Deixo claro que este relato faz parte de uma série de capítulos que, sim, vejo que vocês tão gostando, então vou continuar postando. -------------------- Já fazia uns meses que eu tava de olho na minha mãe. Foi uma atração na hora, depois que eu vi ela transando. A vida inteira tive que aturar os elogios dos meus colegas sobre ela, e eles tinham seus motivos. Uma morena de um metro e sessenta e cinco, trinta e oito anos, uns peitos médios mas uma bunda redonda, grande e trabalhada. Ela é tão educada e presente em todos os sentidos que eu senti um tesão culpado quando vi ela naquela vez. Tinha chegado cedo num sábado à noite em casa, entrei pela porta do quintal sem fazer barulho porque achei que ela tivesse dormindo, e quando ouvi gemidos vindo do quarto dela, não tive ideia melhor do que espiar pela janela, e lá estava ela. Tinha uma visão perfeita, ela tava de quatro no chão, apontando aquela bunda enorme na minha direção. Dava pra ver como ela tava sendo engasgada por um homem que me pareceu familiar. Mas só quando um pouco de luz bateu no rosto dele que eu reconheci: era um dos meus professores. Fiquei chocado, mas a única coisa que me veio na cabeça na hora foi puxar meu pau e começar a bater uma, gravando o pouco que dava com a outra mão. - Assim que você gosta, papai? - ela disse, enquanto batia o pau do meu professor no rosto dela. - Isso, rabuda, mas não tira da boca não que eu tô perto de gozar - ele respondeu, enquanto enfiava de novo na boca dela. Era inacreditável, minha mãe tava sendo usada pelo meu professor e ainda se deixando tratar como uma puta. Não demorou muito até ele gozar no rosto dela. Ela, obediente, usou os dedos e a língua pra se limpar enquanto via ele se vestir. - Muito bem, você garantiu pro seu filho uma prova aprovada. - Uma prova?! - Ela se levantou do chão rápido e encarou ele - A gente combinou o ano inteiro. - Sim, eu sei - Ele fez uma pausa enquanto apertava o cinto - Mas mudei de ideia. - Não foi esse o trato... - Pois é, mas acho que é melhor do que seu filho descobrir que a querida mãezinha dele Mãe é uma puta — ele se aproximou dela e colocou a mão na bochecha da minha mãe — além disso... Você gosta disso. A carícia delicada se transformou num puxão de cabelo, e depois ele cuspiu no rosto dela. Ela aceitou com culpa, como se no fundo gostasse. — Sim, eu gosto, mas não se você quebrar sua palavra... — Então limpa essa bagunça e te vejo semana que vem, quando eu quiser foder de novo. Julián pegou a bolsa dele e foi embora. Eu tava puto pra caralho com o jeito que ele tratou minha mãe. Mas esse mesmo sentimento virou tesão quando eu vi ela deitar na cama de pernas abertas se tocando. Naquela noite, eu bati umas várias vezes pensando nela e vendo os vídeos dela. Me dava um calorão ver o que minha mãe era quando eu não tava por perto. No dia seguinte, tudo parecia diferente. Os elogios dos meus colegas sobre minha mãe soavam de outro jeito. O que antes eu levava como insulto, agora me dava tesão. O estopim foi quando fui expulso da aula por dormir no meio dela. Fui levado até o diretor da escola enquanto ele me xingava. Quando entrei, sentei na frente dele enquanto ele me encarava. — É a quinta vez no mês, não acha que já tá demais? — Eu via a segunda intenção no olhar dele. — Eu sei, desculpa — respondi obediente, num tom arrependido. — Vou pedir pra você esperar na entrada, por hoje tá expulso. Vou ligar pra sua mãe e pedir pra ela vir assinar um termo pra ficar por dentro de tudo isso. Passaram uns minutos, ela chegou o mais rápido que pôde, com um olhar penetrante que me encarava direto nos olhos. Eu tava assustado, mas ela tava tão gostosa. Vestia uma camisa branca com o último botão desabotoado e um decote bem marcado, por baixo uma saia justa que batia no meio das coxas carnudas dela. Passou por mim sem dizer nada e, puta, entrou na sala da direção. Fiquei olhando pro céu por uns instantes, mas a curiosidade falou mais alto e resolvi desobedecer as ordens do diretor e