JONAS! JONAS! Você está bem, Jonas?
- Sim, mãe.
- Tem certeza, meu filho? Tem algo pra me contar?
- Não, mãe.
- Você não tá escondendo nada de mim, né?
- Não, mãe.
- Ufa… tudo bem. Jonas, você sabe onde está a caixinha preta que estava no meu quarto?
Seu filho pensa um pouco sobre o que ela tinha pedido, se levanta, pega uma caixinha preta da estante de brinquedos com a mão e entrega à mãe.
- Ah, obrigada, filh… não, Jonas, não é essa, a outra.
Seu filho a olha com olhos confusos; ele realmente não sabia do que ela estava falando. Ela sabia reconhecer pelo olhar quando seus preciosos filhos mentiam, e ele não estava mentindo. Teresa começa a procurar pela caixinha preta no meio de outras que Jonas costumava usar como brinquedos, fingindo que eram prédios – obviamente com a única regra de que essas caixinhas estivessem vazias. Enquanto Teresa estava abaixada procurando, Pedro entra e chama por ela.
- Mãe?
- Ah... fala, Pedrinho, o que foi?
- Só queria avisar que o jantar tá pronto. E a senhora? Tá tudo bem?
- Sim, sim, claro que sim, filho. Eu só estava...
- Caixinha preta! - interrompe Jonas, impedindo a mãe de mentir.
- O quê?
- É... isso. Uma caixinha preta, de brincos, não tô achando.
- E como eram os brincos?
- Não, não. Só tô procurando a caixinha dos brincos, não os brincos em si.
- Ah, e por que só a caixinha? Achei que a senhora não gostava de guardá-los, por isso deixava o Jonas usar.
- É, é isso mesmo, só que... a Kimiko pediu a marca dos meus brincos porque gostou muito, e eu não lembro, então...
- Entendi. Mas melhor eu te ajudar a procurar depois, porque o pai disse pra não demorar, senão o jantar esfria.
- Tá, já vou.
Teresa procurou a caixinha por mais uns dois minutos, mas não conseguiu encontrar, então decidiu descer para o jantar. Felipe havia cozinhado dessa vez para a esposa e a família, porque tentava fazê-la se sentir mais valorizada por ser uma esposa e mãe tão boa. Felipe cozinhava muito bem, já que começou a fazer isso muitos anos atrás, quando sua mãe o abandonou e seu pai entrou em depressão. Não que ele gostasse, mas ficou bom nisso depois de preparar o jantar tantas vezes para ele e o pai.
No meio da conversa, o assunto da caixinha preta veio à tona porque Jonas não conseguia ficar quieto.
- Que caixinha?
- Uma caixinha de brincos pretos, querido, nada importante. A Kimiko gostou e pediu a marca, mas eu não lembro.
- Você não lembra a marca? Isso é novidade. Teresa sempre se lembrava da marca de suas joias, pois tinha muito orgulho da qualidade delas.
- É, é só que... esses brincos eu comprei numa lojinha de rua porque gostei, tipo... não são de marca boa.
- Entendi. Sabe... acho que eu encontrei essa caixinha.
Teresa começou a suar frio.
- Sério?
- Sim, outro dia, quando chegamos atrasados e coloquei o Jonas pra dormir na cama dele, o quarto estava cheio de brinquedos, e eu pisei numa caixinha preta que quebrou. Sinto muito, querida, mas tive que... botar. -Uff, ainda bem. -Por quê? -Bem… Kimiko queria saber a marca e eu fiquei com vergonha de revelar que eram daquelas baratinhas de rua. -Por que você ficou com vergonha, mãe? -Ah, Pedro, meu filho, será que você não sabe que sua mãe nasceu num palácio, cresceu rodeada de criados e joias preciosas do mundo todo? Mulheres como ela não podem deixar que descubram que compraram coisas baratas. Todos riram, inclusive Teresa, com a piada de Felipe. Era verdade. Teresa vinha de uma família muito boa, quase yummy, e por isso cresceu mimada. O momento familiar agradável foi interrompido pelo BRRR do celular de Teresa. Ela viu que era Marcelo pedindo uma foto dos seus peitões. -Agora? -Claro que sim. Se não, como você acha que eu vou conseguir bater uma como deve ser sem um bom material?
Marcelo mandou outra foto do pau dele para Teresa, que se esforçou para manter a compostura na frente da família, fingindo que estava tudo normal. - Pessoal, a Kimiko me mandou mensagem pedindo uma foto da minha linda família. Os três se juntaram para a foto e sorriram enquanto a gostosa posicionou o celular na frente deles e contra o peito, fingindo tirar uma foto deles quando na verdade estava fazendo um selfie dos peitos dela. Click.
