🔥 Uma história de incesto que espero que vocês curtam muito 🔥 ... A luminária do criado-mudo não era muito forte, mas dava pra ver que a mamãe estava corada, com um rosa bem intenso. Ela ficou em silêncio um tempão: "Desculpa, Michael. Eu não tinha ideia de que você ia voltar. Eu... tinha lido uma coisa no meu livro e eu... Bom, me deixou meio, sabe, quentinha." "É que, mãe, eu não conseguia tirar isso da cabeça. Pensei em você o tempo todo. Pensei em você como uma pessoa sexual, como mulher, em vez de só como minha mãe. Nunca tinha feito isso antes", acrescentei. "Sei que foi errado", continuei, "mas com o vinho e o dia livre e tudo mais, não deu pra evitar. Você parecia tão desejável." Mamãe deu meio sorriso e eu relaxei um pouco. Não ia rolar uma briga catastrófica nem uma ruptura familiar. Não era o jeito da minha mãe, mas mesmo assim foi bom ter a confirmação. "Não sei se fico lisonjeada, horrorizada ou as duas coisas", ela fez uma pausa, organizando os pensamentos. "Quer dizer, a literatura tá cheia de homens jovens com fixação materna, então não é como se a ideia fosse nova pra mim. Mas quando se manifesta no seu próprio filho, é um choque enorme." Ela parou de novo e eu fiquei esperando, prendendo a respiração, sem conseguir adivinhar o que ela ia dizer. "Além do mais, acho que eu esperaria que um complexo de Édipo aparecesse quando eu era um pouco mais jovem, não quando tô quase nos sessenta!" "Nunca tinha te visto se masturbando antes", falei, mudando um pouco de posição. "Imagino", ela respondeu. "E obviamente você não vai contar pra mais ninguém, né?" "Claro que não!" Mamãe suspirou. "E obviamente nunca pode rolar nada dessa natureza entre a gente. Você entende, né, Michael?" "Sim", eu suspirei, e ela se inclinou e me beijou na bochecha. Tive que segurar o impulso de virar a cabeça e beijar seus lábios de novo. Essa conversinha me levou a novas alturas, a gente tinha trazido o tabu do incesto quase pra superfície. do dia, e certamente dentro do escopo de uma discussão futura. Meu pau estava tremendamente duro debaixo do edredom. "Boa noite, Michael." "Boa noite, mãe." O café da manhã daquele domingo não foi tão desconfortável quanto eu temia. Mãe fez um esforço para me deixar à vontade e nenhum de nós falou sobre a noite anterior. O plano estava mais ou menos seguindo o previsto. Faltavam quinze dias para o próximo passo. Na verdade, esse passo aconteceu no fim de semana do aniversário da minha mãe. Eu disse para ela deixar o domingo livre e ela ficou toda animada com a expectativa. Eu também estava animado, por razões diferentes e mais sombrias. O bom tempo continuou quando janeiro virou fevereiro, então naquela manhã de domingo levei minha mãe para as colinas novamente e caminhamos por uma rota diferente, mas com uma parada no mesmo pub para o almoço. Mãe estava usando shorts dessa vez e pude admirar sorrateiramente suas pernas; não eram as mais magras que já vi na vida, mas eram bem formadas, musculosas e com um bronzeado mel. Chegamos em casa por volta das três e mãe abriu os poucos presentes que recebeu; eu tinha comprado um buquê enorme de flores e uma cafeteira de última geração. Então eu disse que havia uma mesa reservada num restaurante da cidade para as nove e meia e que depois iríamos ver um espetáculo no Teatro Royal. Mãe estava incandescente de animação; ela nunca saía para jantar e raramente ia ao teatro. Quando eu disse que era "Guys 'n' Dolls" ela gritou de prazer e me abraçou forte, apertando seus seios contra meu peito; "Guys 'n' Dolls" é o favorito dela de todos os tempos. Ela desapareceu escada acima e ouvi o som de uma banheira enchendo. O restaurante custou uma fortuna mas estava tudo bem. Boa comida, bom serviço e boa atmosfera. E minha mãe também estava com uma boa aparência. Ela usava um vestido de cocktail preto justo com um único fio de pérolas. "Acho que estou um pouco grande para este vestido", ela tinha me confessado enquanto esperávamos o táxi. "Bobagem, realça sua figura", eu disse, e era verdade. Sua cintura tinha engrossado um pouco com os anos, mas ela ainda tinha curvas e seus seios fartos e quadris largos eram o epítome de uma mulher