- Anda logo, Claudia. - gritei irritado lá de cima da escada.
- Já vou, já vou. - foi a única resposta que eu tive.
Na semana anterior, a gente tinha ficado em primeiro em todas as provas do time de natação. Pra comemorar, nossa treinadora organizou uma reunião não oficial no parque aquático. Digo não oficial porque a universidade não ia pagar. Em vez disso, nossa treinadora organizou pra gente. Agora, sei que pode parecer estranho ganhar na natação e depois ir comemorar numa piscina, mas a gente era novo e adorava nadar. Além disso, era pra se divertir, não pra fazer séries, criticar a técnica ou nada do tipo. O plano era se encontrar na universidade e ir em só dois carros. Pelo menos esse era o plano se minha irmã Claudia se apressasse.
Claudia era minha irmã mais nova e a mais nova da turma dela, mas não se engane pela idade, ela era muito inteligente e uma nadadora foda. Ela era parte do motivo de a gente ter ido tão bem, afinal. Se não fosse minha irmã, eu diria que ela era uma gostosa, e não era só eu que pensava assim. Embora nunca tivesse namorado, muitos caras já tinham chamado ela pra sair. Incluindo meu melhor amigo, Juan. Ela recusou todos esses convites educadamente, como era de se esperar. Juan também me contou depois de ter sido rejeitado que ela deixou claro que queria ter um encontro, mas simplesmente não estava pronta pra isso.
- Finalmente. - falei enquanto Claudia descia as escadas.
- Ah, você se preocupa demais. Com certeza a gente vai ser o primeiro a chegar. - disse ela enquanto a gente saía pro carro.
Mamãe nos levou até a escola e, como a Claudia tinha dito, fomos os primeiros a chegar. Bom, além da senhora e do senhor López, nossa treinadora e o marido dela. Em uns trinta minutos, o resto do time apareceu e a gente partiu. Éramos dez no time, somando a treinadora e o marido dela dava doze, que era o suficiente pra caber na van de sete lugares e no carro de cinco.
Assim que pegamos a estrada, o Juan começou a me mostrar o baralho novo de Pokémon dele. De algum jeito, acho que ele tava até tentando impressionar minha irmã. Não sei se ele percebeu que isso nunca foi algo que fosse impressionar ela. Eu já tinha jogado Pokémon, mas não igual o Juan. Enquanto ele explicava uma carta especial nova, que eu só lembrava que era amarela, fiz o possível pra acompanhar a conversa. Nessa hora, a gente chegou na parte favorita de todo mundo. Tinham umas colinas pequenas, espaçadas o suficiente pra que, se você fosse rápido, parecia uma montanha-russa. Subia uma e descia a outra, e dava aquele frio na barriga. Todo mundo amava isso quando era criança e a gente ainda ama até hoje. Era um daqueles lugares onde os policiais adoravam ficar de tocaia pra pegar os adolescentes correndo.
A única outra coisa que valia a pena mencionar na viagem era o estado da estrada. Tinha uma placa laranja escrito "Buraco" e não era brincadeira. O Juan, que ainda tava falando das cartas de Pokémon dele, ia guardar elas quando a gente bateu no buraco. O baralho escapou da mão dele e as cartas voaram pra todo lado. Tenho que admitir que achei hilário ver as cartas voando. Ninguém riu mais que a Jessica que, mesmo rindo, foi gentil e ajudou a catar tudo. Ela sempre foi de rir fácil, desde sempre. Uma das coisas mais gostosas nela era a risada, que eu adorava, e a gentileza dela, e o rostinho bonito, e, bom, eu era apaixonado por ela.
Finalmente chegamos e fizemos o check-in. Deram um armário pra cada um guardar as coisas, como sempre, e a gente vestiu os trajes de banho. Hoje ia ser um pouco diferente pra gente. Como não estávamos treinando ou num evento, não precisávamos usar os maiôs de uniforme. Por isso, hoje eu tava usando uma sunga vermelha. Ficou diferente em mim. maiô normal, mas eu tinha um corpo bonito de nadador que não me importava de mostrar. Como era de esperar, ninguém mais usava o maiô de sempre. O resto dos caras usava jammers ou sungas normais, mas todas as garotas estavam de biquíni, incluindo minha irmã. Nada muito ousado, mas estavam gostosas.
Na maioria das vezes, eu conseguia controlar meu amigão por causa da sunga justa que eu usava e das roupas mais comportadas das meninas. Imaginei que seria mais ou menos a mesma coisa aqui e, na maior parte, foi. Apesar dos biquínis sexy das garotas, consegui me segurar com bastante facilidade. Até que a senhora López apareceu. Quando ela saiu, acho que todos os caras ficaram surpresos. Não era segredo que ela tinha um corpaço e todo mundo já tinha visto ela de maiô nos treinos, mas hoje não era treino. Hoje ela estava usando um dos biquínis vermelhos mais minúsculos que eu já vi. Tive que desviar o olhar e respirar fundo, senão todo mundo saberia o que eu estava pensando. Depois que me controlei, olhei de novo e ela estava uma delícia.
Eu teria continuado olhando, mas não queria arriscar armar uma barraca na frente de todo mundo. Para me distrair, fui direto para o toboágua. Não era o único indo pra lá, a Jessica também estava indo. Como eu disse, era apaixonado por ela, mas nunca tinha chamado ela pra sair. Talvez fosse só a excitação, mas minha confiança estava lá em cima e naquele momento, quando a vi, decidi que ia convidar ela pra sair. Bem, ainda não, mas espero que até o fim do dia. Ela estava usando um biquíni verde comportado, com detalhes prateados que destacavam suas pernas longas e macias e seus peitos empinados.
— Ficou muito bom em você. — falei. Admito que não sou o melhor em fazer elogios, mas já percebi que não precisa de grandes elogios pra puxar conversa.
— Obrigada. Que porra é essa que você tá vestindo? — ela disse, soltando uma risadinha.
