Deixo claro que este relato faz parte de uma série de capítulos e, se eu ver que vocês gostam, continuarei postando.
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Já estava atrás da minha mãe há alguns meses. Foi uma atração imediata depois que a vi transando. A vida toda tive que aguentar os elogios dos meus colegas para ela, e eles tinham suas razões. Uma morena de um metro e sessenta e cinco, trinta e oito anos, uns peitos médios, mas uma bunda redonda, grande e malhada. Ela é tão educada e presente em todos os sentidos, que tive um prazer culpado ao vê-la naquela vez.
Tinha chegado cedo em casa num sábado à noite, entrei pelo portão do quintal sem fazer barulho, pois achei que ela estivesse dormindo. Ao ouvir gemidos vindo do quarto dela, não tive ideia melhor do que espiar pela janela, e lá estava ela. Tinha a visão perfeita: ela estava de quatro no chão, apontando aquele rabão enorme na minha direção.
Dava para ver como ela estava sendo engasgada por um homem que me pareceu meio conhecido. Mas só quando um pouco de luz iluminou o rosto dele que o reconheci: era um dos meus professores. Fiquei chocado, mas a única coisa que me veio à mente na hora foi sacar meu pau e começar a me masturbar, gravando o pouco que conseguia com a outra mão.
- É assim que você gosta, papai? - disse ela enquanto batia o pau do meu professor no rosto.
- Isso, gostosa, mas não tira da boca que eu tô quase gozando - ele respondeu, enfiando de novo na boca dela.
Era incrível: minha mãe estava sendo usada pelo meu professor e ainda se deixando tratar como uma puta. Não demorou muito até ele gozar no rosto dela. Ela, obediente, usou os dedos e a língua para se limpar enquanto via ele se vestindo.
- Muito bem, você garantiu uma prova aprovada pro seu filho.
- Uma prova?! - Ela se levantou rápido do chão e encarou ele - A gente combinou o ano inteiro.
- É, eu sei - Ele fez uma pausa enquanto abotoava o cinto - Mas mudei de ideia.
- Não foi o nosso combinado...
- Pois não, mas acho que é melhor isso do que seu filho descobrir que a querida... Mãe é uma vadia — ele se aproximou dela e colocou a mão na bochecha da minha mãe — além disso... Você gosta — a carícia delicada se transformou em um puxão de cabelo, e então ele cuspiu no rosto dela. Ela aceitou com culpa, como se no fundo gostasse. — Sim, eu gosto, mas não se você quebrar sua promessa... — Então limpe essa bagunça e te vejo na próxima semana quando eu quiser foder de novo. Julian pegou sua bolsa e foi embora. Eu continha muita raiva pelo modo como ele havia tratado minha mãe. Mas esse mesmo sentimento se transformou em tesão quando a vi deitar na cama com as pernas abertas enquanto se tocava. Naquela noite, me toquei muitas vezes pensando nela e vendo seus vídeos. Me excitava ver o que minha mãe era quando eu não estava. No dia seguinte, tudo pareceu diferente, os elogios dos meus colegas sobre minha mãe pareciam diferentes. O que antes eu levava como insulto, agora me dava tesão. O estopim foi quando fui expulso da aula por dormir no meio dela. Fui levado até o diretor da escola enquanto era repreendido. Ao entrar, sentei-me diante dele enquanto ele me encarava fixamente. — É a quinta vez no mês, não acha que é demais? — eu via a dupla intenção no seu olhar. — Eu sei, desculpe — respondi obediente, num tom arrependido. — Vou pedir que espere na entrada, por hoje você está expulso. Vou ligar para sua mãe e pedir que venha assinar um termo para ficar ciente de tudo isso. Passaram-se poucos minutos, ela chegou o mais rápido que pôs, tinha um olhar penetrante que me encarava diretamente nos olhos. Eu estava assustado, mas ela estava tão gostosa. Usava uma blusa branca com o último botão solto e um decote um pouco marcado, por baixo uma saia justa que chegava na metade de suas coxas carnudas. Passou por mim sem dizer nada e, irritada, entrou na diretoria. Fiquei olhando para o céu por alguns instantes, mas a curiosidade me venceu, então decidi desobedecer as ordens do diretor e me aproximei da janela para espiar. Me esgueirei pelos corredores até chegar na janela principal, que antes estava aberta e agora estava fechada pelas cortinas. Aproximei