Pau tinha voltado a fazer chupões no meu pescoço, alternava com beijos no peito, nos meus mamilos e depois subia de novo. Não sabia se seria capaz de continuar descendo e me fazer um boquete na frente do cara, naquela altura tudo era possível. Levei uma das minhas mãos até a pélvis dela, sem entrar na calcinha fio dental, a umidade tinha atravessado o tecido, amei, me excitou como poucas vezes, meus dedos instintivamente foram pra dentro da roupinha íntima dela, passaram pelo clitóris até descer um pouco mais pro buraquinho, era uma babinha, meus dedos escorregavam entre a buceta dela e o tecido da calcinha. Com a outra mão, segurei ela pela cintura. Comecei a masturbá-la devagar, enfiando e tirando meu dedo do meio. Enzo não conseguia me ver, mas obviamente sabia o que tava rolando do meu lado, ele continuava com a imagem da Pau de costas, exibindo toda a raba e, de vez em quando, perdendo o equilíbrio de tanto prazer. Notei que ele diminuía o ritmo de vez em quando, com certeza tava perto de gozar. Quem não estaria numa situação dessas?
Eu: - (decidi quebrar o silêncio) Tá gostando?? (olhando pro Enzo)
Enzo: - (demorou um pouco) Tô amando! (os olhos dele pareciam os de um tubarão que tinha sentido cheiro de sangue)
Eu: - Dá pra ver, se quiser pode chegar mais perto e VER melhor (enfatizei essa palavra, ainda não sabia até onde minha esposa topava, naquele momento ela apertou minha pica, interpretei que foi com um pouco de medo, tipo dizendo não me deixa sozinha, igual uma menina de 5 anos aperta a mão do pai quando se assusta)
Ele começou a se aproximar, lembrei que as pizzas estavam no forno, falei rápido se ele podia desligar, ele fez isso quase sem tirar os olhos da Pau. Se posicionou do nosso lado, a uns 50 cm, se apoiou na bancada e deixou a calça cair completamente, tava pelado. Tinha voltado a se masturbar, ela ainda não tinha feito contato visual com ele, continuava me beijando o peito e o pescoço. Parei.
Eu: - Olha, amor, como você deixou ele…
Pau virou a cabeça devagar, tava com os lábios bem inchados, os olhares se conectaram por um segundo e ela começou a descer. Meus olhos percorreram o peito dela, a barriga (era lisinha, tinha um pouco de pelo embaixo do umbigo), a pélvis, e finalmente encarei a buceta dela. A cabecinha tava inchada, vermelha, de tanto se masturbar e com certeza segurando a gozada de vez em quando, brilhava um pouco na ponta, o líquido pré-gozo já tinha saído. Pau, quase sem perceber, mordeu os lábios e rapidamente me olhou, buscando proteção, um refúgio. Eu tava disposto a entregar ela, mas antes precisava saber se ela topava. Um passo em falso estragaria tudo. Enzo não falava nada, pra minha surpresa ele tinha entendido perfeitamente o papel que a gente tava dando pra ele, se segurava firme na bancada enquanto com a outra mão acariciava a própria rola.
Eu: - Cê gostou, love? Viu como ela tá? (Ela me olhava, mas não se animava a responder)
Me deu uma puta ternura, comecei a beijar ela forte enquanto com as mãos massageava bem a bunda dela, só se ouvia o barulho das nossas bocas e uns gemidos do Enzo.
Pau: - (entre beijos) Me toca...
Me joguei nela, peguei ela pela cintura e com um dedo comecei a esfregar forte o clitóris dela por cima da calcinha, ela tinha parado de me masturbar, se entregou ao prazer, Enzo acelerou a punheta.
