Capítulo 8 Mudança de 180º na nossa vidaNeste capítulo, vou desenvolver mais como a nossa vida mudou depois daquela semana linda que vivemos com meu amigo Roque. Várias vezes a gente conversou sobre nossos comportamentos, e as perguntas pairavam nas nossas conversas. Por exemplo, ela me dizia que a possibilidade de transar com outra pessoa a excitava de um jeito único, mas a única condição que ela colocava era que eu estivesse presente, porque se sentia super protegida e me amava mais que tudo no mundo. Eu já não sabia mais o que se passava na minha cabeça; em qualquer situação, queria comer ela e dividir com qualquer cara que passasse. Tava meio obcecado com a ideia de compartilhar minha esposa e realmente não sabia o que aquilo significava, porque eu também amava ela demais e não queria de jeito nenhum que ela se apaixonasse por outra pessoa. Comecei a descobrir outros tipos de ciúme, mas esses eram ciúmes do amor da minha mulher, ou seja, eu não aguentava a ideia de ela vir a amar outra pessoa. Mas na hora de transar, esses ciúmes sumiam e o desejo carnal me levava a querer entregar ela até pro meu irmão. Minha cabeça não tinha limites, tava totalmente entregue ao tesão mórbido que minha mulher me provocava, e com certeza esses sentimentos reprimidos eram alimentados pela repetição dos vídeos e relatos que eu consumia antes de conseguir realizar o ménage com minha esposa. Muitas vezes me questionei se meus pensamentos eram certos, porque eu queria exibir minha mulher pra que outros sentissem aquele desejo que eu sentia por ela. Continuei tirando fotos dela e compartilhando com amigos virtuais; muitos deles me propunham ménages ou troca de casais, mas como vocês sabem, não é tão fácil conseguir a situação ideal pra realizar essas experiências. Me sentia abençoado pela oportunidade que tivemos com meu amigo e não a desperdiçamos, e mais ainda, conseguimos aproveitar essa experiência ao máximo. Me encontrei com meu amigo Roque mais algumas vezes nos encontros típicos com os amigos, e mesmo eu estando nervoso pra ver se o boludo deixava escapar algo do que a gente tinha vivido com a minha esposa, ele nunca mencionou em público nem uma insinuação do ménage, muitas vezes entre homens a gente se pega com aquele papo de "lá na sua casa" dando a entender que alguém tava com a sua mulher, ele não entrava nessas brincadeiras, era tipo um túmulo o desgraçado, isso me deixou mais que tranquilo. Mas quando a gente ficava a sós, ele não parava de perguntar pela minha esposa e ficava lembrando como a gente tinha se divertido, se oferecendo de novo pra fazer outro ménage. Ele me mostrava a foto que a gente tirou na última foda e comentava que sonhava com aquela bunda, que tava morrendo de vontade de arrebentar ela, já que na última vez ele ficou na vontade, seria foda, eu falava pra ele que o problema é que complicava pra caralho porque meus sogros tavam viajando e era foda ter a casa só pra gente de novo, e também tinha a parada dos moleques, a gente não tinha muitos lugares pra deixar eles, mas falei que me desse uns dias que ia pensar em algo pra gente se encontrar de novo os três, ele me respondeu meio triste que tinha conseguido um trampo de dois meses em Córdoba e tinha que viajar na semana que vinha, tava apertadíssimo com o tempo. Na semana, comentei com a minha esposa a possibilidade de chamar o Roque pra jantar no sábado como despedida, já que a gente não ia vê-lo por uns meses, ela disse que não tinha problema, mas que os moleques tavam em casa e que nem pensasse em fazer nada estranho porque não ia dar. Na hora, ela mandou uma mensagem pro meu amigo contando as novidades e ele respondeu com um puta SIIIM. Durante esses dias, fiquei pensando como ia conseguir colocar os meus filhos em algum lugar, mas foi impossível, então me conformei que ia ser só um jantar de despedida. Dava pra ver que a Sonia tava diferente, porque comprou um monte de roupa nova que ainda não tinha usado, eu pensava lá no fundo em que puta gostosa ela tinha se tornado. Chegou o sábado, o Roque apareceu com um par de garrafas de vinho Luigi Bosca (amo) e tava Vestindo umas bermudas e uma camisa colada no corpo, bem gato. Eu tava com uma bermuda jeans e uma camiseta preta, mas quem tava realmente gostosa era a minha esposa. Ela tava com umas sandálias pretas e uma saia jeans daquelas que parecem desfiadas, que cobria as coxas uns 15 cm antes dos joelhos. A parte de cima era uma camiseta vermelha justa no corpo, e na altura dos peitos tinha uns cordões que serviam pra amarrar o decote em V bem profundo, onde dava pra ver as duas montanhas aparecendo ao ar livre. Os lábios pintados de um vermelho suave e um penteado que deixava o rostinho lindo dela à mostra. Ela tava uma putinha gostosa demais.