madura, embora eu tenha me abstido de mencionar isso. "Obrigada", ela respondeu, dando-me um sorriso levemente zombeteiro. Ela também tinha lavado o cabelo e ele brilhava sob a luz sutil da vela sobre a mesa entre nós. Ela aplicara a maquiagem com cuidado e fizera um esforço extra, usando base, sombra, rímel e um batom carmesim escuro que fazia seus lábios parecerem ainda mais carnudos e suculentos. Também notei que ela usava meia-calça preta e sapatos sociais, então, no geral, me senti um pouco sobrecarregado pela aparência da minha mãe. Eu não esperava que ela estivesse tão gostosa! E ela estava num humor raro; conversando tranquilamente com os garçons, fazendo piadas, me olhando por cima da borda do copo enquanto bebia seu Chianti. Me perguntei o que ela estava pensando. Também notei, com certa surpresa, que ela tinha pintado as unhas com um esmalte transparente, algo que não me lembro dela ter feito antes. Ela estava fazendo tudo isso por mim? Estava me dizendo, à sua maneira sutil, que talvez as coisas pudessem progredir entre nós? Eu duvidava muito, mas era uma fantasia agradável e eu aproveitei comendo, conversando e olhando para ela do outro lado da mesa. O espetáculo também foi bom. Não sou muito fã de musicais, mas o elenco atuou muito profissionalmente e a mamãe ficou encantada, que era o objetivo do exercício. No intervalo, conduzi suavemente ela pela multidão até o bar com uma mão na parte inferior de suas costas e bebemos coquetéis e ela conversou animadamente sobre o espetáculo e foi tudo que consegui fazer para não puxá-la para mim e beijá-la. Minha mãe estava uma gostosa! Voltamos para casa às duas e meia da manhã e sugeri uma dose para dormir, ao que mamãe concordou de boa vontade, então servi a ela um Remy Martin bem forte, seu licor favorito; eu tomei um uísque. Nos sentamos e tomamos nossos drinks em lados opostos da sala. Mamãe no sofá, como sempre, e eu na poltrona. Conversamos sobre a comida, sobre o show, e o relógio girou até as três horas, até que finalmente deixei meu copo vazio e me levantei. "Vou para a cama", anunciei. "Eu também", sorriu mamãe, levantando-se. Ela ficou de pé diante de mim. "Obrigada por me dar um dia tão especial, Michael. Foi... esplêndido", concluiu. "Você fez uma velhinha muito feliz". Deu um passo em minha direção e me beijou na bochecha, e senti meu desejo atingir um nível de gritaria, então coloquei minhas mãos em seus quadris e a puxei um pouco mais para perto. Ela me deu aquele sorriso provocador novamente. "Você não vai estragar tudo agora, vai?" "Tudo bem", eu disse, e fiquei feliz por ter tomado o uísque porque me sentia um pouco anestesiado e pude continuar meu discurso. "Nas últimas duas semanas, tenho reprimido meus sentimentos por você, e tem sido muito difícil". Fiz uma pausa, e mamãe me olhou com a cabeça levemente inclinada para o lado, em uma pose inquisitiva. "Então, esta noite, achei que você estava absolutamente deslumbrante, quase me tirou o fôlego". Eu estava sendo bem atrevido agora, mas era algo que vinha do coração. "Eu entendo completamente todas as coisas que você me disse no meu quarto, mas pensei que talvez esta noite eu pudesse roubar um beijo seu, só para evitar que eu ficasse totalmente louco. Certamente um beijo não pode fazer mal nenhum, pode?" "O que me preocupa é aonde isso pode me levar", disse minha mãe. Ela me olhou atentamente, considerando. "Só um beijo?" "Só um beijo", prometi. E então, inacreditavelmente, nos beijamos. Minha mãe colocou as mãos em meus ombros, e eu a puxei suavemente para mim com minhas mãos ainda em sua cintura, inclinei minha cabeça e ela inclinou a dela para o outro lado, e nossas cabeças se encontraram lentamente, e eu fui consciente do meu cabelo emoldurando meu rosto. e do seu cheiro e então, hesitante, nossos lábios se encontraram e se tocaram e aos poucos aumentei a pressão e mamãe não se afastou, mas também não respondeu. Beijei-a com mais firmeza e abri minha boca. Este foi o ponto de ruptura; Um beijo significava um beijo de língua, com a intimidade de bocas e línguas abertas? Com o coração batendo forte no peito e a cabeça girando, senti sua boca se abrir levemente contra a