— Ah, essa coisa aí? Velha? É só pra ocasiões especiais e só gente especial pode ver. — respondi.
— É bem especial, sim. — ela disse, rindo.
A partir daí, a gente se deu super bem e acabou passando a maior parte do dia junto. Perto do fim, a gente caiu num jogo besta. Basicamente era uma briga de água onde valia tudo. Acabei roçando uma das tetas da Jessica enquanto tentava molhar ela. Claro, a primeira vez foi acidente. Já a segunda, não tenho tanta certeza, e o resto sei que não foi. O negócio é que ela não pareceu se importar. Na real, tive a sensação de que ela tava curtindo quando começou a se expor mais e até começou a me agarrar. Não sei onde aquilo teria parado se a gente tivesse sozinho lá. Infelizmente, acabou quando ela saiu da água depois de mergulhar pra me esquivar e começou a nadar rindo.
— O que é tão engraçado? — perguntei.
— Acho que vou sair antes que eu também fique com um problema no sungão. — ela disse, piscando um olho.
Olhei pra baixo e vi minha ereção escapando por um lado da sunga. Fiquei mortificado e tentei enfiar de volta, mas não cabia. Passei os minutos seguintes tentando esconder enquanto minha segunda cabeça se acalmava o suficiente pra guardar na sunga. Também não foi rápido. Olhando pra trás, foi culpa minha. Meu conselho pra quem for usar uma sunga apertada é bater uma antes. Deixa tudo muito mais fácil de controlar. No instante em que consegui guardar, a Sra. Lopez apareceu de biquíni, quase fazendo ela pular de novo, e deu o dia por encerrado.
Como a viagem não era longa, depois de um banho rápido pra enxaguar, a gente se juntou nos carros, a maioria de nós, inclusive eu, ainda de sunga. Eu tinha vestido a camiseta e, com umas toalhas no banco, já tava pronto pra ir. Foi aí que o desastre aconteceu. A van da Sra. Lopez não... arrancava.
Agora a gente só tinha um carro e doze pessoas pra voltar pra casa. Como a van ia ter que ser rebocada, o único jeito de voltar era conseguir transporte, o que levaria pelo menos 30 minutos se tivesse algum disponível, ou se amontoar no carro. Decidimos que ia ser mais fácil se amontoar, já que a viagem ia ser curta o suficiente. O seu López foi o único que ficou, porque ia ter que esperar o guincho, o que significava que éramos onze num carro pra cinco.
Se apertar naquele carro ia ser um truque que qualquer palhaço de circo ia ter orgulho. A dona López foi na frente junto com mais duas pessoas no banco do carona. Isso significava que tinha oito pessoas no banco de trás. Três em cada ponta e duas no meio pra dar espaço pro câmbio. Eu tava na parte de baixo dos três atrás do motorista, com minha irmã em cima de mim e a Jessica em cima dela. Como a dona López precisava de espaço pra dirigir, não dava pra avançar muito o banco dela, então meu lugar era facilmente a parte mais apertada do carro. Provavelmente a gente devia ter pensado melhor na disposição dos assentos. Tenho certeza que, se tivéssemos feito isso, o que rolou na viagem de volta pra casa nunca teria acontecido.
Quando a gente começou a andar, cada um se colocou na posição mais confortável possível dadas as circunstâncias. Não tinha passado nem trinta segundos desde que a gente começou a se mover, antes mesmo de sair do estacionamento, quando senti a bunda apertada da minha irmã começando a roçar na minha virilha. Não dava pra evitar, claro, mas lá estava eu, tentando não ficar de pau duro como antes. Respirei fundo e pensei que a situação não ia durar muito, afinal, a gente já tava voltando pra casa. Aos poucos foi ficando mais dura e eu nem conseguia me ajeitar, como falei, o carro tava lotado, nem dava pra mexer os braços e eles não estavam em condições de ajudar.
Merda, pensei. Se eu ficasse mais excitado aqui, meu pau ia escapar do shorts de novo. Meio em pânico, empurrei com os pés e o quadril o máximo que pude pra tirar minha cintura de debaixo da minha irmã o máximo possível. Isso me deu só uns dois dedos a mais de espaço, que na verdade foi pior. Deu mais espaço pro meu pau sair, e ele saiu. Tava completamente pra fora da minha sunga, embora ainda não totalmente duro. Enquanto isso, todo mundo notou o espaço extra que eu criei e não tiveram problema nenhum em pegar pra si. Minha irmã foi empurrada de volta contra meu pau. Tenho quase certeza que naquela hora ela percebeu que algo tava errado, porque soltou um tímido: "hã?" Nesse ponto, a situação já tava desconfortável e a gente podia ter aguentado assim dali até o fim da viagem. Meu pau tava quase totalmente duro, mas enfiado entre minha perna esquerda e a bunda esquerda da minha irmã, e aposto que teria ficado lá, mas aí eu e minha irmã cometemos um erro.
- Irmã. - sussurrei no ouvido dela. - Dá pra me dar mais espaço? Tô com um probleminha.
- Já percebi. - ela disse, totalmente enojada.
Não podia culpá-la por estar enojada, mas ela cedeu como pôde. Se mexeu o suficiente pra meu pau sair de onde tava preso e acabar entre as pernas dela.
- Porra. - falei, bem mais alto do que queria.
- O que foi? - perguntou a dona López.
- Ah, nada, só dei uma torcida aqui e tô precisando de um pouco mais de espaço. - menti rápido.
- Desculpa. Dêem um pouco mais de espaço pra ele, se puderem, por favor. - pediu pro grupo.
Na hora a gente conseguiu aquele pouco espaço que eu e minha irmã precisávamos desesperadamente, mas já era tarde demais e não adiantou nada. Agora que tava completamente duro, meu pau tinha se enganchado no tecido da sunga. da minha irmã e a cabeça começou a roçar de leve na lateral da buceta dela. Inacreditavelmente, ali estava eu no banco de trás de um carro cheio de gente com meu próprio pau esfregando na buceta da minha irmã mais nova, com meu equipamento de natação bem do meu lado.
