Tudo começou quando eu tinha 16 anos. Sempre fui um cara alto e magro, e imagino que naquela época eu era aquele típico garoto seco que não causa muita excitação numa mulher. E eu tenho uma tia que naquela época tinha quase 30 anos, bonita, altura média, corpo que não era uma deusa, mas bem distribuído, que desde aquela idade já me despertava tesão. Os peitos dela eram normais, mas a cintura bem desenhada, e uma bunda empinada, com uns quadris largos e bem gostosos. Sempre nessa idade eu adorava passar minhas férias na casa dos meus avós, que ficava numa cidadezinha não muito longe da minha. Perto dessa cidade, meus avós tinham um sítio com alguns animais e plantações que sempre precisavam de cuidados. Nessas férias, cheguei na casa dos meus avós e minha tia morava lá com eles. Ela era solteirona, já tinha tido namorados, e eu imaginava que ela dava umas trepadas, porque como era possível que aquela mulher com aquela bunda nunca tivesse provado um pau? Quando estávamos em casa, me deixavam dormir em qualquer lugar, já que a casa era grande. Às vezes dormia na sala em colchões, às vezes num quarto, outras vezes até no sofá. Minha tia dormia num quarto grande com duas camas: uma de casal (onde ela dormia) e uma de solteiro (pra quando tinha família e não davam as camas), que sempre ficava vazia. Nesse quarto tinha um banheiro, e eu às vezes usava ele e, ao entrar, via ela dormindo a sesta à tarde, deitada de bunda pra cima. Eu tinha uma relação de bastante confiança com minha tia; ela às vezes cuidou de mim quando criança, e isso criou laços fortes, então eu podia muitas vezes dormir naquela cama de solteiro enquanto ela ficava na dela. Toda vez que eu fazia isso, ficava a mil, porque vou contar pra vocês: minha tia tinha uma particularidade naquela época que até hoje me deixa com muito tesão. Ela usava muitas vezes em casa, quando estava só com meus avós e comigo, roupas confortáveis, do tipo... Ela vestia as camisetas dela, e o que mais me deixava doido era que ela usava uns shorts de algodão, tipo legging, bem justinhos no corpo, na cor branca. Hummm, só de lembrar já fico todo excitado. Adorava ver ela andando pela casa, fazendo a limpeza com aquelas leggings brancas, porque muitas vezes ela não ligava e a calcinha que usava era de outra cor, marcando ou até aparecendo por baixo — vermelhas, pretas, e muitas vezes umas calcinhas tão pequenas que eu achava que ela usava só pra ser comida mais fácil.
Tinha noites que era impossível dormir naquele quarto, porque muitas vezes eu ia deitar na minha caminha e ela chegava depois, entrava no banheiro pra trocar de roupa e, quando menos esperava, saía com aquelas leggings brancas — acho que tinha várias, porque usava direto. Primeiro, ela se deitava na cama lendo alguma revista com a luz acesa, e claro, de bruços, com a bunda empinada, dando um show fenomenal. Era aí que eu aproveitava pra ir ao banheiro, passando bem pertinho dos pés da cama dela, pra contemplar aquela bunda linda, redonda, de quadril largo, e mesmo quando ela usava calcinha branca, dava pra ver tudo por transparência.
Eu não conseguia dormir nessas noites. Queria ir até a cama dela e agarrar aquela bunda, porque muitas vezes ela nem se cobria. Como eu não tinha coragem, várias vezes só fui ao banheiro de madrugada, acendia a luz e deixava a porta entreaberta pra iluminar um pouco aquela bunda, e assim eu me masturbava quase nas costas dela — só aí conseguia dormir.
