Segundo relato: Como se nada. Há vários anos, quando estava de serviço em Bahía Blanca, passava meses viajando semanalmente da capital para essa cidade. Voava no último voo de domingo, saindo de Aeroparque, e chegava no hotel depois das vinte e três. Era gostoso ter um certo nível de intimidade com a recepcionista e os rapazes do serviço do hotel; tinha "regalias" que o tempo hospedado ali tinha proporcionado, facilitando e deixando a estadia mais confortável. Naquele domingo, cheguei no horário, vinte e três e trinta entrei no hotel. Como manda o protocolo, fui até a recepção para formalizar minha entrada. A viagem, embora curta, me cansou mais do que o normal; só queria chegar no quarto e me jogar na cama para dormir. Tinha beliscado algo no voo, então ia pular o jantar. Enquanto preenchia o formulário de novo, o Júlio, o recepcionista de plantão naquela noite, me mostrava um folheto que estava bem arrumadinho no balcão, servindo de divisória com um casal que também estava se hospedando naquele momento — não lembro se eles vinham no mesmo voo. O folheto, que achei que já tinha visto antes, convidava para o Boccatti, um restaurante em Ing Witte que oferecia um cardápio variado de peixes e frutos do mar da região. Já tinha ido lá outra vez; lugar bonito, caro, mas com estilo. Não dei muita bola e fui pro quarto descansar. Na manhã seguinte, fui tomar café no salão do hotel. Era legal ver quem tinha se hospedado recentemente, reparando em caras novas… entre eles estava o casal que na noite anterior estava se registrando do meu lado. Eles estavam tomando café numa mesa não muito longe da minha. O cara de costas pra mim e ela, se quisesse, podia me observar com o canto do olho, já que estava na mesma linha que eu, mas não foi o caso. A padaria que o hotel oferecia no café da manhã era, na minha opinião, uma das melhores que já tinha provado, então valia a pena repetir. Levantei e Fui direto pro setor onde tava o que ela tava oferecendo, bem atrás da mulher que comentei antes. Passei sem prestar muita atenção do lado dela, mas dessa vez percebi que ela me olhou sem muito cuidado… cheguei a pensar que me conheciam ou tinham me reconhecido da noite anterior. Depois de pegar os pastéis que ia comer, voltei pra minha mesa e refiz o caminho de novo, mas dessa vez de frente pro cara, meio careca, uns quarenta e cinco anos, tipo normal, simples, meio gordinho, cara de bonzinho. Ela morena, cabelo liso e comprido, sem grandes atributos à vista. Pareciam um casal de office boys ou gente ligada a contabilidade, ambos de óculos e bem simples na hora de se vestir. Quando passo do lado deles, quem me olha é ele, me encarando, mas eu não respondi nem sustentei o olhar, só foquei em voltar pra minha mesa… será que me conhecem? Não sei… não saberia por quê… resolvi curtir o pastelzinho enquanto de olho observava eles sem muita curiosidade. O dia de trabalho passou sem grandes sustos, normal, tranquilo. Voltei pro hotel pra terminar uns trampos, ligar pra casa pra ver as novidades do dia, tomar um banho e sair pra jantar algo, tava mais quente que o normal naquele dia, pegado, diria. Já na recepção do hotel, esperava que a Cláudia, outra das recepcionistas, magnetizasse meu cartão da porta. Ouvi, longe de mim, que outro dos caras da recepção indicava pra alguém: “o senhor esteve lá, podem perguntar a ele como é a comida”. Não fazia ideia de que aquele comentário no ar tava relacionado a mim… A Cláudia me fez notar… — tão perguntando pro senhor. Aí fiquei sabendo e tentei me ligar no comentário, do que eles tavam falando??? Me aproximei da outra ponta do balcão e lá estavam eles, o casal que de manhã tinha me deixado incomodado com os olhares. Os dois junto com o recepcionista esperavam que eu me aproximasse de vez. Esboçaram um sorriso amigável na medida em que cheguei do lado deles. — Oi. Saudei amigavelmente, eles responderam do mesmo jeito. jeito. O recepcionista pegou a conversa.
- Aqui os hóspedes tão perguntando pelo Boccatti.
- Boccatti??? Que Boccatti??? Achei que…
- Boccatti!!! O restaurante do Ing Witte, cê foi na outra vez, renovaram a promoção e os senhores queriam saber como é que é…? Ahhh sim Boccatti…é bom, comida de primeira, adega de vinho boa, ambiente legal, preço não tão em conta mas vale a pena.
- Lembrar de tudo isso me deu vontade de ir…
Eles se consultaram entre si e me agradeceram pela dica enquanto iam embora. Voltei pro meu quarto já com meu cartão magnético. Depois de algumas horas, resolvi descer pra jantar…ainda tava afim de ir no Boccatti, então me decidi e parti pra lá. O lugar tava pela metade, me ofereceram uma mesa de quatro e aceitei…daqui a pouco tava tudo lotado…a promoção da noite tinha dado certo. Passou um tempo até que anotaram meu pedido, algo simples pra jantar, enquanto eu mexia no celular e deixava o tempo passar, o garçom se aproximou, achei que algo tava errado com meu pedido…
- Senhor, desculpa o incômodo.
