Favores a la hija del partido 2 (final)

Bom, começamos. Depois que ela foi pegar as camisinhas, a gente se beijou de novo, ela por cima de mim, sentindo minha ereção. Eu não aguentei ver aqueles peitos dela querendo sair pra tomar um ar fresco, então puxei um peito pra fora do sutiã dela e comecei a chupar, algo que vi que fez ela gemer mais. Enquanto eu chupava, ela tirou o outro, e fui alternando entre os dois, chupando, apertando, pegando no biquinho dela, tudo muito gostoso. Mas, sem perceber, ela puxou meu pau pra fora da cueca (vejam a parte anterior pra entender o contexto) e começou a bater uma muito gostosa, suave, com movimentos primeiro lentos, mas enquanto a intensidade subia com os peitos dela, ela também fazia o mesmo com meu pau, algo que ela adorava, dava pra ver na cara dela, porque quando ela fica excitada ou gosta de algo, ela morde o lábio, algo que também me acende quando vejo. Nós dois começamos a gemer de prazer com o que estávamos dando um ao outro. Foi assim até que a brunette soltou um gemido forte, algo que a envergonhou, porque ela achou que já era demais, mas eu comecei a beijá-la, dizendo que estava tudo bem, estamos aproveitando o momento. Ela entrou na brincadeira, começamos a nos despir enquanto nos beijávamos: camisetas, blusas, calcinhas, tudo voando, ficando pelados os dois, algo que nos excitava ainda mais. Uma coisa que sempre foi nossa marca é que quando nos vemos nus, ficamos loucos de tesão, é como se nossos instintos chamassem pra foder. Já nisso, paramos de nos beijar (embora parecesse que ainda tínhamos vontade de continuar), ela começou a bater uma pra mim e eu tocava a buceta dela enquanto conversávamos. Eu: "Que putinha, não consegue parar de pegar nele." Ela: "O burro falando de orelha, quando te conheci você era um punheteiro, certeza que se masturbava pensando em mim." Eu: "Pra que vou negar, esses peitos me encantavam com seus decotes." Ela: "Já vi, você não para de mencionar eles." Eu: "Ah, mas aposto que você já pensou em mim." Ela: "Bom, mais ou menos, talvez naqueles momentos em que fico com tesão, mas não se ache especial." Eu: "Me acho especial, sabe por quê?" Ela: "Hã?" (Dou um tapa na bunda dela) Ela: "Aaah." Eu: "Viu? Você gosta e não me diz nada, então sim, me sinto especial, porque te garanto que com outros você não se deixa fazer isso (volto a agarrar a bunda dela e ela geme). M: idiota, não me faz me arrepender. Eu: não vou.
Na sequência, paramos e eu coloco a camisinha (já sabe, sem chapéu não tem vaqueiro). Mais uma vez, a brunette sobe em cima de mim, mas enfiando meu pau, a ação começa. Eu me mexo pra ela começar a sentir, enquanto a brunette mexe os quadris de um jeito muito gostoso. Sinto a bunda dela se movendo e começo a agarrar, brincar com ela, algo que ela adora — isso a faz gemer. Ela começa com gemidos baixinhos, até meio envergonhada, porque achava que os vizinhos iam ouvir, mas eu me junto aos gemidos dela, quase que sincronizados. Aumentamos a velocidade da transa, o que despertou ainda mais os instintos da brunette. Foi aí que ela pediu pra eu chupar os peitos dela. Parei de me mexer, mas ela continuou com os movimentos, parecia que não queria que eu prestasse atenção em outra coisa, porque as mãos dela sempre levavam minha cabeça pros peitos dela. Não aguentamos mais e gozamos. Soltei um gemido igual ao de antes, me tremendo todo, e eu sentia gozando dentro da camisinha. Era a primeira vez que usava camisinha, achei estranho, mas nada de outro mundo. Ficamos abraçados, ainda juntos, enquanto recuperávamos o fôlego. Eu me afasto pra tirar a camisinha, e foi o que fiz, mas não podia deixar ela por aí, porque uma hora dessas ela rompe e deixa prova. Então ela disse: "vem no lixo". Fomos até um latão grande, coloquei lá dentro, e ela escondeu com um pouco de lixo, porque não queria que a mãe dela encontrasse. Depois disso, fomos pro sofá, onde ficamos vendo TV e conversando sobre como tinha sido gostoso. Olhamos as horas e não tinha passado tanto tempo assim, embora parecesse que foram uma ou duas horas de ato. Por isso, comecei a ficar duro de novo. Ela percebeu.
M: viu, te falei, quem passa pela época de seca costuma querer mais de uma.
Eu: bom, o que posso dizer, amo seu corpo e ver ele pelado me excita.
M: sério que te excita? Eu sei que não tenho os atributos das vadias que você come e tal. van (de novo me encarando por causa da Merlina) Sei que me falta bunda, mas me viro
Eu: cala a boca, pra que se comparar com as outras?
M: ué, só porque eu não te peguei
Eu: tipo, você tá com ciúme porque não foi a primeira a foder comigo
M: ah, é que eu não entendo por que você fez isso com ela, tomara que seu pau soubesse escolher melhor
Eu: mas se eu não sou sua primeira vez e não tô te cobrando
M: essa não é a questão, eu gostava de você e nunca conseguimos (vira de costas brava)
Eu fico do lado dela, abraço e falo no ouvido
Eu: mas já estamos aqui, eu só quero você
M: pois não parece, sou só a outra com quem você transa
Eu: não é assim, sabe, teria preferido ter feito com você porque a Merlina fez algo que você não fez
M: que ela enfiou a bunda na sua cara
Eu: o que ela não fez foi me pegar com amor (mordo de leve a orelha dela)
M: que?
Eu: sim, o da Merlina foi sei lá o que, mas não tô orgulhoso de ter sido a primeira, teria preferido que fosse você, porque você me mostrou carícias, seus movimentos com amor, percebo que não só aceitou foder comigo por qualquer motivo
M: bom, eu tava afim de você, só não queria admitir porque não sei, tava com vergonha
Eu: calma, acontece, olha, a Merlina foi só uma puta de rua, você é minha rainha bronzeada
Começo a beijar o pescoço dela e morder
M: você fala sério, idiota?
Eu: sim, eu gosto de você
M: eu também gosto de você, por favor continua
Eu: claro, minha rainha
Enquanto beijava o pescoço dela, ela, como pode, abre outro preservativo e coloca em mim, e ficamos na posição de conchinha
M: enfia em mim, meu rei
Com essa ordem, levanto a perna dela e enfio (embora admita que foi difícil, não me julguem, a prática leva à perfeição)
Não demorou muito para ela gemer, mas já não tinha mais aquela vergonha de esconder, agora deixava sair natural, e eu acompanhei, nossos corpos estavam unidos, nos movemos juntos e nossas vozes se misturavam
M: sim, assim eu gosto mais, EU GOSTO
Eu: eu também, sua pussy se sente tão bem
M: é sua, sua, use como quiser
Seguimos metendo forte começamos a suar, queríamos nos beijar, mas não encontrávamos nossas bocas no mar de prazer que estávamos sentindo. Era como se a primeira vez tivesse sido sexo casual e essa fosse tipo dois apaixonados transando com paixão, com carícias dos dois. Ficamos juntos, passou um tempo até que sinto ela começar a diminuir os gemidos e pergunto se tá tudo bem. Ela me diz que já vai gozar. Então meto com tudo que pude e ouço aquele gemido alto dela, que nem tenta esconder. Fácil, dava pra ouvir lá fora. E não demorou muito, eu gozo também, finalizando o ato. A gente se separa e vira um pro outro. Ela vem na direção da minha cabeça, me agradece, a gente se beija de um jeito mais romântico, calmo. Começamos a conversar, se íamos pra terceira vez.

