A excursão do terceiro dia foi uma ida a uma sala de escape e depois um lanche numa chocolateria. Passei o tempo todo conversando e colocando o papo em dia com os caras e com a May, além de ficar trocando mensagem direto com a Pau, que tinha as mesmas excursões mas em horários diferentes. A festa daquela noite era à fantasia, a pior pra minha própria roupa mas uma das minhas favoritas pra apreciar a roupa feminina, então decidi aproveitar meu cabelo loiro pra me fantasiar de THREE HOLE JIM (pra quem não sabe, é uma referência a The Office), uma fantasia com zero elaboração, que embora fosse chata em termos de fantasia e preparação, achei divertido pra ver quem tinha assistido aquela série e um bom assunto pra quebrar o gelo. Por causa disso, os caras me fizeram tomar banho por último, já que não precisava de preparação e as fantasias deles sim. Aproveitei o tempo enquanto eles tomavam banho pra encontrar a Pau por um tempo, mas a gente só tirou um cochilo abraçados, porque as amigas dela estavam no quarto. Mesmo assim foi impossível nos conter e nos tocar um pouco, mas quando coloquei minha mão na calcinha fio dental dela, ela tirou e com um sorriso doce me disse pra guardar a vontade pra noite. Adorei que ela já deu como certo que eu ia passar a noite com ela, porque eu também já tinha pensado nisso haha. Quando voltei pro meu quarto, encontrei os caras inquietos, como se estivessem nervosos com alguma coisa. Quando perguntei o que tava rolando, eles confessaram que tinham organizado uma prévia com o grupo da Julieta no quarto dela, mas me garantiram que o Mateo não ia estar e, por isso, talvez ela também não, então me estenderam o convite. De má vontade, falei que eles podiam ter me avisado com antecedência pra eu organizar outra coisa, mas eles se desculparam dizendo que também tavam afim de ficar comigo. Depois de zuar um pouco eles por essa putaria toda, fui tomar banho e me preparar mentalmente pra como seria aquela noite. No fim, acabei ficando feliz, porque aquele grupo era bem amigo meu e a gente estávamos nos distanciando por causa do problema com o Mateo e a Juli, o que não era nada agradável pra mim. Antes de sair, decidimos fumar um baseado e tomar uma garrafinha de Chandon, celebrando estar ali, que as coisas estavam dando certo e porque era um dos primeiros momentos que a gente tinha os três juntos sozinhos na viagem. Coisas de amizade de muitos anos e costumes, sempre tentamos manter a sã tradição de tirar um tempinho pra celebrar entre nós. Depois desse pequeno ritual, a gente se perfumou, peguei uma garrafa de fernet pra não chegar de mãos vazias, meu copo do Estudiantes de La Plata, uma cantil com rum que convenci os caras que era pra eu beber porque Cuba Libre é meu drink favorito, mas na real era pra compartilhar, porque também era o drink favorito da Juli e tinha nos acompanhado nas nossas melhores noites, e partimos pro quarto das minas, alguns andares abaixo do nosso. Chegando lá, vimos que não tinha tanta gente, mas todo mundo tava muito feliz conversando, fumando e bebendo com uma música boa de fundo, então rapidamente entramos nessa vibe e passamos um tempão legal. Percebi que tava sentindo falta de passar tempo com eles, principalmente com o Mono e a Ana, a melhor amiga da Juli. Dessa última não tinha sinal, até que senti a porta do banheiro abrir e, sinceramente, fiquei de boca aberta: ela saiu recém-banhada com um vestido vermelho justo no corpo que destacava lindamente a bunda enorme dela e os peitos sem sutiã, com uma gargantilha vermelha que me deixava com um tesão danado porque tenho uma fraqueza por pescoços, com uns saltos finos que também me enlouqueceram e com uma carinha de felicidade que fazia tempo que não via nela. Ela tava realmente radiante e não consegui disfarçar minha empolgação ao vê-la daquele jeito. Por sorte, acho que ninguém além do Manu percebeu, que rapidamente me deu uma cotovelada