Prestei atenção no garçom.
- O senhor se importaria se eu juntar as duas mesas que cê não tá usando? Tem duas pessoas esperando pra entrar e como essas mesas tão sobrando, posso acomodar eles do seu lado…não te atrapalha?
Entendi que os privilégios acabavam diante da necessidade.
- Sem problema, respondi e voltei a olhar pro celular. Segundos depois, vozes próximas e o garçom me avisaram que os clientes que pediram uma mesa já tavam se acomodando. Levantei a vista e que surpresa, o casal que tinha perguntado por esse restaurante na recepção do hotel tava se sentando naquela mesa. Deu pra ver a surpresa na cara deles e na minha, claro, dessa vez o cumprimento teve um toque de simpatia.
- Oi, boa noite, desculpa incomodar…
Uma porção de saudações e desculpas encheu o momento. Passaram uns minutos e a gente continuava trocando comentários sobre a coincidência. Dessa vez, o rapaz foi quem tomou a decisão e consultei… - juntamos as mesas e dividimos o jantar? Eu concordei sem muito entusiasmo… ela aprovou na hora. Juntamos as mesas e unificamos a reunião. Karina e Alan, casal de Buenos Aires, marido e mulher, ambos contadores de profissão, trabalhando como auditores para um escritório e comissionados pra fazer uns controles fiscais numa das fábricas de químicos instalada no parque industrial da Bahia. À primeira vista, passavam a imagem de nerds dos números, os comentários deles giravam basicamente em torno da comissão dos trabalhos que estavam fazendo. Batemos um papo sobre assuntos banais sem importância, da minha parte eu queria passar o mais rápido possível por aquele momento pra ir descansar no meu quarto. Eles estavam maravilhados com o restaurante, o hotel e a cidade… dava pra ver que era a primeira viagem de trabalho deles. Quatro anos de casados, se conheceram na faculdade de ciências econômicas, sem filhos e com o plano de ter o próprio escritório em alguns anos. Ela tinha trinta e quatro e ele quarenta. No geral, gente simpática. Ele estava sentado do meu lado, já a Karina na minha frente, na diagonal. Pude ver várias vezes que ela me olhava por trás dos óculos que usava, do mesmo jeito que no café da manhã. Em várias ocasiões cruzamos olhares, mas num momento eu sustentei o olhar dela pra ver até onde ia… ela correspondeu e depois olhou pro Alan, buscando talvez algum sinal de aprovação ou rejeição, enquanto a gente mantinha uma conversa sem muito fundamento. Depois dessa situação, Karina, pelo visto, tinha tentado fazer com que minha atenção ficasse nela e eu só escutasse o Alan vociferar conceitos econômicos que eu não entendia nada, só me concentrei no meu jantar e em observar as atitudes silenciosas da Karina, que a essa altura, estando do lado do marido dela, já me incomodavam pra caralho. Passou o jantar, a sobremesa e a última taça de vinho. Insistiram em pagar a conta inteira como agradecimento por eu ter cedido o lugar na minha mesa, não recusei. Voltamos na hora pro Hotel em carros diferentes, mas um atrás do outro, nós três passamos pela recepção pra pegar as chaves e fomos juntos no elevador. Eu descia dois andares antes deles.
— Vamos tomar café amanhã? — sugeriu Alan…
Karina ficou animada com a proposta.
— Fechou! — respondi sem muitos detalhes, com certeza não íamos coincidir no horário, então qualquer desculpa serviria. Me despedi e desci no meu andar, entrei no quarto e, com a porta se fechando atrás de mim, entrei no meu mundo de paz e descanso, capotei.
Nos dias seguintes, a gente se esbarrava no café da manhã, trocávamos umas palavras educadas, nos encontrávamos na recepção ou trocávamos umas frases no elevador, nada demais. Mas em cada oportunidade que a gente podia se cruzar, não era só a Karina que me encarava e sustentava o olhar, o Alan também, em algumas vezes, me observava discretamente. Definitivamente, não só me deixava desconfortável, mas já tava me irritando, porque eu não entendia o motivo daquela atitude.
A semana seguiu seu rumo até quinta-feira. À tarde, de volta ao hotel e já no meu quarto trabalhando em uns e-mails, o telefone fixo tocou. Era uma das moças da recepção:
— Oi, Dante, posso passar uma ligação pra você?
Me pegou de surpresa. Uma ligação?
— Pode sim…
Uma voz masculina me cumprimentou do outro lado:
— Oi, Dante!!! Tá ocupado? Posso te incomodar um segundo?
Demorei pra adivinhar quem era… Alan, sou o Alan, marido da Karina.
— Oi, Alan, não me incomoda, fala aí — aceitei esticar a conversa.