minha e toquei seus lábios com minha língua e ela permaneceu passiva contra mim, então pressionei mais forte com meus lábios, abri mais minha boca e deslizei minha língua para dentro. A boca da minha mãe e ela a aceitou e nos beijamos por longos segundos, eu trabalhando minha boca contra a dela, ela dando respostas fracas mas perceptíveis com seus lábios. Fui eu quem quebrou aquele primeiro beijo; Não queria que fosse a mamãe. Ela tinha os olhos fechados, mostrando pálpebras sombreadas de azul, mas os abriu e me olhou. "Era isso que você queria?" ela perguntou calmamente. "Sim", sussurrei. Então me inclinei para frente, beijei-a nos lábios e dei boa noite. Nu na minha cama, me masturbei violentamente, depois uma segunda vez mais calmamente, relembrando o toque dos lábios da minha mãe, seu gosto e cheiro, a sensação da minha língua na boca dela, tocando a língua dela em um momento. Não sei quantas vezes gozei naquela noite; Continuei acordando, me masturbando, dormindo e acordando de novo até o sol nascer e ser hora de levantar e ir trabalhar. Não vi minha mãe no café da manhã, mas ela estava em casa quando voltei do trabalho e entrei na cozinha onde ela estava preparando legumes para o jantar. "Como foi seu dia?" Eu perguntei. "Tudo bem", ela respondeu, neutralmente. "Como foi o seu?" Havia um desconforto entre nós que era completamente novo. Uma barreira a ser derrubada. "Tudo bem", eu disse. "Tem algo errado? Precisamos conversar?" "Bem, o que você acha, Michael? Ontem à noite nos beijamos, como fazem os amantes. Então sim, acho que precisamos conversar". Ela estava em frente a mim do outro lado do balcão da cozinha, com as mãos sobre a superfície de madeira e as palmas viradas para baixo. "Foi só um beijo", comecei. "O que vem depois? Quer apertar meus peitos? Acariciar minha bunda? E depois disso?" A voz da mamãe tinha subido de tom. Ela nunca gritava, mas isso foi alto para ela. Tentei não parecer surpresa por ela ter delineado com bastante precisão os próximos dois passos do meu plano mestre. De repente soube o que tinha que fazer. Caminhei ao redor do balcão, a peguei em meus braços e a beijei forte e apaixonadamente. Por uns dez segundos gloriosos ela respondeu como uma amante, abrindo a boca, deslizando a língua sobre meus lábios, agarrando meus ombros com as mãos, cravando as unhas nas minhas costas. Depois parou e me interrompeu. Seu cabelo estava um pouco bagunçado e o batom tinha borrado. Ela tentou se afastar, mas a abracei com força. "Só um beijo" disse, "É só isso. Não tem nada de errado em a gente se beijar." Ela relaxou e me olhou cansada. —"Acho que você não entende, Michael. Você não é o único que tem sentimentos." Soltei-a e ela pegou o descascador de batatas e selecionou uma cenoura do balcão. Fiquei sem palavras, então caminhei, como em transe, até a sala de estar e tentei ler o jornal do dia, mas foi inútil, então joguei no chão e sentei para olhar pelas portas de vidro, tentando processar o que minha mãe tinha me dito. Ela quis dizer que beijar era perigoso porque excitava tanto ela quanto a mim? Voltei para a cozinha. "Sinto muito", disse. "Acho que tenho sido bem egoísta". Mamãe largou a cenoura e se aproximou para ficar em frente a mim. "Ah, Michael", suspirou. "O que está acontecendo aqui?" "É minha culpa", disse a ela. "Fiquei obcecado por você. Como imagem da perfeição sexual madura mais do que como mãe. Adoraria beijar você" - acrescentei. "Não tentaria levar as coisas mais distantes. Se você não quisesse" — acrescentei, tentando minha sorte novamente. — "Mas está errado, querida. Nunca deveríamos ter nos beijado assim. Eu sou sua mãe." "É só um beijo, mãe. Ninguém se machucou. Ninguém mais precisa saber." Minha mãe ficou ali, na cozinha, pensando no que eu tinha dito, com uma expressão impenetrável. Meu estômago estava embrulhado; parecíamos estar chegando a um ponto decisivo. Finalmente, ela se sentou em um dos bancos da cozinha e me olhou. "Você me viu me masturbando algumas semanas atrás." Foi engraçado ouvi-la usar a palavra. E acho que foi isso que começou tudo. Não foi uma pergunta. "Pode te surpreender saber que eu me masturbo bastante. Não no jardim, mas