leve pra me tirar da cara de bobo. Ela se aproximou e cumprimentou todo mundo um por um, mas Quando ela se aproximou de mim, me deu um abraço e um beijo na bochecha bem perto do lábio, além de um olhar fixo nos olhos, onde senti que ela ainda sentia algo por mim. Pra piorar a situação de confusão e tesão em que eu estava, ela sentou do meu lado e, depois de ver que meu copo não tinha espuma, me olhou com cara de puta e, tirando o meu bagaço do bolso, passando perigosamente perto da minha já dura piroca, sussurrou no meu ouvido "pelos velhos tempos", enquanto enchia o copo com o líquido dourado especial pra nós dois. Um tempo depois, a gente já tinha aumentado o som e começou a dançar todo mundo junto, e, mesmo que eu não tenha dançado colado com ela nem feito nada estranho, os sorrisos e os olhares não demoraram a aparecer e estiveram presentes o tempo todo. Quando chegou perto da hora de entrar na balada, decidi descer antes no elevador pra ter tempo de queimar um baseado, e tive uma surpresa enorme quando ela entrou comigo, só nós dois. Começamos a falar sobre alguma besteira da prévia e fomos nos aproximando até que nossas bocas ficaram quase grudadas. Antes de rolar o beijo desejado, senti a porta do elevador abrir e a partir daí não lembro de mais nada ----------------------------------------------------------------------- Minha próxima lembrança é abrindo os olhos num quarto onde nunca tinha estado na vida, na verdade tava arrumado e limpo demais pra ser de um formando. Sentia uma dor de cabeça forte que não me deixava pensar. Quando tentei me levantar, senti uma mão no meu ombro e uma voz suave me tranquilizando, dizendo que eu tava bem e que não tinha acontecido nada. Quando virei a cabeça, vi a Mariela, a mãe acompanhante, me olhando preocupada. Ao ver minha cara de confusão, ela disse: - Mateo... Nessa hora comecei a lembrar de algumas cenas soltas: a porta se abrindo, um barulho de vidro quebrando, um grito de medo absoluto da Julieta, muita gente chegando. Automaticamente me levantei Sobressaltado: - JULI, COMO É QUE A JULIETA TÁ, O QUE ESSE ANIMAL FEZ COM ELA? MATEI ELE. - Calma, calma. Depois de bater em você, ele ficou paralisado de medo e levaram ele embora. Ele vai passar a noite no quarto dele e amanhã cedo mandam ele de volta pra La Plata no primeiro avião. O importante agora é você ficar tranquilo, o golpe felizmente não abriu sua cabeça, mas um médico tá vindo pra examinar por causa do desmaio. Te trouxe pro meu quarto pra você poder descansar um pouco. - Então ela tá bem? - Sim, fica tranquilo... - E depois de uma pequena pausa, ela completou: - Me dá uma ternura como você se preocupa com ela apesar de tudo que aconteceu, adoraria que alguém tivesse essa atenção comigo. - Não me diga que com essa beleza toda você não tem ninguém que se preocupe com você. - Mas o que você tá dizendo, se eu já sou velha, olha, até você me trata de senhora hahaha. - Posso te tratar do jeito que você quiser - falei com um sorriso safado. - Haha parece que nem na porrada você perde a vontade de paquerar hein, as meninas já tinham me contado da sua fama de putinho hahaha - ela disse enquanto colocava a mão na minha perna e passava devagar. Mudamos de assunto e começamos a falar de bobeira, sobre a relação dela com a filha, sobre como a gente tava passando o tempo e outras merdas do tipo. Nessa hora, reparei de novo na beleza dela, no rosto lindo com olhos penetrantes, nos peitões que pareciam que iam estourar a camisa e o sutiã que segurava eles, e principalmente na atitude avassaladora de mulher experiente. Essa senhora era a definição de MILF e, sem perceber, eu tava ficando excitado pra caralho só de ter ela perto de mim com a mão apoiada na minha perna. Pra piorar, a conversa começou a ir pra áreas mais íntimas, e ela até acabou confessando que fazia tempo que não sentia desejo por ninguém... - "...até que eu vim pra cá e