O Despertar de um Homem - Cap. 30

O DESPERTAR DE UM HOMEM CAP30
Sofi e Pao - A arrogância da Vitória chegou ao fim, parte 1

Quem foi que ficou atrás da porta? Claramente eu tinha fechado. Troquei de roupa e fui dar uma olhada pela casa pra ver quem tinha chegado. Não encontrei ninguém até ouvir a porta da entrada e alguém subindo as escadas. Era ninguém menos que a Paola, tinha chegado cedo. A cara dela apagada e triste, os olhos derramando lágrimas. Com uma voz baixinha, perguntei:
- Pao, você tá bem? O que aconteceu?
A resposta dela me deixou gelado:
- O que você tem com isso? Me deixa em paz.
Na mesma hora, ela entrou no quarto dela e trancou a porta. Cheguei perto da porta e pude ouvir o choro dela.

Ser: Pao, abre aí, o que foi? Abre, por favor.
Pao: Me deixa em paz, não quero te ver.
Ser: Se você não me contar, não vou sair daqui.
Pao: Pelo amor de Deus, me deixa em paz, eu te imploro.

Não respondi mais. Pensei comigo: se ela não abrir, vou entrar pela janela. Fui pro quarto ao lado, saí na sacada. Por sorte, a janela dela tava aberta. Quando passei, ela tava deitada na cama de bruços. Silencioso, sentei na cadeira que tava na escrivaninha.

Ser: Agora você vai me dizer o que tá rolando.

O susto que ela levou foi inacreditável. A primeira coisa que fez foi tacar o que tivesse na mão: uma caixinha de madeira. E com tanta pontaria ou sorte, acertou bem na minha testa. Acho que se fosse um filme, eu teria ganhado o Oscar. Mandei a atuação da minha vida. Chefe, quando viu que eu tava desmaiando e caí no chão, ouvi ela correndo na minha direção. Óbvio que eu tava de olhos fechados, imaginava a cara de susto dela. Ela chegou perto de mim, me levantou apoiando nas pernas dela e sacudindo meu rosto. A voz dela soluçando e as lágrimas caindo na minha cara, ela disse:

Pao: Não, o que eu fiz, meu amor? Por favor, acorda. Não faz isso comigo. Deus, que burra eu fui. Meu amor, por favor, eu te amo. Deus, você acabou de se recuperar e eu tô te machucando. Você é tudo pra mim, amor, eu te amo.

Ela se agarrou tão forte em mim que tava me deixando sem ar.

Ser: Se você me apertar assim, vai me matar. deixar sem ar, - outro substituir mais - olha o que eu tenho que fazer pra você falar, por que não me disse antes
Ela se afastou de mim e eu pude ver seus olhinhos chorosos e um sorriso
Pao: você é um imbecil,
Ser: o melhor de todos
Pao: como você faz isso comigo
Ser: o único jeito de você falar, não me deu opções,
Pao: e pra quê, se você já tem namorada
Ser: não sabia que tinha namorada, só tô sabendo agora
Pao: eu ouvi o que você disse pra ela
Ser: que bonitinho ouvindo atrás das portas, não te ensinaram que é má educação - num tom de brincadeira - e que estranho, não lembro de ter pedido a sofia em namoro
Pao: ouvi quando você disse te amo
Ser: sim, isso eu disse, mas acho que você não ouviu tudo, se vai ouvir tem que ouvir completo, não acha
Pao: sim, mas você ama ela, não pode negar
Ser: sim, do mesmo jeito que te amo,
;- ela arregalou os olhos,
Pao: você não pode amar duas pessoas ao mesmo tempo, isso é impossível,
Ser: quem disse, a sociedade, que me importa o que a sociedade diz, você sabe bem que sinto coisas fortes quando tô com você, é algo tão forte que não teria explicação,
Pao: isso é loucura,
Ser: que seja uma loucura então, mas prefiro chamar de amor, um amor louco,
Pao: e a sofia, você ama ela
Ser: sim, como te amo, o que você sente quando a gente faz amor, não sente que voa,
Pao: sim, é verdade, mas não sei se vou conseguir dividir
Sofia: eu consigo, além do mais você tem vantagem de estar debaixo do mesmo teto
;- outro susto na paola, parece que não é a única que ouve atrás da porta,
Ser: aprende, viu ela ouve até o fim, passa aqui, coração,
Sofia: e se você abrir aí, posso entrar
Ser: pequeno grande detalhe,

