Mamãe apalpada por estranhos pt 4

Uma tarde, a gente tava voltando de comprar material de construção pra um projeto que meu pai tava tocando. A gente ia pela estrada e parou numa barraquinha que vendia água de coco, milho, torresmo. Todo mundo desceu da caminhonete. O cara que nos atendeu era muito gente boa, só que não parava de olhar pras tetas da minha mãe. Minha mãe não tava usando nada decotado, na real ela tava com uma camiseta minha, mas como ela é 10cm mais baixa que eu, a camiseta ficou justinha nela. Agora, se você considerar as tetas copa C da minha mãe, mais o sutiã que levanta elas e ainda dá um volume extra, e com a camiseta apertada por tudo isso que eu falei, as tetas dela pareciam bem grandes. Curiosamente, nem meu pai nem minha mãe perceberam isso até eu comentar em casa. Eles só riram e não deram muita bola.

Um fim de semana a gente foi passear. Pra ser sincero, achei que não ia rolar nada de sacanagem naquele dia, mas me enganei. Assim que a gente chegou num posto de gasolina, meu pai falou pra minha mãe: "Rápido. Faz isso." Minha mãe na hora levantou a blusa e mostrou as tetas. Fiquei surpreso dela fazer aquilo. Quando chegou nossa vez, o frentista se aproximou da janela do carona, onde minha mãe tava. A primeira coisa que ele viu foram as tetas dela, mas continuou atendendo como se nada. Foi colocar a quantidade certa na máquina e começou a andar em círculos, parecendo desesperado. Uns segundos depois, voltou na janela e começou a puxar conversa com meus pais. Perguntou de onde a gente vinha, pra onde ia... tudo isso enquanto, disfarçadamente, apertava as tetas da minha mãe e brincava com os bicos dela. Foi estranho. Mas eu gostei que um estranho apalpou ela, e meu pai também. No resto do caminho, minha mãe foi mostrando as tetas. Foi uma sorte não causar nenhum acidente. Mais tarde, a gente conversou sobre tentar algo novo. Todo mundo gostou do que rolou com o cara do posto, então decidimos tentar de novo. A gente ia pra um um lugar afastado onde ninguém nos conhecesse e minha mãe se deixasse apalpar pelos estranhos que ela escolhesse. Ela não deixaria eles comerem ela, mas daria uns boquetes e umas punhetas. Eu sugeri que eu e meu pai só ficássemos de espectadores. Ele achou uma boa ideia. No dia seguinte, a gente partiu. Meu pai dirigiu por uma hora até chegar em outra cidade. Procuramos ruas pouco movimentadas pra começar a putaria. O primeiro sortudo foi um cara de uns 23 anos que tava andando por ali. Minha mãe achou ele gostoso e chamou a atenção dele com a desculpa de pedir informações. Ela já tava com as tetas de fora. Quando o cara chegou perto e viu, ficou nervoso, mas agiu como se não fosse nada. Minha mãe disse: "O que foi? Tá bem? Não gostou das minhas tetas? Se quiser, pode tocar nelas." Com medo, ele começou a apalpar. Quando foi ganhando mais confiança, apertava e beliscava os bicos dos peitos da minha mãe. Ela gemia e falava que tava se sentindo uma gostosa. Admito que fiquei com um pouco de ciúme. Ficaram assim uns cinco minutos. Pararam porque apareceu mais gente e a gente teve que vazar dali. Os bicos dos peitos da minha mãe estavam tão duros quanto a pica do meu pai. Umas quadras adiante, encontramos um senhor mais velho que tava com o filho dele. Minha mãe aplicou a mesma estratégia de pedir uma direção. Primeiro, o filho se aproximou, e igual ao cara anterior, também ficou nervoso, mas rapidamente começou a apalpar as tetas da minha mãe. Depois, o pai dele chegou. O velho tinha mais de 60 anos e, assim que viu o filho apalpando minha mãe, ele também meteu a mão sem hesitar. Parece que a gente fica mais tarado com a idade. Minha mãe abriu a porta da caminhonete e desabotoou a calça, mas não tirou. Os dois caras tiraram a pica pra fora e minha mãe começou a chupar e bater uma pra eles. A pica do filho era fina, mas comprida e depilada, enquanto a pica do pai era grossa e as bolas estavam super caídas e peludas. Mesmo assim, minha mãe chupava com vontade. O senhor enfiei a mão na buceta da minha mãe e comecei a