E é que na vida tudo seria muito mais fácil se a razão, os sentimentos e a paixão andassem de mãos dadas. Mas infelizmente não é assim. É como o jogador que não sente a camisa mas joga bem, e o torcedor que dá tudo pelo clube mas jogando é um perna de pau. A razão e os sentimentos eram completamente da Jésica, minha guerreira e mãe da minha benção. A que me meteu nesse mundinho turro e a que me faz sentir muito especial. Mas como é que você explica tudo isso pra pica? A pica não pensa, ela segue estritamente pelo tesão. E assim se deixa levar pela bunda minúscula perfeita da minha cunhada, por aqueles peitinhos pequenos sem sutiã e por aquela carinha angelical de putinha. Então lá está você, navegando entre a sanidade e o tesão, entre a razão e a excitação. Que nem um preso que conta os dias pra sair em liberdade, eu contava os dias em que fazia as coisas certas e escolhia a razão acima do tesão. E assim tinham passado exatamente dezoito dias completamente mergulhado no relacionamento com a minha mina. Mas sempre tem um porém, o destino ainda tinha uma carta na manga pra jogar. Minha cunhada na escola era um verdadeiro desastre, acho que até Educação Física ela repetiu, já falei tudo. Tinha que fazer umas dez ou doze matérias em fevereiro. Também não tava nem aí, mas mal ou bem tinha tentado passar em algumas. Das três primeiras, pelo que entendi, tinha ido bem em duas e mal numa. Pra quarta, que era justamente Educação Física, ela tinha que fazer a prova num outro lugar mais afastado da sede da escola. Então, "inocentemente", me pediu se eu podia levar ela de carro. Eu aceitei e combinamos que às duas da tarde a gente ia pro local. Ela disse que se virava na volta, mas que se eu esperasse ela, era um puta golpe. "Vou me trocar e a gente sai", falou enquanto se afastava pro quarto. Eu tava do lado de fora, encostado no capô do Fiat 147. Quando vi ela se aproximando de novo, fiquei sem graça. Ela tinha vestido um moletom azul apertadíssimo, mas apertado demais. Com não só a calcinha fio dental bem marcada, mas o fiozinho branco aparecendo por cima do moletom. Uma regata branca curta sem sutiã que deixava marcar um pouco os biquinhos gostosos dela. Pensei em falar algo, mas pensei melhor e fiquei calado. Abri a porta pra ela e enquanto ela se sentava, via como aquele fio dental todo aparecia, me deixando louco. "Controle, controle", repetia pra mim mesmo sem parar. Coloquei uma música e saímos pra lá. Era só umas dez quadras. Mas na segunda quadra, a safada me olhou com um fogo cego e disse: "cê gosta como fica a roupa de colegial em mim?" Eu engoli seco, mas respondi: "fica muito linda em você... muito sexy". Minha cunhada riu baixinho e partiu pra cima de novo: "que foi, já não quer mais me comer toda? Cê sabe que aqueles moleques da esquina matam por mim, né?" A gente pegou um sinal vermelho. Olhei pra ela com intenção de falar pra parar, que não ia rolar mais nada, mas quando olhei pra ela, o tesão me venceu de vez. Ela tava com os biquinhos bem marcados na regata e, pra piorar, o fiozinho da calcinha aparecia ainda mais com o moletom azul. Avancei nela e comi a boca dela. A gente se deu um beijo de língua enquanto o sinal ainda tava vermelho. Mal a gente se soltou, minha cunhada, com voz de menina mimada, falou: "quero seu pau, preciso do seu pau". E antes que eu dissesse qualquer coisa, completou: "quero que você me foda... agora". Eu só concordei com a cabeça e, em vez de virar à esquerda pro terreno, virei à direita, rumo a uma fábrica abandonada que tinha na época. Minha cunhada tinha feito uma carinha de menina feliz que me tirava do sério. A gente voou as quatro quadras de terra até a entrada da fábrica. Passei o 147 atrás de umas árvores e desliguei o motor. Minha cunhada passou do banco dela pro meu num piscar de olhos e, do nada, já tava no meu colo, me comendo de beijo. Enquanto a gente se beijava, ela mordia meu lábio e eu enfiava a mão por baixo da regata dela sem sutiã pra acariciar bem os peitos dela. Levantei a regata dela e comecei a Chupar os bicos do peito dela. Eu lambia, passava a língua e tudo. Ela gemia que dava gosto. Eu tava com a pica inchada, bem dura, quase batendo naquela bundinha perfeita. Custou um pouco ela tirar o moletom por causa do espaço apertado do 147 e o quanto ele é fechado, mas quando ela ficou só de fio dental, eu puxei num segundo e, sem camisinha, enfiei minha pica pele com pele. Minha cunhada já tava toda molhada, então deslizou perfeito até o fundo da buceta apertada dela, que com o vai e vem das fodas foi ficando mais larga. Rapidinho ela cruzou os braços atrás do meu pescoço e me beijava de língua enquanto pulava na minha pica. Eu tinha fechado os olhos e só me deixava levar pelo momento. Quanto mais ela pulava, mais minha pica entrava fundo na buceta dela, e os gritos e gemidos ecoavam na minha cabeça sem parar. Pra piorar, sempre com aquela voz fina que deixava tudo mais intenso e mais provocante. De vez em quando eu olhava no espelho pra ver se não vinha ninguém, mas como eu disse, o lugar era abandonado e ninguém passava. A gente tava na nossa, fodendo como se o mundo não importasse. Só nós dois, a cavalgada intensa dela, os gritos agudos e o rangido da suspensão gasta do 147. O tempo foi passando e minha pica aproveitava cada segundo dentro daquela buceta em chamas. Três vezes minha cunhada gozou, enchendo minha pica e o banco com o fluxo dela. "Quero todo o seu leite", ela sussurrou no meu ouvido enquanto continuava pulando na minha pica. Essas palavras foram o suficiente pra eu encher a buceta dela com meu leite fervendo. Enquanto ainda nos beijávamos, ela em cima de mim, o medo de deixar ela grávida apareceu de repente. Então eu hesitei no começo, mas depois de cinco minutos falei: "Amor, e se você engravidar?". Aí a safada me olhou, se fazendo de superiora, e disse rindo: "Sei lá, jogo a culpa no Kili (um dos caras com quem ela andava)". Aquilo me deixou Tóxico por dentro: "E aquele vagabundo te come?". Minha cunhada, percebendo meu ciúme, entrou no meu jogo e disse: "Sim, ele me come pra caralho, e daí?". "Você é minha", respondi, enquanto me aproximava mais, apertando os peitos dela contra o meu peito. "Ah, é? Se sou tão sua, então marca território", ela respondeu no meu ouvido. "Todo mundo quer me pegar, você vai ter que fazer alguma coisa", disse enquanto passava a mão na barriguinha dela... Eu segurei as mãos dela e comecei a beijar a boca dela apaixonadamente, como um leão ferido e mais selvagem do que nunca, enfiei meu pau completamente duro dentro da pussy dela. Minha cunhada adorou a atitude e se deixou levar. Transamos duas vezes, com gozada dentro nas duas. Pela prova, claramente ela nunca apareceu, então se deu mal.
15 comentários - Mi cuñadita me garcha camino al colegio (cap 26)