minha cabeça o máximo que pude, colocando meu ouvido nela e conseguia ouvir um pouco do que acontecia naquele quarto. — Senhora, eu não posso permitir que um dos meus alunos desrespeite meus professores dessa maneira. — Eu sei, diretor, prometo que não vai acontecer de novo, mas por favor não o suspenda. As conversas estavam ficando cada vez mais baixas, então, como pude, abri um espaço entre as cortinas para ver o que estava acontecendo. Ela lentamente desabotoava a blusa enquanto o diretor assistia, expectante. — Acha que podemos chegar a um acordo, diretor? — disse ela em um tom provocante, mordendo os lábios pintados de um carmim vibrante. — Desta vez vou deixar passar, mas na próxima vou ter que suspendê-lo, mesmo sem querer — O diretor começou a suar enquanto acariciava o pau por cima da calça. — Prometo que não, senhor — afirmou, tirando o sutiã e colocando sobre a mesa. Depois, vestiu a blusa de novo, se arrumou rapidamente e saiu. Corri rapidamente até a saída da escola e entrei no carro. Ela entrou com um olhar de reprovação e dirigiu até casa em silêncio. Ao chegar, desci e ia direto para o meu quarto, mas fiquei inquieto ao ver que ela me seguiu e fechou a porta do quarto atrás de mim. Sentou-se na minha escrivaninha com as pernas cruzadas e eu me joguei na cama. — Você está estranho ultimamente, Diego — Sabia que se ela me chamava pelo nome, levava muito a sério o que íamos conversar — Notei você distraído e sem interesse. Ela continuou me repreendendo enquanto eu não conseguia parar de olhar para os peitos dela. Os mamilos estavam duros e transparentes através da blusa, que claramente era de um tecido fino. — Ei, você está me ouvindo? — Ela parou na minha frente e me encarou com firmeza. — Estou sim — fiz uma pausa e então me joguei de uma vez — por que você não está usando sutiã? Ela se Ela ficou vermelha na hora e cobriu o rosto com uma das mãos.
— P-por que você pergunta isso?
Deu um tapa no meu rosto que só me fez ter certeza de que não tinha volta depois do que eu tinha dito, então eu precisava continuar.
— Porque eu sei o que você faz.
Levantei e fiquei de pé na frente dela. Eu era um pouco mais alto, então tive que inclinar levemente a cabeça para baixo.
— Eu vi o que você fez com o Julián, e também vi o que você fez hoje.
Ela ficou pálida, o mundo dela desabou em um segundo.
— E-eu não quero que você entenda mal, eu fiz por você e…
— Cala a boca.
A interrompi e passei minha mão por trás da cintura dela, agarrando a bunda.
— Isso me deu muito tesão.
Apesar de ter curtido finalmente tocar aquela bunda que eu tanto tinha fantasiado, minha alegria durou pouco quando percebi que ela se afastou só para me dar outro tapa.
— Eu não sou esse tipo de mulher.
Disse com firmeza antes de sair.
Me senti mal depois daquilo, tinha cagado tudo completamente.
Os dias depois desse acontecimento foram complicados, minha mãe quase não falava comigo e, quando falava, era com um desânimo enorme. Não podia apagar o que tinha feito, mas, pela mesma razão, precisava continuar.
Uma noite, enquanto ela tomava banho, o celular tocou. Ela não ouviu, e eu quis aproveitar para ver com quem ela estava falando. Era o Julián.
Ele dizia que por volta das duas da manhã viria fazer uma visita. Que ela colocasse o conjunto que dava muito tesão nele e se vestisse sexy para a ocasião.
Como se tivesse ganhado na loteria, preparei minhas coisas para sair de casa. Meu plano era aproveitar para gravar tudo o que ia acontecer naquela noite para depois ver o que faria com as gravações.
Quando estava pronto para ir, minha mãe parou na frente da porta.
— Já vai embora?
Olhei ela de cima a baixo antes de responder. Ela estava com um conjunto aparentemente preto, uma saia da mesma cor e por cima um top decotado.
Ela percebeu meu olhar e não demorou para corar.
— Sim, combinei de fazer um trabalho para a semana que vem, não vou dormir em casa hoje. Me despedi rápido e vazei pra não notarem minha ereção. O tempo passou e o que ela não sabia (ou eu achava) era que eu nunca tinha saído de casa. Saí pela porta da frente e, alguns minutos depois, voltei escalando o muro do quintal e me escondi no galpão.
