Minha esposa e eu passamos os primeiros anos do nosso casamento morando debaixo do teto dos meus pais. Como qualquer um que já passou por isso imagina, a situação não era das melhores. A única coisa que nos salvou foi que meus pais não eram especialmente intrometidos e a casa em si era grande o suficiente pra nos dar pelo menos um pouco de privacidade.Nunca causou nenhum problema grave entre nós, mas nossa intimidade com certeza ficou em segundo plano por causa disso. Eu realmente comecei a focar em progredir na minha carreira e tirar a gente dali.
A sorte quis que eu finalmente conseguisse a grande promoção que eu buscava, e nos mudamos pra um apartamento relativamente de alto nível no centro. Ficava mais perto do meu escritório, onde eu trabalhava, e minha esposa também ficou mais perto da creche onde ela trabalhava.
Conheci a Christina durante nosso último ano na faculdade. Meu colega de quarto na época nos apresentou, e não demorou muito pra gente começar a sair. Ainda lembro da primeira vez que ela entrou no quarto. Dizer que minha esposa é linda é pouco. A Christina tem o corpo de uma gostosa. Ela tem cabelo comprido e castanho, com olhos cor de mel que combinam com o tom da pele dela.
O rosto dela já foi descrito como maravilhosamente lindo, com uma estrutura óssea bem feminina e lábios carnudos. Ela tem cerca de 1,65m de altura e tem tudo no lugar certo.
Ela foi abençoada com peitos grandes e naturais, tamanho D, e uma bunda gostosa que é incrivelmente apertada apesar do tamanho maior que o normal. Quando você junta tudo isso com uma estrutura bem magra e uma barriga lisinha, é quase como se os atributos femininos dela desafiassem as leis da física.
Durante aquele último ano na faculdade, eu comia ela toda vez que podia, às vezes duas ou até três vezes por dia. Nossos corpos não se separavam, e acho que isso é parte do motivo pelo qual ela aceitou se mudar pra casa comigo depois que nos formamos.
Pedí ela em casamento só algumas semanas depois da formatura, e casamos logo em seguida.
Meu nome é Juan, trabalho com vendas numa empresa, basicamente intermediando negócios ou ajudando gente de classe média alta a adquirir mercadoria com a nossa empresa, o tipo de trampo normal de dólar e peso mexicano.
Acho que sou o que você consideraria um cara bonito, uns 165 cm, traços masculinos e, até pouco tempo, era bem magro. O estresse da mudança e as horas mais puxadas que vieram junto com minha promoção tinham causado um ganho infeliz de 10 quilos indesejados, mas planejava perder eles assim que as coisas acalmassem.
Mesmo sendo um cara bem decente, meus amigos e muitos colegas de trabalho nunca tiveram vergonha de me lembrar da sorte que eu tinha de ter casado com uma mulher espetacular.
“Nossa. Essa é sua esposa?” Era um comentário que eu já tinha ouvido inúmeras vezes. Não podia reclamar, mesmo sentindo uma pontada de irritação com esse tipo de fala, também sorria de orgulho.
Pra maioria dos homens, e tô falando de noventa e nove por cento deles, adorariam poder dizer que Christina era a esposa deles. Sem dúvida tive sorte e, às vezes, ainda me belisco quando viro na cama e vejo ela deitada do meu lado.
Uma das razões pela qual a mudança foi tão positiva foi o potencial óbvio de revitalizar nossa vida sexual. Não me entenda mal, a gente dava nossos jeitos de transar morando no teto dos meus pais, mas nem preciso dizer que ter um lugar próprio ia nos dar mais liberdade no quarto.
Eu não comia a Christina no sofá no meio do dia desde a faculdade, e tava esperando apimentar as coisas de novo.
Tava sonhando acordado com as possibilidades quando o telefone tocou no meu escritório pequeno, que acabava de conseguir graças à promoção.
— Juan Jimenez — respondi no meu tom profissional de sempre.
— Sou eu, bebê — respondeu minha esposa.
Sorri ao ouvir a voz dela.
— Desculpa, amor, ainda não tem identificador de chamadas. O que foi? — Anotei mentalmente de ligar pro departamento de TI pra finalizar a instalação do meu escritório.
— Tava me perguntando que horas você vai chegar em casa. Tô preparando um jantarão pra comemorar que finalmente temos nosso próprio cantinho — Minha esposa era um pouco tradicional nos papéis de gênero. Não me entenda mal, ela tinha uma mente progressista em questões sociais, ciência, raça e tudo mais relacionado à visão de mundo, mas adorava cozinhar e limpar.
