Vocês devem estar se perguntando depois do que aconteceu, o que rolou? Pois é, nada, tudo seguiu normal, a gente não se falou mais sobre o assunto com a Maria. Toda vez que a gente fazia um plano, magicamente o Robert não aparecia ou ela já não vinha mais. Acho que talvez o que eu falei por último deixou ela desconfortável, ou sei lá, sinceramente. Não vou ficar enrolando igual alguns daqui que tudo acontece de uma vez. Passaram-se os meses e, como de costume, eu tava tendo problemas com a minha namorada, Laura. A gente tava num ponto que nem eu aguentava ela, nem ela me aguentava, então a gente brigava todo santo dia até que ela cansou e falou que era até ali. Sinceramente, eu nem discuti mais, já tava tão cansado dela quanto, então segui minha vida, conhecendo umas minas da faculdade, umas amigas em comum do grupo, etc.
Numa saída pra beber com os caras depois de umas caixas de cerveja, o Robert começa a contar que tinha terminado com a Maria. Óbvio que a gente sabia que era como sempre, eles terminavam e voltavam, então não foi surpresa, mas pra mim aquela informação foi muito interessante. A noite seguiu e a gente postou uma foto do grupo nas nossas redes, eu no WhatsApp, obviamente com o objetivo de que a Maria visse. Enquanto eu voltava pra casa, chegou uma mensagem no WhatsApp do alvo. Maria: "Claro, pra isso que vocês servem, pra ficar na putaria." Eu: "Por que tanta agressividade, haha?" Maria: "Porque sim, Andrés. Por causa de vocês é que vêm os problemas, vocês incentivam ele a beber e sair, por isso ele age assim comigo." Eu: "Calma aí, a gente não tem nada a ver com os problemas de casal de vocês." Maria: "Sabe de uma coisa? Façam o que quiserem." Eu respondi: "Não se estressa, Maria." Os minutos passaram, as horas passaram e ela não me respondia. Fiquei me criticando por ter respondido daquele jeito e no final fui dormir. No dia seguinte, olhei meu celular e nada, então desisti. Segui meu dia normal, fui pra faculdade, assisti minhas aulas, quando de repente meu celular tocou. Era uma mensagem da Maria. Li e ela dizia: Maria: "Me desculpa, não devia ter te respondido daquele jeito. É que com esse problema... Com o Robert, ela me deixa assim.
Eu: NTP, Maria, desculpa se falei algo que te incomodou.
Maria: Não, nada a ver, eu que me exaltei, só isso.
Continuamos conversando sobre o que tinha rolado entre eles e o que qualquer mulher diz: que ele não dá atenção, que age frio com ela e que tava cansada de implorar pra ficarem bem. Terminou pra ver se ele corria atrás, mas não foi assim até aquele momento. Já fazia um mês e meio que estavam separados e nem ele nem ela iam se procurar. Então eu soube que era minha chance de me aproximar mais dela, falando sobre esses assuntos, até que surgisse alguma oportunidade. As conversas continuavam assim. Eu também falei do meu término com a Laura, pra ela ver que nós dois estávamos na mesma. Conversávamos todo dia, sem exceção, como amigos que sempre fomos, obviamente com o detalhe de que o Robert não podia saber. Imaginam se ele descobre que o melhor amigo dele tá falando com a ex? É algo imperdoável, que nem eu aceitaria, mas claro que eu tinha minhas razões pra me arriscar a falar com ela.
O tempo passou e a Maria me manda uma mensagem uma noite.
Maria: Oi, Andrés, cê tá ocupado?
Quando vi aquela mensagem, fiquei frio, talvez. Será que ela queria que a gente se visse ou algo assim? Na hora respondi:
Eu: Oi, Mari, claro, tô de boa.
Maria: Posso te ligar?
Na sequência, ela diz: Ah, não sabe? Esquece, é besteira.
Eu: Relaxa, claro, me liga.