— Olha, amanhã a gente já vai embora pra Buenos Aires no voo do meio-dia, e a gente queria, eu e a Karina, jantar com você, sei lá, no mesmo lugar da outra noite ou em outro que você escolher.
Na real, eu não tava afim de sair pra jantar, ia pedir comida no quarto e relaxar vendo TV até dormir, não tava a fim de me arrumar pra sair… tudo isso passou pela minha cabeça enquanto o Alan falava sem parar no telefone tentando me convencer.
— Fechou!!! Vamos jantar juntos, te proponho fazer no O restaurante do hotel, assim a gente não se estica tanto e vocês podem descansar pra viajar amanhã.
- Uma excelente desculpa pra cortar logo o assunto.
- Siiim, acho bárbaro, indico Alan.
- 21h te parece?
- Ok, aceitei e encerramos a ligação.
Um pouco depois das nove entrei no restaurante, significativamente estava bem vazio. No fundo, de frente para os vidros internos do jardim de inverno, estava ocupada uma mesa por eles.
Alan de costas pro jardim e Karina de costas pro salão. Me aproximei displicentemente até fazer contato visual com eles. Nos cumprimentamos com beijo. Alan imediatamente pediu que eu sentasse ao lado dele, com isso ambos ficávamos de frente pra Karina, talvez um prelúdio de desconforto se a dama voltasse a ter aquela atitude antropofágica visual em relação a mim… tentei relaxar.
O jantar foi tranquilo, trocamos comentários, eles compartilharam vivências da cidade, falamos muito pouco das nossas vidas privadas. Sabíamos que aquela era a última noite que, talvez, nos veríamos. Essa previsão podia limitar a informação a compartilhar ou liberar dados pessoais já que não teríamos mais chance de tratar disso adiante, qualquer uma das opções era possivelmente válida.
Já estávamos na sobremesa, particularmente não me senti incomodado com nenhuma atitude de Karina, ela se mostrou mais receptiva ao Alan e me deixou em segundo plano, isso me acalmou.
Por volta das onze, decidimos encerrar o jantar, dessa vez eu paguei a conta, nos retiramos pro hall dos elevadores. Chegando no segundo andar onde ficava meu quarto, fizemos uma despedida com um beijo em cada um que, pessoalmente, teve um gosto mais distante e frio do que qualquer um pudesse imaginar.
- Sorte na volta, galera, bom voo. - falei.
- Tchau Dante, boa vida. - foi só o que ecoou atrás de mim e na voz de Alan, enquanto eu me afastava pro meu quarto, Karina ficou em silêncio. Em alguns minutos já estava com meu pijama de seda. curto, minha cama arrumada e a TV espalhando tons coloridos no quarto com um videoclipe que peguei no zapping, deitado, buscava a sonolência exata pra me entregar a Morfeu. No meio do estado de sonolência, achei ouvir uns batidinhas fracas na porta, tentei prestar atenção. Passaram uns segundos e de novo ecoaram aquelas batidinhas na porta, me levantei, a porta não tinha olho mágico, então me forcei a abrir pra saber quem tava do outro lado. Abri a porta devagar e vi uma silhueta do outro lado que não reconheci de cara, a luz do corredor já tava bem fraca por causa da hora — Tá dormindo??? Te acordei??? — a voz me disse quem era meu visitante noturno, Alan. Abri um pouco mais a porta educadamente e de repente a silhueta dele dobrou entrando no quarto, com ele também veio Karina, que sorrateiramente atrás dele e soltando uma risada contida, se esgueiraram pra dentro do quarto. Pasmo, olhava pra os dois, parados no meio do quarto com pijamas dignos da Família Ingalls. Quis acender as luzes do quarto, mas Alan pediu pra deixar assim, vi Karina segurando numa mão uma garrafa de algo e copos na outra, largou tudo na mesa onde tava meu notebook. Alan se apoiou na mesma mesa enquanto eu sentava na cama, tentando prestar atenção no que claramente queriam me dizer. Karina lentamente sentou na cama, enquanto ajeitava um ridículo camisolão branco e grosso. Nesse ponto, não sabia se soltava a pergunta ou continuava esperando eles me explicarem o que tava rolando, pra que o vinho e os copos, qual era a festa que a gente tinha esquecido? O óbvio era que o silêncio daqueles segundos parecia eterno e muito chato. — até que finalmente Alan tomou as rédeas, como se tivesse ensaiado o discurso, Karina se preparou pra concordar com cada palavra que Alan diria nos próximos minutos, se ajeitando ainda mais na cama e mantendo aquela risa contida com um alto grau de nervosismo, enquanto isso eu, atônito, não conseguia juntar as ideias. As primeiras palavras do Alan foram de desculpas, pela despedida sem maiores afetos e pela intromissão repentina e sem avisar no meu quarto. Definitivamente, eles entendiam que a nossa