A gente comeu e deu muita risada todo mundo, foi muito bom. Por causa do calor, os meninos decidiram, como quase todo dia, ir brincar na piscina. Passavam horas e horas lá. A gente terminou de arrumar a mesa e deu uma organizada pra deixar tudo no lugar. Nós três estávamos tomando vinho e falando sobre como a Sonia estava linda. A gente dizia que ela tinha um brilho especial, e claramente começamos a lembrar de algumas coisas que a gente fez. Meu amigo contou, meio triste, que o celular dele tinha quebrado, mas ele não tava triste pelo aparelho em si, e sim por toda a informação que não conseguiu recuperar, principalmente uma foto em especial. Ele disse que eu podia ajudar. A gente não entendeu direito do que ele tava falando até ele me pedir a foto que eu tirei da minha esposa quando ela tava na cama, penetrada pelos dois buracos dela. A Sonia ficou vermelha que nem um tomate (não sei se ela sabia da existência dessa foto). Peguei o celular e compartilhei de novo com ele. Ela pegou meu telefone pra ver a foto e ficou surpresa, dizendo como tinha sido bom aquele dia. Aí, nem lento nem preguiçoso, falei que a gente podia ir pro quarto e repetir aquela experiência (tinha esquecido completamente dos meus filhos, que estavam na piscina). "Vai ser impossível", minha mulher falou, já que os caras tão em casa -pra isso meu amigo olhava pra cada um de nós como se fosse uma partida de tênis- mas os caras não vão entrar em casa, olha só, faz tempo que a gente tá aqui e eles nem vieram, só se ouve as risadas deles no quintal, vendo a expressão no rosto dela percebi que tava convencendo ela, pra não esfriar a parada saio no quintal e falo pros caras que a gente ia tirar um cochilo e que brincassem tranquilos, ouço um "fala, Pai" e entro de novo em casa pra falar pros dois que a gente fosse pro meu quarto, uma vez lá dentro tranco a porta e começamos a apalpar minha esposa com quatro mãos, baixamos a bermuda e a cueca e quando íamos tirar a roupa dela ouvimos uns gritos e risadas do quintal e isso cortou ela na hora, "não consigo", ela fala, "mas vou chupar vocês pra Roque não sentir minha falta", manda a gente sentar na beira da cama e ela se ajoelha no chão e pega nossa pica com as mãos e começa a chupar de um jeito delicioso como já tinha nos acostumado, muitas cabeçadas em cada pica e com a língua brincava na cabeça de cada um, que gostoso, a gente acariciava o cabelo dela e às vezes forçava ela a aumentar a chupada, meu amigo às vezes exagerava e provocava uns engasgos nela, um boquete intercalado de 10 minutos fez nossos ovos encherem e eu já tava prestes a gozar e aviso ela, então ela se dedica só à minha pica e começa a dar mais atenção chupando e chupando até que solto um suspiro mostrando que tava gozando, minha esposa fechava bem a boca pra não derramar nada e termina engolindo todo meu leite, depois de ordenhar minha pica ela deixa de lado e se dedica à pica do meu amigo, a cabeça dela subia e descia mostrando a língua por todo o comprimento da porra da pica e depois enfiava até onde dava chupando cada centímetro, esses movimentos eram ajudados pela mão que batia uma na parte descoberta da pica, tava fazendo um boquete foda, depois de vários minutos vejo como meu amigo tensiona as pernas e começa a dar pequenos pulinhos na cama, claramente ele tava enchendo a boca dela de porra e ela mexia a garganta engolindo no mesmo ritmo até que os dois ficam parados e ela sai da pica do meu amigo, passando a língua nos lábios e olhando pra gente com uma cara de puta do caralho, dizendo "espero que tenham gostado", levanta e vai direto pro banheiro. Nós dois ficamos na beira da cama, satisfeitos pra caralho, entendendo que aquilo era o máximo que a gente podia esperar dadas as circunstâncias da casa.
