Apresentação para a Turma (Parte Final)




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Compêndio III(Nota de Marco: Olá, pessoal. Peço desculpas pela demora, mas como eu havia mencionado, meu rouxinol estava comemorando seus 29 anos e também estávamos celebrando nosso décimo aniversário, então ficamos festejando.

Além disso, Marisol me contou que no dia 24 (o dia seguinte ao aniversário dela e a principal razão pela qual ela pediu à Sonia se poderíamos fazer a festa na casa dela, para que ela ficasse naquela noite e na seguinte com nossas meninas, já que minha esposa estava ovulando e queria saber se "eu estava interessado em fazer mais alguns filhos com ela", então transamos até cansar e além.

De qualquer forma, só quero dizer que esses últimos 12 anos foram os melhores da minha vida. E sim, mesmo sabendo que você ainda reclama daquela época em que, segundo você, "éramos só amigos", a verdade é que isso me permitiu conhecê-la e aproveitá-la bem como pessoa, além de perceber que você é a mulher da minha vida. Agradeço muito que as filhas que compartilhamos se pareçam muito mais com você do que comigo nas coisas importantes. E quero que saiba (mesmo sabendo que já sabe) que ainda vejo você como a "garotinha otaku com sua mochila cheia de pins de anime", só que com mais peito e bunda. Mas isso nem se compara ao quão interessante acho você e ao quanto fico louco por você, rouxinol, por isso desejo novamente feliz aniversário.

E agora, voltamos à nossa programação normal...)

Quero enfatizar que, naqueles momentos, eu estava fisicamente cansado: estava deitado de bruços, aproveitando a massagem que Emma fazia nas minhas costas.

Por isso fiquei surpreso quando a conversa mudou tão bruscamente...
·Nossa, Marco!... Você devia ter me contado... - exclamou Emma com os olhos arregalados, cheios de surpresa e sem me olhar nos olhos.Apresentação para a Turma (Parte Final)O rosto da Isabella também estava estranho.mamadaEntão, notei que Emma começou a ficar mais nervosa, gesticulando um pouco mais inquieta e mexendo as mãos, com o olhar perdido, além de ficar constantemente umedecendo os lábios...·Você precisa… de uma mão? Ou talvez… duas?

Foi aí que eu percebi…

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Quando Marisol e eu éramos apenas “Marisol e eu”, nunca me preocupei com o tamanho do meu pau.
Quer dizer, como perdemos a virgindade juntos, achávamos que era normal nas relações que a mulher sentisse a buceta sendo esticada, além do fato de que nos amávamos (e ainda nos amamos) e eu me preocupava em não causar tanto desconforto enquanto ia penetrando…

Mas depois, quando fiquei com a minha sogra e ela estranhamente começou a dizer que “eu a enchia melhor que os outros homens”, comecei a prestar mais atenção…

E depois, Pamela, a prima gostosa da minha esposa, que praticamente era uma especialista no assunto, me dizia que “meu pau duro e grosso era simplesmente o melhor…”, isso já me deixou um pouco preocupado.

Como eu disse, continuo sendo extremamente tímido e esses comentários, mais do que me excitarem, me inibem.

Mas quando te mostram numa “Curva de Gauss”…
+Olha, Marco... esta é a média geral (ela apontou para o topo da curva de Gauss)... e aqui está você (ela apontou para a extremidade direita, quase a 2/3 da amplitude da base). – me informou minha urologista Debbie, usando um ponteiro laser com um projetor.

- Não é possível! Isso é de todo o padrão?
+Isso eu não sei. Essa tabela está com a média australiana.

- E os africanos?

Esse comentário a indignou...
+Não sei. Além de você e alguns argentinos, só trabalhei com australianos. Mas se te incomoda tanto, "você está na média... só que por cima.·É enorme! – começou Emma. -         Não, não é! - respondi, tentando diminuir a situação.·Quero dizer... - ela me olhou por 2 segundos nos olhos, antes de voltar a olhar para minha ereção. - pensei que você teria um pau grande... mas nunca desse tamanho.

O comentário dela me abateu...
·Você quer que eu mexa?... ou que "eu beije, até ela se sentir melhor."?

O jeito que ela me olhou e mordeu os lábios me deixou maluco...

O que quero dizer é que, assim como tínhamos conversado antes sobre a Isabella, eu imaginava que a Emma devia ser boa de boca, por ser uma mãe solteira (desculpe se acham que estou generalizando) esforçada, trabalhadora e responsável, que fazia isso pra evitar transar com um homem.

