1ra parte
http://www.poringa.net/posts/relatos/5399752/El-error-de-abrir-la-pareja.html
Para los que pidieron fotos para saber como era ella

A semana passou tranquila, nossa vida sexual melhorou bastante depois do encontro dela com o Pablo. Ela trocou umas mensagens com ele algumas vezes durante a semana, mas foram só conversas bestas. Na terça-feira da semana seguinte, a Eve me mandou uma mensagem do trabalho dizendo que o Pablo tinha escrito pra ela, falando que tava perto do trampo dela e perguntando se ela queria fazer um after, que ele ia buscar ela no escritório. E aí, vai aceitar o convite dela? Por que não? – ela me respondeu – a gente toma alguma coisa sossegado e depois eu volto pra casa. Quer chupar ela de novo, né? — perguntei curioso. Hahahahaha e… pensei umas duas vezes, será que é errado? Não, você tem liberdade como combinamos – respondi a ela. Beleza, te aviso pra onde a gente vai e como tá o rolê.
Às 18h me avisaram que eu fui buscá-lo, ele tava bem vestido e perfumado. Ah, já te comprou com isso!" — eu falei pra ela. Kkkkkkk e é um detalhe, vamos tomar uma cerveja e aí a gente vê depois Ok, me avisa - respondi pra ela.
Às 20h ela me avisa que tavam saindo do bar. Você vem pra casa? – perguntei ingenuamente. Não, a gente tá indo pra um hotel, te enche o saco? — ela me perguntou — Não — respondi, embora me irritasse um pouco — só não volta tarde. Não se preocupa, umas chupadinhas e eu volto - ela me disse e mandou um emoji de beijinho-
Depois disso, esperei por uma mensagem dela, bateu 21h e nada, 22h nada, às 22h30 mandei mensagem perguntando se tava tudo bem. Ela respondeu quase 23h Oi, tudo bem amor, não se liga - ele me disse- Não tô me estressando, só quero saber se você tá bem. Tô bem, a gente vai ficar mais um pouco e depois vou pra casa, ok?" - Ela me disse - Até que horas vocês vão ficar? —Perguntei e ela nem leu—
Às 2 da manhã ela me escreve dizendo que ele levou ela até o escritório pra ela pegar o carro dela e que já vinha pra casa. 2:30 e ela ainda não tinha chegado (são 20 min de viagem do escritório até casa).
Lá pelas 3 ela escreve perguntando onde ela tava e ela me respondeu: "tô estacionando e já subo". Subiu e, obviamente, eu queria saber o que tinha rolado. Ela disse que tava tudo bem, mas que tava muito cansada e que me contava no dia seguinte. Fomos dormir, eu mal consegui pregar o olho.
No outro dia, depois do trabalho, cheguei em casa e apertei ela pra me contar. E ela contou:
Ela encontrou ele no escritório e foram pro bar. Tomaram umas cervejas, riram pra caralho, ela disse. Foi uma saída de amigos, não tocaram no assunto sexo.
Em um momento, ele foi ao banheiro, ela ficou sentada na mesa e um cara se aproximou. Perguntou o nome dela e começou a puxar papo. O Pablo saiu do banheiro, viu a cena, sorriu pra ela e ficou no balcão só observando. Ela entrou na brincadeira.
O cara se chamava Gastón, era maratonista amador, 43 anos. Ela me disse que aquela brincadeira deixou ela bem excitada. Trocaram números e foi nessa hora que o Pablo se aproximou. Oi, tudo bem?" - ele disse - "qual é a boa aqui? Nada, a gente tava batendo papo — disse Eve. Desculpa, não sabia que tava acompanhada – disse Gastón. —Não me viu ir no banheiro? —respondeu Pablo— não se iluda que ela é minha. É a sua esposa? – pergunta Gastón. Não, ela é só minha, minha putinha – disse Pablo.
O cara disse que não queria confusão e foi embora. Eve admitiu que gostou da atitude do Pablo e de ele ter a tratado como propriedade dele. Na hora, Pablo sugeriu irem para um hotel e ela topou.
Ele dirigiu até um hotel perto dali. Ela me disse que não sabe se foi a situação, o álcool ou tudo junto, mas estava a mil, e que foi chupando ele no carro a caminho do hotel.