Com a ausência do meu amigo, as chances de dividir a Sonia eram quase impossíveis, já que, como comentei antes, era difícil meter outra pessoa na cama que fosse de confiança. Eu matei a ansiedade que tinha indo pra academia e ocupando a cabeça com outras coisas que não fossem sexuais. Por conta disso, minha esposa tinha começado spinning e uma terapia que fortalecia toda a parte inferior do corpo (inclusive a bunda). Cada vez mais ela comprava lingerie e roupas que marcavam bem as curvas dela. Começamos a cuidar muito da nossa aparência, acho que o sexo incentivava nossas mudanças. Ela se vestia muito sensual e provocava olhares do caralho. Essa situação me agradava pra caramba, porque só de pensar que outro cara desejava minha mulher já dava uma cócega nos meus ovos. Quanto ao sexo entre a gente, tivemos avanços incríveis e transávamos com mais frequência. O sexo anal virou algo essencial, ela curtia muito e dizia que dava uns orgasmos diferentes, mas muito gostosos. A gente via filmes pornô, mas da categoria amadora, não curte pornô profissional, é muito encenado. Já o amador mostra realmente o que tá sendo sentido na hora, não importa a qualidade da gravação, mas o conteúdo, porque os gemidos e suspiros não são inventados, são genuínos. Digo pra minha esposa que um dia desses vamos fazer um vídeo com ela de atriz e muitas picas só pra ela. Haha, você é muito doido, nem me atrevo a tanto, ela diz sorrindo.
Estávamos em dezembro e as festas estavam chegando, a ideia era que minha família passasse o dia 24 e 25 em casa, já que era bem grande e tinha uma piscina bonita pra passar o dia e não sofrer com o calor da época. Minha irmã viria com o marido, um irmão mais novo que é solteiro, e dois primos, um deles casado e o outro solteiro também (pelo que entendi, esse é o parceiro do meu irmão e companheiro de saídas noturnas). Durante a noite de Natal, foi tudo muito tranquilo, o brinde e os presentes típicos da árvore pra todo mundo. Ficamos até as 3 da manhã e combinamos de nos encontrar de novo no Natal. Quando chegamos no nosso quarto, tinha uma caixa embrulhada em papel de presente com o nome da minha esposa. Ela abre e os olhos brilham ao ver o presente: era uma pica de borracha com uns botões pra ligar o vibrador. "Não vai ser demais?", ela diz... "Já vamos estrear", falo piscando um olho.
Na tarde do dia 25 de dezembro, estava muito calor, tipo 32°C. Os meninos estavam na sala com o ar-condicionado jogando videogame, e os homens estávamos bebendo muito álcool na piscina ou ao redor dela. As meninas estavam se arrumando com seus biquínis pra sair e curtir a piscina. No total, estavam meu irmão e meu primo sentados em umas cadeiras do lado de fora da piscina com uns drinks de vodka, meu cunhado e eu na piscina com umas cervejas na mão. Meu primo casado não pôde vir porque tinha combinado de ir pra outro lugar.
Ouvimos risadas vindo da porta de casa e aparecem minha irmã e minha esposa. Minha irmã se cuida bastante e tem um corpo bonito, mas é mais na dela. Já minha esposa estava bem putinha, com uns peitos lindos e uma bunda muito gostosa que escondia debaixo de um fio dental que ela usava naquele momento. Fez-se um silêncio no quintal, não sei se pela aparição delas ou porque levaram uma surpresa gostosa ao ver minha esposa tão gostosa. Eles nunca tinham visto ela assim, porque antes ela se vestia mais discreta, tampando tudo. As duas se aproximam de nós e cada uma vai com seu marido, entrando na água porque estavam com muito calor. Ficamos abraçados um tempinho e elas falam que vão aproveitar pra pegar sol e saem da piscina indo pra umas espreguiçadeiras de plástico que estavam do lado. Primeiro pegaram sol de frente e eu vejo de canto de olho como os caras do lugar olhavam discretamente as pernas e os peitos da minha esposa. Claramente ela era o centro das atenções, já que minha irmã era família de três de nós e o marido não ia ficar olhando pra própria mulher. Com certeza a Sonia tava excitada sabendo que era olhada por todos os homens. Depois de um bom tempo, elas se viram pra pegar sol de costas e aí aparece aquela rabuda da minha mulher, com uma sunga que enfiava tudo no cu, parecia um booty less. O olhar dos caras já não deu mais pra disfarçar, aquela bunda não conseguia esconder tanta beleza. Vejo meu irmão e meu primo começarem a falar baixinho, rindo e esfregando a pica por cima da calça. Acho que aquela cena excitou demais eles. Por outro lado, meu cunhado me pergunta se a Sonia tava fazendo algum esporte ou algo assim, porque ele tava achando ela diferente (o filho da puta olhou