Intriga Lasciva - O Instituto

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Intriga Lasciva - O Instituto




Capítulo 32.

Arte e Boxe.

Siara tava procurando a sala do Clube de Arte pelos corredores, por um momento achou que tinham dado as instruções erradas. Todas as salas pareciam genéricas, nada fazia ela pensar "aqui se faz arte". Bem quando tava quase desistindo de procurar, viu a inconfundível cabeleira cheia de cachos dourados que só podia ser da Stefany Lemmens, a professora de arte.
Ele a interceptou antes de perdê-la de vista e disse:
—Tava te procurando, profe. Vamo começar a investigação do assunto que cê comentou. Já preenchi minha inscrição pro Clube de Arte, mas… vou te avisar que é temporário. Até o caso ser esclarecido. Yelena López Carrera, uma das suas alunas, entrou pro nosso clube de detetives, ela vai colaborar com a gente.
—Ah… perfeito. Fico feliz que vocês estejam levando isso tão a sério. Tô muito preocupada. Não quero que isso afete a integridade do clube. Sou de mente aberta, mas um dos meus alunos usar a própria mãe como modelo pra ilustrações sexualmente explícitas é algo que não posso deixar passar. Vem, vou te apresentar o resto dos membros do clube. Espero que se sinta à vontade enquanto estiver com a gente.
—Tá bom… ah, uma coisinha antes de entrar. Tenta manter a aula como se fosse uma qualquer, não precisa mudar nada. Eu quero ver como é o processo de trabalho que vocês usam sempre.
—Ok, isso me deixa mais tranquila. Qualquer ajudinha extra que você precisar, me avisa.
O salão de arte era pequeno e discreto. Siara achou que seria um clube bem popular, com dezenas de membros; mas só tinha um punhadinho de gente. A maioria era mulher. Diógenes Laiseca, o garoto que elas deviam investigar, era o único homem.
O resto do clube era formado por duas minas que andavam sempre juntas, eu já tinha visto elas várias vezes nos corredores da escola: Corea Masantonio, magrinha, baixinha e muito gostosa; pra Siara, ela lembrou um pouco a Candy, a jornalista; mas a Corea tem cabelo preto. E a amiga inseparável dela, Ludmila Torres.
Ludmila é uma mina super chamativa. Pra começar, ela tem o cabelo castanho-avermelhado, olhos bem grandes e marcantes e, acima de tudo, umas tetonas enormes. Pra Siara, elas pareciam ainda mais imponentes que as da Erika. Era óbvio que a Ludmila tentava esconder esse peitão da melhor forma possível, mas qualquer decote que ela usasse ficava ainda mais evidente. E tudo parecia ficar muito apertado nela. A coitada devia ter dificuldade pra achar roupa do tamanho dela, porque ela é magra, o corpo parece bem pequeno; mas essas tetas precisam de muito espaço.
Também tava a Agustina Buteller, uma aluna do terceiro ano que não despertou muito interesse na Siara. Parecia meio tímida, evitava contato visual com quase todo mundo, menos com uma pessoa: a Hilda Mellmann.
Siara sabe muito bem quem é a Hilda. Ela estuda no 2º D e quase todo o colégio conhece o sobrenome dela. Os Mellmann são uma família muito rica, e isso não é grande coisa num colégio onde a maioria dos alunos vem de famílias ricas; mas os Mellmann são os donos do colégio. Pelo menos do prédio. Por isso o hall de entrada é conhecido como Hall Mellmann. Para poder dar aulas, o colégio tem que pagar uma grana pesada pros Mellmann, e por isso a Hilda tem uma posição privilegiada. Tratam ela como se fosse uma princesa. Literalmente. Ela até tem o próprio banheiro, pra não ter que dividir com as outras alunas… e outros privilégios.
A roupa da Hilda faz ela parecer membro da igreja mórmon, mesmo não sendo. Ela sempre se veste de forma discreta, sem mostrar um milímetro a mais, mas mesmo assim continua chamando atenção. É loira, de cabelo liso e franja na testa. Tem olhos verdes de gata, nariz pequeno e perfeito, e lábios que são sensuais de um jeito sutil, nada pornográfico.
A turma era completada por Yelena López Carrera, a nova integrante do clube de detetives, que cumprimentou a Siara como se estivessem se vendo pela primeira vez. Não queriam levantar suspeitas de que estavam tramando algo juntas.
Nos primeiros minutos, a Stefany Lemmens mostrou todo seu carisma pra dar aula, fez a Siara se sentir parte do grupo e começou com lições simples de traços básicos e exercícios pra relaxar o pulso. A Siara adorou que as mesas de desenho estivessem arrumadas em semicírculo, com a professora no centro.
Stefany elogiou a Siara pelo talento dela pra desenho e pela firmeza dos traços. Siara lembrou que é filha de uma famosa estilista de moda e que a mãe ensinou ela a desenhar desde pequena.
—Ah, se você já tem os conceitos básicos, então podemos passar pra algo mais complexo — sugeriu a professora.
Sim, por favor… isso tá me entediando" — disse Hilda, revirando os olhos —. "Vamos fazer algo mais interessante.
—E aí, o que você sugere? —Perguntou Stefany.
—Hum… não sei… ah, Diógenes… você não tinha um projetinho em mente? Isso pode ser interessante.
—Ah, sim… sim… —disse o garoto, como se tivesse acordado de um sono profundo—. Uns dias atrás, a gente tava conversando com a Hilda e a Agustina sobre masturbação feminina… —Siara ficou toda alerta, achou estranho o cara mencionar isso numa aula; mas mais surpreendente foi ver que ninguém parecia chocado, nem a própria Ludmila Torres, que tem fama de ser bem assexual—. A gente concluiu que pode ser algo bem sensual, esteticamente impactante. Acho que dava pra desenhar uma parada assim, se alguma modelo se oferecer como voluntária.