Nunca imaginei que aquela mãe loira sexy e recatada ficaria louca ao ver um pau...
§Do que você está falando? – Isabella explodiu.·Olha ela! Não é a maior que você já viu?

Já a Isabella, que tanto eu quanto Emma achávamos mais experiente no sexo, o tamanho, assim como acontecia comigo, também a inibia. E embora ela não conseguisse tirar os olhos, pelo menos fazia um esforço maior comparado com Emma.
§Não... exatamente. – Isabella resistia, embora seus olhos voltassem a gravitar sobre ela.·Aposto que ela é uma delícia!§O quê?

A atitude de Emma também a deixava confusa, já que, segundo Isabella, Emma era uma "solteirona santinha" e, mesmo assim, parecia muito mais aberta ao sexo do que ela mesma.
·Deve ser uma daquelas que enche sua boca por completo. Diz que não dá vontade de experimentar…§Não… eu não faço essas coisas… – respondeu Isabella, como se fosse uma menina tímida.·O quê? Mas eu achava que você era a maior puta de todas! A que transa com todo mundo…

Parece que esse comentário tocou em algum nervo estranho nela…
§Isso… não é da sua conta… – respondeu de maneira evasiva, mantendo sua arrogância…

Finalmente, Emma se distraiu de mim para olhar para ela, intrigada…
·Ok… então, você nunca chupou um pau… anotado. – fez uma nota mental.

E então, lembrou que eu estava ali…
·Marco, me desculpa! – ela se desculpou, sem parar de lamber os lábios. – Um dos motivos de eu não saber quem é o pai da Karen foi porque no meu primeiro ano de faculdade, experimentei demais com sexo.

Foi muita informação pra processar em pouco tempo… mas aí, ela começou com as contorções…
·– Quer que eu te ajude? – perguntou, lambendo os lábios de forma compulsiva.

– Não! Não! Desculpa! – me desculpei pela minha reação natural.
·Você não precisa se desculpar! Estamos em outros tempos! – Emma tentou soar casual. – Isso não é diferente dos peitos da Cheryl.

- NÃO! NÃO É A MESMA COISA! – respondi em coro com Isabella.

Nos olhamos. Percebi que ela estava tão desconfortável quanto eu…

- Não vou negar. Acho as duas atraentes e gostaria de transar com vocês. – fui sincero, captando a atenção de Isabella. – Mas este não é o momento nem o lugar. (Olhei para Emma…) Isso não é como o caso da Cheryl. Isso é circunstancial. Você deveria ver isso quando estamos sozinhos num quarto… além disso, duvido que você pensaria o mesmo se me visse assim junto com a Karen ou com a Lily…

O golpe a trouxe de volta um pouco mais à realidade…
·Vamos, não exagera! – disse Emma, num tom maternal. – Por favor, deixa eu te chupar! Eu juro que sou boa!... e faz tempo que não como uma tão grande. Por favor! Deixa eu fazer isso!

Eu estava extremamente excitado: tinha a loira e gostosa mãe da Karen, vestindo um pequeno e sedutor biquíni amarelo, aquela que, até então, eu via como uma "mãe comprometida e responsável", me pedindo permissão para me fazer um boquete...
§Você ficou doida? Como assim quer fazer aqui?·O quê? Você quer fazer isso? – Emma a subjugou com o olhar. – Pensa um pouco! Não podemos deixar que descubram, porque vão expulsá-lo da associação! E ele também não pode ir ao banheiro, porque as outras mães vão perceber.§Mas fazer isso aqui!... – Isabella reclamou, insegura.·Caralho! Nunca imaginei que você fosse tão puritana! - protestou Emma, indignando Isabella. - Tá bom! Se te incomoda tanto me ver fazendo isso, fica de olho pra ninguém aparecer...§Não sou puritana!... E não é que me incomode ver vocês fazendo isso!... é só que...

Mas Isabella ficou sem argumentos, como se tivesse ficado sem combustível no meio da frase, olhando para Emma e para mim.
·Te incomoda me ver fazendo isso com ele. Tudo bem! Quando for sua vez, vou te deixar sozinha.§O quê?... Eu...·– Isabella, também dá pra reconhecer uma mulher com tesão! – exclamou Emma, erguendo um pouco a voz. – Nesse tempo todo, ela não desceu e eu sei que você tá morrendo de vontade de descobrir se essa cabeça é tão boa quanto parece… de qualquer jeito, isso aqui é grande demais pra eu conseguir prestar atenção em qualquer outra coisa… então você tem que ficar de guarda.

