Cliente da Mamãe // Cap. 1

Capítulo 1
De como tudo começou
Cliente da Mamãe // Cap. 1Não sei como chegamos a esse ponto tão impudico, desonesto e imoral… mas juro por Deus que nem eu nem ela planejamos assim. As coisas aconteceram e a gente simplesmente se deixou levar. É que ninguém espera ser o cliente frequente da própria mãe, muito menos ficar encantado com os serviços indecentes dela. Mas é assim, e não tem o que fazer.

Com a pica na mão, reflito sobre todas as barbaridades que rolaram desde o começo, e como uma coisa foi levando à outra até terminar assim. O pior é que não sei como parar essas experiências imorais, porque chegamos num ponto em que tudo saiu do controle.

A única coisa que tenho certeza é que, se ela ou eu não pararmos isso agora, nós dois vamos acabar explodindo.

Como chegamos a essa situação sórdida? Bom, já vou contar. Meu nome é Erik Santamaría, e agora vou narrar como acabei sendo o cliente predileto da mamãe.

***

Desde criança, eu brincava de soldadinho no quintal de casa e criava cenários na minha imaginação onde eu era o coronel de um regimento que ia para a frente de guerra. Criava grandes batalhas onde meu regimento invadia países fictícios, e, conforme ficava mais consciente do que era pertencer a um batalhão de infantaria, me imaginava combatendo cartéis do crime organizado.

Minha inquietação não era uma simples ideia de criança que depois esquece e muda de profissão a cada três dias. Não. Minha inquietação era real, e tanto que foi se consolidando com os anos, a ponto de eu insistir com afinco para meus pais me internarem num colégio militar quando terminasse o ensino fundamental.

Não sei se por cansaço, para realizar meu capricho ou para se livrar de mim (falo do meu pai), três meses antes de terminar o ensino fundamental ele me informou que tinha me inscrito num Colégio de Bacharéis Militarizado aqui em Monterrey, de onde sou. Original.

Minha felicidade teria sido completa se não fosse porque minha mãe não concordava com minha decisão, embora a aceitasse. Ela parecia triste e sem esperança, sabendo que teríamos que nos separar por longos períodos, nos quais nos ver seria quase impossível.

Lembro de ter abraçado ela bem forte enquanto ela choramingava, e eu tentando consolá-la:

— Mãe, isso não é só pra cumprir uma meta que sempre quis, mas porque quero um dia ser o sustento dessa família, com meu trabalho como membro das forças armadas.

Ela, tão gostosa como sempre, se esfregava em mim e enxugava as lágrimas na minha camisa, dizendo:

— É que é tão perigoso, Erik, tão arriscado. Te vejo agora saindo de casa como meu filho, ainda um adolescente, e me apavora saber que um dia você vai crescer e enfrentar os perigos de fazer parte de uma instituição militar.

— Melhor ficar feliz por mim, mãe, porque vou atrás de um sonho que, se der certo, também vai nos ajudar a sair dessa.

E minha mãe no fim deixou eu ir pro colégio, achando que as rotinas pesadas e as exigências extremas que eu ia sofrer me fariam desistir de seguir carreira na milícia, mas nada mais longe da realidade.

É que a maioria dos caras da minha idade são internados por má conduta, por serem rebeldes, insubordinados, pra serem corrigidos e levarem castigos duros, mas eu entrei no colégio de bacharéis militarizado por vontade própria, atrás de um sonho, e ainda com a ilusão de que um dia pudesse ser chamado pra servir no exército.

Então, no verão em que fiz quinze anos, minha mãe arrumou minhas malas e, com toda a dor do coração dela, me levou, junto com meu pai, pro bacharel militar.

Claro que minha estadia no colégio foi brutal. Nos primeiros dias, quase dei o gosto pra minha mãe de desistir, mas tive que lutar, tirar forças pra me impor física e mentalmente e continuar. com meu sonho.
Foram três anos difíceis onde meu treinamento pesado como cadete me transformou não só fisicamente num homem melhor, me deixando ágil e com uma musculatura digna dos meus exercícios, mas também me formou como um jovem disciplinado que sabia quais eram suas responsabilidades e objetivos em relação à vida.

O problema foi que durante esses anos no internato, minhas visitas em casa foram quase nulas, então ignorei os problemas conjugais que meus pais começavam a ter na minha ausência, os mesmos problemas que estavam destruindo lentamente o casamento deles e eu sem saber. Ainda por cima, nas poucas vezes que minha mãe conseguiu me visitar no colégio, ela nunca me falou nada sobre o assunto.

Quero pensar que o desmoronamento na relação deles aconteceu durante o tempo em que eu estava no colégio militar, porque quando criança não lembro deles terem conflitos. Na verdade, nunca vi meu pai levantar a voz para minha mãe, e vice-versa.

Meu pai, chamado Roberto Santamaría, era mais distante de mim. Ele nunca me visitou no colégio e eu só o via quando ia de férias para casa no verão ou inverno. Papai é mecânico de automóveis, e a prioridade dele sempre foi o trabalho, numa oficina localizada do outro lado da nossa casa.

— Parece que seu pai vive na oficina e não nesta casa —, costumava dizer minha mãe, meio pesarosa —. Já até estou esquecendo como ele é.