A gente ia direto pro rancho, porque sempre tinha coisa pra fazer, tipo a engorda do gado, que a gente tirava dos animais. Então, levava os bichos pro curral e dava comida lá. Sempre eram uns primos meus da cidade que cuidavam de tudo, porque na época da engorda tinha que ficar lá dormindo no rancho, já que precisava dar comida até de madrugada. Eu muitas vezes ia com eles pra ficar por lá, e também sabia o esquema todo de alimentar os bichos. O rancho ficava a 7 km de lá, e muitas Às vezes íamos de caminhonete, outras de bicicleta. Uma tarde, meus primos foram na casa dos avós e comentaram que tinham uma festa no fim de semana, então avisaram com antecedência pra ver quem ia cobrir o posto deles lá no sítio pra dar comida pros bichos. Na hora, não tinha mais ninguém além de mim, e eu me ofereci pra ficar sozinho lá no sítio dormindo, porque já sabia como era a bagunça. Meus avós disseram que não, porque eu tinha só 16 anos e ficar sozinho no sítio deixava eles preocupados. Minha tia estava lá e foi quando comentou que no fim de semana não tinha nada pra fazer e que ela e eu podíamos ir ficar lá, e meus avós concordaram que era melhor assim. Que duas pessoas já era menos risco, e eu já sabia onde estava a espingarda. Chegou o fim de semana e eu ansioso, porque pensava que de sexta a domingo ia ficar sozinho com minha tia e imaginava um monte de coisa. Na tarde de sexta, perguntei pra minha tia quem ia nos levar pro sítio, e ela respondeu que ninguém, que a gente ia de bicicleta. Pensei que cada um levaria a sua, mas surpresa: só íamos levar uma, daquelas tipo vagabundo, com banco comprido, e eu não reclamei, sabia que ia ter minha tia colada em mim. Fizemos uma mochila com roupas, e vi que ela colocou várias legging branca, e só de ver aquilo fiquei duríssimo. Ela disse pra eu levar a mochila nas costas, e eu respondi que era melhor ela colocar nas costas dela, já que eu ia pedalar, mas ela disse que não, que ela quem ia me levar, que eu ia atrás. Só de ouvir isso, quase tive uma ereção, ter aquela bunda colada em mim na bicicleta. Como já era tarde e a estrada ficava escura, decidimos ir. Eu estava lá fora com a bicicleta, minha tia saiu de casa com uma das tantas leggings brancas dela, e eu não podia acreditar. Eu me encostei pra trás no banco, ela montou na bicicleta e, de repente, depositou a bunda perto do meu pau e começamos a viagem. Como todo Estrada de terra, cheia de buracos, e a gente pulava um e caía em outro, até que num momento ficamos grudados um no outro no banco. Em cada buraco que a gente caía, eu sentia ela sentando na minha pica, que tava dura pra caralho. Eu tentava me afastar um pouco pra disfarçar, mas caía noutro buraco e, numa hora, minha pica foi esmagada por aquela bunda deliciosa até a gente chegar.
Já tava escuro, minha tia fez um café, a gente conversou, eu cuidei da lida do gado rapidinho e fomos dormir. Tinha duas camas na casinha do rancho, ambas com mosquiteiro. Ela foi pra uma, eu pra outra. Quando ela dormiu, eu me masturbei pensando naquela bunda que eu tinha sentido.
Dei comida pro gado de madrugada e de manhã. Minha tia levantou, fez café e uns ovos fresquinhos das galinhas com uns feijõezinhos ressecados que tinham lá. Hum, que gostoso.
O dia foi normal. Depois de tratar do gado à tarde, me perdi um pouco olhando uns papagaios no mato. Quando tava voltando pra casa, ouvi minha tia cantando e barulho de água caindo. Achei que ela tava enchendo uns baldes com a mangueira que vinha do telhado, onde os animais bebiam água.
Quando consegui ver melhor, percebi que minha tia tava tomando banho de roupa, de camiseta e legging. Gritei: "Ei, a água tá boa?" Ela respondeu: "Tá sim, recomendo!" Quando cheguei perto do curral, vi uma coisa que me deixou besta. Me aproximei pra ver como ela tava tomando banho e notei que a safada tava de legging branca, mas sem calcinha por baixo. Com a água, dava pra ver a xota toda peluda, e os bicos dos peitos já estavam bem marcados na blusa.
