Capítulo 8: Uma Virada de 180 Graus na Nossa VidaNeste capítulo, vou desenvolver principalmente como nossa vida mudou depois daquela semana incrível que vivemos com meu amigo Roque. Várias vezes conversamos sobre nossos comportamentos, e perguntas pairavam sobre nossas conversas. Por exemplo, ela me dizia que a possibilidade de transar com outra pessoa a excitava de um jeito único, mas a única condição que ela colocava era que eu estivesse presente, já que se sentia superprotegida e me amava mais do que tudo no mundo.
Eu já não sabia o que passava pela minha cabeça. Em qualquer situação, eu queria comer ela e compartilhá-la com qualquer cara que passasse. Estava muito obcecado com a possibilidade de compartilhar minha esposa e realmente não sabia o que aquilo significava, porque eu também a amava muito e não queria de jeito nenhum que ela se apaixonasse por outra pessoa. Comecei a descobrir outros tipos de ciúmes, mas eram ciúmes pelo amor da minha mulher — ou seja, não suportava a ideia de que ela pudesse amar outra pessoa. Porém, na hora do sexo, esses ciúmes desapareciam e o desejo carnal me levava a querer entregá-la até para meu irmão. Meu cérebro não tinha limites; estava totalmente entregue à morbidez sexual que minha mulher me provocava e, certamente, a esses sentimentos reprimidos que eram alimentados pela frequência dos vídeos e relatos que eu consumia antes de conseguir realizar o ménage com minha esposa.
Muitas vezes me questionei se meus pensamentos eram corretos, já que eu queria exibir minha mulher para que outros tivessem o mesmo desejo que eu sentia por ela. Continuei tirando fotos dela e as compartilhando com amigos virtuais; muitos deles me propunham ménages ou troca de casais, mas como sabem, não é tão fácil conseguir a situação ideal para realizar essas experiências. Me sentia abençoado pela oportunidade que tivemos com meu amigo e não desperdiçamos nada; aliás, conseguimos aproveitar essa experiência ao máximo.
Com meu amigo Roque, me encontrei mais algumas vezes naquelas reuniões típicas com amigos, e embora eu estivesse nervoso para... ver, mano, o cara nunca deixou escapar nada do que a gente tinha vivido com minha esposa, ele nunca mencionou em público nem uma insinuação do ménage, muitas vezes entre homens a gente zoa com aquele clássico "lá na sua casa" dando a entender que alguém ficou com sua mulher, ele não entrava nessas brincadeiras, tipo, o maluco era uma tumba, isso me deixou mais que tranquilo. Mas quando a gente ficava sozinho, ele não parava de me perguntar sobre minha esposa e ficava me lembrando como a gente tinha se divertido, se oferecendo de novo pra gente poder compartilhar um ménage de novo. Ele me mostrava a foto que a gente tirou na última transada e comentava que sonhava com aquele rabo, que tava com muita vontade de arregaçar ela, já que da última vez ficou com vontade, seria foda, eu dizia que o problema é que fica bem complicado porque meus sogros estavam viajando e era difícil ter a casa só pra gente de novo, e também tinha a questão das crianças, que a gente não tinha muitos lugares pra deixar elas, mas falei pra ele me dar uns dias que eu ia pensar em alguma coisa pra gente poder se encontrar de novo os três. Aí ele me diz, meio chateado, que apareceu um trabalho de dois meses em Córdoba e ele tinha que viajar na semana seguinte, tava bem apertado com o tempo. Durante a semana, comentei com minha esposa a possibilidade de convidar ele pra jantar no sábado, como uma despedida, já que a gente não ia ver ele por uns meses. Ela disse que não tinha problema, mas as crianças iam estar lá e pra gente nem pensar em fazer nada esquisito porque não ia dar. Na hora mandei uma mensagem pro meu amigo contando as novidades, e ele me responde com um baita SIM! Durante esses dias fiquei pensando em como arrumar um lugar pras crianças, mas foi impossível, então me resignei a que fosse só um jantar de despedida. Dava pra ver que a Sonia tava diferente, porque ela comprou um monte de roupa nova que ainda não tinha usado, pensei bem lá no fundo em que gostosa safada ela tinha virado. Chegou o sábado, o Roque aparece com umas garrafas de vinho Luigi Bosca (amo) e ele tava... vestido com umas bermudas e uma camisa justa bem estilosa, eu estava usando umas bermudas de jeans e uma camiseta preta, mas quem estava realmente linda era minha esposa. Ela estava com sandálias pretas e uma saia de jeans daquelas que parecem mini, que cobria as coxas uns 15 cm antes dos joelhos. Em cima, tinha uma camiseta vermelha justa ao corpo e, na região dos seios, uns cordões que serviam para unir o decote em V bem profundo, onde dava pra ver as duas montanhas aparecendo ao ar livre. Os lábios pintados com um vermelho suave e um penteado que deixava à mostra seu rosto lindo — ela estava realmente gostosa pra caralho. Ficamos comendo e dando risada à beça, a verdade é que a gente se divertiu muito.
