🔥 Uma história incestuosa que espero que vocês curtam 🔥 Quero começar deixando bem claro que sempre tive uma queda por mulheres mais velhas. Não tô falando de setentona ou oitentona nem nada do tipo, mas me dá uma coroa de quarenta ou cinquenta anos, mais de vinte e poucos, e já era. Na minha época, já desejei as mães dos meus amigos, minhas professoras da escola, as secretárias mais velhas do trabalho e as vizinhas maduras, especialmente a Joan, que mora na casa ao lado. Curiosamente, o que nunca fiz, ou nunca tinha feito até pouco tempo atrás, foi cobiçar a minha própria mãe. Por algum motivo, ela nunca entrou na minha cabeça como objeto de desejo, embora ela seja uma mulher atraente e madura: fez cinquenta e seis anos no ano passado. Sempre pensei nela como mãe, a pessoa que me deu à luz e me criou e ainda atende a maioria das minhas necessidades, mesmo eu tendo trinta e quatro anos agora. Talvez eu deva acrescentar também que, apesar de desejar muito mulheres mais velhas, na prática eu costumo sair com mulheres da minha idade; talvez um impulso subconsciente de me encaixar. A exceção foi a Valerie, que trabalhava no meu escritório. Comecei a sair com ela quando eu tinha trinta anos e ela beirava os cinquenta; ela nunca me disse a idade exata. Com o tempo, a diferença de idade virou um problema, mas a gente curtiu quase dois anos do sexo mais gostoso e sem vergonha que já tive. Isso só aumentou meu apetite por mulheres mais velhas e, acho, foi um fator que contribuiu pro que rolou com a minha mãe. Acho que devo dar alguns detalhes de fundo antes de mergulhar na história em si. Assim, espero evitar ter que interromper o fluxo mais pra frente. Meu nome é Michael, mas todo mundo, menos a minha mãe, me chama de Mike. Sou um cara normal, ou seja, tento viver a vida com o mínimo de esforço e transtorno, mas tirando cada gota de prazer. Fisicamente... Tenho pouco menos de um metro e oitenta de altura e me considero magro, em vez de esbelto. Tenho uma cabeleira castanho-escura e um rosto amigável que, segundo minha mãe, foi feito pra sorrir. Meu trampo é assistente jurídico das nove às cinco num escritório de advocacia grande. É bem típico de mim não ter virado advogado, o que significa que vivo sem grana porque tenho hobbies caros, como esquiar e carros bonitos. Tudo isso explica por que ainda moro com a minha mãe. Também pode ter a ver com ser filho único. Minha casa é um sobrado grande de quatro quartos nos arredores de uma cidadezinha bonita, a uns quilômetros da cidade onde trabalho. Ela tem formato de L e os fundos dão pra terras de cultivo e floresta, e quando você está no quintal, na ponta do L, é totalmente privado. A casa não é minha, claro, é da minha mãe. Ela herdou tudo uns seis anos atrás, depois que o pai dela morreu num acidente de carro. Então agora somos só nós dois, rodando em espaço demais. Pago uma merreca de aluguel e, em troca, minha mãe cuida da maior parte da casa e cozinha. Não é tão ruim quanto parece; eu cuido do jardim e de qualquer reforma que precise. O que posso dizer da minha mãe? Bem, ela se chama Liliana e é professora universitária de inglês, embora agora só trabalhe três dias por semana. Ela é um pouco mais alta que a média, uns um metro e sessenta e cinco, e tem um corpo esbelto. Não é tão magra como há vinte anos, mas também não está acima do peso de jeito nenhum. Tem umas pernas bonitas, um peito cheio e um rosto bonito, coroado por um cabelo loiro acinzentado que vai até o pescoço. A cor do cabelo veio de uma tintura; ela começou a pintar quando os grisalhos apareceram. A cor natural dela é a mesma que a minha: castanho-escuro. Ela tem um rostinho bonito, com um queixo levemente pontudo e uma boca generosa, de lábios carnudos. Acima de Isso aí: nariz reta e olhos castanhos com sobrancelhas castanho-escuras, que acho que