Pau: - Mmmm, ahhh, assim, continua... Ahhhhhhhhhhh continua, love, que eu tô gozando... Ahhhhhhhhhh (gozou, as pernas dela tremiam, sentia meus dedos se enchendo dos fluidos dela, continuei beijando ela enquanto acariciava devagar toda a bucetinha molhada dela)
Enzo: - Ahhhhhhhhhhhhh, mmmmmmmmmmmmmm (respirando fundo)
Enzo tinha gozado também, soube não só pelo gemido dele mas porque senti o jato de porra na minha mão que cobria a cintura da Pau. O sêmen escorria desde o lado da barriga dela, passava pela minha mão e seguia pelo lado da perna dela. Gozei na hora, soltei minha porra na barriguinha da Pau e parte da calcinha dela. Minha rola já tava pulsando há um tempo, um toquezinho só já me faria gozar, mas nem precisou, o sêmen começou a jorrar sozinho, foi uma sensação muito estranha, era a primeira vez que acontecia comigo. Abracei a Pau. protegendo ela, como quem diz "já foi, já passou". O corpo dela ainda tremia, mas de prazer. A pica do Enzo ainda não tinha murchado, o cara não parava de olhar pra ela, acho que nem percebeu que eu tinha me lambuzado a mão inteira. Não sabia como dizer que por enquanto já era, que ele ia ter que se contentar com o prazer visual. Só consegui falar "Obrigado". OBRIGADO? Soou tão estranho na minha cabeça e até ridículo, eu tava agradecendo por ele ter gozado na minha esposa? Não, no fundo sabia que era por ter feito a gente passar um momento tão quente, por ser aquele tempero, aquele brinquedo que tinha reavivado o fogo do nosso casal. Ele entendeu o que aquele obrigado significava, pegou a calça dele no chão, a camiseta na cadeira, se vestiu e subiu.
Não tive coragem de falar pro Enzo pra gente comer as pizzas, me sentia... envergonhado? Nem a gente comeu, meu apetite tinha fechado. Sentia uma coisa muito estranha, não conseguia botar em palavras, a gente tinha dado um salto enorme como casal, tava com medo do depois. O que a Pau poderia me dizer? O que será que ela tava pensando naquele momento?... nem coragem de perguntar eu tinha.
Ela foi pro banheiro se limpar, o sêmen tinha escorrido até quase os pés dela. Ver ela com gozo de outro homem me deixou muito excitado, mas não era hora de nada, tinha que respeitar o tempo dela... deixei ela se limpar, demorou pra sair, esperei ser minha vez. Na frente do espelho do banheiro, olhei o dorso da minha mão coberto de sêmen, mil ideias passaram pela minha cabeça, até pensei em bater uma com aquela mão sem me importar se o sêmen tocasse minha pica, mas não fiz. Me limpei, ainda tava excitado, tranquei a porta e comecei a me masturbar. Gozei muito rápido. Entrei no chuveiro. Durante aquela tarde a gente não trocou uma palavra, sabia que tinha que dar tempo ao tempo.
Às 18h, o Enzo desceu, me cumprimentou do pátio e foi embora. Tinha acontecido um monte de coisas e a gente nem tinha trocado uma palavra com a Pau...
A noite chegou, eu tinha que quebrar o gelo, então fui pra sala, a Pau tava vendo TV.
Eu: Love, tá tudo bem?
Pau:- sim, love (como se nada tivesse acontecido)
Eu:- fala, Pau, você sabe que pode falar comigo sobre qualquer coisa, tá se sentindo mal pelo que rolou hoje? tá arrependida?
Pau:- não sei, verdade, tudo aconteceu muito rápido, foi muito louco o que a gente fez… com que cara a gente vai olhar pro cara agora?
Eu:- tem que levar na naturalidade, o cara entendeu de boa qual é o lugar dele, olha só que ele nem te tocou…
Pau:- mas eu gozei (respondeu rápido)
Esse comentário tinha mexido comigo, tava começando a subir, me coloquei atrás do sofá apoiando as mãos pra ela não perceber a ereção, com medo dela ficar brava. Tava ardendo um pouco, já tinha gozado com a Pau ao meio-dia, depois no banheiro, e à tarde tive que bater mais uma porque não parava de pensar em tudo que tinha rolado.
Eu:- e daí? Eu também gozo kkkk
Pau:- (deu um sorrisinho) você é um idiota, um tarado
Eu:- é que você me encanta, love, e saber que outros te desejam me deixa com muito tesão
Pau:- mas se eu te encanto tanto, por que a gente não transa todo dia? (Isso era verdade, antes de tudo isso, a gente não transava muito, a rotina, o dia a dia, os anos de relacionamento… tinham esfriado a gente, com sorte a gente transava uma vez por semana e olhe lá).
Eu:- é, você tem razão, love, mas desde que a gente tem nosso “brinquedinho” a gente tá mais quente do que nunca, olha como eu tô… (saí de trás do sofá, abaixei a calça e mostrei o volume que tava na cueca).
Pau:- mas… é por mim ou pelo que rolou hoje?
Eu:- é por tudo, gostosa, nunca tive tanto tesão como hoje e acho que você também não (sentei do lado dela, ainda sentia ela distante) mas… tem mais alguma coisa, amor?