ela de cima a baixo). Eu falei que ela tinha começado academia ou alguma dessas merdas. Depois de um tempo, minha irmã vai tirar um cochilo porque tava muito cansada e deixa minha mulher sozinha, que continuava na mesma posição pegando sol. Meu irmão e meu primo entram na piscina e estavam bem sem vergonha por causa da bebida e me falam: "Você guardava bem ela", me dando um tapinha no braço. "Do que vocês tão falando, idiotas?", respondo. "Da bunda da sua cunhada, tá muito gostosa", meu irmão fala... "ha ha ha, vocês são uns idiotas, caras, como é que vão olhar a bunda da minha esposa?" Meu cunhado completa, falando pra eu não ficar puto, mas que ela tava super escondida e que tava mais gostosa do que nunca. Eu não sabia se dava um basta nisso tudo. Tavam tudo doidão, tarados e bêbados, mas obviamente eu tava ficando bem excitado com aquelas palavras e, com a repressão sexual que eu tinha, elas me fizeram soltar umas palavras que nunca pensei que diria. "Bom, seus putos, olhem na maciota mas não falem nada porque ela vai ficar puta se ouvir, e você não seja otário e fica de olho pra minha irmã não aparecer" (falando pro meu cunhado). Ficamos vários minutos olhando a bunda da minha esposa, que com certeza tinha dormido porque quase não se mexia, mas num movimento leve ela se ajeitou melhor e abriu um pouco as pernas, levantando um pouco a rabeta e deu pra ver a boceta linda dela e a parte da calcinha de lycra bem enterrada no cu, deixando as nádegas nuas. Nós quatro ficamos de boca aberta vendo aquela cena do caralho. "Uh, a puta mãe, essa imagem faz meu pau subir", eu falei pra dar coragem pros outros e deixar eles à vontade. "Uh, irmão, que boceta é essa, meu Deus, tamo em confiança, conta pra gente como ela engole isso, por favor." As palavras do meu irmão eram super diretas, mas a situação me excitava pra caralho. Eu não queria passar por viado, mas com certeza se eu olhasse pra baixo todo mundo ia tar de pau duro. "O que posso te falar? Ela é linda e totalmente puta na cama. Essa bunda aguenta tudo e ela também é nota 10 na cama, pode crer. Ela topa tudo..." Meu primo (obviamente mais ousado) me disse: "Como assim topa tudo? E você, Javi, também topa tudo?" ele falou sem me olhar. "Olha, Rodri, ela não é minha propriedade. O limite é ela quem põe, e eu... eu topo tudo." Fez-se um silêncio, e ele pegou o celular que tava a uns metros e tirou uma foto da bunda da Sônia. E me disse: "E aí, vagabundo, você topa tudo mesmo? E se a gente propor uma suruba com a Sônia, você ia se acovardar?" (de novo me testando). "Se vocês forem discretos e não contarem pra ninguém, eu não me acovardo com nada, já te falei. Mas falta uma parte importante pra isso rolar: é a aprovação dela. E aí já não tenho certeza de nada." Naquele momento, ouviu-se a porta de casa e nós três ficamos petrificados, mas voltamos a respirar quando ouvimos a voz do meu filho chamando a mãe dele, isso acordou ela e nós fingimos demência olhando pra qualquer lado, ela não é boba e com certeza percebeu que todos estávamos de olho na bunda dela.
Já a noite caía e começamos a nos despedir dos nossos convidados, um tempo antes criamos um grupo onde participávamos nós quatro que até pouco tempo estávamos na piscina e a foto de perfil do grupo era a rabuda da minha esposa, com o nome sugestivo de Fantasia. Já de noite as crianças tinham dormido e nós não fomos pro nosso quarto e enquanto falávamos besteiras comecei a contar pra ela que a tarde inteira ficamos olhando a bunda empinada e como marcava a xota enquanto ela tomava sol no quintal, ela me pedia pra continuar contando o que fizeram e que éramos uns sem vergonha. Então eu disse que estávamos bêbados e sem filtro nenhum, primeiro olharam seus peitos e pernas e ficaram surpresos já que você escondia bem, mas depois quando você virou de bruços desandou tudo e nós quatro estávamos na borda da piscina comendo você com os olhos naquela xota linda e na bunda empinada, meu irmão sem vergonha me disse que você era muito gostosa e Rodri me perguntou se eu topava dividir você, foi tudo muito louco, e você o que disse pra ele — ela perguntou preocupada, que eu topava tudo, mas tinha que perguntar a você se topava ser comida por nós. Ela fica pensativa e me diz que fui longe demais, que são família e podia dar merda, passei do limite ela disse… mas eu não confirmei nada e não comentei nada sobre o trio que fizemos com Roque, tá tudo bem vai ficar como conversa de bêbado. Pedi desculpas se incomodei, mas ela imediatamente disse que não ficou brava, só preocupada porque era família e tudo podia