Apesar do meu distanciamento com ele, segui seu exemplo no ensino médio e escolhi entre minhas matérias extracurriculares a aula de "mecânica automotiva". Sempre gostei de tudo relacionado a consertar carros, e a verdade é que, para ser tão jovem, com o tempo aprendi bem, me dedicando a veículos do próprio exército que me entretinham pra caralho.

Minha mãe, de nome Akira, aprendeu perfeitamente as receitas lendárias japonesas dos seus ancestrais e se dedicou desde muito jovem a vender produtos de beleza de origem natural que ela mesma fabrica.

Esse era um pequeno empreendimento voltado para clientes específicos que permitiam a ela se distrair e ao mesmo tempo ganhar uma grana pra seus gastos pessoais.

Quero acrescentar que o sucesso dos produtos dela quando oferecia pra novas clientes era por causa dela mesma, que se apresentava como prova direta dos benefícios do uso frequente dos seus cosméticos orgânicos milagrosos, já que, apesar de ter mais de quarenta anos, minha mãe continuava com a pele lisa, sem rugas, brilhante e com uma brancura asiática que impressionava quem a admirava, e que as meninas da minha idade adorariam ter.

As amigas íntimas dela costumavam chamá-la de "Cleópatra", porque com a cor linda da pele dela parecia que ela tava banhada em leite o tempo todo.

Por si só, os traços asiáticos da minha mãe já causavam um puta furor entre os vizinhos, já que esses traços misturados com a fisionomia do norte deram um resultado genético foda.

E mesmo assim, hoje em dia minha mãe vive reclamando que perdeu a silhueta magra, mas na minha opinião ela tá muito melhor agora, porque toda essa carne nova se distribuiu no corpo dela de um jeito bem certeiro nos peitos, pernas e bunda, que embora deixem ela mais cheinha (coisa que ela odeia e eu amo), pros olhos dos caras que admiram esse tipo de corpo, fica uma delícia.

Toda vez que ela ia me ver no colégio militar, todos os meus colegas de classe ficavam bestas vendo ela andar. Alguns prestavam atenção especial na bunda carnuda dela, que mesmo escondida pelos vestidos floridos, dava pra perceber o balanço de uma nádega contra a outra enquanto ela caminhava.

Outros, por sua vez, preferiam bater umas punhetas mentais olhando pros peitões dela, que mesmo sem usar decotes profundos, as formas redondas e as quedas provocantes se destacavam perfeitamente por baixo da roupa.

Embora me incomodasse que eles olhassem pra ela daquele jeito safado, não posso negar que eu também Ela estava mais linda… voluptuosa e… sexy… do que antes. Claro, pelos olhos de como um filho vê a mãe.

Quem dera eu tivesse herdado os traços dela, principalmente agora que os asiáticos ficaram tão populares entre as garotas nesta região da América do Norte. Mas não, eu sou um mexicano norteño comum: alto, loiro de rancho como o pai (loiro roceiro pra quem não sabe o significado) e com a pele mais avermelhada que nem tomate.

Enfim.

Como eu disse, era mais fácil minha mãe me visitar no colégio do que eu visitá-la. Na verdade, durante as últimas visitas dela, comecei a notá-la mais contrariada que o normal. Eu a via séria e meio apagada, sendo que ela sempre se destacou por ser alegre e brincalhona.

Ela nem ficou feliz quando contei que já estava prestes a me formar no ensino médio, e que tinha me proposto a fazer meu serviço militar num quartel de treinamento pesado, porque se tudo desse certo, no final existia a possibilidade de me darem uma bolsa pra entrar na prestigiada Universidade do Exército e Força Aérea.

Sem querer, naquela manhã, meus olhos se cravaram indecentemente nos peitos inchados dela, que pareciam mais soltos e carnudos que em outros dias. Pra recuperar o fôlego, eu disse:

— Mãe, te notei meio estranha, tá tudo bem em casa? Tudo certo com o velho?

E ela, forçando um sorriso, de cabeça baixa, encantadora como sempre e com os olhos meio puxados, que davam ao olhar dela um toque de inocência, respondeu com um sutil:

— Tudo bem, Erik, só sentindo sua falta, filho, como sempre, é só isso que tá rolando comigo.

— Tem certeza, mãe? — perguntei cético, me forçando a não olhar pra baixo, pras duas enormidades sugestivas dela.

— Certeza, meu querido Erik.

— Me desculpa te falar isso, mãe, mas tô te dizendo que se eu fizer meu ano de serviço militar num quartel de treinamento pesado, quando me liberarem, minha carteira pode ser candidata a me darem uma bolsa e eu ir pro México, pra Universidade do Exército e Força Aérea.

— Você Ouvi, querido —ela disse, acariciando minhas bochechas.

Atribuo à minha idade o fato de que cada contato com minha mãe acendia meus hormônios e meu pau... ficava duro sem querer.

—É que você nem se emocionou —reclamei—. Tem alguma coisa errada em casa e você não quer me contar, né?

—Tá tudo bem, meu amor, então não se distrai por minha causa. Fica internado naquele quartel militar por um ano, e eu vou rezar todo dia pra que no final você consiga aquela bolsa que tanto quer pra faculdade, ok?