Pau:- (me olhou feito menina que fez merda) tô me sentindo mal, love
Eu:- já te falei, não tem problema, pra mim foi maravilhoso e eu continuo te amando igual a ontem, igual a sempre
Pau:- isso eu já sei, não é por isso que tô assim…
Eu:- então me fala por quê, o que foi? (O que ela me contou em seguida me deixou à beira de um gozo, doía pra caralho quando tava dura, mas ao ouvir o que ela disse que tinha ficado ainda mais dura
Eu: - (decidi quebrar o silêncio) Tá gostando?? (olhando pro Enzo)
Enzo: - (demorou um pouco) Tô amando! (os olhos dele pareciam os de um tubarão que tinha sentido cheiro de sangue)
Eu: - Dá pra ver, se quiser pode chegar mais perto e VER melhor (enfatizei essa palavra, ainda não sabia até onde minha esposa topava, naquele momento ela apertou minha pica, interpretei que foi com um pouco de medo, tipo dizendo não me deixa sozinha, igual uma menina de 5 anos aperta a mão do pai quando se assusta)
Ele começou a se aproximar, lembrei que as pizzas estavam no forno, falei rápido se ele podia desligar, ele fez isso quase sem tirar os olhos da Pau. Se posicionou do nosso lado, a uns 50 cm, se apoiou na bancada e deixou a calça cair completamente, tava pelado. Tinha voltado a se masturbar, ela ainda não tinha feito contato visual com ele, continuava me beijando o peito e o pescoço. Parei.
Eu: - Olha, amor, como você deixou ele…
Pau virou a cabeça devagar, tava com os lábios bem inchados, os olhares se conectaram por um segundo e ela começou a descer. Meus olhos percorreram o peito dela, a barriga (era lisinha, tinha um pouco de pelo embaixo do umbigo), a pélvis, e finalmente encarei a buceta dela. A cabecinha tava inchada, vermelha, de tanto se masturbar e com certeza segurando a gozada de vez em quando, brilhava um pouco na ponta, o líquido pré-gozo já tinha saído. Pau, quase sem perceber, mordeu os lábios e rapidamente me olhou, buscando proteção, um refúgio. Eu tava disposto a entregar ela, mas antes precisava saber se ela topava. Um passo em falso estragaria tudo. Enzo não falava nada, pra minha surpresa ele tinha entendido perfeitamente o papel que a gente tava dando pra ele, se segurava firme na bancada enquanto com a outra mão acariciava a própria rola.
Eu: - Cê gostou, love? Viu como ela tá? (Ela me olhava, mas não se animava a responder)
Me deu uma puta ternura, comecei a beijar ela forte enquanto com as mãos massageava bem a bunda dela, só se ouvia o barulho das nossas bocas e uns gemidos do Enzo.
Pau: - (entre beijos) Me toca...
Me joguei nela, peguei ela pela cintura e com um dedo comecei a esfregar forte o clitóris dela por cima da calcinha, ela tinha parado de me masturbar, se entregou ao prazer, Enzo acelerou a punheta.
Pau: - Mmmm, ahhh, assim, continua... Ahhhhhhhhhhh continua, love, que eu tô gozando... Ahhhhhhhhhh (gozou, as pernas dela tremiam, sentia meus dedos se enchendo dos fluidos dela, continuei beijando ela enquanto acariciava devagar toda a bucetinha molhada dela)
Enzo: - Ahhhhhhhhhhhhh, mmmmmmmmmmmmmm (respirando fundo)
Enzo tinha gozado também, soube não só pelo gemido dele mas porque senti o jato de porra na minha mão que cobria a cintura da Pau. O sêmen escorria desde o lado da barriga dela, passava pela minha mão e seguia pelo lado da perna dela. Gozei na hora, soltei minha porra na barriguinha da Pau e parte da calcinha dela. Minha rola já tava pulsando há um tempo, um toquezinho só já me faria gozar, mas nem precisou, o sêmen começou a jorrar sozinho, foi uma sensação muito estranha, era a primeira vez que acontecia comigo. Abracei a Pau. protegendo ela, como quem diz "já foi, já passou". O corpo dela ainda tremia, mas de prazer. A pica do Enzo ainda não tinha murchado, o cara não parava de olhar pra ela, acho que nem percebeu que eu tinha me lambuzado a mão inteira. Não sabia como dizer que por enquanto já era, que ele ia ter que se contentar com o prazer visual. Só consegui falar "Obrigado". OBRIGADO? Soou tão estranho na minha cabeça e até ridículo, eu tava agradecendo por ele ter gozado na minha esposa? Não, no fundo sabia que era por ter feito a gente passar um momento tão quente, por ser aquele tempero, aquele brinquedo que tinha reavivado o fogo do nosso casal. Ele entendeu o que aquele obrigado significava, pegou a calça dele no chão, a camiseta na cadeira, se vestiu e subiu.
