Ano novo com minha prima gostosa

Vou contar pra vocês o que aconteceu comigo na virada de ano de uns anos atrás.

Era dia 31 à tarde e cheguei cedo na casa da minha avó, como não acontecia há muitos anos. A gente ia se reunir com toda a família do lado da minha mãe. Ela é a mais velha, tem 6 irmãs e um irmão, e cada um tem entre 2 e 4 filhos, que vão desde 26 anos até bebês, então tinha muita gente na festa. Entre esses primos está a prima mais velha, Paula, 26 anos, uma gostosa, cabelo preto, 1,60 de altura, magrinha com uns peitos perfeitos, que na minha juventude foram dignos de muitas punhetas. Não a via há uns dois anos, porque nas últimas festas de família ela não ia, ficava com o namorado.

Eu tinha me formado em Fisioterapia fazia pouco tempo, e à tarde estava fazendo uns exercícios na minha avó quando a Paula chegou pra cumprimentá-la junto com meus tios. Ela estava linda como sempre, com roupa bem casual, uma regata de manga curta, um short jeans e chinelos. Me viu e veio me dar um abraço forte. Sempre nos demos bem, já que eu era o 2º neto e só uns dois anos mais novo que ela.

A tarde foi passando, colocando a conversa em dia com meus tios até a hora do jantar. Aí vi minha prima Paula de novo, agora com uma roupa totalmente diferente: um vestido vermelho na altura da coxa que levantava com qualquer ventinho e um decote que moldava perfeitamente os peitos dela. Meus primos mais novos ficaram bobos (eu também, mas disfarcei um pouco). Na mesa, ela ficou na minha frente, e era difícil me concentrar sem olhar pro decote dela.

Depois do jantar e do brinde, veio a dança. Dancei com umas tias, tirei minha avó pra dançar também, e via minha prima que cada vez ficava mais "alegre". Os drinks estavam fazendo efeito. Já eram quase 3 da manhã e ela me puxou pra dançar. Era lambada. Ela me chamou feliz porque, quando éramos crianças, de uns 7 ou 8 anos, a gente dançava essa música como uma graça pros meus tios. Ela encostava muito o corpo no meu, eu segurava ela pela cintura e ficávamos bem juntinhos. apertadinha, ela se virou e me disse pra segurar o vestido dela pra não levantar e mostrar demais. Eu segurava, de vez em quando roçando na bunda dela, não deu pra evitar meu pau começar a acordar. Aí veio o reggaeton e continuamos dançando. Quando ela ficava de costas pra mim, eu encostava meu pau já duro na bunda dela, e pelos movimentos dela, parecia que não incomodava, muito pelo contrário.

Dançamos mais umas duas músicas e ela disse que tava cansada. Sentamos, ofereci um mojito pra ela e peguei outro uísque pra mim. Conversamos um pouco e ela me contou por que não foi com o namorado. Ele era um rato de academia e ela não curtia tanto. Ia umas duas vezes por semana pra se manter, mas ele ia seis dias por semana, começou a tomar anabolizantes e ficou meio violento. Além disso, ela descobriu que ele tinha mandado fotos quase pelado. Ele se defendeu dizendo que era pro amigo de treino, mas pra minha prima não sabia qual era pior. Já tavam separados fazia quase três meses.

Quando ela já tinha tomado metade do mojito e antes que ficasse triste, puxei ela pra dançar de novo. Ela tava muito animada, dançava no meio do círculo entre tios e primos, animando a festa. Encolava a bunda no meu pau e eu tava a mil. Num momento, ela tava de costas pra mim, segurei na cintura dela e subi a mão até tocar a parte de baixo dos peitos. Ela se virou, e eu pedi desculpa, mas ela só me olhou com um sorriso.

Já era umas 5 da manhã e os tios começaram a ir embora. Minha prima ia ficar na casa da minha avó com os pais, porque a casa dela fica a mais de uma hora. Eu, meus pais e minha irmã moramos a 15 minutos, mas eu não queria ir. Jurava que era a chance de rolar algo com minha prima.

Só ficaram os menores de 20 na pista, e meus pais tentavam convencer minha irmã a ir embora, porque já tinha muita gente na casa da minha avó e não cabia mais ninguém. Foi aí que... Minha irmã teve a melhor ideia da vida dela: a Paula ia dormir na nossa casa, no quarto da minha irmã, e ela ficaria no lugar que minha prima ia ocupar na casa da minha avó. Paula topou na hora, já que teria um quarto só pra ela e ficaria muito mais confortável.

Já no carro, voltando pra casa, a Paula foi atrás no carro dos meus pais, junto comigo. Ela encostou a cabeça no meu ombro e começou a me perguntar sobre minhas namoradas. Eu falei que não tinha nada sério com ninguém. "Você deve ter uma energia acumulada danada", ela disse e deu uma risada.

