Tudo começou quando eu tinha 16 anos. Sempre fui um cara alto e magro, e imagino que naquela época eu era aquele típico garoto seco que não causa muita excitação numa mulher. E eu tenho uma tia que, naquela época, tinha quase 30 anos, bonita, altura média, corpo não era uma deusa, mas bem proporcionado, que desde aquela idade já me despertava tesão. Os peitos dela eram normais, mas a cintura bem desenhada, e uma bunda empinada, com uns quadris largos e bem gostosos. Sempre, desde aquela idade, eu adorava passar minhas férias na casa dos meus avós, que ficava numa cidadezinha não muito longe da minha. Perto dessa cidade, meus avós tinham um sítio com alguns animais e plantações, que sempre precisavam de cuidados. Nessas férias, cheguei na casa dos meus avós e minha tia morava lá com eles. Ela era solteirona, já tinha tido namorados, e eu imaginava que ela dava umas trepadas, porque como era possível que aquela mulher com aquela bunda nunca tivesse provado um pau? Quando estávamos em casa, me deixavam dormir em qualquer lugar, já que a casa era grande. Às vezes dormia na sala em uns colchões, às vezes num quarto, e outras até no sofá. Minha tia dormia num quarto grande com duas camas: uma de casal (onde ela dormia) e uma de solteiro (pra quando tinha família e faltavam camas), que sempre ficava vazia. Nesse quarto tinha um banheiro, e eu às vezes usava ele e, ao entrar, via ela dormindo a sesta da tarde, deitada de bunda pra cima. Eu tinha uma relação de bastante confiança com minha tia; ela às vezes cuidou de mim quando criança, e isso criou laços fortes, então eu podia muitas vezes dormir naquela cama de solteiro e ela na dela. Toda vez que eu fazia isso, ficava a mil, porque vou contar pra vocês: minha tia tinha uma particularidade naquela época, que até hoje me deixa com muito tesão. Ela usava muitas vezes em casa, quando estava só com meus avós e comigo, roupas confortáveis, do tipo... Ela vestia suas camisetas e o que mais me deixava doido era quando usava uns shorts de algodão, tipo legging, bem justinhos no corpo, na cor branca. Hummm, só de lembrar já me dá um tesão. Adorava ver ela andando pela casa, fazendo a limpeza com aquelas leggings brancas, porque muitas vezes ela não ligava e a calcinha que usava era de outra cor, marcando ou aparecendo por baixo — vermelha, preta, e às vezes umas microcalcinhas que eu achava que ela usava pra ser comida mais fácil. Tinha noites que era impossível dormir naquele quarto, porque muitas vezes eu ia deitar na caminha e ela chegava depois, entrava no banheiro pra se trocar e, quando menos esperava, saía com aquelas leggings brancas — acho que tinha várias, porque usava direto. Primeiro, ela se deitava na cama lendo uma revista com a luz acesa, obviamente de bruços, com a bunda empinada, dando um show fenomenal. Era quando eu aproveitava pra ir ao banheiro, passando bem perto dos pés da cama dela, e contemplar aquela bunda linda, redonda, de quadril largo, e mesmo quando usava calcinha branca, dava pra ver tudo por transparência. Eu não conseguia dormir nessas noites, queria ir até a cama dela e agarrar aquela bunda, porque muitas vezes ela não se cobria. Como eu não tinha coragem, muitas vezes só ia ao banheiro de madrugada, acendia a luz e deixava a porta entreaberta pra iluminar um pouco aquela bunda, e assim eu me masturbava quase nas costas dela, até finalmente dormir. A gente ia direto pro rancho, porque tinha coisas pra fazer, como a engorda do gado, que sempre tiravam dos animais. Então, levávamos os bichos