Ela tinha talento na cozinha e, muitas vezes, era ela quem preparava o jantar quando estávamos na casa dos meus pais. Pra ser sincero, acho que até minha mãe tinha uma pontinha de inveja das habilidades culinárias dela.
— Não devo chegar muito tarde hoje, umas seis e meia. Deixa eu correr aqui, preciso enviar algo pra um cliente. Te amo — falei.
— Também te amo — O telefonema me tirou do devaneio e continuei escrevendo uma nota atrasada. Uns minutos depois, meu celular vibrou dentro do paletó. Enfiei a mão e tirei ele.
Quando olhei pra tela, meu coração quase parou. Uma imagem safada me cumprimentou: peitões mal contidos dentro de um sutiã de renda preta e vermelha.
Não demorou muito pra eu perceber que a Chris tinha acabado de me mandar uma foto das tetas dela, algo que ela nunca tinha feito antes. Acompanhando a imagem, uma legenda dizia "Não se atrase".
Na hora senti meu pau endurecer dentro da calça. Rapidamente me ajustei antes de responder "Já tô indo!"
Bati o notebook e saí porta afora.
Embora tecnicamente a viagem pra casa durasse só cinco minutos, pareceu Uma eternidade. Quando finalmente abri a porta do apartamento e entrei, fui recebido por uma visão erótica. Estava escuro, apesar de ser tarde, o Chris tinha fechado as cortinas. Velas cobriam nossa espaçosa sala de estar, meus olhos percorreram o espaço antes de pousar na minha esposa. Ela estava deitada de bruços no nosso novo sofá luxuoso, com a bunda pra cima.
Meu queixo quase caiu ao ver aquilo. A bunda dela estava toda à mostra, assim como a buceta, o clitóris escondido pelo montinho quase depilado. A combinação da bunda dela e da boceta estava emoldurada quase artisticamente por uma calcinha de renda vermelha e preta.
Meu pau endureceu na hora. Tirei a jaqueta e instintivamente comecei a desabotoar a calça. Chris me olhou com um sorriso diabólico, mas não disse uma palavra. Isso foi quente, muito quente; nunca tínhamos feito algo assim.
Arranquei a camisa e praticamente pulei pra fora da calça, ficando completamente pelado em tempo recorde. Dava pra ouvir ela rindo do sofá. Me aproximei da minha esposa completamente nu, meu pau duro como pedra pra fora quando estendi a mão e finalmente agarrei a bunda dela.
—Porra, sim… Olha essa gostosa —falei num tom rouco, tomado pelo tesão.
Ela mexeu a bunda em resposta, a saia de renda balançou.
—Gostou? Comprei o conjunto hoje… e mais alguns.
—É a coisa mais sexy que já vi na vida —levantei a saia dela, expondo a bunda branca como um lírio por completo. Dei um tapa forte na bochecha direita com a palma da mão enquanto colocava a cabeça do meu pau nas dobras da boceta dela. Ela gemeu em resposta, arqueando a cabeça pra trás na expectativa.
—Me fode, bebê… esperei o dia inteiro —o pedido dela foi um gemido, um sussurro.
Empurrei devagar pra frente, entrando na minha esposa. O calor e a apertada da boceta dela mandaram ondas de prazer pelo meu corpo. Não demorou muito pra eu estar metendo a toda velocidade. Christina gemia baixinho em resposta, agarrando a almofada do sofá enquanto eu batia nela.
Olhei pra baixo enquanto a bunda grande dela quicava pra lá e pra cá, devorando a visão da minha pica batendo.
Não era exatamente pequeno no departamento de genitais, meu pau podia ser considerado de tamanho médio e tinha uma circunferência decente. Minha esposa, no entanto, como descrevi, era uma gostosa em todas as categorias.
Ela tinha um talento monstruoso quando o assunto eram os atributos sexuais, e eu muitas vezes me amaldiçoava por não ter a mesma sorte genética. Já tinha visto pornô suficiente na vida pra saber que tinha pica muito maior que a minha.
Tirei o pensamento da cabeça e me agarrei nos quadris dela, sentindo um orgasmo crescendo dentro de mim enquanto metia na minha esposa.
Esperava conseguir segurar até ela gozar. Muitas vezes eu conseguia, mas o erotismo inesperado de hoje me deixava mais excitado que o normal.
Ela me olhou com aqueles olhos lindos, provavelmente sentindo que eu estava prestes a gozar.