- Já foi! - Deixa eu ver, mãe. - Espera, espera... melhor a gente fazer outra, essa não ficou boa. Click. Os três gostaram muito da nova foto, e o Marcelo adorou o selfie dos peitos da sua nova putinha, e enquanto olhava, outra putinha chupava o pau dele na cama.
VIDA DO JUAN
O jovem Juan era um bom garoto, mas a vida não tinha sido fácil com ele. Não era de família rica, não era muito inteligente, forte ou bonito, mas tinha um bom coração. Seu pai morreu quando ele era pequeno e, desde aquele dia, só sua mãe cuidou dele. "Agora você é o homem da casa, filho, agora é seu dever proteger sua mãe" foram as últimas palavras que seu pai lhe disse, e Juan prometeu que cumpriria esse dever. Ele era um bom filho, mas Miranda não era uma mãe tão boa por causa do seu vício. Ela sofreu muito com a morte do marido e começou a beber para afogar a dor. Por um tempo, os dois conseguiram viver bem, mas Miranda se deixou levar pelo vício e virou uma daquelas bêbadas pesadas. A situação ficou tão feia que, um dia, ela até bateu no filho por ele reclamar do seu comportamento. Miranda se desculpou na hora e chorou, prometendo largar o mau hábito. E assim foi... no começo. Essa promessa, o amor pela mãe e a pena que sentia por ela motivavam Juan a seguir em frente e não desistir dela. Diferente do seu amigo Pedro, ele não tinha dinheiro nem uma família que o ajudasse, mas, assim como o amigo, também era vítima de Marcelo e sua turma. O garoto era muito reservado sobre a vida e não contava nada ao amigo Pedro porque, se ele soubesse, teria tentado ajudar sem conseguir, mas teria tentado mesmo assim. A verdade é que ele tinha vergonha da própria vida, e isso o levou ao silêncio. Juan ia para a escola de manhã com o coração apertado, mas por um motivo diferente do de Pedro. Ele tinha medo que Marcelo *não* estivesse na escola. A volta para casa também não era boa, ficando ansioso pensando em que estado encontraria a mãe. Faltavam poucos passos para chegar em casa, e a porta da sua casa estava fechada à sua frente. Juan estende a mão e gira a maçaneta daquela porta, sendo recebido pela visão terrível de sua adorada mamãe sendo comida por Marcelo e pelos seus gemidos de prazer.
- Ah, ah, ah, ah, ah, ah
- Mãe, cheguei em casa.
Ela não responde nem olha para ele. enquanto Marcelo, seu valentão, enchia de pau sua buceta molhada. O rosto da mãe dela estava sobre a mesinha da sala, cercado de drogas que também estavam sobre o nariz dela, e assim os dois transavam sem se importarem com ele.
Juan foi direto pro seu quarto, ligou o estéreo do pai no último volume e se jogou na cama tentando ouvir música.
- Porraaa! Ah, ah, ah, ah...
- Gosta do meu pau, sua puta?
- Sim, porra, siiim! Ah, ah, ah, ah, ah...
Juan não conseguia ficar ali onde eles estavam transando, mas mesmo no quarto dava pra ouvir. Então colocou o travesseiro sobre as orelhas e dormiu. Aquilo não era novidade pro garoto, mas mesmo assim ele se sentia um lixo ao ouvir a mãe gemendo pelo membro descomunal do bastardo que o torturava há tanto tempo.
Juan não sabia exatamente como tudo tinha começado, mas se culpava porque ele era uma das razões pelas quais a mãe conheceu Marcelo. Um dia, apanhou mais forte do que o normal de Marcelo na escola, o que fez Pedro correr pra buscar ajuda do zelador, que interrompeu a agressão. Marcelo e Juan foram levados à diretoria, e cada um deu sua versão. Pedro obviamente apoiou a versão de Juan, mas a turma do Marcelo defendeu o líder e, de alguma forma, conseguiram corromper o zelador pra testemunhar a favor dele. Os dois foram liberados depois de uma bronca do diretor sobre não brigar na escola.