Chegando em casa, meus pais foram dormir rápido, porque no dia seguinte tinham que ir ver a família do meu pai pra almoçar lá. Esse é o meu momento, pensei. Mostrei o quarto da minha irmã pra Paula, ela colocou o pijama, fui escovar os dentes e, quando fui me "despedir" da minha prima, ela já tava dormindo. Cheguei perto pra confirmar e ela tava apagada total, com um peito de fora. Pelo menos serviu pra, quando cheguei no meu quarto, fazer uma punheta monumental, igual nos meus tempos de juventude.

No dia seguinte de manhã, perto das 11, meus pais levantaram pra tomar café, mas minha prima tinha o sono pesado, ainda não dava sinal. Eu tomei banho, café da manhã, e meus pais foram pra casa da minha outra avó. Eu tentava fazer o maior barulho possível pra Paula acordar. Queria ver como ia ser a relação dela comigo sóbria, e se podia rolar alguma coisa antes da minha irmã voltar. Passou do meio-dia e a Paula apareceu, toda descabelada, com o pijama que mal cobria os peitos, me pedindo ajuda pra regular a água do chuveiro. Fui no banheiro ajustar a água e fiquei feito um idiota vendo como metade de cada peito dela aparecia, até que ela falou que já tava bom, que precisava de privacidade pra tomar banho.

Aí eu pensei: já era, minha prima não é a mesma de ontem, minha chance já passou.

Enquanto ela tomava banho, preparei café da manhã e um café pra ela. Quando ela saiu do chuveiro, tava linda demais, só com uma blusa azul. de suspensórios, sem sutiã e uma saia, acompanhei ela no café da manhã, conversamos um pouco, ela disse que tinha gostado da noite anterior, mas não lembrava como tinha ido pra cama, tinha apagado desde que entrou no carro. Eu falei que tinha colocado o pijama nela porque ela tinha pedido, ela riu achando que era brincadeira, aí eu falei que era sério e ela ficou mais séria, mas depois disse "não é nada que você já não tenha visto antes", haha.
Aí eu falei que ela mesma tinha feito, que não fiz nada e que ela tinha dormido rapidinho, mas perguntei por que ela falou aquilo de já ter visto antes, e ela disse que sabia que eu espiava ela quando era adolescente, quando ela ia tomar banho na casa da minha avó. Eu fiquei sem palavras, não tinha como negar, só falei: desculpa se você se sentiu mal, não lembro direito, e ela só disse que não tinha problema, que foi há muitos anos.
Depois deu pra perceber meu nervosismo, mas ela seguiu super natural, começou a perguntar sobre meu trabalho, e disse que tinha dormido mal na noite anterior, que estava com uma dor no pescoço. Eu posso ajudar, falei, e enquanto ela estava sentada na cadeira da cozinha, fiquei atrás dela, afastei o cabelo dela e comecei a tocar pra ver onde doía, tentando agir como um profissional. Fui massageando um pouco a cervical, até os ombros, ela foi relaxando enquanto eu encontrava uns "nós" e ela fazia um som quase de gemidinho quando eu massageava, isso tava me excitando pra caralho.
Ela já tava relaxando muito, quase se curvando na cadeira, então perguntei se ela queria que eu fizesse massagem nas costas inteiras, que eu tinha minha maca no quarto. Ela respondeu feliz que sim.
Fui montar a maca no meu quarto, na hora minha prima chegou, me pediu uma toalha pra se cobrir, perguntei se ela já tinha feito massagem, ela disse que sim, mas só com mulheres. Então peguei uma toalha não tão grande, pra não cobrir ela completamente, ela foi pro outro quarto e voltou. Coberta com a toalha, ela trazia a toalha na frente, cobrindo os peitos, pra baixo vinha só de calcinha preta, as palavras dela foram:
"Você não achou uma toalha menor, seu safado?"
Hahaha respondi, as toalhas grandes estavam molhadas. Depois, quando ela subiu na maca, soltou a toalha pra deixar no rabo dela, naquele momento teve um segundo em que os biquinhos dos peitos ficaram de fora e depois a bunda dela na tanga que tava usando, aquele segundo fez meu pau subir na hora.

Falei pra ela onde queria que começasse a massagem, pernas, braços, costas, ela disse pra começar pelas costas e ir descendo.
Falei que ia ser o mais profissional possível, que ia massagear tudo que a toalha não cobrisse, ela falou pra eu pensar que era a avózinha, eu respondi que se a avózinha tivesse o corpo dela não sabia o que faria, e que ela não tava pagando então não podia pedir tanto, nós dois só rimos.

Depois comecei a massagem nas costas dela, usei um óleo que esquenta, na verdade era um lubrificante que esquenta, mas nesse caso usei pra massagear ela, massageava o braço dela e esticava pra fora da maca, o que deixava ver o peito dela esmagado contra a maca, já tava alucinando pra chupar aqueles peitos, mas de repente voltava à realidade, continuava pelas costas até a cintura, depois subia pelos lados e tocava a parte lateral dos peitos dela, ela não falava nada, só sentia que tava relaxando muito, demais pros meus planos, então falei que ia descer pras pernas e depois terminava nas costas de novo, ela respondeu só: "tá bom".