Como ela não ligava, eu liguei. Ela atendeu e eu percebi que ela tava estranha, com a voz chorosa. Daí, pra não me alongar, ela me contou que umas amigas viram o Robert com outra mina num bar e vídeos dele dançando com outra. Ela tava destruída, dizendo que nunca imaginou que ele fosse capaz de uma parada dessas, que como ele conseguia esquecer ela tão rápido. Obviamente, isso não me importava. A única coisa que me interessava é que ela tava despeitada e, claro, uma mulher despeitada é igual a fazer qualquer coisa por raiva. Então, ali estava eu, ouvindo os lamentos dela e consolando. E sei que talvez alguns vão me chamar de traidor ou escroto, e não vou mentir, isso até passou pela minha cabeça. mente, mas sou da opinião de que, se quero fazer algo, faço o impossível pra conseguir. Depois de tanta lamentação, aconselhei ela e falei o que elas querem ouvir: que ele não a valoriza, que não devia ter feito aquilo, que eu, na posição dele, não faria algo assim com minha namorada. Não vamos esquecer que o Robert é meu melhor amigo, e mesmo assim eu tava falando essas coisas pra ex-namorada dele naquele momento. Era baixo o que eu tava fazendo? Sim, mas não me arrependia de nada. Desculpa se me alongo, é que cada detalhe é importante. Bom, depois de tudo isso, no dia seguinte, escrevo pra ela, mas já não com a intenção de ouvir as lamentações por mensagem, e sim de vê-la. Então escrevi: "Mari, beleza? Tô de bobeira na facul, que tal sair pra conversar e tomar algo? Tô entediado, me confirma." Em minutos, tive resposta: "Maria: Oii, claro, acho uma boa ideia, também tô entediada, mas pode ser cedo porque tenho que trabalhar à tarde." Eu: "Claro, agora pode ser? Tô livre, já vou te buscar." Maria: "Oki, me espera até eu me trocar." Cheguei rápido na casa dela e esperei. Ela saiu com a roupa de trabalho, obviamente nada extravagante nem sexy, mas na minha mente eu só via ela como daquela vez. Fomos comprar um café e continuamos conversando no carro, o tempo voou até que tive que levá-la pro trabalho. Ela disse: "Valeu pelo café e por me deixar, não sei como te pagar por tanto." Eu: "Relaxa, não é nada, fico feliz em te ver feliz." Maria: "Sim, também fico feliz em ter um amigo como você, nunca tínhamos conversado desde que eu saía com o Robert." Eu: "Por ser namorada dele, achava estranho falar contigo, já sabe, tem caras que ficam noiados com isso." Maria: "Mas você é o melhor amigo, por que duvidaria de você?" Mudei de assunto e falei: "Ei, amanhã tô livre na facul e preciso fazer umas compras, topa me acompanhar?" Maria: "Claro, amanhã tô livre, me diz que horas e vem me ver." Eu: "Umas 12h passo aí." Maria: "Fechou, nos vemos." Ela se despede de mim com um beijo na bochecha. bochecha e vai embora. O dia inteiro fiquei pensando no dia seguinte, porque obviamente tinha outra ideia na cabeça: levar ela pra minha casa e comer ela. É uma ideia complicada, porque pode ser que ela só me veja como alguém pra desabafar e nada além disso, e eu, tendo outras intenções, talvez ela fique puta. E se ela voltasse pro Robert e contasse, eu perderia a amizade e ela me odiaria pra sempre, o que eu entendo. Então pensei muito. Umas 11 da noite, Maria me manda mensagem: "Oii, ainda tá de pé o plano de amanhã?" Eu: "Oi, como foi seu dia? Claro que sim, meio-dia passo aí pra te pegar." Maria: "Só queria confirmar mesmo. Beijo, amanhã a gente se vê. Descansa." Deitei e fiquei pensando se era certo. Ela é a ex do meu melhor amigo, como posso pensar em querer comer ela? Me senti um lixo, mas ao mesmo tempo sabia que era a única chance de vê-la de novo assim e poder comer ela, que é o que não sai da minha cabeça desde que começamos a conversar. Não consegui dormir a noite