me aproximar da janela pra espiar. Me enfiei pelos corredores. até chegar na janela principal, que antes estava aberta e agora fechada pelas cortinas. Enfiei minha cabeça o mais perto que pude, coloquei o ouvido nela e dava pra ouvir um pouco do que rolava naquele quarto. — Senhora, não posso permitir que um dos meus alunos desrespeite meus professores desse jeito. — Eu sei, diretor, prometo que não vai acontecer de novo, mas por favor, não suspenda ele. As conversas estavam cada vez mais baixas, então, como pude, me enfiei por entre as cortinas pra ver o que tava rolando. Ela foi desabotoando a camisa devagar enquanto o diretor olhava, todo ansioso. — Acha que a gente pode chegar a um acordo, diretor? — disse ela num tom provocante, mordendo os lábios pintados de carmim. — Dessa vez vou deixar passar, mas na próxima vou ter que suspender ele, mesmo não querendo — o diretor começou a suar enquanto se acariciava o pau por cima da calça. — Prometo que não, senhor — afirmou ela, tirando o sutiã e colocando em cima da mesa. Depois, vestiu a camisa de novo, se arrumou rápido e saiu. Corri pra saída da escola e entrei no carro. Ela subiu com um olhar de desaprovação e dirigiu pra casa em silêncio. Quando chegamos, desci e ia pro meu quarto, mas fiquei intrigado quando vi que ela me seguiu e fechou a porta atrás de mim. Sentou na minha escrivaninha de pernas cruzadas, e eu me deitei na cama. — Você tá estranho ultimamente, Diego — sabia que quando me chamava pelo nome, levava muito a sério o que tava falando. — Te vejo distraído, sem interesse. Ela continuava me esculachando enquanto eu não conseguia parar de olhar pras tetas dela. Os bicos estavam duros e apareciam pela camisa, que era claramente de um tecido fino. — Ei, cê tá me ouvindo? — parou na minha frente e me encarou firme. — Tô sim — fiz uma pausa e me joguei de uma vez — por que você não tá de sutiã? Ela ficou Fico vermelha na hora e tapo o rosto com uma das mãos. — P-por que você tá perguntando isso? — Ela me deu um tapa que só serviu pra eu saber que não tinha volta no que eu tinha falado, então tinha que seguir em frente. — Porque eu sei o que você faz. — Levantei e fiquei de frente pra ela. Eu era um pouco mais alto, então tive que inclinar a cabeça levemente pra baixo. — Eu vi o que você fez com o Juliano, e também vi o que você fez hoje. Ela ficou pálida, o mundo dela desabou num segundo. — E-eu não quero que você entenda errado, fiz isso por você e... — Cala a boca. — Interrompi ela e passei a mão por trás da cintura dela, segurando a bunda dela. — Me deixou com muito tesão. Mesmo tendo aproveitado pra finalmente tocar naquela bunda que eu tinha tantas fantasias, minha alegria durou pouco quando percebi que ela se afastou só pra me dar outro tapa. — Eu não sou esse tipo de mulher. — Ela disse firme e depois foi embora. Me senti mal depois daquilo, tinha cagado tudo completamente. Os dias depois desse acontecido foram complicados, minha mãe quase não falava comigo e, quando falava, era com uma desânimo enorme. Não conseguia apagar o que tinha feito, mas por isso mesmo tinha que continuar. Uma noite, enquanto ela tomava banho, o celular dela tocou. Ela não ouviu, e eu quis aproveitar pra ver com quem ela tava falando. Era o Juliano. Ele dizia que lá pelas duas da manhã ia fazer uma visita pra ela. Que ela colocasse o conjunto que tanto o deixava com tesão e se vestisse sexy pra ocasião. Como se tivesse ganhado na loteria, preparei minhas coisas pra sair de casa. Meu plano era aproveitar pra gravar tudo que fosse rolar naquela noite pra depois decidir o que fazer com aquilo. Quando tava pronto pra ir, minha mãe parou na frente da porta. — Já vai? — Olhei ela de cima a baixo antes de responder. Ela tava usando um conjunto aparentemente preto, uma saia da mesma cor e por cima um top decotado. Ela tinha notado meu olhar, então não demorou pra ficar vermelha. — Sim, combinei de fazer um trabalho pra semana que vem, não vou dormir em casa hoje. Despedi rápido