Já estava quase dormindo quando ouvi uma conversa vindo de dentro de casa que me chamou a atenção. Saí em silêncio e fiquei espiando. No começo, só jantaram, teve uns amassos leves no meio, mas nada demais.
No final da noite, comecei a grabar quando vi que estavam se beijando. Julián puxou o cabelo dela com força e a ajoelhou, fazendo ela perder o equilíbrio. Verónica, sem perder tempo, desabotoou rapidamente a calça dele e enfiou o pau dele na boca. Era uma cena pornô. Eu via minha mãe sendo engasgada por aquele gordo, que claramente não conseguia ver a sorte que tinha de estar com uma mulherão daqueles.
A cena durou uns minutos, depois Julián puxou o cabelo dela de novo e a colocou contra a mesa, levantando o vestido.
— Você é uma puta — disse ele, percebendo que minha mãe não estava de calcinha.
— Enfia logo, imbecil!
Julián bufou e enfiou até o fundo, fazendo minha mãe gemer baixinho. Os movimentos dele eram fortes, mas não muito profundos por causa do físico — só o suficiente pra deixar ela com um formigamento que virava gemido.
— Gosta disso, rabuda?
— Acaba de uma vez, gordo!
Julián aumentou o ritmo e a força das metidas, segurando ela pela cintura. A bunda dela balançava, e a mesa também, a cada impacto. Em segundos, ele tirou o pau e gozou nas costas da minha mãe.
O resto foi o de sempre: ele se vestiu e foi embora, minha mãe ficou no sofá se masturbando. Mas o medo veio quando ela se despediu do Julián. Enquanto ela se acomodava pra chegar ao orgasmo, eu fui descuidado tentando sair do quintal e fiz um barulhão que chamou a atenção dela. Ela soube exatamente… onde ela estava, então ao me ver teve uma mistura de raiva e vergonha, correndo para pegar um roupão enquanto me dizia para entrar. Obediente (mas decidido), entrei na casa e sentei na mesa. Acendi um cigarro enquanto esperava ela voltar. Mesmo com o roupão, dava pra ver um pouco do decote, o cabelo estava bagunçado e dava pra notar que sua excitação ainda estava presente.
— Por que você me filmou?! — Imediatamente tentou me dar um tapa, mas eu segurei seu pulso e pressionei contra a parede. — Você não está em posição de exigir nada agora que descobri o que você é. Gravei os vídeos pra garantir que você não conte nada sobre o que estou tentando fazer com você.
— Eu não sou nada, não me trate como uma qualquer — Ela tentou se soltar sem sucesso, já que eu segurava seus dois pulsos acima da cabeça com uma só mão.
— Se você transou por mim, tenho certeza que pode transar comigo — Desabotoei seu roupão e o abri violentamente, fazendo seus peitos balançarem levemente. Ela tentou escapar algumas vezes, mas foi inútil. Comecei beijando seu pescoço e tocando sua buceta, e apesar dos pedidos para parar, seu corpo mostrava outra coisa. Ela ficava cada vez mais molhada, fazendo seus líquidos escorrerem pelas coxas.
— O-que você quer em troca de parar? — Ela disse, corada.
— Se transarmos, eu te deixo em paz — Sorri enquanto tirava a camiseta. Era minha chance de ouro e não ia desperdiçá-la. Ao tirar a roupa, notei duas coisas. A primeira foi o olhar dela. Eu não era musculoso como tal, mas tinha um corpo definido, já que ia à academia e me alimentava bem. Longe dos olhares que dava para Julián ou para o namorado, notei o desejo que ela tinha ao ver meu pau e meu corpo. A segunda é que o álcool tinha jogado a meu favor. Mesmo depois de soltá-la, ela continuou encostada na mesma parede, dessa vez se tocando com as duas mãos enquanto mordia o lábio.
— Maldito garoto idiota — Ela se aproximou de mim e me deu um beijo de língua. Eu correspondi enquanto a tocava a bunda. Fiquei surpreso quando ele me empurrou contra a mesa com força e se ajoelhou, enfiando meu pau na boca. Achei que meus 18 centímetros seriam grandes demais para ele, mas desapareceram completamente no primeiro empurrão. Ele bombeava meu pau enquanto me encarava, com um olhar lascivo. Usava a língua perfeitamente sem tirar da boca. Com uma das mãos acariciava minhas bolas enquanto com a outra massageava a própria buceta. Ele me olhava com desejo, como se soubesse que era isso que merecia. No fundo, nenhum dos dois conseguia satisfazer seu desejo sexual.