—Mmm… imagino que pra desenhar isso alguém teria que posar pelada —disse a professora.
—Eu me ofereceria de bom grado —comentou Yelena—, mas deixa eu esclarecer: se tem algo em mim que não é lá muito feminino, é o que tenho entre as pernas.
Isso arrancou algumas risadas. Siara achou muito fofo que a Yelena se sentisse tão à vontade com a anatomia peculiar dela. Também pensou que a profe Lemmens fosse achar aquilo uma loucura; mas ela disse:
—Eu não tenho problema em fazer isso, mas talvez seja pedir demais pra Siara. Se ela tiver que desenhar na frente de uma pessoa pelada logo na primeira aula, capaz que não queira mais voltar.
Siara não entendia nada, será que a Stefany tava mesmo disposta a posar pelada na frente dos alunos dela? Ela não queria atrapalhar o andamento normal da aula, então falou:
—Se for por mim, não se preocupem. Não me incomoda nada ver mulher pelada. Não esquece que minha casa vive cheia de modelos… e não é que as minas usem muita roupa, né.
— Que lindo deve ser ter uma estilista tão famosa como mãe — disse Corea Masantonio —. Eu pediria pra ela fazer umas roupas pra mim todo dia… e um modelito pra Ludmila se exibir um pouquinho.
—Ai, não… eu não quero esses conjuntos que as modelos da Verónica LeClerc usam, algumas vão praticamente peladas.
—Bom, é disso que tô falando —disse Siara.
—Tá bem, a gente entendeu perfeitamente —disse a professora—. Beleza, se não for um problema, a gente pode fazer. Cês sabem, quando se trata de modelos ao vivo, não tentem copiar cada detalhe… busquem criar formas… e movimento. Não façam imagens paradas.
—Isso vai me custar um pouco —disse Siara—. Mas vou dar o meu melhor.
Stefany Lemmens se levantou e começou a tirar a roupa. Siara ficou toda vermelha. Não podia acreditar que estava vendo uma professora se pelando dentro do colégio… e ela fazia aquilo com uma calma impressionante, como se fosse parte normal da aula. Além disso, Stefany mostrou que tem um corpo realmente de dar inveja: cintura fina; peitos firmes, embora não muito grandes; barriga tanquinho; pernas torneadas… e um tapete de pelinhos, bem aparadinhos, na buceta.
—Se você se surpreende que a profa leva isso numa boa —disse Corea, como se pudesse ler a mente dela—, é porque ela é nudista. Ela curte andar sem roupa.
—É verdade mesmo —disse Stefany, com um sorrisão—. Se fosse por mim, andava o tempo todo pelada. Sinto que a roupa é uma restrição à liberdade. Por isso não tenho problema nenhum em posar, toda vez que meus alunos me pedem. Eles me dão a chance de me sentir eu mesma… além de que o corpo nu é uma verdadeira obra de arte.
—Isso eu entendo —disse Siara—. Minha mãe sempre busca destacar os melhores atributos do corpo feminino com seus designs. Ela também vê o corpo humano como uma peça de arte digna de estudo.
—Acho que sua mãe ia adorar essa aula —disse a Coreia, com um sorrisão—, e eu adoraria conhecer ela.
—Bom, vou ver se um dia posso convidar ela. Ela desenha muito bem, e sei que curte o mundo da arte.
Stefany se sentou na cadeira dela, era grande, com um encosto alto e braços nas laterais. Toda forrada de courino branco, o que fazia o corpo dela se destacar perfeitamente.
—Tá bom, vocês só me falem que pose eu tenho que fazer.
—Você devia abrir as pernas —sugeriu Diógenes—. E colocar uma mão no meio… como se estivesse se masturbando.
Para o crescente espanto de Siara, Stefany abriu as pernas, mostrando como seus lábios da buceta eram bonitos e perfeitos. Até o clitóris dela parecia ter sido feito sob medida para aquela xereca.
—Algo assim? —Perguntou, passando a ponta dos dedos pelos pelos pubianos dela.
—Mmm… não me convenceu —disse Ludmila Torres—. Acho que você devia subir uma perna no braço da poltrona… e os dedos mais perto da buceta.
—Isso, dá ouvidos a ela —disse Coreia—. A Ludmila manja muito do assunto "punheta".
Todo mundo na sala riu, até a professora e a própria Siara, que não conseguiu segurar.
—Ai, não, tarada… não fala essas coisas —Ludmila cobriu o rosto com as duas mãos e ficou vermelha até o talo—. Vão pensar que sou uma punheteira.
—Mas tu é uma punheteira — apontou Coreia.
—¡¡Não é verdade!!
—Eu sabia que por baixo dessa cara de santinha tinha coisa —disse Hilda, com um certo desprezo no tom de voz.
—Bem, bem… aqui não estamos pra julgar ninguém —Stefany colocou ordem na sala—. Além disso, a masturbação é uma atividade muito saudável que todo mundo deveria praticar.
Siara viu, com respeito e admiração, como Stefany Lemmens levantava a perna esquerda no apoio de braço, deixando a buceta dela ainda mais imponente, e então aproximou dois dedos e os pousou sobre os lábios. Seus volumosos cachos dourados emolduravam perfeitamente os peitos dela. Siara olhou de canto para Yelena, como se perguntasse se aquilo era normal. Yelena apenas sorriu.
—Assim está muito melhor — garantiu Diógenes.
—Tá bem, podem começar a desenhar —disse a professora—. Qualquer dica que precisarem, é só pedir. E não hesitem em me dar instruções sobre a pose, se precisarem.