Ela me chamou: "Vem, experimenta a água, tá uma delícia, sente." Eu pensei que ela queria sentir outra coisa. Fiquei parado, todo sem graça, e ela perguntou: "Aconteceu alguma coisa?" Eu respondi: "Não, nada. Ela me diz: «então por que essa cara?» E eu: «qual? a de sempre». Virei pra ir embora, e ela riu e falou: «ahhh, tá com medo d'água». Fui pra casa, queria bater uma, mas acabei segurando. Mais tarde, terminei o serviço do sítio e ia jantar, quando ela passou de legging branca, e eu notei que por baixo tinha uma calcinha minúscula branca também, mas dava pra ver. Ela se abaixava, passava rebolando a bunda e tudo. Até que chegou a noite, e fui dormir de novo. Quando tava indo pra cama, ela falou: «ei, vem cá dormir comigo, porque aqui tá tão vazio, me sinto muito sozinha». Sem dizer nada, aceitei. Fui vestir uma camiseta e um shorts, deitei de um lado e fechamos o mosquiteiro. Passou um tempo e eu não conseguia dormir, me virava de um lado pro outro. Ela se mexeu e perguntou o que eu tinha. Falei que tava muito calor. Ela disse: «tira o shorts, fica só de cueca». Obedeci. Passou mais um tempo, e eu ainda acordado, virava e na escuridão via aquela bunda gostosa empinada, porque ela tava de bruços. Depois de um tempo, me inclinei, fiquei parado um pouco, ela não se mexeu, e eu criei coragem. Aproximei meu rosto da bunda dela, como se fosse dar um beijo, mas na verdade era pra sentir o cheiro da virilha. Veio um cheiro de sexo gostoso. Acho que ela sentiu algo, porque me afastei e fiquei sentado. Ela virou, se inclinou e perguntou: «o que foi?» Falei que não conseguia dormir. Ela disse: «ai, meu filho, vem cá, vou passar a mão no teu peito pra te acalmar». Me deitou e começou a passar a mão no meu peito, depois na barriga, e enfiou a mão por baixo da camiseta. Aí falou: «agora é tua vez». Ela virou, ficou de bruços e deixou aquela bunda gostosa exposta. Comecei, meio trêmulo, a passar a mão nas costas dela, nos ombros. Depois de um tempo, enfiei a mão por baixo da blusa, acariciando as costas nuas. Continuei, e em alguns minutos ela disse: «massageia minhas costas». E eu tipo: «como?» Ela falou: «ai, assim, com as tuas mãos, aperta». Tentei de lado, mas não dava certo. Tentei até que ela diz: "Sobe em mim". E eu, com cara de "como assim?", e ela: "Ah, do jeito que você montaria num cavalo, assim você me quebra melhor." Subi, todo trêmulo, e comecei a fazer pressão com as mãos nas costas dela. Como estava quase montado na bunda dela, ao me inclinar, meu pau, que já tava bem duro, de vez em quando encaixava nas nádegas dela. Aí lembrava da calcinha minúscula que ela tava usando e ficava mais duro ainda. Massageava os ombros dela, e por isso tinha que me inclinar pra frente, ficando praticamente em cima da bunda dela com meu pau, e ela já começava a abrir as pernas, deixando meu pau entrar mais naquela bunda. Ela mesma tirou a blusa e mandou eu continuar. Já tava lá um tempão quando ela falou: "Passa a mão na minha cintura." Sentei quase nas coxas dela e comecei a passar a mão na cintura, mas nessa altura eu já tava deixando ela com tesão, e ela sentia como levantava a bunda a cada toque. Comecei a me arriscar e passei a mão um pouco mais pro lado das nádegas. Como vi que ela arqueava mais a cintura, senti que tava gostando, a ponto de eu começar a massagear mais as nádegas dela e ela abrir mais as pernas. Ela pega minhas mãos, assim de bruços como está, e diz: "Espera." Pensei: "Já era." Ela fala: "Abaixa a legging pra você me dar um massagem mais gostosa." Eu não podia acreditar. Levantei um pouco a cintura dela e comecei a abaixar a legging. Foi aí que pude ver a calcinha minúscula que mal tapava a bunda