Por causa do calor, os meninos decidiram, como quase todo dia, ir brincar na piscina — passavam horas e horas lá. Nós terminamos de limpar a mesa e arrumamos um pouco pra deixar tudo no lugar. Estávamos os três tomando vinho e conversando sobre como a Sonia estava linda, dizíamos que ela tinha um brilho especial e, claro, começamos a lembrar de algumas coisas que fizemos. Meu amigo nos conta, constrangido, que o celular dele tinha quebrado, mas a tristeza não era pelo aparelho em si, e sim por toda a informação que não conseguiu recuperar e, principalmente, por uma foto em particular. Ele me diz que eu poderia ajudá-lo — a gente não entendeu direito do que ele estava falando até que ele me pede a foto que eu tirei da minha mulher quando ela estava na cama, penetrada pelos dois buracos. A Sonia fica corada que nem um tomate (não sei se ela sabia da existência dessa foto). Eu pego o celular e compartilho de novo com ele. Ela pega meu telefone pra ver a foto e fica surpresa, dizendo como tinha sido bom aquele dia. Aí, sem perder tempo, eu digo que a gente podia ir pro quarto e repetir aquela experiência (tinha esquecido totalmente dos meus filhos, que estavam na piscina). "Vai ser impossível", minha mulher me diz, já... que os meninos estão em casa -e meu amigo ficava olhando pra gente como se fosse um jogo de tênis- mas os meninos não vão entrar na casa, olha que já estamos aqui há um tempão e nem apareceram, só dá pra ouvir as risadas deles lá do quintal, vendo a expressão no rosto dela eu percebi que estava convencendo, pra não esfriar a situação eu saio pro quintal e falo pros meninos que a gente ia tirar uma soneca e que brincassem tranquilos, ouço um "tá bom, pai" e volto pra dentro pra falar pros dois que a gente fosse pro meu quarto, uma vez lá dentro tranco a porta e começamos a apalpar a minha esposa com as quatro mãos, a gente abaixa o short e a calcinha e quando íamos tirar a roupa dela a gente ouve uns gritos e risadas do quintal e isso cortou o clima na hora, não dá não, ela diz, mas eu vou chupar vocês pra o Roque não sentir falta, ela faz a gente sentar na beirada da cama e se ajoelha no chão, pega o pau da gente com as mãos e começa a chupar de um jeito delicioso como já estava acostumado, muitos movimentos de cabeça em cada pau e com a língua ela brincava na cabeça de cada um, que gostoso, a gente acariciava o cabelo dela e às vezes induzia ela a chupar mais fundo, meu amigo às vezes exagerava e provocava uns engasgos nela, uma mamada intercalada de 10 minutos encheu nossos ovos e eu já estava quase gozando e avisei, então ela se dedicou exclusivamente ao meu pau e começou a dar mais atenção chupando sem parar até que eu soltei um suspiro mostrando que tinha gozado, minha esposa fechou bem a boca pra não derramar nada e terminou engolindo toda a minha porra, depois de ordenhar meu pau ela largou e se dedicou ao pau do meu amigo, a cabeça dela subia e descia com a língua passando por todo o comprimento da pica e depois ela enfiava até onde dava chupando cada centímetro, esses movimentos eram ajudados pela mão que batia uma na parte descoberta do pau, ela estava fazendo um boquete incrível, depois de vários Minutos depois, vejo meu amigo tensionar as pernas e começar a dar pequenos pulinhos na cama. Obviamente, ela estava enchendo a boca dele de porra, e ela movia a garganta engolindo no mesmo ritmo, até que os dois ficam parados e ela sai do pau do meu amigo, saboreando os lábios e nos olhando com uma cara de puta tremenda, dizendo: "Espero que tenha gostado". Ela se levanta e vai direto ao banheiro. Nós dois ficamos na beirada da cama, super satisfeitos, entendendo que aquilo era o máximo que podíamos almejar, dadas as circunstâncias da casa.
Com a ausência do meu amigo, as possibilidades de compartilhar a Sonia eram quase impossíveis, já que, como comentei antes, era difícil colocar outra pessoa na cama que fosse de confiança. Eu matei a ansiedade que tinha indo à academia e ocupando minha cabeça com outras coisas que não fossem sexuais. Enquanto isso, minha esposa havia começado a fazer spinning e uma terapia que fortalecia todo o seu tren inferior (incluindo o bumbum). Cada vez mais, ela comprava lingerie e roupas que marcavam bem suas curvas. Começamos a cuidar muito da nossa aparência – acho que o sexo incentivava nossas mudanças. Ela se vestia de um jeito muito sensual e provocava olhares tarados. Essa situação me agradava muito, pois só de pensar que outro cara desejava minha mulher, já dava umas coceirinhas nos meus ovos.
Quanto ao sexo entre nós, tivemos avanços incríveis e fazíamos com mais frequência. O sexo anal se tornou algo essencial – ela curtia muito e dizia que provocava uns orgasmos diferentes, mas muito gostosos. Assistíamos a filmes pornô, mas da categoria amadora. Não gostamos do pornô profissional – é muito encenado. Já o amador mostra realmente o que se está sentindo na hora, não importa a qualidade da gravação, mas o conteúdo, já que os gemidos e choramingos não são inventados, são genuínos. Digo à minha esposa que um dia desses vamos fazer um vídeo com ela como atriz e várias picas só para ela. kkk você é muito doido, nem me animo a tanto, ela me diz sorrindo.