toda pensando no que podia rolar no dia seguinte ou se ia me arrepender. Dormi umas horas, acordei e vi a mensagem da Maria dizendo que já tava se arrumando pra não atrasar. Aí levantei, me troquei e, antes de ir buscá-la, arrumei a casa, meu quarto, tudo, pra deixar tudo pronto. Antes de sair, tinha um popper no meu quarto, cheirei e isso me ativou. Fui buscar a Maria, mandei mensagem dizendo que já tava chegando e que ia buzinar quando estivesse na frente. Ela saiu com uma saia cáqui, uma regata e crocs. Quando vi ela de saia, passou pela minha cabeça que ela usou aquilo porque talvez já imaginava que algo podia rolar? Ou é só minha imaginação tarada? Entrei no carro e voltei à realidade. Ela disse: "Oii, aonde a gente vai?" Eu: "Oi, preciso comprar umas coisas no shopping e depois ir na minha casa deixar o que comprei. Tudo bem pra você?" Maria: "Sim, claro, bora." Dirigi pensando no que comprar, já que não precisava de nada, hahaha. Chegamos e, enquanto conversávamos, peguei umas coisas pra comer que tava afim. Faltava, mas na real não era bem assim. Eu via ela muito apegada a mim, a cada brincadeira me dava uns tapinhas, me segurava pelo braço, sorria toda vez que eu olhava pra ela. Não sei se era eu, se tava rolando uma conexão ou se era só eu que tava sentindo isso. Me concentrei em continuar comprando, depois paguei e fomos pro carro. Falei: "Vamos deixar essas coisas lá em casa, beleza?" Maria respondeu: "Dale, vamos." Eu tava nervoso, não sabia o que ia rolar, se ela também queria que acontecesse ou se era só eu que tava com isso na cabeça, se ela ia ficar puta ou contar pro meu melhor amigo. Tava entre a cruz e a espada, como diz a música, hahaha, mas sabia que era a única chance que eu teria. Se não tentasse, ia ficar com a dúvida pra sempre, pensando se teria rolado ou não. Chegamos, descemos, eu levei a maioria das sacolas e ela uma. Entramos na minha casa e fomos pra cozinha, começamos a guardar as coisas nos armários. Aí eu virei pra olhar ela, vi que ela tava procurando alguma coisa.
Não aguentava mais a tentação, queria encostar ela no balcão e meter a pica toda, mas me segurava porque sabia que ainda não era a hora, mas já tava com a pica a mil. Terminamos de arrumar tudo e sentei no sofá, falei pra gente sentar e descansar. Sentamos juntos e ficamos rindo, contando coisas um pro outro, e eu me aproximava cada vez mais, mas não sabia como beijar ela. Sentia que o coração ia sair pela boca, nunca tinha sentido uma adrenalina tão forte como naquela vez. Até que o celular dela tocou, era a mãe, que precisava sair com ela. Ela levantou e disse: "Minha mãe me chamou pra ir pra casa, vamos." Senti o plano todo desmoronar. Levantei e, antes que ela saísse, segurei a porta. Ela me olhou e falou: "Vamos, haha." Aí não teve volta, beijei ela e agarrei a cintura dela. Enquanto o beijo ficava mais intenso, ela me abraçou pela cintura e, enquanto continuávamos, eu a guiei de volta pro sofá. Afastei ela de mim e coloquei ela de quatro no sofá. Enquanto tirava a calça e a camisa, ela tirou o top e o sutiã. Aí desci a calcinha dela e, com a pica já explodindo, enfiei devagar até chegar no fundo dela.
Então comecei a penetrar ela, cada vez com mais força enquanto ouvia ela gemer, e isso me excitava ainda mais.
Maria: Aaah siiiim aaah
E eu aumentava a intensidade a cada gemido que ela dava.
Maria: Não para, não para
Peguei ela pelo cabelo e, enquanto continuava penetrando, ela se virou e se levantou, pegou o top e o sutiã dela e disse:
— Já conseguiu o que queria, agora vamos — jaja, num tom de deboche.
Foram quase 5 minutos, obviamente eu ainda não tinha terminado, e falei:
— Não tá vendo como ainda tá? Não gostou? — num tom de brincadeira.
