Mecânico enrabixa minha esposa 6

O mecânico incrédulo com o que via, por um momento pensou em pular em cima da mulher e estuprá-la, sem se importar se ela iria denunciá-lo, mas conseguiu se segurar e deixar o show continuar. Fanny continuava dançando enquanto sua mente dizia: "Não acredito que estou dançando pra esse velho nojento", enquanto passava as mãos nos próprios peitos, que eram enormes, e os mamilos estavam duros. A casada estava num mar de excitação, continuava se movendo no ritmo da música enquanto olhava pro mecânico, que descaradamente esfregava o pau através da calça. A casada estava com tesão, não tirava os olhos daquele volume enorme que se formava no mecânico. Ele, vendo como a casada dançava, pegou uma nota de 500, colocou na boca e convidou Fanny pra se aproximar, pra colocar a nota no meio daquele par de melões. Devagar e dançando, a casada se aproximou novamente do mecânico, olhando pra ele com um sorriso, segurando os próprios peitos pra ele colocar a nota, dando um sorriso perverso.Mecânico enrabixa minha esposa 6O mecânico ficou besta quando viu os peitões enormes que aquela mulher tinha. Chegou a boca pra colocar a nota, mas não ia deixar passar aquela oportunidade. Agarrou a casada pela cintura pra ela não conseguir se soltar dele. Com a boca, largou a nota e, aproveitando, começou a percorrer os peitos da casada, que, surpresa com a ação do mecânico, simplesmente se deixou fazer o que ele queria. Já não resistia mais. A excitação tinha tomado conta dela de novo. Ao sentir a boca do mecânico percorrer seus peitos, ela vibrou de tesão. A loucura tomou conta. Como aquele mecânico era pervertido! Deixou por um momento ele se divertir, deixando ele brincar com os peitos dela. Quando a música parou, Fanny afastou o mecânico dos peitos, dizendo que o show tinha acabado e que, pra tocar, era outro preço. Falou isso com uma risada safada.

Mecânico: hahaha, assim que eu gosto, putona. Sabe cobrar bem. Vai ser uma boa slut.

Ele falava enquanto servia mais tequila, dando um copo pra casada, que, alegre, recebeu pra beber. Fanny já não ligava mais pra nada. Tinha esquecido completamente que era uma mulher casada, que amava o marido. Virou a tequila de um gole só e esticou o braço pra pedir outro pro Dom José, que rapidamente serviu. O momento era muito obsceno. Quem imaginaria que uma mulher casada, profissional, decente, mas com um corpo bem gostoso, estaria dançando pra um mecânico gordo, feio e todo sujo? Dom José não acreditava. Achava que estava sonhando. Olhava a casada virando a tequila enquanto se aproximava do ouvido dele pra dizer:

— Você tá mais gostosa do que da outra vez que engoliu meu pau, slut.

Enquanto isso, com as mãos, agarrava as nádegas de Fanny, apertando. A casada, ao sentir a respiração do mecânico no ouvido, não conseguiu evitar que a pele se arrepiasse e se excitasse só de ouvir o que Dom José dizia.

