Intriga Lasciva - O Colégio

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Intriga Lasciva - O Colégio




Capítulo 31.

A Rebelião de Yelena.

Alguns vão pensar que pra Yelena o mais difícil foi o tratamento de mudança de sexo; mas isso não foi difícil pra ela. Ela até curtiu o processo, porque ao ver o corpo dela se transformando e ficando cada vez mais parecido com o da irmã, a alegria no coração dela só crescia. O mais difícil foi se afastar da família, começar uma vida nova longe deles. Ela decidiu que o melhor era deixar Mendoza pra trás, foi morar em outro estado, num apartamento bonito, mas não muito caro. Ela conseguia bancar porque a mãe mandava uma grana boa toda semana, sem falta.
Yelena falou com a mãe sobre isso e disse que não precisava mandar tanto; mas Agustina foi implacável. Continuou mandando o mesmo valor como se fosse um pagamento semanal pra um dos funcionários dela. Yelena desistiu e teve que admitir que essa grana extra dava uma puta tranquilidade. Ela tinha vários problemas na vida, mas nenhum era financeiro. Além disso, o tratamento de mudança de sexo não foi nada barato, mesmo tendo conseguido um bom desconto com o médico responsável, porque Yelena… fez uns favores pra ele.
Rebeca quis visitá-la mais de uma vez, mas Yelena não deixou. Disse que na próxima vez que se encontrassem, as duas iam parecer irmãs gêmeas. Senão, não se veriam. Rebeca aceitou essas condições e esperou paciente todo o tempo que foi preciso.
Quando finalmente Rebeca conseguiu viajar pra encontrar a irmã querida dela, ficou chocada ao vê-la.
—Nossa! Você tá idêntica a mim. Não acredito. Até… o nariz, tudo.
—É que também aproveitei pra dar uma ajustada no nariz. O meu era largo demais, comparado com o seu. Aliás, valeu demais por todas as fotos que você me mandou, principalmente as das tetas. Serviram de modelo perfeito pra explicar pro médico exatamente o que eu queria.
—Tira a roupa —pediu Rebeca—. Quero te ver pelada.
—Já imaginava que você ia falar isso.
A Yelena tirou toda a roupa e ficou completamente pelada na frente da irmã. Rebeca olhou fascinada. Não só os rostos eram idênticos, mas os corpos também. Os novos peitos de Yelena tinham o mesmo formato e o mesmo tamanho que os de Rebeca. Ela até se despiu também e elas compararam. Eram idênticos. As duas posaram na frente do espelho e foram comparando cada parte do corpo: as pernas, a cintura, o quadril, a bunda. Tudo igual… exceto, claro, pelo detalhe que balançava entre as pernas de Yelena.
—Tá vendo? Te obedeci… depilação definitiva. Ficou bonita, né?
—Gostosa. Confesso que adoro sua pica, é a mais linda que já vi na vida.
—Isso você diz porque é um pouquinho narcisista e tá me vendo igualzinha a você; mas com pinto.
—Pode ser… se eu pudesse ter uma pica por um dia, adoraria que fosse igual à sua… bem grossa, um pouco comprida… com essa cabeça tão perfeita. É… bonita. E fico feliz que você não tenha tentado operar essa parte também.
—Nem louca. Quero ser mulher, mas adoro minha piroca… me sentiria mutilada sem ela.
—É isso aí… além disso, se você não tivesse uma rola… a gente não poderia se divertir do jeito que eu quero.
—Do que você tá falando?
Rebeca se ajoelhou na frente da irmã, as duas trocaram olhares através do espelho.
—Espera… não… você ficou maluca?
—Não seja tarado, Crist… em… digo, Yelena. Você me conhece muito bem, sabe o quanto eu admiro meu próprio corpo. Cê realmente achou que eu não ia fazer nada sabendo que no mundo tem um clone de mim mesma, mas com pau? É a fantasia mais safada que passou pela minha cabeça, e agora tenho a chance de realizar ela.
—Mas… você é minha irmã…
—Eu sei… e isso torna tudo ainda mais excitante.
Rebeca abriu a boca e engoliu boa parte da pica da Yelena. Começou a chupar com uma devoção absoluta, como se estivesse satisfazendo uma rainha. Como se estivesse saboreando o pedaço de carne mais gostoso do mundo.