Maria: Gostei, sim, mas já tenho que ir, senão minha mãe fica brava comigo — jaja.
Era escolha dela, então me vesti enquanto ela saía de casa em direção ao carro. Não conseguia processar o que tinha acontecido: tinha comido a ex do meu melhor amigo. Depois daquela vez que vi ela trocando de roupa, depois de tanto tempo, finalmente consegui o que queria. Não foi pelo tempo que desejei, mas consegui. Saí de casa e entrei no carro. Pensei que, com o que rolou, teria mais intimidade, mas não foi assim. Até deixar ela em casa, ela não disse uma palavra. Mal respondia com um "sim" ou "ahã" pras minhas perguntas. Percebi que talvez ela estivesse desconfortável com o que aconteceu, então não falei mais nada e entendi. O que rolou na minha casa não era pouca coisa.
Chegamos na casa dela e falei:
— Chegamos no seu destino — rindo.
Ela me olhou e disse "muito obrigada" e desceu do carro sem se despedir de mim nem olhar pra trás. A verdade é que me senti estranho, não entendia como a gente tava transando, ela pedindo pra eu não parar, depois rindo e falando que eu já tinha conseguido o que queria, e agora tava assim. Fui pra casa me sentindo estranho. Geralmente, quando eu chegava em casa, ela no máximo em uma hora me mandava mensagem pra saber como eu tava, mas dessa vez não foi assim. Esperei por horas e a mensagem nunca chegou. Mais ainda, vi no WhatsApp que o chat dela não tinha mais foto, ou ela me bloqueou ou me excluiu, uma das duas. Não entendi o que tinha acontecido e ao mesmo tempo fiquei preocupado, porque se ela se arrependeu do que Se acontecesse alguma coisa e alguém ficasse sabendo, ou chegasse aos ouvidos do Robert, eu estaria muito ferrado: perderia um amigo e, de quebra, a namorada dele por causa do que rolou. Isso seria uma bomba, porque todo mundo ia acabar descobrindo, e eu ia ficar como o traidor da história. Os dias foram passando, e aquilo continuava me preocupando, até que no Instagram vi um story do Robert com a Maria, os dois juntos comendo alguma coisa. Sendo sincero, eu tava confuso pra caralho com toda a situação, mas sabia que não tinha falado nada pro Robert, porque, pô, se você descobre que sua mina ficou com seu melhor amigo, no mínimo você cobra explicações, né? Mas não foi assim. Por um tempo, fiquei evitando o Robert, não tinha coragem de encarar ele. Continua???
Numa saída pra beber com os caras depois de umas caixas de cerveja, o Robert começa a contar que tinha terminado com a Maria. Óbvio que a gente sabia que era como sempre, eles terminavam e voltavam, então não foi surpresa, mas pra mim aquela informação foi muito interessante. A noite seguiu e a gente postou uma foto do grupo nas nossas redes, eu no WhatsApp, obviamente com o objetivo de que a Maria visse. Enquanto eu voltava pra casa, chegou uma mensagem no WhatsApp do alvo. Maria: "Claro, pra isso que vocês servem, pra ficar na putaria." Eu: "Por que tanta agressividade, haha?" Maria: "Porque sim, Andrés. Por causa de vocês é que vêm os problemas, vocês incentivam ele a beber e sair, por isso ele age assim comigo." Eu: "Calma aí, a gente não tem nada a ver com os problemas de casal de vocês." Maria: "Sabe de uma coisa? Façam o que quiserem." Eu respondi: "Não se estressa, Maria." Os minutos passaram, as horas passaram e ela não me respondia. Fiquei me criticando por ter respondido daquele jeito e no final fui dormir. No dia seguinte, olhei meu celular e nada, então desisti. Segui meu dia normal, fui pra faculdade, assisti minhas aulas, quando de repente meu celular tocou. Era uma mensagem da Maria. Li e ela dizia: Maria: "Me desculpa, não devia ter te respondido daquele jeito. É que com esse problema... Com o Robert, ela me deixa assim.
Eu: NTP, Maria, desculpa se falei algo que te incomodou.
Maria: Não, nada a ver, eu que me exaltei, só isso.