Sofia entrou, me deu um beijo na boca e depois foi até a Paola, se aproximando e antes que ela dissesse A, comeu a boca dela num beijo, no começo ela resistiu, depois se deixou levar, sofi aproveitou pra passar a mão e paola levou as mãos pra bunda dela, apertou, amassou, acariciou

Sofia: amor, nos deixa sozinhas, vou fazer amor com ela, o que acha?
Ser: acho muito bom,

Me aproximei dela, dei um beijo na boca de cada uma e me afastei, deixando elas sozinhas, vão ficar um bom tempo as duas, fui tomar banho, o que eu queria era terminar com a sofi e acabei tendo duas de novo, que coisa do destino, por ambas sentia coisas, de formas diferentes e as duas terminaram no mesmo lugar, por outro lado pensei na juli, como ela levaria isso dos meus dois amores, diferente delas, eu sentia um grande amor pelas minhas irmãs, amor de irmãos, acho que é melhor manter em segredo por enquanto, fabi foi a primeira vez dela, espero que ela não esteja apaixonada, teria que ir ver ela, tomei banho, preparei outro café e umas torradas, sentei no terraço, depois que terminei acabei dormindo um pouco até que a naty me acordou,

Naty: ei dorminhoco, acorda,
Ser: uhy que horas são
Naty: calma, são 1 da tarde, há quanto tempo você tá aí
Ser: não sei, desde as 11 acho, nem ideia, todo mundo chegou?
Naty: sim, vim avisar que a comida já tá pronta,
Ser: já vou descer, pao e sofi estão na mesa?
Naty: não vi elas e nem sabia que estavam, vou avisar
Ser: deixa que eu vou,

Quando cheguei encontrei as duas abraçadas, peladas e dormindo, estavam prontas pra serem pintadas num quadro, me aproximei delas e primeiro beijei a sofia, ela demorou pra reagir até perceber que era eu,

Ser: vejo que você se divertiu muito
Sofi: muito, embora precisasse disso, - pegando na minha pica por cima da calça,
Ser: não esquenta a chaleira se não vai tomar o mate
Sofi: mmm que vontade de chupar essa bombinha me deu, mas melhor dá pra ela, ela tá esperando
Ser: a comida já vai estar pronta,
Sofi: vai lá amor, ela precisa, enquanto isso vou me trocar,

Sofia foi pro meu quarto onde tinha minhas roupas, e eu, com a pica dura, tirei a calça e aproveitei o momento, fiquei na frente dela, levantei um pouco a perna dela e com a pica rocei a buceta dela, ainda molhada com os sucos dela, não foi difícil enfiar mais da metade Meu pau, com movimentos curtos e lentos, comecei a meter. Me aproximei dela, abracei e comecei a dar beijinhos. Ela gemia baixinho: — Mmm, mm, mm. De repente, nossas bocas se uniram mais e as línguas começaram a batalhar.

Pao: É assim que gosto de ser acordada.
Ser: Você gosta, amor?
Pao: Adoro. Que lindo é sonhar assim.
Ser: Você não está sonhando, amor. — Ela abriu os olhos e percebeu que não era um sonho.
Pao: Não para assim, amor.
Ser: Não vou parar. Você gosta, amor?
Pao: Aa, aa, aaaaa, aa, sim, meu amor. Me fode, faz amor comigo. Aa, aa, aa, aa, me faz gozar do jeito que só você sabe.

Nessa posição, eu bombava mais e mais rápido. — Aa, aa, aaaa, aa, aaa, aaa, aaaa, siiiim, aaaa. — Estava prestes a gozar, e ela também. — Sim, me faz gozar, siiiim, aaaaaaaaaaaa. — Gozamos juntos, com uma porção especial de porra dentro da buceta dela.

Pao: O que vou fazer com você?
Ser: Muitas coisas, mas por agora prefiro que você me coma de beijos.
Pao: Você é um bobo, sabia?
Ser: Sei, faz tempo. Vamos, que a comida já vai estar pronta e você já começou com a sobremesa.

Nós dois rimos. Me troquei e fui para cima. As princesas, a Naty, minha mãe e a Sofia já estavam na mesa. A Pao apareceu um pouco depois de mim. Não vi a Luz em lugar nenhum e perguntei por ela. O que me responderam me surpreendeu.

