Rapaziada, quem quiser mais detalhes, bater um papo, ou até me acompanhar pelo chat numa bronha, é só me chamar.Pelo Patreon a gente pode ver como fazer várias coisas.
Imagino que todos estão como eu estava naquele dia, né?
Incrível. Porra, como é que elas tinham chegado até ali? O que estavam fazendo se pegando daquele jeito a Sofi e a Agus? O Nacho era quem tava filmando?
Cara. Claro que bati a terceira punheta da noite, e não consegui mais dormir.
Só lá pras seis e meia da manhã que peguei no sono. Claro que a Sofi ainda não tinha chegado. E dormi pesado por um tempo.
Até que ouço a porta de casa abrir. Já era dia. Umas 9 da manhã.
Devagar, como se tentasse não me acordar, a Sofi passava pelo corredor até o banheiro.
S: Gordo, você ainda tá acordado?
Y: Acabei de acordar.
S: Desculpa, queria entrar rápido sem fazer barulho.
Y: Hã? Tá maluca? Ainda bem que me acordou. Me conta, por favor, o que rolou? (num tom super amigável, louco pra saber tudo, quase como um fofoqueiro)
S: Me espera tomar um banho, por favor. Tô toda suja.
Y: Ah, bom… o que será que jogaram no teu corpo, hein?
S: Haha, shhh. Você me espera?
Y: Não, vem logo. Tô te esperando desde que você foi.
S: Ok, então. O que você quer saber?
Y: Tudo! Tá me tirando? Quero saber tudo.
S: Bom, nada… até a gente ir pra balada não tem muito o que contar que você já não saiba. Gostou do vídeozinho que te mandei da ida de carro, né?
Y: Sim, sua filha da puta. Que jeito de chupar pau. E ainda engoliu a porra toda.
S: Siiiiim. Tô gostando disso. Percebi que me excita sentir o pau tremer enquanto goza dentro da minha boca.
Y: Por favor… inacreditável como vocês me deixaram com tesão. E aí, como foi?
S: Nada, depois fomos pra balada e te contei. Aconteceu o que aconteceu e a gente encontrou a Agus. Aí vem a parte interessante.
Y: E sim! Como é que vocês terminaram se pegando no meio da balada?
S: Pra eu te contar, é longo. Então, tá.
(A partir de agora, vou ordenar o relato em primeira pessoa como se fosse ela escrevendo. Fica tranquilo. Ela não sabe que tô escrevendo isso aqui, mas é a melhor forma de contar pra vocês o que rolou. Acho meio chato continuar escrevendo o diálogo do jeito que tava.) até agora com uma narração tão longa).
“Nada. Cruzei com a Agus de novo e a gente começou a bater um papo. Ficamos um tempão enquanto o Nacho, acho, tinha ficado com os amigos no VIP.
Ela me disse que tinha vindo com as amigas. Que tinham acabado de pegar um grupinho de caras meio bocós e ela perdeu elas. E me mandou que, enquanto esperava alguma aparecer, a gente abrisse um champanhe. Tava muito boa vibe, diferente do normal.
Sei lá, abrimos o champanhe com dois speed e ficamos no bar. Falamos de você e do namorado dela. Ela me contou que tavam meio em crise porque o cara é meio parado na vida… que você tá sumido, mas ela entendeu que você gosta de ser assim, então beleza, meio que percebeu que eu não tinha culpa.
Eu, nisso tudo, olhando pra todo lado pra ver se o Nacho aparecia e fazia alguma merda, cê sabe como ele é.
Continuamos bebendo, dançando. Ficamos um bom tempo. Num momento, comecei a me sentir meio bêbada, e ela parecia bem louca também. Não sei se não tinha tomado alguma outra coisa além do álcool também.
Questão é que a gente começa a dançar um pouco como umas vadias. Já meio zoando. Ela fazia piadas tipo “Olha esse cara passando, vou esquentar ele e mandar pastar”. Chegaram uns grupos, a gente dava um pouco de bola e mandava embora.
Num momento, vejo o Nacho vindo do meio da pista com outro champanhe na mão. Quando ele chegou perto, a Agus sussurra no meu ouvido “ufa, esse aí eu comia, hein”.
Eu já não sabia mais o que fazer. Tava meio bêbada, e já me vi toda enrolada. Que porra eu falo agora? Esse filho da puta vem ainda procurar confusão, eu conheço ele.
