Esta é a história de como entrei no mundo do cuckold... Estou casado com a Paula há 5 anos, nos conhecemos desde jovens, fui o primeiro e único homem com quem ela fez sexo. Hoje temos 30 anos, ela é muito gostosa, morena, altura média 1,60, pele branca, peitos pequenos (uns limõezinhos, como ela diz), e uma bunda linda. Ela é daquelas minas que têm cintura fina e umas pernas e uma bunda incríveis, tudo genética, porque ela não gosta de treinar, é muito preguiçosa nesse sentido. Eu, por outro lado, sou um cara "normal", também não malho, mas adoro praticar esportes, jogar futebol, tênis, qualquer esporte que me convidam eu topo sem problema.
O que vou contar aconteceu no verão. A gente tinha decidido fazer umas reformas em casa que iam levar alguns meses. A Pau não gostou nada que a gente escolhesse o verão pra isso, porque ela não ia poder aproveitar a piscina. Segundo ela, os pedreiros iam ficar olhando e não dava, ela se sentiria desconfortável. Apesar daquele corpão, ela é uma mina super discreta, um fogaréu na intimidade, mas essa faceta só eu conheço. Já os amigos e conhecidos acham que a Pau é uma santa, e na real ela era, só que também curtia o sexo comigo, embora com o passar dos anos a chama fosse se apagando.
Isso começou numa quinta-feira. As reformas iam ser no primeiro andar, a gente só tinha um tanque e um terraço, e decidimos fazer um quarto e uma sala estilo living pra ver filmes e tal. Naquele dia tava um calor do caralho, 36 graus. Quando cheguei do trabalho umas 5 horas, os caras ainda estavam trabalhando e eu tive que lidar com a raiva da Pau por não poder entrar na piscina. A primeira semana foi a mesma coisa: calor infernal e reclamações quando eu chegava em casa. Falei pra ela entrar mesmo assim, que no máximo iam dar uma olhadinha e continuar trabalhando, além do mais eram caras muito educados e com certeza não iam querer deixar ela desconfortável. Eram 5: um homem mais velho que mandava em tudo e 4 operários, entre uns 20 e 30 anos. No fundo, eu sabia que se ela fosse pra swimming pool, eu ia comer ela com os olhos, não vou mentir, a ideia me deixava bem excitado, várias vezes durante o sexo a gente falava em adicionar um terceiro e isso nos deixava loucos, mas ficava só nisso, quando tudo esfriava e eu voltava no assunto, ela não queria saber de nada, segundo ela, só entrava na brincadeira porque adorava como eu ficava com essas ideias.
No oitavo dia de calor infernal, a Pau finalmente decidiu ir pra piscina, nesse dia eu tava trabalhando de casa, acho que isso ajudou ela a criar coragem, ela vestiu um biquíni preto e saiu pro quintal coberta com uma toalha, tirou a toalha e de um pulo entrou na água. Óbvio que o mergulho não passou despercebido, mas como foi tudo tão rápido, ninguém conseguiu ver nada. Depois de um tempo ela me chamou pra esperar ela com a toalha aberta pra ninguém ver ela assim que ela colocasse o pé pra fora. E foi assim toda vez que ela ia pra piscina e saía.
No nono dia eu não consegui ficar em casa e tive que trabalhar até tarde, quando cheguei umas 7 da noite os pedreiros não estavam mais lá, e quando cheguei a Pau tava com cara de puta.
eu: - que foi, amor?
pau: - nada, nada
eu: - fala, pela sua cara alguma coisa te incomoda
pau: - nada... é que me dá uma raiva
eu: - o quê?
pau: - hoje que você não tava, eu entrei na água, pra entrar de boa, mas quando saio e você não tá lá pra pegar a toalha, não sabe como me olharam...
eu: - mas como você sabe? você viu eles na hora? saiu da água olhando pra eles?
pau: - não, entrei e deixei os óculos de sol do lado da piscina, antes de sair coloquei eles pra não verem meus olhos, e quando eu ia sair vi um fazendo sinal pro outro pra me olharem. eu pensei que eles fossem educados, mas são uns tarados de merda e a verdade é que ficar sozinha em casa com eles agora me dá medo
Ao ouvir o relato dela, fiquei realmente excitado, imaginei a cena e vendo ela fazendo biquinho, meu pau ficou durasso
eu: - pau, me escuta, vamos ver... o que eles fizeram na verdade é o que qualquer um faria, você é uma gostosa e eles não conseguiram evitar virou nesses dias todos, e com certeza estavam curiosos, não tenha medo que não acontece nada
pau:- mas não é que me olharam uma vez só, toda vez que eu saía era a mesma coisa
eu:- bom, calma, amanhã estou eu aqui, então pode sair tranquila quantas vezes quiser.