masturbá-la. Era doentio. Estar no meio da rua, vendo minha mãe chupando a pica de estranhos... comecei a bater uma vendo o espetáculo, meu pai fez o mesmo. O pai e o filho se revezavam pra enfiar os dedos na minha mãe e ela fazia o mesmo pra chupá-los. Minha mãe gemia e, com tanta mão boba, ficou toda molhada. No final, chupou cada um até eles gozarem na boca dela. Foi assim que fizeram, e ela engoliu tudo. Meu pai e eu não gozamos. Aqueles dois homens guardaram a pica e foram embora como se nada tivesse acontecido. Minha mãe estava tão excitada que se masturbou por um tempo. No meio do caminho, viu um bar e quis entrar lá. Mais que bar, parecia uma cantina dos anos 30. Era um lugar grande, malcuidado, com decorações velhas de Natal mesmo sendo julho, música sertaneja numa jukebox e uns 7 senhores espalhados entre as mesas e o balcão. Todos aqueles homens eram gordos, de bigode, peito cabeludo e chapéu. Assim que entramos, todos olharam pra minha mãe. Ficamos no balcão. Meu pai pediu uma cerveja, e minha mãe e eu não pedimos nada. No fim, começamos a conversar com os homens que estavam por ali. Minha mãe foi ao banheiro e, minutos depois, o homem que estava ao lado dela também se levantou. Aos poucos, todos se levantaram dos lugares e foram andando pro banheiro, mas não voltavam. Só percebi isso quando só estávamos eu, meu pai e o barman. Decidi ir investigar. Os banheiros ficavam no pátio do bar. Fui pra lá e tinha uma fila. Não dava pra ver quase nada, então me aproximei. A partir da quinta pessoa na fila, todos estavam com a pica pra fora e batendo uma. Quando cheguei no começo da fila, vi minha mãe de joelhos, com uma pica em cada mão e outra na boca. Assim que vi, fiquei duro. Os homens que estavam na fila decidiram se adiantar e entrar no banheiro. Em segundos, minha mãe estava cercada de picas de diferentes tamanhos e cores. Umas grossas e Cabeçudas, outras grossas e pequenas, outras compridas e finas, mas todas muito peludas e feias. Me deixou com muito tesão ver ela assim, cercada de velhos gordos e de pauzudos. Todo mundo passava a mão na bunda dela, nos peitos, enfiavam a mão na buceta e colocavam os paus na cara dela, mas a gente mal cabia naquele banheiro. Minha mãe se levantou e entrou no bar. Ela estava com os peitos de fora e segurava dois senhores pelo pau. Parou na frente do balcão e disse: "Toquem no que quiserem, rapazes". De novo, todos a rodearam, até o barman. Passavam a mão no corpo todo dela e beijavam ela. Ela se ajoelhou e começou a masturbar e chupar cada pau que aparecia na frente dela. Até forçavam ela a fazer garganta profunda. Eu só via o líquido pré-ejaculatório e a saliva formando bolhas e escorrendo do queixo dela. Ela tossia e tinha ânsia, mas não parava de chupar. Um dos homens levantou ela e deitou numa mesa. Outro puxou a calça e a calcinha dela pra baixo. Começaram a chupar a buceta dela. Minha mãe gemia pra caralho, ainda com o pau de um na boca e os paus de outros dois em cada mão. Até chegaram clientes novos que, assim como meu pai e eu, só olhavam e batiam punheta, mas no fim acabaram entrando na brincadeira. Depois, minha mãe ficou de quatro e levantou a bunda pra chuparem. O cu dela era tão peludo quanto a buceta. Além de chupar, alguns enfiavam os dedos nos dois buracos. Ela gritava e gemia: "Ah! Isso! Mais forte! Quero que me façam gozar, gostoso!" Finalmente, masturbaram ela tanto que ela gozou jorrando. Todos lamberam a buceta dela depois disso. Minha mãe ficou com as pernas tremendo, deitada na mesa. Cada um dos senhores gozou nela. Jogaram o esperma na cara, nos peitos, na buceta e no cu dela. Basicamente, minha mãe tomou um banho de porra. Meu pai e eu também gozamos, mas jogamos no chão. Minha mãe se levantou, todo o sêmen escorrendo pelo corpo dela, além da maquiagem toda borrada e o cabelo duro e embaraçado. Foi uma experiência deliciosa. ver a minha mãe com estranhos, pena que não comeu com nenhum, embora isso esteja prestes a mudar... Continua.

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