Vou contar pra vocês o que rolou comigo na virada de ano uns anos atrás.
Era dia 31 à tarde e cheguei cedo na casa da minha avó, como não acontecia há muitos anos, a família toda ia se reunir do lado da minha mãe. Ela é a mais velha, tem 6 irmãs e um irmão, e cada um tem entre 2 e 4 filhos, de 26 anos até bebês, então tinha muita gente na festa. Entre esses primos está a prima mais velha, Paula, 26 anos, uma gostosa, cabelo preto, 1,60 de altura, magrinha com uns peitos perfeitos que na minha juventude renderam muitas punhetas. Não via ela há uns anos, porque nas últimas festas de família ela não ia, ficava com o namorado.
Eu tinha me formado em Fisioterapia fazia pouco, e à tarde tava fazendo uns exercícios na minha avó quando a Paula chegou pra cumprimentar ela junto com meus tios. Tava linda como sempre, com roupa bem casual, uma regata de manga curta, um short jeans e chinelos. Me viu e veio me dar um abraço forte, sempre nos demos bem, já que eu era o 2º neto e só uns anos mais novo que ela.
A tarde foi passando, colocando a conversa em dia com meus tios até a hora do jantar. Aí vi minha prima Paula de novo, agora com uma roupa totalmente diferente: um vestido vermelho na altura do meio da coxa que levantava com qualquer ventinho e um decote que moldava perfeitamente os peitos dela. Meus primos mais novos ficaram bobos (eu também, mas disfarcei um pouco). Na mesa, ela sentou na minha frente, e era difícil me concentrar sem olhar pro decote dela.
Depois do jantar e do brinde, veio a dança. Dancei com umas tias, tirei minha avó pra dançar também e via minha prima cada vez mais "alegre" — os drinques tavam fazendo efeito. Já eram umas 3 da manhã quando ela me chamou pra dançar. Era lambada. Ela me puxou feliz porque quando éramos crianças, de uns 7 ou 8 anos, a gente dançava essa música pra fazer graça pros tios. Ela encostava muito o corpo no meu, eu segurava ela pela cintura e ficávamos bem juntinhos. apertados, virei ela e ela me pediu pra segurar o vestido dela pra não levantar e mostrar demais, eu segurava e de vez em quando encostava na bunda dela, não deu pra evitar, meu pau começou a acordar. Aí veio o reggaeton e continuamos dançando, quando ela virava de costas pra mim, eu encostava meu pau já duro na bunda dela, e pelos movimentos dela parecia que não incomodava, muito pelo contrário. Dançamos mais umas duas músicas e ela disse que tava cansada, sentamos, ofereci um mojito pra ela e eu peguei outro uísque, conversamos um pouco e ela me contou por que não foi com o namorado. Ele era um rato de academia e ela não gostava tanto, ia umas duas vezes por semana pra se manter, mas ele ia seis dias por semana e começou a tomar anabolizantes, ficou meio violento, e ainda descobriu que ele tinha mandado fotos quase pelado. Ele se defendeu dizendo que era pro amigo de treino, mas pra minha prima não sabia qual era pior, então já tavam separados fazia quase três meses. Quando ela já tinha bebido metade do mojito e antes que ficasse triste, chamei ela pra dançar de novo. Ela tava muito animada, dançava no meio do círculo entre tios e primos, animando a festa, esfregava a bunda no meu pau e eu tava a mil. Num momento ela tava de costas pra mim, segurei ela pela cintura e subi a mão até tocar a parte de baixo dos peitos dela. Ela se virou e eu pedi desculpa, mas ela só me olhou com um sorriso. Já eram quase 5 da manhã e os tios começaram a ir embora. Minha prima ia ficar na casa da minha avó com os pais dela, porque a casa dela fica a mais de uma hora. Eu, meus pais e minha irmã moramos a 15 minutos, mas eu não queria ir, jurava que era a chance de rolar algo com minha prima. Já só tinha os menores de 20 na pista e meus pais tentavam convencer minha irmã a ir embora, porque já tinha muita gente na casa da minha avó e não cabia mais ninguém. Foi aí que Minha irmã teve a melhor ideia da vida dela: a Paula ia dormir na nossa casa, no quarto da minha irmã, e ela ficaria no lugar que minha prima ia ocupar na casa da minha avó. Paula topou na hora, já que teria um quarto só pra ela e ficaria muito mais confortável.