— O Julian não errou sobre você — puxei seu cabelo enquanto ele parava as bombadas ao ouvir minhas palavras — Você é uma porca!
Comecei a enfiar com força, fodendo sua boca repetidamente. Ele não parava de me encarar, o que me deixava ainda mais excitado.
— Glub glub glub glub
Por alguns minutos, o único som que ouvi foi o da minha mãe engasgando no meu pau. Ele tirou da boca enquanto me masturbava e se levantou.
— Vamos ver o que você sabe fazer, garoto mau — Ele cuspiu no meu rosto.
Apesar de ter gostado, eu mostraria quem manda. Não sabia se haveria uma segunda vez, mas com certeza guardaria essa como uma relíquia, e ela não fugiria de todas as minhas fantasias sádicas.
— Maldita raposa — Dei um tapa nele e o virei, puxando seu cabelo.
— Ahh! Imbecil!
— Cala a boca, puta! — Puxei seu cabelo até o sofá e o empurrei contra ele, ajoelhando-o no assento e encostando sua cabeça no encosto — Eu não sou como os outros gordos que você fode, eu sou seu dono.
Agarrei seu pescoço com força enquanto enfiava meu pau até o fundo.
— AHHH! T-Tudo bem, dono
Naquele momento, cheguei ao meu limite de excitação. Comecei a me mover selvagemente, batendo forte contra sua bunda. Ele só gritava abafado enquanto mordia o sofá. Cada investida era mais forte e profunda porque o segurava firme pela cintura.
— Você está me arrebentando! Ahhh!
— Não é menos do que você merece, hehe — Dei uma Dei uma palmada forte na sua bunda, deixando minha mão marcada, e me sentei no sofá.
— Agora é sua vez de cavalgar, porca — falei, abrindo minhas pernas.
Ela montou em mim enquanto eu enfiava meu pau todo dentro dela, e ela colocou as mãos no meu peito.
— É assim que você trata todas que você come? — Ela falou num tom sexy, movendo levemente o quadril para frente e para trás com meu pau todo dentro.
— É assim que trato as putas — cuspi no rosto dela, juntei seu torso ao meu, colocando minhas mãos na sua bunda e comecei a me mover.
Meus movimentos começaram lentos e foram aumentando de força. As últimas estocadas foram tão fortes que duvido que os vizinhos não tenham ouvido. Minha mãe só gritava enquanto se agarrava em mim.
— Quero gozar na sua boca — disse, parando e olhando para ela.
— Nem precisa falar mais.
Ela se colocou de quatro no chão e enfiou meu pau na boca.
O que veio a seguir foi só admirá-la — ela era tão linda e tão puta ao mesmo tempo.
Ela colocou minhas mãos sobre sua cabeça para que eu a guiasse ao meu gosto, mas só quando senti um formigamento que a fez engasgar sem parar...
— Toma todo meu leite, porca!
Comecei a encher a boca dela de porra, raramente lembrava de ter gozado tanto assim.
Ela, sem desperdiçar, engoliu tudo e se encarregou de limpar meu pau com lambidas.
Ficou ajoelhada no chão, com uma expressão culpada, mas com um tesão e uma excitação peculiares.
Inclinei-me para frente e segurei seu pescoço suavemente.
— A partir de hoje você é e será só minha, entendeu? — sussurrei perto de seu rosto.
— I-Isso não está certo...
— Não, mas seu corpo falou por você. Nada do que você disser vai mudar minha opinião.
Te vi transando com aqueles outros porcos e nenhum deles fez como eu, nem te deixou no estado que eu deixei, hehe.
— Promete que vai ser um segredo? — Ela me encarou firme.
— Vai ser nosso segredo... só se você aceitar ser minha. — Sorri de forma perversa, mostrando que dominaria ela. — Caso contrário, seria uma pena se os vídeos da "raba grande" chupando um pau em troca do filho passar nas provas finais vazassem.
— Eu aceito — ela disse rapidamente — mas... que nada disso venha à luz. -Combinado -Respondi, antes de dar um beijo de língua e ir dormir.