dela. Perguntei: "Até as pernas, tia?" Ela disse: "Não, tira tudo." Tirei, e depois ela falou: "Agora continua com a massagem." Eu tava com o pau duríssimo, quase escorrendo. Subi de novo nas coxas dela e continuei nas nádegas. Ela arqueava e mexia a bunda em círculos, disfarçadamente. Depois, desci as mãos até a altura da virilha dela e massageava devagar. Ela abria mais as pernas. Aí me atrevi a tocar um pouco mais onde sentia aquela calcinha. Senti como ela tava molhada. Então fui me sentando de um jeito que conseguisse alcançar os ombros dela pra massagear. Depois de um tempo, já tava igual no começo, quase em cima dela. deitado em cima dela, enfiando a pica no cu dela. Nessa altura, minha tia já tava rebolando o cu em círculos na minha pica e abrindo e fechando um pouco as nádegas, quando de repente ela me fala: "tira minha calcinha", e eu, obediente, puxei pra baixo e tirei. Subi de novo e peguei a mesma posição, minha pica enfiada no cu dela, já pelados, só o boxer nos separava, e parecia que ela tava prendendo minha pica com as nádegas. Ela começou a gemer e apertar os lençóis, e chegou a hora que ela disse: "tira logo o boxer". Tirei num instante e montei de novo naquela posição, já praticamente enfiando a pica entre as nádegas dela. Como eu tava escorrendo líquido seminal, comecei a lambuzar o cu dela, e meu pau tava se masturbando entre as nádegas dela. De repente, ela abriu mais as pernas e gemeu, e falou: "enfia em mim, por favor". Levantei ela pela cintura, encaixei naquela bunda peluda e enfiei, sem dificuldade nenhuma porque já tava toda molhada. Minha tia gemia que nem gata no cio, e eu comecei a bombar, e ela falava coisas tipo: "adorei que teu pau subiu na bicicleta, me come até gozar", o que me deixava mais tesudo. Quando senti que ia gozar, diminuía o ritmo, e ela, feito uma puta, falava: "não para, dá mais forte". Assim continuei até que, com a voz cortada e ofegante, falei: "tia, vou gozar". Ela disse "espera" e se afastou, e falou: "enfia no meu cu pra não me engravidar, e além disso você adora, sempre te vejo olhando pra ele". Eu, sem perder tempo, encaixei na entrada enquanto ela abria as nádegas com as mãos, e fui descendo devagar, sentindo como tava entrando nas entranhas da minha tia, como aquele cu apertava meu pau, como se quisesse ordenhar. Comecei o vai e vem, e ela gemendo que nem uma gata, fazendo sons tipo "mggg mmmmmm, aiii sim papai, me come", e eu comendo aquele cu gostoso que sempre quis comer. Ela abria mais as pernas pra eu enfiar mais fundo naquele cu, e pedia pra eu meter tudo até o fundo. Eu falei pra ela: tia, vou gozar. E ela respondeu: siiiim, goza dentro do meu cu, goza meu filho. E eu não aguentei, explodi, enchendo o cu dela de porra. Ela se contorcia toda por causa do orgasmo que tava tendo. Fiquei um tempão em cima dela, depois me soltei e a gente dormiu em paz. Depois disso, toda vez que dava, na cama dela, eu metia uma boa surra de rola na minha tia, até que ela finalmente casou. Coisa que eu não consigo esquecer.
FIM
Tinha noites que era impossível dormir naquele quarto, porque muitas vezes eu ia deitar na minha caminha e ela chegava depois, entrava no banheiro pra trocar de roupa e, quando menos esperava, saía com aquelas leggings brancas — acho que tinha várias, porque usava direto. Primeiro, ela se deitava na cama lendo alguma revista com a luz acesa, e claro, de bruços, com a bunda empinada, dando um show fenomenal. Era aí que eu aproveitava pra ir ao banheiro, passando bem pertinho dos pés da cama dela, pra contemplar aquela bunda linda, redonda, de quadril largo, e mesmo quando ela usava calcinha branca, dava pra ver tudo por transparência.
