Viaje de egresados (6)

A excursão do terceiro dia foi uma ida a uma sala de escape e depois um lanche numa chocolateria. Passei o tempo todo conversando e colocando o papo em dia com os caras e com a May, além de ficar trocando mensagem direto com a Pau, que tinha as mesmas excursões mas em horários diferentes. A festa daquela noite era à fantasia, a pior pra minha própria roupa mas uma das minhas favoritas pra apreciar a roupa feminina, então decidi aproveitar meu cabelo loiro pra me fantasiar de THREE HOLE JIM (pra quem não sabe, é uma referência a The Office), uma fantasia com zero elaboração, que embora fosse chata em termos de fantasia e preparação, achei divertido pra ver quem tinha assistido aquela série e um bom assunto pra quebrar o gelo. Por causa disso, os caras me fizeram tomar banho por último, já que não precisava de preparação e as fantasias deles sim. Aproveitei o tempo enquanto eles tomavam banho pra encontrar a Pau por um tempo, mas a gente só tirou um cochilo abraçado, porque as amigas dela estavam no quarto. Mesmo assim foi impossível nos segurar e nos tocar um pouco, mas quando coloquei minha mão na calcinha fio dental dela, ela tirou e com um sorriso doce me disse pra guardar a vontade pra noite. Adorei que ela já deu como certo que eu ia passar a noite com ela, porque eu também já tinha feito isso, haha. Quando voltei pro meu quarto, encontrei os caras inquietos, como se estivessem nervosos com alguma coisa. Quando perguntei o que tava rolando, eles confessaram que tinham organizado uma prévia com o grupo da Julieta no quarto dela, mas me garantiram que o Mateo não ia estar e, por isso, talvez ela também não, então me estenderam o convite. De má vontade, falei que eles podiam ter me avisado com tempo pra organizar outra coisa, mas eles se desculparam dizendo que também tavam afim de ficar comigo. Depois de zoar um pouco eles por essa putaria toda, entrei no banho e fui me preparando mentalmente pra como seria aquela noite. No fim, acabei ficando feliz, porque aquele grupo era bem amigo meu e a gente estávamos nos distanciando por causa do problema com o Mateo e a Juli, o que não era nada agradável pra mim. Antes de sair, decidimos fumar um baseado e tomar uma garrafinha de Chandon, celebrando estar ali, que as coisas estavam dando certo e porque era um dos primeiros momentos que a gente tinha os três juntos sozinhos na viagem. Coisas de amizade de muitos anos e costumes, a gente sempre tenta manter a santa tradição de tirar um tempinho pra celebrar entre nós. Depois desse pequeno ritual, a gente se perfumou, peguei uma garrafa de fernet pra não chegar de mãos abanando, meu copo do Estudiantes de La Plata, uma cantil com rum que convenci os caras que era pra eu beber porque Cuba Libre é meu drink favorito, mas na real era pra compartilhar, porque também era o drink favorito da Juli e era o que tinha nos acompanhado nas nossas melhores noites, e partimos pro quarto das minas, alguns andares abaixo do nosso. Quando chegamos, vimos que não tinha tanta gente, mas todo mundo tava muito feliz conversando, fumando e bebendo com uma música boa de fundo, então rapidinho entramos nessa vibe e passamos um tempão legal. Percebi que tava com saudade de passar tempo com eles, principalmente com o Mono e a Ana, a melhor amiga da Juli. Dessa última não tinha sinal, até que senti a porta do banheiro abrindo e, sinceramente, fiquei de boca aberta: ela saiu recém-banhada com um vestido vermelho justo no corpo que destacava lindamente a bunda enorme dela e os peitos sem sutiã, com uma gargantilha vermelha que me deixava louco de tesão porque tenho uma fraqueza por pescoços, com uns saltos finos que também me enlouqueceram e com uma carinha de felicidade que fazia tempo que não via nela. Ela tava realmente radiante e não consegui disfarçar minha empolgação ao vê-la daquele jeito. Por sorte, acho que ninguém além do Manu percebeu, que rapidinho me deu uma cotovelada leve pra me tirar da cara de bobo. Ela se aproximou e cumprimentou todo mundo um por um, mas Quando ela se aproximou de mim, me deu um abraço e um beijo na bochecha bem perto do lábio, além de um olhar fixo nos