Já no carro, voltando pra casa, a Paula foi atrás no carro dos meus pais, junto comigo. Ela encostou a cabeça no meu ombro e começou a perguntar sobre minhas namoradas. Falei que não tinha nada sério com ninguém. "Você deve ter muita energia acumulada", ela disse e deu uma risada.
Chegando em casa, meus pais foram dormir rápido, porque no dia seguinte tinham que ir ver a família do meu pai pra almoçar lá. Esse é o meu momento, pensei. Mostrei o quarto da minha irmã pra Paula, ela colocou o pijama, fui escovar os dentes e, quando fui "me despedir" da minha prima, ela já tava dormindo. Me aproximei pra confirmar e ela tava apagada total, com um peito de fora, que pelo menos serviu pra, quando cheguei no meu quarto, bater uma punheta monumental como nos meus tempos de juventude.
No dia seguinte de manhã, perto das 11, meus pais levantaram pra tomar café, mas minha prima tinha o sono pesado, ainda não dava sinal. Tomei banho, café, e meus pais foram pra casa da minha outra avó. Eu tentava fazer o maior barulho possível pra Paula acordar, queria ver como ia ser a relação dela comigo sóbria, e ver se rolava alguma coisa antes da minha irmã voltar. Passou do meio-dia, a Paula apareceu toda despenteada, com o pijama que mal cobria os peitos, me pedindo ajuda pra regular a água do chuveiro. Fui no banheiro ajustar a água e fiquei feito um idiota vendo metade de cada peito dela, até que ela falou que já tava bom, que precisava de privacidade pra tomar banho.
Aí eu pensei: já era, minha prima não é a mesma de ontem, minha chance já passou.
Enquanto ela tomava banho, preparei café da manhã e um café pra ela. Quando ela saiu do chuveiro, tava linda demais, só com uma camiseta azul. com alças, sem sutiã e uma saia, acompanhei ela no café da manhã, conversamos um pouco, ela disse que tinha passado bem na noite anterior, mas não lembrava como tinha ido pra cama, tava apagada desde que entrou no carro. Eu falei que tinha colocado o pijama nela porque ela pediu, ela riu achando que era brincadeira, aí eu falei que era sério e ela ficou mais séria, mas depois disse "não é nada que você já não tenha visto antes", haha.
Aí eu falei que foi ela mesma que fez, que não fiz nada e que ela dormiu rapidinho, mas perguntei por que ela disse aquilo de já ter visto antes, e ela respondeu que sabia que eu espiava ela quando eu tinha uns quinze anos, quando ela ia tomar banho na casa da minha avó. Eu fiquei mudo, não tinha como negar, só falei: desculpa se te deixou desconfortável, não lembro direito, e ela só disse que não tinha problema, que foi há muitos anos.
Depois deu pra perceber meu nervosismo, mas ela seguiu super natural, começou a perguntar sobre meu trabalho, e disse que tinha dormido mal na noite passada, que tava com dor no pescoço. Eu falei que podia ajudar, e enquanto ela tava sentada na cadeira da cozinha, fiquei atrás dela, afastei o cabelo e comecei a apalpar pra ver onde doía, tentando me comportar como um profissional. Fui massageando um pouco a cervical, até os ombros, ela foi relaxando enquanto eu encontrava uns "nós" e ela fazia um som quase de gemidinho quando eu massageava, isso tava me excitando pra caralho.
Ela já tava relaxando tanto que quase tava se curvando na cadeira, então perguntei se ela queria que eu fizesse massagem nas costas inteiras, que eu tinha a maca no meu quarto, ela respondeu feliz que sim.
Fui montar a maca no meu quarto, na hora minha prima chegou, me pediu uma toalha pra se cobrir, perguntei se ela já tinha feito massagem, ela disse que sim, mas só com mulheres. Então peguei uma toalha não tão grande, pra não cobrir ela toda, ela foi pro outro cômodo e voltou. Coberta com a toalha, ela trazia ela na frente, cobrindo os peitos, pra baixo vinha só de calcinha preta, as palavras dela foram:
"Você não achou uma toalha menor, seu safado?"