A turma inteira parecia se concentrar totalmente nos traços das suas grandes folhas de papel. A única que ainda estava meio confusa era a Siara, que só fazia uns traços genéricos, focando especialmente no rosto e nos ombros da professora. Não tinha coragem de desenhar nada abaixo do pescoço dela. Os desenhos que a Siara fazia do corpo feminino eram bem simples e pareciam manequins. Nada de detalhes. Em cima desses manequins, ela brincava de ser estilista, igual a mãe dela, e inventava as roupas mais extravagantes.
Depois de alguns minutos desenhando em silêncio, a Hilda fez um pedido:
—Professor, com os dedos assim não dá pra ver muito… dá pra fazer alguma coisa?
—Mmmm… vamos ver se com isso fica melhor.
Stefany se ajeitou de um jeito que sua buceta ganhasse mais presença, jogando o corpo para trás e abrindo ainda mais as pernas. Usando dois dedos, ela abriu os lábios vaginais. Siara ficou chocada ao ver o interior da buceta de uma professora no meio da aula. Isso com certeza ela não esperava quando decidiu fazer parte dessa aula.
—Muito melhor —disse Hilda, com um sorrisão—. Embora pareça meio artificial. Quer dizer, não sou uma expert em masturbação que nem a Ludmila —ouviu-se um gritinho abafado vindo da aludida—, mas sei muito bem que quando uma mulher se masturba, não faz assim.
—Ah… entendi. Vocês querem algo mais… real? — perguntou a professora.
—Sim, quando fizemos a Agustina posar, tudo ficou mais real — disse Diógenes —, e funcionou muito bem.
—Uf… eles preferiam que esse dia fosse esquecido —disse a aludida.
Siara reparou em Agustina Buteller, não conseguia imaginar aquela garota pelada. Ela parecia tão… simples, sem graça, tão… normal. Mas talvez, debaixo daquelas roupas fora de moda, escondesse um corpo gostoso. Podia ser… Siara se perguntou o que Agustina tinha feito durante aquela aula… e como conseguiram convencê-la a posar nua. Essas respostas teriam que esperar o momento certo.
—Bom, vamos dar um toque de realismo nisso.
Em seguida, Stefany Lemmens começou a acariciar a própria buceta, primeiro com suavidade, quase como se fosse um movimento ensaiado mil vezes para uma performance ao vivo. Depois, essas apalpadelas ficaram um pouco mais… explícitas. Atacaram o centro da buceta e claramente começaram a ficar molhadas. “Ela vai se masturbar na frente dos alunos?”, pensou Siara, incrédula. Mais uma vez, buscou apoio em Yelena, que respondeu com outro sorriso, como se dissesse: “Calma, isso é normal.”
—Lembrem, quando vocês precisam desenhar algo que está em movimento, é importante capturar esse movimento. —Disse Stefany—. Adicionem ao desenho os efeitos de movimento que acharem necessários, não tentem copiar um único momento específico, senão vai ser difícil focar… e a obra vai ficar parada. E não tem nada mais chato que um desenho parado.
Um dos dedos da professora se introduziu na sua buceta e saiu rapidamente. Tão rápido que a Siara custou a determinar se o que viu foi real ou fruto da sua imaginação; mas depois viu de novo pela segunda vez… e depois houve uma terceira, até que ficou claro que Stefany Lemmens estava enfiando os dedos na buceta na frente dos seus alunos.

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Para a Erika, entrar numa academia de boxe era igual um analfabeto entrar numa biblioteca. Poucas coisas estão mais distantes do mundo dela e do jeito dela ser. A Erika não consegue levantar a mão nem pra matar uma mosca. Ela não consegue entender como tem gente que curte trocar porrada num ringue.
Mas a Xamira tava no seu elemento, ela entrou com a mochila esportiva, umas leggings bem justinhas e um top que marcava pra caralho os bicos dos peitos, como se tivesse gritando pro mundo: não vou usar sutiã, vim treinar, preciso ficar confortável.
Erika, por outro lado, tinha colocado um sutiã esportivo, ela precisava dele, quisesse ou não; senão os peitões dela começavam a balançar pra todo lado. Mas ela ainda não tinha se vestido, tava saindo da última aula e foi direto pro vestiário, tomar um banho.
Foi um grande alívio pra ela que não tivesse mais ninguém naquele momento. Dá pra bater uma junto com as amigas; mas ela ainda não se sente tão à vontade pra ficar pelada na frente de estranhos.
Saiu do banho e estava se trocando quando descobriu, horrorizada, que o top esportivo não estava.
—Não pode ser… tenho certeza que guardei aqui antes de sair de casa.
Eu tinha tanta certeza que só podia ter uma explicação: alguém tinha roubado aquilo. Isso deixou ela puta da vida, mas não dava tempo de perder com um detalhe desses. Ela vestiu o top do jeito que deu e a legging, se olhou no espelho e achou que os peitos dela chamavam atenção demais, o decote era maior do que ela esperava. "Tomara que isso não me arrume encrenca", pensou.
Ao voltar pra academia, encontrou a Xamira no ringue, encostada num canto enquanto batia um papo com o Fermín e dois amigos dele. A Erika ficou aliviada por não ter que lidar com essa parada. Elas tinham combinado que seria a Xamira quem puxaria conversa com eles. Precisavam descobrir de que jeito o Fermín tava quebrando as regras da academia e como usar isso pra mandar ele embora do clube de boxe. Sabiam que era um caso bem arriscado; mas ao mesmo tempo, era um baita desafio que deixava as duas super empolgadas.
A tarefa da Erika era extrair mais informações da pessoa que ofereceu o caso pra elas: Aldana Bengoechea, a basca.
—Já terminou de se arrumar, peituda? —disse ele assim que a viu chegar.
—Roubaram meu sutiã.
—Isso não é problema meu. Resolve isso com o segurança da porta. Vou ser bem clara contigo desde o começo: você me irrita, me parece uma idiota e a única razão de eu tolerar você aqui é porque faz parte desse grupinho de detetives. Pensei que mandariam só a Xamira, não entendo por que você também teve que vir.