me vi cercada de caras atrevidos como você, prontos pra tudo em qualquer lugar" - Enquanto falava isso, notei que o olhar dela tava fixo. no meu volume, que, por estar usando uma calça clara, deixava completamente evidente meu estado de ereção. Naquele instante, a mão dela começou a se aproximar e, quando eu já estava sentindo os dedos dela no meu pau, três batidas secas na porta nos trouxeram de volta à realidade. Ela rapidamente se levantou, ajeitou a camisa depressa e foi abrir. O médico tinha chegado e, pela segunda vez no dia, me deixou a centímetros da glória. O resto da noite passei entre médicos no hospital, porque decidiram que o melhor era fazer uns raios-X pra checar se estava tudo em ordem, sempre acompanhado pela Mariela, mas agora o semblante calmo e confiante dela tinha virado nervosismo e uma espécie de vergonha, já que ela não me olhava na cara e baixava os olhos quando me via observando ela. Quando voltamos pro hotel já eram 3 da manhã, então faltavam umas horas pra todo mundo voltar da balada. Pensando nisso, resolvi ir um passo além e arriscar tudo: — Mari, me acompanha nuns drinks e um baseado? Perdi a balada e não quero ir dormir tão na bad, além disso, você também tem direito de se divertir um pouco, né? — Hmm, sei não, e se os meninos chegarem antes, o que a gente faz? — Não estamos fazendo nada de errado, né? Ou estamos... — Kkkk você é terrível, tá bom, mas traz pro meu quarto. Entra direto, vou deixar a porta aberta. Sem perder um segundo, saí voando pro meu quarto, troquei meu disfarce falso por uma sunga e uma camisa de linho solta, peguei a garrafa de rum e minha mochila com as paradas de maconha e fui sem hesitar pro encontro com ela. Quando entrei, encontrei ela de costas fazendo um coque, o que me deixou ver uma tatuagem pequena, mas excitante, na nuca dela. Além disso, notei que ela tinha trocado a calça por um short esportivo que destacava ainda mais uma bunda linda e empinada, além de me deixar confirmar o que eu já vinha pensando: Mariela leva muito a sério o cuidado com o corpo e isso fica claro no quanto ele é tonificado. suas pernas. Ao me virar, fiquei surpreso ao ver que ela não usava sutiã, e seus peitões operados se apertavam contra o tecido fino da camisa, transparente e expondo uns mamilos escuros lindos que eu notei bem durinhos. Pra não ficar parecendo um punheteiro, tentei não olhar muito, mas ela tava irresistível. — Não te perguntei o que queria beber, mas espero que goste de Cuba Libre. — Olha só o cara, tomando drink de gente grande. — Eu curto coisas de milf — falei com duplo sentido sem olhar pra ela enquanto preparava o drink, sentindo ela sentar na cama atrás de mim. — Hahaha essas cantadas guarda pras novinhas, comigo não, hein. — E com você, como eu faço? — perguntei me virando e olhando fixo nos olhos dela. — Comigo, me mostra que você é mais do que só palavras. Antes dela terminar a frase, já tinha pulado em cima dela pra beijar a boca dela. Coloquei ela debaixo de mim, com as pernas dela cruzadas nas minhas costas, e sem hesitar rasguei a camisa dela de uma vez e mergulhei naqueles peitos que há dias me deixavam louco. Enquanto isso, ela já tinha tirado meu pau da calça e começado a bater uma lentamente. — Seu filho da puta, como você me esquenta assim, agora é melhor me deixar bem comida, hein — me desafiou enquanto segurava meu cabelo e puxava minha cabeça pra entreperna dela. Sem me fazer de rogado, puxei o short e a calcinha dela de uma vez e comecei a chupar devagar, passando a língua por toda a buceta e parando suavemente no clitóris dela. Quando percebi que ela já tava impaciente com meu ritmo lento, dei um tapa na bunda dela que arrancou um gritinho e falei: — Agora você vai ver como um filho da puta come sua buceta e te faz gozar como se você fosse uma putinha. Na sequência, comecei a chupar toda a buceta dela sem parar, passava a língua de um lado pro outro bem