Hahaha respondi, as toalhas grandes estavam molhadas. Depois, quando ela subiu na maca, soltou a toalha pra deixar no rabo dela, naquele momento teve um segundo em que os biquinhos dos peitos ficaram de fora e depois a bunda dela na fio dental que tava usando, aquele segundo fez meu pau subir na hora.
Falei pra ela onde queria que eu começasse a massagem, pernas, braços, costas, ela disse pra começar pelas costas e ir descendo.
Falei que ia ser o mais profissional possível, que ia massagear tudo que a toalha não cobrisse, ela disse pra eu pensar que era a avózinha, eu falei que se a avózinha tivesse o corpo dela não sabia o que faria, e que ela não tava pagando então não pedisse tanto, nós dois só demos risada.
Depois comecei a massagem nas costas dela, usei um óleo que esquenta, na verdade era um lubrificante que esquenta, mas nesse caso usei pra massagear ela, massagiei o braço dela e estendi pra fora da maca, o que deixava ver o peito dela esmagado contra a maca, já tava alucinando pra chupar aqueles peitos, mas de repente voltava à realidade, continuei pelas costas até a cintura dela, depois subi pelos lados e toquei a parte lateral dos peitos dela, ela não falou nada, só senti que ela tava relaxando muito, demais pros meus planos, então falei que ia descer pras pernas e depois terminava nas costas de novo, ela respondeu só: "tá bom".
Eu desci pra massagear desde os pés, ela disse pra ter cuidado porque era cosquenta, toquei de leve na sola do pé direito pra ver a reação dela, ela fez um movimento pequeno e rápido pra cima, o que fez a toalha que cobria a bunda dela cair, minha intenção tinha dado certo, não falei nada e subi massageando as panturrilhas vendo aquela bunda em todo seu esplendor. Eu afastei um pouco as pernas dela e dava pra ver os lábios escapando da calcinha pequena dela. Fui subindo pelas coxas, chegando a poucos milímetros da buceta dela, sentia o calorzinho da entreperna, ela não falava nada.
Aí, criando coragem, comecei a massagear a bunda dela do lado direito. Ela levantou a cabeça meio estranhada, eu olhei pra ela e falei que ela tinha tirado a toalha dali, por isso que eu tava fazendo aquilo. Ela só disse que não tinha percebido, mas não fez mais caso, só que percebeu minha ereção, mas só colocou a cabeça de volta no buraco da maca.
Eu continuei massageando a bunda dela, abrindo devagar até ver o cu dela, e meus dedos iam chegando cada vez mais perto.
Passava da bunda pra coxa e ia subindo, sentia a respiração dela meio ofegante. Num momento, cheguei a encostar num lábio e ouvi um suspiro dela. Passei mais um pouco de óleo nas mãos e resolvi dar o próximo passo, era agora ou nunca. Continuei tocando o lábio dela e com um dedo fui um pouco mais fundo, o corpo dela tremeu, mas ela não falou nada. Eu já me senti no direito de tocar tudo, minha mão direita foi pro clitóris, enquanto a esquerda segurava firme a bunda e se enfiava na fenda. A respiração dela já tava virando gemidos.
Continuei massageando o clitóris, e ia tirar a calcinha quando ela se virou. Não falou nada, só senti a respiração dela acelerada. Ela tirou a calcinha, fechou os olhos e abriu um pouco as pernas.
Ela tava toda à minha disposição. Aqueles peitos perfeitos que eu tanto sonhei estavam ali pra mim. Toquei, amassei, brincava com os bicos devagar até eles ficarem duros, coloquei na boca e passava a língua de um pro outro. Faltava mão pra fazer tudo que eu queria, enquanto um bico brincava na minha língua, minha mão brincava com o clitóris dela, massageava e depois enfiava um dedo dentro dela, aí já eram dois. Quando senti que ela tava quase gozando, eu... Parei, ela abriu os olhos, nos encaramos, a mão dela foi direto pra minha virilha, agarrou meu pau que tava prestes a explodir e disse: "por favor, não para".
Depois disso, foi minha língua que desceu desesperada pra provar os sucos dela, a buceta dela tava sem nenhum pelo, o clitóris dela saía pra fora dos lábios, tava brilhando de tanto fluido, o gosto era uma delícia. Enquanto passava a língua, enfiei dois dedos, com a outra mão apertava de leve um mamilo dela, e não passou nem 2 minutos quando senti o orgasmo fortíssimo dela, gemendo sem vergonha nenhuma, as pernas dela tremendo, foi muito longo, eu não queria soltar ela, ela já sem aguentar mais me afastou da buceta dela.