Ele reservou o quarto, entraram e, na hora, ele agarrou ela pela cintura e comeu ela com força. Baixou a calça dela e jogou ela na cama. Ele foi direto fazer oral nela, mas ela o segurou e disse que não curtia muito aquilo.
– Por que não? – ele perguntou. – Nunca chuparam bem a sua buceta? E começou a chupar ela.
Ela me disse que se sentiu desconfortável no começo, mas que ele fazia muito bem, que ele ficou chupando ela por quase uma hora. Me contou que foi a primeira vez que gozou enquanto chupavam ela, que as pernas dela tremiam.
Ele se levantou e ela pensou que ele ia pedir para ela chupar ele, mas ele tirou a camisa e o sutiã dela, levantou as pernas dela e começou a meter. Para!" —ela disse— "achei que era só um boquete! —Não —ele respondeu—, o boquete foi só no dia que você foi na minha casa. Você me deixou com muita vontade naquele dia. Além disso, no bar eu falei pra aquele cara que você era minha puta, e vai ser isso mesmo.
Ela não respondeu, e ele começou a entrar. Senti que me partia ao meio com aquela pica enorme que ele tem —ela me confessou. Não chegou nem na metade e eu já sentia que tava no fundo. E aí ele começou a se mexer, se mexia muito bem, muito decidido. Ele meteu sem camisinha?" — perguntei. A verdade —me respondeu— eu tava meio bebada e bem gostosa pra lembrar disso.
Ele ficou um tempão por cima de mim, muito apaixonado, mas eu sentia ele demais, o hotel inteiro deve ter me ouvido de como eu gritei, ele tava me comendo com força, então falei pra gente trocar de posição. Na hora ele virou e me deixou por cima, peguei a rola dele com uma mão, tipo pra usar de limite, e fui sentando, sentia demais! Comecei a cavalgar ele sempre usando a mão como apoio, mas ele se levantou, segurou meus dois braços e cruzou eles nas minhas costas e falou no meu ouvido: —sem mãos, putinha, tem que aceitar ela toda, logo você se acostuma—
Ele segurava meus dois braços nas costas com uma mão e a outra usava pra me subir e descer do jeito que queria, nunca tinha sentido ela tão fundo, não aguentei, sabia que um orgasmo tava vindo, minhas pernas travaram, ele percebeu e metia mais forte, chupou e mordeu meus peitos, me empurrava pra baixo, e eu explodi! Uhhh que lindo, aperta sua buceta quando você goza! -ela me disse-
E começou a me meter forte de novo, não passaram nem dois minutos e eu já tava gozando outra vez. Ele me olhava e sorria Com certeza adoro ver você gozar – ele disse e depois se levantou, sem pedir nem nada, colocou o pau na minha boca e chupei ele por um bom tempo, sempre me incentivando a chupar mais, mas eu me engasgava, tinha ânsia, mas continuei.
Ele me segurava pelo cabelo com uma mão, movendo no ritmo dele, e começou a acelerar. Fiz um gesto para me afastar, mas ele me segurou com mais força. Entendi o que ele queria e deixei rolar. Na hora, ele encheu minha boca, vários jatos grandes, me engasguei e comecei a tossir. Você tem que aprender a fazer garganta profunda e engolir — ele me disse — não pode ser que você engasgue.
Eu nem consegui responder ele de tanto que jorrava da minha boca. Depois fomos nos limpar, conversamos um pouco e avisaram que o horário ia acabar. Aí ele disse que queria mais 3 horas e desligou na cara do cara do hotel. Então eu te escrevi pra avisar que a gente ia ficar mais um tempinho. Mas um rato é um rato, não 3 horas a mais!" — eu disse. Mas ele já tinha desligado, o que você queria, que eu fosse embora? — ela me respondeu — além disso, ele tinha me acabado, mal conseguia andar.
Ele me disse que ficaram conversando deitados e depois ele começou a beijar o pescoço dela e os peitos, e ela começou a chupar ele de novo, por um bom tempo. Depois ela se virou pra pegar uma camisinha, ele agarrou ela por trás, tipo colherinha, beijava o pescoço dela, passava a mão nos peitos e na buceta, e começou a meter de novo. Você tem que usar camisinha - ela disse - —Por quê? —respondi pra ele—, você não gostou de mim antes? Além disso, quero sentir sua buceta do jeito que eu gosto.