rápido, depois pra cima e pra baixo, sugava. Tava desesperado, aquela buceta riquíssima e, além disso, a puta madura não parava de gemer de um jeito lindo. Comecei a enfiar alguns dedos nela enquanto continuava com minha língua sem dar trégua nem um segundo. Em pouco tempo, já estava enfiando e tirando três dedos extremamente molhados da buceta dela em alta velocidade, arrancando gritos e mais gritos de prazer e sentindo ela se contorcer na cama. Quando percebi que ela já estava no limite, decidi ir um pouco além e descer um dos dedos até o cu dela. Ao enfiar só metade do dedo, que deslizou fácil por causa da lubrificação que vinha da própria buceta dela, ela explodiu num orgasmo barulhento e jorrando: a MILF se molhava mais do que qualquer garota com quem eu já tinha estado. - AAAAAAAI, cara, como você tá chupando minha buceta, continua, continua, continua que eu adoro, ahh ahhh aaaah AAAAAAAH SIM, PELO AMOR DE DEUS, SEU CARALHO -. Mariela não parava de gozar, até que num momento aconteceu algo que eu nunca tinha visto nem sentido ao vivo: senti uma pressão enorme da buceta e do cu dela nos meus dedos e, logo em seguida, começaram a sair vários jatos que encharcaram minha cara toda, a cama e até o chão do hotel. Foi aí que dei uma pequena pausa, posicionei minha piroca venosa na entrada da buceta dela e, olhando fixo nos olhos dela, falei: - Isso é só o começo, puta, agora você vai ver como um filho da puta te come. Enfiei tudo de uma vez e comecei a bombar com força, fazendo ela sentir minha piroca inteira e arrancando vários gemidos, enquanto sentia as pernas dela tremerem, porque ela ainda não tinha se recuperado do orgasmo recente. Quando trocamos de posição e ela subiu em cima de mim já recuperada, senti de verdade toda a experiência dela no sexo: ela me montou como nunca ninguém tinha montado, enquanto eu via os peitos duros dela quicando na minha cara. Quando já estava quase gozando, pedi pra ela deitar pra eu gozar em todos os peitos dela. Gozei uma quantidade inacreditável, fiz uma verdadeira obra de arte de porra nos peitos e no rosto dela, que ela, com carinha de puta. Pegou com um dedo e levou à boca. — Que delícia, fiquei com vontade de chupar ela toda — disse enquanto passava a língua nos lábios. — Toda sua — respondi, me deitando de barriga pra cima na cama e batendo uma. — Hummm, tinha esquecido essa sensação de estar com alguém que goza e continua com vontade. Rapidamente, ela arrumou o coque e abaixou a cabeça até minha pica. Começou passando a língua e dando beijos por todo o comprimento da pica, deixando ela toda babada, depois desceu pras bolas e ficou um tempo chupando elas também, alternando entre uma e outra. Quando pensei que não aguentava mais de prazer, ela pegou minha pica e, depois de dar um beijinho na cabeça, enfiou ela inteira na boca. Chupava com uma maestria incrível, não deixou nenhum dos meus 20 cm fora da boca, e ainda alcançava com a língua minhas bolas, parecendo uma atriz pornô. Depois de um tempo me fazendo o melhor boquete da minha vida, ela ficou de quatro e, abrindo as nádegas, disse: — Já arrombou um cu, cara? Você me deixou com vontade com os dedos hoje. Rapidamente, enfiei minha cara no meio daquelas duas nádegas abertas e chupei tudo, passava da buceta pro cu e do cu pra buceta. Quando senti que já estava lubrificado, comecei a enfiar dedos naquele cu tão lindo, primeiro um, depois dois, depois três, até encostar a ponta da pica ali. Enquanto isso, Mariela não parava de se tocar na buceta, esfregando o clitóris a toda velocidade. — Pra ser sincero, você é a primeira puta que me entrega o cu, então qualquer coisa me fala. — Meu Deus, como você me excita, cara, vai, arromba tudo, é seu presente de formatura. Vocês vão concordar comigo que a sensação de arrombar um cu pela primeira vez é inesquecível. Além disso, tava realizando o sonho de qualquer cara: comer uma MILF gostosa pra caralho