—Tá tudo bem, bebê, goza. Quero que você goze pra mim —A voz dela era sensual e provocante, ela mordeu o lábio carnudo com safadeza enquanto as palavras escapavam da boca dela.
Eu cedi, me soltei, as pernas tremendo enquanto as ondas cheias de prazer do meu orgasmo se espalhavam da minha virilha. Gozei forte, despejando meu leite na buceta disposta da minha esposa.
Ela gemeu baixinho ao me sentir jorrar, continuando a quicar na minha pica, ordenhando enquanto meu corpo travava. Me inclinei sobre o corpo dela, beijando suas costas e ombros femininos enquanto meu orgasmo passava. Ficamos naquela posição por um momento, até ela dizer —Mmm... Isso foi gostoso.
Me levantei, dando um espaço pra ela respirar, e concordei —Porra, foi... muito bom.
Ela se virou Pé, ela se virou pra mim e se inclinou pra me dar um beijo. Notei os peitos dela dentro do sutiã e lembrei da foto que ela me mandou. Depois de selar os lábios.
—Não sei bem o que rolou com você, mas aquela mensagem foi foda. Me deixou durasso. Quase tive que me esconder quando saí correndo do escritório.
Ela riu —Sei lá... fiquei com tesão o dia inteiro —ela corou.
—Acho que finalmente ter nosso próprio lugar me deixou num clima sexy. Devíamos ter mudado há anos! —disse ela.
Eu ri baixinho —É, com certeza.
Chris foi andando pro nosso quarto e falou —Vou entrar no chuveiro, me faz um favor e tira o assado do forno, por favor, amor.
Olhei pra ela enquanto sumia pela porta, aquela bunda incrível quicando enquanto andava, me excitando de um jeito inexplicável apesar do meu orgasmo de poucos minutos atrás. Caralho, eu era um homem de sorte.
Naquela noite o jantar foi maravilhoso, comemos à luz de velas, acendendo só um abajur na sala pra gente conseguir ver onde pisava.
Saboreamos um assado suculento acompanhado de batatas gratinadas e cenouras fatiadas na manteiga. Ashley tinha comprado umas garrafas de um Cabernet delicioso que a gente bebeu com gosto. Notei uma garrafa extra no balcão da cozinha, enfeitada com um laço, como se fosse um presente.
—Pra quem é aquela garrafa? —perguntei.
—Pensei em dar pro Richard por ter nos ajudado. Que tal convidar ele pra jantar na semana que vem como agradecimento?
Concordei com a cabeça —Boa ideia.
Seu Ricardo, ou Richard, era nosso novo vizinho do outro lado do corredor. A gente tava passando por um aperto durante a mudança no sábado e acho que ele ouviu nossa luta lá de dentro do apartamento dele.
Ele passou quase cinco horas ajudando a gente a carregar as peças maiores do caminhão de mudança. Se não fosse pela ajuda dele, provavelmente a gente teria que adiar tudo. até o próximo sábado, o que teria nos custado uma semana inteira e mais grana.
Agradecemos pra caralho no final da mudança, mas a garrafa de vinho e o convite pra jantar foram definitivamente o jeito certo de lidar com isso.
Era um cara alto, mais velho, de pele escura, provavelmente uns cinquenta e cinco anos, o que o deixava uns trinta anos mais velho que eu e a Chris. Parecia bem tranquilo, mas tinha uma voz grave e uma presença física foda. Parecia um homem atraente, embora às vezes eu achasse difícil medir a atração dos caras, bem cuidado e aparentemente em boa forma.
Também parecia estar em muito boa forma pra um homem da idade dele. Arrastou cômodas grandes e vários móveis pelo corredor sem suar muito. Não tínhamos aprendido muito sobre ele até então, mas descobrimos que era viúvo e que a esposa tinha morrido quase 10 anos antes por causa de uma doença rara no sangue.
Tinha uma certa melancolia nele, mas eu e a Chris éramos bons em julgar caráter e tivemos uma boa impressão do cara. Com certeza o jantar seria um jeito ideal de conhecê-lo melhor.
Depois que terminamos de comer e limpamos tudo, peguei a garrafa e saí pela porta da frente, só faltavam alguns passos pra atravessar o corredor antes de bater na porta dele.
A porta se abriu — Juan, que surpresa boa — Seu Ricardo falou com um tom amigável na voz, sorrindo.
— Oi, a gente queria que você ficasse com isso — Entreguei a garrafa — Nada de especial, mas queríamos agradecer pela ajuda no outro dia. Eu e a Chris também queríamos te convidar pra jantar no próximo fim de semana, se você estiver livre.