Estávamos em dezembro e tínhamos as festas logo ali na esquina, a ideia era que minha família passasse o dia 24 e 25 em casa, já que era bem grande e tinha uma piscina legal para passar o dia e não sofrer com o calor da época. Viriam minha irmã com o marido, um irmão mais novo que é solteiro e dois primos, um deles casado e o outro solteiro também (pelo que sei, esse é o parceiro do meu irmão nas baladas noturnas). Na véspera de Natal foi tudo bem tranquilo, o brinde e os presentes típicos da árvore para todos, ficamos até as 3 da manhã e havíamos combinado de nos reunir de novo no Natal. Ao chegar no nosso quarto, tinha uma caixa embrulhada em papel de presente com o nome da minha esposa, ela abre e os olhos brilham ao ver o presente: era um consolo de borracha com uns botões para ligar o vibrador. "Não será demais?", ela me diz… "Já vamos estrear", falo, piscando o olho.
Na tarde do dia 25 de dezembro estava muito calor, uns 32°C, os jovens estavam na sala com ar-condicionado jogando Playstation, e os homens estávamos bebendo muito álcool na piscina ou ao redor dela, enquanto as meninas estavam colocando seus biquínis para sair e curtir a piscina. No total, estávamos meu irmão e meu primo sentados em algumas cadeiras fora da piscina com uns tragos de vodka, meu cunhado e eu na piscina com um par de cervejas na mão, meu primo casado não pôde vir porque tinha combinado de ir para outro lugar.
Risadas são ouvidas da porta de casa e aparecem minha irmã e minha esposa. Minha irmã se cuida bastante e tem um corpo bonito, mas é mais do tipo "girl", enquanto minha esposa estava muito "slut", uns peitos lindos e uma bunda muito gostosa que escondia sob um tapete-rabos que ela estava usando na hora. Fez-se um silêncio no pátio, não sei se pela aparição delas ou porque tiveram uma grata surpresa ao ver minha esposa, tão gostosa que estava… eles nunca tinham visto ela assim porque antes ela se vestia de forma mais discreta, cobrindo tudo. As duas se aproximam da gente e cada uma vai com seu marido entrando na água, já que estavam com muito calor. Ficamos abraçados um tempinho e elas dizem que vão aproveitar para pegar sol e saem da piscina indo em direção a uns espreguiçadeiros de plástico que estavam do lado. Primeiro pegaram sol de frente e vejo de relance como os homens do lugar olhavam discretamente as pernas e os peitos da minha esposa. Claramente ela era o centro das atenções, já que minha irmã era família de três de nós e o marido não ficaria olhando para a própria mulher. Certamente a Sonia estava excitada sabendo que estava sendo observada por todos os homens.
Depois de um bom tempo, elas se preparam para pegar sol de costas e aí aparece aquele rabão da minha mulher, que tinha uma maiô que entrava todo na bunda, parecendo um biquíni fio-dental. Agora o olhar dos caras não dava mais para disfarçar - aquele rabo não conseguia esconder tanta beleza. Vejo como meu irmão e primo começam a conversar baixinho rindo e esfregam o pau por cima da calça. Acho que aquela cena deixou eles muito excitados.
Por outro lado, meu cunhado me pergunta se a Sonia estava fazendo algum esporte ou algo assim porque ela parecia diferente (o filho da puta olhou ela de cima a baixo). Eu comentei que ela tinha começado academia ou alguma bobagem dessas. Depois de um tempo, minha irmã vai dormir a sesta já que estava muito cansada e deixa sozinha minha mulher, que continuava na mesma posição pegando sol. Meu irmão e primo entram na piscina e estavam bem desinibidos pelo álcool e me dizem que eu a tinha bem guardada, dando um tapinha no meu braço. "Do que vocês estão falando, seus babacas?" respondo. "Da bunda da minha cunhada, tá muito gostosa", meu irmão me diz... hahaha são uns otários, como vão ficar olhando a bunda da minha esposa? Meu cunhado completa dizendo para eu não me irritar, mas que ela tinha isso muito bem escondido e que estava melhor do que nunca. Eu não sabia se botava um freio nisso tudo. tavam bem loucos, safados e bêbados, mas obviamente aquelas palavras estavam me deixando muito excitado e, com toda a repressão sexual que eu tinha, acabaram fazendo saírem umas palavras que nunca imaginei que diria. Bom, galera, olhem de boa mas não digam nada porque ela vai ficar brava se ouvir, e você não seja besta e vê se minha irmã não aparece (falando pro meu cunhado). Ficamos vários minutos olhando pra bunda da minha esposa, que provavelmente tinha caído no sono porque quase não se mexia, mas num movimento leve ela se ajeita melhor e abre um pouco as pernas, levantando um pouco a raba, e dá pra ver a boceta linda dela e a parte da calcinha enfiada bem no meio do bumbum, deixando as nádegas bem à mostra. Os quatro ficamos de queixo caído ao ver aquela cena insana. "Uh, a putinha... caralho, essa imagem tá fazendo meu pau ficar duro", eu disse pra dar coragem pros outros e deixar o clima mais solto. "Uh, mano, que boceta é essa, meu Deus... tamo na intimidade, conta pra gente como é que ela aguenta isso, por favor." As palavras do meu irmão eram super diretas, mas pra mim aquela situação era muito excitante. Não queria parecer gay, mas com certeza, se olhasse pra baixo, todo mundo estaria de pau duro. "O que posso dizer... ela é linda e totalmente putinha na cama, essa bunda aguenta qualquer coisa e ela também é nota 10 na cama, pode crer. Ela topa tudo..." Meu primo (obviamente mais ousado) me pergunta: "Como assim 'topa tudo'? E você, Javi, também topa tudo?", ele disse sem me olhar. "Olha, Rodri, ela não é minha propriedade, o limite quem coloca é ela. E eu? Eu topo tudo, sim..." Fez-se um silêncio, e ele pega o celular que estava a uns metros dali e tira uma foto da bunda da Sonia. E me diz: "E aí, mano, se a gente te propor uma suruba com a Sonia, você ficaria com medo?" (me testando de novo). "Se vocês forem discretos e não contarem pra ninguém, eu não tenho medo de nada, já falei. Mas falta uma parte importante pra isso rolar: a aprovação dela. E aí já não tenho certeza de nada." Nesse momento, a gente ouve... Cheguei na porta de casa e nós três ficamos paralisados, mas voltamos a respirar quando ouvimos a voz do meu filho chamando pela mãe. Isso a acordou e nós nos fingimos de desentendidos, olhando pra todo lado. Ela não é boba e com certeza percebeu que estávamos todos de olho no cuzão dela.