Miranda foi chamada na escola naquele dia enquanto trabalhava e teve que buscar o filho. Ao vê-lo tão machucado, ela explodiu de raiva contra o brutamontes do Marcelo, que não disse nada e só olhou pra ela como se tudo aquilo fosse divertido. O diretor e o zelador a acalmaram e pediram que levasse o filho embora, mas antes de sair, ela pediu que Juan esperasse no carro enquanto ela ia até Marcelo pra terminar o que tinha pra dizer.
Juan não sabia o que foi dito naquele dia, mas três meses depois, ao voltar da escola, encontrou a mesma cena do dia presente. Não sabia se a mãe tinha virado viciada em drogas primeiro ou na pica do Marcelo, mas sabia que foi o valentão que a introduziu naquele veneno.
Ao acordar, parecia que os barulhos tinham acabado, então o garoto saiu do... esconderijo para pegar algo de comer na cozinha. Juan tentou ir direto ao seu objetivo sem olhar para outra direção, abriu a geladeira que estava quase vazia e pegou o que pôde o mais rápido possível, ouvindo enquanto isso os tiros da TV. -Viado! Justo quando estava para voltar ao seu quarto, a voz de Marcelo interrompeu sua fuga. -Me traz uma cerveja. -Tá bom. Juan abre de novo a geladeira que estava quase cheia de cervejas, a única coisa que tinha em abundância. Não tinha opção, tinha que entregar na mão dele. O garoto se virou e teve que ver o porco do Marcelo sentado no sofá completamente pelado com os pés apoiados na mesinha onde sua mãe primeiro apoiou o rosto. Ao lado dele estava Miranda, também pelada, assistindo TV junto com ele. Não tinha coragem de olhar na cara do filho.
Marcelo pega com força a cerveza da mão dele e também o sanduíche que havia preparado para si mesmo, começando a comê-lo com mordidas grandes. Juan se senta na cama para tomar seu copo de coca-cola e pegar algumas migalhas que estavam no pires. Não demorou muito para que os barulhos começassem de novo, desta vez mais altos. GLACK, GLACK, GLACK, GLACK. Juan não via, mas conseguia imaginar tudo o que eles estavam fazendo.
Eles continuaram e continuaram enchendo a casa com os gritos de prazer de Miranda, que parecia estar morrendo de prazer. Parecia que faziam de propósito. -Ah, ah, ah, ah, ah -Mmm…gosto de como você grita, putinha! -Ah, aaah, ah, ah, aaaah
Marcelo tinha fodido ela por mais algumas horas até o anoitecer e depois foi embora. Quando Juan saiu do quarto novamente, sua mãe estava destruída pelo dia de sexo intenso com o valentão do filho e dormia nua no sofá. O bom Juan apenas pegou um cobertor e a cobriu, antes de sair para o supermercado antes que fechasse.
PRIMEIRO DA CENA DE TERESA
- Eu te peço, por favor, não faça isso nunca mais.
- Poxa, que puta ingrata. E eu que pensei que você ia gostar do meu presentinho.
- Bom, não foi assim... me desculpe. Mas você tem que entender que se meu marido ou meus filhos encontrassem seu "presentinho" para mim, é o fim.
- Ahh, você é uma putinha linda, mas também chata. Não seria melhor a gente se divertir sem que os maricas da sua família atrapalhem?
-...
Teresa ficou calada por muito tempo sem responder.
- Tá bom. Sem mais presentinhos, linda, mas você é quem perde.
- Obrigada.
- Mas me explica uma coisa. Como é que meu pozinho branco que deixei na sua bolsa está errado e o que deixei na caixinha está certo?
- O quê?
- Não faça de sonsa, o pozinho que deixei na caixinha dos brincos.
- Na caixinha de brincos? NÃO! Mas quando?
- Eu pensei que você já tivesse encontrado, haha.
- Meu Deus... Jonás!
Antes de ir dormir, Teresa estava relembrando o que havia acontecido, como depois daquela ligação ela correu para o quarto do filho procurar a caixinha preta. Parecia que a sorte estava ao lado dela, porque seu marido tinha se livrado da caixinha sem saber o que havia dentro. Ela estava feliz, mas também preocupada. Aquele criminoso que a fodia quando queria, sem ela saber, havia colocado em perigo ela mesma e seus filhos por causa daquele "presentinho". Ela começava a pensar que a presença dele em sua vida poderia prejudicar sua família mais do que ela imaginava possível, mas mesmo assim, o desejo de encontrá-lo novamente não passava.
Se apenas Teresa tivesse procurado melhor, teria encontrado a tal caixinha que estava entre a cama do filho e o móvel de brinquedos, num cantinho onde não chegava a luz, fora de vista, pronta para revelar seus segredos. Continua…
- Sim, mãe.