Continuou assim, sem camisinha e de conchinha por um tempo, depois me virou de bruços e ficou por cima. Senti demais, quis me virar, mas ele me segurava com força, então mexi um pouco o quadril pra não entrar tanto e aguentei o máximo que pude. Até que me colocou de quatro, aí sim senti pra caralho, quase não entrava, e falei pra ele não ser bruto. Ele entendeu e diminuiu o ritmo, me acariciou e me tocou toda. De repente, senti um dedo molhado brincando com meu cool, não falei nada até ele começar a querer enfiar. Não para, aí não, não gosto" — ela disse. Nunca te fizeram a Booty?" — ela me respondeu — Não e seu pau é muito grande! Você vai me matar - Disse ela Tem que trabalhar nisso, por que você se limita? Por enquanto eu te perdoo, mas vou fazer a sua bundinha ficar pequena, então vai treinando com seu marido ou com o cara do bar ou com quem você quiser, sem desculpas.
Ela me disse que só falou que sim e ele continuou comendo ela de quatro, ela não gozou, mas chegou perto, ela me falou. Ele avisou que ia gozar e ela mandou ele gozar nas costas dela. Que costas?" —ela respondeu— "desde quando as vadias escolhem?"
Ele me disse que se levantou e colocou na boca dela, ela já nem tinha forças, depois de um tempo ele tava gozando na boca dela de novo, e que dessa vez ela engoliu "um pouco Um pouco?" — falei incrédulo — Bastante – respondeu – não queria fazer, mas não tive muita escolha, já tava sem forças naquela altura.
Depois disso ele tomou banho e ela tomou banho depois, saíram, ele acompanhou ela até o carro e ficaram conversando um pouco. O cara disse que por algumas semanas não iam poder se ver porque a namorada dele tava vindo da Espanha, que ela não dormisse no ponto e que praticasse, falou o cara.
Depois disso ela dirigiu pra casa com cuidado, me disse que tava com o corpo dolorido e que sentia que tava caindo no sono.
Foi assim esse encontro, e as coisas que o cara falava já não me soavam bem, alguma coisa não tava me agradando, mas ela tava tipo cega, não reconhecia ela daquele jeito. Será que era tarde pra voltar atrás e repensar essa relação aberta?
http://www.poringa.net/posts/relatos/5399752/El-error-de-abrir-la-pareja.html
Para los que pidieron fotos para saber como era ella

A semana passou tranquila, nossa vida sexual melhorou bastante depois do encontro dela com o Pablo. Ela trocou umas mensagens com ele algumas vezes durante a semana, mas foram só conversas bestas. Na terça-feira da semana seguinte, a Eve me mandou uma mensagem do trabalho dizendo que o Pablo tinha escrito pra ela, falando que tava perto do trampo dela e perguntando se ela queria fazer um after, que ele ia buscar ela no escritório. E aí, vai aceitar o convite dela? Por que não? – ela me respondeu – a gente toma alguma coisa sossegado e depois eu volto pra casa. Quer chupar ela de novo, né? — perguntei curioso. Hahahahaha e… pensei umas duas vezes, será que é errado? Não, você tem liberdade como combinamos – respondi a ela. Beleza, te aviso pra onde a gente vai e como tá o rolê. Às 18h me avisaram que eu fui buscá-lo, ele tava bem vestido e perfumado. Ah, já te comprou com isso!" — eu falei pra ela. Kkkkkkk e é um detalhe, vamos tomar uma cerveja e aí a gente vê depois Ok, me avisa - respondi pra ela.
Às 20h ela me avisa que tavam saindo do bar. Você vem pra casa? – perguntei ingenuamente. Não, a gente tá indo pra um hotel, te enche o saco? — ela me perguntou — Não — respondi, embora me irritasse um pouco — só não volta tarde. Não se preocupa, umas chupadinhas e eu volto - ela me disse e mandou um emoji de beijinho-
Depois disso, esperei por uma mensagem dela, bateu 21h e nada, 22h nada, às 22h30 mandei mensagem perguntando se tava tudo bem. Ela respondeu quase 23h Oi, tudo bem amor, não se liga - ele me disse- Não tô me estressando, só quero saber se você tá bem. Tô bem, a gente vai ficar mais um pouco e depois vou pra casa, ok?" - Ela me disse - Até que horas vocês vão ficar? —Perguntei e ela nem leu—
Às 2 da manhã ela me escreve dizendo que ele levou ela até o escritório pra ela pegar o carro dela e que já vinha pra casa. 2:30 e ela ainda não tinha chegado (são 20 min de viagem do escritório até casa).