contrastam com a cor do cabelo dela. Agora está na casa dos cinquenta e o rosto já mostra algumas linhas, pés de galinha e pele flácida no pescoço, mas quando está maquiada e vestida para o trabalho, fica muito gostosa. A personalidade da minha mãe é bem reservada e tranquila, mas é gentil e sorri bastante. Não ri muito, exceto quando toma uma taça de vinho ou um G&T a mais, o que não acontece com frequência. Quando isso rola, ela fica bem bobinha e risonha. Mas no geral, ela é reflexiva e senhora de si, como convém a uma acadêmica, e se você fala algo, ela escuta com atenção e pensa na resposta. Só que, quando está estressada, pode ser meio direta e até um pouco sarcástica. Essa história começa na tarde em que eu peguei ela se masturbando no quintal dos fundos. Na real, "pegar" provavelmente não é a palavra certa, dá a entender que ela estava fazendo algo errado. "Observar" é melhor. Era um domingo à tarde de meados de janeiro e estávamos passando por uma onda de calor. Na maioria dos domingos de verão, eu jogo no time de futebol da cidade. Não sou um jogador estrela nem nada; geralmente na defesa, jogo direitinho onde o capitão achar melhor me colocar, e podem me pedir para bater uns tiros se o jogo estiver bom. A gente está numa liga local de uns vinte times e tenta jogar pelo menos uma vez por semana. Mamãe disse que ia passar a tarde tomando sol e lendo, quando me despedi, na cozinha, ela já estava de biquíni preto e preparando uma bebida gelada para levar lá fora. O quintal era virado para o sul, então era um verdadeiro point para pegar sol. Dirigi até o campo e uns dez minutos depois percebi que tinha deixado meu celular no quarto. Poderia ter seguido em frente e passado o resto da tarde e o começo da noite sem ele, mas isso está ficando Bastante difícil hoje em dia e, além disso, teria tempo de sobra pra voltar pra casa e chegar são e salvo no jogo a tempo. Então voltei... Depois disso, a vida nunca mais foi a mesma. Estacionei na entrada da garagem, entrei pela porta da frente e subi as escadas até meu quarto nos fundos da casa. Meu celular estava na mesinha de cabeceira, do lado da janela que dava pro quintal. A janela tava aberta pra tentar manter o quarto fresco e, quando peguei o celular, achei que ouvi um barulho leve vindo de fora. Cheguei perto da janela e olhei pra baixo. Na área pavimentada estavam as duas espreguiçadeiras com almofadas que eu tinha tirado da garagem naquela manhã a pedido da mamãe. Percebi que tava olhando direto pra espreguiçadeira onde minha mãe estava sentada. O primeiro olhar me paralisou e fiquei atordoado perto da janela, olhando fixamente. Ela tava deitada na almofada, a parte de cima do biquíni ainda no lugar, mas tinha colocado os pés no chão dos dois lados da espreguiçadeira, com as pernas bem abertas. A mão esquerda dela tava agarrada no braço da cadeira, mas a mão direita tava dentro da calcinha do biquíni e eu conseguia ver os dedos e os nós dos dedos se movendo através do tecido fino. Era óbvio o que ela tava fazendo, mas, caso eu tivesse alguma dúvida, gemidos baixinhos de tesão subiram até mim de baixo. Sem querer, notei que o livro aberto dela tava virado no chão do lado da espreguiçadeira. Eu não devia ter espionado minha mãe daquele jeito, mas não conseguia parar, era tão erótico! Dava pra ver os músculos do antebraço dela se contraindo enquanto ela se acariciava. Dava pra ver os relevos no tecido que ela fazia quando dobrava os dedos, provavelmente pra enfiar dentro dela. E dava pra ver os nós dos dedos brancos da mão esquerda dela enquanto segurava o braço de plástico da espreguiçadeira. Não sei quanto tempo fiquei parado perto da janela, cinco pelo menos uns minutos. Com o tempo, os gemidos da mamãe ficaram um pouco mais altos e constantes, e os dedos dela começaram a trabalhar mais rápido. Aí ela