pro curral e dávamos comida lá. Sempre eram uns primos que eu tinha na cidade que cuidavam de tudo, porque na época da engorda tinha que ficar lá dormindo no rancho, já que precisava dar comida até de madrugada. Eu muitas vezes ia com eles pra ficar, e também sabia o esquema de alimentar os animais. O rancho ficava a 7 km de lá, e muitas Às vezes íamos de caminhonete, outras de bicicleta. Uma tarde, meus primos foram na casa dos avós e comentaram que tinham uma festa no fim de semana, então avisaram com antecedência pra ver quem ia substituir eles no rancho pra dar comida pros bichos. Na hora, não tinha ninguém além de mim, e eu me ofereci pra ficar sozinho lá no rancho dormindo, porque já sabia como era a bagunça. Meus avós disseram que não, porque eu tinha só 16 anos e ficar sozinho no rancho deixava eles preocupados. Minha tia estava lá e foi quando ela comentou que no fim de semana não tinha nada pra fazer e que eu e ela podíamos ir ficar lá, e meus avós concordaram que era melhor assim. Que já duas pessoas era menos risco, e eu já sabia onde estava a espingarda. Chegou o fim de semana e eu ansioso, porque pensava que de sexta a domingo ia ficar sozinho com minha tia e imaginava um monte de coisa. Na tarde de sexta, perguntei pra minha tia quem ia nos levar pro rancho, e ela respondeu que ninguém, que a gente ia de bicicleta. Pensei que cada um levaria uma, mas surpresa: só íamos levar uma, daquelas tipo vagabundo, com banco comprido, e eu não reclamei, sabia que ia ter minha tia colada em mim. Fizemos uma mochila com roupas, e vi que ela colocou várias legging branca, e só de ver isso fiquei durasso. Ela disse pra eu levar a mochila nas costas, mas eu respondi que era melhor ela colocar nas costas dela, já que eu ia pedalar, mas ela disse que não, que era ela quem ia me levar, que eu ia atrás. Só de ouvir isso, quase tive uma ereção, ter aquela bunda colada em mim na bicicleta. Como já era tarde e a estrada ficava escura, decidimos ir. Eu estava lá fora com a bicicleta, minha tia saiu de casa com uma das várias legging branca dela, e eu não podia acreditar. Eu me sentei pra trás no banco, ela montou na bicicleta e de repente depositou a bunda perto do meu pau e começamos a viagem. Como todo Estrada de terra, cheia de buracos, e aí do nada a gente pulava um e caía noutro, de um jeito que num instante ficamos grudados um no outro no banco e eu sentia em cada buraco que ela sentava no meu pau, que tava duríssimo. Eu tentava me afastar um pouco pra disfarçar, mas caía noutro buraco e, num certo ponto, meu pau foi esmagado por aquela bunda deliciosa até a gente chegar. Já tava escuro, minha tia fez um café, a gente conversou, cuidei da lida do gado rapidinho e fomos dormir. Tinha duas camas na casinha do rancho, as duas com mosquiteiro. Ela foi pra uma, eu pra outra, e quando ela dormiu, eu me masturbei pensando naquela bunda que tinha sentido. Dei comida de madrugada e de manhã. Minha tia levantou, fez café e uns ovos fresquinhos das galinhas com uns feijãozinho seco que tinha lá, hummm, que gostoso. O dia foi normal, e depois de tratar o gado à tarde, me perdi um pouco vendo uns papagaios no mato. Quando tava voltando pra casa, ouvi minha tia cantando e barulho de água caindo. Achei que ela tava tirando uns baldes d'água da mangueira que vinha de um telhado, onde os animais bebiam. Quando consegui ver melhor, percebi que minha tia tava tomando banho de roupa, camiseta e legging, e gritei: "Ei, a água tá boa?" Ela respondeu: "Simmm, super recomendo!" Quando