Camionerita III

Beleza! Pelos comentários nos posts e por privado, vejo que vocês curtiram as duas primeiras partes dessa história! Então vamos pra III:http://www.poringa.net/posts/relatos/5404883/La-camionerita-II.htmlAcordamos da soneca com esse cara batendo no vidro. Gonza levantou rápido, saiu da "peça" (divisão que o caminhão tinha pra dormir, com colchão, uma TV e pouco mais) e desceu pra falar com o sujeito. Eu fiquei pelada na cama e, meio dormindo, comecei a me vestir. A gente não tinha conversado nada sobre o que faria com esse cara, tava meio assustada. Quando olhei pela janela, vi um caminhão daqueles que transportam combustível estacionado no bosque e o Gonza falando com um moleque de uns 20 anos. Era magro e não muito alto, bem diferente do meu parceiro de viagem, que era grandão. Eles conversavam e olhavam pra onde eu tava escondida atrás das cortinas grossas, até que num momento o moleque foi pro caminhão dele e o Gonza pro nosso.

G: Viu o Toti? É filho de um amigo meu, é bonzinho, começou esse ano com o caminhão, tem 22 anos.
M: Vi sim, e daí com ele?
G: Tá viajando por aqui e meio entediado, é de La Pampa ele.
M: E? O que você quer que eu faça?
G: Não quer visitar ele?
M: Pra quê? (Já tinha entendido, mas queria que explicasse tudo direitinho)
G: Vou ser direto. Gonza tem grana e quer descarregar o leite, você quer grana e é a melhor descarregadora que conheço. 1 + 1 quanto é?
M: Você quer que eu dê pra esse moleque? Aqui?
G: Se você quiser, sim. Senão, a gente vai embora. Decide.
M: (Tinha vergonha de admitir, mas queria sim, em parte pelo tesão e em parte pela grana) O que você acha, amor, faço?
G: Eu acho que você vai, dá pra ele, pega a grana dele e volta.
M: Tenho que ir pro caminhão dele? Tô com medo...
G: Medo? Hahaha, mas você viu o que ele é? Pesa menos que você, qualquer coisa grita que eu vou estar do lado de fora e dou um jeito nele, ok?
M: Beleza, então.
G: Pera, antes de ir, uma coisa. Com todos que você for foder, vai usar camisinha, sem exceção, menos comigo, ok? Se eu descobrir que você deu pra alguém sem camisinha, te deixo onde estivermos.
M: Ai, claro, amor, vou usar sim.
G: Beleza, então vai.
Eu tinha colocado uma fio dental. negra (porque a anterior ficou largada no banheiro do posto), uma saia jeans (curta, como toda minha roupa) e uma camiseta branca do clube da minha cidade sem sutiã, que eu tinha dado um nó na lateral pra ficar levantada. Foi assim que desci de um caminhão e subi no outro.
M: Oi, sou Milena, e você? (falei morrendo de vergonha)
T: Oi-oi, sou Toti, prazer (ele falou com mais vergonha ainda)
M: (não sabia como começar, o cara era muito tímido, então eu ia ter que tomar a iniciativa) O que você quer fazer?
T: O que você quiser, Milena
M: (ia ter que remar muito) (fui pelo clássico) Ai, que calor que faz aqui dentro (desamarrei a camiseta e comecei a levantar, fiquei de peitos de fora e o cara babando me olhando sem fazer nada).
T: Quer que eu ligue o ar?
M: (Ufa, que idiota, pensei). Não, tá de boa, Toti. (Pronto, já era, vou com tudo ou fico até amanhã aqui)
Tirei também a saia e fiquei só de fio dental. No short de futebol dele, dava pra ver que o amigo tinha subido, então com uma mão comecei a passar a mão por cima da roupa, ele continuava paralisado.
M: Tá gostando? (falei pegando nos meus peitos com a mão que tava livre)
T: Sim, tô adorando
M: Sou toda sua, faz o que quiser comigo...
Ele começou a passar a mão devagar nos meus peitos e eu já tava toda molhada. Pedi pra ele tirar a calça, e ele obedeceu na hora. Me posicionei entre as pernas dele e quando tirei a cueca, me deparei com uma rola bem bonita de formato, mas bem pequena, devia ter uns 10 cm, mas era bem grossa.
Comecei a passar a língua devagar pelas laterais até chegar na cabeça e voltar, até que decidi meter tudo na boca. Não consegui enfiar uma vez até o fundo que senti ele inchar e despejar todo o leite na minha boca. Claro que não consegui engolir nem metade. A maior parte escorreu pelo canto dos meus lábios e caiu direto nos meus peitos. O pouco que consegui fui engolindo e deixando ela limpinha, mas fiquei surpresa com a quantidade de porra que largou.
T: Desculpa, é a primeira vez que alguém me chupa.
M: (Tentando terminar de engolir a porra e deixar ele limpinho) Sério? E você gostou?
T: Adorei, dá pra perceber, né?
M: Hahaha, verdade, mas ainda tá durinho, quer mais alguma coisa ou já tá bom?
T: Se você quiser, eu gostaria de mais um pouco...
M: À sua disposição (falei enquanto chupava meus dedos e passava a mão na minha buceta molhada).
Fui pra cama do caminhão dele e fiquei de quatro, passando os dedos.
M: Quando você quiser, é só... toma (entreguei a camisinha).
T: Não sei como usa isso.
M: Deixa eu ver, vem cá (coloquei nele e desci com a boca) não vai gozar de novo, hein, hahaha.
T: Hahaha, não...
Me ajeitei de quatro de novo e falei pra ele ir devagar porque era muito grossa, ele riu e começou a meter bem devagarinho. Ia até o fundo e tirava inteira, de novo até o fundo e tirava tudo. Até que num momento eu falei: "vai, me fode com tudo que não aguento mais."
Ele começou a meter como portão que não fecha, o cara tinha uma energia do caralho. Dava pra ouvir a raba batendo nas pernas dele. Comecei a me tocar enquanto isso e consegui gozar duas vezes antes dele falar: "Já vou gozar, mas quero acabar na sua boca de novo, posso?"
Me virei, tirei a camisinha e, assim que coloquei na boca, senti de novo aqueles jatos quentes de porra que não consegui segurar. Não sei de onde aquele cara tirava tanta porra.
Deixei ele limpinho de novo, me vesti e desci do caminhão. Ele saiu pela janela pra me dar o dinheiro que tinha combinado com o Gonza, e aí me deu na cabeça de deixar um presentinho, então com a saia ainda vestida, abaixei a calcinha fio dental e joguei dentro do caminhão dele. Ele pegou, olhou com uma cara de feliz aniversário do caralho e ficou super feliz. Saí correndo pro caminhão do Gonza e quando entrei ele falou: "Que puta gostosa você é, como eu te amo!
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