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Já estava atrás da minha mãe há alguns meses. Foi uma atração imediata depois que a vi transando. A vida toda tive que aguentar os elogios dos meus colegas para ela, e eles tinham suas razões. Uma morena de um metro e sessenta e cinco, trinta e oito anos, uns peitos médios, mas uma bunda redonda, grande e malhada. Ela é tão educada e presente em todos os sentidos, que tive um prazer culpado ao vê-la naquela vez.
Tinha chegado cedo em casa num sábado à noite, entrei pelo portão do quintal sem fazer barulho, pois achei que ela estivesse dormindo. Ao ouvir gemidos vindo do quarto dela, não tive ideia melhor do que espiar pela janela, e lá estava ela. Tinha a visão perfeita: ela estava de quatro no chão, apontando aquele rabão enorme na minha direção.
Dava para ver como ela estava sendo engasgada por um homem que me pareceu meio conhecido. Mas só quando um pouco de luz iluminou o rosto dele que o reconheci: era um dos meus professores. Fiquei chocado, mas a única coisa que me veio à mente na hora foi sacar meu pau e começar a me masturbar, gravando o pouco que conseguia com a outra mão.
- É assim que você gosta, papai? - disse ela enquanto batia o pau do meu professor no rosto.
- Isso, gostosa, mas não tira da boca que eu tô quase gozando - ele respondeu, enfiando de novo na boca dela.
Era incrível: minha mãe estava sendo usada pelo meu professor e ainda se deixando tratar como uma puta. Não demorou muito até ele gozar no rosto dela. Ela, obediente, usou os dedos e a língua para se limpar enquanto via ele se vestindo.
- Muito bem, você garantiu uma prova aprovada pro seu filho.
- Uma prova?! - Ela se levantou rápido do chão e encarou ele - A gente combinou o ano inteiro.
- É, eu sei - Ele fez uma pausa enquanto abotoava o cinto - Mas mudei de ideia.
- Não foi o nosso combinado...
- Pois não, mas acho que é melhor isso do que seu filho descobrir que a querida... Mãe é uma vadia — ele se aproximou dela e colocou a mão na bochecha da minha mãe — além disso... Você gosta — a carícia delicada se transformou em um puxão de cabelo, e então ele cuspiu no rosto dela. Ela aceitou com culpa, como se no fundo gostasse. — Sim, eu gosto, mas não se você quebrar sua promessa... — Então limpe essa bagunça e te vejo na próxima semana quando eu quiser foder de novo. Julian pegou sua bolsa e foi embora. Eu continha muita raiva pelo modo como ele havia tratado minha mãe. Mas esse mesmo sentimento se transformou em tesão quando a vi deitar na cama com as pernas abertas enquanto se tocava. Naquela noite, me toquei muitas vezes pensando nela e vendo seus vídeos. Me excitava ver o que minha mãe era quando eu não estava. No dia seguinte, tudo pareceu diferente, os elogios dos meus colegas sobre minha mãe pareciam diferentes. O que antes eu levava como insulto, agora me dava tesão. O estopim foi quando fui expulso da aula por dormir no meio dela. Fui levado até o diretor da escola enquanto era repreendido. Ao entrar, sentei-me diante dele enquanto ele me encarava fixamente. — É a quinta vez no mês, não acha que é demais? — eu via a dupla intenção no seu olhar. — Eu sei, desculpe — respondi obediente, num tom arrependido. — Vou pedir que espere na entrada, por hoje você está expulso. Vou ligar para sua mãe e pedir que venha assinar um termo para ficar ciente de tudo isso. Passaram-se poucos minutos, ela chegou o mais rápido que pôs, tinha um olhar penetrante que me encarava diretamente nos olhos. Eu estava assustado, mas ela estava tão gostosa. Usava uma blusa branca com o último botão solto e um decote um pouco marcado, por baixo uma saia justa que chegava na metade de suas coxas carnudas. Passou por mim sem dizer nada e, irritada, entrou na diretoria. Fiquei olhando para o céu por alguns instantes, mas a curiosidade me venceu, então decidi desobedecer as ordens do diretor e me aproximei da janela para espiar. Me esgueirei pelos corredores até chegar na janela principal, que antes estava aberta e agora estava fechada pelas cortinas. Aproximei minha cabeça o máximo que pude, colocando meu ouvido