"Agora eu vou realizar seu sonho", ela disse.
Ela desceu da maca e se ajoelhou na minha frente, baixou minha cueca que tava explodindo e tirou meu pau duro igual aço, o sorriso que ela deu quando tava a 1 cm da boca dela foi uma mistura de anjo com diaba.
Ela pegou firme, bateu uma punheta de leve, passou a língua saboreando e enfiou tudo na boca.
Uff, aquele calorzinho da boca dela e a língua percorrendo tudo me deixou no céu, olhava pra baixo e era realmente um sonho que tava vivendo, via minha prima com meu pau na boca dela e os peitos dela nus roçando nas minhas pernas. Não vou mentir pra vocês, com aquela cena não aguentei mais de 5 minutos assim, ela percebeu que eu tava prestes a gozar e tirou da boca dele e colocou nos peitos dela, começaram a sair jorros fortíssimos, os peitos dela ficaram cheios do meu leite, aquela imagem nunca vou esquecer, ela massageava minhas bolas e quando não saiu mais nada, enfiou de novo na boca dela pra deixar ele brilhando.
Nós dois estávamos exaustos, do lado da cama, passei a toalha pra ela se limpar, eu também tentava ajudar com papel higiênico pra continuar tocando ela, ela só sorriu e disse: "você não se cansa", e olhou pra minha virilha que já começava a crescer de novo, eu tava acariciando ela suavemente. Pra continuar o serviço, quando ouvimos a porta da entrada, era minha irmã chegando, já passava das 2 da tarde. Minha prima correu rápido pra se esconder no banheiro e eu me tranquei no quarto pra vestir alguma roupa. Queria aproveitar o dia inteiro com ela, mas o destino não quis assim.
Mesmo assim, depois aluguei meu próprio apê e a gente se encontrou mais umas duas vezes, porque ela precisava de uma "massagem". Mas aquele primeiro encontro vai ficar pra sempre na minha memória.
Era dia 31 à tarde e cheguei cedo na casa da minha avó, como não acontecia há muitos anos, a família toda ia se reunir do lado da minha mãe. Ela é a mais velha, tem 6 irmãs e um irmão, e cada um tem entre 2 e 4 filhos, de 26 anos até bebês, então tinha muita gente na festa. Entre esses primos está a prima mais velha, Paula, 26 anos, uma gostosa, cabelo preto, 1,60 de altura, magrinha com uns peitos perfeitos que na minha juventude renderam muitas punhetas. Não via ela há uns anos, porque nas últimas festas de família ela não ia, ficava com o namorado.
Eu tinha me formado em Fisioterapia fazia pouco, e à tarde tava fazendo uns exercícios na minha avó quando a Paula chegou pra cumprimentar ela junto com meus tios. Tava linda como sempre, com roupa bem casual, uma regata de manga curta, um short jeans e chinelos. Me viu e veio me dar um abraço forte, sempre nos demos bem, já que eu era o 2º neto e só uns anos mais novo que ela.
A tarde foi passando, colocando a conversa em dia com meus tios até a hora do jantar. Aí vi minha prima Paula de novo, agora com uma roupa totalmente diferente: um vestido vermelho na altura do meio da coxa que levantava com qualquer ventinho e um decote que moldava perfeitamente os peitos dela. Meus primos mais novos ficaram bobos (eu também, mas disfarcei um pouco). Na mesa, ela sentou na minha frente, e era difícil me concentrar sem olhar pro decote dela.