Chegou o décimo dia, continuava um calor do caralho, eu trabalhava de casa mas de vez em quando dava um mergulho, Pau aproveitou o momento em que os caras foram almoçar e entrou na piscina, nesse dia eles tinham ido comer num churrasquinho de esquina que tem perto de casa, Pau achou que tinham ido todos mas um tinha ficado no telhado fazendo um serviço. Depois de um tempo ela saiu da piscina andando como se nada, a toalha tinha deixado do lado da porta, afinal estávamos só nós (era o que ela pensava)
eu:- amor, olha que um dos caras ficou trabalhando hein!
Pau ficou paralisada, ela tinha saído da piscina rebolando aquele corpão, era realmente um espetáculo, ver ela molhada com aquela biquíni branca que marcava os bicos dos peitos.
eu:- se o cara te viu, essa noite ele vai bater uma com certeza (falei brincando, fazer esse comentário me deixou bem excitado, fiquei com o pau duro)
pau:- tá me zoando que ficou um, não acredito, eu saí tipo uma lady pensando que tava sozinha, nunca mais entro (ela ficou vermelha)
Aproveitei que tava na minha hora do almoço, excitado com a situação e tentei levá-la pro quarto.
pau:- cê é louco? tá me dizendo que tá com tesão??
eu:- um pouco sim kkkk, não tem problema amor, ele te viu e daí?? mas agora eu tô todo duro e a gente podia aproveitar.
Naquele momento Pau não quis fazer nada, mas à noite a gente transou pra caralho, eu tentei puxar esse assunto mas ela não deixou, o que notei é que ela tava muito molhada, mais do que o normal, com certeza a possível olhada do cara durante o meio-dia tava mexendo com ela.
Com o passar dos dias, notei que sempre iam almoçar todos menos um, aquele cara trazia uma marmita de manhã. e ficava comendo no telhado, como era só um, e bem novinho, a Pau não sentia tanta desconfiança e com o tempo foi se soltando. Entrava e saía da piscina sem problema, até parecia fazer de propósito. Mas quando os outros chegavam, o protocolo de saída da piscina era o de sempre: eu esperando com a toalha ou ela saindo rapidão.
Chegaram minhas férias e com elas a chuva, então por uns dias a Pau não curtiu a piscina, e os pedreiros também não curtiram a Pau. Durante esses dias, tentei sondar se ela ficava um pouco excitada com o que rolava nos meio-dias, e ela dizia que nada a ver, mas a verdade é que a gente tava transando pra caralho, quase toda noite. Eu sabia que a ideia do cara ficar de olho nela tava mexendo com ela.
Aos poucos, notei que a Pau ia se soltando, e um dia propus um desafio. Falei: quando os caras fossem comer e ficasse só o "girl" (a gente tinha apelidado ele assim, acho que chamava Enzo, mas não tinha certeza), se ela topava entrar na piscina com um biquíni bem sexy que ela tem, laranja fluorescente (a parte de baixo é super fininha, quase fio dental). É um que ela nunca usou em público, comprei pra umas férias, mas ela só usa em casa.
Pau: - Cê tá louco?? Isso já é provocação.
Eu: - Vai, amor, é um jogo, é pra alimentar o casal. Quem sabe ele tá comendo e nem te vê, e você ganha um prêmio.
Pau: - Que prêmio? (a ideia tinha animado ela)
Eu: - Pago um dia de spa naquele lugar que sua mãe foi com sua irmã (era um spa caríssimo, ela tava doida pra ir, mas com a obra, tivemos que fazer sacrifícios).
Vi ela pensativa, então meti o pé na porta, não deixei ela pensar e combinamos que ao meio-dia ela faria.