Ele chega e se apresenta pras duas, como se não me conhecesse. E pergunta se a gente pode tomar o champanhe com ele.
Nacho: Isso é muito pra mim sozinho. Querem?
Agus: Vai devagar, a gente te ajuda a terminar se você não der conta sozinho.
Nacho: Cê acha que eu não dou conta de um champanhe sozinho?
Agus: E não sei, você veio pedir ajuda pra duas mulheres.
Nacho: Vamos ver se não vou ficar sozinha…
Eu ria e disfarçava. Não aguentava mais. Ainda por cima continuavam me dando de beber e eu quase flutuando de tão bêbada que tava.
Começamos a dançar os três. Nacho no meio, e a gente nas laterais, mas de boa, todo mundo no mesmo lugar.
De repente, Nacho teve a brilhante ideia de pedir um Gin no balcão. Eu pensei: esse cara é maluco?
Nacho: Vamos ver agora quem aguenta…
Sofi: Nãooo, para
Agus: Fala sério. Olha que eu aguento
Chega o Gin. Sem tônica nem pomelo. Só a garrafa. Eu já sabia o que vinha.
Resumo da ópera: Nacho começa a beber direto do gargalo. Depois Agus faz o mesmo e claramente sobrou pra mim.
Nacho começou a dançar mais colado do que antes. Agarrou Agus por trás, como se estivesse apoiando ela, cruzou a garrafa e começou a derramar Gin na boca dela. Metade ela tomou, metade foi parar no decote.
Depois os dois vieram pra cima de mim, e eu me recusava. Me neguei umas vezes até que me seguraram entre os dois, me colocaram no meio e, enquanto Agus abria minha boca, Nacho despejava Gin.
Agora sim, eu tava nas nuvens. Continuamos dançando. Nacho já tava sugerindo dar umas voltinhas, nos apoiava, apertava a gente… num momento ele fala:
N: Quem não bebe, beija…
S: Nãooo, chega, não consigo mais beber.
E pra minha surpresa, Agus solta uma frase que mudou o rumo da noite.
Agus: Então beija, gata.
Sofi: Paraaa, cê tá louca
Agus: Shhh, não falo nada. Morre aqui, olha o que esse cara tá fazendo.
Sofi: Cê quer pegar ele, né?
Agus: E você não?
Sofi: Eu tenho namorado…
Agus: Eu também…
Sofi: Não sabia que você era assim…
Agus: E daí… tem que se divertir.
Nacho, que tava olhando de perto mas não tava escutando (ou pelo menos eu acho), falou:
N: E aí? Vai, shot ou beijo?
Depois disso, Agus me olha, segura minha cara e me dá um beijão. Me comeu a boca, literalmente. Língua, tudo. Passou a mão na minha bunda toda. Tudo.
Nacho olhou pra gente com uma cara de tesão que você não faz ideia. E o filho da puta não teve ideia melhor do que falar:
N: E eu, não ganho nada?
Agus me virou de novo Olhou pra ele, olhou pra ele, e comeu a boca dele. Fiquei olhando e não conseguia acreditar. Ficaram 30 segundos se pegando forte pra caralho.
Quando se separaram, o Nacho fala:
N: E a sua amiga, não beija?
Agus: Ela é tímida. Você vai ter que se virar.
E aí o Nacho ficou de frente pra mim, me segurou pela cintura e comeu minha boca. E eu me entreguei. Juro, comecei a flutuar. Decidi que ia rolar o que tivesse que rolar. Num êxtase total de tesão. Tava pronta pra transar ali mesmo no balcão.
Começamos a revezar beijos entre os três. Eu com o Nacho, ele com ela, nós duas, os três ao mesmo tempo. O pessoal olhava de canto, mas a gente tava pouco se fodendo.
Eu tava literalmente entregue. Não conseguia manter o olhar fixo. Queria ir com os dois pra cagar logo.
Até que num momento rolou uma conversa com a Agus onde eu falei: "Bom, já era, que exploda tudo."
Agus: Que gostoso que esse cara é. Deve ter uma pica enorme também.
Sofi: Sim, ele tem.
Agus: Como você sabe disso? (com tom de amiga surpresa)
Sofi: Bom… olha…
Aí peguei o Nacho, que tava olhando pra gente mas não tava ouvindo. Grudei ele no meu corpo, beijei ele pra caralho enquanto pegava na pica dele por fora da calça, virei a cabeça e falei pra Agus:
S: Duas horas atrás, ele encheu minha boca de porra no carro dele.