—Você tem certeza que não tem mais nada, mãe?

—Tenho certeza, Erik.

E eu me esforçava pra acreditar nela. Não tinha motivo pra duvidar das palavras dela. Nunca passou pela minha cabeça que ela estivesse sofrendo em silêncio por causa dos problemas que tinha com o pai. Como eu era filho único, minha saída de casa tinha sido um baque pra ela, e eu achava que minha ausência ainda a fazia sofrer.

Mas tudo estava prestes a mudar.

***

Uma das desvantagens de morar interno num colégio militar não é só a educação severa que a gente recebe dos tenentes, somada aos exercícios extremos de manhã e de tarde que a gente tem que aguentar; os castigos por quebrar as regras, ou os códigos de conduta rígidos com os quais a gente tem que conviver.

Não.

A verdadeira desvantagem de morar interno num colégio militar é a falta de comunicação com o mundo lá fora, e a interação zero com as minas, principalmente numa época em que nossos hormônios estão a mil e o pau não para de ficar duro com qualquer provocação (eu, por exemplo, chegando ao ponto de ficar duro com a carícia inocente da minha própria mãe).

Mas tudo mudou quando me formei no ensino médio, aos dezoito anos, e entrei no quartel onde fiz meu ano obrigatório de serviço militar, com a esperança de conseguir no final uma vaga na universidade militar.

O Coronel General, sabendo das nossas necessidades físicas, como o apetite sexual, sem oficializar (já que poderia estar cometendo um crime), nos permitiu receber duas vezes por mês algo que ele chamava de "visitas pessoais", que tacitamente era parecido com as "visitas conjugais" dos presos, com a diferença de que a tal "visita" podia ficar a noite toda conosco e só ir embora de madrugada.

Em outras palavras, nos deixaram contratar putas duas vezes por mês, desde que a gente fosse discreto e nosso comportamento durante os treinos fosse irrepreensível.

Por ordem de lista, no começo do mês nos atribuíam datas e horários noturnos em que podíamos receber essas "visitas pessoais", que vinham pra saciar nossos instintos mais baixos na cama, sem a supervisão de nenhum tenente enchendo o saco, já que nossa condição de confinamento tornava quase impossível ter namoradas, mesmo com nossas necessidades sexuais sendo óbvias.

Não sei até que ponto chegou a corrupção (porque não acredito que contratar putas num quartel militar fosse lícito), mas mandaram um e-mail pra todos os cadetes com o catálogo das prostitutas que a gente podia contratar (pagando com as bolsas que o próprio governo federal nos dava), pra quem quisesse usar um daqueles dois dias de "visitas pessoais".

No meu caso, depois de pensar muito, escolhi uma sexoservidora chamada Astrid, depois de ficar fascinado com as formas gostosas que ela mostrava nas fotos onde aparecia nua, mas com o rosto pixelado.

Astrid era uma mulher madura, ruiva, de cabelo curto tipo chanel, de 43 anos. Alguns dos meus novos colegas de quartel (não conhecia nenhum de antes) ficaram surpresos com minha escolha quando viram as fotos da coroa quarentona, porque eles geralmente escolhiam garotas quase da idade deles, escolha que eu, na real, rejeitava pela inexperiência óbvia delas. Não é a mesma coisa transar com uma novinha inexperiente nas artes amatórias do que uma coroa experiente no assunto.

Mas não vou negar que no começo tive minhas dúvidas com minha escolha, principalmente quando Alex e Francisco, meus camaradas mais próximos (e que dormiam cada um no quarto ao lado do meu, Alex à direita e Francisco à esquerda), continuaram tirando sarro de mim. Mas tudo mudou quando chegou meu dia marcado, que era todo dia 15 e 30 do mês, e os dois viram Astrid aparecer ao vivo e a cores, fazendo as picas deles pulsarem na hora e mudarem de opinião sobre ela ipso facto.

Astrid não só era gostosa de corpo, mas também tinha uma cara bonita. Uma coroa, né, mas daquelas que causam impacto quando você vê. Quando nos vimos pela primeira vez, ela lambeu os lábios e eu quase devorei ela com o olhar. Convidei ela pra entrar no meu quarto, nervoso, e Alex e Francisco ficaram de boca aberta vendo o que eu ia comer naquela noite.

— Seu filho da puta, Erik, como você tava certo em escolher essa deliciosa coroa! — falou Alex, arrependido por ter duvidado do meu olho clínico —. Com uma mulher dessa a seu serviço, te garanto que vai ficar sem leite por quase quinze dias. Diferente da putinha que eu escolhi anteontem, que não me fez sentir nada.

— Porra, Erik! — continuou Francisco —, como você acha que é morrer sufocado com umas tetas e uma raba dessas? Porque você viu o cuzão que essa filha da puta carrega, hein? Meu irmão, você tem que obrigar essa puta a sentar na sua cara. Morre sufocado com a bunda dela!

E eu me regozijei por ser a inveja desses dois filhos da puta, que agora mudavam de opinião sobre mim e o tipo de mulher que eu gostava.

É que eu sou assim. Sempre gostei de mulheres milf, e desde que me lembro tenho um fetiche especial por aquelas que têm carnes abundantes de forma natural. Por lógica, sabia que uma mulher madura tinha mais experiência na cama do que uma garota da minha idade, e com a boa da Astrid não me enganei.