—Trabalhamos melhor nos ajudando umas às outras.
—Já, já… tanto faz. Enfim, você tá no período de teste, isso significa que pode experimentar o clube por uns dias sem precisar se inscrever. Mas… não vai ficar de braços cruzados. Vai treinar, igual todo mundo.
—Sim, sim… isso eu entendo.
—Tá bom, tô vendo que você tá bem molenga dos braços… e das pernas.
—Tenho as pernas grossas —disse Erika, olhando pra elas.
—Sim, mas essas pernas de atriz pornô aqui não vão te servir de nada. Precisa tonificar os músculos. Vamos começar com um pouco de pular corda.
—Ah, legal… isso eu consigo fazer.
A basca revirou os olhos. Foi pra um canto da academia, acompanhada pela Erika, e deu uma corda de pular pra ela. Depois parou na frente dela, com as mãos na cintura.
—Vai, começa… quero ver o que você consegue fazer.
—Sou muito boa pulando corda. Quando era moleca, brincava muito com isso.
—Olha, Teletubbie, isso não é como quando você era criança. Aqui você tem que manter um ritmo alto, constante. Senão, não adianta nada.
—Vou tentar fazer isso da melhor forma possível.
Erika começou com pulos simples, de aquecimento. Precisava encontrar aquele flow que permitia coordenar o movimento da corda com os pulos. Aos poucos foi conseguindo e o ritmo aumentou. Com isso, os peitos dela começaram a balançar.
—Pra mim, você não colocou sutiã só pra mostrar como seus peitos balançam, sua peituda.
Não, não… juro que trouxe. Tô certa disso.
—Sim, sim… claro. Bem que você deve gostar que o pessoal fique olhando pra sua buceta… por isso anda sempre com decotes gigantes.
A Erika não lembrava de muitos "decotes gigantes", na verdade a mania de usar decotes foi pegando nas últimas semanas, sem saber bem por quê. Embora estivessem longe de ser "gigantes". Preferiu mudar de assunto, sem parar de pular.
—O que exatamente o Fermín faz que te irrita tanto?
—Mmmm… pra começar, ela toma conta do ringue. Ninguém sobe sem a permissão dela.
—Xamira conseguiu subir.
—Sim, mas olha como tão cercando ela. —Fermín e dois amigos dele estavam de pé na frente da Xamira, de braços cruzados. Ela tava relaxada, no canto, com as mãos nas cordas—. Tão interrogando ela. Tão decidindo se vão deixar ela ficar no ringue ou não.
—Tem mais alguma coisa que vocês fazem pra encher o saco? — Perguntou Erika, a respiração já ficando ofegante, os peitos dela não paravam de balançar e os pés se moviam com agilidade.
—Basicamente é tudo a mesma merda. Ele e os amigos dele se acham os donos da academia. Fazem o que querem, e às vezes até expulsam o pessoal do lugar… tô te falando, como se fosse deles. Ei… assim você não vai conseguir nada. Tem que pular mais rápido…
—Ok, vou tentar… uf… isso já é mais difícil —a corda começou a se mover mais rápido e Erika sentiu os músculos das pernas começarem a queimar. Fazia tempo que não malhava com tanta intensidade—. Treinar com você me lembra do anime Hajime No Ippo.
—O quê? Tá me comparando com o Ippo, é?
O tal do Ippo em questão era o protagonista de um anime de boxe, muito popular no Japão. Era um moleque de cabelo preto, sobrancelhas grossas e braços fibrados.
—Não, não… não foi isso que eu disse. Embora… você até lembra um pouco.
—Tá insinuando que eu pareço um cara? —Uma veia inchou na têmpora de Aldana Bengoechea.
—Não, claro que não…
Erika admirou a basca. Tinha um corpo que, de longe, dava pra confundir com o de um homem. Nem peito ela tinha direito. Era toda definida: braços, pernas e abdômen trincados. Usava cabelo curto e tinha um olhar duro, desafiador. As costas largas também ajudavam a reforçar essa imagem masculina. Talvez o traço mais feminino dela fossem as nádegas. Eram bem redondas, bem desenhadas… dava inveja em qualquer mulher que sonhasse em ter uma bunda boa.
—Se continuar pulando desse jeito, um peito vai escapar —disse a Basca—. E acho que já entendi onde você quer chegar. Você acha que sou uma machona… talvez até tenha assumido que sou lésbica. Por isso vem se fazer de puta comigo, me mostrar esses peitos todos.
Não, Aldana… nada a ver. Juro que não pensei nisso.
—Cê acha que eu sou otária? E vou te falar uma coisa: não sou nenhuma sapatão, e se fosse, não ia procurar uma gostosa tão idiota que nem você… não importa o tamanho das suas tetas. Tá claro?
—Sim, sim… bem claro. Desculpa se me expressei mal, não era minha intenção.
—E pula mais rápido, porra —exclamou, com tom autoritário—. Vai, mostra aí… quero ver como essas tetas quicam.
Os peitos da Erika pulavam cada vez com mais violência, ameaçando escapar do top que mal dava conta de segurá-los. No meio de tanta sacudida, uma das tetas conseguiu se soltar. O mamilo rosado dela ficou completamente à mostra… embora ninguém estivesse olhando na direção delas. Mas a basca percebeu.
—Tá vendo? É isso que você tava procurando. Sua namoradinha sabe que você veio dar uma de puta comigo?
—Que namoradinha?
—Quem vai ser? A LeClerc, aquela que anda o dia inteiro contigo. Bem que vocês devem se acabar entre si… mas já te deixei claro que comigo você não vai conseguir isso.
—Eu não tô tentando… hmm… posso parar? Assim eu me ajeito…
—Não, continua. Você queria mostrar os peitos, agora segue.