e vazei pra não dar pra perceber minha ereção. O tempo passou e o que ela não sabia (ou pelo menos era o que eu pensava) era que eu nunca tinha saído de casa. Saí pela porta da frente e, minutos depois, pulei o muro do quintal e me escondi no galpão. Tava quase pegando no sono quando ouvi uma conversa lá de dentro da minha casa que me chamou a atenção. Saí bem quietinho e fiquei espiando. No começo, só jantaram, teve uns amassos leves no meio, mas nada demais. No fim da noite, comecei a gravar quando vi que eles tavam se beijando. Juliano puxou o cabelo dela com força e a ajoelhou, fazendo ela perder o equilíbrio. Verônica, sem perder tempo, desabotoou rápido a calça dele e meteu o pau dele na boca. Era uma cena de pornô. Via minha mãe sendo engasgada por aquele gordo, que claramente não fazia ideia da sorte que tinha de estar com uma mulherão desses. A cena durou uns minutos, aí Juliano puxou ela pelo cabelo e colocou ela contra a mesa, levantando o vestido dela. — Você é uma porca — ele disse, enquanto percebia que minha mãe não tava de calcinha. — Mete logo, seu imbecil! Juliano bufou e enfiou até o fundo, fazendo minha mãe gemer baixinho. Os movimentos dele eram fortes, mas não muito profundos por causa do físico dele, só serviam pra provocar um cócegas nela em forma de gemido. — Cê gosta disso, rabuda? — Goza logo, seu gordo! Juliano aumentou o ritmo e a força das estocadas, segurando ela pela cintura. A bunda dela balançava, igual a mesa, com cada impacto. Foi questão de segundos até ele tirar e gozar nas costas da minha mãe. O resto foi o mesmo procedimento de sempre: ele se vestia e ia embora, minha mãe terminava no sofá se masturbando, mas o medo foi quando ela se despediu do Juliano. Enquanto ela se ajeitava pra chegar ao orgasmo, eu vacilei tentando sair do quintal e fiz um barulhão que chamou a atenção dela. Ela sacou na hora Onde eu estava, então quando ela me viu, teve uma mistura de raiva e vergonha, e correu pegar um roupão enquanto me mandava entrar. Obediente (mas decidido), entrei na casa e me sentei na mesa. Acendi um cigarro enquanto esperava ela voltar. Mesmo com o roupão, dava pra ver um pouco de decote, o cabelo bagunçado e dava pra perceber que a excitação dela ainda estava lá. — Por que você me gravou?! — Ela tentou me dar um tapa na hora, mas segurei o pulso dela e apertei contra a parede. — Você não tá em posição de me cobrar nada agora que descobri o que você é. Gravei os vídeos pra garantir que você não conte nada sobre o que eu tô tentando com você. — Não sou nada, não me trata como uma qualquer — Ela tentava se soltar, mas sem sucesso, porque eu segurava os dois pulsos dela acima da cabeça com uma mão só. — Se você deu pra mim, tenho certeza que pode dar pra mim de novo — Desabotoei o roupão dela e abri com violência, fazendo os peitos dela balançarem levemente. Ela tentou se soltar umas duas vezes, mas foi inútil. Comecei beijando o pescoço dela e tocando a buceta dela, apesar dos pedidos pra eu parar, o corpo dela mostrava outra coisa. Cada vez mais molhada, fazendo os fluidos escorrerem pelas coxas dela. — O-que você quer em troca de parar? — Ela disse, corada. — Se a gente transar, vou te deixar em paz — Sorri enquanto tirava a camiseta. Era minha chance de ouro e não ia desperdiçar. Quando tirei a roupa, notei duas coisas. A primeira era o olhar dela. Eu não era musculoso exatamente, mas tinha um corpo definido porque malhava e me alimentava bem. Longe dos olhares que ela dava pro Julián ou pro namorado dela, dava pra ver o desejo que ela tinha ao ver meu pau e meu corpo. A segunda é que o álcool tinha jogado a meu favor. Mesmo tendo soltado ela, ela continuava encostada na mesma parede, agora se tocando com as duas mãos enquanto mordia o lábio. — Seu maldito garoto idiota — Ela se aproximou de mim e me deu um beijo de língua. Eu correspondi enquanto a tocava. A buceta. Me surpreendi quando ela me empurrou bruscamente contra a mesa e se ajoelhou, enfiando meu pau na boca