A noite já estava caindo e começamos a nos despedir dos nossos convidados. Um pouco antes, fizemos um grupo com os quatro que estávamos na piscina até pouco tempo, e a foto do perfil do grupo era o cuzão da minha esposa, com o nome sugestivo de Fantasia. Já de noite, as crianças tinham dormido e nós não fomos pro nosso quarto. Enquanto conversávamos besteira, comecei a contar que a tarde toda ficamos olhando a bunda dela de calcinha e como dava pra ver a boceta marcando enquanto ela tomava sol no quintal. Ela pedia pra eu continuar contando o que fizemos e que éramos muito tarados. Aí eu disse que estávamos bebidos e sem filtro nenhum: primeiro olharam seus peitos e pernas e ficaram surpresos, já que você escondia bem, mas depois quando você deitou de bruços, foi o caos total. Os quatro estávamos na beirada da piscina te comendo com o olhar, aquela boceta linda e a bunda de calcinha. Meu irmão, muito tarado, disse que você estava uma gostosa, e o Rodri me perguntou se eu topava te dividir. Foi tudo muito louco.
"E o que você disse pra ele?" — ela perguntou, preocupada.
Que eu topava tudo, mas tinha que perguntar pra você se topava ser comida por nós. Ela ficou pensativa e me disse que eu tinha passado dos limites, que eram da família e podia dar muita merda. "Você ultrapassou a linha", ela falou… mas eu não confirmei nada e não comentei nada do trio que fizemos com o Roque. Tá tudo bem, vai ficar como papo de bêbado. Pedi desculpas se a incomodei, mas ela logo disse que não estava brava, só preocupada porque eram família e tudo podia se misturar, causando uma grande confusão. "Mas ter tantos pintos pra mim não me deixaria brava. tanto" - me dizia a putinha safada. "Pois fica tranquila que eu não arrumo nada, vamos vendo se rola mesmo, eles são meus parentes de sangue, com você não!!!" Hahaha a risada dos dois nos tirou daquele momento de tensão e, acariciando sua bunda, digo: "Então é isso, você quer várias picas?" e começo a beijá-la loucamente, metendo a mão por todos os lados, tiro toda sua roupa e a faço deitar na cama, começando a chupar sua buceta desesperadamente. Só de pensar em compartilhá-la me dava muito tesão, digo para ela me esperar que ia buscar algo, pego o presentinho do Papai Noel e ofereço para ela chupar um pouco, enquanto isso meus dedos pegavam sua buceta, pego o consolo todo molhado e aponto para enfiá-lo suavemente e via em primeira fila como a cabecinha ia abrindo os lábios vaginais abraçando a grossura do brinquedo, ligo o brinquedo e ele começa a vibrar de forma lenta, apertando o mesmo botão fazia aumentar a vibração e ali o deixei enfiado, ela me dizia que gostava mas era estranho, consigo pegar meu celular e começo a tirar algumas fotos e gravar um vídeo onde se ouviam os gemidos dela e meus comentários, depois de alguns minutos vejo que seu rosto vai se transformando, evidentemente estava tendo seu primeiro orgasmo com uma pica artificial e também pela primeira vez se vira de bruços com o consolo dentro de sua buceta e me pede para comê-la pelo cu, eu como soldado obediente me coloco em cima dela e sem muita preparação vou inserindo minha pica... ahhh que lindo se ouve e aquele gemido acendeu minha libido para começar a bombear sem parar, não bruscamente mas sim constante e profundo. Os gemidos dela eram um poema e se misturavam com o barulho do vibrador provocando um clima estranho mas delicioso, eu já não aguentava mais e queria esvaziar minhas bolas, então tirei de uma vez e dando duas ou três sacudidas começo a jorrar sêmen na sua bunda e no buraquinho do cu aberto soprando como um maratonista em plena competência, ela tensiona todo o corpo e solta uns gemidos finais soltando um longo ahhhhhhh sinal de que já tinha acabado mas continuava com o vibrador dentro e a buceta bem aberta, peguei o celular e tirei umas fotos para registrar aquele momento. Amor, preciso fazer um ménage de novo e sem pedir permissão mando essas fotos pro Roque dizendo que estava esperando ele para celebrar ano novo… Passaram uns minutos e ele me manda uns emojis de corações dizendo para preparar minha Sonia porque íamos foder ela como nunca antes, mas essa história eu conto pra vocês em outro capítulo.