Erika continuou pulando o mais rápido que o corpo dela permitia, os peitos dela não paravam de balançar, especialmente o direito… o que tinha conseguido escapar. E talvez o peito esquerdo tenha se sentido muito sozinho dentro do top, por isso também resolveu sair e se juntar à companheira.
—Uai… olha como essas tetas quicam. Parecem de borracha —disse Aldana Bengoechea, com uma risada maliciosa—. Dá pra ver que tu gosta de esquentar paus… e bucetas.
A basca virou a cabeça e viu que um dos amigos de Fermín estava virando o rosto na direção dela. Ela se aproximou mais de Erika e ficou presa pela corda. As duas mulheres ficaram coladas, uma na outra, quase como se fossem se beijar. Erika arregalou os olhos, sem entender nada.
—Agora sim, tapa essas tetas. Não quero que aquele punheteiro te veja assim.
—Ah, tá… tá… valeu.
—Tem que tomar cuidado com esses caras. Veem uma bunda boa ou um par de peitos bons, e perdem o controle. Às vezes até comem alguma aluna no vestiário.
—E imagino que isso vai contra as regras…
Sim, mas não tenta derrubar eles por esse lado. Vai ter que achar outra coisa.
—Por quê?
—Porque sim… porque você só vai se meter em confusão. Faz o que eu tô falando.
Erika colocou os peitos de volta dentro do top. A respiração ofegante dela fez com que as tetas grudassem nas pequenas protuberâncias do peito da basca.
É, já sei — disse ela, como se Erika tivesse falado alguma coisa —. Eu não tenho peito nenhum. Não precisa ficar esfregando na minha cara desse jeito.
—Desculpa, só tava me ajeitando.
—Sim, sim… tanto faz. Enfim, vamos fazer alguma rotina pra fortalecer os braços.

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No final da aula, a Siara ficou na sala pra trocar uma ideia com a professora Stefany, que ainda tava pelada. A Siara achou que ela ia se cobrir com um roupão ou algo assim, mas não fez isso. Sentou no meio da sala com toda naturalidade. "É verdade que ela é nudista", pensou a Siara.
—O que você achou da sua primeira aula? — Perguntou a professora, com um sorriso caloroso.
—Muito boa, curti pra caramba, mesmo eu dando uma analisada no que tava rolando.
—E aí, já conseguiu tirar umas conclusões?
—Não, é cedo demais pra isso. Mas me veio uma ideia que pode ajudar na investigação. Percebi que às vezes os alunos se reúnem fora do horário escolar pra fazer trabalhos em grupo.
—Isso mesmo. Eu gosto que as atividades do clube continuem além dessas quatro paredes.
Stefany subiu um dos pés na cadeira, deixando a buceta tão exposta que parecia que estava esperando ser penetrada. Siara percebeu esse detalhe e se mexeu desconfortável no assento. Conseguiu se acalmar repetindo mentalmente que, para Stefany, ficar sem roupa na frente dos outros devia ser completamente normal, não a incomodava nem um pouco… nem mesmo com a buceta toda aberta.
—Muito bem, então você deveria me dar um trabalho com o Diógenes… e se possível, que a Yelena vá junto. Assim a gente pode conhecê-lo melhor. O ideal seria a gente se reunir pra fazer o trabalho na casa dele. Queria conversar com a mãe dele, pessoalmente.
—Essa é uma boa ideia. Vou deixar isso anotado no grupo de WhatsApp do clube, assim ninguém perde tempo e já começa a planejar tudo.
—Genial, quanto antes fizermos, melhor. Aliás, aula muito boa. Me diverti pra caramba, mesmo não sendo tão fã de arte.
—Fico muito feliz em ouvir isso. Tomara que você decida ficar mais tempo, mesmo que o problema do Diógenes já tenha sido resolvido.
—Mmm… pode ser, vou pensar no assunto.
Siara se despediu da professora Stefany, ela ficou bem tranquila, acariciando a buceta dela na cadeira. Siara achou que quando ela fosse embora, a Stefany ia bater uma boa punheta. Pareceu que aquela mulher era meio doida; mas ela gostava dela. Achava ela simpática.
É uma maluca gostosa, igual a Erika.

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Erika e a basca treinaram juntas por quase uma hora. Fizeram séries de braço, perna e costas. Erika acabou implorando pra pararem, porque não aguentava mais. Juntas, foram pros vestiários. Erika viu de canto de olho a Xamira continuando o treino, dando porrada pesada num saco de boxe, enquanto um dos amigos do Fermín segurava ele. Parece que ela tinha conseguido o que queria.
Assim que entraram no vestiário, Aldana Bengoechea começou a tirar a roupa. Erika ficou de boca aberta olhando pra ela. Deu pra ver os músculos das costas se marcando e, de frente, os peitos dela pareciam estar se transformando em peitorais masculinos. Quando tirou a calça, Erika se surpreendeu: por um segundo, achou que ia ver um pau venoso e imponente, mas, em vez disso, viu que Aldana tinha buceta. Só que era uma buceta… pouco feminina, se é que o termo não soa contraditório demais. A região pubiana da basca era bem musculada e definida, completamente depilada também, como se nunca tivesse nascido pelo por ali.
—Por que você fica me olhando assim, pussy, nena? Por acaso você gosta do que vê?
—Eh… não, não…
— Não gostou? — Aldana franziu a testa.
—Hã… desculpa, não foi isso que quis dizer… é que… não tava te olhando a buceta desse jeito. Só me surpreendi como teu corpo é definido. A Xamira ia ter orgulho de você, ela também curte marcar os músculos, igual você faz.
—Mmm… sim, imagino que essa mina deve ter um corpão. Por si só já tem uma bunda linda pra caralho.
—Bom, vou dizer pra ela que você pensa isso dela.