Eu desci pra massagear desde os pés, ela falou pra ter cuidado porque era cosquenta, toquei de leve na sola do pé direito pra ver a reação dela, ela deu um pulinho rápido pra cima, o que fez a toalha que cobria a bunda dela cair, minha intenção tinha dado certo, não falei nada e subi massageando as panturrilhas vendo aquela bunda em todo seu esplendor. Eu afastei um pouco as pernas dela e dava pra ver os lábios escapando da calcinha pequena dela. Fui subindo pelas coxas, chegando a poucos milímetros da buceta dela, sentia o calorzinho da virilha, ela não falava nada. Daí, criando coragem, comecei a massagear a bunda dela do lado direito. Ela levantou a cabeça meio estranhada, eu olhei pra ela e falei que ela tinha tirado a toalha dali, por isso que eu tava fazendo aquilo. Ela só disse que não tinha percebido, mas não fez mais problema, só que percebeu minha ereção, mas só colocou a cabeça de volta no buraco da maca.

Eu continuei massageando a bunda dela, abrindo devagar até ver o cu dela, e meus dedos iam chegando cada vez mais perto. Passava da bunda pras coxas e ia subindo, sentia a respiração dela ofegante. Num momento, cheguei a encostar num lábio e ouvi um suspiro dela. Passei mais um pouco de óleo nas mãos e resolvi dar o próximo passo, era agora ou nunca. Continuei tocando o lábio dela e com um dedo fui um pouco mais fundo, o corpo dela tremeu, mas não falou nada. Eu já me senti no direito de tocar tudo, minha mão direita foi pro clitóris, enquanto a esquerda segurava firme a bunda e se enfiava na fenda. A respiração dela já tava virando gemidos.

Continuei massageando o clitóris e ia tirar a calcinha quando ela se virou. Não falou nada, só senti a respiração dela acelerada. Ela tirou a calcinha, fechou os olhos e abriu um pouco as pernas. Tava ela toda pra mim, aqueles peitos perfeitos que eu tanto sonhei eram meus. Toquei, amassei, brincava com os biquinhos devagar até eles ficarem durinhos, coloquei na boca e passava a língua de um pro outro. Faltavam mãos pra fazer tudo que eu queria, enquanto um peito brincava na minha língua, minha mão brincava com o clitóris dela, massageava e depois enfiava um dedo dentro dela, daí já eram dois. Quando senti que ela tava quase gozando, eu Parei, ela abriu os olhos, nos olhamos fixamente, a mão dela foi na minha virilha, agarrou meu pau que tava prestes a explodir e disse "por favor, não para".
Depois disso, foi minha língua que desceu desesperada pra provar os sucos dela, a buceta dela tava sem nenhum pelo, o clitóris dela saía pra fora dos lábios, tava brilhando de tanto fluido, o sabor era delicioso, enquanto passava a língua enfiei dois dedos, com a outra mão apertava suavemente um mamilo dela, e não passaram nem 2 minutos quando sinto o orgasmo fortíssimo dela, gemendo sem vergonha, as pernas dela tremiam, foi muito longo, eu não queria soltar ela, ela já sem aguentar mais me afastou da buceta dela.
"Agora eu vou realizar seu sonho" ela disse.
Desceu da maca e se ajoelhou na minha frente, baixou minha cueca que tava explodindo e tirou meu pau duro igual um ferro, o sorriso que ela deu quando tava a 1 cm da boca dela foi uma mistura de anjinha e diabinha.
Segurou firme, bateu uma punheta leve, passou a língua saboreando e enfiou tudo na boca.
Uffa, aquele calorzinho da boca dela e a língua percorrendo tudo me deixava no céu, olhava pra baixo e era realmente um sonho que eu tava vivendo, via minha prima com meu pau na boca dela e os peitos dela nus roçando nas minhas pernas, não vou mentir pra vocês, com aquela cena não aguentei mais de 5 minutos assim, ela percebeu que eu tava prestes a gozar e tirou da boca dele e colocou nos peitos dela, começaram a sair jatos fortíssimos, os peitos dela ficaram cheios do meu leite, aquela imagem nunca vou esquecer, ela massageava minhas bolas e quando não sobrou mais nada, enfiou de novo na boca dela pra deixar brilhando.
Tava os dois exaustos, do lado da cama, passei a toalha pra ela se limpar, eu também tentava ajudar com papel higiênico pra continuar tocando ela, ela só sorriu e disse "você não se cansa", e olhou pra minha virilha que já começava a crescer de novo, eu tava acariciando ela suavemente. pra continuar a foda, quando ouvimos a porta da entrada, era minha irmã chegando, já passava das 2 da tarde. Minha prima correu rápido pra se esconder no banheiro e eu me tranquei no meu quarto pra vestir alguma roupa. Queria aproveitar o dia inteiro com minha prima, mas o destino não quis assim.
Mesmo assim, depois aluguei meu próprio apê e a gente se encontrou mais algumas vezes, porque ela precisava de uma "massagem", mas aquele primeiro encontro vai ficar pra sempre na minha memória.

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