— De... de verdade eu pareço gostosa pra você? — Fanny falava, sentindo o mecânico apertar suas nádegas. Fechou os olhos de tesão. Por um instante, ela ficou paralisada, e o Dom José, vendo o quanto ela estava excitada, aproveitou o momento e, sem se importar, aproximou a boca da dela para beijá-la. Fanny sentiu a língua áspera do velho procurando a dela; por um momento, abriu os olhos, surpresa, pensou em se afastar daquele velho, mas a única coisa que fez foi fechar os olhos e se entregar à boca daquele homem. As línguas se misturaram como adolescentes, de forma frenética. A loira sentiu o cheiro de álcool e sujeira que emanava do velho, mas já não lhe desagradava mais. Eles se beijaram como se fossem amantes. O mecânico brincou com as nádegas de Fanny. Continuaram assim por alguns minutos, até que Dom José pegou as mãos da casada e as levou até o pau dele, obrigando-a a massageá-lo por cima da calça. Fanny, ao sentir aquela rola por cima da calça, sentiu o coração acelerar ao lembrar do que a fez gozar da última vez. Fanny se desgrudou do beijo, precisava respirar; sua respiração estava ofegante, seus peitos subiam e desciam, batendo no peito do mecânico. Dom José ainda não estava satisfeito, então a beijou de novo, enfiando mais a língua, beijando o pescoço da casada. Fanny... Dom José... ahhh, não deveríamos estar fazendo isso, dizia Fanny enquanto sentia o mecânico percorrer seu pescoço. Sua excitação estava no limite, e aos poucos ela começou a massagear cada vez mais o pau do mecânico. O simples fato de sentir o tamanho daquilo a deixava louca. Mecânico... vai, loira, não resiste, sei que você tá morrendo de vontade de eu arrebentar essa sua buceta, seja uma boa puta e se comporte, dizia Dom José percorrendo o pescoço da mulher com a língua. Ahhh, eu... eu sou uma mulher casada, não deveria estar aqui. A pouca dignidade que restava na mulher a fazia tentar parar, apesar da excitação. Ela voltou à realidade. Fanny se viu ajoelhada na frente daquele mecânico gordo e feio, que tinha virado a vida dela de cabeça para baixo. Ela precisava sair dali. Tinha jurado a si mesma não trair o marido de novo. Não, isso está... — Me deixa ir — dizia Fanny, tentando se levantar, mas foi impedida.
— Mecânico... não vem com arrependimento agora, loira. Se olha só, ajoelhada na minha frente, com os peitos quase pra fora, babando no meu pau.
— O senhor tá mal... eu... eu não sou assim — dizia Fanny.
— Você ficou olhando pro meu pau esse tempo todo. Acha que uma mulher casada e decente fica olhando pro pau de outro homem desse jeito?
Fanny não respondia, sem conseguir tirar os olhos daquele volume bonito.
— Só as putas que precisam de pau desejam um pau preto, hahaha. Vamos fazer o seguinte, loira: vou te mostrar meu pau preto. Se você conseguir olhar e ir embora sem tocar, como a mulher decente e casada que diz ser, juro que te deixo em paz e você nunca mais vai ouvir falar de mim. Eu não vou fazer absolutamente nada, não vou mexer um músculo, eu prometo. Se você realmente ama seu marido e diz ser essa grande mulher, vai ser muito fácil conseguir.

Fanny ouvia o que o mecânico dizia. A cabeça dela era uma bagunça: por um lado, queria se render e admitir que era uma puta cheia de tesão por pau; por outro, não queria dar razão ao mecânico. Queria provar pra si mesma que realmente amava o marido e que não cairia de novo no jogo daquele mecânico pervertido.

Era a chance dela de ir embora, de mostrar que era mais forte e que amava o marido. Tinha decidido: aquele mecânico nunca mais ia incomodá-la. Era a oportunidade de voltar pra vida tranquila e, acima de tudo, provar pra si mesma que não era o que aquele mecânico dizia. Era fácil: a única coisa que precisava fazer era ver aquela coisa preta enorme e ir pra casa, voltar pra vida sossegada.

— Só tenho que ver, né? — perguntou a casada, timidamente.
— Só isso e você pode ir. E juro que nunca mais vai saber de mim, e as fotos vão ser deletadas — disse o mecânico pra casada, com cara de nervoso e excitado. — Mas se você decidir que não quer ir e quiser tocar, vai ter que admitir que é uma puta casada infiel, vai virar minha putinha e vai ter que implorar pra eu deixar você tocar.
— Tá... bem, aceito. dizia Fanny, parecia impossível pra ela que fosse perder e implorava pro mecânico, sabia que ele venceria. Ajoelhada, Fanny endireitou as costas, ficando de frente pro zíper daquele mecânico pervertido. A casada limpou as lágrimas do rosto, que tinham caído de arrependimento, e com um movimento delicado colocou o cabelo pra trás, pra não atrapalhar.

O mecânico tirou a camiseta, deixando à mostra a barriga enorme. "Abaixa minha calça", dizia o mecânico. "Não consigo me mexer, lembra o que prometeu." "S...s...sim... já vou", respondia a casada, nervosa e meio assustada.

Ela levou as mãos até o cinto dele e percebeu que estava tremendo, e não era por causa do ar condicionado. A garganta dela estava seca e o coração batia descontrolado. Os bicos dos peitos ficaram ainda mais duros, a buceta dela estava molhada.

As mãos dela lentamente desafivelaram o cinto, e depois o botão da calça. Ela conseguiu ver a cueca preta dele. "Se você abaixar as duas peças ao mesmo tempo, vai ser bem mais fácil pra você e a gente acaba logo com isso", dizia o mecânico com voz debochada.

Fanny ficou pensando e chegou à conclusão de que ele tinha razão: se abaixasse a calça e a cueca juntas, teria menos risco de tocar na "coisa" dele. A casada, criando coragem e enfiando os dedos delicados no elástico da cueca, começou a abaixar as duas peças devagar.