Yelena ficou meio atordoada com a irmã chupando a rola dela; mas depois de todas as conversas extremamente íntimas que tiveram, dos roços que chegavam perto demais do ato sexual e de terem compartilhado centenas de fotos e vídeos pornográficos delas se divertindo com o Ernesto e outros amantes, chegar até esse ponto não parecia tão surpreendente. Ela até pensou que demoraram pra isso, podia ter acontecido bem antes.
Decidiu relaxar, se a Rebeca queria curtir o pau dela, ela também ia aproveitar o momento. Graças à irmã Yelena, descobriu que a atração sexual que sentia não se limitava só aos homens. As mulheres continuavam parecendo incrivelmente gostosas e o pau dela ficava duro quando via alguma mina bonita pelada ou mostrando a buceta.
O ato continuou na cama da Yelena, Rebeca abriu as pernas pra ela e disse:
—Ter uma irmã com pau é a coisa mais linda que já me aconteceu na vida. A gente é feita uma pra outra. Olha a buceta que eu tenho pra você…
Ela abriu com os dedos e a Yelena não resistiu à safadeza. Queria possuir a irmã dela. Queria meter até o fundo. Se posicionou na frente dela, apontou o pau e a penetrou. Sentiu que aquela buceta era pura glória. Se moldava perfeitamente ao tamanho e à forma do pau dela. Exatamente como a Rebeca disse, pareciam feitas uma para a outra.
—Uf… sim, assim… me dá sem medo. Me come bem comida. Duro e sem parar. Sem hesitar. Sabe que sou muito puta… já sabe como eu gosto de ser macetada.
Segurou ela pelas pernas e começou a meter com força. Nunca tinha transado desse jeito com ninguém antes. Normalmente, ela era mais tranquila quando dava pro Marcos, ele preferia algo mais suave. Já sabia que a Rebeca era uma puta insaciável que adorava uma foda bruta, bestial, onde sentisse que perdia o controle da situação e virava uma boneca sexual, à mercê do amante.
Depois de ficar um tempão transando nessa posição, a Rebeca ficou de quatro e pediu o que a Yelena tanto esperava:
—Mete em mim pelo cu. E já sabe… eu gosto de levar forte. Não tenha pena de mim. Eu aguento. Essa bunda é bem treinada.
Depois de ter visto tantos vídeos da Rebeca dando o cu (principalmente o primeiro que ela levou), a Yelena já tinha fixado na cabeça a fantasia de provar aquela bunda. Ela pensava que talvez tivesse algo quase narcisista nisso, porque foder com a Rebeca era como foder com ela mesma. Mas não queria perder essa oportunidade.
Penetrou aquela bunda como tantas vezes Ernesto fez e, era totalmente verdade, estava bem treinada. Não teve resistência nenhuma, só precisou de um pouco de lubrificante e uma ereção bem firme pra rola deslizar pra dentro.
—Uff… sim… me arrebenta toda…
A Yelena sabia qual era o momento certo pra meter mais forte no cu, ela já tinha experimentado muito com a própria bunda. Esperou até a irmã atingir o ponto certo de dilatação e aí começou a meter com mais força.
A bunda da Rebeca levou muito castigo naquele dia, porque quando a Yelena aceitou que transaria com a irmã sempre que quisesse, aproveitou pra meter várias vezes. E a própria Rebeca pedia pra ela fazer isso. As duas sentiam que tinham que aproveitar cada minuto juntas, porque depois não iam se ver por meses.
Elas transaram até ficarem exaustas e só pararam porque queriam jantar alguma coisa. Pediram uma parrilla completa pra duas pessoas em casa e depois zoaram o jeito que o entregador ficou olhando pra Yelena.
—Tava com vontade de te comer, maninha —disse Rebeca.
—Espero que ele tenha entendido que depois seria a vez dele entregar a Booty — respondeu Yelena.