arqueou as costas com um gemido forte enquanto o orgasmo tomava conta dela. Ela relaxou na almofada e eu já ia virar e descer as escadas quando vi ela deslizar a mão pra fora da parte de baixo do biquíni, levar até o rosto e enfiar dois dedos na boca. Fiquei olhando de olhos arregalados enquanto ela chupava os dedos. Depois esticou as pernas, se inclinou, pegou o livro e começou a ler. Eu voltei a mim como se tivesse acordado de um sonho. Percebi na hora que não queria ser pego em casa, guardei o celular no bolso, saí na ponta dos pés do meu quarto e desci as escadas. No meio do caminho, percebi que tava com um pau duro do caralho. Abri e fechei a porta da frente o mais silenciosamente que consegui, torcendo pra mamãe não ouvir nada e vir investigar. Me afastei de casa e fui andando devagar, coisa rara. Só Deus sabe como cheguei inteiro na quadra; minha cabeça tava a mil com o que eu tinha visto. Por sorte, o caminho inteiro era estrada de terra e não tinha trator nenhum. Quando cheguei no campo de futebol, estacionei e entrei no vestiário, onde o resto do time já tava se trocando antes de ir pro campo. "Tá bem, Mike?" perguntou o Fede, o capitão. "Parece que você viu um fantasma." "Tô de boa", sorri. Mas por dentro era uma confusão danada e eu só queria um pouco de sossego pra começar a processar as coisas. O jogo pareceu durar uma eternidade e eu não rendia nada. Depois, todo mundo foi em bando pro bar da cidade, a cerveja rolou solta e teve um buffetzinho. Tentei entrar na conversa, mas a imagem da minha mãe se tocando na espreguiçadeira não parava de repetir na minha cabeça, num loop sem fim. Depois de umas horas, me despedi e fui embora. Ainda tava claro quando cheguei em casa. Mamãe tava na cozinha. preparando um jantar tardio pra gente. Ela tinha tirado o biquíni e tava usando uma saia e uma blusa larga de algodão. "Chegou cedo em casa, Michael", ela sorriu pra mim. 'Ganhou?' "Não, perdemos de 3 a 1." Cheguei perto dela, dei um beijo na bochecha e ela corou. Não era algo que eu fazia normalmente, mas de alguma forma senti necessidade de tocar a pele dela, talvez pra captar o cheiro da excitação que ela tinha sentido antes. "Você tá bem, Michael?", ela perguntou. 'Parece meio... sei lá. Não tá você mesmo. Não vai ficar doente, vai?' "Só um pouco cansado, mãe." Bocejei pra reforçar a mensagem. "A que horas é o jantar?" Comemos logo depois, e lá pelas onze, pelo menos uma hora antes do meu horário normal de dormir, me despedi e subi pro meu quarto, dando outro beijo na bochecha da mãe antes de ir. "Nossa", ela disse. 'O que eu fiz pra merecer tantos beijos?' A verdade é que eu não conseguiria ficar mais tempo lá embaixo com ela; não conseguia tirar os olhos da minha mãe e tava com medo de que ela percebesse e perguntasse o que tava rolando. Eu tinha observado escondido como aquela roupa simples de verão se ajustava elegantemente ao corpo dela; como ela vivia afastando uma mecha de cabelo loiro da testa; o formato das panturrilhas dela quando cruzava as pernas no sofá na minha frente; os tornozelos finos e os pés descalços; os braços, com um toque de penugem dourada; os dedos longos com as unhas bem cuidadas. Eu bebia cada expressão dela enquanto assistia a uma novela na TV, a curva do pescoço e o contorno do peito por baixo da blusa de algodão. No meu quarto, me despi, me joguei na cama e me masturbei até ter um orgasmo frenético em uns sessenta segundos. Me limpei, me deitei e comecei a me masturbar de novo. A segunda vez demorou mais, muito mais. Tempo suficiente pra imaginar minha mãe se masturbando no jardim. Eu a imaginava nua, nos meus braços, debaixo de mim na cama enquanto eu entrava nela, metendo na buceta de meia-idade dela por trás. Tentei imaginar como seria a buceta dela, de que cor era a pelugem pubiana. Como cheiraria e teria gosto. Antes que