Naty: Ela saiu com um amigo.
Juli: Com o que parece com ele. — Apontando. —
Ser: Olha que legal, essa eu não sabia.
Naty: Saberia se ficasse mais em casa.
Ser: Abriu a ouvidoria de reclamações? Terminem meu prato primeiro. — Rimos todos. — Já que a ouvidoria está aberta, estou ouvindo as reclamações.
Mãe: Moleque, quando você vai voltar a estudar?
Ser: Auch, essa eu não esperava. Mas vou responder: ano que vem eu começo. Começar agora não valeria a pena. Próxima reclamação.
Naty: Se você nos deixou abandonadas, por qual motivo, razão e circunstâncias?
Ser: Duplo auch. Estou fazendo umas coisas importantes e não posso contar.
Yesi: Cuidado com o que faz. Já sofremos muito nesta família.
Ser: Fica tranquila, minha pequena, não é nada demais. perigoso
Yesi: pra quem você disse isso, pequena? — agarrando os dois peitos que tinham crescido
Mãe: Yesiii!!! Tudo bem que somos família, mas ele é seu irmão
Ser: Tá bem, mãe. Ele já deve estar tendo namoradinhas
Yesi: Nada, são todos uns babacas, nada interessante. Mas me divirto deixando eles aos meus pés
Ser: Ei, calma aí, gatinha. Olha que atrevida que tá. Vou ter que botar limites. Vou ter que fechar o escritório por enquanto
Juli: Nada de fechar que ainda faltou eu. O que você pensou pro meu aniversário?
Ser: O que você pensou pro seu aniversário?
Juli: Mamãe já tá me preparando pra festa, isso é óbvio. E você já sabe o que eu quero pro meu aniversário
Mãe: O que ela pediu?
Ser: Se você não sabe, mãe, imagina eu. As meninas são complicadas
Terminei minha bocada de comida e fui pra varanda um pouco. Quase na hora, Juli apareceu
Juli: Ei, por que você tá se fazendo de bobo?
Ser: Eu te falei que isso não é possível e não vai rolar
Juli: Quer apostar, irmãozinho? — chegou perigosamente perto de mim —
Ser: Calma, irmãzinha. Lembra que sou seu irmão e isso você não devia fazer
Juli: Mas bem que você fez com a Paola, com a Ana, com a Viví e até com a mãe. Por que comigo não?
— A puta da mãe como caralhos ficou sabendo? Será que tava me espionando? —
Ser: Por acaso você tava me espionando? Com você é diferente, você é minha princesa. E o que menos quero é quebrar seu coração. Me entende, princesa?
Juli: Você é meu irmãozinho. Te conheço o suficiente e sei que não vai me machucar. E é justamente por isso que sou sua princesa. Tchau, irmãozinho — chegou tão rápido em mim que me roubou um beijo
Que pivete. Bom, já não é mais pivete quando cresceu tanto, me perguntei
Pouco depois apareceram Sofi e Paola. Estavam de calcinha e sutiã, cochichando baixinho no ouvido. Essas duas tão tramando algo. As duas se aproximaram e sentaram uma em cima de cada uma das minhas pobres coxas

Sofi: Love, temos que resolver uma coisa primeiro
Ser: Hummm, que coisa tem que resolver?
Sofi: Esse assunto da Victoria, me entende? Ser: esse assunto vai estar resolvido depois do sábado,
Pao: acho que você não tá entendendo, o que ela quer dizer,
Sofi: é que eu quero que você arrebente minha buceta na frente dela e que ela fique só na vontade, entendeu agora,
; - fiquei surpreso com uma proposta dessas e com o que ela queria fazer,
Ser: tem certeza do que quer fazer? porque o que eu tenho planejado pra ela e pro irmão dela não tem nada a ver com o que você tá me pedindo,
Pao: o que pode ser pior que isso?
Ser: não vou adiantar nada, se quiserem saber vão ter que ir sábado no clube, se forem falem agora que eu peço mais reserva,
Sofi: gostei, vamos Pao
Pao: não conheço ela direito, mas tô dentro
Ser: então tá resolvido, vou fazer uma ligação,