olhos, onde senti que ela ainda sentia algo por mim. Pra piorar a confusão e o tesão que eu tava sentindo, ela sentou do meu lado e, depois de ver que meu copo não tinha espuma, me olhou com cara de puta e, tirando o meu bagaço do bolso, passando perigosamente perto da minha piroca já dura, sussurrou no meu ouvido "pelos velhos tempos", enquanto enchia o copo com o líquido dourado especial pra nós dois. Um tempo depois, a gente já tinha aumentado o som e começou a dançar todo mundo junto, e, mesmo não dançando colado com ela nem fazendo nada estranho, os sorrisos e os olhares não demoraram a aparecer e estiveram presentes o tempo todo. Quando chegou perto da hora de entrar na balada, decidi descer antes no elevador pra ter tempo de queimar um, e tive uma surpresa enorme quando ela entrou comigo, só nós dois. A gente começou a falar sobre alguma besteira da prévia e foi se aproximando até que nossas bocas ficaram quase coladas. Antes do beijo desejado se concretizar, senti a porta do elevador abrir e a partir daí não lembro de nada ----------------------------------------------------------------------- Minha próxima lembrança é abrindo os olhos num quarto onde nunca tinha estado na vida, na verdade tava arrumado e limpo demais pra ser de um formando. Sentia uma dor de cabeça forte que não me deixava pensar. Quando tentei me levantar, senti uma mão no meu ombro e uma voz suave me tranquilizando, dizendo que tava tudo bem e que não tinha acontecido nada comigo. Quando virei a cabeça, vi a Mariela, a mãe acompanhante, me olhando preocupada. Ao ver minha cara de confusão, ela disse: - Mateo... Naquele momento comecei a lembrar de algumas cenas soltas: a porta se abrindo, um barulho de vidro quebrando, um grito de medo absoluto da Julieta, muita gente chegando. Automaticamente me levantei Sobressaltado: — JULI, COMO É QUE A JULIETA TÁ, O QUE ESSE ANIMAL FEZ COM ELA? MATEI ELE. — Calma, calma. Depois de bater em você, ele ficou paralisado de medo e levaram ele embora. Ele vai passar a noite no quarto dele e amanhã cedo mandam ele de volta pra La Plata no primeiro avião. O importante agora é você ficar tranquilo, o golpe felizmente não abriu sua cabeça, mas já vem um médico dar uma olhada por causa do desmaio. Te trouxe pro meu quarto pra você poder descansar um pouco. — Então ela tá bem? — Tá sim, fica tranquilo... — E depois de uma pausa curta, completou: — Me dá uma ternura como você se preocupa com ela apesar de tudo que aconteceu, adoraria que alguém tivesse esse cuidado comigo. — Não me diga que com essa beleza toda você não tem ninguém que se preocupe com a senhora. — Mas o que você tá falando, se eu já tô velha, olha, até você me trata de senhora hahaha. — Posso te tratar do jeito que você quiser — falei com um sorrisinho safado. — Haha parece que nem na porrada você perde a vontade de paquerar, hein, as meninas já tinham me contado da sua fama de putinho hahaha — ela disse enquanto colocava a mão na minha perna e ia deslizando devagar. Mudamos de assunto e começamos a falar de besteiras, sobre a relação dela com a filha, sobre como a gente tava se divertindo e outras merdas do tipo. Nessa hora, reparei de novo na beleza dela, naquele rostinho lindo com olhos penetrantes, nos peitões enormes que pareciam que iam explodir a camisa e o sutiã que seguravam eles, e principalmente na atitude avassaladora de quem já viveu muito, essa senhora era a definição de MILF e sem perceber eu tava ficando excitado pra caralho só de ter ela perto de mim com a mão apoiada na minha perna. Pra piorar, a conversa começou a ir pra áreas mais íntimas, e no fim ela até confessou que fazia tempo que não sentia desejo por ninguém... — "...até que eu vim pra cá e me vi cercada de caras ousados que nem você, prontos pra tudo em qualquer lugar" — enquanto falava isso, percebi que o olhar dela tava fixo. no meu volume, que, por estar usando uma calça clara, deixava completamente evidente meu estado de ereção. Naquele instante, a mão dela começou a se aproximar e, quando eu já estava começando a sentir os dedos dela no meu pau, três batidas secas na porta nos trouxeram de volta à realidade. Ela rapidamente se