Aí… a Agus abre a boca de cima a baixo e fala:
Agus: Que puta que você é, como não percebi?
Sofi: Tava com ele no VIP e te vi passando bem na hora. Pensei que você tinha nos visto.
Agus: Não acredito que você é tão vagabunda assim.
Sofi: Com ele, sou a mais puta.
Agus: E com o Juan, o que você faz???
Sofi: Ah, sei lá. Ele tá em casa.
Agus: Filha da puta, você me quebra a cabeça.
Sofi: Por que você não tira a dúvida sobre a pica do Nacho?
Nesse momento, o Nacho entra. Pega nós duas pelo braço e fala:
N: Quero que vocês vejam se eu não aguento as duas juntas…
Nessa hora, a Agus mudou a expressão. Parecia que o medo tinha ido embora. Ela me olha mordendo o lábio. Olha pra ele. E fala:
A: Vamos nessa. Vamos embora antes que eu comece a pegar eles.
Aí nós três nos olhamos, rimos, e partimos pro carro do Nacho.
Cara. Não sei se vocês tão ligados no quão foda é essa situação. Todos os planetas tinham se alinhado. Todos. Nem no meu melhor sonho eu imaginaria isso.
Minha namorada, o ex dela, minha melhor amiga, os três juntos, indo transar e tudo pelas minhas costas.
Nunca na vida eu tinha visto a Sofi beijar uma gatinha. Na real, era um dos meus sonhos futuros. Entre nós, várias vezes eu tinha batido uma pensando nela pegando a Agus. A Agus é uma gostosa, é o tipo de gatinha que no colégio todo mundo ficava doido pra paquerar. Comigo ela acabou virando amiga, e ficou por isso.
Mas a história, por sorte, me surpreende de novo. A Sofi, me surpreende de novo.
Dentro de mim, naquele momento, o vulcão de tesão tava em erupção de novo. A pica tava explodindo outra vez. E ainda faltava ela me contar tudo que rolou depois…
Rapaziada, quem quiser mais detalhes, trocar ideia, ou até me acompanhar pelo chat numa punheta, é só me chamar.Pelo Patreon a gente pode ver de fazer várias coisas.
Imagino que todos estão como eu estava naquele dia, né?
Incrível. Porra, como é que elas tinham chegado até ali? O que estavam fazendo se pegando daquele jeito a Sofi e a Agus? O Nacho era quem tava filmando?
Cara. Claro que bati a terceira punheta da noite, e não consegui mais dormir.
Só lá pras seis e meia da manhã que peguei no sono. Claro que a Sofi ainda não tinha chegado. E dormi pesado por um tempo.
Até que ouço a porta de casa abrir. Já era dia. Umas 9 da manhã.
Devagar, como se tentasse não me acordar, a Sofi passava pelo corredor até o banheiro.
S: Gordo, você ainda tá acordado?
Y: Acabei de acordar.
S: Desculpa, queria entrar rápido sem fazer barulho.
Y: Hã? Tá maluca? Ainda bem que me acordou. Me conta, por favor, o que rolou? (num tom super amigável, louco pra saber tudo, quase como um fofoqueiro)
S: Me espera tomar um banho, por favor. Tô toda suja.
Y: Ah, bom… o que será que jogaram no teu corpo, hein?
S: Haha, shhh. Você me espera?
Y: Não, vem logo. Tô te esperando desde que você foi.
S: Ok, então. O que você quer saber?
Y: Tudo! Tá me tirando? Quero saber tudo.
S: Bom, nada… até a gente ir pra balada não tem muito o que contar que você já não saiba. Gostou do vídeozinho que te mandei da ida de carro, né?
Y: Sim, sua filha da puta. Que jeito de chupar pau. E ainda engoliu a porra toda.
S: Siiiiim. Tô gostando disso. Percebi que me excita sentir o pau tremer enquanto goza dentro da minha boca.
Y: Por favor… inacreditável como vocês me deixaram com tesão. E aí, como foi?
S: Nada, depois fomos pra balada e te contei. Aconteceu o que aconteceu e a gente encontrou a Agus. Aí vem a parte interessante.
Y: E sim! Como é que vocês terminaram se pegando no meio da balada?
S: Pra eu te contar, é longo. Então, tá.