despedida devia ter um cenário alternativo. Alan continuou tagarelando comentários sobre como a gente se divertiu bem essa semana e como foi gostoso ter dado uma boa onda, nesse ponto já dava pra ver os dois mais nervosos que o normal. Ele também destacou que eu tinha chamado a atenção deles desde o primeiro momento, não sei por que motivo, e que a Karina tinha feito vários comentários sobre mim e sobre o que ela conseguia observar em mim. Até aquele momento, elogios e condescendências que não deixavam prever o que viria. Em um instante, uma palavra quase imperceptível soou na falação do Alan, “cuckold”. Essa palavra chamou minha atenção porque eu a ouvi repetida dali em diante em toda a história. Eu tinha descoberto ela em alguns sites pornô que eu frequentava nos meus momentos de solidão, e na tradução pro português se referia a “cuck”, um tipo de experiência sexual que casais fazem, adicionando um terceiro na cama e deixando o marido só olhando enquanto a mulher e o convidado se comem gostoso. Estávamos às portas de uma experiência assim??? Karina, pelo que vi nesses dias, não era uma mulher que me esquentasse o suficiente, tinha um corpo mais harmonioso, mas sem muito desenvolvimento, no fim das contas não era uma gostosa que eu quisesse pegar pra comer. Por outro lado, Alan parecia ser um cara na mesma vibe da Karina, não os via como praticantes de gostos sexuais tão ousados, mas ele estava colocando o assunto na mesa. Chegou a hora, eu tomei a palavra. — Tudo bem, galera, mas deixa eu entender uma coisa. — Tentei colocar um ponto de neutralidade. — Você, me dirigindo ao Alan, quer que eu coma sua mulher? Isso te excita? E qual seria o seu papel? Você entra num ménage ou O quê? — Alan bufou, liberando muita pressão interna pela situação e se acomodando de vez na conversa. Agora a gente falava a mesma língua. — Basicamente sim, é que você coma a Kary enquanto eu olho, é a única coisa que me excita o suficiente pra depois eu comer ela. Sabia que tudo já vinha servido pra uma experiência nova que se apresentou na minha frente. Agora era não decepcionar a convidada, já que seria minha primeira vez com plateia. Coloquei como condição pro Alan me deixar um tempo a sós com a Karina até a gente esquentar os motores, achava que não ia subir o pau, vendo que o marido dela ia ficar de olho na foda, melhor prevenir. Alan aceitou quase na hora, a Karina soltou uma risada já menos nervosa. A cena era muito bizarra, mas tentei me controlar e deixar rolar. Alan se trancou no banheiro, sabendo que tinha que nos dar uns dez minutos pra entrar no clima e depois que seja o que Deus quiser. Karina se levantou no mesmo lugar que o Alan tava até então, apoiada na mesa do meu notebook, parecia o prelúdio de um desfile de moda em traje de Adão. Começou a tirar aquele camisola ridícula, mal caiu no chão eu confirmei que a camisola era intensamente ridícula, vendo o corpo nu que cobria. Os medos de insuficiência erétil sumiram na hora, a nerd dos números, a morena de óculos, mal alinhada, tinha se transformado numa deusa terrena, me deixando à disposição uns peitos enormes e durinhos, com mamilos pretos e de um tamanho que eu nunca imaginei que a roupa que ela usava conseguisse disfarçar. Dava pra ver que ela tinha a monte de Vênus e os lábios grossos que vinham junto, tudo bem depilado, isso me deixava ainda mais louco, já que sou um praticante ferrenho do sexo oral e adoro saborear os gostos de buceta sem pelo nenhum na língua. Num instante o corpo dela começou a se contorcer sem tirar os olhos dos meus, como se o que viesse depois já tivesse sido ensaiado antes e ela soubesse cada um dos passos a Seguindo de memória, a mão esquerda dela levou os dedos até o mamilo mais próximo para beliscar, brincar com ele, excitar ainda mais até conseguir um tamanho inesperado. A mão direita escorregou barriga abaixo até se perder entre as pernas dela, dedos finos e longos beliscando os mamilos e com a outra mão enfiando os dedos dentro da própria pussy, curtindo a própria umidade. Me recostei e meu cock já estava duro o suficiente pra aparecer por baixo da minha calça, ela não hesitou um instante e se preparou pra me despir. Como primeiro prato desse banquete, Karina levou meu cock até a boca, lambendo sem pressa e sem pausa, não era nada diferente, mas era especial do jeito que ela fazia. Me acomodei de um jeito que desse pra fazer um sessenta e nove. Adoro sexo oral, receber e dar também, e nessa ocasião aquela pussy depilada me dominava, então em alguns minutos estávamos nos lambendo e gemendo.