Lá pelas 3 ela escreve perguntando onde ela tava e ela me respondeu: "tô estacionando e já subo". Subiu e, obviamente, eu queria saber o que tinha rolado. Ela disse que tava tudo bem, mas que tava muito cansada e que me contava no dia seguinte. Fomos dormir, eu mal consegui pregar o olho.
No outro dia, depois do trabalho, cheguei em casa e apertei ela pra me contar. E ela contou:
Ela encontrou ele no escritório e foram pro bar. Tomaram umas cervejas, riram pra caralho, ela disse. Foi uma saída de amigos, não tocaram no assunto sexo.
Em um momento, ele foi ao banheiro, ela ficou sentada na mesa e um cara se aproximou. Perguntou o nome dela e começou a puxar papo. O Pablo saiu do banheiro, viu a cena, sorriu pra ela e ficou no balcão só observando. Ela entrou na brincadeira.
O cara se chamava Gastón, era maratonista amador, 43 anos. Ela me disse que aquela brincadeira deixou ela bem excitada. Trocaram números e foi nessa hora que o Pablo se aproximou. Oi, tudo bem?" - ele disse - "qual é a boa aqui? Nada, a gente tava batendo papo — disse Eve. Desculpa, não sabia que tava acompanhada – disse Gastón. —Não me viu ir no banheiro? —respondeu Pablo— não se iluda que ela é minha. É a sua esposa? – pergunta Gastón. Não, ela é só minha, minha putinha – disse Pablo.
O cara disse que não queria confusão e foi embora. Eve admitiu que gostou da atitude do Pablo e de ele ter a tratado como propriedade dele. Na hora, Pablo sugeriu irem para um hotel e ela topou.
Ele dirigiu até um hotel perto dali. Ela me disse que não sabe se foi a situação, o álcool ou tudo junto, mas estava a mil, e que foi chupando ele no carro a caminho do hotel.
Ele reservou o quarto, entraram e, na hora, ele agarrou ela pela cintura e comeu ela com força. Baixou a calça dela e jogou ela na cama. Ele foi direto fazer oral nela, mas ela o segurou e disse que não curtia muito aquilo.
– Por que não? – ele perguntou. – Nunca chuparam bem a sua buceta? E começou a chupar ela.
Ela me disse que se sentiu desconfortável no começo, mas que ele fazia muito bem, que ele ficou chupando ela por quase uma hora. Me contou que foi a primeira vez que gozou enquanto chupavam ela, que as pernas dela tremiam.
Ele se levantou e ela pensou que ele ia pedir para ela chupar ele, mas ele tirou a camisa e o sutiã dela, levantou as pernas dela e começou a meter. Para!" —ela disse— "achei que era só um boquete! —Não —ele respondeu—, o boquete foi só no dia que você foi na minha casa. Você me deixou com muita vontade naquele dia. Além disso, no bar eu falei pra aquele cara que você era minha puta, e vai ser isso mesmo.
Ela não respondeu, e ele começou a entrar. Senti que me partia ao meio com aquela pica enorme que ele tem —ela me confessou. Não chegou nem na metade e eu já sentia que tava no fundo. E aí ele começou a se mexer, se mexia muito bem, muito decidido. Ele meteu sem camisinha?" — perguntei. A verdade —me respondeu— eu tava meio bebada e bem gostosa pra lembrar disso.
Ele ficou um tempão por cima de mim, muito apaixonado, mas eu sentia ele demais, o hotel inteiro deve ter me ouvido de como eu gritei, ele tava me comendo com força, então falei pra gente trocar de posição. Na hora ele virou e me deixou por cima, peguei a rola dele com uma mão, tipo pra usar de limite, e fui sentando, sentia demais! Comecei a cavalgar ele sempre usando a mão como apoio, mas ele se levantou, segurou meus dois braços e cruzou eles nas minhas costas e falou no meu ouvido: —sem mãos, putinha, tem que aceitar ela toda, logo você se acostuma—
Ele segurava meus dois braços nas costas com uma mão e a outra usava pra me subir e descer do jeito que queria, nunca tinha sentido ela tão fundo, não aguentei, sabia que um orgasmo tava vindo, minhas pernas travaram, ele percebeu e metia mais forte, chupou e mordeu meus peitos, me empurrava pra baixo, e eu explodi! Uhhh que lindo, aperta sua buceta quando você goza! -ela me disse-
E começou a me meter forte de novo, não passaram nem dois minutos e eu já tava gozando outra vez. Ele me olhava e sorria Com certeza adoro ver você gozar – ele disse e depois se levantou, sem pedir nem nada, colocou o pau na minha boca e chupei ele por um bom tempo, sempre me incentivando a chupar mais, mas eu me engasgava, tinha ânsia, mas continuei.