Eu não conseguia dormir nessas noites. Queria ir até a cama dela e agarrar aquela bunda, porque muitas vezes ela nem se cobria. Como eu não tinha coragem, várias vezes só fui ao banheiro de madrugada, acendia a luz e deixava a porta entreaberta pra iluminar um pouco aquela bunda, e assim eu me masturbava quase nas costas dela — só aí conseguia dormir.
A gente ia direto pro rancho, porque sempre tinha coisa pra fazer, tipo a engorda do gado, que a gente tirava dos animais. Então, levava os bichos pro curral e dava comida lá. Sempre eram uns primos meus da cidade que cuidavam de tudo, porque na época da engorda tinha que ficar lá dormindo no rancho, já que precisava dar comida até de madrugada. Eu muitas vezes ia com eles pra ficar por lá, e também sabia o esquema todo de alimentar os bichos. O rancho ficava a 7 km de lá, e muitas Às vezes íamos de caminhonete, outras de bicicleta. Uma tarde, meus primos foram na casa dos avós e comentaram que tinham uma festa no fim de semana, então avisaram com antecedência pra ver quem ia cobrir o posto deles lá no sítio pra dar comida pros bichos. Na hora, não tinha mais ninguém além de mim, e eu me ofereci pra ficar sozinho lá no sítio dormindo, porque já sabia como era a bagunça. Meus avós disseram que não, porque eu tinha só 16 anos e ficar sozinho no sítio deixava eles preocupados. Minha tia estava lá e foi quando comentou que no fim de semana não tinha nada pra fazer e que ela e eu podíamos ir ficar lá, e meus avós concordaram que era melhor assim. Que duas pessoas já era menos risco, e eu já sabia onde estava a espingarda. Chegou o fim de semana e eu ansioso, porque pensava que de sexta a domingo ia ficar sozinho com minha tia e imaginava um monte de coisa. Na tarde de sexta, perguntei pra minha tia quem ia nos levar pro sítio, e ela respondeu que ninguém, que a gente ia de bicicleta. Pensei que cada um levaria a sua, mas surpresa: só íamos levar uma, daquelas tipo vagabundo, com banco comprido, e eu não reclamei, sabia que ia ter minha tia colada em mim. Fizemos uma mochila com roupas, e vi que ela colocou várias legging branca, e só de ver aquilo fiquei duríssimo. Ela disse pra eu levar a mochila nas costas, e eu respondi que era melhor ela colocar nas costas dela, já que eu ia pedalar, mas ela disse que não, que ela quem ia me levar, que eu ia atrás. Só de ouvir isso, quase tive uma ereção, ter aquela bunda colada em mim na bicicleta. Como já era tarde e a estrada ficava escura, decidimos ir. Eu estava lá fora com a bicicleta, minha tia saiu de casa com uma das tantas leggings brancas dela, e eu não podia acreditar. Eu me encostei pra trás no banco, ela montou na bicicleta e, de repente, depositou a bunda perto do meu pau e começamos a viagem. Como todo Estrada de terra, cheia de buracos, e a gente pulava um e caía em outro, até que num momento ficamos grudados um no outro no banco. Em cada buraco que a gente caía, eu sentia ela sentando na minha pica, que tava dura pra caralho. Eu tentava me afastar um pouco pra disfarçar, mas caía noutro buraco e, numa hora, minha pica foi esmagada por aquela bunda deliciosa até a gente chegar.
Já tava escuro, minha tia fez um café, a gente conversou, eu cuidei da lida do gado rapidinho e fomos dormir. Tinha duas camas na casinha do rancho, ambas com mosquiteiro. Ela foi pra uma, eu pra outra. Quando ela dormiu, eu me masturbei pensando naquela bunda que eu tinha sentido.
Dei comida pro gado de madrugada e de manhã. Minha tia levantou, fez café e uns ovos fresquinhos das galinhas com uns feijõezinhos ressecados que tinham lá. Hum, que gostoso.
O dia foi normal. Depois de tratar do gado à tarde, me perdi um pouco olhando uns papagaios no mato. Quando tava voltando pra casa, ouvi minha tia cantando e barulho de água caindo. Achei que ela tava enchendo uns baldes com a mangueira que vinha do telhado, onde os animais bebiam água.