Chegou a hora, os caras estavam indo embora e eu tava igual criança prestes a ganhar presente de Natal. A ideia me excitava pra caralho. Fui pro quarto e a Pau tinha vestido o biquíni.
Pau: - Não consigo sair assim (meio sem jeito). (rindo) É muito amor, fico muito putinha
Ouvir ela dizer isso me deixou louco de tesão, me aproximei e beijei ela enquanto agarrava bem as nádegas dela e apertava.
Eu: — Você está linda, amor, saiu assim e já ganhou seu spa.
Ela ficou uns 10 minutos na dúvida se fazia ou não, eu apressei dizendo que os outros iam voltar do almoço e ela ia ficar sem o prêmio. Criou coragem e saiu correndo pra piscina. Eu já tinha trapaceado, a ideia era que ela entrasse e saísse devagar, mas fazer o quê... ainda faltava a saída. Quando chegou a hora de sair, ela viu que o rapaz não estava mais no telhado (notei uma ponta de decepção no rosto dela). Pra surpresa dela, o cara estava do lado, tinha acabado de descer e estava perguntando por umas ferramentas que não encontrava. A Pau ficou paralisada, o primeiro impulso foi se cobrir, mas se segurou, provavelmente não queria passar vergonha. Então tentou agir com naturalidade (a naturalidade que o corpo dela permitia: as bochechas estavam super vermelhas, os joelhos juntos, parecia uma menina na frente de um adulto que ia dar bronca).
Pau: — Sim, o que você precisa?
Moça: — Desculpa incomodar, mas tô sem um martelo e não acho em lugar nenhum, preciso continuar. Seu marido não tem um?
Pau: — Deve ter, vou pegar pra você.
A Pau estava visivelmente envergonhada. Eu tinha me mudado da sala, que dá pra piscina por uma janela grande, pra que o cara não se sentisse observado enquanto olhava de costas a Pau indo até o quartinho das ferramentas. Comecei a me tocar enquanto espiava pela janela do segundo quarto, que também dá pra piscina. Mil situações passaram pela minha cabeça. Finalmente ela voltou e entregou o martelo, o rapaz agradeceu e subiu de novo por uma escada que montaram do lado pra não ter que entrar e sair por dentro da casa. Quando a Pau entrou em casa, estava vermelha que nem pimentão, realmente envergonhada. Eu, sem dizer nada, me aproximei dela e nos perdemos num beijo muito intenso. quente, a primeira coisa que ela fez foi pegar na minha pica... evidentemente a situação tinha mexido com ela.
O que vou contar aconteceu no verão. A gente tinha decidido fazer umas reformas em casa que iam levar alguns meses. A Pau não gostou nada que a gente escolhesse o verão pra isso, porque ela não ia poder aproveitar a piscina. Segundo ela, os pedreiros iam ficar olhando e não dava, ela se sentiria desconfortável. Apesar daquele corpão, ela é uma mina super discreta, um fogaréu na intimidade, mas essa faceta só eu conheço. Já os amigos e conhecidos acham que a Pau é uma santa, e na real ela era, só que também curtia o sexo comigo, embora com o passar dos anos a chama fosse se apagando.
Isso começou numa quinta-feira. As reformas iam ser no primeiro andar, a gente só tinha um tanque e um terraço, e decidimos fazer um quarto e uma sala estilo living pra ver filmes e tal. Naquele dia tava um calor do caralho, 36 graus. Quando cheguei do trabalho umas 5 horas, os caras ainda estavam trabalhando e eu tive que lidar com a raiva da Pau por não poder entrar na piscina. A primeira semana foi a mesma coisa: calor infernal e reclamações quando eu chegava em casa. Falei pra ela entrar mesmo assim, que no máximo iam dar uma olhadinha e continuar trabalhando, além do mais eram caras muito educados e com certeza não iam querer deixar ela desconfortável. Eram 5: um homem mais velho que mandava em tudo e 4 operários, entre uns 20 e 30 anos. No fundo, eu sabia que se ela fosse pra swimming pool, eu ia comer ela com os olhos, não vou mentir, a ideia me deixava bem excitado, várias vezes durante o sexo a gente falava em adicionar um terceiro e isso nos deixava loucos, mas ficava só nisso, quando tudo esfriava e eu voltava no assunto, ela não queria saber de nada, segundo ela, só entrava na brincadeira porque adorava como eu ficava com essas ideias.