dela. Mesmo achando que meus 18 centímetros iam ser grandes demais pra ela, eles desapareceram completamente na primeira enfiada. Ela bombava meu pau enquanto me encarava fixo, toda safada. Usava a língua perfeitamente sem tirar ele da boca. Com uma mão, acariciava minhas bolas, enquanto com a outra, tocava a própria buceta. Me olhava com desejo, como se soubesse que era isso que merecia. No fundo, nenhum dos dois conseguia saciar a vontade sexual. — O Julián não errou sobre você — puxei o cabelo dela enquanto ela parava de bombear ao ouvir minhas palavras — Você é uma puta! Comecei a engasgar ela de um jeito bruto, tava comendo a boca dela sem parar. Ela não tirava os olhos de mim, o que me deixava ainda mais excitado. — Clgh clgh clgh clgh A única coisa que ouvi por uns minutos foi o som da minha mãe engasgando com meu pau. Ela tirou ele da boca enquanto me masturbava e se levantou. — Vamos ver o que você sabe fazer, menino mau — cuspiu no meu rosto. Mesmo tendo curtido aquilo, eu ia mostrar quem manda. Não sabia se teria uma segunda vez, mas com certeza guardaria essa como uma relíquia, e não ficaria longe de todas as minhas fantasias sadomasoquistas. — Sua maldita foxy — dei um tapa nela e a girei puxando o cabelo. — Ahh! Seu idiota! — Cala a boca, sua vadia! — Puxei o cabelo dela até o sofá e a empurrei contra ele, colocando os joelhos dela no assento e a cabeça contra o encosto — Eu não sou igual aos outros gordos que você come, eu sou seu dono. Segurei o pescoço dela com força enquanto enfiava o pau até o fundo. — AHH! T-Tá bom, senhor... Nessa hora, cheguei no meu limite de excitação. Comecei a me mover de forma selvagem, batendo forte na buceta dela. Ela só gritava abafado enquanto mordia o sofá. Cada enfiada era mais forte e mais funda porque eu segurava firme na cintura dela. — Você tá me rasgando! Ahhh! — Não é menos do que você merece, hehe Dei uma Nalgada deixando minha mão marcada e me sentei no sofá. —É tua vez de cavalar, porca —falei enquanto abria minhas pernas. Ela montou em mim enquanto enfiava tudo pra dentro e colocou as mãos no meu peito. —É assim que trata todas que você come? —disse num tom sexy enquanto mexia a cintura devagar pra frente e pra trás com toda minha pica dentro. —É assim que trato as putas —cuspi no rosto dela e juntei o corpo dela com o meu, colocando as mãos na bunda dela e começando a me mexer. Meus movimentos começaram devagar e foram aumentando de força. Os últimos eram tão fortes que duvido que os vizinhos não tenham ouvido. Minha mãe só gritava enquanto se agarrava a mim. —Quero gozar na sua boca —falei enquanto parava e olhava pra ela. —Pode falar. Ela ficou de quatro no chão e enfiou minha pica na boca. O próximo passo foi só olhar pra ela, era tão linda e tão puta ao mesmo tempo. Colocou minhas mãos na cabeça dela pra eu guiar do meu jeito, mas não foi até sentir um formigamento que fiz ela engasgar de vez. —Toma toda minha porra, porca! Comecei a encher a boca dela de leite, raramente lembrava de ter gozado tão forte. Ela, sem desperdiçar, engoliu tudo e tratou de limpar minha pica com lambidas. Ficou de joelhos no chão, com um gosto culpado, mas um tesão e uma excitação peculiar. Me inclinei pra frente e segurei o pescoço dela de leve. —A partir de hoje você é e vai ser só minha, entendeu? —sussurrei perto do rosto dela. —I-Isso não é certo... —Não, mas seu corpo falou por você. Nada do que disser vai mudar minha opinião. Te vi comendo com aqueles outros porcos e nenhum fez igual a mim, nem te colocou no lugar que eu coloquei, hehe —Jura que vai ser segredo —ela me olhou fixo. —Vai ser nosso segredo... Só se aceitar ser minha —sorri perverso, mostrando que eu dominaria ela —Senão, seria uma pena vazar os vídeos da "rabuda" chupando uma pica em troca do filho passar nas finais. —Aceito —disse rápido —mas que nada disso venha à tona. —Fechado— respondi, e depois dei um beijo de língua nela e fui dormir.
2 comentários - Minha mãe virou minha puta - Cap. 1 Introdução