na cama. Na verdade, quase todas as noites." Meu estômago deu um nó duplo e eu fiquei boquiaberto. "Ah, qual é, você não pode ficar tão surpreso assim", ela disse. "Tenho certeza de que você faz a mesma coisa." Ela juntou as mãos sobre a mesa. "A questão é que é muito fácil dizer 'é só um beijo', mas eu também tenho sentimentos. Quando você me beijou agora há pouco e eu retribuí o beijo, isso foi um terreno perigoso!" "Mas se ficarmos um pouco excitados com os beijos, então os dois temos a opção segura da masturbação", argumentei, ciente de que era um ponto bastante fútil. "Ah, então está tudo bem!" Isso me tranquilizou. Não acredito que estamos tendo essa conversa. — "Promete que vai pensar sobre isso?" Eu implorei. "Certamente vou pensar", ela respondeu, e essa foi a última vez que o beijo foi mencionado naquela noite, embora, para ser justo, quase nada mais tenha sido mencionado. Aquela noite fiquei acordado de novo, cheio de dúvidas. Tentar seduzir minha mãe tinha me parecido uma ideia maluca e excitante, mas agora, com o plano se desenvolvendo em direções que eu não tinha previsto, eu estava preocupado. Me preocupava me afastar da minha mãe, um dos poucos parentes que eu tinha e alguém que eu amava muito. Será que tudo isso valia a pena? Com certeza eu poderia sair e encontrar uma mulher se fosse o que eu quisesse. Mas ela não seria minha mãe, e era com minha mãe, Liliana, que eu estava inextricavelmente obcecado. Disse a mim mesmo que nunca iria para a cama com ela, mas uma vozinha interior sussurrou: "Nunca se sabe". Ainda assim, na noite seguinte, fui pego de surpresa pela proposta da mamãe. Tínhamos jantado mais cedo que o habitual e estávamos assistindo a um filme chato na televisão quando, de repente, mamãe pegou o controle remoto e desligou o aparelho. "Chega dessa porcaria", ela disse. "E além disso, tenho algo para te dizer." De repente, perdi o fôlego e meu estômago pareceu pular para minha garganta. "Hoje pensei muito sobre nós. Sobre essa questão dos beijos. Sobre o que você disse sobre uma opção segura." Eu esperei, tenso. "Se eu dissesse que poderíamos ter um beijo ocasional, um beijo de verdade, quero dizer, você promete não tentar levar isso mais longe?" Engoli seco involuntariamente. "Claro", disse, me endireitando no sofá. "Com certeza." "Tudo bem", disse minha mãe, lentamente, "vamos ver como funciona." Sentei-me no sofá ao lado dela num instante. "Eu disse ocasionalmente", ela sorriu, mas não resistiu quando passei meu braço em volta de seus ombros e a puxei para perto de mim. E aquele foi realmente o primeiro beijo de verdade entre nós. Trabalhamos nossos lábios juntos como amantes experientes, cada um de nós ansioso e disposto. Minha mãe tinha um gosto delicioso, sua saliva em minha língua enquanto eu explorava seus dentes e gengivas. Ela apertou sua boca contra a minha, chupando meu lábio inferior e mordiscando-o suavemente. Eu estava no céu! Nunca tinha imaginado que minha mãe pudesse beijar daquele jeito! Ela me lembrou a Valerie no seu momento mais lascivo, e tive uma lembrança súbita da mamãe chupando os sucos dos dedos, o que me deixou muito quente e muito excitado. Naquela noite, nos beijamos por um longo tempo e, quando finalmente desejei boa noite à minha mãe e subi as escadas, minha boca estava sensível e eu ainda podia sentir o gosto da mamãe na minha língua. Durante a hora que nos nos beijamos, fiquei com uma ereção desconfortável e dura como vidro, e foi um alívio me despir e libertá-la. A cabeça do meu pau estava roxa, inchada e coberta de um líquido seminal pegajoso. Mal precisei me tocar antes de gozar na pequena pia do banheiro do meu quarto. Mais uma vez, minha segunda punheta foi mais lenta e acompanhada por imagens de fantasia da minha mãe, principalmente nua, mas também vestindo lingerie sexy. Imaginei ela cavalgando em cima de mim, montando no meu pau; ajoelhada na minha frente, me chupando e, o mais erótico de tudo, amarrada na cama enquanto eu a comia. Meus pensamentos também se entrelaçavam com a realidade; eu tinha beijado minha mãe de cinquenta e poucos anos de verdade. Beijaria ela de novo, sempre que possível. Pensei na promessa