
Faz um tempo que comecei a desconfiar que minha consogra tava afim do meu filho (o genro dela). A ideia não me incomodava, pelo contrário, me excitava. Ela é uma ruiva gostosa, com uma bunda boa e peitos médios, andar sensual, mas muito reprimida na sexualidade dela. Aí comecei a investigar de forma disfarçada se minhas suspeitas estavam certas e, conversando um pouco com meu filho e depois com ela, cheguei à conclusão de que os dois tavam afim um do outro. Então, numa tarde, conversando com ela, sugeri que ela comesse ele. Ela, sem saber da minha relação íntima com meu filho, topou, e a gente começou a botar o plano em prática. Depois, confessei que também queria participar. Ela me olhou estranho, mas aceitou, e a ideia excitou ela pra caralho.

Combinamos um dia específico na minha casa às 13h pra nos preparar, e meu filho chegaria um pouco depois das 14h do trabalho. Escolhemos a roupa: ela de minissaia, meia-calça, regata decotada e salto; eu de vestido curto, meia e salto. As duas sem calcinha. Já estávamos ansiosas e com tesão esperando o momento, e ele chegou. Recebi meu Sweetie com um beijo profundo, muita língua e uns amassos, e levei ele até a surpresa que o esperava no sofá. Meio entre surpreso e excitado, eles se beijaram, se apalparam, e eu fiz um sinal pra ela levar ele pro quarto dele. Eu vinha atrás, já toda molhada. Continuaram com os beijos cada vez mais quentes e a respiração ofegante. Eu abaixei a calça dele e ofereci a ela o pau duro dele pra chupar. Ela se ajoelhou e comeu com muito apetite e luxúria. Eu beijava ele e tirava a camisa dele enquanto acariciava e beijava o peito dele. Depois foi minha vez de aproveitar aquela ereção monstruosa; minha boca fez um banquete de pau e saco. Daí a pouco, deixamos ele deitado na cama e começamos nosso show quente. Nos despindo ao mesmo tempo que nos tocávamos e beijávamos, mostrando nossa cara de putas no cio. Ele, olhando, batia uma punheta suave e nos chamava de putas fogosas, dizendo que ia montar na gente e gozar. Nós nos aproximamos, e ele começou um oral frenético na buceta dela, que já tava encharcada. Eu batia uma vendo aquele espetáculo pornô. Depois foi minha vez, e ele até enfiou dois dedos no meu cu pra preparar, como sempre, uma boa fodida no meu rabo. As duas de quatro, ele montava duro em cada uma até que eu montei nele e, frenética, cheguei ao orgasmo que vinha segurando. Molhei até o saco dele com meus sucos. Ela, enquanto isso, oferecia a buceta bem aberta pra língua e os dedos dele comerem um pouco. Depois ela montou nele e, em alguns minutos, também se desmontou num orgasmo cheio de gemidos e gritos de prazer. Sem perder tempo, eu já tava por cima dele, e o pau dele já tava abrindo frenético a carne do meu cu dilatado. Ela ficava esfregando meus peitos e, de vez em quando, passava a mão na minha buceta pra me levar a outro orgasmo. Ele me largou por um momento porque também queria a raba dela e não queria gozar ainda. Meteu nela igual um selvagem e bombou por vários minutos até que quis gozar. Ela não aguentava mais, os gemidos dela já anunciavam a gozada. Ajoelhamos, beijando e lambendo o pau dele ao mesmo tempo. Batemos uma punheta até ele jorrar jatos que banharam nossas caras de putas e bocas gulosas. Lamíamos com vontade aquele líquido morno, o tronco dele, os ovos e aquela cabeça linda ainda soltando umas gotinhas de porra. Depois nos beijamos, dividindo aquele elixir que só as putas sabem apreciar. Ficamos um tempão deitados os três, sem falar nada, só satisfeitos e pensando — com certeza ao mesmo tempo — que queríamos um segundo round. E foi exatamente o que aconteceu...
10 comentários - Meu filho, a sogra dele e eu!!!