No oitavo dia de calor infernal, a Pau finalmente decidiu ir pra piscina, nesse dia eu tava trabalhando de casa, acho que isso ajudou ela a criar coragem, ela vestiu um biquíni preto e saiu pro quintal coberta com uma toalha, tirou a toalha e de um pulo entrou na água. Óbvio que o mergulho não passou despercebido, mas como foi tudo tão rápido, ninguém conseguiu ver nada. Depois de um tempo ela me chamou pra esperar ela com a toalha aberta pra ninguém ver ela assim que ela colocasse o pé pra fora. E foi assim toda vez que ela ia pra piscina e saía.
No nono dia eu não consegui ficar em casa e tive que trabalhar até tarde, quando cheguei umas 7 da noite os pedreiros não estavam mais lá, e quando cheguei a Pau tava com cara de puta.
eu: - que foi, amor?
pau: - nada, nada
eu: - fala, pela sua cara alguma coisa te incomoda
pau: - nada... é que me dá uma raiva
eu: - o quê?
pau: - hoje que você não tava, eu entrei na água, pra entrar de boa, mas quando saio e você não tá lá pra pegar a toalha, não sabe como me olharam...
eu: - mas como você sabe? você viu eles na hora? saiu da água olhando pra eles?
pau: - não, entrei e deixei os óculos de sol do lado da piscina, antes de sair coloquei eles pra não verem meus olhos, e quando eu ia sair vi um fazendo sinal pro outro pra me olharem. eu pensei que eles fossem educados, mas são uns tarados de merda e a verdade é que ficar sozinha em casa com eles agora me dá medo
Ao ouvir o relato dela, fiquei realmente excitado, imaginei a cena e vendo ela fazendo biquinho, meu pau ficou durasso
eu: - pau, me escuta, vamos ver... o que eles fizeram na verdade é o que qualquer um faria, você é uma gostosa e eles não conseguiram evitar virou nesses dias todos, e com certeza estavam curiosos, não tenha medo que não acontece nada
pau:- mas não é que me olharam uma vez só, toda vez que eu saía era a mesma coisa
eu:- bom, calma, amanhã estou eu aqui, então pode sair tranquila quantas vezes quiser.
Chegou o décimo dia, continuava um calor do caralho, eu trabalhava de casa mas de vez em quando dava um mergulho, Pau aproveitou o momento em que os caras foram almoçar e entrou na piscina, nesse dia eles tinham ido comer num churrasquinho de esquina que tem perto de casa, Pau achou que tinham ido todos mas um tinha ficado no telhado fazendo um serviço. Depois de um tempo ela saiu da piscina andando como se nada, a toalha tinha deixado do lado da porta, afinal estávamos só nós (era o que ela pensava)
eu:- amor, olha que um dos caras ficou trabalhando hein!
Pau ficou paralisada, ela tinha saído da piscina rebolando aquele corpão, era realmente um espetáculo, ver ela molhada com aquela biquíni branca que marcava os bicos dos peitos.
eu:- se o cara te viu, essa noite ele vai bater uma com certeza (falei brincando, fazer esse comentário me deixou bem excitado, fiquei com o pau duro)
pau:- tá me zoando que ficou um, não acredito, eu saí tipo uma lady pensando que tava sozinha, nunca mais entro (ela ficou vermelha)
Aproveitei que tava na minha hora do almoço, excitado com a situação e tentei levá-la pro quarto.
pau:- cê é louco? tá me dizendo que tá com tesão??
eu:- um pouco sim kkkk, não tem problema amor, ele te viu e daí?? mas agora eu tô todo duro e a gente podia aproveitar.
Naquele momento Pau não quis fazer nada, mas à noite a gente transou pra caralho, eu tentei puxar esse assunto mas ela não deixou, o que notei é que ela tava muito molhada, mais do que o normal, com certeza a possível olhada do cara durante o meio-dia tava mexendo com ela.
Com o passar dos dias, notei que sempre iam almoçar todos menos um, aquele cara trazia uma marmita de manhã. e ficava comendo no telhado, como era só um, e bem novinho, a Pau não sentia tanta desconfiança e com o tempo foi se soltando. Entrava e saía da piscina sem problema, até parecia fazer de propósito. Mas quando os outros chegavam, o protocolo de saída da piscina era o de sempre: eu esperando com a toalha ou ela saindo rapidão.