Depois do jantar e do brinde, veio a dança. Dancei com umas tias, tirei minha avó pra dançar também e via minha prima cada vez mais "alegre" — os drinques tavam fazendo efeito. Já eram umas 3 da manhã quando ela me chamou pra dançar. Era lambada. Ela me puxou feliz porque quando éramos crianças, de uns 7 ou 8 anos, a gente dançava essa música pra fazer graça pros tios. Ela encostava muito o corpo no meu, eu segurava ela pela cintura e ficávamos bem juntinhos. apertados, virei ela e ela me pediu pra segurar o vestido dela pra não levantar e mostrar demais, eu segurava e de vez em quando encostava na bunda dela, não deu pra evitar, meu pau começou a acordar. Aí veio o reggaeton e continuamos dançando, quando ela virava de costas pra mim, eu encostava meu pau já duro na bunda dela, e pelos movimentos dela parecia que não incomodava, muito pelo contrário. Dançamos mais umas duas músicas e ela disse que tava cansada, sentamos, ofereci um mojito pra ela e eu peguei outro uísque, conversamos um pouco e ela me contou por que não foi com o namorado. Ele era um rato de academia e ela não gostava tanto, ia umas duas vezes por semana pra se manter, mas ele ia seis dias por semana e começou a tomar anabolizantes, ficou meio violento, e ainda descobriu que ele tinha mandado fotos quase pelado. Ele se defendeu dizendo que era pro amigo de treino, mas pra minha prima não sabia qual era pior, então já tavam separados fazia quase três meses. Quando ela já tinha bebido metade do mojito e antes que ficasse triste, chamei ela pra dançar de novo. Ela tava muito animada, dançava no meio do círculo entre tios e primos, animando a festa, esfregava a bunda no meu pau e eu tava a mil. Num momento ela tava de costas pra mim, segurei ela pela cintura e subi a mão até tocar a parte de baixo dos peitos dela. Ela se virou e eu pedi desculpa, mas ela só me olhou com um sorriso. Já eram quase 5 da manhã e os tios começaram a ir embora. Minha prima ia ficar na casa da minha avó com os pais dela, porque a casa dela fica a mais de uma hora. Eu, meus pais e minha irmã moramos a 15 minutos, mas eu não queria ir, jurava que era a chance de rolar algo com minha prima. Já só tinha os menores de 20 na pista e meus pais tentavam convencer minha irmã a ir embora, porque já tinha muita gente na casa da minha avó e não cabia mais ninguém. Foi aí que Minha irmã teve a melhor ideia da vida dela: a Paula ia dormir na nossa casa, no quarto da minha irmã, e ela ficaria no lugar que minha prima ia ocupar na casa da minha avó. Paula topou na hora, já que teria um quarto só pra ela e ficaria muito mais confortável.
Já no carro, voltando pra casa, a Paula foi atrás no carro dos meus pais, junto comigo. Ela encostou a cabeça no meu ombro e começou a perguntar sobre minhas namoradas. Falei que não tinha nada sério com ninguém. "Você deve ter muita energia acumulada", ela disse e deu uma risada.
Chegando em casa, meus pais foram dormir rápido, porque no dia seguinte tinham que ir ver a família do meu pai pra almoçar lá. Esse é o meu momento, pensei. Mostrei o quarto da minha irmã pra Paula, ela colocou o pijama, fui escovar os dentes e, quando fui "me despedir" da minha prima, ela já tava dormindo. Me aproximei pra confirmar e ela tava apagada total, com um peito de fora, que pelo menos serviu pra, quando cheguei no meu quarto, bater uma punheta monumental como nos meus tempos de juventude.
No dia seguinte de manhã, perto das 11, meus pais levantaram pra tomar café, mas minha prima tinha o sono pesado, ainda não dava sinal. Tomei banho, café, e meus pais foram pra casa da minha outra avó. Eu tentava fazer o maior barulho possível pra Paula acordar, queria ver como ia ser a relação dela comigo sóbria, e ver se rolava alguma coisa antes da minha irmã voltar. Passou do meio-dia, a Paula apareceu toda despenteada, com o pijama que mal cobria os peitos, me pedindo ajuda pra regular a água do chuveiro. Fui no banheiro ajustar a água e fiquei feito um idiota vendo metade de cada peito dela, até que ela falou que já tava bom, que precisava de privacidade pra tomar banho.
Aí eu pensei: já era, minha prima não é a mesma de ontem, minha chance já passou.
Enquanto ela tomava banho, preparei café da manhã e um café pra ela. Quando ela saiu do chuveiro, tava linda demais, só com uma camiseta azul. com alças, sem sutiã e uma saia, acompanhei ela no café da manhã, conversamos um pouco, ela disse que tinha passado bem na noite anterior, mas não lembrava como tinha ido pra cama, tava apagada desde que entrou no carro. Eu falei que tinha colocado o pijama nela porque ela pediu, ela riu achando que era brincadeira, aí eu falei que era sério e ela ficou mais séria, mas depois disse "não é nada que você já não tenha visto antes", haha.