Eu já não sabia o que passava pela minha cabeça. Em qualquer situação, eu queria comer ela e compartilhá-la com qualquer cara que passasse. Estava muito obcecado com a possibilidade de compartilhar minha esposa e realmente não sabia o que aquilo significava, porque eu também a amava muito e não queria de jeito nenhum que ela se apaixonasse por outra pessoa. Comecei a descobrir outros tipos de ciúmes, mas eram ciúmes pelo amor da minha mulher — ou seja, não suportava a ideia de que ela pudesse amar outra pessoa. Porém, na hora do sexo, esses ciúmes desapareciam e o desejo carnal me levava a querer entregá-la até para meu irmão. Meu cérebro não tinha limites; estava totalmente entregue à morbidez sexual que minha mulher me provocava e, certamente, a esses sentimentos reprimidos que eram alimentados pela frequência dos vídeos e relatos que eu consumia antes de conseguir realizar o ménage com minha esposa.
Muitas vezes me questionei se meus pensamentos eram corretos, já que eu queria exibir minha mulher para que outros tivessem o mesmo desejo que eu sentia por ela. Continuei tirando fotos dela e as compartilhando com amigos virtuais; muitos deles me propunham ménages ou troca de casais, mas como sabem, não é tão fácil conseguir a situação ideal para realizar essas experiências. Me sentia abençoado pela oportunidade que tivemos com meu amigo e não desperdiçamos nada; aliás, conseguimos aproveitar essa experiência ao máximo.
Com meu amigo Roque, me encontrei mais algumas vezes naquelas reuniões típicas com amigos, e embora eu estivesse nervoso para... ver, mano, o cara nunca deixou escapar nada do que a gente tinha vivido com minha esposa, ele nunca mencionou em público nem uma insinuação do ménage, muitas vezes entre homens a gente zoa com aquele clássico "lá na sua casa" dando a entender que alguém ficou com sua mulher, ele não entrava nessas brincadeiras, tipo, o maluco era uma tumba, isso me deixou mais que tranquilo. Mas quando a gente ficava sozinho, ele não parava de me perguntar sobre minha esposa e ficava me lembrando como a gente tinha se divertido, se oferecendo de novo pra gente poder compartilhar um ménage de novo. Ele me mostrava a foto que a gente tirou na última transada e comentava que sonhava com aquele rabo, que tava com muita vontade de arregaçar ela, já que da última vez ficou com vontade, seria foda, eu dizia que o problema é que fica bem complicado porque meus sogros estavam viajando e era difícil ter a casa só pra gente de novo, e também tinha a questão das crianças, que a gente não tinha muitos lugares pra deixar elas, mas falei pra ele me dar uns dias que eu ia pensar em alguma coisa pra gente poder se encontrar de novo os três. Aí ele me diz, meio chateado, que apareceu um trabalho de dois meses em Córdoba e ele tinha que viajar na semana seguinte, tava bem apertado com o tempo. Durante a semana, comentei com minha esposa a possibilidade de convidar ele pra jantar no sábado, como uma despedida, já que a gente não ia ver ele por uns meses. Ela disse que não tinha problema, mas as crianças iam estar lá e pra gente nem pensar em fazer nada esquisito porque não ia dar. Na hora mandei uma mensagem pro meu amigo contando as novidades, e ele me responde com um baita SIM! Durante esses dias fiquei pensando em como arrumar um lugar pras crianças, mas foi impossível, então me resignei a que fosse só um jantar de despedida. Dava pra ver que a Sonia tava diferente, porque ela comprou um monte de roupa nova que ainda não tinha usado, pensei bem lá no fundo em que gostosa safada ela tinha virado. Chegou o sábado, o Roque aparece com umas garrafas de vinho Luigi Bosca (amo) e ele tava... vestido com umas bermudas e uma camisa justa bem estilosa, eu estava usando umas bermudas de jeans e uma camiseta preta, mas quem estava realmente linda era minha esposa. Ela estava com sandálias pretas e uma saia de jeans daquelas que parecem mini, que cobria as coxas uns 15 cm antes dos joelhos. Em cima, tinha uma camiseta vermelha justa ao corpo e, na região dos seios, uns cordões que serviam para unir o decote em V bem profundo, onde dava pra ver as duas montanhas aparecendo ao ar livre. Os lábios pintados com um vermelho suave e um penteado que deixava à mostra seu rosto lindo — ela estava realmente gostosa pra caralho. Ficamos comendo e dando risada à beça, a verdade é que a gente se divertiu muito.