- Tem certeza, meu filho? Tem algo pra me contar?
- Não, mãe.
- Você não tá escondendo nada de mim, né?
- Não, mãe.
- Ufa… tudo bem. Jonas, você sabe onde está a caixinha preta que estava no meu quarto?
Seu filho pensa um pouco sobre o que ela tinha pedido, se levanta, pega uma caixinha preta da estante de brinquedos com a mão e entrega à mãe.
- Ah, obrigada, filh… não, Jonas, não é essa, a outra.
Seu filho a olha com olhos confusos; ele realmente não sabia do que ela estava falando. Ela sabia reconhecer pelo olhar quando seus preciosos filhos mentiam, e ele não estava mentindo. Teresa começa a procurar pela caixinha preta no meio de outras que Jonas costumava usar como brinquedos, fingindo que eram prédios – obviamente com a única regra de que essas caixinhas estivessem vazias. Enquanto Teresa estava abaixada procurando, Pedro entra e chama por ela.
- Mãe? - Ah... fala, Pedrinho, o que foi?
- Só queria avisar que o jantar tá pronto. E a senhora? Tá tudo bem?
- Sim, sim, claro que sim, filho. Eu só estava...
- Caixinha preta! - interrompe Jonas, impedindo a mãe de mentir.
- O quê?
- É... isso. Uma caixinha preta, de brincos, não tô achando.
- E como eram os brincos?
- Não, não. Só tô procurando a caixinha dos brincos, não os brincos em si.
- Ah, e por que só a caixinha? Achei que a senhora não gostava de guardá-los, por isso deixava o Jonas usar.
- É, é isso mesmo, só que... a Kimiko pediu a marca dos meus brincos porque gostou muito, e eu não lembro, então...
- Entendi. Mas melhor eu te ajudar a procurar depois, porque o pai disse pra não demorar, senão o jantar esfria.
- Tá, já vou.
Teresa procurou a caixinha por mais uns dois minutos, mas não conseguiu encontrar, então decidiu descer para o jantar. Felipe havia cozinhado dessa vez para a esposa e a família, porque tentava fazê-la se sentir mais valorizada por ser uma esposa e mãe tão boa. Felipe cozinhava muito bem, já que começou a fazer isso muitos anos atrás, quando sua mãe o abandonou e seu pai entrou em depressão. Não que ele gostasse, mas ficou bom nisso depois de preparar o jantar tantas vezes para ele e o pai.
No meio da conversa, o assunto da caixinha preta veio à tona porque Jonas não conseguia ficar quieto.
- Que caixinha?
- Uma caixinha de brincos pretos, querido, nada importante. A Kimiko gostou e pediu a marca, mas eu não lembro.
- Você não lembra a marca? Isso é novidade. Teresa sempre se lembrava da marca de suas joias, pois tinha muito orgulho da qualidade delas.
- É, é só que... esses brincos eu comprei numa lojinha de rua porque gostei, tipo... não são de marca boa.
- Entendi. Sabe... acho que eu encontrei essa caixinha.
Teresa começou a suar frio.
- Sério?
- Sim, outro dia, quando chegamos atrasados e coloquei o Jonas pra dormir na cama dele, o quarto estava cheio de brinquedos, e eu pisei numa caixinha preta que quebrou. Sinto muito, querida, mas tive que... botar. -Uff, ainda bem. -Por quê? -Bem… Kimiko queria saber a marca e eu fiquei com vergonha de revelar que eram daquelas baratinhas de rua. -Por que você ficou com vergonha, mãe? -Ah, Pedro, meu filho, será que você não sabe que sua mãe nasceu num palácio, cresceu rodeada de criados e joias preciosas do mundo todo? Mulheres como ela não podem deixar que descubram que compraram coisas baratas. Todos riram, inclusive Teresa, com a piada de Felipe. Era verdade. Teresa vinha de uma família muito boa, quase yummy, e por isso cresceu mimada. O momento familiar agradável foi interrompido pelo BRRR do celular de Teresa. Ela viu que era Marcelo pedindo uma foto dos seus peitões. -Agora? -Claro que sim. Se não, como você acha que eu vou conseguir bater uma como deve ser sem um bom material?
Marcelo mandou outra foto do pau dele para Teresa, que se esforçou para manter a compostura na frente da família, fingindo que estava tudo normal. - Pessoal, a Kimiko me mandou mensagem pedindo uma foto da minha linda família. Os três se juntaram para a foto e sorriram enquanto a gostosa posicionou o celular na frente deles e contra o peito, fingindo tirar uma foto deles quando na verdade estava fazendo um selfie dos peitos dela. Click.