Deixei as garotas lá, os dias passaram voando, sofri o assédio constante da Juli, transei várias vezes com a Pao e tive uns encontros com a Sofi, com a Naty tomamos banho juntos, mas não passou de umas pegadas. Sexta à tarde, antes do evento, me encontrei com a Susy no apartamento dela. A Mary tinha ido ao clube dar os últimos retoques e deixar pronta a gravação sabotando o vídeo dos irmãos Meyer, pra isso teve que fazer um favorzinho pro cara que ia cuidar do audiovisual,

Ser: oi Susy, que gostosa
Susy: oi bombom, pensei que você tinha esquecido da gente
Ser: isso nunca, bonita, cadê a Mary?
Susy: saiu pra resolver umas coisas, vai demorar pra voltar, então estamos só eu e você, sozinhos, sabe o que significa
Ser: não sei, talvez você possa me dar uma pista,

Não demorou nada, na hora se grudou nos meus lábios que nem carrapato e minhas mãos não perderam tempo, nossas mãos lutando pra tirar cada roupa que nos cobria, até ficar pelado. Essa parte, sinceramente, não sei como ela fez, deu um pulo abrindo as pernas e encaixando perfeitamente meu pau duro na buceta dela até o fundo, o que sei é que doeu, o grito que ela deu deve ter sido ouvido até na primeira junta, - aaaaaaaaaaa aaaaaaa a puta que pariu, esqueci que é grande, aaaaa Fica quieto, — quieto eu não fico, agarrei minhas mãos na bunda dela, e ela começou a subir e descer, de um jeito descontrolado, os gemidos dela altos de tesão e dor, — aaa aaa aaa aaa aa como você tá me partindo, se eu fodo mais, de mais, assim assim assim, aaaaaaaaaaaaaa — eu continuei de pé sem parar de meter, — para para que eu vou gozar ahh vou gozar para por favor aaaaaaaaaaaaaaaaaaa deus, te deixei parar, — óbvio que não liguei, até que ela parou e como conseguiu baixou as pernas sem soltar meu pescoço, beijei ela e dessa vez levantei ela e levei pro sofá, deitei ela com as pernas abertas, deixando a bunda pra fora do sofá, meu pau tava melado com os sucos da buceta dela, então não hesitei e encostei na entrada, antes que ela falasse alguma coisa, metade do meu pau já tava dentro,  Susy: aí você enfiou tudo, Ser: tudo não, a metade Susy: você vai me matar, não vou aguentar Ser: vai aguentar sim, igual da última vez Susy: mas não tá lubrificada Ser: tá sim, sua buceta tá escorrendo de tão excitada e cai tudo no meu pau, — chega de conversa, Enterrei um pouco, e comecei a mexer, a meter forte como ela tinha começado, ela pedia aos gritos pra eu meter mais forte, já não implorava pra parar, já entrava tudo e não tinha resistência nenhuma,  Susy: não para que eu vou acabar, não para Ser: não vou parar até deixar você cheia de porra Susy: sim enche meu cu de porra, Assim descarreguei uma porrada de porra dentro do cu dela sem tirar o pau enquanto ela se contorcia de prazer, Susy: você encheu meu cu de porra  Ser: deixa eu ver, tá cheio de porra mesmo, por mais que você aperte, o buraco ficou aberto  Susy: você tava um animal  Ser: me deixei levar pela sua energia  Susy: a Mari teria adorado que você deixasse tudo arrombado  Ser: já vai ter oportunidade, hoje quem ganhou o prêmio foi você Susy: mmmm amei, na próxima quero que você destrua minha buceta Ser: claro, adoraria deixar você em pedaços hahahahaha, Nos vestimos e conversamos sobre o plano, já tava tudo pronto, Mary tava fazendo das suas com o programador, antes desse evento, tinha planos ocultos pra ela, mas meu plano era mais focado no irmão dela. depois de me despedir com um beijo caliente na susy, parti pro bairro.

Cheguei no bairro, alguns tavam na esquina, nesse grupo tava o nacho, a johana, a daniela, a silvia e o negro marce que vinha descendo a avenida.