Não, não… ela vai achar que sou sapatão. Não foi assim que eu quis dizer.
—Sei, entendi por que você disse isso. A Xamira é gostosa. Você também é.
—Ahã… cuidado com o jeito que você me olha, já sabe que comigo não vai conseguir nada. E o que você tá esperando? Mostra logo essa buceta… ou será que vai tomar banho de roupa? Há pouco você tava me mostrando todos os peitos, vai me dizer que tá com vergonha agora?
—Não, não… já vou tirar tudo.
Erika tirou a roupa num segundo — se a basca já estava pelada, então ela não ligava muito. Podia ficar sem roupa na frente de uma mina, se ela também tivesse. Começaram a tomar banho de boa, uma do lado da outra. Erika não conseguia evitar dar uma olhada de canto na basca, e percebeu que ela também tava de olho nela.
—Não te dói as costas? —Perguntou Aldana—. Quer dizer… com um par de peitos desse tamanho… tu tem que carregar muito peso.
—Às vezes incomodam um pouco; mas já me acostumei.
—Pode até parecer besteira, mas eu sempre quis ter um peitão desse. —De repente, a Erika percebeu que a basca tinha baixado a guarda, estavam tendo uma conversa mais típica de duas amigas de confiança. Decidiu que era um bom momento pra fazer as pazes.
—Acho que você não precisa de mais peitos. O que te falta na frente, você compensa atrás. Você tem uma rabuda, igual a da Xamira… ou talvez melhor.
—Olha quem fala… não vem me elogiar a bunda, porque a sua é gigante e eu sei que não tenho tanta assim — uma das mãos da basca se fechou sobre a nádega direita de Erika e apertou com força —. Isso sim, você tem ela bem molinha, falta tonificar.
—Você tem uma bunda melhor que a minha. Quando o amigo do Fermín olhou pra onde a gente tava, não foi pelos meus peitos. Ele nem conseguia me ver, você me tampava. O que ele tava olhando era a sua bunda. E acho que agora entendo por que você não quer que eu use contra ele aquela parada de que eles comem as alunas nos vestiários.
—O que você tá insinuando, peituda?
—Você fez alguma coisa com o Fermín? Ou com algum dos amigos dele?
O rosto da basca se transformou de novo e virou a cara da fúria. Ela empurrou a Erika, que ficou com as costas na parede pra não bater de frente. Lá foi encurralada pela Aldana, que colocou uma mão no ombro dela e segurou ela contra a parede.
—Olha, sua puta… tu tem uma cara de piranha que te denuncia. Talvez tu seja a piranha que comem no banheiro —disse a vasca—. Não me mete nas suas fantasias.
—Acho que não é fantasia, não. Se você quer que mandem o Fermín embora, o mais fácil é provar que ele transa no vestiário com outras alunas. O único motivo pra você não querer que isso aconteça é porque você foi uma dessas alunas.
Os olhos da basca se encheram de sangue. Erika levou um susto ao sentir algo duro se enfiando na sua buceta. Levou uma fração de segundo pra ela perceber que eram dois dedos.
—Você tá toda aberta e molhada —disse Aldana, enquanto mexia lá dentro da buceta dela—. Pra mim, você é quem tá com vontade de levar uma pirocada no vestiário. Será que cê gosta do Fermín? Viu a pica dele e já ficou com a bucetinha toda molhada?
—Eu não quero fazer nada com o Fermín… ai… devagar, que tá doendo. Assim não se toca numa dama. Ai…
—Você não é nenhuma dama, peituda. É uma puta do caralho, dá pra ver na sua cara e no jeito que você fica mostrando as tetas o tempo todo. —A mão que estava no ombro agarrou um dos peitos de Erika, com força.
—Auch… sei que tá puta comigo. Sei que não sou tua cara. Mas só tô tentando ajudar, e pra isso preciso saber a verdade. Ai… devagarzinho. —Os dedos da basca subiam e desciam, como se ela estivesse masturbando ela—. Tenho certeza de que o amigo do Fermín tava de olho em você…
—Mentira. Os homens não me olham desse jeito. Acham que sou mais um deles. Quem ele tava olhando era você. Não queria perder essas tetonas pulando pra fora do decote —apertou a teta com mais força e afundou mais os dedos na buceta—. Se te vissem assim, toda peladinha, molhada e com a buceta aberta, te dariam uma trepada daquelas… sem pensar duas vezes. Encheriam todos os seus buracos de porra. Isso sim que seria lindo de ver. Morro de vontade de saber como ficaria seu cu aberto e escorrendo porra. Você tá pedindo pra ser comida a noite inteira, puta de peitão.
—Ai, não… não sou nenhuma puta… nem acho que você seja — a mão direita de Erika desceu até a entreperna da basca e começou a acariciar os lábios da buceta dela.
—Mas o que você tá fazendo?
—Vou te mostrar como se toca uma mulher, sem fazer ela sentir dor… porque não gosto do jeito que você tá enfiando os dedos em mim. Faz assim, com mais suavidade — dois dedos dele penetraram a basca. Ela soltou um gemido agudo e o rosto ficou vermelho. Ficou de olhos bem arregalados.
—Para aí, magrinha… tu tá entendendo tudo errado. Não vem com essa de sapatão agora…
—Nada disso. Só tô tentando te ensinar bons modos. Viu? Assim é melhor… devagar, com calma.
A basca ficou pasma com o tratamento vaginal que a Erika estava dando e, sem perceber, começou a imitá-la. Seus dedos se moveram mais devagar na buceta da peituda e, depois de alguns segundos, as duas estavam se tocando do mesmo jeito. Com calma, suave, mas com uma grande ênfase no clitóris, onde usavam os polegares.
—Mmm… isso… assim, muito melhor —garantiu Erika—. Se quiser, a gente pode se dar bem.
