La hija

Buenas, esse relato é de um terceiro. Vou tentar contar da melhor forma. Na adolescência, eles namoraram por um tempo, ele foi a primeira vez dela e, anos depois, a primeira vez anal dela. Ela, felizmente casada, mas nunca teve a química que tinha com ele. Vários encontros ao longo dos anos, sempre que dava, e esse foi assim. Ela manda mensagem pra ele, papo típico pra marcar um encontro. O marido, por motivos de trabalho, vai pra uma capacitação do novo cargo numa empresa, e ela fica sozinha com a filha de 18 (por política, idade óbvia). Ele aceita ir na casa dela, que fica num bairro tranquilo, afastado da cidade. Sexta, depois das 22h, eu vou. Começam a conversar sobre como ela tava envolvida na organização do aniversário de 15 da filha, que atrasou tudo por causa da pandemia. Isso levou a lembranças de quando ela, antes de fazer 15, me deu o presente mais precioso, e aí começamos sem mais rodeios: nos beijar, nos acariciar, percorrer cada parte do corpo e fazer amor, porque se tinha uma coisa certa era isso. Eles não transavam, faziam amor. Eu sentado no sofá e ela nua, de joelhos, chupando cada parte da minha pica como se fosse a última vez, percorrendo a cabeça e o tronco de um segundo pro outro. Depois de uns 5 minutos, coloco ela na mesa, sento na cadeira, abro os lábios dela e começo a meter a língua por vários minutos, alternando entre o cu e os dedos nos dois buracos. Chega a primeira gozada, tomo todo o mel e viro ela. Me dedico à bunda dela, que é a parte mais linda desse corpo. Passam uns 5 minutos e, quando eu tava terminando, bem nessa hora, a filha chega com tanto azar que a gente não ouviu quando ela abriu a porta, e ela nos vê: eu metendo 2 dedos no cu dela, chupando a buceta, e ela tendo um espasmo de tanto gozar. Ficou de espectadora, e a gente nunca percebeu que ela tava na mesma sala. Meto pela buceta e vou metendo e fodendo como se nada. Quando eu gozo, ela vira e aí vê a filha. A cara da mãe me desmontou, parecia que tinha visto um fantasma, e ela só disse o nome da filha. filha. Ela parou e se cobriu, e eu só consegui me cobrir a pica e ficar calado. Filha, o que você tá fazendo aqui? Não ia ficar na casa da sua amiga? Por que não me avisou que eu ia te buscar? Sei que é complicado, mas posso explicar. O que você vai explicar?! Que o amigo do tio tá pelado em casa enquanto o pai não está? Não tem muito o que explicar. E ainda por cima, justo agora me acontece isso, quando mais preciso de você — ela reclama. O que foi, filha? Nada, não foi nada. Vim pra casa porque a gente se encontrou com as meninas e o Marcos estava lá (parece o namoradinho dela). Aí fomos pra casa dele e eu ia perder minha virgindade com ele, mas não consegui. Doía demais. Falei que não queria porque tava doendo muito, e ele ficou bravo e terminou comigo. Tudo isso enquanto ela chorava, e a mãe dela, pelada, sendo comida, abraçada com ele, e eu assistindo. Convenhamos que a filha é igualzinha a mãe na mesma idade, mas com uns peitos dos sonhos! Ela diz pra não ficar triste, que talvez ele não seja o cara certo e que ela ainda não estava pronta. A filha responde: Mãe, a gente conversou que quando eu estivesse pronta, eu ia sentir. Eu realmente estava pronta, mas ele não me beijava como ele fazia com você. Eu chupei o pênis dele, mas ele não fez o mesmo comigo. Só quis meter e doeu. Não senti o que você sente quando ele te beija. Filha, há quanto tempo você está olhando? Desde um tempo. Você estava de costas e ele te beijava ali. A verdade é que me deu agonia ver aquilo, mas não consegui sair. Gostei de ver. Filha, isso tá tudo errado. Preciso que a gente converse, por favor. Vai embora — ela disse. Comecei a juntar minhas coisas e a filha parou e falou: Mãe, sei que parece estranho, mas quero experimentar isso também. Sinto um calor. Nisso, eu fiquei besta e a mãe se aproximou de mim e disse: Por favor, cuida dela. Tô te dando o melhor de mim. E me deu um beijo, se ajoelhou e começou a chupar minha pica, e chamou a filha. Ela se aproximou com vergonha, se ajoelhou e começou a olhar e tocar com medo. Tem certeza que quer continuar? Não sei, mas quero sentir o mesmo que você. E começou a beijar e chupar devagar. Não fazia mal, dava pra ver que já tinha chupado várias picas nesse tempo. Depois de um tempo, a Mãe levanta ela e a gente começa a tirar a roupa dela, ficando na minha frente uma mulher gostosa pra caralho. A mãe já tava olhando participativa e quis deitar ela no sofá, mas ela disse que queria a mesa. A gente levou ela pra mesa, eu sentei de novo na cadeira e comecei a beijar devagar os peitos dela e desci até a buceta dela. Era literalmente como estar 25 anos atrás e comer a mãe dela. Passei por cada centímetro e alternava com língua na bunda dela, o que fazia ela dar pulinhos. Nessa altura, a mãe beijava ela e se animou a colocar a buceta dela pra filha chupar. Aquela imagem da filha chupando a buceta da mãe e tomando meus sucos me deixou com muito tesão e comecei a chupar ela com mais força, o que levou ela ao primeiro orgasmo dela. "Mamãe, mamãe, queima, queima", e ela relaxou. "Filha, isso é um orgasmo", a mãe disse, "esse filho da puta sempre me faz gozar com a língua". E eu continuei como se não houvesse amanhã até que ela gozou uma segunda vez. Aí a mãe dela desceu pra limpar a menina e eu me coloquei por cima como se fosse começar a meter a pica, e a mãe me guiava, e assim foi entrando devagar até que eu senti o hímen romper e sangrou. "Parabéns, filha, agora você já é toda uma mulher." A gente passou a noite inteira os três até de manhã, quando eu fui embora cedo. Depois disso, a mãe me ligou e agradeceu por eu cuidar tanto dela quanto da filha dela. Com a menina a gente teve uns encontros, mas isso fica pra depois. Comentem se quiserem uma dessas histórias.

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