meu segundo orgasmo me dominasse com seu prazer delicioso, soube que estava perdidamente apaixonado pela minha mãe. Não o amor de um filho, mas a paixão e o desejo de um amante. Naquela noite fiquei acordado por horas sob o calor sufocante de janeiro. Não conseguia tirar da cabeça a imagem da mão e dos dedos dela se mexendo por baixo da calcinha do biquíni. E aí ela chupa os dedos pra limpar! Valerie às vezes se masturbava pra mim e me oferecia os dedos pra lamber, ou lambia eles ela mesma. Mas Valerie tinha uma veia suja e lasciva de um quilômetro de largura. Minha mãe não era assim. Ou será que era? O que eu realmente sabia sobre a sexualidade da minha mãe? Nada, claro. Nunca se falou de sexo com meus pais, além da tentativa hesitante do meu pai de me contar as realidades da vida. Nem sabia se minha mãe tinha saído com alguém antes de conhecer meu pai. Ela era uma noiva virgem? Teve algum outro homem? E se precisava de sexo, por que não saiu com ninguém depois da morte do meu pai? O fato desconfortável que eu não parava de pensar, enquanto o relógio da mesinha de cabeceira marcava meia-noite, era que eu desejava forte e profundamente minha mãe. Queria que ela fosse minha amante. Queria compartilhar intimidade com ela. Beijá-la e acariciar a pele dela, excitá-la e possuí-la. Suspeitava que algo parecido com luxúria pela minha mãe estava espreitando sob a pele da minha psique o tempo todo, o que explicaria minha atração por mulheres mais velhas. E agora esse incidente tinha feito isso explodir pra superfície. O gênio tinha saído da garrafa e não podia ser colocado de volta. Então, o que eu ia fazer a respeito? A resposta era ao mesmo tempo simples e complicada: eu ia seduzir minha mãe. Ou melhor, ia tentar. Essa conclusão quase me deixou sem fôlego. O tabu do incesto é muito forte e eu me arrepiei só de pensar em dar o primeiro passo, que com certeza seria rejeitado, provavelmente com certo grau de horror. Mas era preciso dar aquele primeiro passo porque era necessário iniciar uma conversa. Lentamente, nos dias seguintes, uma espécie de plano começou a se formar na minha mente. Coloquei em prática a primeira etapa do plano no sábado seguinte. Era levar minha mãe para caminhar pelas colinas próximas. Era algo que costumávamos fazer em família quando papai estava vivo. Depois da morte dele, mamãe e eu saímos para caminhar algumas vezes, mas, embora soubesse que ela gostava, egoisticamente senti que seria melhor passar o tempo na garagem, mexendo no meu carro. Aquele sábado foi um dia glorioso; a temperatura tinha caído alguns graus e a umidade estava menor que antes, mas o céu estava limpo e havia uma brisa suave para nos refrescar enquanto caminhávamos pelas trilhas e caminhos de terra familiares, com mochilinhas nas costas. Mamãe ficou emocionada quando sugeri a caminhada e se mostrou animada e conversadeira enquanto andávamos por campos e terras de cultivo. "Que ideia linda sair para caminhar hoje", ela me disse. "Quase tinha esquecido como é lindo aqui. Muito obrigada por fazer isso por mim, Michael, já é hora de eu sair um pouco mais." Bem acima de nós, um par de urubus girava e se chamava. Mamãe usava calças e botas de caminhada e uma blusa de manga curta que realçava os peitos dela. O cabelo dela voava no rosto enquanto ela olhava ao redor com uma mão na cintura, numa pose que achei intensamente feminina. Queria agarrá-la naquele momento e beijá-la, mas isso não fazia parte do plano. Almoçamos num pub à beira do caminho e foi perfeito. A cerveja estava fresca e gostosa. Depois, caminhamos os cinco quilômetros de volta ao carro e conversamos sobre todo tipo de coisa que normalmente não discutíamos: política, história, nossos trabalhos e colegas. Senti que realmente tinha conhecido um pouco melhor minha mãe naquele dia. Planejava conhecê-la ainda mais. Melhor