A porta do banheiro abriu, Alan espiou com cuidado, nos viu nos comendo e se sentou silenciosamente num sofá que enfeitava o quarto. Já não prestei atenção nele, Karina me consumia por completo. Ela pareceu esperar o Alan ficar pronto e tomou a decisão de montar em mim, subiu em cima de mim de costas, enfiou meu cock bem fundo e começou a cavalgar enquanto olhava pro Alan. Não consegui vê-lo, mas entendi que ele se masturbava enquanto me via comê-la. A cena durou vários minutos. Em seguida, por iniciativa dela, Karina mudou de posição e montou, dessa vez em cima de mim me olhando e deixando o marido em primeiro plano, a bunda dela devorando meu cock, curtindo sentir como entrava e como Alan gemia e a incentivava a mais: "Assim, puta… assim… adoro te ver puta com outro… assim… come ele assim!!!" Devo admitir que ouvir o Alan falar isso me excitou ainda mais. Fodemos sem parar por um bom tempo, eu vinha aguentando firme e segurando pra minha porra não vazar antes da hora. Karina gozou várias vezes, senti o fluxo quente dela me queimar. A pica, isso era indiscutível. Alan continuava se masturbando, e agora enfiava um dedo da mão no próprio cu, pelo que entendi, fazendo uma massagem prostática. Karina também se meteu ao ver isso.
— Assim, papai, quer ver como você come o próprio cu? Hum, que tesão do jeito que você faz!!! Tá gostando, Gordão? Tá gostando de como o filho da puta tá me comendo? Tá me comendo pra caralho, o filho da puta… olha… olha!!!
Definitivamente, eu era só uma ferramenta do prazer deles. Depois de um tempo, minha porra já queria sair, então fui avisando que ia gozar, só pra ver se pra essa situação eles também tinham algo planejado… e foi o que aconteceu… Karina saiu da cama, se ajoelhou do lado do Alan e me pediu pra gozar na cara e na boca dela… ordens são ordens, pintei a cara e a boca dela de porra. Depois de ter gozado, me afastei um pouco do ambiente, e nessa hora Alan assumiu o controle e continuou a putaria. Era verdade, o Gordão precisava se excitar vendo a mulher dele dando pra outro pra conseguir finalizar. Karina, deusa total, levou duas boas fodas pelo preço de uma… No dia seguinte, não vi eles tomando café.
- Aqui os hóspedes tão perguntando pelo Boccatti.
- Boccatti??? Que Boccatti??? Achei que…
- Boccatti!!! O restaurante do Ing Witte, cê foi na outra vez, renovaram a promoção e os senhores queriam saber como é que é…? Ahhh sim Boccatti…é bom, comida de primeira, adega de vinho boa, ambiente legal, preço não tão em conta mas vale a pena.
- Lembrar de tudo isso me deu vontade de ir…
Eles se consultaram entre si e me agradeceram pela dica enquanto iam embora. Voltei pro meu quarto já com meu cartão magnético. Depois de algumas horas, resolvi descer pra jantar…ainda tava afim de ir no Boccatti, então me decidi e parti pra lá. O lugar tava pela metade, me ofereceram uma mesa de quatro e aceitei…daqui a pouco tava tudo lotado…a promoção da noite tinha dado certo. Passou um tempo até que anotaram meu pedido, algo simples pra jantar, enquanto eu mexia no celular e deixava o tempo passar, o garçom se aproximou, achei que algo tava errado com meu pedido…
- Senhor, desculpa o incômodo.
Prestei atenção no garçom.
- O senhor se importaria se eu juntar as duas mesas que cê não tá usando? Tem duas pessoas esperando pra entrar e como essas mesas tão sobrando, posso acomodar eles do seu lado…não te atrapalha?
Entendi que os privilégios acabavam diante da necessidade.
- Sem problema, respondi e voltei a olhar pro celular. Segundos depois, vozes próximas e o garçom me avisaram que os clientes que pediram uma mesa já tavam se acomodando. Levantei a vista e que surpresa, o casal que tinha perguntado por esse restaurante na recepção do hotel tava se sentando naquela mesa. Deu pra ver a surpresa na cara deles e na minha, claro, dessa vez o cumprimento teve um toque de simpatia.