- Desculpa, desculpa, desculpa... - repetia sussurrando pra minha irmã.
- Você tá morto. - foi a resposta dela. Dava pra ouvir a raiva na voz dela, mas também o medo e o pânico.
Isso durou talvez mais um minuto, enquanto o movimento da estrada me balançava pra cima e pra baixo na fenda da buceta da minha irmã e, aos poucos, empurrava o tecido do biquíni dela pro lado, dando mais acesso do que um irmão jamais deveria ter ao clitóris da irmã mais nova.
Aí a gente chegou num semáforo. A freada brusca que a dona López deu foi o suficiente pra afastar o tecido do biquíni dela de vez. Meu pau deslizou entre os lábios da buceta dela e metade da cabeça entrou. Sim, tava perfeitamente alinhado com a xereca apertada dela e não tinha nada que a gente pudesse fazer pra impedir o que cada um sabia que ia acontecer mais cedo ou mais tarde. Naquele momento, eu tava lutando desesperadamente pra não meter tudo dentro dela e começar a foder. Afinal, ainda tava bem consciente do tabu que seria transar com a minha irmã. Seria errado, seria em público, seria sem consentimento, seria agora.
Buraco.
A mesma batida que tinha derrubado as cartas Pokémon do João no chão a caminho da piscina, agora tinha feito meu pau enterrar inteiro na buceta macia como seda da minha irmã. O que aconteceu então? Gozei, claro. Fiquei excitadíssimo o dia inteiro e já fazia mais de uma semana que não batia uma. Lembra do meu conselho sobre bater uma antes de vestir sungas apertadas? Tenho certeza que teria me ajudado. Soltei a maior quantidade de porra que lembro no ventre delicado da minha querida irmãzinha. Jato após jato jorro, até o talo, tudo entrou e continuou, e continuou. Fiquei sem palavras e tenho certeza de que a expressão no meu rosto não teria preço: olhos bem abertos entre o horror e o prazer. No entanto, vi a da minha irmã, que me acompanha até hoje. Ela tinha os olhos bem fechados e o rosto contraído de dor, não física, mas emocional. Vi as lágrimas que ela tentava segurar e sua expressão de derrota e consternação.
- O que você fez? - a voz dela quebrou num sussurro.
Ninguém ouviu, ninguém soube. Todo mundo estava ocupado conversando e não tinha percebido nada. Continuavam com a história do galo, alguém gritava que tinha batido a cabeça no teto, não me importava quem. Na minha cabeça, só tentava encontrar uma resposta para a Claudia.
- Meu Deus, Claudia. Não era minha intenção. - gaguejei.
Mas ainda não tinha acabado tudo. Só tinham passado dez minutos da nossa viagem de trinta. Eu continuava duro, mesmo depois de ter dado na minha irmã a maior gozada da minha vida. Claudia, ainda segurando as lágrimas, sentou no meu pau por um momento antes de tentar se levantar da minha barra de aço. Empurrou o máximo que pôde e eu até tentei ajudar, me apertando contra o encosto do banco o máximo que consegui. Ficamos muito perto, se só tivéssemos conseguido mais um centímetro. A cabeça do meu pau estava quase toda para fora, só estava separando os lábios da buceta doce dela nesse ponto, mas não o suficiente para desviar do alvo.
Naquele momento, empurraram ela. Afinal, quando tem gente demais, ninguém se deixa empurrar. Eles tendem a empurrar de volta e de novo meu pau acabou no fundo dela. Sei que ela estava frustrada, mas isso não ia pará-la. Tentou de novo e nem chegou na cabeça do meu pau na segunda vez antes de ser empurrada de novo para baixo. Tentou uma terceira vez e na quarta já estava claro que estava perdendo terreno. Cada vez que ela tentava avançar menos que da última vez. Na quinta tentativa, ela deve ter percebido o que estava fazendo e o que estava acontecendo. Agora ela estava me comendo sem querer enquanto tentava se soltar. Quando percebeu, ficou paralisada e tensionou todos os músculos do corpo numa tentativa de parar qualquer movimento. Ah, ela estava puta, teria que aguentar com meu pau empalando ela até eu ficar mole ou gozar me comendo num esforço em vão pra se libertar. Cláudia tinha decidido aguentar.
- Maldito filho da puta. - sussurrou Cláudia com veneno na voz. - Você tá morto.
- Não é culpa minha. - implorei. - Não consegui evitar.
- Você nem tentou evitar nem tirar.
- Sim, tentei.
Isso era verdade, eu tinha tentado sair dela, embora admita que parei de tentar ajudar completamente na terceira tentativa, já que tava claro que não ia funcionar. Ela é que tinha continuado tentando e agora tava sentada no meu pau apertando ele o mais forte que podia com a buceta dela pra evitar que se mexesse. Eu ainda tava duro pra caralho, mas a fodida involuntária e os apertões da buceta dela não ajudavam a me acalmar. Na verdade, comecei a sentir que tava excitando de novo enquanto a fodida continuava. Apesar dos esforços dela, o carro lotado e a estrada continuavam nos balançando pra cima e pra baixo. Depois de vários minutos, Cláudia tava cansando e o aperto dela começou a ceder de vez em quando, e aí a gente tinha todo tipo de movimento. Embora pequenos, tenho certeza de que quando você tenta não se mexer, até os menores movimentos parecem enormes. Nesses lapsos momentâneos de aperto, eu tinha picos de prazer e pânico. Ia gozar dentro dela de novo. A segunda vez seria pior porque dessa vez seria completamente impulsionado por comer minha irmã e não por um acidente.
Deve ter sido durante um desses lapsos no aperto da minha irmã que ela também começou a sentir prazer. Embora também não tenha sido Intencionado da parte dela. Ela lutou consigo mesma pra não gozar também. Tentou nos segurar o melhor que pôde, mas não conseguiu manter a pressão tempo suficiente pra evitar o inevitável. Aí chegamos nas ladeiras.