Foi só ela entrar Meu quarto, tirar a roupa dela e meter até ela não aguentar mais. O jeito que a Astrid rebolava no meu pau quando sentava em cima, junto com a potência dos gemidos dela, fez com que eu não conseguisse parar de foder a noite inteira, que nem um porco no cio.

— Ai, pussy… que gostoso você mete! Auuuugggg! — ela gritava, esmagando as bundonas dela nas minhas bolas —. Me dá, forte, forte, assim, assim, assimiiiii! Hoooh, Erik, sim, sim…!

— Porra… porraaaa! … — eu ofegava, bombando ela com a força da minha juventude, enquanto ela rebolava contra minha pélvis e gozava, encharcando os lençóis da minha cama.

— Tô gozando, filho da puta!

E embora eu não tivesse muita experiência com mulheres na época, soube na hora que aquelas chupadas de pau e saco que essa delícia de coroa me dava não era coisa de qualquer uma, só uma expert igual ela.

— Fala que sou sua putinha, Erik, fala que sou sua putaaaaa…! — ela exigia três horas depois, enquanto se pendurava na minha ereção que nem uma novilha no cio.

— Putaaa! — eu bufava, vendo todo o meu comprimento fálico sumir em segundos na boca suculenta dela, atravessando a garganta enquanto ela babava litros no meu pau e nas minhas bolas —. Você é minha putinha… ah… sim, você é minha putaaaa!

— Haaaaahhhhh!

E como era de se esperar, meus colegas de corredor quase não dormiram naquela noite. A Astrid, como boa profissional do sexo, foi embora bem cedo do meu quarto. Nem senti quando ela foi. Mas, de manhã, eu virei a sensação do corredor, especialmente entre o Alex e o Francisco, meus vizinhos de porta, que entraram no meu quarto sem bater pra verificar que meus lençóis estavam molhados dos fluidos dela. Eu ainda tava de cueca e camiseta.

— Não fode, caralho! — o Alex falou, maravilhado, me olhando como se eu fosse um deus, cheirando o lençol molhado que nem um nojento —. Esse lençol fede a puta! A prova definitiva que essa vagabunda gozou um monte de vezes a noite inteira! — Como você fez ela gozar e gritar, seu fdp, você é um puta gênio — continuou me elogiando Francisco, que pegava sem minha permissão a calcinha preta que Astrid tinha deixado ao lado do meu travesseiro e levava ao nariz pra cheirar—. Juro que tenho uma inveja danada de você.

— Porra, Erik — interrompeu de repente Alex—, a puta te deixou marcas no pescoço.

— E nas pernas... nos seus abdominais... nem quero imaginar mais pra baixo!

— Já, já, seus fdps — expulsei eles do meu quarto—, que tenho que me trocar e arrumar toda essa bagunça!

E eles saíram dando gargalhadas, me dizendo algo como "não tem dúvida que os mais sérios são os mais safados, Erik."

E como naquela noite, em cada data em que eu tinha minha "visita particular", a mesma cena se repetia com aquela milf gostosa na minha cama. Os tarados do Alex e do Francisco ficavam até tarde ouvindo os gritos e gemidos que eu arrancava da Astrid, e de madrugada invadiam meu quarto pra ver as gozadas que ela deixava nos lençóis da minha cama, as marcas que fazia no meu corpo, e as calcinhas que deixava de lembrança.

E ela, como toda uma profissional, me deixava espremido até o talo por um monte de dias. Era uma grande chupadora de paus que parecia adorar engolir até a última gota da minha porra. Na verdade, o que eu mais gostava na Astrid era a disposição dela pra me ensinar, pra experimentar, e pra deixar fazer de tudo, a ponto de pedir pra eu meter no cu, mesmo que o preço aumentasse.

— Tudo, Erik, enfia tudo no meu cu... enfia até os ovos!

De todas as putas que visitavam o quartel todo dia (conforme a data que cabia a cada cadete, porque não podiam juntar mais de cinco numa mesma noite), Astrid era a que mais causava furor. Todos faziam fila nos corredores vendo ela passar, admirando as saias curtas que mostravam as pernas grossas ou as blusas decotadas que quase exibiam as duas tetonas enormes.

O melhor de tudo é que Astrid costumava variar seus looks em particular, me pedindo permissão para trocar de roupa no banheiro, e que surpresa eu levava quando a via sair transformada numa puta completa, com saltos plataforma altos, lingerie provocante que incluía meias, calcinhas fio dental e cintas-liga, e uma maquiagem fascinante que a deixava muito gostosa de se ver.

Obviamente não desperdicei a oportunidade de fazê-la sentar na minha cara, como o Francisco tinha sugerido, experimentando pela primeira vez o tesão poderosíssimo de sentir a buceta dela encharcada molhando minha boca, enquanto minha língua afundava dentro da xerequinha dela e ela rebolava a raba em cima de mim.

Nos primeiros seis meses do meu serviço militar, alternei entre Astrid e outra coroa chamada Natasha que encontrei no catálogo (nunca perguntei se eram os nomes reais delas, mas imagino que não), porém, nem Natasha nem uma tal de Viridiana, que contratei depois, me faziam sentir o que a Astrid me fazia. Então a escolhi como minha puta favorita e nunca mais experimentei com outra.