- Oi, boa noite, desculpa incomodar…
Uma porção de saudações e desculpas encheu o momento. Passaram uns minutos e a gente continuava trocando comentários sobre a coincidência. Dessa vez, o rapaz foi quem tomou a decisão e consultei… - juntamos as mesas e dividimos o jantar? Eu concordei sem muito entusiasmo… ela aprovou na hora. Juntamos as mesas e unificamos a reunião. Karina e Alan, casal de Buenos Aires, marido e mulher, ambos contadores de profissão, trabalhando como auditores para um escritório e comissionados pra fazer uns controles fiscais numa das fábricas de químicos instalada no parque industrial da Bahia. À primeira vista, passavam a imagem de nerds dos números, os comentários deles giravam basicamente em torno da comissão dos trabalhos que estavam fazendo. Batemos um papo sobre assuntos banais sem importância, da minha parte eu queria passar o mais rápido possível por aquele momento pra ir descansar no meu quarto. Eles estavam maravilhados com o restaurante, o hotel e a cidade… dava pra ver que era a primeira viagem de trabalho deles. Quatro anos de casados, se conheceram na faculdade de ciências econômicas, sem filhos e com o plano de ter o próprio escritório em alguns anos. Ela tinha trinta e quatro e ele quarenta. No geral, gente simpática. Ele estava sentado do meu lado, já a Karina na minha frente, na diagonal. Pude ver várias vezes que ela me olhava por trás dos óculos que usava, do mesmo jeito que no café da manhã. Em várias ocasiões cruzamos olhares, mas num momento eu sustentei o olhar dela pra ver até onde ia… ela correspondeu e depois olhou pro Alan, buscando talvez algum sinal de aprovação ou rejeição, enquanto a gente mantinha uma conversa sem muito fundamento. Depois dessa situação, Karina, pelo visto, tinha tentado fazer com que minha atenção ficasse nela e eu só escutasse o Alan vociferar conceitos econômicos que eu não entendia nada, só me concentrei no meu jantar e em observar as atitudes silenciosas da Karina, que a essa altura, estando do lado do marido dela, já me incomodavam pra caralho. Passou o jantar, a sobremesa e a última taça de vinho. Insistiram em pagar a conta inteira como agradecimento por eu ter cedido o lugar na minha mesa, não recusei. Voltamos na hora pro Hotel em carros diferentes, mas um atrás do outro, nós três passamos pela recepção pra pegar as chaves e fomos juntos no elevador. Eu descia dois andares antes deles.
— Vamos tomar café amanhã? — sugeriu Alan…
Karina ficou animada com a proposta.
— Fechou! — respondi sem muitos detalhes, com certeza não íamos coincidir no horário, então qualquer desculpa serviria. Me despedi e desci no meu andar, entrei no quarto e, com a porta se fechando atrás de mim, entrei no meu mundo de paz e descanso, capotei.
Nos dias seguintes, a gente se esbarrava no café da manhã, trocávamos umas palavras educadas, nos encontrávamos na recepção ou trocávamos umas frases no elevador, nada demais. Mas em cada oportunidade que a gente podia se cruzar, não era só a Karina que me encarava e sustentava o olhar, o Alan também, em algumas vezes, me observava discretamente. Definitivamente, não só me deixava desconfortável, mas já tava me irritando, porque eu não entendia o motivo daquela atitude.
A semana seguiu seu rumo até quinta-feira. À tarde, de volta ao hotel e já no meu quarto trabalhando em uns e-mails, o telefone fixo tocou. Era uma das moças da recepção:
— Oi, Dante, posso passar uma ligação pra você?
Me pegou de surpresa. Uma ligação?
— Pode sim…
Uma voz masculina me cumprimentou do outro lado:
— Oi, Dante!!! Tá ocupado? Posso te incomodar um segundo?
Demorei pra adivinhar quem era… Alan, sou o Alan, marido da Karina.
— Oi, Alan, não me incomoda, fala aí — aceitei esticar a conversa.
— Olha, amanhã a gente já vai embora pra Buenos Aires no voo do meio-dia, e a gente queria, eu e a Karina, jantar com você, sei lá, no mesmo lugar da outra noite ou em outro que você escolher.
Na real, eu não tava afim de sair pra jantar, ia pedir comida no quarto e relaxar vendo TV até dormir, não tava a fim de me arrumar pra sair… tudo isso passou pela minha cabeça enquanto o Alan falava sem parar no telefone tentando me convencer.
— Fechou!!! Vamos jantar juntos, te proponho fazer no O restaurante do hotel, assim a gente não se estica tanto e vocês podem descansar pra viajar amanhã.
- Uma excelente desculpa pra cortar logo o assunto.
- Siiim, acho bárbaro, indico Alan.
- 21h te parece?
- Ok, aceitei e encerramos a ligação.
Um pouco depois das nove entrei no restaurante, significativamente estava bem vazio. No fundo, de frente para os vidros internos do jardim de inverno, estava ocupada uma mesa por eles.
Alan de costas pro jardim e Karina de costas pro salão. Me aproximei displicentemente até fazer contato visual com eles. Nos cumprimentamos com beijo. Alan imediatamente pediu que eu sentasse ao lado dele, com isso ambos ficávamos de frente pra Karina, talvez um prelúdio de desconforto se a dama voltasse a ter aquela atitude antropofágica visual em relação a mim… tentei relaxar.
O jantar foi tranquilo, trocamos comentários, eles compartilharam vivências da cidade, falamos muito pouco das nossas vidas privadas. Sabíamos que aquela era a última noite que, talvez, nos veríamos. Essa previsão podia limitar a informação a compartilhar ou liberar dados pessoais já que não teríamos mais chance de tratar disso adiante, qualquer uma das opções era possivelmente válida.
Já estávamos na sobremesa, particularmente não me senti incomodado com nenhuma atitude de Karina, ela se mostrou mais receptiva ao Alan e me deixou em segundo plano, isso me acalmou.