A irmã dela garantiu que ficaria lá por alguns dias, e a Yelena adorou a ideia. Ela se sentia sozinha, precisava de um pouco de companhia, especialmente agora que já tinha completado o tratamento para a mudança de sexo. Era um alívio poder passar por essa etapa acompanhada de alguém que ela amava tanto. As velhas discussões com a Rebeca não rolavam mais. Ela parecia ter amadurecido e não fazia mais comentários desaforados sobre os funcionários… a menos que quisesse ser "castigada sexualmente". Isso era diferente, era parte de uma brincadeira. A boa notícia é que ela já não os via como pessoas que valiam menos, como claramente fazia antes.
—Parece que o Ernesto fez um puta trabalho bom com você —disse Yelena.
—Dá pra dizer que ele me educou na base da porrada. Uma vez, pra provar pros colegas dele que eu tava completamente domada, ele colocou uma coleira no meu pescoço e me passeou completamente nua na frente deles, como se eu fosse uma putinha. Ainda por cima, colocou orelhas de cachorro em mim e uma rabeta com um plug anal. Pra me humilhar ainda mais, me fez mijar numa árvore do quintal levantando a patinha, igual uma vadia. Depois tive que chupar a pica dele e de todos os amigos dele, cinco picas eu engoli naquele dia e todas gozaram na minha boca.
—Mas... os cinco te comeram?
—Óbvio... chupar o pau deles foi só o começo. Depois me usaram como boneca sexual. Enfiaram em todo lugar... principalmente no meu cu. Zoaram bastante meu cu; mas entendo eles... estavam realizando a fantasia de arrebentar a bunda da filha do chefe. Pra eles foi a melhor noite da vida deles... e pra mim também. Você não faz ideia do quanto me excitou ser tratada desse jeito. Não é algo que eu faria todo dia, porque talvez minha cabeça não aguentasse; mas com certeza topo repetir, se pintar a oportunidade.
A Yelena ficou impressionada com o jeito que a irmã se entregava pro Ernesto. Ela entendia a submissão, até se considerava submessa; mas ainda não tinha chegado naquele nível. Ficou se perguntando se um dia chegaria.

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Quando Yelena abriu a porta, não esperava encontrar a mãe dela. Agustina se jogou nela na hora e deu um abraço apertado, enquanto os olhos se enchiam de lágrimas.
—Você está gostosa —repetiu uma e outra vez—. Você está gostosa.
—Valeu, mãe… só que… não esperava que essa fosse a primeira vez que você me visse assim. Falei que a gente ia se preparar direitinho pra esse momento.
—Eu sei, mas não dava mais pra esperar. Falei com a Rebeca uns dias atrás e… enfim… melhor você entrar, aí a gente bate um papo.
—Sim, claro… pode entrar. Essa é sua casa. Literalmente, porque o aluguel quem tá pagando é você.
—Não quero que você pense assim. Esta é sua casa, Yelena.
Chamar ela pelo novo nome de um jeito tão carinhoso a emocionou. Ajudou a mãe com as malas, parecia que ela também planejava ficar vários dias. Se perguntou onde ela iria dormir, porque na casa só tinha uma cama. O outro quarto tinha sido preparado como um pequeno ateliê de arte.
—O que é tudo isso? — perguntou Agustina ao ver as telas e as tintas.
—Algo que tô tentando focar. Me mantém a cabeça limpa até eu começar os estudos.
—Vai estudar?
—Sim, já pedi a inscrição pra um instituto muito foda daqui da cidade. Tô esperando resposta. Enquanto isso… me distraio com pintura. Aprendo com tutoriais e cursos na internet.
—Ai, acho genial. Não é bom ficar o dia inteiro sem fazer nada. A cabeça prega peças muito ruins, por isso eu cuido das finanças na empresa. Preciso fazer alguma coisa enquanto o Lisandro cuida das relações públicas. Mas imagino que você não queira falar do seu pai.
—Não, a verdade é que não.
—Tá bom, eu entendo. Também tô puta com ele —Agustina sentou num sofá e pediu uma parada gostosa pra beber, um café expresso já tava de bom tamanho. Enquanto Yelena preparava, ela continuou falando—. Te contei que não transo mais com ele?
—Não sabia de nada.
—Estamos oficialmente separados. Dormimos em quartos diferentes. Ele se deita com as putas dele e eu… bom, você já sabe. Ernesto e… mais algum dos funcionários. Mais de um topou aceitar o mesmo contrato que o Ernesto.
