Isso mesmo, acabei de chegar de uma noite especial, porque tanta rola me deram e tão forte me comeram, que quando tiraram disseram: sangue, agora sim te rasguei o cu.
É que desde que me vi pela primeira vez com aquele macho dotado, desde aquele primeiro encontro onde, rindo, ele metia forte pra zoar como eu não aguentava, só uma ideia tava na minha cabeça: ver ele uma vez e outra até conseguir aguentar aquela pica linda e levantar a raba pra ele me comer tão forte quanto tiver vontade.
Coloquei a tanga, mostrei a raba e mandei pro dotado ativo, chamando ele pra gente se ver.
Ele, minha ama, um cara que me domina e submete, mas cai de joelhos pra chupar a pica desse macho, e uma amiga que só queria ver.
– Ah, tá bem putinho hein, preferia uma gostosa, mas essa raba aguenta bem, vou sim se você pagar
(não gosto de pagar, mas por ser a putinha dele, pago feliz, morrendo de vontade de chupar a pica dele).
– Sim, pai, como quiser, e de joelhos te sirvo uma cerveja
– haha, fala sério, viado, vou arrebentar teu cu
Fomos buscar ele e depois pro hotel, ofereci cerveja e de joelhos comecei a chupar ele, devagar e gostoso, saboreando a cabeça daquela pica, erguendo os olhos e mostrando a raba, como a putinha que eu me sentia.
Mas ele olhava pra minha amiga, queria comer ela, como todo macho desejando uma mulher.
Depois de um tempo, ela topou chupar ele e deixar se tocar, mas quando a pica dele ficou mais dura e quente, ela não deixou comer, ofereceu minha raba no lugar.
Aí então ele me colocou de quatro, abriu minhas pernas, cuspiu e zaz! com um empurrão enterrou um pedaço
– Ah!!! dói! para
– Cala a boca, viado, você queria isso, queria que eu arrebentasse teu cu
E dizendo isso, me segurou pelos ombros e meteu mais fundo
– Ah!! dói!... pai
– Mas você gosta, não gosta, putinha?
– Adoro! sou sua putinha!
E olhando nos olhos da minha amiga, que sorria com tesão, gozei como nunca, sentindo aquela pica enorme e linda entrando e saindo de mim.
Foi tão gostoso que, sorrindo, baixei a cabeça enquanto ele continuava metendo e tirando a pica de mim.
– Não dói? – perguntou minha amiga
– Não – falei com um sorriso vitorioso
Eu tinha reclamado, mas obedientemente deixei aquele cara continuar me comendo, me fazendo tremer de prazer e abrindo minha raba como essa putinha queria.
Porque um macho assim merece: uma putinha que, por mais dotado e agressivo que seja, levante a raba e deixe ele extravasar sem reclamação.
– Já não dói mais, pai, viu que putinha eu sou?
– Ah é? toma então
Ele me virou e meteu tão forte e duro que Doeu de novo, eu gemi olhando nos olhos dele, sofri lá no fundo onde o pau dele chegava e gozei como a puta que sou.
Quando ele tirou, exclamou:
—Uh, sangue, de verdade eu rasguei teu cu.
—Você gostou? Me dá a porra na boca?
E depois de bater uma punheta por um tempo, me enchi de prazer de novo ao saborear o leite quente dele enchendo minha boca.
É que desde que me vi pela primeira vez com aquele macho dotado, desde aquele primeiro encontro onde, rindo, ele metia forte pra zoar como eu não aguentava, só uma ideia tava na minha cabeça: ver ele uma vez e outra até conseguir aguentar aquela pica linda e levantar a raba pra ele me comer tão forte quanto tiver vontade.
Coloquei a tanga, mostrei a raba e mandei pro dotado ativo, chamando ele pra gente se ver. Ele, minha ama, um cara que me domina e submete, mas cai de joelhos pra chupar a pica desse macho, e uma amiga que só queria ver.
– Ah, tá bem putinho hein, preferia uma gostosa, mas essa raba aguenta bem, vou sim se você pagar
(não gosto de pagar, mas por ser a putinha dele, pago feliz, morrendo de vontade de chupar a pica dele).
– Sim, pai, como quiser, e de joelhos te sirvo uma cerveja
– haha, fala sério, viado, vou arrebentar teu cu
Fomos buscar ele e depois pro hotel, ofereci cerveja e de joelhos comecei a chupar ele, devagar e gostoso, saboreando a cabeça daquela pica, erguendo os olhos e mostrando a raba, como a putinha que eu me sentia.
Mas ele olhava pra minha amiga, queria comer ela, como todo macho desejando uma mulher.
Depois de um tempo, ela topou chupar ele e deixar se tocar, mas quando a pica dele ficou mais dura e quente, ela não deixou comer, ofereceu minha raba no lugar.
Aí então ele me colocou de quatro, abriu minhas pernas, cuspiu e zaz! com um empurrão enterrou um pedaço
– Ah!!! dói! para
– Cala a boca, viado, você queria isso, queria que eu arrebentasse teu cu
E dizendo isso, me segurou pelos ombros e meteu mais fundo
– Ah!! dói!... pai
– Mas você gosta, não gosta, putinha?
– Adoro! sou sua putinha!
E olhando nos olhos da minha amiga, que sorria com tesão, gozei como nunca, sentindo aquela pica enorme e linda entrando e saindo de mim.
Foi tão gostoso que, sorrindo, baixei a cabeça enquanto ele continuava metendo e tirando a pica de mim.
– Não dói? – perguntou minha amiga
– Não – falei com um sorriso vitorioso
Eu tinha reclamado, mas obedientemente deixei aquele cara continuar me comendo, me fazendo tremer de prazer e abrindo minha raba como essa putinha queria.
Porque um macho assim merece: uma putinha que, por mais dotado e agressivo que seja, levante a raba e deixe ele extravasar sem reclamação.
– Já não dói mais, pai, viu que putinha eu sou?
– Ah é? toma então
Ele me virou e meteu tão forte e duro que Doeu de novo, eu gemi olhando nos olhos dele, sofri lá no fundo onde o pau dele chegava e gozei como a puta que sou.
Quando ele tirou, exclamou:
—Uh, sangue, de verdade eu rasguei teu cu.
—Você gostou? Me dá a porra na boca?
E depois de bater uma punheta por um tempo, me enchi de prazer de novo ao saborear o leite quente dele enchendo minha boca.
0 comentários - Me formei: oficialmente uma puta de buceta arrombada