nela e conseguia ouvir um pouco do que acontecia naquele quarto. — Senhora, eu não posso permitir que um dos meus alunos desrespeite meus professores dessa maneira. — Eu sei, diretor, prometo que não vai acontecer de novo, mas por favor não o suspenda. As conversas estavam ficando cada vez mais baixas, então, como pude, abri um espaço entre as cortinas para ver o que estava acontecendo. Ela lentamente desabotoava a blusa enquanto o diretor assistia, expectante. — Acha que podemos chegar a um acordo, diretor? — disse ela em um tom provocante, mordendo os lábios pintados de um carmim vibrante. — Desta vez vou deixar passar, mas na próxima vou ter que suspendê-lo, mesmo sem querer — O diretor começou a suar enquanto acariciava o pau por cima da calça. — Prometo que não, senhor — afirmou, tirando o sutiã e colocando sobre a mesa. Depois, vestiu a blusa de novo, se arrumou rapidamente e saiu. Corri rapidamente até a saída da escola e entrei no carro. Ela entrou com um olhar de reprovação e dirigiu até casa em silêncio. Ao chegar, desci e ia direto para o meu quarto, mas fiquei inquieto ao ver que ela me seguiu e fechou a porta do quarto atrás de mim. Sentou-se na minha escrivaninha com as pernas cruzadas e eu me joguei na cama. — Você está estranho ultimamente, Diego — Sabia que se ela me chamava pelo nome, levava muito a sério o que íamos conversar — Notei você distraído e sem interesse. Ela continuou me repreendendo enquanto eu não conseguia parar de olhar para os peitos dela. Os mamilos estavam duros e transparentes através da blusa, que claramente era de um tecido fino. — Ei, você está me ouvindo? — Ela parou na minha frente e me encarou com firmeza. — Estou sim — fiz uma pausa e então me joguei de uma vez — por que você não está usando sutiã? Ela se Ela ficou vermelha na hora e cobriu o rosto com uma das mãos.
— P-por que você pergunta isso?
Deu um tapa no meu rosto que só me fez ter certeza de que não tinha volta depois do que eu tinha dito, então eu precisava continuar.
— Porque eu sei o que você faz.
Levantei e fiquei de pé na frente dela. Eu era um pouco mais alto, então tive que inclinar levemente a cabeça para baixo.
— Eu vi o que você fez com o Julián, e também vi o que você fez hoje.
Ela ficou pálida, o mundo dela desabou em um segundo.
— E-eu não quero que você entenda mal, eu fiz por você e…
— Cala a boca.
A interrompi e passei minha mão por trás da cintura dela, agarrando a bunda.
— Isso me deu muito tesão.
Apesar de ter curtido finalmente tocar aquela bunda que eu tanto tinha fantasiado, minha alegria durou pouco quando percebi que ela se afastou só para me dar outro tapa.
— Eu não sou esse tipo de mulher.
Disse com firmeza antes de sair.
Me senti mal depois daquilo, tinha cagado tudo completamente.
Os dias depois desse acontecimento foram complicados, minha mãe quase não falava comigo e, quando falava, era com um desânimo enorme. Não podia apagar o que tinha feito, mas, pela mesma razão, precisava continuar.
Uma noite, enquanto ela tomava banho, o celular tocou. Ela não ouviu, e eu quis aproveitar para ver com quem ela estava falando. Era o Julián.
Ele dizia que por volta das duas da manhã viria fazer uma visita. Que ela colocasse o conjunto que dava muito tesão nele e se vestisse sexy para a ocasião.
Como se tivesse ganhado na loteria, preparei minhas coisas para sair de casa. Meu plano era aproveitar para gravar tudo o que ia acontecer naquela noite para depois ver o que faria com as gravações.
Quando estava pronto para ir, minha mãe parou na frente da porta.
— Já vai embora?
Olhei ela de cima a baixo antes de responder. Ela estava com um conjunto aparentemente preto, uma saia da mesma cor e por cima um top decotado.
Ela percebeu meu olhar e não demorou para corar.
— Sim, combinei de fazer um trabalho para a semana que vem, não vou dormir em casa hoje. Me despedi rápido e vazei pra não notarem minha ereção. O tempo passou e o que ela não sabia (ou eu achava) era que eu nunca tinha saído de casa. Saí pela porta da frente e, alguns minutos depois, voltei escalando o muro do quintal e me escondi no galpão.
