Quando eu tava passando pela puberdade, toda vez que olhava pra minha mãe, sentia um impulso e desejo sexual por ela, queria comer ela. Era inevitável não pensar nas tetas dela ou ver a bunda dela quicando. Claro, tudo isso não passava da imaginação, eu pensava que se realmente chegasse a comer ela, poderia ter muitos e sérios problemas entre nós, traumas ou coisas assim. No entanto, com o tempo, eu parecia avaliar bem e percebi que tinha uma certa probabilidade de conseguir comer ela e tudo dar certo. Era difícil, mas não impossível.
Levando em conta dados da minha família, como o fato de que ela já teve problemas com meu pai mas, mesmo assim, continuam juntos. Outro dado importante é que meu pai é um homem ocupado, sempre trabalha ou vive estressado, e isso afeta minha mãe e, de certa forma, a mim e minha irmã também.
Meu pai sempre demorava nos trabalhos dele, mantinham ele ocupado e ainda continua assim, muito ocupado. Esses eram meus momentos em que mais oportunidades apareciam pra eu comer minha mãe. Um dia em particular, meu pai avisou que ia viajar por uns dias pra fora da cidade. Eu soube que era minha maior oportunidade que já tive, meu pai nunca viajou sozinho e, obviamente, minha mãe não gostou muito da ideia. Um ponto a meu favor é que, justo no meu banheiro, a luz tinha queimado e não funcionava, então tive a ideia de usar por enquanto o banheiro dos meus pais, e eles obviamente aceitaram.
Nos primeiros dias que meu pai foi embora, quando terminava de tomar banho, eu me masturbava no quarto deles cheirando as calcinhas da minha mãe por um tempo e depois continuava com as minhas coisas. Mas, se eu realmente queria comer ela, tinha que planejar bem as coisas.
Entre os últimos dias antes do meu pai voltar, como de costume, eu tava me masturbando, mas dessa vez sem cheirar as calcinhas, tava imaginando minha mãe cavalgando em mim com força. Por um leve momento, caí em mim e ouvi os passos dela se aproximando, e achei que se ela me visse, aquela barreira de pudor entre nós ia se quebrar. ambos.
mamãe: caralho, filhoooo
fechou a porta na hora.
eu: o que foi?
mamãe: como assim o que foi?
eu: mas...
mamãe: engraçadinho, né? se troca rápido.
Ouvi algo meio irritado, mas criei coragem e agi como se fosse normal.
Me troquei rápido e saí do quarto meio puto.
eu: também não era pra você ficar assim. Como se eu tivesse fazendo algo errado.
falei enquanto saía andando. Ela deve ter entendido ou não, com certeza se sentiu culpada.
Meu pai naquela noite avisou que chegaria um dia antes, então faltava só um dia e, embora parecesse uma notícia ruim, não foi tão ruim assim. No último dia à noite, tinha uma reunião com uns amigos dos meus pais. Bêbada, talvez caísse.
Naquela noite, minha mãe bebia feliz, minha irmã estava entediada e eu bebia, mas pouco, pra me manter no controle. Quando voltamos, minha mãe, mesmo disfarçando, dava pra ver o quanto tava bêbada.
Quando chegamos em casa, minha irmã subiu rápido pro quarto dela, reclamando da noite com a minha mãe. Minha mãe, por outro lado, andava com dificuldade, tirou os saltos e ficou descalça, enquanto eu segurava ela com cuidado em várias partes do corpo, mas nada de estranho.
mamãe: aii, filho
eu: o que foi, mãe?
mamãe: às vezes parece que sua irmã não me ama
eu: ah, não fala isso, mãe. Eu te amo, sim
Então comecei a abraçar ela por trás
mamãe: ah, você me ama mesmo, filho?
eu: sim, mãe, te amo muito
Meu pau já tava duro naquela hora e eu ainda não sentia a bunda dela. Aos poucos, fui ajustando minhas mãos e encostando minha cabeça na nuca dela pra dar beijos. Encostava a bunda dela na minha virilha, dava beijos na orelha e no pescoço dela, apertava minhas mãos pra ela não se afastar. Me surpreendeu que ela também não quisesse se afastar. Ela começou a fazer caras de tesão, parecia que ao sentir meu pau, se grudou ainda mais.
Cheirava os cachos dela e continuava dando beijos na orelha.
Então ela virou pra mim e a gente começou a se beijar. Achei que seria suave, mas foi tipo um soco. Ela me beijava desesperadamente, de língua e tudo. Os dois babados, línguas se cruzando, minha mão na nuca dela e a outra na bunda dela, a dela no meu pescoço e a outra passando pelo meu corpo inteiro.