Eu: Você foi incrível.
M: Eu sei, adoro te satisfazer.
Eu: Desde quando?
M: Mmm, desde hoje, porque finalmente sinto que tô fazendo isso com a pessoa certa.
Eu: Sério? Uns anos atrás você teria dito "que nojo, como eu faria isso com você?"
M: Bom, isso é passado. O presente é hoje e encontro satisfação em estar com você.
Eu: Tá ótimo pra mim, minha rainha (beija a mão dela).
M: Meu rei, vamos pra terceira? *O celular dela toca* Sim?/

Era a mãe dela dizendo que já tava na rua, que já chegava em casa. Rápido, levanto e vou jogar a camisinha fora. Quando ela termina a ligação, a morena levanta e começa a se vestir, e me pede pra, por favor, passar aromatizante, que ela vai passar perfume. Antes de ir, ela esquenta um pouco de água, me beija, me pede desculpas. Enquanto isso, fico feliz me vestindo, passando o aromatizante. Nisso, ouço a porta abrindo e me sento na mesa. A mãe dela entra e eu cumprimento, ela também.

Mãe: Oi, filho, já não tinha te visto. Como você tá? O que faz aqui?
Eu: Tô bem, sim. A morena me disse se eu podia ficar até a senhora chegar. Quer um café?
Mãe: E cadê a morena?
Morena do quarto: Oi, mãe, tô me trocando.
Mãe: Ah, tá bom, tudo bem. E sim, quero um café.

Depois disso, a gente começou... Falei com a mãe dela e eu sobre a vida, tudo sobre o jogo. A morena desceu, a morena de pijama, serviu o café pra gente. Ficamos conversando até umas 10 da noite. Falei que ia embora, a mãe dela pediu um Uber pra mim porque tava muito perigoso nesse horário, e foi o que ela fez. Fui pra fora esperar e a morena foi comigo.
Morena: Foi uma noite louca, né?
Eu: É… bom, eu só queria dizer…
Morena: Sim?
Eu: Gosto de ficar com você. Sinto que estraguei as coisas antes.
Morena: É… bom, eu deixei você ir, então a culpa também foi minha.
Eu: Que tal a gente voltar agora? Tem algo que nos une. Claro, só se você quiser.
Morena: Quero sim. Gosto muito de você.
Eu: E você de mim.

A gente se beijou pela última vez esperando o Uber, como se fosse namorados. O Uber chegou e eu tive que ir. A gente se despediu e entrei no carro com minhas compras. De longe, acenei. Quando cheguei em casa, olhei meu celular e vi que ela me adicionou de novo no Messenger. Colocou meu apelido como "Rei". Eu fiz o mesmo com o apelido dela: "Minha Rainha Bronzeada".

É assim que essa história termina, mas não as histórias com a morena. Essa é só a primeira de muitas. Antes que perguntem: a gente não foi e não é namorados. Somos mais que isso — amigos com benefícios. Mas vocês vão ver.

Por favor, apoia o post. Feliz noite de punheta. Tchau.

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