(A partir de agora, vou ordenar o relato em primeira pessoa como se fosse ela escrevendo. Fica tranquilo. Ela não sabe que tô escrevendo isso aqui, mas é a melhor forma de contar pra vocês o que rolou. Acho meio chato continuar escrevendo o diálogo do jeito que tava.) até agora com uma narração tão longa).
“Nada. Cruzei com a Agus de novo e a gente começou a bater um papo. Ficamos um tempão enquanto o Nacho, acho, tinha ficado com os amigos no VIP.
Ela me disse que tinha vindo com as amigas. Que tinham acabado de pegar um grupinho de caras meio bocós e ela perdeu elas. E me mandou que, enquanto esperava alguma aparecer, a gente abrisse um champanhe. Tava muito boa vibe, diferente do normal.
Sei lá, abrimos o champanhe com dois speed e ficamos no bar. Falamos de você e do namorado dela. Ela me contou que tavam meio em crise porque o cara é meio parado na vida… que você tá sumido, mas ela entendeu que você gosta de ser assim, então beleza, meio que percebeu que eu não tinha culpa.
Eu, nisso tudo, olhando pra todo lado pra ver se o Nacho aparecia e fazia alguma merda, cê sabe como ele é.
Continuamos bebendo, dançando. Ficamos um bom tempo. Num momento, comecei a me sentir meio bêbada, e ela parecia bem louca também. Não sei se não tinha tomado alguma outra coisa além do álcool também.
Questão é que a gente começa a dançar um pouco como umas vadias. Já meio zoando. Ela fazia piadas tipo “Olha esse cara passando, vou esquentar ele e mandar pastar”. Chegaram uns grupos, a gente dava um pouco de bola e mandava embora.
Num momento, vejo o Nacho vindo do meio da pista com outro champanhe na mão. Quando ele chegou perto, a Agus sussurra no meu ouvido “ufa, esse aí eu comia, hein”.
Eu já não sabia mais o que fazer. Tava meio bêbada, e já me vi toda enrolada. Que porra eu falo agora? Esse filho da puta vem ainda procurar confusão, eu conheço ele.
Ele chega e se apresenta pras duas, como se não me conhecesse. E pergunta se a gente pode tomar o champanhe com ele.
Nacho: Isso é muito pra mim sozinho. Querem?
Agus: Vai devagar, a gente te ajuda a terminar se você não der conta sozinho.
Nacho: Cê acha que eu não dou conta de um champanhe sozinho?
Agus: E não sei, você veio pedir ajuda pra duas mulheres.
Nacho: Vamos ver se não vou ficar sozinha…
Eu ria e disfarçava. Não aguentava mais. Ainda por cima continuavam me dando de beber e eu quase flutuando de tão bêbada que tava.
Começamos a dançar os três. Nacho no meio, e a gente nas laterais, mas de boa, todo mundo no mesmo lugar.
De repente, Nacho teve a brilhante ideia de pedir um Gin no balcão. Eu pensei: esse cara é maluco?
Nacho: Vamos ver agora quem aguenta…
Sofi: Nãooo, para
Agus: Fala sério. Olha que eu aguento
Chega o Gin. Sem tônica nem pomelo. Só a garrafa. Eu já sabia o que vinha.
Resumo da ópera: Nacho começa a beber direto do gargalo. Depois Agus faz o mesmo e claramente sobrou pra mim.
Nacho começou a dançar mais colado do que antes. Agarrou Agus por trás, como se estivesse apoiando ela, cruzou a garrafa e começou a derramar Gin na boca dela. Metade ela tomou, metade foi parar no decote.
Depois os dois vieram pra cima de mim, e eu me recusava. Me neguei umas vezes até que me seguraram entre os dois, me colocaram no meio e, enquanto Agus abria minha boca, Nacho despejava Gin.
Agora sim, eu tava nas nuvens. Continuamos dançando. Nacho já tava sugerindo dar umas voltinhas, nos apoiava, apertava a gente… num momento ele fala:
N: Quem não bebe, beija…
S: Nãooo, chega, não consigo mais beber.
E pra minha surpresa, Agus solta uma frase que mudou o rumo da noite.
Agus: Então beija, gata.
Sofi: Paraaa, cê tá louca
Agus: Shhh, não falo nada. Morre aqui, olha o que esse cara tá fazendo.
Sofi: Cê quer pegar ele, né?
Agus: E você não?