cheguei no curral, percebi uma coisa que me deixou besta. Fui ver como ela tava tomando banho e notei que a putinha tava de legging branca, mas sem calcinha por baixo, porque a água marcava o montinho cheio de pelos, e os biquinhos dos peitos já tavam bem visíveis na blusa. Ela me chamou: "Vem, experimenta a água, tá uma delícia, sente!" Eu pensei que ela queria sentir outra coisa. Fiquei parado, todo sem jeito, e aí ela perguntou: "Aconteceu alguma coisa?" E eu: "Não, nada. Ela me diz: «então por que essa cara?» E eu: «qual? a de sempre.» Virei pra ir embora, e ela, rindo: «ahhh, você tem medo de água.» Fui pra casa, queria bater uma, mas não fiz, me segurei. Mais tarde, cumpri a tarefa do rancho de novo e ia jantar, e ela passeando com aquela legging branca, que notei que por baixo tinha uma calcinha minúscula branca também, mas dava pra ver. Ela se abaixava, passava rebolando a bunda e tudo. Até que chegou a noite e fui dormir de novo, e quando tava indo pra cama, ela me chama: «ei, vem cá dormir comigo, porque tá tão deserto, me sinto muito sozinha aqui.» Então, sem dizer nada, falei que sim. Fui vestir uma camiseta e um shorts, deitei de um lado e fechamos o mosquiteiro. Passou um tempo e eu não conseguia dormir, me mexia de um lado pro outro, e ela se mexeu e perguntou o que tava rolando. Falei que tava muito calor. Ela disse: «tira o shorts, fica só de boxer.» E obedeci. Passou mais um tempo, sem dormir, virava e na escuridão via aquela bunda gostosa empinada, já que ela tava de bruços. Depois de um tempo, me inclinei, fiquei assim um pouco, ela não se mexeu, e eu me atrevi. Aproximei um pouco meu rosto da bunda dela, como se fosse dar um beijo, mas foi pra sentir o cheiro da virilha. Veio um cheiro de sexo gostoso. Acho que ela sentiu algo, porque me afastei e fiquei sentado. Ela virou, se inclinou e perguntou: «o que foi?» Falei que não conseguia dormir. Ela disse: «ai, meu filho, vem cá, vou passar a mão no teu peito pra te acalmar.» Me deitou e começou a passar a mão no meu peito, depois na barriga, e enfiou a mão por baixo da camisa. Aí ela falou: «agora é tua vez.» Virou, ficou de bruços e deixou aquela bunda gostosa exposta. Comecei, tremendo, a passar a mão nas costas dela, nos ombros, e depois de um tempo enfiei a mão por baixo da blusa, acariciando as costas nuas. Continuei, e em alguns minutos ela disse: «amassa minhas costas.» E eu: «como?» Ela: «ai, assim, com as tuas mãos, aperta.» Tentei de lado, mas não dava certo. Tentei até que ela diz: "Sobe em mim". Eu, com cara de "como assim?", e ela: "Ah, igual monta num cavalo, assim você me quebra melhor." Subi, todo trêmulo, comecei a fazer pressão com as mãos nas costas dela. Como estava quase montado na bunda dela, quando me inclinava, meu pau, que já tava bem duro, às vezes encaixava nas nádegas dela. Aí lembrava da calcinha minúscula que ela tava usando e ficava mais duro ainda. Massageava os ombros dela, e por isso tinha que me inclinar pra frente, ficando praticamente em cima da bunda dela com meu pau, e ela já começava a abrir as pernas, deixando meu pau enfiar mais naquela bunda. Ela mesma tirou a blusa e mandou eu continuar. Já tava ali um tempão quando ela falou: "Passa a mão na minha cintura." Sentei quase nas coxas dela e comecei a passar a mão na cintura, mas nessa altura eu já tava deixando ela com tesão, e ela sentia como levantava a bunda a cada toque. Comecei a me arriscar e passei a mão um pouco mais pro lado das nádegas. Como vi que ela arqueava mais a cintura, senti que tava