Já estava quase dormindo quando ouvi uma conversa vindo de dentro de casa que me chamou a atenção. Saí em silêncio e fiquei espiando. No começo, só jantaram, teve uns amassos leves no meio, mas nada demais.
No final da noite, comecei a grabar quando vi que estavam se beijando. Julián puxou o cabelo dela com força e a ajoelhou, fazendo ela perder o equilíbrio. Verónica, sem perder tempo, desabotoou rapidamente a calça dele e enfiou o pau dele na boca. Era uma cena pornô. Eu via minha mãe sendo engasgada por aquele gordo, que claramente não conseguia ver a sorte que tinha de estar com uma mulherão daqueles.
A cena durou uns minutos, depois Julián puxou o cabelo dela de novo e a colocou contra a mesa, levantando o vestido.
— Você é uma puta — disse ele, percebendo que minha mãe não estava de calcinha.
— Enfia logo, imbecil!
Julián bufou e enfiou até o fundo, fazendo minha mãe gemer baixinho. Os movimentos dele eram fortes, mas não muito profundos por causa do físico — só o suficiente pra deixar ela com um formigamento que virava gemido.
— Gosta disso, rabuda?
— Acaba de uma vez, gordo!
Julián aumentou o ritmo e a força das metidas, segurando ela pela cintura. A bunda dela balançava, e a mesa também, a cada impacto. Em segundos, ele tirou o pau e gozou nas costas da minha mãe.
O resto foi o de sempre: ele se vestiu e foi embora, minha mãe ficou no sofá se masturbando. Mas o medo veio quando ela se despediu do Julián. Enquanto ela se acomodava pra chegar ao orgasmo, eu fui descuidado tentando sair do quintal e fiz um barulhão que chamou a atenção dela. Ela soube exatamente… onde ela estava, então ao me ver teve uma mistura de raiva e vergonha, correndo para pegar um roupão enquanto me dizia para entrar. Obediente (mas decidido), entrei na casa e sentei na mesa. Acendi um cigarro enquanto esperava ela voltar. Mesmo com o roupão, dava pra ver um pouco do decote, o cabelo estava bagunçado e dava pra notar que sua excitação ainda estava presente.
— Por que você me filmou?! — Imediatamente tentou me dar um tapa, mas eu segurei seu pulso e pressionei contra a parede. — Você não está em posição de exigir nada agora que descobri o que você é. Gravei os vídeos pra garantir que você não conte nada sobre o que estou tentando fazer com você.
— Eu não sou nada, não me trate como uma qualquer — Ela tentou se soltar sem sucesso, já que eu segurava seus dois pulsos acima da cabeça com uma só mão.
— Se você transou por mim, tenho certeza que pode transar comigo — Desabotoei seu roupão e o abri violentamente, fazendo seus peitos balançarem levemente. Ela tentou escapar algumas vezes, mas foi inútil. Comecei beijando seu pescoço e tocando sua buceta, e apesar dos pedidos para parar, seu corpo mostrava outra coisa. Ela ficava cada vez mais molhada, fazendo seus líquidos escorrerem pelas coxas.
— O-que você quer em troca de parar? — Ela disse, corada.
— Se transarmos, eu te deixo em paz — Sorri enquanto tirava a camiseta. Era minha chance de ouro e não ia desperdiçá-la. Ao tirar a roupa, notei duas coisas. A primeira foi o olhar dela. Eu não era musculoso como tal, mas tinha um corpo definido, já que ia à academia e me alimentava bem. Longe dos olhares que dava para Julián ou para o namorado, notei o desejo que ela tinha ao ver meu pau e meu corpo. A segunda é que o álcool tinha jogado a meu favor. Mesmo depois de soltá-la, ela continuou encostada na mesma parede, dessa vez se tocando com as duas mãos enquanto mordia o lábio.
— Maldito garoto idiota — Ela se aproximou de mim e me deu um beijo de língua. Eu correspondi enquanto a tocava a bunda. Fiquei surpreso quando ele me empurrou contra a mesa com força e se ajoelhou, enfiando meu pau na boca. Achei que meus 18 centímetros seriam grandes demais para ele, mas desapareceram completamente no primeiro empurrão. Ele bombeava meu pau enquanto me encarava, com um olhar lascivo. Usava a língua perfeitamente sem tirar da boca. Com uma das mãos acariciava minhas bolas enquanto com a outra massageava a própria buceta. Ele me olhava com desejo, como se soubesse que era isso que merecia. No fundo, nenhum dos dois conseguia satisfazer seu desejo sexual.
