Os desejos da minha esposa grávida gostosa (parte III)

Os desejos da minha esposa grávida gostosa (parte III)Meu marido me propôs continuar transando com ele, com a condição de que eu contasse tudo em detalhes. E que eu fizesse o vizinho acreditar que eu tava dando uma galha nele escondido, pra deixar a coisa mais excitante. Durante aquelas semanas, eu e o vizinho fodemos quase todo dia, muitas vezes no hall de entrada, algumas na cozinha, também na sala, e um par de vezes no quarto, mas só com as pélvis juntas, porque minha barriga atrapalhava. Depois do parto, a gente também transou bastante, mas já com camisinha, e tenho que confessar que não era a mesma coisa. Quando contei pra ele que preferia sem, ele disse que sentia o mesmo. Por um segundo, pensei em não usar camisinha, mesmo com o risco de engravidar. Ele também pensou, mas só me contou um tempo depois. Agora, que tô pensando em engravidar de novo, talvez eu chame ele pra foder sem proteção. Não me importaria se fosse ele. A primeira vez que a gente transou depois do parto, foi numa visita aqui em casa, com meu marido presente. Eu tava dando banho no bebê e depois fiquei amamentando. Meu marido começou a explicar pra ele que meus peitos tinham crescido muito e que estavam bem sensíveis. Como se o vizinho já não soubesse! A gente se olhava com uma expressão entre cúmplice e de quem queria dizer que meu marido era um corno manso. E ele é. Mas meu marido recebeu uma ligação do trabalho e teve que sair — "Fica se quiser!" — ele disse pro vizinho, que claro que queria ficar — "E ajuda ela se precisar de algo, que vou ficar umas três ou quatro horas fora." Por sorte, foram cinco. Ficamos nós dois sozinhos, e quando eu precisei trocar o bebê de peito pra ele mamar no outro, deixei cair as alças do vestido e fiquei com os peitos de fora. Enquanto meu filho mamava num, o outro ficava à mostra pro meu vizinho, que me olhava nos olhos com tanto desejo que me contagiou. Quando o bebê terminou de mamar, eu o preparei e coloquei pra dormir, sempre com os peitos de fora. Depois, lavei e desinfetei bem os mamilos e as aréolas. Tirei a calça e a calcinha, e me apoiei com os braços na mesa da sala de jantar. Levantei a bunda, olhei pra ele, estendi um camisinha, e ele não precisou de mais nenhuma instrução. Ele ficou atrás de mim, colocou o preservativo, passou a cabeça da piroca por toda a fenda da minha bunda até deixar bem na entrada da minha buceta. Tava com tanta vontade de transar que não dei tempo nem chance pra ele meter. Empurrei pra trás com tanta decisão que minha xereca se abriu e engoliu a piroca toda de uma vez. Ele começou a se mexer com tanta energia que gozamos os dois logo no começo da foda. Adorei que gozamos juntos. Eu tava louca de tesão e ele não transava desde uns dois dias antes de eu entrar em trabalho de parto. Eu, um dia a menos. Foi tudo tão rápido que ele não teve tempo de amassar meus peitos. Em compensação, me fez virar, me sentou na borda da mesa, me deu uns beijinhos nos lábios e depois começou a beijar meus bicos. Senti algo estranho e, alarmada, mandei ele parar. Apalpei meus peitos e senti eles molhados, mesmo ele só tendo beijado. Levei as mãos ao nariz e cheiravam a leite. Sem querer, ele estava me ordenhando com beijos. — Melhor a gente deixar pra outra hora, porque o leite é pro meu bebê. Depois de alguns minutos, ouvimos um carro, ele deu um pulo, vestiu a calça às pressas e saiu correndo com a camiseta encharcada do meu leite. Não cruzou com meu marido por segundos. Eu tava no banheiro me lavando rápido e justificando o lençol molhado com um vazamento de leite. — Fiquei muito vaca — falei como desculpa. E funcionou. Mais tarde, já na cama, meu marido decidiu que era hora de transar. Nem preciso dizer que gozei como nunca depois de toda a estimulação anterior.

2 comentários - Os desejos da minha esposa grávida gostosa (parte III)

cuando me invitas a mamarle los senos aprovechando que esta panzona y que seguramente leche no faltara para el bebe