- Já foi! - Deixa eu ver, mãe. - Espera, espera... melhor a gente fazer outra, essa não ficou boa. Click. Os três gostaram muito da nova foto, e o Marcelo adorou o selfie dos peitos da sua nova putinha, e enquanto olhava, outra putinha chupava o pau dele na cama.
VIDA DO JUANO jovem Juan era um bom garoto, mas a vida não tinha sido fácil com ele. Não era de família rica, não era muito inteligente, forte ou bonito, mas tinha um bom coração. Seu pai morreu quando ele era pequeno e, desde aquele dia, só sua mãe cuidou dele. "Agora você é o homem da casa, filho, agora é seu dever proteger sua mãe" foram as últimas palavras que seu pai lhe disse, e Juan prometeu que cumpriria esse dever. Ele era um bom filho, mas Miranda não era uma mãe tão boa por causa do seu vício. Ela sofreu muito com a morte do marido e começou a beber para afogar a dor. Por um tempo, os dois conseguiram viver bem, mas Miranda se deixou levar pelo vício e virou uma daquelas bêbadas pesadas. A situação ficou tão feia que, um dia, ela até bateu no filho por ele reclamar do seu comportamento. Miranda se desculpou na hora e chorou, prometendo largar o mau hábito. E assim foi... no começo. Essa promessa, o amor pela mãe e a pena que sentia por ela motivavam Juan a seguir em frente e não desistir dela. Diferente do seu amigo Pedro, ele não tinha dinheiro nem uma família que o ajudasse, mas, assim como o amigo, também era vítima de Marcelo e sua turma. O garoto era muito reservado sobre a vida e não contava nada ao amigo Pedro porque, se ele soubesse, teria tentado ajudar sem conseguir, mas teria tentado mesmo assim. A verdade é que ele tinha vergonha da própria vida, e isso o levou ao silêncio. Juan ia para a escola de manhã com o coração apertado, mas por um motivo diferente do de Pedro. Ele tinha medo que Marcelo *não* estivesse na escola. A volta para casa também não era boa, ficando ansioso pensando em que estado encontraria a mãe. Faltavam poucos passos para chegar em casa, e a porta da sua casa estava fechada à sua frente. Juan estende a mão e gira a maçaneta daquela porta, sendo recebido pela visão terrível de sua adorada mamãe sendo comida por Marcelo e pelos seus gemidos de prazer.
- Ah, ah, ah, ah, ah, ah
- Mãe, cheguei em casa.
Ela não responde nem olha para ele. enquanto Marcelo, seu valentão, enchia de pau sua buceta molhada. O rosto da mãe dela estava sobre a mesinha da sala, cercado de drogas que também estavam sobre o nariz dela, e assim os dois transavam sem se importarem com ele.

Juan foi direto pro seu quarto, ligou o estéreo do pai no último volume e se jogou na cama tentando ouvir música. - Porraaa! Ah, ah, ah, ah...
- Gosta do meu pau, sua puta?
- Sim, porra, siiim! Ah, ah, ah, ah, ah...
Juan não conseguia ficar ali onde eles estavam transando, mas mesmo no quarto dava pra ouvir. Então colocou o travesseiro sobre as orelhas e dormiu. Aquilo não era novidade pro garoto, mas mesmo assim ele se sentia um lixo ao ouvir a mãe gemendo pelo membro descomunal do bastardo que o torturava há tanto tempo.
Juan não sabia exatamente como tudo tinha começado, mas se culpava porque ele era uma das razões pelas quais a mãe conheceu Marcelo. Um dia, apanhou mais forte do que o normal de Marcelo na escola, o que fez Pedro correr pra buscar ajuda do zelador, que interrompeu a agressão. Marcelo e Juan foram levados à diretoria, e cada um deu sua versão. Pedro obviamente apoiou a versão de Juan, mas a turma do Marcelo defendeu o líder e, de alguma forma, conseguiram corromper o zelador pra testemunhar a favor dele. Os dois foram liberados depois de uma bronca do diretor sobre não brigar na escola.
Miranda foi chamada na escola naquele dia enquanto trabalhava e teve que buscar o filho. Ao vê-lo tão machucado, ela explodiu de raiva contra o brutamontes do Marcelo, que não disse nada e só olhou pra ela como se tudo aquilo fosse divertido. O diretor e o zelador a acalmaram e pediram que levasse o filho embora, mas antes de sair, ela pediu que Juan esperasse no carro enquanto ela ia até Marcelo pra terminar o que tinha pra dizer.