Então nos reposicionamos: levantei meu joelho direito para servir de apoio para Isabella, que com seu torso cobriria Emma no plano dela.
masturbacao

·— Continua do mesmo tamanho! — comentou ela, excitada, sem tirar os olhos dele. — Mas você não precisa fazer isso!·É que eu quero fazer isso! – respondeu impulsiva. – quer dizer… mesmo que pareça grande e deliciosa… Você vai pensar mal de mim se eu disser que queria fazer isso desde o dia que te conheci?§O quê?·É que naquele dia, você foi tão incrível pra mim quanto foi hoje. – Ela me olhava nos olhos, mas ainda mordia os lábios. – Eu te disse que ano passado, ninguém defendeu minha Karen… e te ver ali, conversando com a Lily pra ela deixar minha filha em paz… me deixou com muito tesão.

Ela começou a me masturbar devagar, com a mão quentinha…
·E quando você me levou para o trabalho naquela tarde... eu não conseguia parar de fantasiar que a gente chegava num semáforo e eu me abaixava para te chupar...

Mas o mais insólito foi que, com Emma a uns 5 centímetros do meu pau com a boca, ela deu uma sopradinha rápida e refrescante, antes de engolir ele suavemente.

Como uma verdadeira expert, e como se a gente tivesse todo o tempo do mundo, ela saboreou toda a cabeça com a língua macia e safada, como se fosse uma iguaria.
·Hmm… a água da piscina deixa um gosto mais doce. – ela comentou sorrindo.§Você pode se apressar e fazer menos barulho? – Isabella o repreendeu.infidelidade consentidaEmma sorriu com cumplicidade.·Claro!

Ela começou a chupar com mais vontade. Mesmo engasgando às vezes, não desistia.

- Relaxa a mandíbula!
·O quê? - ele aproveitou para me perguntar, enquanto eu tomava um fôlego.

- Que você relaxe a mandíbula quando eu tocar na sua úvula. É assim que minha esposa faz para engolir tudo...

Esse comentário deixou o olhar dele ainda mais quente.
·Você chupa ela com frequência?

- Todas as manhãs! Ela chama de "café da manhã".

Mais uma vez, ela olhou para ela mordendo os lábios...
·Não me surpreende. Eu faria o mesmo.

E ela começou a "imitar o estilo da minha esposa". Destaco dessa forma, porque, mesmo colocando entusiasmo, ela ainda não estava acostumada com o tamanho, porque o ar lhe faltava um pouco antes de chegar à garganta e, embora aos poucos ela fosse cedendo, o avanço continuava lento e a obrigava a tossir e respirar.
§Não sei como você consegue fazer isso! É simplesmente nojento!

- É que sexo oral é sobre fazer a outra pessoa se sentir bem... - respondi, me segurando porque Emma já estava conseguindo engolir ele na garganta.
§E você não acha que isso é egoísta?

- Seria… se eu não retribuísse o favor…

Emma engasgou ao ouvir aquilo.
·Você come bucetinha? Eu sorri... - Todo sábado. Até atendi minha esposa antes de vir pra cá.·Quero te beijar!" – disse ela, tomando fôlego.

E nos fundimos em um beijo delicioso. Nossas línguas dançavam sincronizadas e brigávamos para entrar na boca um do outro. Sua mão doce e delicada, incansável, chegava a tirar faíscas de mim…
·Tá bom! – Ela exclamou, depois que nossos lábios se separaram. – Nota 10!... isso eu não esperava.

Me atrevi a tocá-la. Sua bunda estava ardente e deliciosa. Dediquei-me a apalpar todo seu contorno, imaginando como seria ter uma mulher daquelas na cama…

De repente, ela agarrou minha mão…
·Enfia seus dedos na minha cozinha!" – ela disse, guiando minha mão até sua virilha, se referindo àquela conversa quente que tivemos por mensagem. – "Você me deixou ardendo!§De que você está falando?" - perguntou Isabella, sem entender.

Ela me levou até sua calcinha, e claramente, era verdade: estava molhada. Então, apliquei a técnica favorita da minha esposa, de remover a calcinha com meus dedos...
·Aghh!... Seus dedos são tão grandes!§O quê? Onde ele está colocando os dedos?