Parecia que ela não sabia o que fazer, até que começou a pegar no meu pau
mãe: aiii que durinho que tá
eu: assim que você me deixa, mamãe
mãe: assim? você gosta da minha bunda?
comecei a apertar ela com força,
eu: siiiim, adoro
mãe: aiii
ela fazia caras muito gostosas, a gente se beijou de novo, meteu língua de novo. Tava excitado e ela também, obviamente, tive que aproveitar o momento ao máximo.
virei ela de costas e continuei colando minha virilha na bunda dela, cada vez mais quente, ela foi se inclinando pro sofá, eu beijava o pescoço dela, tentava agarrar o pescoço, apertava um pouco a bunda, fazia um pouco de tudo.
enquanto ela se inclinava, fui colando meu pau na bunda dela, enquanto com as mãos tentava abaixar a calça dela, e aos poucos consegui. Ela se ajoelhou no assento, deixando a bunda e os pés dela à mostra, que momento gostoso.
me ajoelhei no chão e comecei a meter minha boca entre a buceta e o cu dela, cheirava meio estranho, mas não liguei. Ela continuava gemendo baixinho e de mansinho, a gente não sabia se minha irmã tava dormindo ou não.
Eu, com os fluidos da buceta na cara, meti a língua no cu dela e ela gemeu meio alto
mãe: aiiiiiiiiii sim assim meu rei
ela murmurou.
depois de repetir isso umas duas vezes, levantei, chupei meus dedos e enfiei eles na buceta dela, ela continuava gemendo mais forte, então com a outra mão tapei a boca dela, mas ela virou uma putinha, e começou a meter minha mão na boca dela, chupava meus dedos com desespero e ao mesmo tempo, a buceta dela ficava cada vez mais molhada. Já sabia o que tinha que fazer, era agora ou nunca.
devagar tirei os dedos da buceta dela, enquanto ela continuava lambendo meus dedos, fui abaixando minha calça, meu pau ia explodir. Abaixei a cueca e fui me aproximando da buceta dela.
quando ela sentiu meu pau nos lábios dela, ela se assustou e parou de lamber os dedos, então agi na hora e enfiei de uma vez.
Não foi a melhor ideia, mas era a única coisa que eu podia fazer.
mãe: aiii... ai meu amor, filhinho nãooo
eu: shh... calma, mãe
cheguei perto pra respirar no ouvido dela, pra ver se ajudava em algo.
mãe: é que não, filhinho, isso é errado...
eu: calma, mãe... você vai gostar...
comecei com o vai e vem, mas devagar, e ela começou a gemer.
mãe: aiii... ai filhinho nãooo
eu: siiiim...
com uma mão segurei o pescoço dela e a outra continuava na boca dela
ela continuava gemendo, já tava caindo na luxúria.
eu: humm... é assim que você gosta, mamãe?
mãe: aiii filhinho siiiim
aí ela começou a se mexer, cada vez mais molhada, nós dois nos deixamos levar e tudo começou a fluir, passei minha mão no cabelo dela, ela gemia como se tivesse cansada e continuava falando putaria.
mãe: aiii siiiim papaiii asiiiiim
comecei a meter cada vez mais forte
eu: assim, mamãe? assim que você gosta?
mãe: siiiim papaiii asiiiiim me dêee
cada vez mais forte
mãe: aiii que gostosoo
tava quase gozando, mas me segurei, queria continuar aproveitando o momento. e meti mais devagar e suave até tirar da buceta dela, queria que ela se sentisse confortável.
achei que minha noite terminava ali, mas pra minha surpresa ainda não.
minha mãe se levantou, virou e me beijou, enfiou a língua na minha boca e eu também, segurei o pescoço dela e puxei o cabelo, ela se inclinou pra trás, sorriu e mostrou a língua, lambeu a mão e passou no meu pau, se deitou de novo no sofá, mas dessa vez de barriga pra cima.
lambeu a mão e passou na buceta dela, pegou meu pau e aproximou. eu já tava mentalizado pra me controlar e tentar não gozar por mais um tempo.
cheguei perto e enfiei de novo
mãe: aiii sim filhinho, enfia tudoooo
quando enfiei, mas dessa vez devagar. ela gemeu de novo e me puxou pra perto, cara a cara, começamos a nos beijar enquanto eu metia.
tinha muito prazer e tesão, ela gemia gostoso levantava as pernas descalças, me afastei um pouco e apoiei as pernas dela no meu peito, com os pés perto do meu rosto, metia cada vez mais forte e mais rápido
mãe: aiiii sim papaiiiii assimmm
parecia que ela ia gozar ou algo, a buceta dela tava cada vez mais molhada, queria meter no cu dela, mas não sabia se era seguro, além disso, minha concentração em fazer direito não me deixava aproveitar de verdade, afinal, tinha que dar uma boa primeira impressão.