Acho, na verdade, que eu agradava bastante minha puta encantadora (e me permitam esclarecer que a chamo assim porque ela gostava de ser chamada de puta, um fetiche particular que a fazia se molhar na hora) porque quando comecei a testar com Natasha e Viridiana, Astrid se sentiu bem ofendida, a ponto de achar que eu não gostava mais dela.

Quando a contratei de novo por e-mail (o único meio que nós, cadetes, tínhamos para nos comunicar com o mundo exterior), ela me fez prometer que seria minha puta exclusiva, e que eu não teria outra entre meus lençóis além dela, e como a verdade é que a companhia dela me deixava satisfeito, claro que aceitei.

Com o tempo, as visitinhas de puta dela incluíam sobremesas e presentinhos no serviço, que ela deixava antes de ir embora.

Meus camaradas, por sua vez, não paravam de me invejar, porque aparentemente minha puta não dava pra nenhum outro cadete além de mim, então o desejo e o tesão que cresceu entre todos por causa da Astrid, que só aumentava, tendo que se conformar em vê-la percorrer os corredores do quartel até se trancar no meu quarto.

—Vejo que você tem fãs, puta minha — eu costumava dizer enquanto fodia aquelas tetonas dela.

—Sei que causei expectativa entre seus colegas, buceta gostosa, mas sinto muito por eles, que essa porra deliciosa eu não troco por nenhuma outra — ela respondia, batendo no próprio rosto com meu pau duro.

—Assim que eu gosto, minha gordinha gostosa, que você seja fiel — eu dizia com orgulho. — Você sabe que comigo não vai passar fome, então continua, puta, come o que você tanto gosta, que hoje à noite tenho porra pra você até pra levar.

A única coisa que eu não gostava na experiência era que, ao amanhecer, depois dos meus encontros tórridos com a Astrid, o Alex e o Francisco instituíram como rotina entrar no meu quarto pra ver o estrago dos lençóis molhados, produto de uma noite de sexo sem limites, procurando as calcinhas que minha puta tinha deixado de lembrança ou pra admirar os chupões no corpo que minha gordinha deixava depois de me chupar desesperadamente.

O que eu não esperava é que, enquanto eu curtia quinzenalmente a companhia da Astrid no meu quarto, dando vazão à trepada, minha mãe sofria em casa por causa do meu pai.

***

Como tínhamos proibição de ter contato direto com nossa família, já que a distância era considerada uma prova cabal de que priorizaríamos nosso espírito militar servindo à nossa nação, era impossível falar pessoalmente com minha mãe e saber como ela estava. E ter celular, nem pensar. Era proibido.

O que ninguém sabia é que, apesar dessas imposições tão extremas, entre eu e minha mãe tínhamos bolado um jeito dela me mandar bilhetinhos de forma recorrente.

A gente se valeu do direito que as famílias tinham de nos enviar mantimentos pelo menos duas vezes por mês, pra minha mãe deixar um bilhetinho escondido entre as tortilhas de farinha.

E toda vez que recebia os mantimentos, eu imediatamente procurava discretamente entre as tortilhas de farinha aqueles bilhetes, que eram uma forma de manter minha mãe presente diante do completo isolamento. Às vezes, à noite, eu os tirava de debaixo do meu colchão, onde os guardava com desconfiança, e os lia, cada vez mais preocupado com ela por causa do que seus escritos transmitiam.

"Meu querido Erik, você não faz ideia da falta que me faz. Coma bem, meu amor."

"Olá, meu soldadinho de chumbo, te amo e sinto uma saudade danada. Vivo pensando em você."

"Como amanheceu hoje o amor da minha vida? Se você soubesse o quanto preciso de você, minha vida."

"Olá, Erik, dono do meu coração. Espero que tenha tido um dia especialmente bom. Tomara que entre suas horas haja pelo menos um instante em que pense na sua mãe solitária, que te ama e sente sua falta."

"Mando mil beijos e minhas bênçãos, meu soldadinho de chumbo, você não sabe o quanto a mamãe te ama e o quanto queria que você estivesse aqui, me fazendo companhia."

Mas o bilhete que realmente me preocupou foi o último que recebi dela na última quinzena, que dizia:

"Meu amor, aconteça o que acontecer, você precisa saber que te amo com toda a minha alma."

E para mim foi decisivo. Eu precisava saber dela. Pelo menos precisava conseguir falar por telefone com minha mãe e saber que ela estava bem e que não ia fazer uma loucura. Não me importava se essa falta me faria perder a oportunidade da minha vida. Eu precisava tentar.

Então fui falar com o primeiro Almirante e disse que precisava de uma permissão especial para falar com minha mãe por telefone, pois suspeitava que ela não estava bem. Como era de se esperar, o Almirante Fábregas (com quem eu costumava ter frequentes desavenças) me respondeu com toda a má vontade que pôde:

— Ahhhh, o cachorrinho quer falar com a mamãe, o que o bebezinho quer? Reclamar pra mamãe dos maus-tratos que recebe de mim? Ou será que quer que ela venha Limpar a bunda do seu bebezinho, já que ele é um inútil que nem sabe cagar direito?