Ela ia descendo a calça e a cueca lentamente, e finalmente apareceu a primeira parte daquela besta. Fanny parou, assustada, não podia ser real. Continuou descendo, hipnotizada ao ver aquela monstruosidade, deixando a calça e a cueca até os joelhos. Na frente dela estava de novo aquela pica enorme.peitoesEra a coisa mais linda que ela tinha visto em toda a vida, pensava Fanny. Era tão grossa quanto quase seu braço e, se seus cálculos não falhassem, devia medir uns 24 cm. Aquela preciosidade deixou Fanny hipnotizada. Ela se sentia como se tivesse se apaixonado de novo, e o aroma que se libertou daquela coisa estava drogando a casada — era cheiro de um verdadeiro macho. "Você gosta da minha piroca preta?" O mecânico não fez nenhum movimento, só ficou ali de pé, orgulhoso e confiante, com um sorriso na boca enquanto olhava para a casada ajoelhada na frente dele. "Agora, a única coisa que você tem que fazer é pegar suas coisas e ir embora daqui, e mostrar que é uma mulher decente que ama o marido." O coração de Fanny batia acelerado diante da ideia de ir embora naquele momento. Sua mente era um mar de pensamentos, e a casada balançou a cabeça com força, sem parar de olhar para aquela barra de chocolate. Tentou responder, mas percebeu que tinha tanta saliva na boca que estava escapando pelo canto dos lábios. Então engoliu e, enquanto limpava a baba, o mecânico falou de novo: "Não quer mais ir embora?" Ela negou de novo, não conseguia parar de olhar para aquela coisa na frente dela. Suas mãos tremiam de vontade de tocar, mas seu instinto submisso lembrava que não podia tocar sem permissão. "Sabe o que tem que fazer. Me implora pra deixar você tocar." Fanny lambeu os lábios, sua excitação era demais. Lá atrás tinha ficado aquela mulher decente, profissional e que amava o marido. A casada, com a voz trêmula de desejo, respondeu: "Por... por favor... seu José, deixa eu tocar sua piroca", disse Fanny com a voz trêmula. O tapa que ela levou a fez voltar à realidade, surpresa com a força, já que nunca na vida tinha levado um tapa. Assustada, olhou para o mecânico. Fanny olhou para o mecânico, assustada. "Mecânico... pede como deve ser, sua puta. Me implora pra deixar você tocar minha piroca, hahaha." A casada olhava para ele, trêmula, assustada e quase chorando. "Por favor, por favor... seu José, deixa eu tocar sua enorme... negra, eu te imploro
dizia Fanny colocando sua cara de puta
desejosa de ver agora de verdade, morria de vontade de provar aquela pica

— Poderia deixar você tocá-la, mas eu não — disse ele —, não toco na minha pica de mulheres casadas e decentes, e você diz ser uma, hahahaha

Fanny sentia que ia gozar só de ouvir o que aquele pervertido dizia. Não aguentando mais, implorou de novo ao mecânico que a deixasse tocar, dizendo que era uma puta e que não ligava mais pra ser casada, só queria provar aquela pica. Fanny não acreditava que aquilo saía da sua boca. O mecânico ria ao ouvir a casada se humilhar daquele jeito.

— Tá bom, puta, tá bom. Vou deixar você tocar na minha pica.

Fanny não deixou ele terminar de falar e se jogou na direção da entreperna dele. A mão direita tentou, inutilmente, rodear aquela pica grossa. Ainda faltava para conseguir envolver aquela pica com os dedos. Estava ardendo, era macia e dura ao mesmo tempo, e tão quente. Ela não conseguia parar de olhar pra aquela pica enorme. Começou a massageá-la, tentando sentir mais, massageando com as duas mãos, que pareciam de bebê perto daquela pica enorme. Abria a boca como se tentasse morder. Será que cabia inteira? Parecia impossível.vadia

5 comentários - Mecânico enrabixa minha esposa 6

Excelente parte vas muy bien
❤️❤️❤️❤️😍😍😍🍑
Esperando ya empiece la acción
Está delicioso este relato he leído todas las partes pasadas que Rico es adueñarse de una nueva mujer así me encanta dominarlas y hacerlas que ellas mismas pidan verga jaja es una sensación muy difícil de explicar espero pronto la siguiente parte saludos
Hola capo, me dejaste muy caliente, ara cuando la 7? De paso te regalo una foto de mi esposa

cuckold
No creo que termine aca, por favor la parte 7 te lo pido. Es muy pero muy caliente la cosa. Van puntos