Continuamos conversando sobre o que tinha rolado entre eles e o que qualquer mulher diz: que ele não dá atenção, que age frio com ela e que tava cansada de implorar pra ficarem bem. Terminou pra ver se ele corria atrás, mas não foi assim até aquele momento. Já fazia um mês e meio que estavam separados e nem ele nem ela iam se procurar. Então eu soube que era minha chance de me aproximar mais dela, falando sobre esses assuntos, até que surgisse alguma oportunidade. As conversas continuavam assim. Eu também falei do meu término com a Laura, pra ela ver que nós dois estávamos na mesma. Conversávamos todo dia, sem exceção, como amigos que sempre fomos, obviamente com o detalhe de que o Robert não podia saber. Imaginam se ele descobre que o melhor amigo dele tá falando com a ex? É algo imperdoável, que nem eu aceitaria, mas claro que eu tinha minhas razões pra me arriscar a falar com ela.
O tempo passou e a Maria me manda uma mensagem uma noite.
Maria: Oi, Andrés, cê tá ocupado?
Quando vi aquela mensagem, fiquei frio, talvez. Será que ela queria que a gente se visse ou algo assim? Na hora respondi:
Eu: Oi, Mari, claro, tô de boa.
Maria: Posso te ligar?
Na sequência, ela diz: Ah, não sabe? Esquece, é besteira.
Eu: Relaxa, claro, me liga.
Como ela não ligava, eu liguei. Ela atendeu e eu percebi que ela tava estranha, com a voz chorosa. Daí, pra não me alongar, ela me contou que umas amigas viram o Robert com outra mina num bar e vídeos dele dançando com outra. Ela tava destruída, dizendo que nunca imaginou que ele fosse capaz de uma parada dessas, que como ele conseguia esquecer ela tão rápido. Obviamente, isso não me importava. A única coisa que me interessava é que ela tava despeitada e, claro, uma mulher despeitada é igual a fazer qualquer coisa por raiva. Então, ali estava eu, ouvindo os lamentos dela e consolando. E sei que talvez alguns vão me chamar de traidor ou escroto, e não vou mentir, isso até passou pela minha cabeça. mente, mas sou da opinião de que, se quero fazer algo, faço o impossível pra conseguir. Depois de tanta lamentação, aconselhei ela e falei o que elas querem ouvir: que ele não a valoriza, que não devia ter feito aquilo, que eu, na posição dele, não faria algo assim com minha namorada. Não vamos esquecer que o Robert é meu melhor amigo, e mesmo assim eu tava falando essas coisas pra ex-namorada dele naquele momento. Era baixo o que eu tava fazendo? Sim, mas não me arrependia de nada. Desculpa se me alongo, é que cada detalhe é importante. Bom, depois de tudo isso, no dia seguinte, escrevo pra ela, mas já não com a intenção de ouvir as lamentações por mensagem, e sim de vê-la. Então escrevi: "Mari, beleza? Tô de bobeira na facul, que tal sair pra conversar e tomar algo? Tô entediado, me confirma." Em minutos, tive resposta: "Maria: Oii, claro, acho uma boa ideia, também tô entediada, mas pode ser cedo porque tenho que trabalhar à tarde." Eu: "Claro, agora pode ser? Tô livre, já vou te buscar." Maria: "Oki, me espera até eu me trocar." Cheguei rápido na casa dela e esperei. Ela saiu com a roupa de trabalho, obviamente nada extravagante nem sexy, mas na minha mente eu só via ela como daquela vez. Fomos comprar um café e continuamos conversando no carro, o tempo voou até que tive que levá-la pro trabalho. Ela disse: "Valeu pelo café e por me deixar, não sei como te pagar por tanto." Eu: "Relaxa, não é nada, fico feliz em te ver feliz." Maria: "Sim, também fico feliz em ter um amigo como você, nunca tínhamos conversado