Não entendo por que esse imbecil tinha tanta implicância comigo, se não lembro de ter feito nada pra ele. Concluí que era uma reação natural ao cargo dele e decidi continuar me humilhando na frente dele.

—Almirante Fábregas, eu imploro de verdade. Tenho a suspeita de que minha mãe não está bem e por isso preciso falar com ela por telefone.

—E por que você suspeitaria disso, cadete Santamaría? Por acaso se comunicou com ela por algum meio? Lembro que é estritamente proibido…

—Não, não, claro que não, Almirante Fábregas, como o senhor pensa isso? —respondi extremamente nervoso—. É só… um pressentimento. Proponho trocar minhas "visitas privadas" do mês por apenas um minuto para falar com ela e garantir que está bem. Só peço um pouco de humanidade.

O Almirante Fábregas caiu na gargalhada, se esbaldando no meu sofrimento, e respondeu:

—Olha, cadete Santamaría, desde que você chegou a este quartel, sabia muito bem dos sacrifícios que enfrentaria. Não posso dar privilégios a nenhum cadete só por "humanidade". A humanidade está lá fora, no crime organizado que nosso exército está combatendo, priorizando o bem comum antes da sua família. Então não, cadete Santamaría, minha resposta é um não bem redondo. Agora suma daqui, a menos que insista em ver sua querida "mamãe", sabendo que se fizer isso terá que arcar com as consequências, que neste caso é ser expulso deste quartel, coisa que não te convém se suas aspirações de conseguir uma vaga na Universidade do Exército e Força Aérea mexicana ainda estão de pé. E, aliás, sua estadia neste quartel de qualquer forma não te garante o bilhete de admissão.

E eu, engolindo a porra da raiva (quando o que mais queria era arrancar com meus próprios dentes a cabeça de tatu que ele tinha), concordei com a cabeça e fingi serenidade: —Entendo, Almirante Fábregas. Nesse caso, obrigado mesmo assim. Vou me retirar pro meu quarto.
—Uma decisão louvável, cadete Santamaría —zombou o filho da puta—. Anda, vai catar coquinho noutro lugar e me deixa em paz.

E saí puto da porra do escritório dele, falando horrores quando cheguei na sala comum, onde estavam meus camaradas Alex e Francisco.

—Que merda foi essa, Erik? —disse Alex, que tava ocupado lustrando as botas—. Tá com uma cara de bunda que parece que tão enfiando uma escopeta no teu cu.

—Não é pra menos, filho da puta! —explodi—. O Almirante Fábregas é um cuzão! Um velho de merda, filho da puta!

E contei pra eles a preocupação que tava com minha mãe depois de ler o último bilhete que ela me mandou anonimamente, e como o Almirante Fábregas se recusou a me dar um minuto pra falar com ela no telefone pra confirmar que tava tudo bem.

Meus camaradas ficaram com pena de mim, um mais sincero que o outro, e de noite o Alex apareceu no meu quarto com uma proposta suspeita que, apesar da natureza “solidária”, não deixou de ser extremamente cínica e ofensiva pra mim.

—Olha, Erik, a verdade é que fiquei bem comovido com teu caso e a agonia que tu sente pela tua mãe. Tu é um dos poucos que se importa com os pais, e por isso quero te ajudar.

—E como é que tu pode me ajudar, Alex? —perguntei, interessado, me levantando da cama.

—Digamos, meu bom Erik, que eu consigo um celular pra tu usar a noite inteira e falar com tua mãe. Mas tem que ser discreto, porque se alguém descobre a gente, aí sim nossas ambições de ir pra Universidade do Exército e Força Aérea vão pro caralho.

—Sério? —fiquei surpreso com o esquema dele—. Não me fode, Alex! Me diz com quem eu falo, porque juro que tô precisando muito falar com minha mãe! Pago o que for. Tenho minhas economias da bolsa.

—Calma, Erik —respondeu Alex, meio metido—, que não é de Dinheiro, como eu quero que você pague o favor de conseguir o celular por uma noite, senão... melhor dizendo, sua intercessão para obter um serviço.

Não entendi o que ele queria dizer, por isso exigi:

— Desembucha logo, Alex, caralho, que não tenho tempo pra suas palhaçadas. O que você quer?

— Quero que convença sua puta, essa tal de Astrid, a dar pra mim amanhã, que é meu dia de receber "putivisitas", e te prometo que se conseguir, amanhã mesmo à noite você terá o celular.

***

Não sei como fiz, mas depois de passar boa parte da madrugada insistindo com a Astrid pra ela transar com o cara do Alex, finalmente consegui, embora não tenha sido fácil.

Astrid no começo ficou irritada: mais que irritada, indignada, porque Alex nem fisicamente atraía ela, já que o considerava "uma girafa andante sem graça".

Ela me chamou de farsante, de não falar claramente, de estar tramando uma artimanha contra ela pra fazê-la dar pra outro e assim depois eu ter um motivo pra jogar na cara dela no futuro, até afastá-la de mim.

Acho que no fim ela se compadeceu quando contei o problema que tinha com minha mãe e o motivo pelo qual eu precisava que ela me fizesse aquele favor especial.