Aí eu falei que foi ela mesma que fez, que não fiz nada e que ela dormiu rapidinho, mas perguntei por que ela disse aquilo de já ter visto antes, e ela respondeu que sabia que eu espiava ela quando eu tinha uns quinze anos, quando ela ia tomar banho na casa da minha avó. Eu fiquei mudo, não tinha como negar, só falei: desculpa se te deixou desconfortável, não lembro direito, e ela só disse que não tinha problema, que foi há muitos anos.
Depois deu pra perceber meu nervosismo, mas ela seguiu super natural, começou a perguntar sobre meu trabalho, e disse que tinha dormido mal na noite passada, que tava com dor no pescoço. Eu falei que podia ajudar, e enquanto ela tava sentada na cadeira da cozinha, fiquei atrás dela, afastei o cabelo e comecei a apalpar pra ver onde doía, tentando me comportar como um profissional. Fui massageando um pouco a cervical, até os ombros, ela foi relaxando enquanto eu encontrava uns "nós" e ela fazia um som quase de gemidinho quando eu massageava, isso tava me excitando pra caralho.
Ela já tava relaxando tanto que quase tava se curvando na cadeira, então perguntei se ela queria que eu fizesse massagem nas costas inteiras, que eu tinha a maca no meu quarto, ela respondeu feliz que sim.
Fui montar a maca no meu quarto, na hora minha prima chegou, me pediu uma toalha pra se cobrir, perguntei se ela já tinha feito massagem, ela disse que sim, mas só com mulheres. Então peguei uma toalha não tão grande, pra não cobrir ela toda, ela foi pro outro cômodo e voltou. Coberta com a toalha, ela trazia ela na frente, cobrindo os peitos, pra baixo vinha só de calcinha preta, as palavras dela foram:
"Você não achou uma toalha menor, seu safado?"
Hahaha respondi, as toalhas grandes estavam molhadas. Depois, quando ela subiu na maca, soltou a toalha pra deixar no rabo dela, naquele momento teve um segundo em que os biquinhos dos peitos ficaram de fora e depois a bunda dela na fio dental que tava usando, aquele segundo fez meu pau subir na hora.
Falei pra ela onde queria que eu começasse a massagem, pernas, braços, costas, ela disse pra começar pelas costas e ir descendo.
Falei que ia ser o mais profissional possível, que ia massagear tudo que a toalha não cobrisse, ela disse pra eu pensar que era a avózinha, eu falei que se a avózinha tivesse o corpo dela não sabia o que faria, e que ela não tava pagando então não pedisse tanto, nós dois só demos risada.
Depois comecei a massagem nas costas dela, usei um óleo que esquenta, na verdade era um lubrificante que esquenta, mas nesse caso usei pra massagear ela, massagiei o braço dela e estendi pra fora da maca, o que deixava ver o peito dela esmagado contra a maca, já tava alucinando pra chupar aqueles peitos, mas de repente voltava à realidade, continuei pelas costas até a cintura dela, depois subi pelos lados e toquei a parte lateral dos peitos dela, ela não falou nada, só senti que ela tava relaxando muito, demais pros meus planos, então falei que ia descer pras pernas e depois terminava nas costas de novo, ela respondeu só: "tá bom".
Eu desci pra massagear desde os pés, ela disse pra ter cuidado porque era cosquenta, toquei de leve na sola do pé direito pra ver a reação dela, ela fez um movimento pequeno e rápido pra cima, o que fez a toalha que cobria a bunda dela cair, minha intenção tinha dado certo, não falei nada e subi massageando as panturrilhas vendo aquela bunda em todo seu esplendor. Eu afastei um pouco as pernas dela e dava pra ver os lábios escapando da calcinha pequena dela. Fui subindo pelas coxas, chegando a poucos milímetros da buceta dela, sentia o calorzinho da entreperna, ela não falava nada.
Aí, criando coragem, comecei a massagear a bunda dela do lado direito. Ela levantou a cabeça meio estranhada, eu olhei pra ela e falei que ela tinha tirado a toalha dali, por isso que eu tava fazendo aquilo. Ela só disse que não tinha percebido, mas não fez mais caso, só que percebeu minha ereção, mas só colocou a cabeça de volta no buraco da maca.