Não vimos elas vindo e, sinceramente, nós dois tínhamos esquecido delas com a cabeça focada em tentar não gozar um no outro e tudo mais. A primeira subida nos pegou de surpresa, menos quem tava na frente, que já viu chegando. Pra mim e pra Claudia foi uma experiência totalmente diferente. Já teve borboletas no estômago transando? Provavelmente não, mas te digo que é incrível e assustador. Aquela primeira ladeira fez meu pau entrar e sair duas vezes, algo que não dava pra parar. Sei porque tentamos. Minha irmã ficou tensa de novo e eu tentei me apertar contra o banco. Não adiantou nada. Era puro prazer pra nós dois, mesmo que nenhum de nós quisesse.
A segunda subida não foi surpresa, mas foi ainda melhor que a primeira. Agora a gente tava fodendo pra valer graças a essas ladeiras de delícia. Não tinha como parar, pra cima e pra baixo. Eu tava chegando perigosamente perto de gozar e não teria chance de segurar. Claudia tava na mesma. Ela vinha lutando contra o orgasmo há uns minutos e essas ladeiras eram demais. Eu tava prestes a gozar pela segunda vez na barriga macia da minha irmã e não sabia se devia avisar ou não. Ia fazer diferença se ela soubesse que eu ia gozar ou não? Afinal, de qualquer jeito, eu não ia conseguir parar. Decidi não falar, pensando que ela ia ficar puta demais se eu contasse. Melhor aguentar. Na nossa última ladeira, não consegui me segurar mais e explodi dentro da buceta da Claudia pela segunda vez. Não sei se foi minha segunda erupção dentro da minha irmã que levou ela ao limite do orgasmo ou se ela também não aguentou mais, mas ela gozou bem depois de mim. Sei que ela teve um orgasmo, e bem forte, pelo jeito que ela tremia. Enquanto eu bombeava jato após jato de porra na barriga suculenta dela, senti as paredes da buceta dela se fecharem e começarem a tremer, enquanto o corpo inteiro dela sacudia. Não fui o único que percebeu a reação dela.
- Você tá bem, Cláudia? - perguntou a Jéssica.
- Ah, tô bem. - disse a Cláudia - Só um frio repentino, vou ficar bem.
- Ah, tá bom, já já chegamos na sua casa. Vocês dois vão ser os primeiros a descer. - respondeu a Jéssica.
Eu tinha esquecido disso. Seríamos os primeiros a sair. Essa rota passava bem na frente da nossa casa e iam nos deixar ali. Não sei se a Cláudia tava preocupada ou não. Ela não parecia se importar com nada naquele momento e ainda estava segurando o orgasmo dela. Pelo menos nesse ponto tinha boas notícias. Meu pau finalmente tinha começado a acalmar devagar, ficando cada vez mais mole. Embora meu pau nunca tenha saído da buceta da Cláudia até chegarmos em casa, ele já tava completamente mole quando saímos. Não tenho certeza do porquê, mas depois do orgasmo dela e quando eu já tinha perdido a ereção, a Cláudia tava cansada demais, se sentia derrotada demais, ou já não via mais sentido, mas ela não tentou tirar meu pau de dentro dela.
Assim que chegamos, a Jéssica abriu a porta e pulou pra fora, louca pra se espreguiçar. A Cláudia manteve as pernas juntas o máximo que pôde e cobriu a virilha o mais discretamente que conseguiu sem chamar atenção enquanto se virava em cima do meu pau mole que ainda tava enfiado na buceta dela. Ela se levantou devagar e agora que ela tava com as mãos livres, eu tava pronto e consegui enfiar meu pau de volta no sungão sem ninguém ver. Provavelmente foi melhor que a gente não tivesse se separado, porque assim a maior parte dos fluidos ficou dentro. Quando a Cláudia se levantou, eu vi rapidamente a buceta dela e percebi que tava escorrendo. Mas a Cláudia foi rápida e cobriu a Pudor com a mão e recolocou o pano no lugar enquanto limpava o sêmen que escorria. A gente tinha conseguido. Conseguimos sair do carro sem deixar vestígios e sem ninguém ver nada. Pegamos nossas coisas enquanto o resto se reorganizava nos lugares recém-desocupados. Logo estavam amontoados de novo e nos despedimos acenando.
Quando o carro sumiu de vista, a Claudia surtou. Soltou um grito horrível, cheio de dor, raiva e tristeza. Caindo de joelhos, começou a soluçar sem controle. Nunca me senti tão culpado na vida, e duvido que vá me sentir de novo. Praticamente tinha estuprado minha irmã mais nova e causado mais dano do que podia imaginar, e as provas estavam bem visíveis. Meu sêmen escorria visivelmente do short dela de banho, prestes a cair no chão. Fiquei ali, perdido, enquanto minha irmã chorava, olhando com uma fascinação terrível para o meu próprio sêmen escorrendo da buceta já não virgem da minha irmã. Naquele momento, pensei que precisava fazer alguma coisa.
— Claudia, eu... — não consegui terminar a frase.
— Não fala comigo! Me deixa em paz.
E eu deixei. Durante uma semana inteira, não nos falamos. A menos que fosse necessário, nem ocupávamos o mesmo cômodo. Se um de nós entrava num lugar onde o outro estava, virava as costas e saía, ou o outro desocupava o espaço. Nessa semana, conversei com a Jessica algumas vezes. A paquera dela deixava claro que esperava que eu a convidasse pra sair. Acredite, eu queria e teria feito, mas não parecia certo começar a sair com alguém logo depois do que tinha rolado entre eu e a Claudia. Precisava garantir que resolveria o problema com a minha irmã. Não sei se a gente conseguiria, mas pelo menos o suficiente pra deixar isso pra trás.