—É verdade essa história do contrato? Cê paga mesmo pra elas transarem com você?
—Comigo e com a Rebeca. É um jeito de a gente se cuidar. Eles cumprem certas obrigações e a gente paga eles por isso. Assim ninguém se sente forçado a fazer nada. Além disso, podem cancelar o contrato quando quiserem.
—Mmm… bom, por esse lado, até que parece legal. E você e a Rebeca tão aproveitando bastante esses… serviços? —Yelena entregou o café expresso pra ela.
—Sim, pra caralho. Quase todo dia. Principalmente nos fins de semana que o Lisandro não tá. Esses são os melhores dias. Aí a gente fica com a casa só pra nós e só deixa os funcionários que são contratados pra transar com a gente. Então…
—Ai, meu Deus… isso deve ser… um puta de um trepadeiro.
—É uma orgia constante que dura entre dois e quatro dias, dependendo de quanto tempo seu pai demora pra voltar.
—Mas de quantos funcionários a gente tá falando, mãe?
—Mmm… da última vez foram oito.
—E os oito só pra você e pra Rebeca?
—É isso aí. Nós somos umas privilegiadas —Agustina sorriu e deu um gole no café—. Como é que eu explico isso pra ficar claro? Mmmm… a gente vira as putas desses caras, é como se por quatro dias eu e a Rebeca trabalhassemos pra eles… realizando todas as fantasias sexuais deles.
—Mas… por que vocês neles e não o contrário?
—É disso que se trata o jogo, Yelena. Quando a gente se acostuma a ter tanto poder, dar ordens fica chato e sem graça. Graças à Rebeca, entendi como a submissão total pode ser excitante e gratificante. Se entregar completamente… como se fôssemos as escravas sexuais desses caras. E é… uf… bom demais. Eles nos comem o tempo todo, e só quando eles querem. Às vezes preparam um churrasco, com bons copos de vinho, e a gente tem que se vestir de empregada… e você já imagina como são esses conjuntos.
—Imagino eles como fantasias totalmente pornográficas —disse Yelena, sorrindo. A situação começava a diverti-la. Nunca imaginou que sua mãe pudesse ter uma faceta tão sexual, e sabia que Rebeca era a responsável por isso.
—Sim, porno total. Ficamos muito gostosas, por sinal. E bom, a questão é que elas nos apalpam, a gente fica chupando paus, gozam na nossa boca sem pedir permissão, nos obrigam a engolir a porra delas... metem no nosso cu, fazem o que querem e quando querem. São dias de puro prazer. Saímos destruídas... mas felizes.
—E me diz uma coisa, mãe… Entre você e a Rebeca, rolou alguma coisa?
—Claro que sim —a resposta veio da própria Rebeca, que acabara de sair do quarto da Yelena, completamente pelada. Ela estava meio despenteada, porque tinha acabado de acordar de um cochilo à tarde. Chegou perto da mãe, beijou ela na boca e sentou ao lado dela—. Cê acha mesmo que esses caras vão passar o fim de semana inteiro comendo a gente e não vão aproveitar pra realizar a fantasia de ver uma mãe e uma filha trepando?
—Bom, colocando desse jeito… seria meio absurdo eles deixarem passar.
—Foi uma das primeiras coisas que eles fizeram — disse Agustina. — Quando perceberam que a gente tava disposta a obedecer eles em quase tudo, me pediram pra chupar a buceta da Rebeca… depois que um deles tinha gozado dentro dela. Eu tinha que limpar ela. E claro, no começo achei uma loucura, mas antes de começar esse rolê sexual, a Rebeca me avisou que algo assim podia rolar. Ela falou que eu tinha que ir mentalmente preparada pra cumprir uns mandos que com certeza iam envolver ela. E não sou burra, na hora eu sacou que se eu topasse transar com esses caras o fim de semana inteiro, também ia ter que transar com a minha própria filha. E sim, já sei o que cê tá pensando — olhou pra Yelena com um sorriso safado. — Por que cê acha que eu tava tão animada pra te visitar?