Eu continuei massageando a bunda dela, abrindo devagar até ver o cu dela, e meus dedos iam chegando cada vez mais perto.
Passava da bunda pra coxa e ia subindo, sentia a respiração dela meio ofegante. Num momento, cheguei a encostar num lábio e ouvi um suspiro dela. Passei mais um pouco de óleo nas mãos e resolvi dar o próximo passo, era agora ou nunca. Continuei tocando o lábio dela e com um dedo fui um pouco mais fundo, o corpo dela tremeu, mas ela não falou nada. Eu já me senti no direito de tocar tudo, minha mão direita foi pro clitóris, enquanto a esquerda segurava firme a bunda e se enfiava na fenda. A respiração dela já tava virando gemidos.
Continuei massageando o clitóris, e ia tirar a calcinha quando ela se virou. Não falou nada, só senti a respiração dela acelerada. Ela tirou a calcinha, fechou os olhos e abriu um pouco as pernas.
Ela tava toda à minha disposição. Aqueles peitos perfeitos que eu tanto sonhei estavam ali pra mim. Toquei, amassei, brincava com os bicos devagar até eles ficarem duros, coloquei na boca e passava a língua de um pro outro. Faltava mão pra fazer tudo que eu queria, enquanto um bico brincava na minha língua, minha mão brincava com o clitóris dela, massageava e depois enfiava um dedo dentro dela, aí já eram dois. Quando senti que ela tava quase gozando, eu... Parei, ela abriu os olhos, nos encaramos, a mão dela foi direto pra minha virilha, agarrou meu pau que tava prestes a explodir e disse: "por favor, não para".
Depois disso, foi minha língua que desceu desesperada pra provar os sucos dela, a buceta dela tava sem nenhum pelo, o clitóris dela saía pra fora dos lábios, tava brilhando de tanto fluido, o gosto era uma delícia. Enquanto passava a língua, enfiei dois dedos, com a outra mão apertava de leve um mamilo dela, e não passou nem 2 minutos quando senti o orgasmo fortíssimo dela, gemendo sem vergonha nenhuma, as pernas dela tremendo, foi muito longo, eu não queria soltar ela, ela já sem aguentar mais me afastou da buceta dela.
"Agora eu vou realizar seu sonho", ela disse.
Ela desceu da maca e se ajoelhou na minha frente, baixou minha cueca que tava explodindo e tirou meu pau duro igual aço, o sorriso que ela deu quando tava a 1 cm da boca dela foi uma mistura de anjo com diaba.
Ela pegou firme, bateu uma punheta de leve, passou a língua saboreando e enfiou tudo na boca.
Uff, aquele calorzinho da boca dela e a língua percorrendo tudo me deixou no céu, olhava pra baixo e era realmente um sonho que tava vivendo, via minha prima com meu pau na boca dela e os peitos dela nus roçando nas minhas pernas. Não vou mentir pra vocês, com aquela cena não aguentei mais de 5 minutos assim, ela percebeu que eu tava prestes a gozar e tirou da boca dele e colocou nos peitos dela, começaram a sair jorros fortíssimos, os peitos dela ficaram cheios do meu leite, aquela imagem nunca vou esquecer, ela massageava minhas bolas e quando não saiu mais nada, enfiou de novo na boca dela pra deixar ele brilhando.
Nós dois estávamos exaustos, do lado da cama, passei a toalha pra ela se limpar, eu também tentava ajudar com papel higiênico pra continuar tocando ela, ela só sorriu e disse: "você não se cansa", e olhou pra minha virilha que já começava a crescer de novo, eu tava acariciando ela suavemente. Pra continuar o serviço, quando ouvimos a porta da entrada, era minha irmã chegando, já passava das 2 da tarde. Minha prima correu rápido pra se esconder no banheiro e eu me tranquei no quarto pra vestir alguma roupa. Queria aproveitar o dia inteiro com ela, mas o destino não quis assim.
Mesmo assim, depois aluguei meu próprio apê e a gente se encontrou mais umas duas vezes, porque ela precisava de uma "massagem". Mas aquele primeiro encontro vai ficar pra sempre na minha memória.
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