que fiz de não tentar levar as coisas mais longe. Bom, eu disse a mim mesmo, se nunca passasse dos beijos, ainda morreria um homem feliz. Meu plano mestre partia do pressuposto de que os beijos se normalizariam com o hábito e então, cautelosamente, seguiria por caminhos mais proibidos; acariciando os seios dela, como ela mesma mencionou, por exemplo. Mas eu prometi não fazer isso, e se quebrasse essa promessa, seria possível que me tirassem o privilégio de beijá-la? O que tornava a vida mais difícil, porque depois daquela primeira noite, nos beijávamos quase todas as noites e, frequentemente, de manhã antes de irmos trabalhar. Como consequência, passei uma parte considerável do dia (e da noite) em um estado de intensa excitação sexual. Por isso era completamente natural que eu quisesse ir mais longe com minha mãe. Na verdade, até onde fosse possível ir. Mas por mais de quatro semanas mantive minha promessa, até já em março, quando o clima mudou e a chuva do final do verão batia nas janelas da casa e o futebol foi suspenso, então tudo que eu tinha para fazer nos fins de semana era beijar minha mãe e me masturbar sem parar. Supus que minha mãe estava fazendo o mesmo. Finalmente, num sábado à tarde, eu perguntei. Pela manhã, havíamos feito as tarefas domésticas e lá fora ainda havia mau cheiro. Depois de um almoço de salada e frios, nos sentamos para assistir a um filme antigo em preto e branco do David Niven: *Uma Questão de Vida ou Morte*, um dos favoritos da mamãe. Assistimos aconchegados no sofá, com meu braço em volta dela e a cabeça dela no meu peito. Conforme os créditos finais rolavam, ela virou o rosto para o meu e nos beijamos lenta e suavemente, e enquanto nos beijávamos, acariciei seu cabelo, suas costas e seu braço e, uma vez, passei a mão de leve sobre seu peito. "O que você vai fazer quando a gente parar de se beijar?" brinquei com ela. "Vai subir e se masturbar?" "Esse não é o tipo de pergunta que se faz a uma dama." "Você ainda se masturba muito?", insisti. "Sim", ela respondeu baixinho. "Muito." Suas palavras fizeram meu estômago revirar de desejo e possibilidade. "Eu poderia fazer isso por você um dia", sussurrei no ouvido dela. "Você fez uma promessa", ela me lembrou. "Só beijos." "Eu te amo, sabe?", eu disse, sentindo que todas as barreiras para a sinceridade haviam caído. "Eu sei", ela respondeu, com uma voz baixa e um pouco triste. Depois da primeira semana de março, uma frente de alta pressão se moveu sobre o Atlântico e afastou a chuva. Os dias voltaram a ter céu limpo e ficaram quentes, e as noites, quentes e abafadas. Dormir era difícil, mesmo sem cobertor. As janelas estavam escancaradas, mas nenhuma brisa mexia o ar pesado. Uma noite, acho que era sexta-feira, fiquei deitado encharcado de suor por algumas horas antes de me levantar, vestir um roupão leve e descer as escadas, onde estava alguns graus mais fresco. Era pouco depois das 3 da madrugada, então me surpreendi ao ver uma luz acesa na sala. Minha mãe, vestindo um longo roupão de tecido prateado, estava sentada no sofá lendo um romance policial. Lá fora, a Na universidade, os gostos literários da minha mãe eram decididamente mais básicos. Ela ergueu o olhar quando entrei pela porta. "Também não conseguiu dormir?" perguntou, sorrindo para mim. "Impossível com esse calor." Sentei-me ao lado dela e a puxei para dar um beijo. "Você nunca para", disse, mas deixou-se beijar e até largou o livro no sofá para me abraçar e retribuir o beijo. Sua boca tinha um gosto meio rançoso, mas imagino que a minha também. Mas dessa vez havia algo diferente. Algo muito, muito excitante. Minha mãe, de cinquenta e sete anos, estava nua sob o roupão. Eu conseguia sentir a maciez dos seios dela contra meu peito através do tecido. E, o mais erótico de tudo, eu conseguia sentir um cheiro de umidade nela, um cheiro que estava acostumado a sentir na buceta de uma mulher. O aroma dos seus fluidos. Imaginei de repente uma cena da mamãe se contorcendo encharcada de suor na cama do quarto escuro, com dois dedos enfiados bem fundo nela.
🔥 Vai continuar.... 🔥
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2 comentários - Mãe Relutante #2