—Eu não…
—E não tô falando num sentido lésbico. Não tô te tocando porque quero transar com você, nem espero que você queira fazer isso comigo. Tô te tocando pra você saber que pode confiar em mim, pode me contar qualquer coisa. Nunca vou contar pra ninguém.
Aldana tava como hipnotizada, o corpo dela tava cedendo pros toques experts da Erika e ela encontrou uma certa paz em tocar a Erika também.
—Você tem uma buceta linda —disse Erika—, é muito macia —soltou uma risadinha—. Você pode ser muito durona por fora; mas por dentro é suave, molinha… e quentinha.
—Olha quem fala. A sua buceta tá mais quentinha que a minha. Meus dedos tão queimando. Não é à toa que os caras da escola tão tudo doido por você, peituda. Morreriam de inveja se soubessem que eu tô tocando essa argola. —Enterrou os dedos o mais fundo que pôde e deixou eles lá enquanto esfregava o clitóris com o polegar—. É… linda. Tô falando sério. E isso me dá uma certa raiva, sabe? Eu queria ter uma buceta tão bonita quanto a sua… uma bunda igual a sua, uns peitos iguais aos seus… e uma carinha tão gostosa quanto a sua. Mas sou assim. Pareço um cara.
—Talvez você tenha o corpo bem definido, e isso te dê traços masculinos; mas você tem um rostinho muito lindo. Tenho certeza de que com um pouco de maquiagem e um vestido bonito, você chamaria muita atenção.
—Eu me sentiria um palhaço com a cara maquiada —Aldana baixou a guarda de novo e se deixou curtir as apalpadelas sem parar da Erika—. Caralho… você é boa nisso, sua puta mãe.
—Gosto de me masturbar, tenho muita prática.
—E imagino que você deve ter praticado com a Siara.
—Mmm… pode ser. Te conto se você me contar a verdade sobre o Fermín.
Enterrou os dedos na buceta da basca e acelerou o polegar, fazendo ela gemer de prazer. A basca respondeu esfregando o peito dela com mais vontade.
—Sabe o que mais me irrita em você? —Perguntou a basca—. É que você mencionou Hajime No Ippo… e é meu anime favorito.
—Ai… meu deus… eu amo anime. Pra caralho… e eu adoro o Ippo. Minha cena favorita é quando…
—Não quero saber disso.
—Por que não?
—Porque tenho medo de que seja MINHA cena favorita… e você ia estragar ela pra mim.
—Ufa… tá bom. Mas é uma pena que a gente não possa falar de Hajime no Ippo, adoraria trocar uma ideia contigo.
—Vai ser outra hora. Ainda tenho que me preparar mentalmente pra isso. Ah, aliás… se você contar pra alguém, juro que te mato —ameaçou Aldana.
—Te prometo que ninguém mais vai ficar sabendo. Nem minhas amigas. Isso fica entre você e eu.
—Tá bom… como você já deve imaginar, os caras geralmente não me olham do mesmo jeito que olham pra você. Me tratam como se eu fosse mais um brother no grupo de amigos. Nem mandam uns comentários pesados e falam de "mulher" como se eu não fizesse parte desse time. Um dia eu me irritei com o Fermín, por causa daquela atitude metida dele, de se achar dono da academia… pensei que a gente ia acabar brigando. Mas sabe o que ele fez? Abaixou a calça… estávamos aqui mesmo, nesse vestiário. Ele falou: vai, vem aqui… dá uma provadinha. Sei que você vai gostar.
>No começo, achei que ele tava falando só pra me humilhar. Ele insistiu e deixou bem claro que só queria fazer as pazes comigo… e que já fazia um tempo que tava afim de me comer. Isso… me impactou pra caralho. Nunca um homem tinha se oferecido pra mim daquele jeito, muito menos um tão gostoso quanto ele… e, deus, a pica que ele tem. Se você visse, sua buceta molha na hora. Juro por Deus.
—Acho que não vai rolar comigo. Enfim, não importa, continua me contando.
Enquanto conversavam, seus dedos não paravam de se mexer na buceta da outra.
—No consegui resistir no final. Não vou mentir, não gosto do Fermín; mas fantasiei mil vezes em chupar a pica dele, especialmente depois de ver uma das vadias da escola chupando ela. Eu queria fazer o mesmo… e naquele dia pude me dar ao luxo. Não hesitei mais, me ajoelhei e chupei ela toda. Ficou durona pra caralho e isso me fez sentir mais mulher do que nunca.
—Que lindo, deve ter sido um momento muito importante pra você.
A basca sorriu com calor pela primeira vez na frente da Erika.
—Valeu. Sim, foi um momento muito especial. Aliás… desculpa se às vezes te trato meio mal. É que você… caralho, você é tão gostosa que me dá raiva. Dá vontade de arrancar esses peitos seus e colocar em mim.
—Por favor, não arranca meus peitos. Pode tocar eles à vontade, contanto que deixe eles no lugar.
—Se eu tivesse umas tetas iguais a essas, ficaria passando a mão o tempo todo… e deixaria geral apalpar também. São muito… espremíveis. —Aldana se mexeu sem pensar, colocou a teta direita da Erika na frente da boca e deu uma chupada no mamilo, depois começou a lamber. Os movimentos dos dedos nas duas bucetas aceleraram ainda mais—. E muito chupáveis… —Ela lambeu e chupou várias vezes de novo. Agarrou aquela teta como se quisesse tirar leite dela. Quando soltou, falou—. Se você contar pra alguém que chupei sua teta, eu te mato.
—Fica tranquila, não vou contar nada do que você fizer hoje, ou do que me contar.
—Também não quero que você pense que sou sapatão. Fiz aquilo porque… bem, porque queria saber qual era a sensação de chupar um peito desse. Pra saber se vale a pena ter eles assim.
—E qual é o veredito?