Por causa do calor, os meninos decidiram, como quase todo dia, ir brincar na piscina — passavam horas e horas lá. Nós terminamos de limpar a mesa e arrumamos um pouco pra deixar tudo no lugar. Estávamos os três tomando vinho e conversando sobre como a Sonia estava linda, dizíamos que ela tinha um brilho especial e, claro, começamos a lembrar de algumas coisas que fizemos. Meu amigo nos conta, constrangido, que o celular dele tinha quebrado, mas a tristeza não era pelo aparelho em si, e sim por toda a informação que não conseguiu recuperar e, principalmente, por uma foto em particular. Ele me diz que eu poderia ajudá-lo — a gente não entendeu direito do que ele estava falando até que ele me pede a foto que eu tirei da minha mulher quando ela estava na cama, penetrada pelos dois buracos. A Sonia fica corada que nem um tomate (não sei se ela sabia da existência dessa foto). Eu pego o celular e compartilho de novo com ele. Ela pega meu telefone pra ver a foto e fica surpresa, dizendo como tinha sido bom aquele dia. Aí, sem perder tempo, eu digo que a gente podia ir pro quarto e repetir aquela experiência (tinha esquecido totalmente dos meus filhos, que estavam na piscina). "Vai ser impossível", minha mulher me diz, já... que os meninos estão em casa -e meu amigo ficava olhando pra gente como se fosse um jogo de tênis- mas os meninos não vão entrar na casa, olha que já estamos aqui há um tempão e nem apareceram, só dá pra ouvir as risadas deles lá do quintal, vendo a expressão no rosto dela eu percebi que estava convencendo, pra não esfriar a situação eu saio pro quintal e falo pros meninos que a gente ia tirar uma soneca e que brincassem tranquilos, ouço um "tá bom, pai" e volto pra dentro pra falar pros dois que a gente fosse pro meu quarto, uma vez lá dentro tranco a porta e começamos a apalpar a minha esposa com as quatro mãos, a gente abaixa o short e a calcinha e quando íamos tirar a roupa dela a gente ouve uns gritos e risadas do quintal e isso cortou o clima na hora, não dá não, ela diz, mas eu vou chupar vocês pra o Roque não sentir falta, ela faz a gente sentar na beirada da cama e se ajoelha no chão, pega o pau da gente com as mãos e começa a chupar de um jeito delicioso como já estava acostumado, muitos movimentos de cabeça em cada pau e com a língua ela brincava na cabeça de cada um, que gostoso, a gente acariciava o cabelo dela e às vezes induzia ela a chupar mais fundo, meu amigo às vezes exagerava e provocava uns engasgos nela, uma mamada intercalada de 10 minutos encheu nossos ovos e eu já estava quase gozando e avisei, então ela se dedicou exclusivamente ao meu pau e começou a dar mais atenção chupando sem parar até que eu soltei um suspiro mostrando que tinha gozado, minha esposa fechou bem a boca pra não derramar nada e terminou engolindo toda a minha porra, depois de ordenhar meu pau ela largou e se dedicou ao pau do meu amigo, a cabeça dela subia e descia com a língua passando por todo o comprimento da pica e depois ela enfiava até onde dava chupando cada centímetro, esses movimentos eram ajudados pela mão que batia uma na parte descoberta do pau, ela estava fazendo um boquete incrível, depois de vários Minutos depois, vejo meu amigo tensionar as pernas e começar a dar pequenos pulinhos na cama. Obviamente, ela estava enchendo a boca dele de porra, e ela movia a garganta engolindo no mesmo ritmo, até que os dois ficam parados e ela sai do pau do meu amigo, saboreando os lábios e nos olhando com uma cara de puta tremenda, dizendo: "Espero que tenha gostado". Ela se levanta e vai direto ao banheiro. Nós dois ficamos na beirada da cama, super satisfeitos, entendendo que aquilo era o máximo que podíamos almejar, dadas as circunstâncias da casa.
Com a ausência do meu amigo, as possibilidades de compartilhar a Sonia eram quase impossíveis, já que, como comentei antes, era difícil colocar outra pessoa na cama que fosse de confiança. Eu matei a ansiedade que tinha indo à academia e ocupando minha cabeça com outras coisas que não fossem sexuais. Enquanto isso, minha esposa havia começado a fazer spinning e uma terapia que fortalecia todo o seu tren inferior (incluindo o bumbum). Cada vez mais, ela comprava lingerie e roupas que marcavam bem suas curvas. Começamos a cuidar muito da nossa aparência – acho que o sexo incentivava nossas mudanças. Ela se vestia de um jeito muito sensual e provocava olhares tarados. Essa situação me agradava muito, pois só de pensar que outro cara desejava minha mulher, já dava umas coceirinhas nos meus ovos.
Quanto ao sexo entre nós, tivemos avanços incríveis e fazíamos com mais frequência. O sexo anal se tornou algo essencial – ela curtia muito e dizia que provocava uns orgasmos diferentes, mas muito gostosos. Assistíamos a filmes pornô, mas da categoria amadora. Não gostamos do pornô profissional – é muito encenado. Já o amador mostra realmente o que se está sentindo na hora, não importa a qualidade da gravação, mas o conteúdo, já que os gemidos e choramingos não são inventados, são genuínos. Digo à minha esposa que um dia desses vamos fazer um vídeo com ela como atriz e várias picas só para ela. kkk você é muito doido, nem me animo a tanto, ela me diz sorrindo.
Estávamos em dezembro e tínhamos as festas logo ali na esquina, a ideia era que minha família passasse o dia 24 e 25 em casa, já que era bem grande e tinha uma piscina legal para passar o dia e não sofrer com o calor da época. Viriam minha irmã com o marido, um irmão mais novo que é solteiro e dois primos, um deles casado e o outro solteiro também (pelo que sei, esse é o parceiro do meu irmão nas baladas noturnas). Na véspera de Natal foi tudo bem tranquilo, o brinde e os presentes típicos da árvore para todos, ficamos até as 3 da manhã e havíamos combinado de nos reunir de novo no Natal. Ao chegar no nosso quarto, tinha uma caixa embrulhada em papel de presente com o nome da minha esposa, ela abre e os olhos brilham ao ver o presente: era um consolo de borracha com uns botões para ligar o vibrador. "Não será demais?", ela me diz… "Já vamos estrear", falo, piscando o olho.