Por volta das onze, decidimos encerrar o jantar, dessa vez eu paguei a conta, nos retiramos pro hall dos elevadores. Chegando no segundo andar onde ficava meu quarto, fizemos uma despedida com um beijo em cada um que, pessoalmente, teve um gosto mais distante e frio do que qualquer um pudesse imaginar.
- Sorte na volta, galera, bom voo. - falei.
- Tchau Dante, boa vida. - foi só o que ecoou atrás de mim e na voz de Alan, enquanto eu me afastava pro meu quarto, Karina ficou em silêncio. Em alguns minutos já estava com meu pijama de seda. curto, minha cama arrumada e a TV espalhando tons coloridos no quarto com um videoclipe que peguei no zapping, deitado, buscava a sonolência exata pra me entregar a Morfeu. No meio do estado de sonolência, achei ouvir uns batidinhas fracas na porta, tentei prestar atenção. Passaram uns segundos e de novo ecoaram aquelas batidinhas na porta, me levantei, a porta não tinha olho mágico, então me forcei a abrir pra saber quem tava do outro lado. Abri a porta devagar e vi uma silhueta do outro lado que não reconheci de cara, a luz do corredor já tava bem fraca por causa da hora — Tá dormindo??? Te acordei??? — a voz me disse quem era meu visitante noturno, Alan. Abri um pouco mais a porta educadamente e de repente a silhueta dele dobrou entrando no quarto, com ele também veio Karina, que sorrateiramente atrás dele e soltando uma risada contida, se esgueiraram pra dentro do quarto. Pasmo, olhava pra os dois, parados no meio do quarto com pijamas dignos da Família Ingalls. Quis acender as luzes do quarto, mas Alan pediu pra deixar assim, vi Karina segurando numa mão uma garrafa de algo e copos na outra, largou tudo na mesa onde tava meu notebook. Alan se apoiou na mesma mesa enquanto eu sentava na cama, tentando prestar atenção no que claramente queriam me dizer. Karina lentamente sentou na cama, enquanto ajeitava um ridículo camisolão branco e grosso. Nesse ponto, não sabia se soltava a pergunta ou continuava esperando eles me explicarem o que tava rolando, pra que o vinho e os copos, qual era a festa que a gente tinha esquecido? O óbvio era que o silêncio daqueles segundos parecia eterno e muito chato. — até que finalmente Alan tomou as rédeas, como se tivesse ensaiado o discurso, Karina se preparou pra concordar com cada palavra que Alan diria nos próximos minutos, se ajeitando ainda mais na cama e mantendo aquela risa contida com um alto grau de nervosismo, enquanto isso eu, atônito, não conseguia juntar as ideias. As primeiras palavras do Alan foram de desculpas, pela despedida sem maiores afetos e pela intromissão repentina e sem avisar no meu quarto. Definitivamente, eles entendiam que a nossa despedida devia ter um cenário alternativo. Alan continuou tagarelando comentários sobre como a gente se divertiu bem essa semana e como foi gostoso ter dado uma boa onda, nesse ponto já dava pra ver os dois mais nervosos que o normal. Ele também destacou que eu tinha chamado a atenção deles desde o primeiro momento, não sei por que motivo, e que a Karina tinha feito vários comentários sobre mim e sobre o que ela conseguia observar em mim. Até aquele momento, elogios e condescendências que não deixavam prever o que viria. Em um instante, uma palavra quase imperceptível soou na falação do Alan, “cuckold”. Essa palavra chamou minha atenção porque eu a ouvi repetida dali em diante em toda a história. Eu tinha descoberto ela em alguns sites pornô que eu frequentava nos meus momentos de solidão, e na tradução pro português se referia a “cuck”, um tipo de experiência sexual que casais fazem, adicionando um terceiro na cama e deixando o marido só olhando enquanto a mulher e o convidado se comem gostoso. Estávamos às portas de uma experiência assim??? Karina, pelo que vi nesses dias, não era uma mulher que me esquentasse o suficiente, tinha um corpo mais harmonioso, mas sem muito desenvolvimento, no fim das contas não era uma gostosa que eu quisesse pegar pra comer. Por outro lado, Alan parecia ser um cara na mesma vibe da Karina, não os via como praticantes de gostos sexuais tão ousados, mas ele estava colocando o assunto na mesa. Chegou a hora, eu tomei a palavra. — Tudo bem, galera, mas deixa eu entender uma coisa. — Tentei colocar um ponto de neutralidade. — Você, me dirigindo ao Alan, quer que eu coma sua mulher? Isso te excita? E qual seria o seu papel? Você entra num ménage ou O quê? — Alan bufou, liberando muita pressão interna pela situação e se acomodando de vez na conversa. Agora a gente falava a mesma língua. — Basicamente sim, é que você coma a Kary enquanto eu olho, é a única coisa que me excita o suficiente pra depois eu comer ela. Sabia que tudo já vinha servido pra uma experiência nova que se apresentou