Cumprimentei todo mundo, bem efusivo como sempre, até que a johanna me puxou de lado e falou:

Joha: é verdade que você tá saindo com a victoria?
Ser: nem a pau, por que cê pergunta?
Joha: ela tá espalhando no clube que vocês são namorados, por isso perguntei. chegou nos ouvidos da sofia e elas se pegaram no tapa.
Ser: que estranho a sofia não ter me falado nada.
Joha: foi no clube, no meio do treino.
Ser: vou ter que descobrir e botar um fim nisso. – suspirei e perguntei – cê sabe onde ela tá agora?
Joha: e olha, não sei te dizer. desde que o walter e o leo sumiram, a yamila não sai de casa. não posso te falar onde achar ela. dá uma olhada perto da fonte da igreja, quem sabe você tem sorte.
Ser: valeu, joha. mais tarde eu volto. – me despedi dela e do resto, e parti rumo à igreja onde tem a fonte e a academia. tive tanta sorte que encontrei ela lá, sentada de costas pra igreja. do lado dela, o irmãozinho, e do outro lado uma loira igual a ela. tavam rindo alto, zoando alguém que vinha subindo do outro lado. era o emiliano com uma mina morena gata igual a ele. andavam de mãos dadas, ele tava feliz até perceber as zoeiras dos três loiros. baixou a cabeça e a mina que tava com ele falou algo no ouvido dele.

Hernan: neguinho, traz sua amiguinha aqui, vamos dar uma diversão boa pra ela.
Victoria: com a gente ela vai se divertir.
Hernan: vem cá, corno manso.

Essa foi a última palavra dele. foi o que precisei pra destruir ele. o banco tava a uns 1 metro de altura, então era fácil chegar nele. subi e peguei ele pelo pescoço, puxando. Assim, de costas, as costas dele bateram no chão. Levantei ele pelo pescoço e encurralei contra a parede da igreja. Na sequência, um soco na boca do estômago.

Hernan: Não me bate, eu não fiz nada — chorando igual uma neném — pelo amor de Deus, me solta.

Ser: Escuta bem, seu pedaço de merda. Nunca, mas nunca mesmo, você vai zoar ninguém, e muito menos o meu amigo. Ficou claro? Isso é só uma amostra do que pode acontecer com você. Entendeu?

Hernan: Sim, senhor. Não vou fazer de novo, eu juro, eu prometo — o viadinho não parava de chorar.

Atrás de mim, ouvi a mina que tava com o Emiliano enchendo o saco das loiras. Claro, a Vitória deixou ela sozinha e desceu de onde tava. O Emiliano apareceu atrás de mim.

Emi: Mano, tudo bem? Não vale a pena.

Ser: Relaxa, ele mereceu. Esse aí não enche mais o saco de ninguém.

A Vitória se ligou e viu que era eu quem tinha atacado o irmão dela. Viu como eu tava encurralando ele e ele chorando.

O Hernan era daqueles caras riquinhos, ou melhor, que acham que têm toda a grana do mundo. Se acham os fodões e adoram humilhar quem é mais fraco. Uma hora iam colocar ele no lugar dele. E adivinha quem foi? Esse que vos fala.

Vitória: Sergio, amor, solta ele.

Ser: Cala a boca, que depois ajeito as contas com você.

Emi: Já deu, mano, não vale a pena.

Ser: Nãooo, esse cara encheu o saco com essa prepotência de se achar intocável. Hoje acaba.

Emi: Mano, o destino cuida dele. Quem tá lá em cima sempre tem um plano pra gente. Ele paga aqui na terra ou no além.

— Exatamente essas palavras ecoaram na minha mente. Não todas, só uma: "UM PLANO". Com a quinta engatada, coloquei no neutro e freio de uma vez.

Ser: Hoje você tá com sorte. Agradece a ele por não te mandar pro hospital.

Hernan: Valeu, Sergio. Valeu, valeu, valeu.