desde que eu saía com o Robert." Eu: "Por ser namorada dele, achava estranho falar contigo, já sabe, tem caras que ficam noiados com isso." Maria: "Mas você é o melhor amigo, por que duvidaria de você?" Mudei de assunto e falei: "Ei, amanhã tô livre na facul e preciso fazer umas compras, topa me acompanhar?" Maria: "Claro, amanhã tô livre, me diz que horas e vem me ver." Eu: "Umas 12h passo aí." Maria: "Fechou, nos vemos." Ela se despede de mim com um beijo na bochecha. bochecha e vai embora. O dia inteiro fiquei pensando no dia seguinte, porque obviamente tinha outra ideia na cabeça: levar ela pra minha casa e comer ela. É uma ideia complicada, porque pode ser que ela só me veja como alguém pra desabafar e nada além disso, e eu, tendo outras intenções, talvez ela fique puta. E se ela voltasse pro Robert e contasse, eu perderia a amizade e ela me odiaria pra sempre, o que eu entendo. Então pensei muito. Umas 11 da noite, Maria me manda mensagem: "Oii, ainda tá de pé o plano de amanhã?" Eu: "Oi, como foi seu dia? Claro que sim, meio-dia passo aí pra te pegar." Maria: "Só queria confirmar mesmo. Beijo, amanhã a gente se vê. Descansa." Deitei e fiquei pensando se era certo. Ela é a ex do meu melhor amigo, como posso pensar em querer comer ela? Me senti um lixo, mas ao mesmo tempo sabia que era a única chance de vê-la de novo assim e poder comer ela, que é o que não sai da minha cabeça desde que começamos a conversar. Não consegui dormir a noite toda pensando no que podia rolar no dia seguinte ou se ia me arrepender. Dormi umas horas, acordei e vi a mensagem da Maria dizendo que já tava se arrumando pra não atrasar. Aí levantei, me troquei e, antes de ir buscá-la, arrumei a casa, meu quarto, tudo, pra deixar tudo pronto. Antes de sair, tinha um popper no meu quarto, cheirei e isso me ativou. Fui buscar a Maria, mandei mensagem dizendo que já tava chegando e que ia buzinar quando estivesse na frente. Ela saiu com uma saia cáqui, uma regata e crocs. Quando vi ela de saia, passou pela minha cabeça que ela usou aquilo porque talvez já imaginava que algo podia rolar? Ou é só minha imaginação tarada? Entrei no carro e voltei à realidade. Ela disse: "Oii, aonde a gente vai?" Eu: "Oi, preciso comprar umas coisas no shopping e depois ir na minha casa deixar o que comprei. Tudo bem pra você?" Maria: "Sim, claro, bora." Dirigi pensando no que comprar, já que não precisava de nada, hahaha. Chegamos e, enquanto conversávamos, peguei umas coisas pra comer que tava afim. Faltava, mas na real não era bem assim. Eu via ela muito apegada a mim, a cada brincadeira me dava uns tapinhas, me segurava pelo braço, sorria toda vez que eu olhava pra ela. Não sei se era eu, se tava rolando uma conexão ou se era só eu que tava sentindo isso. Me concentrei em continuar comprando, depois paguei e fomos pro carro. Falei: "Vamos deixar essas coisas lá em casa, beleza?" Maria respondeu: "Dale, vamos." Eu tava nervoso, não sabia o que ia rolar, se ela também queria que acontecesse ou se era só eu que tava com isso na cabeça, se ela ia ficar puta ou contar pro meu melhor amigo. Tava entre a cruz e a espada, como diz a música, hahaha, mas sabia que era a única chance que eu teria. Se não tentasse, ia ficar com a dúvida pra sempre, pensando se teria rolado ou não. Chegamos, descemos, eu levei a maioria das sacolas e ela uma. Entramos na minha casa e fomos pra cozinha, começamos a guardar as coisas nos armários. Aí eu virei pra olhar ela, vi que ela tava procurando alguma coisa.