Se você chegou até aqui e gostou da história, pode me apoiar empatreone acessar meus contos algumas semanas antes, além de sugerir ideias para futuras histórias.
- Já vou, já vou. - foi a única resposta que eu tive.
Na semana anterior, a gente tinha ficado em primeiro em todas as provas do time de natação. Pra comemorar, nossa treinadora organizou uma reunião não oficial no parque aquático. Digo não oficial porque a universidade não ia pagar. Em vez disso, nossa treinadora organizou pra gente. Agora, sei que pode parecer estranho ganhar na natação e depois ir comemorar numa piscina, mas a gente era novo e adorava nadar. Além disso, era pra se divertir, não pra fazer séries, criticar a técnica ou nada do tipo. O plano era se encontrar na universidade e ir em só dois carros. Pelo menos esse era o plano se minha irmã Claudia se apressasse.
Claudia era minha irmã mais nova e a mais nova da turma dela, mas não se engane pela idade, ela era muito inteligente e uma nadadora foda. Ela era parte do motivo de a gente ter ido tão bem, afinal. Se não fosse minha irmã, eu diria que ela era uma gostosa, e não era só eu que pensava assim. Embora nunca tivesse namorado, muitos caras já tinham chamado ela pra sair. Incluindo meu melhor amigo, Juan. Ela recusou todos esses convites educadamente, como era de se esperar. Juan também me contou depois de ter sido rejeitado que ela deixou claro que queria ter um encontro, mas simplesmente não estava pronta pra isso.
- Finalmente. - falei enquanto Claudia descia as escadas.
- Ah, você se preocupa demais. Com certeza a gente vai ser o primeiro a chegar. - disse ela enquanto a gente saía pro carro.
Mamãe nos levou até a escola e, como a Claudia tinha dito, fomos os primeiros a chegar. Bom, além da senhora e do senhor López, nossa treinadora e o marido dela. Em uns trinta minutos, o resto do time apareceu e a gente partiu. Éramos dez no time, somando a treinadora e o marido dela dava doze, que era o suficiente pra caber na van de sete lugares e no carro de cinco.
Assim que pegamos a estrada, o Juan começou a me mostrar o baralho novo de Pokémon dele. De algum jeito, acho que ele tava até tentando impressionar minha irmã. Não sei se ele percebeu que isso nunca foi algo que fosse impressionar ela. Eu já tinha jogado Pokémon, mas não igual o Juan. Enquanto ele explicava uma carta especial nova, que eu só lembrava que era amarela, fiz o possível pra acompanhar a conversa. Nessa hora, a gente chegou na parte favorita de todo mundo. Tinham umas colinas pequenas, espaçadas o suficiente pra que, se você fosse rápido, parecia uma montanha-russa. Subia uma e descia a outra, e dava aquele frio na barriga. Todo mundo amava isso quando era criança e a gente ainda ama até hoje. Era um daqueles lugares onde os policiais adoravam ficar de tocaia pra pegar os adolescentes correndo.
A única outra coisa que valia a pena mencionar na viagem era o estado da estrada. Tinha uma placa laranja escrito "Buraco" e não era brincadeira. O Juan, que ainda tava falando das cartas de Pokémon dele, ia guardar elas quando a gente bateu no buraco. O baralho escapou da mão dele e as cartas voaram pra todo lado. Tenho que admitir que achei hilário ver as cartas voando. Ninguém riu mais que a Jessica que, mesmo rindo, foi gentil e ajudou a catar tudo. Ela sempre foi de rir fácil, desde sempre. Uma das coisas mais gostosas nela era a risada, que eu adorava, e a gentileza dela, e o rostinho bonito, e, bom, eu era apaixonado por ela.
Finalmente chegamos e fizemos o check-in. Deram um armário pra cada um guardar as coisas, como sempre, e a gente vestiu os trajes de banho. Hoje ia ser um pouco diferente pra gente. Como não estávamos treinando ou num evento, não precisávamos usar os maiôs de uniforme. Por isso, hoje eu tava usando uma sunga vermelha. Ficou diferente em mim. maiô normal, mas eu tinha um corpo bonito de nadador que não me importava de mostrar. Como era de esperar, ninguém mais usava o maiô de sempre. O resto dos caras usava jammers ou sungas normais, mas todas as garotas estavam de biquíni, incluindo minha irmã. Nada muito ousado, mas estavam gostosas.
Na maioria das vezes, eu conseguia controlar meu amigão por causa da sunga justa que eu usava e das roupas mais comportadas das meninas. Imaginei que seria mais ou menos a mesma coisa aqui e, na maior parte, foi. Apesar dos biquínis sexy das garotas, consegui me segurar com bastante facilidade. Até que a senhora López apareceu. Quando ela saiu, acho que todos os caras ficaram surpresos. Não era segredo que ela tinha um corpaço e todo mundo já tinha visto ela de maiô nos treinos, mas hoje não era treino. Hoje ela estava usando um dos biquínis vermelhos mais minúsculos que eu já vi. Tive que desviar o olhar e respirar fundo, senão todo mundo saberia o que eu estava pensando. Depois que me controlei, olhei de novo e ela estava uma delícia.
Eu teria continuado olhando, mas não queria arriscar armar uma barraca na frente de todo mundo. Para me distrair, fui direto para o toboágua. Não era o único indo pra lá, a Jessica também estava indo. Como eu disse, era apaixonado por ela, mas nunca tinha chamado ela pra sair. Talvez fosse só a excitação, mas minha confiança estava lá em cima e naquele momento, quando a vi, decidi que ia convidar ela pra sair. Bem, ainda não, mas espero que até o fim do dia. Ela estava usando um biquíni verde comportado, com detalhes prateados que destacavam suas pernas longas e macias e seus peitos empinados.
— Ficou muito bom em você. — falei. Admito que não sou o melhor em fazer elogios, mas já percebi que não precisa de grandes elogios pra puxar conversa.
— Obrigada. Que porra é essa que você tá vestindo? — ela disse, soltando uma risadinha.