naquela noite. Quando voltamos pra casa, falei pra mamãe que ia preparar o jantar e ela sorriu, chegou perto e me abraçou. "Obrigada, Michael, você é muito gentil". Ela sumiu escada acima pra tomar um banho e eu fiquei na cozinha, olhando pela janela pro jardim, pensando no que ia fazer mais tarde naquela noite. Abri uma garrafa de vinho tinto durante o jantar; a gente não bebia toda noite, mas eu queria que mamãe ficasse relaxada e aquele dia tinha sido especial de certa forma, então não achei que ela fosse reclamar. Ela também não reclamou quando continuei enchendo o copo dela durante e depois do jantar, embora tenha me perguntado se eu tava tentando deixá-la bêbada. Ela também não disse nada quando abri uma segunda garrafa, mesmo sendo óbvio que o álcool já tava batendo. A gente comeu tarde em casa e quando nos acomodamos na sala e terminamos o último vinho, já eram dez horas e as notícias da noite estavam começando. Eu tava sentado do lado da mamãe no sofá grande de couro, na verdade, bem perto. Eu tinha me mudado da poltrona pra servir o resto do vinho pra ela e fiquei ali. "Quer ver as notícias?" perguntei. "Ah, meu Deus, não", respondeu mamãe. "Tive um dia maravilhoso e não quero estragar com um monte de notícias horríveis. Quer encontrar alguma coisa boba pra gente ver antes de dormir?" Apertei o controle remoto e a tela apagou. "Na verdade, mamãe, tinha uma coisa que queria fazer primeiro." Passei meu braço direito em volta dos ombros dela e a puxei pra perto de mim. Ela me olhou surpresa enquanto eu abaixava minha cabeça na direção dela e a beijava. E continuei beijando ela. Os lábios dela eram cheios, quentes, macios e tinham gosto de vinho, e eu movi os meus suavemente contra os dela, abri minha boca ligeiramente contra a dela, deslizando a ponta da minha língua entre os lábios dela. Tudo isso aconteceu em uns cinco segundos, que foi o tempo que minha mãe levou pra perceber que o filho dela tava dando um beijo de língua nela e se afastar com um grito. afogado e me olhando com os olhos abertos. 'O que você está fazendo, Michael?' Eu realmente não esperava que ela me devolvesse o beijo e que a gente se abraçasse apaixonadamente. A reação dela tinha sido mais ou menos a que eu esperava. Deixei a cabeça cair em sinal de arrependimento. "Me desculpa muito, mãe, eu só..." Naquele momento, levantei e saí rápido do quarto, subindo correndo para o meu quarto, onde fiquei ofegante pra liberar a tensão, ciente de que tinha cruzado uma linha e que as coisas podiam dar muito errado. Mas meu plano tinha sido tentar beijar a mãe e, se ela me rejeitasse, sumir na cama e ter uma conversa com ela na manhã seguinte. Acho que esperava que o vinho tivesse soltado um pouco as inibições dela, mas acho que não dá pra superar todo um tabu com uns copos de Merlot de mercado. O que eu não tinha previsto era que a mãe viesse ao meu quarto, o que ela fez logo depois que eu escovei os dentes, me enfiei na cama e apaguei as luzes. Ela bateu de leve na porta e eu mandei entrar. A mãe ainda estava de saia e blusa de algodão; Ela se aproximou e sentou na beirada da cama, e eu acendi o abajur da mesinha, em parte pra ver que expressão ela tinha no rosto, mas tava neutra. "Michael, o que aconteceu hoje à noite? Sei que a gente tinha tomado uns copos de vinho, mas você tentou me beijar." Ela parecia mais confusa do que brava. Respirei fundo. "Tem uma coisa que eu preciso conversar com você, mãe." "Tá bom." "Olha, isso vai soar horrível, mas domingo passado, quando a gente tava jogando futebol com os caras, voltei pra casa porque tinha esquecido meu celular. Tava na minha mesinha e subi pra pegar, e você tava na espreguiçadeira e tava... com a mão no biquíni e... bom... eu te vi.
🔥 Continua... 🔥
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4 comentários - Mãe Relutante