levantou, ajeitou a camisa depressa e foi abrir. O médico tinha chegado e, pela segunda vez no dia, me deixou a centímetros da glória. O resto da noite passei entre médicos no hospital, porque decidiram que o melhor era fazer uns raios-x pra checar se estava tudo em ordem, sempre acompanhado pela Mariela, mas agora o semblante calmo e confiante dela tinha virado nervosismo e uma espécie de vergonha, já que ela não me olhava na cara e baixava os olhos quando me via olhando pra ela. Quando voltamos pro hotel já eram 3 da manhã, então faltavam umas horas pra todo mundo voltar da balada. Pensando nisso, resolvi ir um passo além e arriscar tudo: — Mari, topa umas doses e um baseado comigo? Perdi a balada e não quero ir dormir tão na bad, além disso, você também tem direito de se divertir um pouco, né? — Hmm, sei lá, e se os meninos chegarem antes, o que a gente faz? — Não estamos fazendo nada de errado, né? Ou estamos... — Kkkk, você é um safado, tá bom, mas traz pro meu quarto. Vai entrando, deixo a porta aberta. Sem perder um segundo, saí voando pro meu quarto, troquei meu disfarce falso por uma sunga e uma camisa de linho soltinha, peguei a garrafa de rum e minha mochila com as paradas de maconha e fui sem hesitar pro encontro com ela. Quando entrei, encontrei ela de costas fazendo um coque, o que me deixou ver uma tatuagem pequena, mas excitante, na nuca dela. Além disso, notei que ela tinha trocado a calça por um short esportivo que destacava ainda mais uma bunda linda e empinada, além de me deixar confirmar o que eu já vinha pensando: Mariela leva muito a sério o cuidado com o corpo, e dá pra ver no tanto que é definido suas pernas. Ao me virar, fiquei surpreso ao ver que ela não usava sutiã, e seus peitões operados se apertavam contra o tecido fino da camisa, transparentando e mostrando uns mamilos escuros lindos que me pareceram bem durinhos. Pra não ficar de punheteiro, tentei não olhar muito, mas ela tava irresistível. — Não te perguntei o que queria beber, mas espero que goste de Cuba Libre. — Olha só o cara, tomando drink de gente grande. — Eu gosto de coisa de milf — falei com duplo sentido sem olhar pra ela enquanto preparava a bebida, sentindo ela se sentar na cama atrás de mim. — Hahaha essas cantadas guarda pras novinhas, comigo não, hein. — E com você, como eu tenho que fazer? — perguntei me virando e olhando fixo nos olhos dela. — Comigo, me mostra que é mais do que só palavras. Antes dela terminar a frase, já tinha me jogado em cima dela pra beijar a boca dela. Coloquei ela debaixo de mim com as pernas dela me cruzando pelas costas, e sem hesitar rasguei a camisa dela de uma vez e mergulhei naqueles peitos que há dias tavam me deixando louco. Enquanto isso, ela tinha tirado meu pau da calça e começado a me punhetar devagar. — Seu filho da puta, como que me esquenta assim, agora é melhor me deixar bem comida, hein — me desafiou enquanto me puxava pelo cabelo e abaixava minha cabeça até a virilha dela. Sem me fazer de rogado, puxei o short e a calcinha dela de uma vez e comecei a chupar devagar, passando a língua por toda a buceta e parando suavemente no clitóris. Quando percebi que ela já tava ficando impaciente com meu ritmo lento, dei um tapa na bunda dela que arrancou um gritinho e falei: — Agora você vai ver como um filho da puta come sua buceta e te faz gozar como se fosse uma putinha. Na sequência, comecei a chupar toda a buceta dela sem parar, passava a língua de um lado pro outro bem rápido, depois pra cima e pra baixo, sugava. Tava desesperado, aquela buceta tava riquíssima e, além disso, a puta madura não parava de gemer de um jeito lindo. Comecei a enfiar alguns dedos enquanto continuava com minha língua sem dar trégua nem um segundo. Em pouco tempo, já estava enfiando e tirando três dedos extremamente molhados da buceta dela em alta velocidade, arrancando gritos e mais gritos de prazer e sentindo ela se contorcer na cama. Quando percebi que ela já estava no limite, decidi ir um pouco além e descer um dos dedos até o cu dela. Ao introduzir só meio dedo, que deslizou fácil por causa da lubrificação que vinha da própria buceta dela, ela explodiu num orgasmo