Sofi: Eu tenho namorado…
Agus: Eu também…
Sofi: Não sabia que você era assim…
Agus: E daí… tem que se divertir.
Nacho, que tava olhando de perto mas não tava escutando (ou pelo menos eu acho), falou:
N: E aí? Vai, shot ou beijo?
Depois disso, Agus me olha, segura minha cara e me dá um beijão. Me comeu a boca, literalmente. Língua, tudo. Passou a mão na minha bunda toda. Tudo.
Nacho olhou pra gente com uma cara de tesão que você não faz ideia. E o filho da puta não teve ideia melhor do que falar:
N: E eu, não ganho nada?
Agus me virou de novo Olhou pra ele, olhou pra ele, e comeu a boca dele. Fiquei olhando e não conseguia acreditar. Ficaram 30 segundos se pegando forte pra caralho.
Quando se separaram, o Nacho fala:
N: E a sua amiga, não beija?
Agus: Ela é tímida. Você vai ter que se virar.
E aí o Nacho ficou de frente pra mim, me segurou pela cintura e comeu minha boca. E eu me entreguei. Juro, comecei a flutuar. Decidi que ia rolar o que tivesse que rolar. Num êxtase total de tesão. Tava pronta pra transar ali mesmo no balcão.
Começamos a revezar beijos entre os três. Eu com o Nacho, ele com ela, nós duas, os três ao mesmo tempo. O pessoal olhava de canto, mas a gente tava pouco se fodendo.
Eu tava literalmente entregue. Não conseguia manter o olhar fixo. Queria ir com os dois pra cagar logo.
Até que num momento rolou uma conversa com a Agus onde eu falei: "Bom, já era, que exploda tudo."
Agus: Que gostoso que esse cara é. Deve ter uma pica enorme também.
Sofi: Sim, ele tem.
Agus: Como você sabe disso? (com tom de amiga surpresa)
Sofi: Bom… olha…
Aí peguei o Nacho, que tava olhando pra gente mas não tava ouvindo. Grudei ele no meu corpo, beijei ele pra caralho enquanto pegava na pica dele por fora da calça, virei a cabeça e falei pra Agus:
S: Duas horas atrás, ele encheu minha boca de porra no carro dele.
Aí… a Agus abre a boca de cima a baixo e fala:
Agus: Que puta que você é, como não percebi?
Sofi: Tava com ele no VIP e te vi passando bem na hora. Pensei que você tinha nos visto.
Agus: Não acredito que você é tão vagabunda assim.
Sofi: Com ele, sou a mais puta.
Agus: E com o Juan, o que você faz???
Sofi: Ah, sei lá. Ele tá em casa.
Agus: Filha da puta, você me quebra a cabeça.
Sofi: Por que você não tira a dúvida sobre a pica do Nacho?
Nesse momento, o Nacho entra. Pega nós duas pelo braço e fala:
N: Quero que vocês vejam se eu não aguento as duas juntas…
Nessa hora, a Agus mudou a expressão. Parecia que o medo tinha ido embora. Ela me olha mordendo o lábio. Olha pra ele. E fala:
A: Vamos nessa. Vamos embora antes que eu comece a pegar eles.
Aí nós três nos olhamos, rimos, e partimos pro carro do Nacho.
Cara. Não sei se vocês tão ligados no quão foda é essa situação. Todos os planetas tinham se alinhado. Todos. Nem no meu melhor sonho eu imaginaria isso.
Minha namorada, o ex dela, minha melhor amiga, os três juntos, indo transar e tudo pelas minhas costas.
Nunca na vida eu tinha visto a Sofi beijar uma gatinha. Na real, era um dos meus sonhos futuros. Entre nós, várias vezes eu tinha batido uma pensando nela pegando a Agus. A Agus é uma gostosa, é o tipo de gatinha que no colégio todo mundo ficava doido pra paquerar. Comigo ela acabou virando amiga, e ficou por isso.
Mas a história, por sorte, me surpreende de novo. A Sofi, me surpreende de novo.
Dentro de mim, naquele momento, o vulcão de tesão tava em erupção de novo. A pica tava explodindo outra vez. E ainda faltava ela me contar tudo que rolou depois…
Rapaziada, quem quiser mais detalhes, trocar ideia, ou até me acompanhar pelo chat numa punheta, é só me chamar.Pelo Patreon a gente pode ver de fazer várias coisas.
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