se misturar causando uma puta confusão, mas ter tantas picas pra mim não me incomodaria Tanto me dizia a putinha. ¡¡¡Bom, calma que não arrumei nada, vamos ver se rola mesmo, eles são meus parentes de sangue, não seus!!! Kkkk a risada dos dois quebrou aquele momento tenso e, acariciando o rabo dela, falo: "Então é isso, quer várias picas?" e começo a beijá-la loucamente, passando a mão por todo lado. Tiro toda a roupa dela e a encosto na cama, começando a chupar a buceta dela desesperadamente. Só de pensar em dividi-la já me dava um tesão danado. Falo pra ela esperar que vou pegar uma coisa. Pego o presentinho do Papai Noel e ofereço pra ela chupar um pouco, enquanto meus dedos já estavam na buceta dela. Pego o consolo todo molhado e aponto pra enfiar devagar, vendo em primeira fila como o brinquedo ia abrindo os lábios da buceta, abraçando a grossura do negócio. Ligo o vibrador e ele começa a vibrar devagar; apertando o mesmo botão, a vibração aumenta, e deixo ele enfiado lá. Ela dizia que tava gostando, mas era estranho. Pego meu celular e começo a tirar umas fotos e gravar um vídeo onde dava pra ouvir os gemidos dela e meus comentários. Depois de uns minutos, vejo que a cara dela vai mudando — claramente tava tendo o primeiro orgasmo com uma pica artificial e, pela primeira vez, vira de bruços com o consolo enfiado na buceta dela e me pede pra comer a bunda dela. Eu, como soldado obediente, subo nela e, sem muita preparação, vou enfiando minha pica... ahhh, que som gostoso, e aquele gemido acendeu minha libido pra começar a bombar sem parar. Não bruscamente, mas constante e profundo. Os gemidos dela eram um poema e se misturavam com o barulho do vibrador, criando um clima estranho mas delicioso. Eu já não aguentava mais e queria esvaziar minhas bolas, então tirei de uma vez e, com duas ou três punhetadas, comecei a cuspir leite na bunda dela e no buraquinho do cu aberto, soprando como um... Maratonista em plena competição, ela tensiona o corpo todo e solta uns gemidos finais, dando um longo ahhhhhhh, sinal de que já tinha acabado, mas continuava com o vibrador dentro e a buceta bem aberta. Peguei o celular e tirei umas fotos pra registrar aquele momento. Minha vida, preciso fazer um ménage de novo e, sem pedir permissão, mandei essas fotos pro Roque, dizendo que tava esperando ele pra comemorar o Ano Novo... Passaram uns minutos e ele mandou uns emojis de coração, falando pra eu preparar minha Sonia porque a gente ia comer ela como nunca antes, mas essa história eu conto noutro capítulo.
A gente comeu e deu muita risada todo mundo, foi muito bom. Por causa do calor, os meninos decidiram, como quase todo dia, ir brincar na piscina. Passavam horas e horas lá. A gente terminou de arrumar a mesa e deu uma organizada pra deixar tudo no lugar. Nós três estávamos tomando vinho e falando sobre como a Sonia estava linda. A gente dizia que ela tinha um brilho especial, e claramente começamos a lembrar de algumas coisas que a gente fez. Meu amigo contou, meio triste, que o celular dele tinha quebrado, mas ele não tava triste pelo aparelho em si, e sim por toda a informação que não conseguiu recuperar, principalmente uma foto em especial. Ele disse que eu podia ajudar. A gente não entendeu direito do que ele tava falando até ele me pedir a foto que eu tirei da minha esposa quando ela tava na cama, penetrada pelos dois buracos dela. A Sonia ficou vermelha que nem um tomate (não sei se ela sabia da existência dessa foto). Peguei o celular e compartilhei de novo com ele. Ela pegou meu telefone pra ver a foto e ficou surpresa, dizendo como tinha sido bom aquele dia. Aí, nem lento nem preguiçoso, falei que a gente podia ir pro quarto e repetir aquela experiência (tinha esquecido completamente dos meus filhos, que estavam na piscina). "Vai ser impossível", minha mulher falou, já que os caras tão em casa -pra isso meu amigo olhava pra cada um de nós como se fosse uma partida de tênis- mas os caras não vão entrar em casa, olha só, faz tempo que a gente tá aqui e eles nem vieram, só se ouve as risadas deles no quintal, vendo a expressão no rosto dela percebi que tava convencendo ela, pra não esfriar a parada saio no quintal e falo pros caras que a gente ia tirar um cochilo e que brincassem tranquilos, ouço um "fala, Pai" e entro de novo em casa pra falar pros dois que a gente fosse pro meu quarto, uma vez lá dentro tranco a porta e começamos a apalpar minha esposa com quatro mãos, baixamos a bermuda e a cueca e quando íamos tirar a roupa dela ouvimos uns gritos e risadas do quintal e isso cortou ela na hora, "não