—Eu? Hum… mãe, não sei se a gente devia… acho que…
—Ai, Yelena. Não começa —disse Rebeca—. Mamãe já sabe tudo que a gente andou fazendo esses dias. Acho que quanto mais tempo a gente passar na dúvida, menos tempo a gente vai ter pra se divertir. —Enquanto ela falava, Agustina começou a se despir, estava radiante, os peitos dela pediam por sexo.
—Sua irmã tem razão, Yelena. Não vamos perder tempo. Será que já esqueceu que compartilhou comigo minha primeira experiência anal? Arrebentaram nossa buceta das duas juntas… Vai me dizer que agora tem vergonha de me mostrar a pica?
—Hmm… é… bem, já foi… só queria mais um tempinho pra pensar, nada mais. Mas não adianta discutir com vocês —Yelena deu um sorrisão—. Quando vocês enfiam uma ideia na cabeça, não tem quem faça mudar de opinião.
—Assim que eu gosto, agora me dá essa pica, que faz tempo que tô morrendo de vontade de provar.
Yelena obedeceu a mãe, também se despiu, exibindo com orgulho seu novo corpo, e depois de tanto tempo sem vê-la, agradeceu que essa fosse a forma de celebrar o reencontro. Agustina se agarrou na pica dela com devoção e Rebeca fez exatamente o mesmo. Yelena se perguntou quantas vezes essas duas já tinham dividido picas, pareciam bem acostumadas a fazer isso, até sabiam se coordenar direitinho pra chupar um pouco cada uma.
Depois de uma boa sessão de boquetes que durou uns vinte minutos, eles decidiram levar a ação pro quarto da Yelena.
Ali Agustina se colocou de quatro e Rebeca começou a chupar a buceta dela enquanto enfiava os dedos cheios de lubrificante no cu dela.
—Vai começar por aí —disse Agustina—. Desde que o Ernesto me ensinou o que é sexo anal, juro que não consigo parar.
—Quando a gente é comida por vários —comentou Rebeca—, o que essa puta mais pede é levar no cu.
—Ah, claro, como se você não pedisse…
—Bom, sim… mas você pede mais. Vai, Yelena… mostra pra mamãe como seu pau pode ser gostoso no cu. Já vai ver, mamãe, não tem comparação. Transar com uma mina de pau é uma experiência completamente diferente.
—Mmm… não quero que a Yelena pense que eu quero transar com ela só porque ela é "uma mina de pau".
—Não se preocupa, mãe… pra mim não tem problema ser sexualizada desse jeito, pelo contrário, eu gosto… contanto que a pessoa que faça isso seja do meu agrado. Você e a Rebeca podem fazer à vontade. Adoro saber que vocês se divertem comigo de um jeito especial.
—Beleza, então já que o clima esquentou, posso falar... o que você tá esperando pra enfiar no meu cu?
Penetrar a mãe por trás foi a coisa mais tarada que ele fez na vida, parecia até mais proibido do que comer a própria irmã. Talvez porque sabia muito bem a rejeição que Agustina teve ao sexo anal por tantos anos e que Yelena estava presente no dia em que, finalmente, ela se animou a experimentar. Essa lembrança serviu pra ele se masturbar milhares de vezes, e agora tava usando toda essa energia sexual acumulada pra bombar no cu da mãe. Meteu tão forte que Agustina teve que enfiar a cara entre as pernas da filha pra não gritar. Rebeca aproveitou pra esfregar a buceta toda na cara dela e repetiu sem parar: "Tá gostando, puta? Tá gostando?". Agustina não respondeu, nem conseguia falar; mas mostrou que tava adorando com gemidos e com as sacudidas constantes do corpo.
Yelena sentia que ainda precisava adquirir muita experiência no sexo, especialmente quando era a vez dela meter em outra pessoa. Mas sentiu que tinha feito um bom trabalho com a mãe, porque se deixou levar pelo tesão. Deixou que o instinto sexual tomasse conta dela e guiasse seu corpo.
Poderia ter penetrado a Rebeca também, e até tentou fazer isso; mas a irmã dela disse que esse era o momento da mamãe. A pica seria toda pra ela. Já teriam tempo de repetir esse encontro e aí receberiam as duas com muito gosto.