Seu Ricardo pareceu genuinamente grato.
— Ah, caramba, vocês não precisavam me dar nada. Fiquei feliz em ajudar — Olhou o rótulo.
Ele estava vestido com calças e o que parecia ser um suéter caro. Tinha uma música saindo do apartamento dele, soava clássica, meio triste. humor. Percebi que talvez tivesse chegado num mau momento.
—Espero não estar interrompendo nada — falei, como uma desculpa.
—Ah, de jeito nenhum, trabalho de casa, só tava resolvendo umas coisas. Adoraria ir jantar no seu apartamento, confesso que não saio muito ultimamente.
—Ótimo. Vou avisar o Chris.
Trocamos números de telefone e mais um papo rápido, ele me agradeceu de novo e a gente se despediu.
A semana passou relativamente rápido e no sábado à noite estávamos sentados à mesa com o Dom Ricardo. O vinho rolou solto e os três devoramos o lombo de porco glaceado que a Christina cozinhou.
Discutimos vários assuntos, desde carreira e política até entretenimento e hobbies. Dom Ricardo parecia amar muito crianças, mesmo não tendo nenhuma, e admirava o Chris por trabalhar com elas todo dia. Ele mesmo era meio escritor.
Escrevia artigos e contos pra vários meios online que contratavam ele por projeto; parecia que dava pra viver bem assim.
Quando descobriu que eu era gerente financeiro, ele pareceu genuinamente interessado no meu trampo e ficou curioso sobre o que eu fazia. Parecia fascinado com tudo que a gente contava.
—Adorei o que você fez com o lugar — Dom Ricardo também passou parte da noite elogiando o gosto do Christian e a habilidade dele como dono de casa.
—Já estive aqui umas vezes quando o último inquilino morava. Digamos que é uma diferença da noite pro dia.
Minha esposa sorriu pra ele enquanto tomava o último gole de vinho da taça.
—Muito obrigada, Richard. Passei um tempão planejando tudo. Fico feliz que alguém percebeu.
—Olho de designer, com certeza — Ele devolveu o sorriso e limpou a boca com o guardanapo.
Uma coisa que não pude deixar de notar foi uma energia meio relaxada no quarto. Até durante a mudança, quando conhecemos o Dom Ricardo pela primeira vez, parecia que a gente se dava bem com ele como se o conhecêssemos há anos.
A Christina aceitou ele na hora, brincou com ele e, pra minha surpresa, flertou com ele. Sorrindo pra ele com olhos animados ou elogiando de brincadeira a força dele enquanto ele colocava os móveis pra gente.
O Ricardo realmente não provocou nada daquilo, foi respeitoso, mas obviamente sentiu que precisava retribuir o sorriso e deixar rolar. Quer dizer, como qualquer homem, eu peguei ele olhando pra Chris várias vezes. Embora não tenha me incomodado.
Eu já estava muito acostumado a ver homens flertando ou tentando algo com minha esposa, teria enlouquecido se deixasse esse tipo de provocação me afetar. Mas era algo fora do normal a Chris ser a iniciante quando se tratava de flertar, e eu planejava não deixar passar depois, quando estivéssemos a sós.
— Então, Richard, você tá saindo ou ficando com alguém? — Chris perguntou com uma sobrancelha levantada. A pergunta foi meio ousada, embora inofensiva, e de brincadeira eu a repreendi por fazer isso.
— Sério? Chris, isso é pessoal… — falei
O Richard deu uma risadinha — Não, não. Tudo bem — Ele tomou outro gole de Cabernet e continuou — Pra ser sincero, não muito. Levei uns bons cinco anos depois que minha esposa faleceu pra sequer pensar na companhia de outra mulher. Alguns dos meus amigos finalmente conseguiram me fazer sair em um encontro e depois outro. Nos últimos anos, vi um punhado de mulheres, mas só por períodos curtos — Ele fez uma pausa, aparentemente pensando por um momento — Na real, não me esforcei muito.
A Chris agora estava de pé, recolhendo os pratos da nossa mesa.
— Bom, isso é uma pena. Você parece um bom partido.
Eu me levantei pra ajudá-la com os talheres.
O Dom Ricardo sorriu de novo, rindo baixinho.
— Bem… nossa. Isso com certeza significa muito vindo de uma mulher tão gostosa e talentosa quanto você. você.
Ela olhou na minha direção por um momento.