Quando consegui ver melhor, percebi que minha tia tava tomando banho de roupa, de camiseta e legging. Gritei: "Ei, a água tá boa?" Ela respondeu: "Tá sim, recomendo!" Quando cheguei perto do curral, vi uma coisa que me deixou besta. Me aproximei pra ver como ela tava tomando banho e notei que a safada tava de legging branca, mas sem calcinha por baixo. Com a água, dava pra ver a xota toda peluda, e os bicos dos peitos já estavam bem marcados na blusa.
Ela me chamou: "Vem, experimenta a água, tá uma delícia, sente." Eu pensei que ela queria sentir outra coisa. Fiquei parado, todo sem graça, e ela perguntou: "Aconteceu alguma coisa?" Eu respondi: "Não, nada. Ela me diz: «então por que essa cara?» E eu: «qual? a de sempre». Virei pra ir embora, e ela riu e falou: «ahhh, tá com medo d'água». Fui pra casa, queria bater uma, mas acabei segurando. Mais tarde, terminei o serviço do sítio e ia jantar, quando ela passou de legging branca, e eu notei que por baixo tinha uma calcinha minúscula branca também, mas dava pra ver. Ela se abaixava, passava rebolando a bunda e tudo. Até que chegou a noite, e fui dormir de novo. Quando tava indo pra cama, ela falou: «ei, vem cá dormir comigo, porque aqui tá tão vazio, me sinto muito sozinha». Sem dizer nada, aceitei. Fui vestir uma camiseta e um shorts, deitei de um lado e fechamos o mosquiteiro. Passou um tempo e eu não conseguia dormir, me virava de um lado pro outro. Ela se mexeu e perguntou o que eu tinha. Falei que tava muito calor. Ela disse: «tira o shorts, fica só de cueca». Obedeci. Passou mais um tempo, e eu ainda acordado, virava e na escuridão via aquela bunda gostosa empinada, porque ela tava de bruços. Depois de um tempo, me inclinei, fiquei parado um pouco, ela não se mexeu, e eu criei coragem. Aproximei meu rosto da bunda dela, como se fosse dar um beijo, mas na verdade era pra sentir o cheiro da virilha. Veio um cheiro de sexo gostoso. Acho que ela sentiu algo, porque me afastei e fiquei sentado. Ela virou, se inclinou e perguntou: «o que foi?» Falei que não conseguia dormir. Ela disse: «ai, meu filho, vem cá, vou passar a mão no teu peito pra te acalmar». Me deitou e começou a passar a mão no meu peito, depois na barriga, e enfiou a mão por baixo da camiseta. Aí falou: «agora é tua vez». Ela virou, ficou de bruços e deixou aquela bunda gostosa exposta. Comecei, meio trêmulo, a passar a mão nas costas dela, nos ombros. Depois de um tempo, enfiei a mão por baixo da blusa, acariciando as costas nuas. Continuei, e em alguns minutos ela disse: «massageia minhas costas». E eu tipo: «como?» Ela falou: «ai, assim, com as tuas mãos, aperta». Tentei de lado, mas não dava certo. Tentei até que ela diz: "Sobe em mim". E eu, com cara de "como assim?", e ela: "Ah, do jeito que você montaria num cavalo, assim você me quebra melhor." Subi, todo trêmulo, e comecei a fazer pressão com as mãos nas costas dela. Como estava quase montado na bunda dela, ao me inclinar, meu pau, que já tava bem duro, de vez em quando encaixava nas nádegas dela. Aí lembrava da calcinha minúscula que ela tava usando e ficava mais duro ainda. Massageava os ombros dela, e por isso tinha que me inclinar pra frente, ficando praticamente em cima da bunda dela com meu pau, e ela já começava a abrir as pernas, deixando meu pau entrar mais naquela bunda. Ela mesma tirou a blusa e mandou eu continuar. Já tava lá um tempão quando ela falou: "Passa a mão na minha cintura." Sentei quase nas coxas dela e comecei a passar a mão na cintura, mas nessa altura eu já tava deixando ela com tesão, e ela sentia como levantava a bunda a cada toque. Comecei