consigo", ela fala, "mas vou chupar vocês pra Roque não sentir minha falta", manda a gente sentar na beira da cama e ela se ajoelha no chão e pega nossa pica com as mãos e começa a chupar de um jeito delicioso como já tinha nos acostumado, muitas cabeçadas em cada pica e com a língua brincava na cabeça de cada um, que gostoso, a gente acariciava o cabelo dela e às vezes forçava ela a aumentar a chupada, meu amigo às vezes exagerava e provocava uns engasgos nela, um boquete intercalado de 10 minutos fez nossos ovos encherem e eu já tava prestes a gozar e aviso ela, então ela se dedica só à minha pica e começa a dar mais atenção chupando e chupando até que solto um suspiro mostrando que tava gozando, minha esposa fechava bem a boca pra não derramar nada e termina engolindo todo meu leite, depois de ordenhar minha pica ela deixa de lado e se dedica à pica do meu amigo, a cabeça dela subia e descia mostrando a língua por todo o comprimento da porra da pica e depois enfiava até onde dava chupando cada centímetro, esses movimentos eram ajudados pela mão que batia uma na parte descoberta da pica, tava fazendo um boquete foda, depois de vários minutos vejo como meu amigo tensiona as pernas e começa a dar pequenos pulinhos na cama, claramente ele tava enchendo a boca dela de porra e ela mexia a garganta engolindo no mesmo ritmo até que os dois ficam parados e ela sai da pica do meu amigo, passando a língua nos lábios e olhando pra gente com uma cara de puta do caralho, dizendo "espero que tenham gostado", levanta e vai direto pro banheiro. Nós dois ficamos na beira da cama, satisfeitos pra caralho, entendendo que aquilo era o máximo que a gente podia esperar dadas as circunstâncias da casa.
Com a ausência do meu amigo, as chances de dividir a Sonia eram quase impossíveis, já que, como comentei antes, era difícil meter outra pessoa na cama que fosse de confiança. Eu matei a ansiedade que tinha indo pra academia e ocupando a cabeça com outras coisas que não fossem sexuais. Por conta disso, minha esposa tinha começado spinning e uma terapia que fortalecia toda a parte inferior do corpo (inclusive a bunda). Cada vez mais ela comprava lingerie e roupas que marcavam bem as curvas dela. Começamos a cuidar muito da nossa aparência, acho que o sexo incentivava nossas mudanças. Ela se vestia muito sensual e provocava olhares do caralho. Essa situação me agradava pra caramba, porque só de pensar que outro cara desejava minha mulher já dava uma cócega nos meus ovos. Quanto ao sexo entre a gente, tivemos avanços incríveis e transávamos com mais frequência. O sexo anal virou algo essencial, ela curtia muito e dizia que dava uns orgasmos diferentes, mas muito gostosos. A gente via filmes pornô, mas da categoria amadora, não curte pornô profissional, é muito encenado. Já o amador mostra realmente o que tá sendo sentido na hora, não importa a qualidade da gravação, mas o conteúdo, porque os gemidos e suspiros não são inventados, são genuínos. Digo pra minha esposa que um dia desses vamos fazer um vídeo com ela de atriz e muitas picas só pra ela. Haha, você é muito doido, nem me atrevo a tanto, ela diz sorrindo.
Estávamos em dezembro e as festas estavam chegando, a ideia era que minha família passasse o dia 24 e 25 em casa, já que era bem grande e tinha uma piscina bonita pra passar o dia e não sofrer com o calor da época. Minha irmã viria com o marido, um irmão mais novo que é solteiro, e dois primos, um deles casado e o outro solteiro também (pelo que entendi, esse é o parceiro do meu irmão e companheiro de saídas noturnas). Durante a noite de Natal, foi tudo muito tranquilo, o brinde e os presentes típicos da árvore pra todo mundo. Ficamos até as 3 da manhã e combinamos de nos encontrar de novo no Natal. Quando chegamos no nosso quarto, tinha uma caixa embrulhada em papel de presente com o nome da minha esposa. Ela abre e os olhos brilham ao ver o presente: era uma pica de borracha com uns botões pra ligar o vibrador. "Não vai ser demais?", ela diz... "Já vamos estrear", falo piscando um olho.
Na tarde do dia 25 de dezembro, estava muito calor, tipo 32°C. Os meninos estavam na sala com o ar-condicionado jogando videogame, e os homens estávamos bebendo muito álcool na piscina ou ao redor dela. As meninas estavam se arrumando com seus biquínis pra sair e curtir a piscina. No total, estavam meu irmão e meu primo sentados em umas cadeiras do lado de fora da piscina com uns drinks de vodka, meu cunhado e eu na piscina com umas cervejas na mão. Meu primo casado não pôde vir porque tinha combinado de ir pra outro lugar.