— Ah, essa coisa aí? Velha? É só pra ocasiões especiais e só gente especial pode ver. — respondi.
— É bem especial, sim. — ela disse, rindo.
A partir daí, a gente se deu super bem e acabou passando a maior parte do dia junto. Perto do fim, a gente caiu num jogo besta. Basicamente era uma briga de água onde valia tudo. Acabei roçando uma das tetas da Jessica enquanto tentava molhar ela. Claro, a primeira vez foi acidente. Já a segunda, não tenho tanta certeza, e o resto sei que não foi. O negócio é que ela não pareceu se importar. Na real, tive a sensação de que ela tava curtindo quando começou a se expor mais e até começou a me agarrar. Não sei onde aquilo teria parado se a gente tivesse sozinho lá. Infelizmente, acabou quando ela saiu da água depois de mergulhar pra me esquivar e começou a nadar rindo.
— O que é tão engraçado? — perguntei.
— Acho que vou sair antes que eu também fique com um problema no sungão. — ela disse, piscando um olho.
Olhei pra baixo e vi minha ereção escapando por um lado da sunga. Fiquei mortificado e tentei enfiar de volta, mas não cabia. Passei os minutos seguintes tentando esconder enquanto minha segunda cabeça se acalmava o suficiente pra guardar na sunga. Também não foi rápido. Olhando pra trás, foi culpa minha. Meu conselho pra quem for usar uma sunga apertada é bater uma antes. Deixa tudo muito mais fácil de controlar. No instante em que consegui guardar, a Sra. Lopez apareceu de biquíni, quase fazendo ela pular de novo, e deu o dia por encerrado.
Como a viagem não era longa, depois de um banho rápido pra enxaguar, a gente se juntou nos carros, a maioria de nós, inclusive eu, ainda de sunga. Eu tinha vestido a camiseta e, com umas toalhas no banco, já tava pronto pra ir. Foi aí que o desastre aconteceu. A van da Sra. Lopez não... arrancava.
Agora a gente só tinha um carro e doze pessoas pra voltar pra casa. Como a van ia ter que ser rebocada, o único jeito de voltar era conseguir transporte, o que levaria pelo menos 30 minutos se tivesse algum disponível, ou se amontoar no carro. Decidimos que ia ser mais fácil se amontoar, já que a viagem ia ser curta o suficiente. O seu López foi o único que ficou, porque ia ter que esperar o guincho, o que significava que éramos onze num carro pra cinco.
Se apertar naquele carro ia ser um truque que qualquer palhaço de circo ia ter orgulho. A dona López foi na frente junto com mais duas pessoas no banco do carona. Isso significava que tinha oito pessoas no banco de trás. Três em cada ponta e duas no meio pra dar espaço pro câmbio. Eu tava na parte de baixo dos três atrás do motorista, com minha irmã em cima de mim e a Jessica em cima dela. Como a dona López precisava de espaço pra dirigir, não dava pra avançar muito o banco dela, então meu lugar era facilmente a parte mais apertada do carro. Provavelmente a gente devia ter pensado melhor na disposição dos assentos. Tenho certeza que, se tivéssemos feito isso, o que rolou na viagem de volta pra casa nunca teria acontecido.
Quando a gente começou a andar, cada um se colocou na posição mais confortável possível dadas as circunstâncias. Não tinha passado nem trinta segundos desde que a gente começou a se mover, antes mesmo de sair do estacionamento, quando senti a bunda apertada da minha irmã começando a roçar na minha virilha. Não dava pra evitar, claro, mas lá estava eu, tentando não ficar de pau duro como antes. Respirei fundo e pensei que a situação não ia durar muito, afinal, a gente já tava voltando pra casa. Aos poucos foi ficando mais dura e eu nem conseguia me ajeitar, como falei, o carro tava lotado, nem dava pra mexer os braços e eles não estavam em condições de ajudar.
Merda, pensei. Se eu ficasse mais excitado aqui, meu pau ia escapar do shorts de novo. Meio em pânico, empurrei com os pés e o quadril o máximo que pude pra tirar minha cintura de debaixo da minha irmã o máximo possível. Isso me deu só uns dois dedos a mais de espaço, que na verdade foi pior. Deu mais espaço pro meu pau sair, e ele saiu. Tava completamente pra fora da minha sunga, embora ainda não totalmente duro. Enquanto isso, todo mundo notou o espaço extra que eu criei e não tiveram problema nenhum em pegar pra si. Minha irmã foi empurrada de volta contra meu pau. Tenho quase certeza que naquela hora ela percebeu que algo tava errado, porque soltou um tímido: "hã?" Nesse ponto, a situação já tava desconfortável e a gente podia ter aguentado assim dali até o fim da viagem. Meu pau tava quase totalmente duro, mas enfiado entre minha perna esquerda e a bunda esquerda da minha irmã, e aposto que teria ficado lá, mas aí eu e minha irmã cometemos um erro.
- Irmã. - sussurrei no ouvido dela. - Dá pra me dar mais espaço? Tô com um probleminha.
- Já percebi. - ela disse, totalmente enojada.
Não podia culpá-la por estar enojada, mas ela cedeu como pôde. Se mexeu o suficiente pra meu pau sair de onde tava preso e acabar entre as pernas dela.
- Porra. - falei, bem mais alto do que queria.
- O que foi? - perguntou a dona López.
- Ah, nada, só dei uma torcida aqui e tô precisando de um pouco mais de espaço. - menti rápido.
- Desculpa. Dêem um pouco mais de espaço pra ele, se puderem, por favor. - pediu pro grupo.
Na hora a gente conseguiu aquele pouco espaço que eu e minha irmã precisávamos desesperadamente, mas já era tarde demais e não adiantou nada. Agora que tava completamente duro, meu pau tinha se enganchado no tecido da sunga. da minha irmã e a cabeça começou a roçar de leve na lateral da buceta dela. Inacreditavelmente, ali estava eu no banco de trás de um carro cheio de gente com meu próprio pau esfregando na buceta da minha irmã mais nova, com meu equipamento de natação bem do meu lado.