Juan não sabia o que foi dito naquele dia, mas três meses depois, ao voltar da escola, encontrou a mesma cena do dia presente. Não sabia se a mãe tinha virado viciada em drogas primeiro ou na pica do Marcelo, mas sabia que foi o valentão que a introduziu naquele veneno.
Ao acordar, parecia que os barulhos tinham acabado, então o garoto saiu do... esconderijo para pegar algo de comer na cozinha. Juan tentou ir direto ao seu objetivo sem olhar para outra direção, abriu a geladeira que estava quase vazia e pegou o que pôde o mais rápido possível, ouvindo enquanto isso os tiros da TV. -Viado! Justo quando estava para voltar ao seu quarto, a voz de Marcelo interrompeu sua fuga. -Me traz uma cerveja. -Tá bom. Juan abre de novo a geladeira que estava quase cheia de cervejas, a única coisa que tinha em abundância. Não tinha opção, tinha que entregar na mão dele. O garoto se virou e teve que ver o porco do Marcelo sentado no sofá completamente pelado com os pés apoiados na mesinha onde sua mãe primeiro apoiou o rosto. Ao lado dele estava Miranda, também pelada, assistindo TV junto com ele. Não tinha coragem de olhar na cara do filho.
Marcelo pega com força a cerveza da mão dele e também o sanduíche que havia preparado para si mesmo, começando a comê-lo com mordidas grandes. Juan se senta na cama para tomar seu copo de coca-cola e pegar algumas migalhas que estavam no pires. Não demorou muito para que os barulhos começassem de novo, desta vez mais altos. GLACK, GLACK, GLACK, GLACK. Juan não via, mas conseguia imaginar tudo o que eles estavam fazendo.
Eles continuaram e continuaram enchendo a casa com os gritos de prazer de Miranda, que parecia estar morrendo de prazer. Parecia que faziam de propósito. -Ah, ah, ah, ah, ah -Mmm…gosto de como você grita, putinha! -Ah, aaah, ah, ah, aaaah
Marcelo tinha fodido ela por mais algumas horas até o anoitecer e depois foi embora. Quando Juan saiu do quarto novamente, sua mãe estava destruída pelo dia de sexo intenso com o valentão do filho e dormia nua no sofá. O bom Juan apenas pegou um cobertor e a cobriu, antes de sair para o supermercado antes que fechasse.PRIMEIRO DA CENA DE TERESA
- Eu te peço, por favor, não faça isso nunca mais.
- Poxa, que puta ingrata. E eu que pensei que você ia gostar do meu presentinho.
- Bom, não foi assim... me desculpe. Mas você tem que entender que se meu marido ou meus filhos encontrassem seu "presentinho" para mim, é o fim.
- Ahh, você é uma putinha linda, mas também chata. Não seria melhor a gente se divertir sem que os maricas da sua família atrapalhem?
-...
Teresa ficou calada por muito tempo sem responder.
- Tá bom. Sem mais presentinhos, linda, mas você é quem perde.
- Obrigada.
- Mas me explica uma coisa. Como é que meu pozinho branco que deixei na sua bolsa está errado e o que deixei na caixinha está certo?
- O quê?
- Não faça de sonsa, o pozinho que deixei na caixinha dos brincos.
- Na caixinha de brincos? NÃO! Mas quando?
- Eu pensei que você já tivesse encontrado, haha.
- Meu Deus... Jonás!
Antes de ir dormir, Teresa estava relembrando o que havia acontecido, como depois daquela ligação ela correu para o quarto do filho procurar a caixinha preta. Parecia que a sorte estava ao lado dela, porque seu marido tinha se livrado da caixinha sem saber o que havia dentro. Ela estava feliz, mas também preocupada. Aquele criminoso que a fodia quando queria, sem ela saber, havia colocado em perigo ela mesma e seus filhos por causa daquele "presentinho". Ela começava a pensar que a presença dele em sua vida poderia prejudicar sua família mais do que ela imaginava possível, mas mesmo assim, o desejo de encontrá-lo novamente não passava.
Se apenas Teresa tivesse procurado melhor, teria encontrado a tal caixinha que estava entre a cama do filho e o móvel de brinquedos, num cantinho onde não chegava a luz, fora de vista, pronta para revelar seus segredos. Continua…
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