—Juan, não acho que sou o primeiro a te dizer que você é um homem sortudo.
Ela ergueu a taça de vinho em reconhecimento. Olhei para Christina por um momento e a peguei corando.
—Com certeza não seria. Não sou o homem mais inteligente do mundo, mas com certeza sou inteligente o suficiente pra saber que sou o mais sortudo.
Me inclinei e dei um beijo forte na bochecha da minha esposa.
Chris respondeu com um sarcástico mas carinhoso —Aww. Que fofo, né?
Ela levou a mão ao rosto, protegendo a boca de mim. Ela falou num sussurro falso pra que eu pudesse ouvir —Psst... Ele tá mentindo.
Richard começou a rir enquanto se levantava. Pegou o prato dele e foi em direção à cozinha.
—Vocês me lembram eu e minha esposa quando éramos recém-casados; é muito legal ver isso.
—Richard, nem ouse ajudar a limpar —Chris deu um tapa de brincadeira no braço dele —Deixa comigo. Vai sentar na sala.
Ele largou o prato devagar e levantou os braços, divertido.
—Sim, senhora. Não sei o que tava pensando —Não pude deixar de notar que a bunda da minha esposa roçou na calça dele enquanto passavam um pelo outro.
Seu Ricardo segurou ela suavemente pela cintura enquanto passava por ela. Os olhos de Christina se arregalaram por um momento, mas ela continuou colocando os pratos na pia como se nada tivesse acontecido.
A comida acabou e eu tava com vontade de tomar uma dose depois do jantar.
Seu Ricardo, você topa um uísque bom? Tem 30 anos e eu tava procurando uma desculpa pra abrir. Ganhei de presente —Apontei pra sala de estar.
—Nossa, trinta anos? Nunca diria não a isso —Ele me seguiu até o sofá, onde sentamos os dois.
Chris gritou da cozinha —Gente, querem com gelo ou puro?
Seu Ricardo me olhou e respondeu alto pra ela ouvir —Só, por favor — Concordei com a cabeça, de boa fé não dava pra diluir um malte de trinta anos.
Uns minutos depois, Christina chegou com dois copos de uísque. Percebi na hora que a parte de cima do vestido dela estava encharcada, deixando o tecido verde fino quase transparente. O sutiã preto dela estava claríssimo, e por baixo, a pele do decote exposto também estava molhada. Ela se mexia apressada.
—Toma, pega isso, a pia acabou de me atacar — Ela me entregou uma bebida rapidamente e outra pro Dom Ricardo, que não conseguiu evitar de olhar enquanto ela se inclinava pra frente, os peitos quase pulando pra fora do vestido. Pareceu pegá-lo desprevenido, porque quando ela se virou pra sair, ele continuou olhando pra bunda dela, que sem dúvida se destacava no vestido justo que ela usava.
Não queria que fosse constrangedor pra ele, então só gritei — Não briga com a pia, amor — Isso pareceu fazê-lo sair daquela visão de túnel e voltar a atenção pra mim.
Dom Ricardo ficou por mais ou menos meia hora, curtindo o uísque e falando de esportes e da paixão dele por basquete. Fiquei incrivelmente grato quando ele foi embora, apertou minha mão com firmeza e deu um beijo na bochecha da Chris — Comida incrível e um casal incrível — foram as palavras de despedida dele.
Mais tarde naquela semana, Christina e eu estávamos limpando o apartamento, nos provocando de brincadeira durante nossas tarefas.
Decidi que era uma boa hora pra pressionar ela sobre o flerte com Dom Ricardo, dando um tapa na bunda dela enquanto ela se inclinava pra tirar o pó de uma mesinha — Sabe... acho que você pode estar apaixonada pelo nosso novo vizinho — Sorri com superioridade enquanto falava.
Christina se endireitou na hora — Como é? Quem? — Fiz uma careta insinuando um tipo de — Quem mais? — e ela rapidamente sacou de quem eu tava falando — Richard?! Que porra te faria dizer Isso?
Continuei sorrindo —Não sei, talvez tenha sido você quem ria de cada palavra dele, ou era especialmente suscetível, ou falava dos braços fortes dele… —Recitei as evidências na velocidade de um leiloeiro.
Ela me interrompeu —Juan, você não pode estar falando sério, ele quase tem idade pra ser meu pai! —ela estava sorrindo pra mim, me provocando com aquele sorriso brincalhão.
—E daí? Você já me disse várias vezes que acha homens mais velhos atraentes.
Ela corou, gaguejando pra se safar —Sim... bem. Ele... ele é um homem negro.