Não aguentava mais a tentação, queria encostar ela no balcão e meter a pica toda, mas me segurava porque sabia que ainda não era a hora, mas já tava com a pica a mil. Terminamos de arrumar tudo e sentei no sofá, falei pra gente sentar e descansar. Sentamos juntos e ficamos rindo, contando coisas um pro outro, e eu me aproximava cada vez mais, mas não sabia como beijar ela. Sentia que o coração ia sair pela boca, nunca tinha sentido uma adrenalina tão forte como naquela vez. Até que o celular dela tocou, era a mãe, que precisava sair com ela. Ela levantou e disse: "Minha mãe me chamou pra ir pra casa, vamos." Senti o plano todo desmoronar. Levantei e, antes que ela saísse, segurei a porta. Ela me olhou e falou: "Vamos, haha." Aí não teve volta, beijei ela e agarrei a cintura dela. Enquanto o beijo ficava mais intenso, ela me abraçou pela cintura e, enquanto continuávamos, eu a guiei de volta pro sofá. Afastei ela de mim e coloquei ela de quatro no sofá. Enquanto tirava a calça e a camisa, ela tirou o top e o sutiã. Aí desci a calcinha dela e, com a pica já explodindo, enfiei devagar até chegar no fundo dela.
Então comecei a penetrar ela, cada vez com mais força enquanto ouvia ela gemer, e isso me excitava ainda mais. Maria: Aaah siiiim aaah
E eu aumentava a intensidade a cada gemido que ela dava.
Maria: Não para, não para
Peguei ela pelo cabelo e, enquanto continuava penetrando, ela se virou e se levantou, pegou o top e o sutiã dela e disse:
— Já conseguiu o que queria, agora vamos — jaja, num tom de deboche.
Foram quase 5 minutos, obviamente eu ainda não tinha terminado, e falei:
— Não tá vendo como ainda tá? Não gostou? — num tom de brincadeira.
Maria: Gostei, sim, mas já tenho que ir, senão minha mãe fica brava comigo — jaja.
Era escolha dela, então me vesti enquanto ela saía de casa em direção ao carro. Não conseguia processar o que tinha acontecido: tinha comido a ex do meu melhor amigo. Depois daquela vez que vi ela trocando de roupa, depois de tanto tempo, finalmente consegui o que queria. Não foi pelo tempo que desejei, mas consegui. Saí de casa e entrei no carro. Pensei que, com o que rolou, teria mais intimidade, mas não foi assim. Até deixar ela em casa, ela não disse uma palavra. Mal respondia com um "sim" ou "ahã" pras minhas perguntas. Percebi que talvez ela estivesse desconfortável com o que aconteceu, então não falei mais nada e entendi. O que rolou na minha casa não era pouca coisa.
Chegamos na casa dela e falei:
— Chegamos no seu destino — rindo.
Ela me olhou e disse "muito obrigada" e desceu do carro sem se despedir de mim nem olhar pra trás. A verdade é que me senti estranho, não entendia como a gente tava transando, ela pedindo pra eu não parar, depois rindo e falando que eu já tinha conseguido o que queria, e agora tava assim. Fui pra casa me sentindo estranho. Geralmente, quando eu chegava em casa, ela no máximo em uma hora me mandava mensagem pra saber como eu tava, mas dessa vez não foi assim. Esperei por horas e a mensagem nunca chegou. Mais ainda, vi no WhatsApp que o chat dela não tinha mais foto, ou ela me bloqueou ou me excluiu, uma das duas. Não entendi o que tinha acontecido e ao mesmo tempo fiquei preocupado, porque se ela se arrependeu do que Se acontecesse alguma coisa e alguém ficasse sabendo, ou chegasse aos ouvidos do Robert, eu estaria muito ferrado: perderia um amigo e, de quebra, a namorada dele por causa do que rolou. Isso seria uma bomba, porque todo mundo ia acabar descobrindo, e eu ia ficar como o traidor da história. Os dias foram passando, e aquilo continuava me preocupando, até que no Instagram vi um story do Robert com a Maria, os dois juntos comendo alguma coisa. Sendo sincero, eu tava confuso pra caralho com toda a situação, mas sabia que não tinha falado nada pro Robert, porque, pô, se você descobre que sua mina ficou com seu melhor amigo, no mínimo você cobra explicações, né? Mas não foi assim. Por um tempo, fiquei evitando o Robert, não tinha coragem de encarar ele. Continua???
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