Oi, sou a Milf47
Quero agradecer a todos pelos comentários no meu primeiro conto. Cada comentário foi como os olhares que recebo na rua, porque já sei quais pensamentos cada um de vocês tem. É muito gostoso ler o que vocês pensam de mim.
Obrigada, e dá vontade de contar tudo pra vocês.
Aqui vou contar o que fiz umas noites atrás, quando fui convidada pro aniversário de um parente e aproveitei pra usar um dos meus vestidos chamativos. A festa tava linda, meio tranquila, não bebi álcool, teve muita música e risada. Vários caras me tiraram pra dançar, fiquei até umas 3 da manhã, quando o pessoal já tava indo embora aos poucos. Como era perto de casa, fui andando. Moro numa área de chácaras e clubes sociais. Por sorte, não rola nada por onde moro, mas tenho que confessar que no caminho que eu precisava passar, as travestis tão trabalhando na beira da pista, então tive que entrar uma quadra pra dentro pra não atrapalhar elas e evitar confusão.


Já tava tipo a duas quadras e vindo na minha direção um cara de uns 30 anos, bem vestido, jeans comum e camiseta meio amarela normal, barbudo mas bem cuidado. Como não tinha calçada, a gente vinha pela rua de terra e mal dava pra enxergar por causa das árvores. Ele foi se aproximando, e o olhar dele tava fixo na minha caminhada porque minhas tetas balançavam. Quando passou do meu lado, a gente se olhou e ele não conseguiu evitar: "NÃO, SENHORA, NÃO PODE SER TÃO GOSTOSA E COM ESSA CARINHA". Enquanto falava, ele se virou pra continuar me olhando, e eu entrei no jogo dele até me aproximar. A gente ficou de frente, quase encostando meu peito nele, e nos olhamos. Me senti excitada, meu coração batia forte. Ele colocou a mão no meu rosto, me encarando nos olhos, na boca e no decote, enquanto eu segurava na cintura dele. Ele me elogiava pra caralho, não acreditava em quem tava vendo: "NÃO, SENHORA", ele dizia, olhando minha pele, meu decote, com vontade de enfiar entre minhas tetas. E claro, eu confirmei que adoraria fazer isso em qualquer lugar.
O cara ficou me olhando de canto pras tetas, passou o braço nos meus ombros e eu virei de costas. Baixei o olhar e o volume dele já tava marcado pra frente. Meti a mão no zíper da calça jeans dele, coloquei uma e depois as duas mãos. Senti ele bem duro, massageei, e ele ficou de boca aberta. "TÁ GOSTANDO, GOSTOSO?", falei. Quis ser delicada, olhando nos olhos dele, mas ele nem me encarava. Tirei o pau dele pela braguilha e, segurando ali, a gente andou uns metros até um muro onde tinha um móvel de cozinha. Minhas mãozinhas conseguiam massagear ele bem, de cima a baixo, até eu me ajoelhar.
O pau dele ereto roçava meus lábios. "UAU, NENÉM", olhei pra ele. "QUE PEDAÇO, MEU AMOR", dei uns beijinhos. Ele afastava meu cabelo pra trás da orelha e me acariciava enquanto eu dava umas chupadas naquele pau, deixando um pouco da minha baba. "AII, PELO AMOR DE DEUS, SENHORA, QUE BOCA TÃO LINDA", ele dizia, enquanto eu olhava pra ele com o pau na boca. Engoli devagar, nos olhando, e ele de boca aberta. Minha boca continuava devagar, sem parar de chupar. "AII, SENHORA, PELO AMOR DE DEUS". Ficava repetindo várias vezes em silêncio e espaçando o tempo pra continuar meu vício profundo de amor. Quando consegui parar, embora sinceramente não quisesse parar de saborear ela, falei: "UFF, NENE, BEM GROSSA, DO JEITO QUE EU GOSTO". Ainda olhei pra ela, babando pelos cantos da boca igual água, e a mão dela me empurrou pra engolir o tronco inteiro. "COME TUDO, VAGABUNDA", ela dizia me olhando. O pau dela percorria toda minha boca até o fundo, e não consegui evitar me entregar à vontade dela, onde só se ouvia minhas engolidas barulhentas no silêncio da noite. A baba escorria pelos meus cantos até o pescoço e daí pro meu decote. Até senti uns jatos dentro da minha boca que anunciavam o fim de algo que começava há alguns minutinhos. O creme gostoso dela juntado na minha boca, senti morno e bem grosso, mas o pau dela fora da minha boca continuava duro, na mesma rigidez. Apontou a cabecinha molhada entre meus peitos e por cima do meu decote enfiou o pau, sentindo como separava meus peitos. "MMM, QUE QUENTINHAS E CONFORTÁVEIS", ele dizia enquanto eu sentia ele duro de novo, igual controle