— O Julian não errou sobre você — puxei seu cabelo enquanto ele parava as bombadas ao ouvir minhas palavras — Você é uma porca!
Comecei a enfiar com força, fodendo sua boca repetidamente. Ele não parava de me encarar, o que me deixava ainda mais excitado.
— Glub glub glub glub
Por alguns minutos, o único som que ouvi foi o da minha mãe engasgando no meu pau. Ele tirou da boca enquanto me masturbava e se levantou.
— Vamos ver o que você sabe fazer, garoto mau — Ele cuspiu no meu rosto.
Apesar de ter gostado, eu mostraria quem manda. Não sabia se haveria uma segunda vez, mas com certeza guardaria essa como uma relíquia, e ela não fugiria de todas as minhas fantasias sádicas.
— Maldita raposa — Dei um tapa nele e o virei, puxando seu cabelo.
— Ahh! Imbecil!
— Cala a boca, puta! — Puxei seu cabelo até o sofá e o empurrei contra ele, ajoelhando-o no assento e encostando sua cabeça no encosto — Eu não sou como os outros gordos que você fode, eu sou seu dono.
Agarrei seu pescoço com força enquanto enfiava meu pau até o fundo.
— AHHH! T-Tudo bem, dono
Naquele momento, cheguei ao meu limite de excitação. Comecei a me mover selvagemente, batendo forte contra sua bunda. Ele só gritava abafado enquanto mordia o sofá. Cada investida era mais forte e profunda porque o segurava firme pela cintura.
— Você está me arrebentando! Ahhh!
— Não é menos do que você merece, hehe — Dei uma Dei uma palmada forte na sua bunda, deixando minha mão marcada, e me sentei no sofá.
— Agora é sua vez de cavalgar, porca — falei, abrindo minhas pernas.
Ela montou em mim enquanto eu enfiava meu pau todo dentro dela, e ela colocou as mãos no meu peito.
— É assim que você trata todas que você come? — Ela falou num tom sexy, movendo levemente o quadril para frente e para trás com meu pau todo dentro.
— É assim que trato as putas — cuspi no rosto dela, juntei seu torso ao meu, colocando minhas mãos na sua bunda e comecei a me mover.
Meus movimentos começaram lentos e foram aumentando de força. As últimas estocadas foram tão fortes que duvido que os vizinhos não tenham ouvido. Minha mãe só gritava enquanto se agarrava em mim.
— Quero gozar na sua boca — disse, parando e olhando para ela.
— Nem precisa falar mais.
Ela se colocou de quatro no chão e enfiou meu pau na boca.
O que veio a seguir foi só admirá-la — ela era tão linda e tão puta ao mesmo tempo.
Ela colocou minhas mãos sobre sua cabeça para que eu a guiasse ao meu gosto, mas só quando senti um formigamento que a fez engasgar sem parar...
— Toma todo meu leite, porca!
Comecei a encher a boca dela de porra, raramente lembrava de ter gozado tanto assim.
Ela, sem desperdiçar, engoliu tudo e se encarregou de limpar meu pau com lambidas.
Ficou ajoelhada no chão, com uma expressão culpada, mas com um tesão e uma excitação peculiares.
Inclinei-me para frente e segurei seu pescoço suavemente.
— A partir de hoje você é e será só minha, entendeu? — sussurrei perto de seu rosto.
— I-Isso não está certo...
— Não, mas seu corpo falou por você. Nada do que você disser vai mudar minha opinião.
Te vi transando com aqueles outros porcos e nenhum deles fez como eu, nem te deixou no estado que eu deixei, hehe.
— Promete que vai ser um segredo? — Ela me encarou firme.
— Vai ser nosso segredo... só se você aceitar ser minha. — Sorri de forma perversa, mostrando que dominaria ela. — Caso contrário, seria uma pena se os vídeos da "raba grande" chupando um pau em troca do filho passar nas provas finais vazassem.
— Eu aceito — ela disse rapidamente — mas... que nada disso venha à luz. -Combinado -Respondi, antes de dar um beijo de língua e ir dormir.
2 comentários - Minha mãe virou minha putinha" Cap. 1