a me arriscar e passei a mão um pouco mais pro lado das nádegas. Como vi que ela arqueava mais a cintura, senti que tava gostando, a ponto de eu começar a massagear mais as nádegas dela e ela abrir mais as pernas. Ela pega minhas mãos, assim de bruços como está, e diz: "Espera." Pensei: "Já era." Ela fala: "Abaixa a legging pra você me dar um massagem mais gostosa." Eu não podia acreditar. Levantei um pouco a cintura dela e comecei a abaixar a legging. Foi aí que pude ver a calcinha minúscula que mal tapava a bunda dela. Perguntei: "Até as pernas, tia?" Ela disse: "Não, tira tudo." Tirei, e depois ela falou: "Agora continua com a massagem." Eu tava com o pau duríssimo, quase escorrendo. Subi de novo nas coxas dela e continuei nas nádegas. Ela arqueava e mexia a bunda em círculos, disfarçadamente. Depois, desci as mãos até a altura da virilha dela e massageava devagar. Ela abria mais as pernas. Aí me atrevi a tocar um pouco mais onde sentia aquela calcinha. Senti como ela tava molhada. Então fui me sentando de um jeito que conseguisse alcançar os ombros dela pra massagear. Depois de um tempo, já tava igual no começo, quase em cima dela. deitado em cima dela, enfiando a pica no cu dela. Nessa altura, minha tia já tava rebolando o cu em círculos na minha pica e abrindo e fechando um pouco as nádegas, quando de repente ela me fala: "tira minha calcinha", e eu, obediente, puxei pra baixo e tirei. Subi de novo e peguei a mesma posição, minha pica enfiada no cu dela, já pelados, só o boxer nos separava, e parecia que ela tava prendendo minha pica com as nádegas. Ela começou a gemer e apertar os lençóis, e chegou a hora que ela disse: "tira logo o boxer". Tirei num instante e montei de novo naquela posição, já praticamente enfiando a pica entre as nádegas dela. Como eu tava escorrendo líquido seminal, comecei a lambuzar o cu dela, e meu pau tava se masturbando entre as nádegas dela. De repente, ela abriu mais as pernas e gemeu, e falou: "enfia em mim, por favor". Levantei ela pela cintura, encaixei naquela bunda peluda e enfiei, sem dificuldade nenhuma porque já tava toda molhada. Minha tia gemia que nem gata no cio, e eu comecei a bombar, e ela falava coisas tipo: "adorei que teu pau subiu na bicicleta, me come até gozar", o que me deixava mais tesudo. Quando senti que ia gozar, diminuía o ritmo, e ela, feito uma puta, falava: "não para, dá mais forte". Assim continuei até que, com a voz cortada e ofegante, falei: "tia, vou gozar". Ela disse "espera" e se afastou, e falou: "enfia no meu cu pra não me engravidar, e além disso você adora, sempre te vejo olhando pra ele". Eu, sem perder tempo, encaixei na entrada enquanto ela abria as nádegas com as mãos, e fui descendo devagar, sentindo como tava entrando nas entranhas da minha tia, como aquele cu apertava meu pau, como se quisesse ordenhar. Comecei o vai e vem, e ela gemendo que nem uma gata, fazendo sons tipo "mggg mmmmmm, aiii sim papai, me come", e eu comendo aquele cu gostoso que sempre quis comer. Ela abria mais as pernas pra eu enfiar mais fundo naquele cu, e pedia pra eu meter tudo até o fundo. Eu falei pra ela: tia, vou gozar. E ela respondeu: siiiim, goza dentro do meu cu, goza meu filho. E eu não aguentei, explodi, enchendo o cu dela de porra. Ela se contorcia toda por causa do orgasmo que tava tendo. Fiquei um tempão em cima dela, depois me soltei e a gente dormiu em paz. Depois disso, toda vez que dava, na cama dela, eu metia uma boa surra de rola na minha tia, até que ela finalmente casou. Coisa que eu não consigo esquecer.
FIM
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