Yelena entendeu o recado, por isso focou em meter pura e exclusivamente na mãe dela. Agustina manteve a boca sempre ocupada, seja com a buceta da Rebeca ou com a pica da Yelena. Depois, levou penetração na buceta, porque não ia ficar sem aproveitar por todos os buracos.
O ato sexual chegou ao fim vários minutos depois de ter começado, quando a Yelena gozou dentro da boca da mãe dela.
As três sabiam que, se quisessem, podiam continuar transando. Preferiram não fazer porque, como a Rebeca disse, já teriam chance de repetir. Tinham vários dias pela frente em que o apartamento seria só delas três... e ainda teriam que dividir a mesma cama.
                    
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A Yelena tava curtindo uns sanduíches de frango com a irmã e a mãe, as três peladas e rindo à toa. A bagunça era mais que óbvia; já tinham quebrado as últimas barreiras sexuais entre elas. Mas um detalhe ia mudar o clima. Yelena resolveu dar uma olhada na caixa de mensagens, pra ver se já tinha recebido alguma notícia do instituto, e foi aí que descobriu que tinha sido reprovada.
—Mas… por quê? —Perguntou Agustina, entre irritada e surpresa.
—Não sei, eles só falam que no momento o colégio não tem a preparação adequada pra me aceitar, e um monte de besteira sobre protocolos institucionais.
—Isso é porque você é transsexual — garantiu Rebeca.
—Não queria falar, mas… também tô pensando nisso. Porque a mulher que me entrevistou, uma tal de Noemí García, parecia super feliz em me receber até eu falar que sou transgênero. Na hora, a cara dela mudou.
— Não vamos ficar de braços cruzados — disse Agustina —. Você vai ser aceita naquele instituto, sim ou sim.
A situação piorou ainda mais algumas horas depois, quando Agustina, acompanhada de Rebeca e Yelena, apareceram na porta do instituto. Lá, uma garota loira de rabo de cavalo, bem baixinha e com grandes olhos azuis, as interceptou. Ela se apresentou como Cándida Zambrano e disse que era repórter da revista Caleidoscópio.
—Nunca ouvi falar dessa revista —disse Yelena.
—Eu sim, li ela um montão de vezes —respondeu Rebeca—. É aquela revista típica de fofoca da farândula e essas notícias sensacionalistas.
—É, não tô muito orgulhosa disso —garantiu Cândida—, mas… a experiência me serve. Por enquanto, queria fazer umas perguntas sobre o incidente. Hum… qual de vocês é a garota transexual? Desculpa perguntar. Me mostraram a foto de apresentação pro instituto, mas… à primeira vista, não daria pra saber qual das duas é.
—Tá bom —disse Rebeca, com um sorrisão—, a gente leva como elogio. Ela é a Yelena, a que se inscreveu pra entrar no instituto. Me surpreende vocês terem ficado sabendo tão rápido. A gente leu o e-mail que mandaram pra minha irmã agora pouco e não entendo como uma revista ficou sabendo disso.
—Ah, já entendi… vocês não sabem nada sobre o vídeo.
— Que vídeo? — Perguntou Yelena.
Cândida correu pra pegar o celular e mostrou a tela, dizendo: "Isso foi postado na internet hoje de manhã". No tal vídeo dava pra ver Noemí García conversando com outra mulher da idade dela. Da boca dela saíram as palavras: "Não podemos deixar que um travesti acabe com a reputação do colégio. Se a gente aceitar, o que vai ser depois? Vamos ter que aceitar qualquer palhaço que apareça vestido de mulher?". "É, claro, eu entendo — disse a outra mulher —. É uma loucura. A gente nem tem um banheiro pra transgênero. Onde ela vai fazer?
—Ah, não… isso eu não vou deixar vocês fazerem — disse Agustina. — Mocinha, se você é mesmo jornalista, fala pro seu editor que a gente não vai parar até que a Yelena seja aceita nesse instituto e que ela seja respeitada pelo que é. Vocês não sabem com quem se meteram.
—Tá bom —a mina tava gravando a conversa toda—. Alguma declaração da vítima? Como isso te faz sentir?
—Que merda. Pensei que, por ser um instituto tão prestigioso, não fossem tão retrógrados. Não quero começar minha vida como mulher me rendendo ao primeiro ato discriminatório. Quero estudar como qualquer outro aluno, acho que tenho direito a isso.