ficamos assim um tempo, até que não aguentei mais, tive que gozar.
eu: mããe... vou gozaaarr
mãe: aiiii sim papaiii goza na minha caaraa
não acreditava no que minha própria mãe tava me falando, mas tinha que me controlar pra não cagar tudo
eu: cê quer aí mãe?
mãe: aiiii sim papaiii joga aqui
eu: aiiii já mãezinha jááá
aí, tirei, abri as pernas dela e gozei na cara toda dela como ela quis, ela colocou a língua pra fora enquanto eu espirrava tudo.
mãe: aiiii simmm reiii, que gostosoo
eu gemi por uns segundos e depois. um desconforto e sentimento de culpa me invadiu. Ela continuava enfiando o dedo, pegando todo meu gozo. Mas eu me sentia estranho, mesmo tentando fingir no rosto que tava gostando, na real foi muito gostoso, mas tinha que aceitar que era minha própria mãe que eu tinha feito tudo aquilo.
Me afastei pra trás, vendo minha mãe levar até a última gota na boca. Quando terminou, estendeu a mão pra eu ajudá-la a levantar do sofá.
mãe: bom, vamos bebê
eu: Pra onde?
mãe: dormir ué, pega a roupa
eu: Levo pro seu quarto?
mãe: sim uéé
eu: tá bom mãe
peguei ela e ela começou a andar pro quarto dela, aí vi uma coisa linda, minha mãe com a bunda de fora e descalça depois de ter transado comigo.
quando entrei no quarto dela, acendeu a luz e eu ainda tava meio desconfortável com a situação.
mãe: deixa aí mesmo filhinho
eu: no chão?
mãe: sim sim, depois eu lavo.
quando joguei no chão, ela Continuei.
Mamãe: deita aí então, seu pai não volta até amanhã.
A verdade é que eu não queria fazer aquilo, mas se queria transar com ela, talvez tivesse que aguentar certas coisas.
Quando me deitei, minha mãe tirou a blusa e ficou só de sutiã, sem nada por baixo, deitou do meu lado e me deu boa noite.
Então, antes de dormir, percebi que tinha visto minha própria mãe excitada e com vontade de chupar meu pau.
Obviamente, eu queria fazer de novo, não sabia o que seria da minha vida depois daquele encontro, mas a única coisa clara é que aquilo tinha que acontecer de novo.
Levando em conta dados da minha família, como o fato de que ela já teve problemas com meu pai mas, mesmo assim, continuam juntos. Outro dado importante é que meu pai é um homem ocupado, sempre trabalha ou vive estressado, e isso afeta minha mãe e, de certa forma, a mim e minha irmã também.
Meu pai sempre demorava nos trabalhos dele, mantinham ele ocupado e ainda continua assim, muito ocupado. Esses eram meus momentos em que mais oportunidades apareciam pra eu comer minha mãe. Um dia em particular, meu pai avisou que ia viajar por uns dias pra fora da cidade. Eu soube que era minha maior oportunidade que já tive, meu pai nunca viajou sozinho e, obviamente, minha mãe não gostou muito da ideia. Um ponto a meu favor é que, justo no meu banheiro, a luz tinha queimado e não funcionava, então tive a ideia de usar por enquanto o banheiro dos meus pais, e eles obviamente aceitaram.
Nos primeiros dias que meu pai foi embora, quando terminava de tomar banho, eu me masturbava no quarto deles cheirando as calcinhas da minha mãe por um tempo e depois continuava com as minhas coisas. Mas, se eu realmente queria comer ela, tinha que planejar bem as coisas.
Entre os últimos dias antes do meu pai voltar, como de costume, eu tava me masturbando, mas dessa vez sem cheirar as calcinhas, tava imaginando minha mãe cavalgando em mim com força. Por um leve momento, caí em mim e ouvi os passos dela se aproximando, e achei que se ela me visse, aquela barreira de pudor entre nós ia se quebrar. ambos.
mamãe: caralho, filhoooo
fechou a porta na hora.
eu: o que foi?
mamãe: como assim o que foi?
eu: mas...
mamãe: engraçadinho, né? se troca rápido.
Ouvi algo meio irritado, mas criei coragem e agi como se fosse normal.
Me troquei rápido e saí do quarto meio puto.
eu: também não era pra você ficar assim. Como se eu tivesse fazendo algo errado.
falei enquanto saía andando. Ela deve ter entendido ou não, com certeza se sentiu culpada.