De qualquer forma, o pedido do Alex me pareceu a pior baixaria que se pode fazer a um "camarada". Fiquei muito decepcionado com ele e, sem dizer nada, decidi mandá-lo pra merda a partir dali, mas por enquanto tive que engolir o choro, porque realmente precisava do celular.

— Aqui está, Erik — ele me disse naquela noite com um sorriso perverso no rosto, me entregando o aparelho —. Guarda o celular e cuida bem dele, tá? Que amanhã, discretamente, você me devolve. E, por favor, não deixa ninguém descobrir, quer?

— Fica tranquilo, Alexito — respondi com frieza.

Quando meu suposto amigo já estava saindo do meu quarto, parou na porta e me disse:

— Aliás, Erik, já tenho sua puta me esperando de quatro no meu quarto. Espero que a gente te deixe dormir. Essa noite, parceiro. Ninguém vai acreditar em mim amanhã que, no fim das contas, Astrid não era tão fiel a você. —Odiei aquela cara estúpida de idiota e invejoso que ele me deu. Como não percebi antes que tipo de escorpião eu tinha como amigo—. Sem ressentimentos, parceiro, beleza? Porque é bem provável que a partir de amanhã sua faminha de macho alfa da matilha acabe por minha causa.

—Fica tranquilo —falei com os dentes trincados.

—Até amanhã, Erik.

—Vai se foder, Alex —falei, mas ele não ouviu.

Tive uma puta vontade de desfigurar a cara na porrada desse cachorro desgraçado como nunca antes, superando até a vontade que tinha de arrancar a cabeça do Almirante Fábregas. Mas como eu disse, tive que engolir seco. Minha mãe valia a pena.

Pouco depois, os gemidos exagerados da Astrid, minha Astrid, começaram a ecoar até meu quarto. Aí entendi que, no fim das contas, minha puta favorita não tinha me perdoado de verdade. Ela tava ressentida por eu ter convencido ela a transar com o Alex, e por isso gemia como uma atriz pornô de verdade. Me recusava a pensar que o Alex era tão bom assim pra fazer ela gemir daquele jeito naturalmente.

E senti ciúmes, muitos ciúmes, admito. Não conseguia aceitar que Astrid tava fodendo com ele a poucos metros do meu quarto. Não conseguia aceitar que outro homem tava usando uma mulher que eu considerava minha. E não é que eu não soubesse que Astrid transava com outros caras quando não tava comigo, óbvio, mas me parecia revoltante que ela agora tivesse berrando sabendo que eu tava ouvindo.

E o Alex não ia parar até experimentar com Astrid todas as coisas que eu fazia com ela. Mas claro, a culpa não era toda do Alex, era minha... por ter topado a porra do joguinho dele.

Como não tinha intenção de continuar ouvindo eles fornicando, me tranquei no banheiro (embora ainda desse pra ouvir os gemidos), disquei o número fixo de casa e esperei minha mãe atender. Minhas duas primeiras tentativas foram em vão, até que finalmente na terceira ela respondeu.
—Alô?

Só de ouvir sua voz doce, minha tensão foi se dissipando, e toda a preocupação e angústia que eu tinha acumulado no corpo sumiram de repente.

—Mãe, sou o Erik.

Silêncio. Um soluço forte, depois ela, incrédula, perguntando:

—Erik? Meu Erik? Meu filho?

—Sim, mãe, sou o Erik, seu Erik, seu filho.

—Meu Deus, meu coração!

E ela desabou a chorar de verdade. Os gemidos dela quase abafavam os suspiros pornográficos que a Astrid não parava de soltar do outro lado do meu quarto:

“Ahhh” “Uhhhh” “Me fode, papai, sou sua putinha…”

—Mãe, o que você tem? Me parte o coração ouvir você assim.

—O que eu vou ter, Erik? Que tô te ouvindo, depois de tantos meses sem ouvir sua voz, meu amor. Sabe que senti uma falta danada de você? Minha vida sem você é um inferno, ainda mais agora que tô tão sozinha! — continuou chorando.

—Por que um inferno, mãe? Por que sozinha? Meu pai não cuida de você? Não te protege? Não te dá atenção? Ele faz mais pelo trabalho do que por você?

Houve um silêncio em que ela parou de soluçar, embora meu vizinho de corredor e sua putinha não parassem de berrar.

“Ahhh” “Uhhhh” “No cu, Alex, no cu”

—Erik, prefiro não falar do seu pai agora.

—Por que não? Tenho direito de saber se ele tá te machucando, mãe. Na sua última carta, parecia… parecia que você tava escrevendo uma carta de suicídio. Sabe o quanto me preocupei com você? Sabe o que fiz pra poder te ligar? Sabe o risco que tô correndo com esse telefone agora e o quanto paguei por isso?

“Aiii… sim, sim, sim… que gostoso… que gostoso… enfia tudo no meu cu, papai”

—Eu… filho… pfff… sei… nem tinha percebido que você tá me ligando a essa hora da noite, mesmo sabendo que tem proibição de falar comigo.

—Viu? E mesmo assim tô fazendo isso porque me preocupo com você, mãe.

—Ah, meu soldadinho de chumbo… como eu te amo.