Eu ri —Agora você se importa com cor de pele?, Chris, não seria o primeiro cara negro que você achou gostoso.
Várias vezes, enquanto passava na frente da TV durante um evento esportivo ou depois de um filme, ela admitiu que achava um homem negro atraente. Nunca me incomodou, quer dizer, eu não era racista nem um pouco. Além disso, eu achava muitas mulheres de pele negra gostosas também.
O rosto dela agora estava vermelho, obviamente pega no pulo, procurou uma desculpa —Eu... Porra, Juan. Tá bom, você me pegou. Mas não acho que estava dando em cima dele —Ela se inclinou de novo, tirando o pó mais uma vez.
Me surpreendeu um pouco que ela admitiu tão fácil, mas não posso dizer que me incomodou muito. Na verdade, me senti mal por ter feito ela se sentir desconfortável.
—Ah, relaxa, amor, nem tô bravo. Como eu poderia? Provavelmente é a maior emoção que ele teve em anos, ter uma jovem gostosa flertando com ele.
Ela falou debaixo da mesa, eu vi a bunda linda dela se mexendo no par de shorts rosa que ela usava.
—Eu me sinto mal por ele.
Isso me surpreendeu —Por quê? Parece que ele tá se saindo bem, gata.
Peguei umas taças de vinho que a gente tinha deixado na sala na noite anterior.
—Ele é viúvo, querido, e não parece que recebe muita atenção feminina. Sempre tive um fraco por pessoas que perdem seus cônjuges.
Enxaguei os copos e voltei andando na direção dela, ainda de olho na bunda gostosa dela.
—Então você deu em cima dele porque ele é viúvo, é isso? —Eu ri.
—Você ri, mas inconscientemente isso provavelmente foi parte do motivo —Ela me olhou de baixo da mesa, pegando meus olhos enquanto eu admirava a bunda dela.
—Para de olhar pra minha bunda, tarado.
—Tem razão, acho que o único homem que deveria ter permissão pra olhar é o Dom Ricardo, né?
Ela riu, exasperada —Ai, meu Deus, dá pra parar com isso? Nunca te vi tão ciumento.
—Quando você se molhou com a água da pia, ele não parava de te olhar. Quase tive que tocar o alarme de incêndio pra chamar a atenção dele, ele te observou andar todo o caminho de volta pra cozinha.
—Bom, então tenho certeza que ele ia adorar estar aqui agora —Ela rebolou a bunda pra fazer um efeito provocante.
Não sabia ao certo o que tinha naquele comentário, ou no rebolado da bunda dela que veio junto, mas despertou uma excitação incrível em mim. Imediatamente entrei numa névoa de tesão e me ajoelhei atrás dela. Rapidamente segurei sua cintura e puxei o shortinho rosa pra longe da bunda dela.
Pra minha decepção, notei que os lábios dela já estavam molhados, uma camada transparente da essência dela grudou no tecido quando eu tirei, expondo finalmente a buceta linda dela.
Ela olhou pra trás em pânico, mas não me impediu. Não tinha pra onde ir, o resto do corpo dela estava preso debaixo da mesa.
—Juan... O que você tá fazendo?
Não respondi com palavras, só enfiei meu pau duro dentro dela. A cabeça dela jogou pra trás e bateu na mesa, mas ela não reclamou.
Tudo terminou rápido e a gente se juntou, meu gozo se misturou com a própria liberação sexual dela enquanto nossos órgãos pulsavam de prazer, em uníssono.
Quando finalmente me retirei, Chris falou, tirando o cabelo do rosto dela.
—Uau... Talvez a gente precise convidar o Richard pra ele me devorar com os olhos mais um pouco. O que houve com você? —ela riu.
Eu também não tava muito certo, enquanto procurava respostas, olhei pra bunda da minha esposa, agora nua, com a buceta toda exposta. A Chris era perfeitamente gostosa. Ela percebeu que eu tava olhando e rebolou mais uma vez, falando de um jeito sensual.
—Aposto que ele adoraria dar uma olhada agora.
Olhei pro rosto dela e vi que ela tava mordendo o lábio inferior de um jeito safado. Me surpreendi com o quanto as palavras dela foram abertas e provocantes, isso era novo pra nós e me surpreendeu o quanto me excitou. Dei um tapa na bunda direita dela, segurando firme.
—Quem não ia querer? —respondi.
Fim do Capítulo I
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1 comentários - Christina Capítulo I: Nosso vizinho mais velho amigável