- Desculpa, desculpa, desculpa... - repetia sussurrando pra minha irmã.
- Você tá morto. - foi a resposta dela. Dava pra ouvir a raiva na voz dela, mas também o medo e o pânico.
Isso durou talvez mais um minuto, enquanto o movimento da estrada me balançava pra cima e pra baixo na fenda da buceta da minha irmã e, aos poucos, empurrava o tecido do biquíni dela pro lado, dando mais acesso do que um irmão jamais deveria ter ao clitóris da irmã mais nova.
Aí a gente chegou num semáforo. A freada brusca que a dona López deu foi o suficiente pra afastar o tecido do biquíni dela de vez. Meu pau deslizou entre os lábios da buceta dela e metade da cabeça entrou. Sim, tava perfeitamente alinhado com a xereca apertada dela e não tinha nada que a gente pudesse fazer pra impedir o que cada um sabia que ia acontecer mais cedo ou mais tarde. Naquele momento, eu tava lutando desesperadamente pra não meter tudo dentro dela e começar a foder. Afinal, ainda tava bem consciente do tabu que seria transar com a minha irmã. Seria errado, seria em público, seria sem consentimento, seria agora.
Buraco.
A mesma batida que tinha derrubado as cartas Pokémon do João no chão a caminho da piscina, agora tinha feito meu pau enterrar inteiro na buceta macia como seda da minha irmã. O que aconteceu então? Gozei, claro. Fiquei excitadíssimo o dia inteiro e já fazia mais de uma semana que não batia uma. Lembra do meu conselho sobre bater uma antes de vestir sungas apertadas? Tenho certeza que teria me ajudado. Soltei a maior quantidade de porra que lembro no ventre delicado da minha querida irmãzinha. Jato após jato jorro, até o talo, tudo entrou e continuou, e continuou. Fiquei sem palavras e tenho certeza de que a expressão no meu rosto não teria preço: olhos bem abertos entre o horror e o prazer. No entanto, vi a da minha irmã, que me acompanha até hoje. Ela tinha os olhos bem fechados e o rosto contraído de dor, não física, mas emocional. Vi as lágrimas que ela tentava segurar e sua expressão de derrota e consternação.
- O que você fez? - a voz dela quebrou num sussurro.
Ninguém ouviu, ninguém soube. Todo mundo estava ocupado conversando e não tinha percebido nada. Continuavam com a história do galo, alguém gritava que tinha batido a cabeça no teto, não me importava quem. Na minha cabeça, só tentava encontrar uma resposta para a Claudia.
- Meu Deus, Claudia. Não era minha intenção. - gaguejei.
Mas ainda não tinha acabado tudo. Só tinham passado dez minutos da nossa viagem de trinta. Eu continuava duro, mesmo depois de ter dado na minha irmã a maior gozada da minha vida. Claudia, ainda segurando as lágrimas, sentou no meu pau por um momento antes de tentar se levantar da minha barra de aço. Empurrou o máximo que pôde e eu até tentei ajudar, me apertando contra o encosto do banco o máximo que consegui. Ficamos muito perto, se só tivéssemos conseguido mais um centímetro. A cabeça do meu pau estava quase toda para fora, só estava separando os lábios da buceta doce dela nesse ponto, mas não o suficiente para desviar do alvo.
Naquele momento, empurraram ela. Afinal, quando tem gente demais, ninguém se deixa empurrar. Eles tendem a empurrar de volta e de novo meu pau acabou no fundo dela. Sei que ela estava frustrada, mas isso não ia pará-la. Tentou de novo e nem chegou na cabeça do meu pau na segunda vez antes de ser empurrada de novo para baixo. Tentou uma terceira vez e na quarta já estava claro que estava perdendo terreno. Cada vez que ela tentava avançar menos que da última vez. Na quinta tentativa, ela deve ter percebido o que estava fazendo e o que estava acontecendo. Agora ela estava me comendo sem querer enquanto tentava se soltar. Quando percebeu, ficou paralisada e tensionou todos os músculos do corpo numa tentativa de parar qualquer movimento. Ah, ela estava puta, teria que aguentar com meu pau empalando ela até eu ficar mole ou gozar me comendo num esforço em vão pra se libertar. Cláudia tinha decidido aguentar.
- Maldito filho da puta. - sussurrou Cláudia com veneno na voz. - Você tá morto.
- Não é culpa minha. - implorei. - Não consegui evitar.
- Você nem tentou evitar nem tirar.
- Sim, tentei.
Isso era verdade, eu tinha tentado sair dela, embora admita que parei de tentar ajudar completamente na terceira tentativa, já que tava claro que não ia funcionar. Ela é que tinha continuado tentando e agora tava sentada no meu pau apertando ele o mais forte que podia com a buceta dela pra evitar que se mexesse. Eu ainda tava duro pra caralho, mas a fodida involuntária e os apertões da buceta dela não ajudavam a me acalmar. Na verdade, comecei a sentir que tava excitando de novo enquanto a fodida continuava. Apesar dos esforços dela, o carro lotado e a estrada continuavam nos balançando pra cima e pra baixo. Depois de vários minutos, Cláudia tava cansando e o aperto dela começou a ceder de vez em quando, e aí a gente tinha todo tipo de movimento. Embora pequenos, tenho certeza de que quando você tenta não se mexer, até os menores movimentos parecem enormes. Nesses lapsos momentâneos de aperto, eu tinha picos de prazer e pânico. Ia gozar dentro dela de novo. A segunda vez seria pior porque dessa vez seria completamente impulsionado por comer minha irmã e não por um acidente.
Deve ter sido durante um desses lapsos no aperto da minha irmã que ela também começou a sentir prazer. Embora também não tenha sido Intencionado da parte dela. Ela lutou consigo mesma pra não gozar também. Tentou nos segurar o melhor que pôde, mas não conseguiu manter a pressão tempo suficiente pra evitar o inevitável. Aí chegamos nas ladeiras.