remoto de TV. Ajeitei meus joelhos no chão arenoso, tirei meus peitos pra fora, ele meteu entre eles, eu segurei os peitos e comecei a punhetar ele. Fiquei olhando pra ele enquanto contava como tava excitada quando ele falava de mim e que gostava de como eu chupava tudo no meu ritmo, e com um pau desse como não ia aproveitar e comer ele todo? Os gestos dele ao ver ele se divertir, ayy, mas quando ele gozou todo o leite e eu saboreei na boca. Como não ser vagabunda com a cara que eu tenho? "Eu tenho cara de vagabunda?", perguntei enquanto fazia o boquete nos peitos. "AYY, PELO AMOR DE DEUS, SENHORA, VAI ME FAZER GOZAR DE NOVO. QUANTOS ANOS A SENHORA TEM?", ele perguntou, e eu disse que tinha 50 anos. Ele não acreditou, mas disse que a experiência de head master era muito notável, ainda mais com uma boca daquelas. Ele tirou o pau dos meus peitos e sentou naquele móvel, pediu pra eu chupar de novo. Fiquei contente, quase sorrindo olhando pra ele, me aproximei pra meter na boca e a... aproveitar ela toda com minha boca e ao ver ele, a cara dele mudava e os olhinhos iam embora AII SENHORA. POR FAVOR. QUE BOA CHUPA cock QUE É. ele dizia sem me olhar e quando eu tava concentrada fazendo no meu ritmo imparável e mais ainda quando você tem ela toda babada e não escapa da minha boca aquela gordura, só se ouvia dizer entre AII SENHORA e AII QUE slut VOCÊ É como sussurros enquanto sem parar de chupar e mal olhar pra ele, aproveitei toda a cock dele e além de aumentar meu ritmo, deixei ele meter ela toda inteira até sentir os pelinhos dele nos meus lábios e esfregar meu nariz na barriguinha dele e babar igual louca, mas ele se deixava fuck tudo até sentir vários jatos na minha boca e olhar na cara dele MMM falei enquanto sentia na minha boca o gelatinoso, a cremosidade e o quentinho. Engoli tudo em vários goles, confessar que tirei o segundo leite dele com minha boca me senti sortuda e com uma conquista tão grande que uma mulher da minha idade consegue tirar vários leites com a boca e excitar um rapaz, me senti radiante e divina, ele ria também satisfeito pelo que fiz e confessei que da próxima vez que visse ele na rua, ia me ajoelhar de novo porque é minha pose favorita pra chupar cock.
Quero agradecer a todos pelos comentários no meu primeiro conto. Cada comentário foi como os olhares que recebo na rua, porque já sei quais pensamentos cada um de vocês tem. É muito gostoso ler o que vocês pensam de mim.
Obrigada, e dá vontade de contar tudo pra vocês.
Aqui vou contar o que fiz umas noites atrás, quando fui convidada pro aniversário de um parente e aproveitei pra usar um dos meus vestidos chamativos. A festa tava linda, meio tranquila, não bebi álcool, teve muita música e risada. Vários caras me tiraram pra dançar, fiquei até umas 3 da manhã, quando o pessoal já tava indo embora aos poucos. Como era perto de casa, fui andando. Moro numa área de chácaras e clubes sociais. Por sorte, não rola nada por onde moro, mas tenho que confessar que no caminho que eu precisava passar, as travestis tão trabalhando na beira da pista, então tive que entrar uma quadra pra dentro pra não atrapalhar elas e evitar confusão.


Já tava tipo a duas quadras e vindo na minha direção um cara de uns 30 anos, bem vestido, jeans comum e camiseta meio amarela normal, barbudo mas bem cuidado. Como não tinha calçada, a gente vinha pela rua de terra e mal dava pra enxergar por causa das árvores. Ele foi se aproximando, e o olhar dele tava fixo na minha caminhada porque minhas tetas balançavam. Quando passou do meu lado, a gente se olhou e ele não conseguiu evitar: "NÃO, SENHORA, NÃO PODE SER TÃO GOSTOSA E COM ESSA CARINHA". Enquanto falava, ele se virou pra continuar me olhando, e eu entrei no jogo dele até me aproximar. A gente ficou de frente, quase encostando meu peito nele, e nos olhamos. Me senti excitada, meu coração batia forte. Ele colocou a mão no meu rosto, me encarando nos olhos, na boca e no decote, enquanto eu segurava na cintura dele. Ele me elogiava pra caralho, não acreditava em quem tava vendo: "NÃO, SENHORA", ele dizia, olhando minha pele, meu decote, com vontade de enfiar entre minhas tetas. E claro, eu confirmei que adoraria fazer isso em qualquer lugar.