Mas não demorou muito para descobrir. Com os joelhos dobrados, não foi difícil acessar sua virilha. Talvez, o mais complicado no início foi que o maiô da Isabella estava mais apertado por ela estar sentada, o que o tornou mais lascivo quando enfiei a mão pela cintura.
§Aghh… Marco… Não… Aghh… tira seus dedos…

Fazia anos que eu não masturbava 2 mulheres ao mesmo tempo. A única coisa ruim era que, pela posição, não conseguia enfiar minha mão tão bem na Isabella como fazia com a Emma, em quem conseguia enfiar meus dedos até a base dentro da sua buceta.
·Me faz gozar… Me faz gozar, Marco… e serei sua para sempre… - ela comentou enquanto meus movimentos eram tão incessantes, que além de fazê-la tremer, ela parou de me chupar.

E então, começamos um movimento louco: a boca da Emma subia e descia com grande fluidez, enquanto eu dedava ela com fúria. Mas, por outro lado, só dedava a Isabella como um guitarrista em um solo de guitarra.
§Marco… agghh… para… auggh… não tá… agghh… bom…

Mas a gente já tinha pegado um ritmo frenético. Os olhos da Emma me olhavam suplicantes, porque ela queria que eu gozasse junto com ela…

E a nossa "vigia", a menos que estivesse vigiando anjos descendo do céu, mal parava de choramingar.
Quando cheguei no orgasmo, a Emma e eu nos soltamos, sentindo as convulsões nos meus dedos…
·Glup!... Glup!... Glup!... – soava sua garganta, enquanto engolia meus fluidos.

E pouco depois, ouvi Isabella reclamar…
§Espera, Marco… aaugh… Espera, Marco!... aagh… aagh… Você vai me fazer gozar!... Aghh!.. Aaaaah… Aaaaahhh… Aaaaaagh.

O orgasmo foi tão intenso que o corpo dela desabou sobre meu braço direito.

Emma, por sua vez, subiu para buscar meus lábios, permitindo que eu sentisse pela primeira vez o volume dos seios dela contra os meus.
·Não aguento mais a vontade de te comer!

Eu sorri...

- Eu não aguento mais a vontade de fazer amor com você.

Como era de esperar, ela não entendeu, porque pra ela as duas expressões ainda são a mesma coisa...

Acho que não demoramos mais que 20 minutos, mas as garotas estavam exaustas e se acomodaram pra dormir.
professora peituda

oSenhor Marco! Senhor Marco! – ouvi a voz da Cheryl me procurando.

Ela ficou completamente paralisada ao me ver lutando para tirar minha mão de debaixo do corpo da Isabella, enquanto a Emma estava deitada do meu lado tão à vontade, como se fôssemos um casal.

- Desculpe! Precisa de alguma coisa?
oEspero… não ter interrompido vocês. – exclamou cautelosa, ao ver as garotas descansando.

- Claro que não! – eu disse, soando casual. – As meninas queriam pegar um sol e se acomodaram do meu lado. Por quê? Acha que a gente estava fazendo alguma coisa a mais?

Adorei vê-la hesitar!
oNão… eu só estava preocupada com você… pensei que você estivesse com fome… por nadar tanto. – ela me entregou um hambúrguer e um refrigerante, embora não conseguisse parar de olhar para a confiança com que as garotas dormiam ao meu redor.

- Nah! Um pouco de exercício não me cansa! – respondi, pegando o lanche. – Tenho energia pra dar e vender… mas admito que tô com fome mesmo…

Sorri pra ela por alguns segundos, pra deixar claro que "ela é a próxima do cardápio". Mas no instante seguinte, voltei ao modo casual.

- O Bastián não perguntou por mim?
oAh, não!... ele estava jogando com os amigos dele.

- Que bom! – falei, segurando-a pela cintura, disfarçando levá-la para deixar as meninas descansarem em paz e voltar para onde estava a reunião, embora a palma da minha mão "acidentalmente" tenha apoiado na bunda dela.

Embora ela tenha percebido, não comentou nada...

- Queria agradecer pela oportunidade! Espero fazer muitas coisas com a senhora, que sejam do seu agrado! – comentei, apertando com mais confiança...

Ao sentir isso, ela soltou um breve suspiro...
oIsso me deixaria muito feliz.Próximo post

1 comentários - Apresentação para a Turma (Parte Final)

Final?
Me parece qye continuara continuará
Pues, sí. De a poco, voy avanzando. Gracias por comentar