Ele me segurava pelo cabelo com uma mão, movendo no ritmo dele, e começou a acelerar. Fiz um gesto para me afastar, mas ele me segurou com mais força. Entendi o que ele queria e deixei rolar. Na hora, ele encheu minha boca, vários jatos grandes, me engasguei e comecei a tossir. Você tem que aprender a fazer garganta profunda e engolir — ele me disse — não pode ser que você engasgue.
Eu nem consegui responder ele de tanto que jorrava da minha boca. Depois fomos nos limpar, conversamos um pouco e avisaram que o horário ia acabar. Aí ele disse que queria mais 3 horas e desligou na cara do cara do hotel. Então eu te escrevi pra avisar que a gente ia ficar mais um tempinho. Mas um rato é um rato, não 3 horas a mais!" — eu disse. Mas ele já tinha desligado, o que você queria, que eu fosse embora? — ela me respondeu — além disso, ele tinha me acabado, mal conseguia andar.
Ele me disse que ficaram conversando deitados e depois ele começou a beijar o pescoço dela e os peitos, e ela começou a chupar ele de novo, por um bom tempo. Depois ela se virou pra pegar uma camisinha, ele agarrou ela por trás, tipo colherinha, beijava o pescoço dela, passava a mão nos peitos e na buceta, e começou a meter de novo. Você tem que usar camisinha - ela disse - —Por quê? —respondi pra ele—, você não gostou de mim antes? Além disso, quero sentir sua buceta do jeito que eu gosto.
Continuou assim, sem camisinha e de conchinha por um tempo, depois me virou de bruços e ficou por cima. Senti demais, quis me virar, mas ele me segurava com força, então mexi um pouco o quadril pra não entrar tanto e aguentei o máximo que pude. Até que me colocou de quatro, aí sim senti pra caralho, quase não entrava, e falei pra ele não ser bruto. Ele entendeu e diminuiu o ritmo, me acariciou e me tocou toda. De repente, senti um dedo molhado brincando com meu cool, não falei nada até ele começar a querer enfiar. Não para, aí não, não gosto" — ela disse. Nunca te fizeram a Booty?" — ela me respondeu — Não e seu pau é muito grande! Você vai me matar - Disse ela Tem que trabalhar nisso, por que você se limita? Por enquanto eu te perdoo, mas vou fazer a sua bundinha ficar pequena, então vai treinando com seu marido ou com o cara do bar ou com quem você quiser, sem desculpas.
Ela me disse que só falou que sim e ele continuou comendo ela de quatro, ela não gozou, mas chegou perto, ela me falou. Ele avisou que ia gozar e ela mandou ele gozar nas costas dela. Que costas?" —ela respondeu— "desde quando as vadias escolhem?"
Ele me disse que se levantou e colocou na boca dela, ela já nem tinha forças, depois de um tempo ele tava gozando na boca dela de novo, e que dessa vez ela engoliu "um pouco Um pouco?" — falei incrédulo — Bastante – respondeu – não queria fazer, mas não tive muita escolha, já tava sem forças naquela altura.
Depois disso ele tomou banho e ela tomou banho depois, saíram, ele acompanhou ela até o carro e ficaram conversando um pouco. O cara disse que por algumas semanas não iam poder se ver porque a namorada dele tava vindo da Espanha, que ela não dormisse no ponto e que praticasse, falou o cara.
Depois disso ela dirigiu pra casa com cuidado, me disse que tava com o corpo dolorido e que sentia que tava caindo no sono.
Foi assim esse encontro, e as coisas que o cara falava já não me soavam bem, alguma coisa não tava me agradando, mas ela tava tipo cega, não reconhecia ela daquele jeito. Será que era tarde pra voltar atrás e repensar essa relação aberta?
9 comentários - O erro de abrir o casal II
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