A notícia se espalhou rápido. Cândida Zambrano não foi a única repórter que conseguiu as declarações deles, mas foi a primeira. Isso serviu pra ela garantir a furo, que foi apresentado nos outros veículos como "exclusiva da revista Caleidoscópio". Isso rendeu um belo bônus extra no salário dela.
E pra Yelena foi uma mão na roda todo esse barulho que o caso fez, o vídeo da Noemí García foi uma bomba na mídia. Virou tendência nacional em poucas horas e um monte de gente se amontoou na entrada do instituto pra exigir os direitos da Yelena, a maioria era outras pessoas trans que vieram de várias cidades vizinhas. Yelena ficou emocionada, não acreditava que ia receber tanto apoio.
Agustina também mandou muito bem no trabalho dela, usou o cartão de "Proprietária de vinhedos importantes" e isso abriu as portas pra ela na mídia mais prestigiada do país, que disputou uma entrevista. Ela deu várias e em todas deixou bem claro a mesma mensagem: "A Yelena tem o direito de estudar e ninguém, nem uma velha transfóbica, vai impedir isso".
Mario Dalessi, o reitor do instituto, teve que sair pra dar a cara à multidão enfurecida e à mídia. Ele garantiu mil vezes que as declarações da Noemí García não representavam a ideologia de todo o instituto. Além da pressão da mídia, ainda teve que lidar com o ministério da educação, que quase o tiraram do cargo, a menos que ele resolvesse isso da forma mais diplomática possível.
Mario Dalessi tomou a decisão de aceitar Yelena como bolsista, mas ela recusou. Disse que não precisava de bolsa nenhuma, porque podia pagar pelos estudos. No entanto, aceitou que essa mesma bolsa fosse dada a outras pessoas trans no futuro… e que Noemí García deveria ser punida de alguma forma. Mario Dalessi não teve outra alternativa a não ser aceitar essas condições e, enquanto enxugava a testa com um lenço, disse à imprensa que Noemí García seria suspensa por seis meses sem salário, e que também teria que participar de um programa educativo contra a discriminação.
Desde a recusa que recebeu por e-mail até finalmente ser aceita no instituto, passaram-se três semanas. Durante todo esse tempo, Rebeca e Agustina ficaram no apartamento da Yelena. Esses dias juntas foram bem caóticos pra elas, e geralmente voltavam cansadas pra casa; mas quase sempre tinham energia suficiente pra transar. Era normal que terminassem as três juntas na cama, se entregando de tudo até cair no sono. Agustina tava se tornando uma expert em montar na pica da Yelena pelo cu e fazia isso com muito mais tesão se ainda tivesse a filha dela chupando a buceta dela ao mesmo tempo.
      
  
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Quando a Saria LeClerc perguntou pra Yelena por que ela queria entrar no clube de detetives, ela não soube o que responder. Tava rolando a tal "entrevista oficial de aceitação", como a Erika tinha chamado, na sede do clube. Na real, era só um papo informal, porque, como a Erika também deixou claro, elas tavam desesperadas pra conseguir membros novos, então a Yelena já podia se considerar aceita.
—Falei umas mil vezes pra Erika parar de mostrar nossa desesperança pra cada pessoa nova que a gente conhece — comentou a Siara.
—Tá bom, ela é gente boa —disse Yelena, com um sorriso. Depois deu um gole no capuccino dela, na esperança de que isso acalmasse um pouco.
—Não se sinta pressionada —disse Oriana—, eu também sou relativamente nova. Umas semanas atrás nem conhecia essas minas e agora considero elas minhas amigas.
—Por isso que eu quis entrar —Yelena decidiu que o melhor era ser sincera, abrir um pouquinho a alma pra um grupo de desconhecidas que, pelo menos, achava divertidas—. Olha... pela minha condição de trans e por todo o escândalo que rolou antes de eu entrar no colégio, o pessoal não chega muito perto de mim. Não falta o babaca que fica olhando pra minha bunda e solta um comentário safado; até que descobrem que eu também tenho pau... aí saem correndo, com medo de perder a virgindade do cu.