Não vimos elas vindo e, sinceramente, nós dois tínhamos esquecido delas com a cabeça focada em tentar não gozar um no outro e tudo mais. A primeira subida nos pegou de surpresa, menos quem tava na frente, que já viu chegando. Pra mim e pra Claudia foi uma experiência totalmente diferente. Já teve borboletas no estômago transando? Provavelmente não, mas te digo que é incrível e assustador. Aquela primeira ladeira fez meu pau entrar e sair duas vezes, algo que não dava pra parar. Sei porque tentamos. Minha irmã ficou tensa de novo e eu tentei me apertar contra o banco. Não adiantou nada. Era puro prazer pra nós dois, mesmo que nenhum de nós quisesse.
A segunda subida não foi surpresa, mas foi ainda melhor que a primeira. Agora a gente tava fodendo pra valer graças a essas ladeiras de delícia. Não tinha como parar, pra cima e pra baixo. Eu tava chegando perigosamente perto de gozar e não teria chance de segurar. Claudia tava na mesma. Ela vinha lutando contra o orgasmo há uns minutos e essas ladeiras eram demais. Eu tava prestes a gozar pela segunda vez na barriga macia da minha irmã e não sabia se devia avisar ou não. Ia fazer diferença se ela soubesse que eu ia gozar ou não? Afinal, de qualquer jeito, eu não ia conseguir parar. Decidi não falar, pensando que ela ia ficar puta demais se eu contasse. Melhor aguentar. Na nossa última ladeira, não consegui me segurar mais e explodi dentro da buceta da Claudia pela segunda vez. Não sei se foi minha segunda erupção dentro da minha irmã que levou ela ao limite do orgasmo ou se ela também não aguentou mais, mas ela gozou bem depois de mim. Sei que ela teve um orgasmo, e bem forte, pelo jeito que ela tremia. Enquanto eu bombeava jato após jato de porra na barriga suculenta dela, senti as paredes da buceta dela se fecharem e começarem a tremer, enquanto o corpo inteiro dela sacudia. Não fui o único que percebeu a reação dela.
- Você tá bem, Cláudia? - perguntou a Jéssica.
- Ah, tô bem. - disse a Cláudia - Só um frio repentino, vou ficar bem.
- Ah, tá bom, já já chegamos na sua casa. Vocês dois vão ser os primeiros a descer. - respondeu a Jéssica.
Eu tinha esquecido disso. Seríamos os primeiros a sair. Essa rota passava bem na frente da nossa casa e iam nos deixar ali. Não sei se a Cláudia tava preocupada ou não. Ela não parecia se importar com nada naquele momento e ainda estava segurando o orgasmo dela. Pelo menos nesse ponto tinha boas notícias. Meu pau finalmente tinha começado a acalmar devagar, ficando cada vez mais mole. Embora meu pau nunca tenha saído da buceta da Cláudia até chegarmos em casa, ele já tava completamente mole quando saímos. Não tenho certeza do porquê, mas depois do orgasmo dela e quando eu já tinha perdido a ereção, a Cláudia tava cansada demais, se sentia derrotada demais, ou já não via mais sentido, mas ela não tentou tirar meu pau de dentro dela.
Assim que chegamos, a Jéssica abriu a porta e pulou pra fora, louca pra se espreguiçar. A Cláudia manteve as pernas juntas o máximo que pôde e cobriu a virilha o mais discretamente que conseguiu sem chamar atenção enquanto se virava em cima do meu pau mole que ainda tava enfiado na buceta dela. Ela se levantou devagar e agora que ela tava com as mãos livres, eu tava pronto e consegui enfiar meu pau de volta no sungão sem ninguém ver. Provavelmente foi melhor que a gente não tivesse se separado, porque assim a maior parte dos fluidos ficou dentro. Quando a Cláudia se levantou, eu vi rapidamente a buceta dela e percebi que tava escorrendo. Mas a Cláudia foi rápida e cobriu a Pudor com a mão e recolocou o pano no lugar enquanto limpava o sêmen que escorria. A gente tinha conseguido. Conseguimos sair do carro sem deixar vestígios e sem ninguém ver nada. Pegamos nossas coisas enquanto o resto se reorganizava nos lugares recém-desocupados. Logo estavam amontoados de novo e nos despedimos acenando.
Quando o carro sumiu de vista, a Claudia surtou. Soltou um grito horrível, cheio de dor, raiva e tristeza. Caindo de joelhos, começou a soluçar sem controle. Nunca me senti tão culpado na vida, e duvido que vá me sentir de novo. Praticamente tinha estuprado minha irmã mais nova e causado mais dano do que podia imaginar, e as provas estavam bem visíveis. Meu sêmen escorria visivelmente do short dela de banho, prestes a cair no chão. Fiquei ali, perdido, enquanto minha irmã chorava, olhando com uma fascinação terrível para o meu próprio sêmen escorrendo da buceta já não virgem da minha irmã. Naquele momento, pensei que precisava fazer alguma coisa.
— Claudia, eu... — não consegui terminar a frase.
— Não fala comigo! Me deixa em paz.
E eu deixei. Durante uma semana inteira, não nos falamos. A menos que fosse necessário, nem ocupávamos o mesmo cômodo. Se um de nós entrava num lugar onde o outro estava, virava as costas e saía, ou o outro desocupava o espaço. Nessa semana, conversei com a Jessica algumas vezes. A paquera dela deixava claro que esperava que eu a convidasse pra sair. Acredite, eu queria e teria feito, mas não parecia certo começar a sair com alguém logo depois do que tinha rolado entre eu e a Claudia. Precisava garantir que resolveria o problema com a minha irmã. Não sei se a gente conseguiria, mas pelo menos o suficiente pra deixar isso pra trás.
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6 comentários - Acidente com minha irmã - Capítulo 1