vou aí umas 23h.
Eu: — Beleza, sem problema. Te espero nessa hora.
Eu com um tesão que brotava e medo total, não sabia como esperá-lo, o que vestir e o que dizer.
Quando ele chega, pergunta o número do quarto e vai direto. Quando entra, eu já estava banhado, pronto, mas não sabia pra quê.
Quando ele entra, me cumprimenta e eu quase sem conseguir falar de nervoso, a voz não saía direito.
Ele senta numa poltrona individual e, com cara de superior ou de chefe, puxa assunto, e eu sento na cama perto dele.
Como eu não afrouxava e ele estava num modo dominante total, ele diz: — Quer vir um pouco mais perto? — e tira o pau da calça.
Minha reação foi me ajoelhar na frente dele. Ele e seu sorriso de deboche voltaram.
Já não dava pra fazer mais nada além de chupar e bater uma, não tinha outro plano na minha cabeça naquele momento, tudo ficou nublado.
Eu curto muito mulheres e por isso sempre buscava por ménage, mas dessa vez senti um tesão enorme e não tinha nenhuma gostosa por perto.
Um tempo depois, ele pede pra eu deitar e a atitude dele ficou bem de macho dominante. Ele tinha 1,90m e um físico muito bom. Passou lubrificante em mim e começou a enfiar o dedo enquanto me chamava de puta, e eu comecei a gemer pra caralho. Depois de relaxar um pouco minha bunda, ele deu um tapa na minha nádega e falou: "se ajeita mais pra lá", e me empurrou. Eu me senti tão puta que só conseguia ficar de quatro com a cabeça enterrada no travesseiro.
Quando ele começou a meter o pau, senti algo muito duro. Não sabia que um pau podia ser tão duro assim, pensei que fosse mais macio.
Ele não conseguiu enfiar e me trocou de posição várias vezes.
Quando vi que não relaxava, passei mais lubrificante em mim e pedi pra ele sentar na beirada da cama. Comecei a sentar em cima dele pra controlar a penetração e não me rasgar. Não era um pau ideal pra primeira vez.
Finalmente entrou, e daí pra frente tudo ficou mais fácil. Comecei a descer, mas não aguentei muito. Então ele me virou e começou a me comer de quatro de novo. Depois me colocou de pernas pro ar e senti um pouco de vergonha de olhar como ele me comia.
Em seguida, ele se deitou e eu comecei a rebolar em cima dele. Foi a posição que mais me fez sentir mulher. Nessa pose, gemi pra caralho e ele gozou na minha bunda.
Deitamos pra relaxar um pouco.
Começamos a conversar e ele me perguntou se eu usava roupa de mulher. Falei que tinha uma calcinha fio dental que trouxe na viagem. Ele pediu pra eu vestir. Eu disse: "beleza, mas vou tomar um banho rápido e volto."
Saí com uma toalha e a calcinha fio dental, fui pro banheiro me preparar. Nunca tinha me vestido de mulher na frente de ninguém.
Enquanto eu tomava banho, ele entrou pelado e, no chuveiro, me fez ajoelhar pra chupar ele, mas de um jeito bem agressivo. A força e a violência dele pra chupar o pau... Chupar foi muito excitante, ele me levantou e quis me comer, mas tava doendo muito e pedi pra ele parar, isso foi incrível — pedir pra um homem parar e me senti super vulnerável, sabia que ele me controlava totalmente e eu não podia resistir, isso me obrigou a ser o mais doce possível pra pedir.
Aí saímos do chuveiro, ele mandou eu vestir a tanguinha e meu estado de submissão era tanto que eu ficava de joelhos o tempo todo. Com a tanguinha vestida, fiquei muito mais excitada e meu pintinho ficava pequeno dentro dela e molhava tudo.
De joelhos, chupei ele... na verdade, ele segurou minha cabeça e me ensinou a dar prazer com domínio total. Quando acabou, encheu minha cara de porra sem enfiar na boca, ainda bem, porque tinha nojo de engolir.
Depois disso, ele foi se vestir e me perguntou como eu ia me aliviar?
Meu pintinho nunca foi tocado por ele e, claro, eu não gozei.
Essa foi a última vez que rolou um encontro com ele.
Depois fui morar em outra província e aconteceram coisas diferentes...
Continua.
Já estamos juntos há 10 anos, e fazia uns 5 anos desde a última vez com ele — o trabalho, a família nos afastou um pouco de todos os encontros.
Nosso sexo era raro, geralmente eu me masturbava e ele gozava em cima de mim, e a penetração era eu por cima, abrindo as pernas como se fosse a garota, ele beijava meus mamilos e eu ficava louca, claro que meu pau não crescia muito. Nunca soube das aventuras dele também.
Eu viajava a trabalho para uma cidade próxima e ficava 2 dias em hotel, esses dias eram pra explorar meu corpo, me vestir de menina e me tocar, uma fantasia de ser mulher que eu não tinha coragem de realizar porque homens não me excitam na vida normal, mas adoro pau, ser feminina e ser submissa — só que tudo isso eu não tenho coragem de fazer nessa vida supostamente normal.