—Também te amo — falei —, e mesmo que você negue, esse Meu soldadinho de chumbo" sabe muito bem que você está triste por algum motivo, e eu gostaria que me dissesse o que está acontecendo, pra poder te ajudar. Não me sinto bem sabendo que você está infeliz.

— Como você me conhece bem, meu soldadinho de chumbo. Porque você tem razão… não estou bem. E por isso você não sabe como eu queria poder te ver, Erik. Tantos meses sem te beijar nem te abraçar, meu amor.

— Eu também sinto sua falta, mãe, e agora que você confirma que não está bem, fico me perguntando se sua infelicidade tem a ver com o papai. Ele gritou com você? Te bateu… te…?

— Não… Erik, calma. Roberto não fez nada disso nos últimos seis meses, e sabe por quê? Porque faz seis meses que ele foi embora de casa.

A resposta dela me deixou perplexo e com a boca seca.

“Mais forte, Alex, mais forte, hoo, sim, sim…”

— Como assim foi embora? Pra onde? Por que você não me contou antes em alguma carta? Me diz o que aconteceu, mãe, pelo amor de Deus!

— Eu adoraria poder… te contar, filho, mas não por telefone.

— Você sabe que é impossível a gente se comunicar de outro jeito — lembrei a ela —, essa é a única forma que temos pra conversar!

E Akira começou a chorar de novo. E partiu meu coração em mil pedaços. Poucas vezes a tinha visto naquele estado tão deplorável, e eu não estava preparado pra lidar com tudo aquilo.

— Como eu queria tanto te ver, Erik! — soluçava ela, enquanto Astrid continuava gemendo do outro lado do meu quarto. — Te tocar… você me dizer que me ama! Como eu queria tanto te abraçar, filho! Você me falar na cara o quanto me ama!

— Porra, mãe, juro que não tenho coragem de te abandonar nesse momento. Me sinto tão mal por você ter que passar por esse sofrimento sozinha.

— Não é sua culpa…

— Vou te ver, mãe, amanhã mesmo vou fugir daqui e…!

— NÃO! NÃO! NEM PENSE NISSO! — gritou ela.

— Mas mãe… você mesma tá me dizendo que precisa de mim do seu lado!

— Eu sei… eu sei que tudo isso parece contraditório, Erik, mas não vou deixar você jogar seus sonhos fora por minha causa.

— Isso já não importa mais, mãe. Eu Você se importa.

—Nesse caso… não sei, filho… deve ter outro jeito da gente se ver sem você ser punido… mas como?

E então, enquanto ouvia a puta da Astrid gemer… tive uma ideia tão arriscada quanto maluca, até meio tarada… mas de certo modo, quase impossível de realizar.

—Mãe… talvez desse um jeito… da gente se ver… no dia quinze desse mês… até… até com a possibilidade de você ficar comigo… a noite toda…

Nessa hora minha mãe deu um grito de felicidade. Um grito que provavelmente teria que engolir quando eu contasse o resto…

—Meu Deus, Erik! Será que eu vou poder te ver mesmo no dia quinze? Por que não me falou antes? Só faltam três dias pra essa data! É verdade que vou te ver? Não tá brincando comigo?

Como é que eu ia falar isso, porra, como é que eu ia falar uma merda dessas sem morrer de vergonha?

“Mete tudo, papai, bate na minha bunda!”

—Mãe… eu…

—Erik, pelo amor de Deus, não brinca assim comigo! —ela soluçou de novo, desesperada—. Do jeito que tô morrendo de vontade de te ver, suas palavras já me encheram de esperança! Se você me disser que é só um truque pra me acalmar… juro que não aguento! Então me fala de novo, tem chance de eu te ver e passar uma noite com você, meu amor? Vão deixar você sair pra ficar comigo sem te punir? E não mente, por favor.

As palavras estavam entaladas na minha garganta. Não sabia como apresentar minha proposta sem que ela se sentisse assustada ou ofendida. Não tinha jeito de sugerir aquilo sem que ela me achasse maluco e um filho aberrante.

—Olha, mãe… teoricamente sim… tem chance da gente se ver… mas… não sei se você… estaria disposta a…

—Tô disposta a tudo pra te ver nem que seja um segundo, meu amor, ainda mais se for a noite toda, como você disse! Vão deixar você sair? Você vai vir pra casa? Mas como isso é possível se os estatutos…?

—É que… olha, mãe, a ideia é mais você vir me ver… aqui, no meu quarto, de noite, no dia quinze…

“Ai, meu Deus… Alex… que…” Me fode gostoso, que delíciaaaa!"
— Juro que não te entendo, filho. Primeiro você me diz que vão te punir se tiver contato direto com algum membro da sua família, e agora me fala que eu posso ir no dia quinze no quartel, no seu quarto, e ficar com você pra dormir. Que história é essa?
— É que... você vai me procurar no quartel, mas... não na qualidade de mãe.
— Não na qualidade de mãe? — ela hesitou, limpando a garganta —, então na qualidade de quê?
"Tô gozando, Alex, tô gozando... ah... tô gozando no seu pau e nas suas bolas"
— Na qualidade de puta, mãe...peitoes


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2 comentários - Cliente da Mamãe // Cap. 1