Ouvimos risadas vindo da porta de casa e aparecem minha irmã e minha esposa. Minha irmã se cuida bastante e tem um corpo bonito, mas é mais na dela. Já minha esposa estava bem putinha, com uns peitos lindos e uma bunda muito gostosa que escondia debaixo de um fio dental que ela usava naquele momento. Fez-se um silêncio no quintal, não sei se pela aparição delas ou porque levaram uma surpresa gostosa ao ver minha esposa tão gostosa. Eles nunca tinham visto ela assim, porque antes ela se vestia mais discreta, tampando tudo. As duas se aproximam de nós e cada uma vai com seu marido, entrando na água porque estavam com muito calor. Ficamos abraçados um tempinho e elas falam que vão aproveitar pra pegar sol e saem da piscina indo pra umas espreguiçadeiras de plástico que estavam do lado. Primeiro pegaram sol de frente e eu vejo de canto de olho como os caras do lugar olhavam discretamente as pernas e os peitos da minha esposa. Claramente ela era o centro das atenções, já que minha irmã era família de três de nós e o marido não ia ficar olhando pra própria mulher. Com certeza a Sonia tava excitada sabendo que era olhada por todos os homens. Depois de um bom tempo, elas se viram pra pegar sol de costas e aí aparece aquela rabuda da minha mulher, com uma sunga que enfiava tudo no cu, parecia um booty less. O olhar dos caras já não deu mais pra disfarçar, aquela bunda não conseguia esconder tanta beleza. Vejo meu irmão e meu primo começarem a falar baixinho, rindo e esfregando a pica por cima da calça. Acho que aquela cena excitou demais eles. Por outro lado, meu cunhado me pergunta se a Sonia tava fazendo algum esporte ou algo assim, porque ele tava achando ela diferente (o filho da puta olhou ela de cima a baixo). Eu falei que ela tinha começado academia ou alguma dessas merdas. Depois de um tempo, minha irmã vai tirar um cochilo porque tava muito cansada e deixa minha mulher sozinha, que continuava na mesma posição pegando sol. Meu irmão e meu primo entram na piscina e estavam bem sem vergonha por causa da bebida e me falam: "Você guardava bem ela", me dando um tapinha no braço. "Do que vocês tão falando, idiotas?", respondo. "Da bunda da sua cunhada, tá muito gostosa", meu irmão fala... "ha ha ha, vocês são uns idiotas, caras, como é que vão olhar a bunda da minha esposa?" Meu cunhado completa, falando pra eu não ficar puto, mas que ela tava super escondida e que tava mais gostosa do que nunca. Eu não sabia se dava um basta nisso tudo. Tavam tudo doidão, tarados e bêbados, mas obviamente eu tava ficando bem excitado com aquelas palavras e, com a repressão sexual que eu tinha, elas me fizeram soltar umas palavras que nunca pensei que diria. "Bom, seus putos, olhem na maciota mas não falem nada porque ela vai ficar puta se ouvir, e você não seja otário e fica de olho pra minha irmã não aparecer" (falando pro meu cunhado). Ficamos vários minutos olhando a bunda da minha esposa, que com certeza tinha dormido porque quase não se mexia, mas num movimento leve ela se ajeitou melhor e abriu um pouco as pernas, levantando um pouco a rabeta e deu pra ver a boceta linda dela e a parte da calcinha de lycra bem enterrada no cu, deixando as nádegas nuas. Nós quatro ficamos de boca aberta vendo aquela cena do caralho. "Uh, a puta mãe, essa imagem faz meu pau subir", eu falei pra dar coragem pros outros e deixar eles à vontade. "Uh, irmão, que boceta é essa, meu Deus, tamo em confiança, conta pra gente como ela engole isso, por favor." As palavras do meu irmão eram super diretas, mas a situação me excitava pra caralho. Eu não queria passar por viado, mas com certeza se eu olhasse pra baixo todo mundo ia tar de pau duro. "O que posso te falar? Ela é linda e totalmente puta na cama. Essa bunda aguenta tudo e ela também é nota 10 na cama, pode crer. Ela topa tudo..." Meu primo (obviamente mais ousado) me disse: "Como assim topa tudo? E você, Javi, também topa tudo?" ele falou sem me olhar. "Olha, Rodri, ela não é minha propriedade. O limite é ela quem põe, e eu... eu topo tudo." Fez-se um silêncio, e ele pegou o celular que tava a uns metros e tirou uma foto da bunda da Sônia. E me disse: "E aí, vagabundo, você topa tudo mesmo? E se a gente propor uma suruba com a Sônia, você ia se acovardar?" (de novo me testando). "Se vocês forem discretos e não contarem pra ninguém, eu não me acovardo com nada, já te falei. Mas falta uma parte importante pra isso rolar: é a aprovação dela. E aí já não tenho certeza de nada." Naquele momento, ouviu-se a porta de casa e nós três ficamos petrificados, mas voltamos a respirar quando ouvimos a voz do meu filho chamando a mãe dele, isso acordou ela e nós fingimos demência olhando pra qualquer lado, ela não é boba e com certeza percebeu que todos estávamos de olho na bunda dela.