A questão é que, vendo pelo Instagram, meu amigo viajava perto de onde eu estava, então aproveitei pra dizer pra gente tomar algo, já que eu jantava sozinho nos dias de viagem.
A atitude dele foi de amigo normal e ele disse que sim, claro.
Na hora de nos encontrarmos, as mensagens dele mudaram. Vou contar.
Ele: — Oi, Seba
Eu: — Oi, Juan, tudo bem?
Ele: — Sim, mas com muitos pendências, temos assuntos pendentes também. Me passa o endereço do seu hotel que vou aí umas 23h.
Eu: — Beleza, sem problema. Te espero nessa hora.
Eu com um tesão que brotava e medo total, não sabia como esperá-lo, o que vestir e o que dizer.
Quando ele chega, pergunta o número do quarto e vai direto. Quando entra, eu já estava banhado, pronto, mas não sabia pra quê.
Quando ele entra, me cumprimenta e eu quase sem conseguir falar de nervoso, a voz não saía direito.
Ele senta numa poltrona individual e, com cara de superior ou de chefe, puxa assunto, e eu sento na cama perto dele.
Como eu não afrouxava e ele estava num modo dominante total, ele diz: — Quer vir um pouco mais perto? — e tira o pau da calça.
Minha reação foi me ajoelhar na frente dele. Ele e seu sorriso de deboche voltaram.
Já não dava pra fazer mais nada além de chupar e bater uma, não tinha outro plano na minha cabeça naquele momento, tudo ficou nublado.
Eu curto muito mulheres e por isso sempre buscava por ménage, mas dessa vez senti um tesão enorme e não tinha nenhuma gostosa por perto.
Um tempo depois, ele pede pra eu deitar e a atitude dele ficou bem de macho dominante. Ele tinha 1,90m e um físico muito bom. Passou lubrificante em mim e começou a enfiar o dedo enquanto me chamava de puta, e eu comecei a gemer pra caralho. Depois de relaxar um pouco minha bunda, ele deu um tapa na minha nádega e falou: "se ajeita mais pra lá", e me empurrou. Eu me senti tão puta que só conseguia ficar de quatro com a cabeça enterrada no travesseiro.
Quando ele começou a meter o pau, senti algo muito duro. Não sabia que um pau podia ser tão duro assim, pensei que fosse mais macio.
Ele não conseguiu enfiar e me trocou de posição várias vezes.
Quando vi que não relaxava, passei mais lubrificante em mim e pedi pra ele sentar na beirada da cama. Comecei a sentar em cima dele pra controlar a penetração e não me rasgar. Não era um pau ideal pra primeira vez.
Finalmente entrou, e daí pra frente tudo ficou mais fácil. Comecei a descer, mas não aguentei muito. Então ele me virou e começou a me comer de quatro de novo. Depois me colocou de pernas pro ar e senti um pouco de vergonha de olhar como ele me comia.
Em seguida, ele se deitou e eu comecei a rebolar em cima dele. Foi a posição que mais me fez sentir mulher. Nessa pose, gemi pra caralho e ele gozou na minha bunda.
Deitamos pra relaxar um pouco.
Começamos a conversar e ele me perguntou se eu usava roupa de mulher. Falei que tinha uma calcinha fio dental que trouxe na viagem. Ele pediu pra eu vestir. Eu disse: "beleza, mas vou tomar um banho rápido e volto."
Saí com uma toalha e a calcinha fio dental, fui pro banheiro me preparar. Nunca tinha me vestido de mulher na frente de ninguém.
Enquanto eu tomava banho, ele entrou pelado e, no chuveiro, me fez ajoelhar pra chupar ele, mas de um jeito bem agressivo. A força e a violência dele pra chupar o pau... Chupar foi muito excitante, ele me levantou e quis me comer, mas tava doendo muito e pedi pra ele parar, isso foi incrível — pedir pra um homem parar e me senti super vulnerável, sabia que ele me controlava totalmente e eu não podia resistir, isso me obrigou a ser o mais doce possível pra pedir.
Aí saímos do chuveiro, ele mandou eu vestir a tanguinha e meu estado de submissão era tanto que eu ficava de joelhos o tempo todo. Com a tanguinha vestida, fiquei muito mais excitada e meu pintinho ficava pequeno dentro dela e molhava tudo.
De joelhos, chupei ele... na verdade, ele segurou minha cabeça e me ensinou a dar prazer com domínio total. Quando acabou, encheu minha cara de porra sem enfiar na boca, ainda bem, porque tinha nojo de engolir.
Depois disso, ele foi se vestir e me perguntou como eu ia me aliviar?
Meu pintinho nunca foi tocado por ele e, claro, eu não gozei.
Essa foi a última vez que rolou um encontro com ele.
Depois fui morar em outra província e aconteceram coisas diferentes...
Continua.
2 comentários - 3º conto cuck, submisso, futura sissy