Não tive coragem de falar pro Enzo pra gente comer as pizzas, me sentia... envergonhado? Nem a gente comeu, meu apetite tinha fechado. Sentia uma coisa muito estranha, não conseguia botar em palavras, a gente tinha dado um salto enorme como casal, tava com medo do depois. O que a Pau poderia me dizer? O que será que ela tava pensando naquele momento?... nem coragem de perguntar eu tinha.
Ela foi pro banheiro se limpar, o sêmen tinha escorrido até quase os pés dela. Ver ela com gozo de outro homem me deixou muito excitado, mas não era hora de nada, tinha que respeitar o tempo dela... deixei ela se limpar, demorou pra sair, esperei ser minha vez. Na frente do espelho do banheiro, olhei o dorso da minha mão coberto de sêmen, mil ideias passaram pela minha cabeça, até pensei em bater uma com aquela mão sem me importar se o sêmen tocasse minha pica, mas não fiz. Me limpei, ainda tava excitado, tranquei a porta e comecei a me masturbar. Gozei muito rápido. Entrei no chuveiro. Durante aquela tarde a gente não trocou uma palavra, sabia que tinha que dar tempo ao tempo.
Às 18h, o Enzo desceu, me cumprimentou do pátio e foi embora. Tinha acontecido um monte de coisas e a gente nem tinha trocado uma palavra com a Pau...
A noite chegou, eu tinha que quebrar o gelo, então fui pra sala, a Pau tava vendo TV.
Eu: Love, tá tudo bem?
Pau:- sim, love (como se nada tivesse acontecido)
Eu:- fala, Pau, você sabe que pode falar comigo sobre qualquer coisa, tá se sentindo mal pelo que rolou hoje? tá arrependida?
Pau:- não sei, verdade, tudo aconteceu muito rápido, foi muito louco o que a gente fez… com que cara a gente vai olhar pro cara agora?
Eu:- tem que levar na naturalidade, o cara entendeu de boa qual é o lugar dele, olha só que ele nem te tocou…
Pau:- mas eu gozei (respondeu rápido)
Esse comentário tinha mexido comigo, tava começando a subir, me coloquei atrás do sofá apoiando as mãos pra ela não perceber a ereção, com medo dela ficar brava. Tava ardendo um pouco, já tinha gozado com a Pau ao meio-dia, depois no banheiro, e à tarde tive que bater mais uma porque não parava de pensar em tudo que tinha rolado.
Eu:- e daí? Eu também gozo kkkk
Pau:- (deu um sorrisinho) você é um idiota, um tarado
Eu:- é que você me encanta, love, e saber que outros te desejam me deixa com muito tesão
Pau:- mas se eu te encanto tanto, por que a gente não transa todo dia? (Isso era verdade, antes de tudo isso, a gente não transava muito, a rotina, o dia a dia, os anos de relacionamento… tinham esfriado a gente, com sorte a gente transava uma vez por semana e olhe lá).
Eu:- é, você tem razão, love, mas desde que a gente tem nosso “brinquedinho” a gente tá mais quente do que nunca, olha como eu tô… (saí de trás do sofá, abaixei a calça e mostrei o volume que tava na cueca).
Pau:- mas… é por mim ou pelo que rolou hoje?
Eu:- é por tudo, gostosa, nunca tive tanto tesão como hoje e acho que você também não (sentei do lado dela, ainda sentia ela distante) mas… tem mais alguma coisa, amor?
Pau:- (me olhou feito menina que fez merda) tô me sentindo mal, love
Eu:- já te falei, não tem problema, pra mim foi maravilhoso e eu continuo te amando igual a ontem, igual a sempre
Pau:- isso eu já sei, não é por isso que tô assim…
Eu:- então me fala por quê, o que foi? (O que ela me contou em seguida me deixou à beira de um gozo, doía pra caralho quando tava dura, mas ao ouvir o que ela disse que tinha ficado ainda mais dura
6 comentários - Pedreiros em Casa (Parte IV)
Excelente relato