e super puta. Devagar, comecei a enfiar. Quando pensei que não dava pra enfiar mais, comecei a bombar pica no cu dela, mas ela decidiu fazer Empurrei pra trás e enfiei tudo de uma vez. - AI AI AI, VOU GOZAR NO CU, AI MEU DEUSOOOOOO-. Ela gritava enquanto tinha meu pau inteiro dentro, continuava se masturbando e começava a se esguichar toda, molhando a cama de novo. Continuei bombando um pouco mais, e quando ela percebeu que não aguentava mais, me deitou na cama, enfiou de novo de frente pra mim e começou a cavalgar de novo, mas dessa vez no cu. - Enche meu cu de porra, vai, quero sentir leitinho quente dentro de novo-. Ela disse, e me fez gozar na hora. Quando terminei de gozar, ela saiu e deixou toda a porra cair em cima do meu pau. Depois disso, ela disse que isso ia ser nosso segredo, que ninguém podia saber, e que eu fosse embora, que precisava descansar. Dei um último beijo nela e deixei ela lá, pelada se recuperando, toda fodida, como ela tinha pedido. --------------------------------------------------------------------- Saí do quarto dela às quatro e meia da manhã, então resolvi olhar o celular e me deparei com um monte de chamadas perdidas e mensagens da Julieta e da Paula. A Juli eu ignorei, porque já teria tempo pra conversar e ainda tava meio puto por ela não ter tido a consideração mínima de ficar comigo, e com certeza foi acompanhar o idiota que me bateu. Quanto à Paula, mandei um áudio explicando toda a situação, mentindo que tava de repouso por causa do soco. Na hora que respondi, chegou uma foto dela se exibindo no espelho que me deixou louco: ela tava fantasiada de policial, com umas meias altas pretas, uma mini saia bem curtinha e uma camisa azul também bem curtinha. Além disso, tinha duas tranças que davam um toque final num look do caralho. Na descrição da foto tava escrito: "senti muito a sua falta hoje, pensei que você ia se comportar mal e eu ia poder te algemar". Quando cheguei no meu quarto, me deitei pra manter a mentira do repouso, fiquei só de cueca e mandei uma foto segurando o volume, com a legenda "ainda Ainda dá tempo de eu me comportar mal? Te espero no meu quarto." Na sequência, mandei uma mensagem pros caras pra deixarem o quarto livre até umas 6 horas e, claro, fui tomar um banho, porque tava com um cheiro de sexo impossível de disfarçar. Assim que terminei, ouvi a porta bater, então, só com a toalha na cintura, resolvi abrir. — Me ligaram pra avisar que neste quarto tinha um menino safado, então vou ter que fazer uma revista. — Não tinham me avisado que você tava armado, vou ter que checar mais de perto. — Disse enquanto passava a mão na minha pica por cima da toalha e se abaixava até ficar de cara com a minha pica. Depois, tirou a toalha e começou a chupar devagar. — Hum, que pica gostosa, pensei que hoje você não ia me dar. Vou ter que te algemar, você precisa de uma licença pra andar com uma pica dessa. — Falou depois de tirar da boca, enquanto colocava nos meus pulsos duas algemas de cotillón que tinha no bolso. Rapidamente, me jogou na cama e, sem tirar a fantasia de policial, só puxou a tanga pro lado e começou a me cavalgar selvagemente. Embora eu viesse de transar com a Mariela e a experiência dela, a sensação de transar com a Paula era imbatível, sentia uma conexão diferente de qualquer outra coisa, então curti essa foda de um jeito incrível. Além disso, a sacanagem de ser comido pela mina enquanto tava algemado e ela fantasiada de policial dava um gosto especial. Continuamos transando por mais um tempo, até que os dois gozamos de um jeito lindo. A sensação de gozar toda a buceta bem molhada enquanto sentia as contrações dela e nos olhávamos nos olhos era realmente indescritível. Depois, ela vestiu uma camiseta minha do Estudiantes e dormimos abraçados. Nem ouvimos os caras entrarem no quarto, mesmo eles tendo entrado acompanhados.
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