gostando, a ponto de eu começar a massagear mais as nádegas dela e ela abrir mais as pernas. Ela pega minhas mãos, assim de bruços como tá, e diz: "Espera." Pensei: "Já era, ferrei tudo." Ela fala: "Abaixa a legging pra você me dar um massagem mais gostosa." Eu não podia acreditar. Levantei um pouco a cintura dela e comecei a abaixar a legging. Foi aí que pude ver a calcinha minúscula que mal tapava a bunda dela. Perguntei: "Até as pernas, tia?" Ela respondeu: "Não, tira tudo." Tirei tudo. Depois ela disse: "Agora continua com a massagem." Eu tava com o pau duríssimo, quase escorrendo. Montei de novo nas coxas dela e continuei nas nádegas. Ela arqueava e mexia a bunda em círculo, disfarçadamente. Depois, desci as mãos até a altura da virilha dela e massageava devagar. Ela abria mais as pernas. Aí me atrevi a tocar um pouco mais onde sentia aquela calcinha. Senti que tava molhada. Então fui me sentando de um jeito que conseguisse alcançar os ombros dela pra massagear. Depois de um tempo, já tava igual no começo, quase em cima dela. deitado em cima dela, enfiando a pica no cu dela. Nessa altura, minha tia já tava rebolando a bunda em círculos na minha pica e abrindo e fechando um pouco as nádegas, quando de repente ela fala: "tira minha calcinha", e eu, obediente. Puxei pra baixo e tirei, subi de novo e peguei a mesma posição, minha pica enfiada no cu dela já pelado, só o boxer nos separava, e parecia que ela tava prendendo ele com as nádegas. Ela começou a gemer e apertar os lençóis, e chegou a hora que ela fala: "tira logo o boxer". Tirei num instante e montei de novo naquela posição, já praticamente enfiava a pica entre as nádegas dela, e como eu tava escorrendo líquido seminal, comecei a lambuzar o cu dela, e meu pau tava se masturbando entre as nádegas dela. De repente, ela abriu mais as pernas e gemia, e fala: "enfia em mim, por favor". Levantei ela pela cintura e encaixei naquela bunda cheia de pelo, e enfiei sem dificuldade nenhuma, porque já tava molhada. Minha tia gemia que nem gata no cio, e eu comecei a bombar, e ela falava umas coisas tipo: "me excita que teu pau subiu na bicicleta, me come até gozar", o que me deixava mais tesudo. Quando senti que ia gozar, diminuía o ritmo, e ela, feito uma puta, falava: "não para, dá mais forte". Assim continuei até que falei, com a voz cortada e ofegante: "tia, vou gozar". Ela fala: "espera", e se afastou, e disse: "enfia no meu cu pra não me engravidar, e além disso você adora, sempre te vejo olhando pra ele". Eu, nem perda de tempo, encaixei na entrada enquanto ela abria as nádegas com as mãos, e eu encaixei no cu dela e fui descendo devagar, sentindo como ia entrando nas entranhas da minha tia, como aquele cu apertava meu pau, como se quisesse ordenhar, e comecei o vai e vem, e ela gemendo que nem uma gata, fazia sons tipo "mggg mmmmmm, aiii sim papai, me come", e eu comendo aquele cu gostoso que sempre quis comer. Ela abria mais as pernas pra eu enfiar mais fundo naquele cu, e falava pra eu meter tudo até o fundo, até Eu falei pra ela: tia, vou gozar. E ela respondeu: siiiim, goza dentro do meu cu, goza meu filho. E eu não aguentei mais, estourei, enchendo o cu dela de porra. Ela se revirava toda de tanto orgasmo que tava tendo. Fiquei um tempão em cima dela, depois me desgrudei e a gente dormiu em paz. Depois disso, toda vez que dava, na cama dela, eu metia umas fodas na minha tia até que ela finalmente casou. Coisa que eu não consigo esquecer.
FIN
FIN
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