A pedido de alguns seguidores, vou contar rapidinho umas coisinhas com famosas.
Antes de mais nada, vou contar que sou Técnico de Som de teatro e TV. Essa profissão me aproximou de várias famosas gostosas.
Eu tenho parceira, e ela é uma gostosa, mas ela sabe que meu fetiche são as famosas. Se não posso levá-las pra cama, pelo menos levo a sensação de roçar ou tocar nelas, conforme me deixam. Por sorte e por enquanto, nunca tomei um fora.
Hoje é a vez da grande Laurita Fernandez.
Conheci ela nos tempos de combate, já como apresentadora, eu sempre sendo o sonoplasta de piso.
Naquela época, a Lau era muito novinha e eu tenho uns 15 anos a mais que ela.
Obviamente, colocar o fone de ouvido com microfone nela é minha especialidade. Como sempre, no começo medi a situação e, em poucos dias, já comecei a roçar nela, primeiro com a ponta dos dedos e depois com a mão inteira, mas de leve. Minha obsessão era a bunda dela e a boca. Por isso, sempre a cumprimentava com um beijo e virava o rosto. Ela nunca dizia nada. Tava só começando a carreira dela.
Pouco tempo depois, comecei a trabalhar na IDEIAS DO SUL e no 13. A gente se reencontrou no Bailando, ela lembrava de mim, então a gente se deu super bem.
Quando eu já tava pronta pra dançar, ela me mandava um WhatsApp e eu entrava no camarim pra colocar os negócios nela.
Pedia permissão, passava os cabos pra ela, colava com fita, roçava nos peitos dela e quando enfiava a garrafa sempre falava "Desculpa, mas é impossível não tocar nessa sua rabeta pra colocar isso"... Sem problema, ela respondia... mão cheia nela pelada e eu levava uns minutos pra aproveitar... e meu pau prestes a explodir.

Com o tempo, ela foi ganhando confiança e começou a me contar como foi difícil entrar nesse meio, todas as vezes que teve que deixar se apalparem ou fazer uns boquetes. "Porque todo mundo ama minha boca vermelha", ela dizia. Eu, com essa ideia na cabeça, cada vez passava mais a mão... e ela, nada... Obrigado, amor.

Anos depois, ela já como jurada, me contava as tretas dela com os namorados. Do nada, ela me solta: "Coloca o cabo assim, porque por fora da roupa me incomoda, não importa se você precisar me tocar, é seu trabalho"... comecei a tomar meu tempo, e passava o cabo devagar até a cabeça dela e depois demorava pra enrolar o cabo na garrafa em volta do elástico da calcinha, enquanto com a outra mão eu pegava na bunda dela... ou então entrava algum assistente pra falar e eu segurava ela pela cintura e encostava a pica, dura, na racha dela.
Sempre quando ia embora me dizia: "que atencioso você é, te aviso pra você tirar de mim.
Eu entrava no banheiro pra bater uma, não aguentava mais.
Até que saiu do 13, trabalhei com ela sempre do mesmo jeito — com muita intimidade, e ela deixava apalpar, adorava se sentir desejada.
Por último, pedi pra ela a mesma coisa que o Fede Bal: tatuar os lábios dela, mas embaixo do umbigo. Ela falou: "Mas pra isso eu tenho que te beijar aí"... sim, se não te incomodar — foi o que ela fez... eu baixei a calça e ela puxou um pouco o elástico da minha cueca... e me deu um beijo longo embaixo do umbigo, quase no meu pau, que começou a ficar duro... e ela disse: "Melhor parar, porque senão você vai ter que tatuar o pênis e deve doer pra caralho".
Me masturbei por meses......pensando em tudo que ela permitia - a Lau é definitivamente uma puta gostosa!
Aproveitem
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Antes de mais nada, vou contar que sou Técnico de Som de teatro e TV. Essa profissão me aproximou de várias famosas gostosas.
Eu tenho parceira, e ela é uma gostosa, mas ela sabe que meu fetiche são as famosas. Se não posso levá-las pra cama, pelo menos levo a sensação de roçar ou tocar nelas, conforme me deixam. Por sorte e por enquanto, nunca tomei um fora.
Hoje é a vez da grande Laurita Fernandez.
Conheci ela nos tempos de combate, já como apresentadora, eu sempre sendo o sonoplasta de piso.Naquela época, a Lau era muito novinha e eu tenho uns 15 anos a mais que ela.
Obviamente, colocar o fone de ouvido com microfone nela é minha especialidade. Como sempre, no começo medi a situação e, em poucos dias, já comecei a roçar nela, primeiro com a ponta dos dedos e depois com a mão inteira, mas de leve. Minha obsessão era a bunda dela e a boca. Por isso, sempre a cumprimentava com um beijo e virava o rosto. Ela nunca dizia nada. Tava só começando a carreira dela.
Pouco tempo depois, comecei a trabalhar na IDEIAS DO SUL e no 13. A gente se reencontrou no Bailando, ela lembrava de mim, então a gente se deu super bem.Quando eu já tava pronta pra dançar, ela me mandava um WhatsApp e eu entrava no camarim pra colocar os negócios nela.
Pedia permissão, passava os cabos pra ela, colava com fita, roçava nos peitos dela e quando enfiava a garrafa sempre falava "Desculpa, mas é impossível não tocar nessa sua rabeta pra colocar isso"... Sem problema, ela respondia... mão cheia nela pelada e eu levava uns minutos pra aproveitar... e meu pau prestes a explodir.

Com o tempo, ela foi ganhando confiança e começou a me contar como foi difícil entrar nesse meio, todas as vezes que teve que deixar se apalparem ou fazer uns boquetes. "Porque todo mundo ama minha boca vermelha", ela dizia. Eu, com essa ideia na cabeça, cada vez passava mais a mão... e ela, nada... Obrigado, amor.
Anos depois, ela já como jurada, me contava as tretas dela com os namorados. Do nada, ela me solta: "Coloca o cabo assim, porque por fora da roupa me incomoda, não importa se você precisar me tocar, é seu trabalho"... comecei a tomar meu tempo, e passava o cabo devagar até a cabeça dela e depois demorava pra enrolar o cabo na garrafa em volta do elástico da calcinha, enquanto com a outra mão eu pegava na bunda dela... ou então entrava algum assistente pra falar e eu segurava ela pela cintura e encostava a pica, dura, na racha dela.Sempre quando ia embora me dizia: "que atencioso você é, te aviso pra você tirar de mim.
Eu entrava no banheiro pra bater uma, não aguentava mais.
Até que saiu do 13, trabalhei com ela sempre do mesmo jeito — com muita intimidade, e ela deixava apalpar, adorava se sentir desejada.Por último, pedi pra ela a mesma coisa que o Fede Bal: tatuar os lábios dela, mas embaixo do umbigo. Ela falou: "Mas pra isso eu tenho que te beijar aí"... sim, se não te incomodar — foi o que ela fez... eu baixei a calça e ela puxou um pouco o elástico da minha cueca... e me deu um beijo longo embaixo do umbigo, quase no meu pau, que começou a ficar duro... e ela disse: "Melhor parar, porque senão você vai ter que tatuar o pênis e deve doer pra caralho".
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8 comentários - Relatos Curtos com Famosas - Laurita Fernández
por favor segui escribiendo de famosas