Na tarde do dia 25 de dezembro estava muito calor, uns 32°C, os jovens estavam na sala com ar-condicionado jogando Playstation, e os homens estávamos bebendo muito álcool na piscina ou ao redor dela, enquanto as meninas estavam colocando seus biquínis para sair e curtir a piscina. No total, estávamos meu irmão e meu primo sentados em algumas cadeiras fora da piscina com uns tragos de vodka, meu cunhado e eu na piscina com um par de cervejas na mão, meu primo casado não pôde vir porque tinha combinado de ir para outro lugar.
Risadas são ouvidas da porta de casa e aparecem minha irmã e minha esposa. Minha irmã se cuida bastante e tem um corpo bonito, mas é mais do tipo "girl", enquanto minha esposa estava muito "slut", uns peitos lindos e uma bunda muito gostosa que escondia sob um tapete-rabos que ela estava usando na hora. Fez-se um silêncio no pátio, não sei se pela aparição delas ou porque tiveram uma grata surpresa ao ver minha esposa, tão gostosa que estava… eles nunca tinham visto ela assim porque antes ela se vestia de forma mais discreta, cobrindo tudo. As duas se aproximam da gente e cada uma vai com seu marido entrando na água, já que estavam com muito calor. Ficamos abraçados um tempinho e elas dizem que vão aproveitar para pegar sol e saem da piscina indo em direção a uns espreguiçadeiros de plástico que estavam do lado. Primeiro pegaram sol de frente e vejo de relance como os homens do lugar olhavam discretamente as pernas e os peitos da minha esposa. Claramente ela era o centro das atenções, já que minha irmã era família de três de nós e o marido não ficaria olhando para a própria mulher. Certamente a Sonia estava excitada sabendo que estava sendo observada por todos os homens.
Depois de um bom tempo, elas se preparam para pegar sol de costas e aí aparece aquele rabão da minha mulher, que tinha uma maiô que entrava todo na bunda, parecendo um biquíni fio-dental. Agora o olhar dos caras não dava mais para disfarçar - aquele rabo não conseguia esconder tanta beleza. Vejo como meu irmão e primo começam a conversar baixinho rindo e esfregam o pau por cima da calça. Acho que aquela cena deixou eles muito excitados.
Por outro lado, meu cunhado me pergunta se a Sonia estava fazendo algum esporte ou algo assim porque ela parecia diferente (o filho da puta olhou ela de cima a baixo). Eu comentei que ela tinha começado academia ou alguma bobagem dessas. Depois de um tempo, minha irmã vai dormir a sesta já que estava muito cansada e deixa sozinha minha mulher, que continuava na mesma posição pegando sol. Meu irmão e primo entram na piscina e estavam bem desinibidos pelo álcool e me dizem que eu a tinha bem guardada, dando um tapinha no meu braço. "Do que vocês estão falando, seus babacas?" respondo. "Da bunda da minha cunhada, tá muito gostosa", meu irmão me diz... hahaha são uns otários, como vão ficar olhando a bunda da minha esposa? Meu cunhado completa dizendo para eu não me irritar, mas que ela tinha isso muito bem escondido e que estava melhor do que nunca. Eu não sabia se botava um freio nisso tudo. tavam bem loucos, safados e bêbados, mas obviamente aquelas palavras estavam me deixando muito excitado e, com toda a repressão sexual que eu tinha, acabaram fazendo saírem umas palavras que nunca imaginei que diria. Bom, galera, olhem de boa mas não digam nada porque ela vai ficar brava se ouvir, e você não seja besta e vê se minha irmã não aparece (falando pro meu cunhado). Ficamos vários minutos olhando pra bunda da minha esposa, que provavelmente tinha caído no sono porque quase não se mexia, mas num movimento leve ela se ajeita melhor e abre um pouco as pernas, levantando um pouco a raba, e dá pra ver a boceta linda dela e a parte da calcinha enfiada bem no meio do bumbum, deixando as nádegas bem à mostra. Os quatro ficamos de queixo caído ao ver aquela cena insana. "Uh, a putinha... caralho, essa imagem tá fazendo meu pau ficar duro", eu disse pra dar coragem pros outros e deixar o clima mais solto. "Uh, mano, que boceta é essa, meu Deus... tamo na intimidade, conta pra gente como é que ela aguenta isso, por favor." As palavras do meu irmão eram super diretas, mas pra mim aquela situação era muito excitante. Não queria parecer gay, mas com certeza, se olhasse pra baixo, todo mundo estaria de pau duro. "O que posso dizer... ela é linda e totalmente putinha na cama, essa bunda aguenta qualquer coisa e ela também é nota 10 na cama, pode crer. Ela topa tudo..." Meu primo (obviamente mais ousado) me pergunta: "Como assim 'topa tudo'? E você, Javi, também topa tudo?", ele disse sem me olhar. "Olha, Rodri, ela não é minha propriedade, o limite quem coloca é ela. E eu? Eu topo tudo, sim..." Fez-se um silêncio, e ele pega o celular que estava a uns metros dali e tira uma foto da bunda da Sonia. E me diz: "E aí, mano, se a gente te propor uma suruba com a Sonia, você ficaria com medo?" (me testando de novo). "Se vocês forem discretos e não contarem pra ninguém, eu não tenho medo de nada, já falei. Mas falta uma parte importante pra isso rolar: a aprovação dela. E aí já não tenho certeza de nada." Nesse momento, a gente ouve... Cheguei na porta de casa e nós três ficamos paralisados, mas voltamos a respirar quando ouvimos a voz do meu filho chamando pela mãe. Isso a acordou e nós nos fingimos de desentendidos, olhando pra todo lado. Ela não é boba e com certeza percebeu que estávamos todos de olho no cuzão dela.