—Essa tática eu é que devia começar a usar —disse Xamira—. Toda vez que eu pegar um otário olhando pra minha bunda, vou falar: “Olha que eu tenho pau e aí é a sua vez”. Além disso, não seria a primeira vez que alguém insinua que sou trans.
—Se você fosse transexual —comentou Yelena—, seria uma gostosa pra caralho. Admito que eu também pensei nisso, é muito louco saber que todo mundo pode ter algum preconceito na vida. Peço desculpas por isso. Você foi a primeira pessoa que tentei me aproximar, mesmo que não saiba… e foi porque achei que você era transexual.
—Não me ofendo; mas… o que te fez pensar isso?
—Os abdominais —quem respondeu foi a Erika. Ela deu um gole no café com chocolate e continuou—. O povo pode achar que você é transsexual porque não tão acostumados a ver uma mina com os abdominais definidos.
—Foi exatamente por isso —disse Yelena—, e peço desculpas, é um preconceito idiota.
—Tá tudo bem —garantiu Xamira—, além disso, me parece que se alguém entende de preconceito, é você.
—É isso aí. Por isso peço que pelo menos me deixem tentar. Se eu não for boa pra esse clube, vou entender. Mas…
—Fica tranquila, Yelena —disse Siara—. Ninguém vai te testar. Nesse clube, a gente aceita qualquer uma que esteja disposta a colaborar com a gente. Esse é o único requisito.
—Isso quer dizer que…
—Que já é membro oficial do clube —interrompeu Erika—. Bom, tecnicamente vai ser quando preencher o formulário no Centro de Estudantes; mas isso é só uma burocracia.
—Ah… que bom —Yelena mostrou um sorrisão—. Tô muito animada mesmo de colaborar com vocês. Aliás… a professora Stefany Lemmens falou de Diógenes pra vocês?
—Sim, como você sabe disso? —Perguntou Siara—. Aconteceu há poucos minutos…
—É que ela também é minha professora. Sou membro do clube de arte que, além deste, é o único em que me aceitaram. A professora Lemmens me contou as suspeitas dela sobre as modelos que o Diógenes usa pros desenhos dele.
— Acha que poderia ser a própria mãe dela — comentou a Erika.
—É isso aí… e tem fortes motivos pra acreditar que é assim. Eu gostaria de ajudar vocês nesse caso, pra começar. Se não se importarem.
A Yelena não foi totalmente sincera, não contou pra eles o verdadeiro motivo pelo qual queria participar daquele caso. Também não mencionou que Diógenes era a razão pela qual decidiu entrar no clube de detetives. Quando Yelena ouviu os boatos de que Diógenes poderia estar fazendo "coisas estranhas" com a própria mãe, todos os sentidos dela ficaram em alerta. Ela também já tinha feito "coisas estranhas" com a mãe dela… e com a irmã. Ela precisava desesperadamente conhecer outra pessoa que tivesse passado por experiências parecidas. Precisava conversar sobre isso com alguém… e Diógenes parecia ser um cara legal. Se fosse verdade que os desenhos dele eram feitos usando a mãe como modelo, então ela queria saber mais sobre essa parada. Queria saber tudo.
—Por mim tá de boa —disse Erika—. A Xamira e eu podemos cuidar do caso do clube de boxe. Enquanto isso, Oriana, Yelena e a Siara investigam o Diógenes.
—Acho que não precisa de três pessoas pra investigar um aluno do clube de arte — comentou Oriana —. Que tal se, enquanto vocês trabalham nisso, eu continuo fazendo investigações gerais? Assim talvez eu encontre um novo caso que valha a pena.
—Essa ideia eu gosto mais — garantiu Siara —. Não podemos depender totalmente do que o povo nos traz. A gente tem que ser capaz de encontrar nossos próprios casos.
—Muito bem, meninas… —disse Erika com um sorriso radiante—. Hora de trabalhar. Temos que resolver esses assuntos o mais rápido possível, pra galera começar a confiar mais no nosso clube. Quem sabe assim a gente consegue mais membros. E, por sinal, tô muito feliz que a Yelena decidiu se juntar a nós. Isso aí a gente vai ter que comemorar de algum jeito. Hoje à noite a gente janta na casa da Siara.
—Um dia desses minha mãe vai me botar pra fora de casa — disse a Siara.

   
 

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