Na sequência, soltei ele. Ele saiu correndo sei lá pra onde. O Emiliano me apresentou a mina como a namorada dele. Camila, morena igual ele. Dava pra ver que era de personalidade forte, mas ao mesmo tempo simpática. Notei que ela tava completamente... apaixonada por ele, a gente bateu um papo mais um tempinho até que eles foram embora e prometemos um encontro.
Era hora de encarar a loira, a maldita tinha sumido junto com a outra loira, sabia que ela morava na torre 8, não ia ser difícil achar ela, caminhei até lá pelo bulevar e de longe consegui ver ela, subi no mezanino e esperei ela no final da fileira onde tinha uma escada, ela tinha que passar por ali, sem chance, pra chegar na torre 8, ouvi ela se despedindo da amiga, ela passou e eu segui ela por trás, antes de chegar na torre tem um estacionamento coberto, avancei por trás dela tampando a boca dela e segurando ela pela cintura, levando ela pra trás de uma caminhonete, tava uma escuridão perfeita e longe do caminho, ninguém ia ouvir ela, ela tentou gritar e me morder, mas não teve muito sucesso, ela se acalmou quando eu falei num tom suave, — é assim que você trata seu namorado? — ela parou de resistir e de tentar gritar, soltei ela, virei ela e apoiei ela contra a caminhonete segurando cada um dos braços dela pra cima, beijei ela de boca aberta e ela correspondeu, a técnica de beijo dela não era lá essas coisas, ela tentou acompanhar meu ritmo, com uma mão segurei as duas mãos dela e com a mão livre passei por todo o corpo dela, apalpando os peitos dela até a cintura, a bunda dela se desgrudou da caminhonete pra eu me movimentar com total liberdade sobre aquela bunda redonda e firme, ela tava com uma calça folgada que facilitava muito meus movimentos, enfiei a mão por dentro da calça, apertei a bunda dela, tinha que admitir que ela tinha uma bunda boa, segui minha mão pra frente até encontrar a calminha dela, a buceta dela inchada e molhada, enfiei a mão dentro dela e toquei o clitóris dela, ela gemeu na minha boca, uma vez e outra, ela tava quase gozando, abaixei a calça dela como pude, tirando só uma perna, desabotoei a minha deixando meu pau pra fora, soltei as mãos dela e ela se agarrou no meu pescoço, levantei ela pela cintura e com a mão puxei a calcinha dela e mirei na buceta molhada dela, entrou fácil na vagina dela Tava toda molhada, apertadinha, soltou da minha boca pra gritar de prazer, as metidas eram fortes e constantes, até que gozou. Eu baixei ela e fiz ela se ajoelhar, entendeu perfeitamente o que tinha que fazer. Colocou meu pau na boca, engolindo o máximo que conseguia, posso garantir que sabia o que tava fazendo com total maestria. Bateu uma e chupou até tirar toda a porra que eu tinha, engoliu tudo sem deixar nada, lambeu um pouco mais e guardou dentro da cueca.

Ser: Então, sou seu namorado?
Vicky: Se você vai ser meu.
Ser: Tá bem segura, hein, tem muito ego.
Vicky: Quando eu quero algo, eu consigo.
Ser: E você acha que vai me ter?
Vicky: E você, o que acha? Você veio até mim sozinho, não precisei ir te buscar.
Ser: Eu te procurei pelo que você andava falando. Mas tem uma coisa que me intriga: essa mudança tão repentina de querer sair comigo. Se não me engano, você me odiava.
Vicky: De algum jeito eu tinha que te trazer pra mim. Com aquelas duas fora de jogo, não ia ser difícil você vir. E respondendo à sua pergunta sobre querer sair com você: desde que descobri essa sua ferramenta maravilhosa e a personalidade de homem que você tem, você começou a me gustar mais. Mas sabe o que deu o toque final?
Ser: Me diz, tô ouvindo.
Vicky: Foi como você me submeteu, como me dominou e arrombou meu cu pela primeira vez. Desde aquele dia, tô esperando você chegar, fazer de novo e me submeter como fez hoje.
Ser: Vejo que te deixei louca, você gostou e muito. Olha, loira, tem uma condição: pra eu sair com você, vai ter que parar de foder com seu irmão.
Vicky: Eu não fodo com meu irmão, de onde você tirou isso? — lembrou que Emiliano é meu melhor amigo e Yami, mesmo sendo meu ex, também sabia. —
Ser: Loira, você acha que sou idiota?
Vicky: Você tem razão, vai me julgar por isso?
Ser: Jamais, não sou ninguém pra te julgar. Só vou deixar uma coisa clara: nunca divido minhas minas, e com você não vou abrir exceção. — menti. —
Vicky: Ok, ok, tudo bem. Digo e pronto.
Ser: só dizer não é suficiente.
Vicky: e então como você acha que eu devo falar pra ele?
Ser: nós dois vamos dizer pra ele.
Vicky: e como você pretende dizer?
Ser: fácil, vou te comer na frente dele e vai ser a última vez que ele te vê pelada, e ele vai saber quem é o dono do seu corpo a partir de agora…

1 comentários - O Despertar de um Homem - Cap. 30

KnuklE
Vas a seguir contando??? Es una muy buena historia