O cara ficou me olhando de canto pras tetas, passou o braço nos meus ombros e eu virei de costas. Baixei o olhar e o volume dele já tava marcado pra frente. Meti a mão no zíper da calça jeans dele, coloquei uma e depois as duas mãos. Senti ele bem duro, massageei, e ele ficou de boca aberta. "TÁ GOSTANDO, GOSTOSO?", falei. Quis ser delicada, olhando nos olhos dele, mas ele nem me encarava. Tirei o pau dele pela braguilha e, segurando ali, a gente andou uns metros até um muro onde tinha um móvel de cozinha. Minhas mãozinhas conseguiam massagear ele bem, de cima a baixo, até eu me ajoelhar.
O pau dele ereto roçava meus lábios. "UAU, NENÉM", olhei pra ele. "QUE PEDAÇO, MEU AMOR", dei uns beijinhos. Ele afastava meu cabelo pra trás da orelha e me acariciava enquanto eu dava umas chupadas naquele pau, deixando um pouco da minha baba. "AII, PELO AMOR DE DEUS, SENHORA, QUE BOCA TÃO LINDA", ele dizia, enquanto eu olhava pra ele com o pau na boca. Engoli devagar, nos olhando, e ele de boca aberta. Minha boca continuava devagar, sem parar de chupar. "AII, SENHORA, PELO AMOR DE DEUS". Ficava repetindo várias vezes em silêncio e espaçando o tempo pra continuar meu vício profundo de amor. Quando consegui parar, embora sinceramente não quisesse parar de saborear ela, falei: "UFF, NENE, BEM GROSSA, DO JEITO QUE EU GOSTO". Ainda olhei pra ela, babando pelos cantos da boca igual água, e a mão dela me empurrou pra engolir o tronco inteiro. "COME TUDO, VAGABUNDA", ela dizia me olhando. O pau dela percorria toda minha boca até o fundo, e não consegui evitar me entregar à vontade dela, onde só se ouvia minhas engolidas barulhentas no silêncio da noite. A baba escorria pelos meus cantos até o pescoço e daí pro meu decote. Até senti uns jatos dentro da minha boca que anunciavam o fim de algo que começava há alguns minutinhos. O creme gostoso dela juntado na minha boca, senti morno e bem grosso, mas o pau dela fora da minha boca continuava duro, na mesma rigidez. Apontou a cabecinha molhada entre meus peitos e por cima do meu decote enfiou o pau, sentindo como separava meus peitos. "MMM, QUE QUENTINHAS E CONFORTÁVEIS", ele dizia enquanto eu sentia ele duro de novo, igual controle remoto de TV. Ajeitei meus joelhos no chão arenoso, tirei meus peitos pra fora, ele meteu entre eles, eu segurei os peitos e comecei a punhetar ele. Fiquei olhando pra ele enquanto contava como tava excitada quando ele falava de mim e que gostava de como eu chupava tudo no meu ritmo, e com um pau desse como não ia aproveitar e comer ele todo? Os gestos dele ao ver ele se divertir, ayy, mas quando ele gozou todo o leite e eu saboreei na boca. Como não ser vagabunda com a cara que eu tenho? "Eu tenho cara de vagabunda?", perguntei enquanto fazia o boquete nos peitos. "AYY, PELO AMOR DE DEUS, SENHORA, VAI ME FAZER GOZAR DE NOVO. QUANTOS ANOS A SENHORA TEM?", ele perguntou, e eu disse que tinha 50 anos. Ele não acreditou, mas disse que a experiência de head master era muito notável, ainda mais com uma boca daquelas. Ele tirou o pau dos meus peitos e sentou naquele móvel, pediu pra eu chupar de novo. Fiquei contente, quase sorrindo olhando pra ele, me aproximei pra meter na boca e a... aproveitar ela toda com minha boca e ao ver ele, a cara dele mudava e os olhinhos iam embora AII SENHORA. POR FAVOR. QUE BOA CHUPA cock QUE É. ele dizia sem me olhar e quando eu tava concentrada fazendo no meu ritmo imparável e mais ainda quando você tem ela toda babada e não escapa da minha boca aquela gordura, só se ouvia dizer entre AII SENHORA e AII QUE slut VOCÊ É como sussurros enquanto sem parar de chupar e mal olhar pra ele, aproveitei toda a cock dele e além de aumentar meu ritmo, deixei ele meter ela toda inteira até sentir os pelinhos dele nos meus lábios e esfregar meu nariz na barriguinha dele e babar igual louca, mas ele se deixava fuck tudo até sentir vários jatos na minha boca e olhar na cara dele MMM falei enquanto sentia na minha boca o gelatinoso, a cremosidade e o quentinho. Engoli tudo em vários goles, confessar que tirei o segundo leite dele com minha boca me senti sortuda e com uma conquista tão grande que uma mulher da minha idade consegue tirar vários leites com a boca e excitar um rapaz, me senti radiante e divina, ele ria também satisfeito pelo que fiz e confessei que da próxima vez que visse ele na rua, ia me ajoelhar de novo porque é minha pose favorita pra chupar cock.
11 comentários - De madrugada na rua