na minha frente. Agora era não decepcionar a convidada, já que seria minha primeira vez com plateia. Coloquei como condição pro Alan me deixar um tempo a sós com a Karina até a gente esquentar os motores, achava que não ia subir o pau, vendo que o marido dela ia ficar de olho na foda, melhor prevenir. Alan aceitou quase na hora, a Karina soltou uma risada já menos nervosa. A cena era muito bizarra, mas tentei me controlar e deixar rolar. Alan se trancou no banheiro, sabendo que tinha que nos dar uns dez minutos pra entrar no clima e depois que seja o que Deus quiser. Karina se levantou no mesmo lugar que o Alan tava até então, apoiada na mesa do meu notebook, parecia o prelúdio de um desfile de moda em traje de Adão. Começou a tirar aquele camisola ridícula, mal caiu no chão eu confirmei que a camisola era intensamente ridícula, vendo o corpo nu que cobria. Os medos de insuficiência erétil sumiram na hora, a nerd dos números, a morena de óculos, mal alinhada, tinha se transformado numa deusa terrena, me deixando à disposição uns peitos enormes e durinhos, com mamilos pretos e de um tamanho que eu nunca imaginei que a roupa que ela usava conseguisse disfarçar. Dava pra ver que ela tinha a monte de Vênus e os lábios grossos que vinham junto, tudo bem depilado, isso me deixava ainda mais louco, já que sou um praticante ferrenho do sexo oral e adoro saborear os gostos de buceta sem pelo nenhum na língua. Num instante o corpo dela começou a se contorcer sem tirar os olhos dos meus, como se o que viesse depois já tivesse sido ensaiado antes e ela soubesse cada um dos passos a Seguindo de memória, a mão esquerda dela levou os dedos até o mamilo mais próximo para beliscar, brincar com ele, excitar ainda mais até conseguir um tamanho inesperado. A mão direita escorregou barriga abaixo até se perder entre as pernas dela, dedos finos e longos beliscando os mamilos e com a outra mão enfiando os dedos dentro da própria pussy, curtindo a própria umidade. Me recostei e meu cock já estava duro o suficiente pra aparecer por baixo da minha calça, ela não hesitou um instante e se preparou pra me despir. Como primeiro prato desse banquete, Karina levou meu cock até a boca, lambendo sem pressa e sem pausa, não era nada diferente, mas era especial do jeito que ela fazia. Me acomodei de um jeito que desse pra fazer um sessenta e nove. Adoro sexo oral, receber e dar também, e nessa ocasião aquela pussy depilada me dominava, então em alguns minutos estávamos nos lambendo e gemendo.
A porta do banheiro abriu, Alan espiou com cuidado, nos viu nos comendo e se sentou silenciosamente num sofá que enfeitava o quarto. Já não prestei atenção nele, Karina me consumia por completo. Ela pareceu esperar o Alan ficar pronto e tomou a decisão de montar em mim, subiu em cima de mim de costas, enfiou meu cock bem fundo e começou a cavalgar enquanto olhava pro Alan. Não consegui vê-lo, mas entendi que ele se masturbava enquanto me via comê-la. A cena durou vários minutos. Em seguida, por iniciativa dela, Karina mudou de posição e montou, dessa vez em cima de mim me olhando e deixando o marido em primeiro plano, a bunda dela devorando meu cock, curtindo sentir como entrava e como Alan gemia e a incentivava a mais: "Assim, puta… assim… adoro te ver puta com outro… assim… come ele assim!!!" Devo admitir que ouvir o Alan falar isso me excitou ainda mais. Fodemos sem parar por um bom tempo, eu vinha aguentando firme e segurando pra minha porra não vazar antes da hora. Karina gozou várias vezes, senti o fluxo quente dela me queimar. A pica, isso era indiscutível. Alan continuava se masturbando, e agora enfiava um dedo da mão no próprio cu, pelo que entendi, fazendo uma massagem prostática. Karina também se meteu ao ver isso.
— Assim, papai, quer ver como você come o próprio cu? Hum, que tesão do jeito que você faz!!! Tá gostando, Gordão? Tá gostando de como o filho da puta tá me comendo? Tá me comendo pra caralho, o filho da puta… olha… olha!!!
Definitivamente, eu era só uma ferramenta do prazer deles. Depois de um tempo, minha porra já queria sair, então fui avisando que ia gozar, só pra ver se pra essa situação eles também tinham algo planejado… e foi o que aconteceu… Karina saiu da cama, se ajoelhou do lado do Alan e me pediu pra gozar na cara e na boca dela… ordens são ordens, pintei a cara e a boca dela de porra. Depois de ter gozado, me afastei um pouco do ambiente, e nessa hora Alan assumiu o controle e continuou a putaria. Era verdade, o Gordão precisava se excitar vendo a mulher dele dando pra outro pra conseguir finalizar. Karina, deusa total, levou duas boas fodas pelo preço de uma… No dia seguinte, não vi eles tomando café.
2 comentários - Gostosa em Bahia Blanca