Meu pai naquela noite avisou que chegaria um dia antes, então faltava só um dia e, embora parecesse uma notícia ruim, não foi tão ruim assim. No último dia à noite, tinha uma reunião com uns amigos dos meus pais. Bêbada, talvez caísse.
Naquela noite, minha mãe bebia feliz, minha irmã estava entediada e eu bebia, mas pouco, pra me manter no controle. Quando voltamos, minha mãe, mesmo disfarçando, dava pra ver o quanto tava bêbada.
Quando chegamos em casa, minha irmã subiu rápido pro quarto dela, reclamando da noite com a minha mãe. Minha mãe, por outro lado, andava com dificuldade, tirou os saltos e ficou descalça, enquanto eu segurava ela com cuidado em várias partes do corpo, mas nada de estranho.
mamãe: aii, filho
eu: o que foi, mãe?
mamãe: às vezes parece que sua irmã não me ama
eu: ah, não fala isso, mãe. Eu te amo, sim
Então comecei a abraçar ela por trás
mamãe: ah, você me ama mesmo, filho?
eu: sim, mãe, te amo muito
Meu pau já tava duro naquela hora e eu ainda não sentia a bunda dela. Aos poucos, fui ajustando minhas mãos e encostando minha cabeça na nuca dela pra dar beijos. Encostava a bunda dela na minha virilha, dava beijos na orelha e no pescoço dela, apertava minhas mãos pra ela não se afastar. Me surpreendeu que ela também não quisesse se afastar. Ela começou a fazer caras de tesão, parecia que ao sentir meu pau, se grudou ainda mais.
Cheirava os cachos dela e continuava dando beijos na orelha.
Então ela virou pra mim e a gente começou a se beijar. Achei que seria suave, mas foi tipo um soco. Ela me beijava desesperadamente, de língua e tudo. Os dois babados, línguas se cruzando, minha mão na nuca dela e a outra na bunda dela, a dela no meu pescoço e a outra passando pelo meu corpo inteiro.
Parecia que ela não sabia o que fazer, até que começou a pegar no meu pau
mãe: aiii que durinho que tá
eu: assim que você me deixa, mamãe
mãe: assim? você gosta da minha bunda?
comecei a apertar ela com força,
eu: siiiim, adoro
mãe: aiii
ela fazia caras muito gostosas, a gente se beijou de novo, meteu língua de novo. Tava excitado e ela também, obviamente, tive que aproveitar o momento ao máximo.
virei ela de costas e continuei colando minha virilha na bunda dela, cada vez mais quente, ela foi se inclinando pro sofá, eu beijava o pescoço dela, tentava agarrar o pescoço, apertava um pouco a bunda, fazia um pouco de tudo.
enquanto ela se inclinava, fui colando meu pau na bunda dela, enquanto com as mãos tentava abaixar a calça dela, e aos poucos consegui. Ela se ajoelhou no assento, deixando a bunda e os pés dela à mostra, que momento gostoso.
me ajoelhei no chão e comecei a meter minha boca entre a buceta e o cu dela, cheirava meio estranho, mas não liguei. Ela continuava gemendo baixinho e de mansinho, a gente não sabia se minha irmã tava dormindo ou não.
Eu, com os fluidos da buceta na cara, meti a língua no cu dela e ela gemeu meio alto
mãe: aiiiiiiiiii sim assim meu rei
ela murmurou.
depois de repetir isso umas duas vezes, levantei, chupei meus dedos e enfiei eles na buceta dela, ela continuava gemendo mais forte, então com a outra mão tapei a boca dela, mas ela virou uma putinha, e começou a meter minha mão na boca dela, chupava meus dedos com desespero e ao mesmo tempo, a buceta dela ficava cada vez mais molhada. Já sabia o que tinha que fazer, era agora ou nunca.
devagar tirei os dedos da buceta dela, enquanto ela continuava lambendo meus dedos, fui abaixando minha calça, meu pau ia explodir. Abaixei a cueca e fui me aproximando da buceta dela.
quando ela sentiu meu pau nos lábios dela, ela se assustou e parou de lamber os dedos, então agi na hora e enfiei de uma vez.