Já a noite caía e começamos a nos despedir dos nossos convidados, um tempo antes criamos um grupo onde participávamos nós quatro que até pouco tempo estávamos na piscina e a foto de perfil do grupo era a rabuda da minha esposa, com o nome sugestivo de Fantasia. Já de noite as crianças tinham dormido e nós não fomos pro nosso quarto e enquanto falávamos besteiras comecei a contar pra ela que a tarde inteira ficamos olhando a bunda empinada e como marcava a xota enquanto ela tomava sol no quintal, ela me pedia pra continuar contando o que fizeram e que éramos uns sem vergonha. Então eu disse que estávamos bêbados e sem filtro nenhum, primeiro olharam seus peitos e pernas e ficaram surpresos já que você escondia bem, mas depois quando você virou de bruços desandou tudo e nós quatro estávamos na borda da piscina comendo você com os olhos naquela xota linda e na bunda empinada, meu irmão sem vergonha me disse que você era muito gostosa e Rodri me perguntou se eu topava dividir você, foi tudo muito louco, e você o que disse pra ele — ela perguntou preocupada, que eu topava tudo, mas tinha que perguntar a você se topava ser comida por nós. Ela fica pensativa e me diz que fui longe demais, que são família e podia dar merda, passei do limite ela disse… mas eu não confirmei nada e não comentei nada sobre o trio que fizemos com Roque, tá tudo bem vai ficar como conversa de bêbado. Pedi desculpas se incomodei, mas ela imediatamente disse que não ficou brava, só preocupada porque era família e tudo podia se misturar causando uma puta confusão, mas ter tantas picas pra mim não me incomodaria Tanto me dizia a putinha. ¡¡¡Bom, calma que não arrumei nada, vamos ver se rola mesmo, eles são meus parentes de sangue, não seus!!! Kkkk a risada dos dois quebrou aquele momento tenso e, acariciando o rabo dela, falo: "Então é isso, quer várias picas?" e começo a beijá-la loucamente, passando a mão por todo lado. Tiro toda a roupa dela e a encosto na cama, começando a chupar a buceta dela desesperadamente. Só de pensar em dividi-la já me dava um tesão danado. Falo pra ela esperar que vou pegar uma coisa. Pego o presentinho do Papai Noel e ofereço pra ela chupar um pouco, enquanto meus dedos já estavam na buceta dela. Pego o consolo todo molhado e aponto pra enfiar devagar, vendo em primeira fila como o brinquedo ia abrindo os lábios da buceta, abraçando a grossura do negócio. Ligo o vibrador e ele começa a vibrar devagar; apertando o mesmo botão, a vibração aumenta, e deixo ele enfiado lá. Ela dizia que tava gostando, mas era estranho. Pego meu celular e começo a tirar umas fotos e gravar um vídeo onde dava pra ouvir os gemidos dela e meus comentários. Depois de uns minutos, vejo que a cara dela vai mudando — claramente tava tendo o primeiro orgasmo com uma pica artificial e, pela primeira vez, vira de bruços com o consolo enfiado na buceta dela e me pede pra comer a bunda dela. Eu, como soldado obediente, subo nela e, sem muita preparação, vou enfiando minha pica... ahhh, que som gostoso, e aquele gemido acendeu minha libido pra começar a bombar sem parar. Não bruscamente, mas constante e profundo. Os gemidos dela eram um poema e se misturavam com o barulho do vibrador, criando um clima estranho mas delicioso. Eu já não aguentava mais e queria esvaziar minhas bolas, então tirei de uma vez e, com duas ou três punhetadas, comecei a cuspir leite na bunda dela e no buraquinho do cu aberto, soprando como um... Maratonista em plena competição, ela tensiona o corpo todo e solta uns gemidos finais, dando um longo ahhhhhhh, sinal de que já tinha acabado, mas continuava com o vibrador dentro e a buceta bem aberta. Peguei o celular e tirei umas fotos pra registrar aquele momento. Minha vida, preciso fazer um ménage de novo e, sem pedir permissão, mandei essas fotos pro Roque, dizendo que tava esperando ele pra comemorar o Ano Novo... Passaram uns minutos e ele mandou uns emojis de coração, falando pra eu preparar minha Sonia porque a gente ia comer ela como nunca antes, mas essa história eu conto noutro capítulo.
3 comentários - Sou um corno super feliz. Cap 8