—Sim. É uma delícia. Chupar essa buceta é uma maravilha. Se eu tivesses esses peitos, deixava meus amigos e amigas chuparem eles.
—Às vezes deixo a Siara me chupar... e às vezes eu chupo ela. Só pra deixar claro, ela não é minha namorada. Somos só amigas. Acho que agora você consegue entender melhor.
—Mmm… pode ser, sim. Deve ser muito foda ver vocês duas chupando os peitos uma da outra. Desculpa eu não ter muito pra oferecer.
Erika se jogou sobre um dos peitos de Aldana e começou a chupar do mesmo jeito que ela tinha feito com a teta dela. As duas acompanharam essa ação com uma masturbação mútua bem intensa.
—Uai… caralho… até nisso você é boa pra caralho. Te odeio, Erika. Tá me deixando com tesão… e não do jeito que eu quero que me deixe.
Erika tirou os dedos da buceta da vasca, lambeu os sucos vaginais que tinham ficado ali, e depois os enfiou de novo.
— Tava gostosa? — Perguntou Aldana, com um sorriso.
—Sim, muito gostosa.
A basca repetiu a ação, lambeu os dedos com os sucos da buceta da Erika e disse:
—Você também tem uma buceta muito gostosa… e tenho certeza de que é ainda mais gostosa. Porque eu já chupei os dedos enquanto me masturbava… e, puta que pariu, não é possível que você tenha a buceta muito mais gostosa que a minha. Que ódio que me dá. Até nisso você tem que ganhar de mim.
Sem avisar, a Erika enfiou os dedos na boca da basca, pra dar uma provada nos próprios sucos dela. Ela se agarrou a chupar, de olhos fechados. Depois fez a mesma coisa, enfiou os dedos na boca da Erika e as duas ficaram ali, bem quietinhas, chupando os dedos uma da outra.
Depois de alguns segundos de prazer, a Erika disse:
—Me conta o que mais rolou com o Fermín. Imagino que não ficou só numa chupada de pau.
—Não, claro que não. Depois que chupei a buceta dela por um tempo, ela pediu pra eu ficar de quatro, em cima de um dos bancos do vestiário. Eu fiz, achando que ela ia meter em mim pela buceta, mas não… ela tinha outros planos pra mim. Ela lubrificou bem a pica com saliva e começou a meter no meu cu.
As duas mulheres voltaram a se masturbar uma à outra.
—Uai… isso deve ter doído pra caralho.
—Sim, muito… especialmente porque eu não tinha muita experiência com sexo anal.
—Nunca te enfiaram no cu?
—Uma pica de verdade? Não. Só… hum… consolos.
—Ah, bom, pelo menos você já tinha praticado com alguma coisa.
—Sim, mas não com algo tão grande quanto a pica do Fermín. Mesmo assim, tava com tanta vontade de provar a pica dele, que nem me importei. Até pedi pra ele insistir, empurrar até conseguir enfiar tudo, até o fundo. Queria que ele arrebentasse minha bunda.
—Isso te fez sentir mais mulher?
—Não exatamente… e é que enquanto o Fermín tava metendo em mim, chegou um dos amigos dele: o Joaquín Brunardi.
—O Joaco.
—Esse mesmo. E esse loirinho começou a rir de mim. Falou: “Você parece um viado que tá levando uma surra de buceta”.
—Uai… E como isso te fez sentir?
—Igual um puto que tá levando uma surra de cu.
—Ah… que merda.
—Sim, e o pior de tudo era que, apesar da humilhação, eu queria continuar aproveitando. Deixei que me humilhassem em troca de um pouco de prazer sexual, mesmo que fosse prazer anal.
— E aí, deu prazer mesmo levar aquela pirocada no cu? Tô falando de prazer físico, sacou?
—Sim, e muito… é que o Fermín pode ser um baita babaca e um filho da puta; mas… fode muito bem. Bom demais. Ele me deixou louca com o pau dele. Tanto que quando ele pediu pro Joaco tirar o pau e me dar de comer, eu não recusei. Mais ainda, até curti ter pra mim os paus dos dois caras mais gostosos do colégio. Sei que muitas mulheres sonham em transar com eles, e eu me dei ao luxo de fazer isso. O Fermín me comeu no cu por um tempão… e o Joaquim enfiou o pau até o fundo da minha garganta e depois encheu minha cara de porra. Fiquei assim, toda melada de porra na cara… e no cu. Meio humilhada; mas feliz por ter conseguido um momento sexual que posso lembrar quando vou bater uma.
—Foi sua primeira vez?
—Não, já tinha provado pica. Embora não duas ao mesmo tempo. Sim, foi minha primeira vez no cu, como te falei… e não foi a última.
—Teve mais?
—Sim, mas agora não quero falar disso.
—Ok… agora entendo por que você não quer que eu use esse assunto pra expulsar o Fermín. Você tem medo que contem pra todo mundo que você também foi uma das que deu no vestiário.
—Sim, por isso prefiro que procurem outra alternativa.
—Tá bom, vamos achar outro jeito. E fica tranquila, não vamos contar pra ninguém.
A basca sorriu e depois se animou a dar um beijo rápido na boca dela.
—Até seus lábios são mais bonitos que os meus. Te odeio, peituda. Sério. Me dá uma raiva que você seja tão gostosa.
Depois disso, elas se separaram e pararam de se tocar. Terminaram de se vestir e ficaram batendo papo sobre bobeiras, como se fossem amigas de longa data. Se vestiram e cada uma seguiu seu próprio caminho.
As duas se masturbaram assim que chegaram em casa, sem saber que a outra também estava se tocando.
       
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1 comentários - Intriga Lasciva - O Instituto

ftirach +3
Nokomi, QUE ALEGRÍA QUE ESTES DE VUELTA ! ! ! Fue una larga espera. Muchos saludos