Chegaram minhas férias e com elas a chuva, então por uns dias a Pau não curtiu a piscina, e os pedreiros também não curtiram a Pau. Durante esses dias, tentei sondar se ela ficava um pouco excitada com o que rolava nos meio-dias, e ela dizia que nada a ver, mas a verdade é que a gente tava transando pra caralho, quase toda noite. Eu sabia que a ideia do cara ficar de olho nela tava mexendo com ela.
Aos poucos, notei que a Pau ia se soltando, e um dia propus um desafio. Falei: quando os caras fossem comer e ficasse só o "girl" (a gente tinha apelidado ele assim, acho que chamava Enzo, mas não tinha certeza), se ela topava entrar na piscina com um biquíni bem sexy que ela tem, laranja fluorescente (a parte de baixo é super fininha, quase fio dental). É um que ela nunca usou em público, comprei pra umas férias, mas ela só usa em casa.
Pau: - Cê tá louco?? Isso já é provocação.
Eu: - Vai, amor, é um jogo, é pra alimentar o casal. Quem sabe ele tá comendo e nem te vê, e você ganha um prêmio.
Pau: - Que prêmio? (a ideia tinha animado ela)
Eu: - Pago um dia de spa naquele lugar que sua mãe foi com sua irmã (era um spa caríssimo, ela tava doida pra ir, mas com a obra, tivemos que fazer sacrifícios).
Vi ela pensativa, então meti o pé na porta, não deixei ela pensar e combinamos que ao meio-dia ela faria.
Chegou a hora, os caras estavam indo embora e eu tava igual criança prestes a ganhar presente de Natal. A ideia me excitava pra caralho. Fui pro quarto e a Pau tinha vestido o biquíni.
Pau: - Não consigo sair assim (meio sem jeito). (rindo) É muito amor, fico muito putinha
Ouvir ela dizer isso me deixou louco de tesão, me aproximei e beijei ela enquanto agarrava bem as nádegas dela e apertava.
Eu: — Você está linda, amor, saiu assim e já ganhou seu spa.
Ela ficou uns 10 minutos na dúvida se fazia ou não, eu apressei dizendo que os outros iam voltar do almoço e ela ia ficar sem o prêmio. Criou coragem e saiu correndo pra piscina. Eu já tinha trapaceado, a ideia era que ela entrasse e saísse devagar, mas fazer o quê... ainda faltava a saída. Quando chegou a hora de sair, ela viu que o rapaz não estava mais no telhado (notei uma ponta de decepção no rosto dela). Pra surpresa dela, o cara estava do lado, tinha acabado de descer e estava perguntando por umas ferramentas que não encontrava. A Pau ficou paralisada, o primeiro impulso foi se cobrir, mas se segurou, provavelmente não queria passar vergonha. Então tentou agir com naturalidade (a naturalidade que o corpo dela permitia: as bochechas estavam super vermelhas, os joelhos juntos, parecia uma menina na frente de um adulto que ia dar bronca).
Pau: — Sim, o que você precisa?
Moça: — Desculpa incomodar, mas tô sem um martelo e não acho em lugar nenhum, preciso continuar. Seu marido não tem um?
Pau: — Deve ter, vou pegar pra você.
A Pau estava visivelmente envergonhada. Eu tinha me mudado da sala, que dá pra piscina por uma janela grande, pra que o cara não se sentisse observado enquanto olhava de costas a Pau indo até o quartinho das ferramentas. Comecei a me tocar enquanto espiava pela janela do segundo quarto, que também dá pra piscina. Mil situações passaram pela minha cabeça. Finalmente ela voltou e entregou o martelo, o rapaz agradeceu e subiu de novo por uma escada que montaram do lado pra não ter que entrar e sair por dentro da casa. Quando a Pau entrou em casa, estava vermelha que nem pimentão, realmente envergonhada. Eu, sem dizer nada, me aproximei dela e nos perdemos num beijo muito intenso. quente, a primeira coisa que ela fez foi pegar na minha pica... evidentemente a situação tinha mexido com ela.
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