Sempre gostamos de conversar, eu e minha esposa, sobre experiências sexuais passadas, fantasias da adolescência ou como foram nossos primeiros anos de vida sexual. O negócio é que sempre quis perguntar sobre um primo-irmão dela, de quem eu desconfiava que a desejou muito e, quase certeza, as primeiras punhetas dele foram dedicadas a ela. Eles passaram todas as férias e festas de família juntos desde crianças, dormiam no mesmo quarto (algo normal entre primos quando se é criança), brincavam juntos, etc. Em alguma oportunidade, ela já tinha me contado que, chegando a uma certa idade, uns 11 anos mais ou menos, o tio dela, pai do primo, disse que eles não podiam mais dormir no mesmo quarto, então ela foi dormir com a prima, uns 10 anos mais velha. Sempre soube a história até aí... Umas duas noites atrás, contando essas histórias e começando a nos esquentar pra fazer o amor, resolvi perguntar mais, cavucar mais sobre esse primo... Aí veio uma lembrança que ela nunca tinha soltado... Já com uns 15/16 anos, eles viam filmes e comiam chocolate no mesmo quarto... Mas repito, não dormiam juntos... Foi inevitável eu ficar muito excitado pensando que ele, já naquela idade, a desejava e com certeza via os peitões enormes dela (ela sempre teve muito peito) e as punhetas dele eram dedicadas a ela... Na hora, falei: "E aí? Nunca rolou nada?" Ela negou firmemente, mas eu, super excitado e me masturbando do lado dela, sorrindo, olhava pra ela como se não acreditasse... Me virei, olhei pra ela, comecei a tocar e fiquei todo duro, apoiando e dizendo: "Olha, se teu primo não sentiu nada... Você pode até não ter percebido, mas ele?" Queria que ela confessasse... Num momento, ela soltou: "Sei lá, ele, pode ser, mas nunca vou saber..." Isso me excitou pra caralho, comecei a beijá-la, ela percebeu que me deixou louco saber disso (ela sabe como me excita pensar nela com outro), tirei a roupa dela e comecei a penetrá-la e comê-la devagar, segurando os pulsos dela. ela me disse... Te excitou saber que meu primo me deseja?
2 comentários - El recuerdo del primo