Não foi a melhor ideia, mas era a única coisa que eu podia fazer.
mãe: aiii... ai meu amor, filhinho nãooo
eu: shh... calma, mãe
cheguei perto pra respirar no ouvido dela, pra ver se ajudava em algo.
mãe: é que não, filhinho, isso é errado...
eu: calma, mãe... você vai gostar...
comecei com o vai e vem, mas devagar, e ela começou a gemer.
mãe: aiii... ai filhinho nãooo
eu: siiiim...
com uma mão segurei o pescoço dela e a outra continuava na boca dela
ela continuava gemendo, já tava caindo na luxúria.
eu: humm... é assim que você gosta, mamãe?
mãe: aiii filhinho siiiim
aí ela começou a se mexer, cada vez mais molhada, nós dois nos deixamos levar e tudo começou a fluir, passei minha mão no cabelo dela, ela gemia como se tivesse cansada e continuava falando putaria.
mãe: aiii siiiim papaiii asiiiiim
comecei a meter cada vez mais forte
eu: assim, mamãe? assim que você gosta?
mãe: siiiim papaiii asiiiiim me dêee
cada vez mais forte
mãe: aiii que gostosoo
tava quase gozando, mas me segurei, queria continuar aproveitando o momento. e meti mais devagar e suave até tirar da buceta dela, queria que ela se sentisse confortável.
achei que minha noite terminava ali, mas pra minha surpresa ainda não.
minha mãe se levantou, virou e me beijou, enfiou a língua na minha boca e eu também, segurei o pescoço dela e puxei o cabelo, ela se inclinou pra trás, sorriu e mostrou a língua, lambeu a mão e passou no meu pau, se deitou de novo no sofá, mas dessa vez de barriga pra cima.
lambeu a mão e passou na buceta dela, pegou meu pau e aproximou. eu já tava mentalizado pra me controlar e tentar não gozar por mais um tempo.
cheguei perto e enfiei de novo
mãe: aiii sim filhinho, enfia tudoooo
quando enfiei, mas dessa vez devagar. ela gemeu de novo e me puxou pra perto, cara a cara, começamos a nos beijar enquanto eu metia.
tinha muito prazer e tesão, ela gemia gostoso levantava as pernas descalças, me afastei um pouco e apoiei as pernas dela no meu peito, com os pés perto do meu rosto, metia cada vez mais forte e mais rápido
mãe: aiiii sim papaiiiii assimmm
parecia que ela ia gozar ou algo, a buceta dela tava cada vez mais molhada, queria meter no cu dela, mas não sabia se era seguro, além disso, minha concentração em fazer direito não me deixava aproveitar de verdade, afinal, tinha que dar uma boa primeira impressão.
ficamos assim um tempo, até que não aguentei mais, tive que gozar.
eu: mããe... vou gozaaarr
mãe: aiiii sim papaiii goza na minha caaraa
não acreditava no que minha própria mãe tava me falando, mas tinha que me controlar pra não cagar tudo
eu: cê quer aí mãe?
mãe: aiiii sim papaiii joga aqui
eu: aiiii já mãezinha jááá
aí, tirei, abri as pernas dela e gozei na cara toda dela como ela quis, ela colocou a língua pra fora enquanto eu espirrava tudo.
mãe: aiiii simmm reiii, que gostosoo
eu gemi por uns segundos e depois. um desconforto e sentimento de culpa me invadiu. Ela continuava enfiando o dedo, pegando todo meu gozo. Mas eu me sentia estranho, mesmo tentando fingir no rosto que tava gostando, na real foi muito gostoso, mas tinha que aceitar que era minha própria mãe que eu tinha feito tudo aquilo.
Me afastei pra trás, vendo minha mãe levar até a última gota na boca. Quando terminou, estendeu a mão pra eu ajudá-la a levantar do sofá.
mãe: bom, vamos bebê
eu: Pra onde?
mãe: dormir ué, pega a roupa
eu: Levo pro seu quarto?
mãe: sim uéé
eu: tá bom mãe
peguei ela e ela começou a andar pro quarto dela, aí vi uma coisa linda, minha mãe com a bunda de fora e descalça depois de ter transado comigo.
quando entrei no quarto dela, acendeu a luz e eu ainda tava meio desconfortável com a situação.
mãe: deixa aí mesmo filhinho
eu: no chão?
mãe: sim sim, depois eu lavo.
quando joguei no chão, ela Continuei.
Mamãe: deita aí então, seu pai não volta até amanhã.
A verdade é que eu não queria fazer aquilo, mas se queria transar com ela, talvez tivesse que aguentar certas coisas.
Quando me deitei, minha mãe tirou a blusa e ficou só de sutiã, sem nada por baixo, deitou do meu lado e me deu boa noite.
Então, antes de dormir, percebi que tinha visto minha própria mãe excitada e com vontade de chupar meu pau.
Obviamente, eu queria fazer de novo, não sabia o que seria da minha vida depois daquele encontro, mas a única coisa clara é que aquilo tinha que acontecer de novo.
2 comentários - mis aventuras con mi madre #1