A noite já estava caindo e começamos a nos despedir dos nossos convidados. Um pouco antes, fizemos um grupo com os quatro que estávamos na piscina até pouco tempo, e a foto do perfil do grupo era o cuzão da minha esposa, com o nome sugestivo de Fantasia. Já de noite, as crianças tinham dormido e nós não fomos pro nosso quarto. Enquanto conversávamos besteira, comecei a contar que a tarde toda ficamos olhando a bunda dela de calcinha e como dava pra ver a boceta marcando enquanto ela tomava sol no quintal. Ela pedia pra eu continuar contando o que fizemos e que éramos muito tarados. Aí eu disse que estávamos bebidos e sem filtro nenhum: primeiro olharam seus peitos e pernas e ficaram surpresos, já que você escondia bem, mas depois quando você deitou de bruços, foi o caos total. Os quatro estávamos na beirada da piscina te comendo com o olhar, aquela boceta linda e a bunda de calcinha. Meu irmão, muito tarado, disse que você estava uma gostosa, e o Rodri me perguntou se eu topava te dividir. Foi tudo muito louco.
"E o que você disse pra ele?" — ela perguntou, preocupada.
Que eu topava tudo, mas tinha que perguntar pra você se topava ser comida por nós. Ela ficou pensativa e me disse que eu tinha passado dos limites, que eram da família e podia dar muita merda. "Você ultrapassou a linha", ela falou… mas eu não confirmei nada e não comentei nada do trio que fizemos com o Roque. Tá tudo bem, vai ficar como papo de bêbado. Pedi desculpas se a incomodei, mas ela logo disse que não estava brava, só preocupada porque eram família e tudo podia se misturar, causando uma grande confusão. "Mas ter tantos pintos pra mim não me deixaria brava. tanto" - me dizia a putinha safada. "Pois fica tranquila que eu não arrumo nada, vamos vendo se rola mesmo, eles são meus parentes de sangue, com você não!!!" Hahaha a risada dos dois nos tirou daquele momento de tensão e, acariciando sua bunda, digo: "Então é isso, você quer várias picas?" e começo a beijá-la loucamente, metendo a mão por todos os lados, tiro toda sua roupa e a faço deitar na cama, começando a chupar sua buceta desesperadamente. Só de pensar em compartilhá-la me dava muito tesão, digo para ela me esperar que ia buscar algo, pego o presentinho do Papai Noel e ofereço para ela chupar um pouco, enquanto isso meus dedos pegavam sua buceta, pego o consolo todo molhado e aponto para enfiá-lo suavemente e via em primeira fila como a cabecinha ia abrindo os lábios vaginais abraçando a grossura do brinquedo, ligo o brinquedo e ele começa a vibrar de forma lenta, apertando o mesmo botão fazia aumentar a vibração e ali o deixei enfiado, ela me dizia que gostava mas era estranho, consigo pegar meu celular e começo a tirar algumas fotos e gravar um vídeo onde se ouviam os gemidos dela e meus comentários, depois de alguns minutos vejo que seu rosto vai se transformando, evidentemente estava tendo seu primeiro orgasmo com uma pica artificial e também pela primeira vez se vira de bruços com o consolo dentro de sua buceta e me pede para comê-la pelo cu, eu como soldado obediente me coloco em cima dela e sem muita preparação vou inserindo minha pica... ahhh que lindo se ouve e aquele gemido acendeu minha libido para começar a bombear sem parar, não bruscamente mas sim constante e profundo. Os gemidos dela eram um poema e se misturavam com o barulho do vibrador provocando um clima estranho mas delicioso, eu já não aguentava mais e queria esvaziar minhas bolas, então tirei de uma vez e dando duas ou três sacudidas começo a jorrar sêmen na sua bunda e no buraquinho do cu aberto soprando como um maratonista em plena competência, ela tensiona todo o corpo e solta uns gemidos finais soltando um longo ahhhhhhh sinal de que já tinha acabado mas continuava com o vibrador dentro e a buceta bem aberta, peguei o celular e tirei umas fotos para registrar aquele momento. Amor, preciso fazer um ménage de novo e sem pedir permissão mando essas fotos pro Roque dizendo que estava esperando ele para celebrar ano novo… Passaram uns minutos e ele me manda uns emojis de corações dizendo para preparar minha Sonia porque íamos foder ela como nunca antes, mas essa história eu conto pra vocês em outro capítulo.
3 comentários - Sou um corno muito feliz. Cap 8