barulhento e jorrando: a MILF se molhava mais do que qualquer garota com quem eu tinha estado. - AAAAAAAAI, cara, como você tá chupando minha buceta, continua, continua, continua que eu adoro, ahh ahhh aaaah AAAAAAAH SIM, PELO AMOR DE DEUS, SEU CARALHO -. Mariela não parava de gozar, até que num momento aconteceu algo que eu nunca tinha visto nem sentido ao vivo: senti uma pressão enorme da buceta e do cu dela nos meus dedos e, logo em seguida, começaram a sair vários jatos que encharcaram minha cara toda, a cama e até o chão do hotel. Foi aí que dei uma pequena pausa, posicionei minha piroca venosa na entrada da buceta dela e, olhando fixo nos olhos dela, falei: - Isso é só o começo, puta, agora você vai ver como um cara de merda te come. Enfiei tudo de uma vez e comecei a bombar com força, fazendo ela sentir minha piroca inteira e arrancando vários gemidos, enquanto sentia as pernas dela tremerem, porque ela ainda não tinha se recuperado do grande orgasmo recente. Quando trocamos de posição e ela subiu em cima de mim já recuperada, senti de verdade toda a experiência dela no sexo: ela me montou como nunca tinham montado, enquanto eu via os peitos duros dela quicando na minha cara. Quando já estava quase gozando, pedi pra ela deitar pra eu gozar em todos os peitos dela. Gozei uma quantidade incrível, fiz uma verdadeira obra de arte de porra nos peitos e na cara dela, que ela, com carinha de puta. Pegou com um dedo e levou à boca. — Que delícia, fiquei com vontade de chupar ela toda. — Disse enquanto passava a língua nos lábios. — Toda sua. — Respondi enquanto me deitava de barriga pra cima na cama e batia uma. — Mmmm, tinha esquecido essa sensação de estar com alguém que goza e continua com vontade. — Rapidamente arrumou o coque e baixou a cabeça até meu pau. Começou passando a língua e dando beijos por todo o comprimento do pau, deixando ele todo babado, depois desceu pras bolas e ficou um tempão chupando elas, alternando entre uma e outra. Quando pensei que não aguentava mais de prazer, agarrou meu pau e, depois de dar um beijinho na cabeça, enfiou ele inteiro na boca. Chupava com uma maestria incrível, não deixou nenhum dos meus 20 cm fora da boca dela, e ainda alcançava com a língua minhas bolas, como se fosse uma atriz pornô. Depois de um tempo me fazendo o melhor boquete da minha vida, ela ficou de quatro e, abrindo as nádegas, me disse: — Já comeu um cu alguma vez, gostoso? Você me deixou com vontade com os dedos hoje. Rapidamente levei minha cara pro meio daquelas duas nádegas abertas e chupei tudo, passava da buceta pro cu e do cu pra buceta. Quando senti que já estava lubrificado, comecei a enfiar os dedos naquele cu tão lindo, primeiro um, depois dois, depois três, até encostar a ponta do pau ali. Enquanto isso, Mariela não parava de se tocar na buceta, esfregando o clitóris a toda velocidade. — Pra ser sincero, você é a primeira puta que me dá o cu, então qualquer coisa me fala. — Meu Deus como você me excita, gostoso, vai, arrebenta tudo, é seu presente de formatura. Vocês vão concordar comigo que a sensação de comer um cu pela primeira vez é inesquecível. Além disso, tava realizando o sonho de qualquer cara, transar com uma MILF gostosíssima e super puta. Devagar comecei a enfiar. Quando pensei que não dava pra enfiar mais, comecei a bombar o pau no cu dela, mas ela decidiu fazer Empurrei pra trás e enfiei tudo de uma vez. - AI AI AI, VOU GOZAR NO CU, AI MEU DEUSOOOOOO-. Ela gritava enquanto eu estava com todo o meu pau dentro, continuava se masturbando e começava a se esguichar toda e molhar a cama de novo. Continuei bombando mais um pouco, e quando ela percebeu que não aguentava mais, me deitou na cama, enfiou de novo de frente pra mim e começou a cavalgar de novo, mas dessa vez analmente. - Enche meu cu de porra, vai, quero sentir leitinho quente dentro de mim de novo-. Ela disse, e me fez gozar na hora. Quando terminei de gozar, ela saiu e deixou cair toda a porra em cima do meu pau. Depois disso, ela me disse que isso ia ser nosso segredo, que ninguém podia saber, e que eu fosse embora, que precisava descansar. Dei um último beijo nela e a deixei, nua se recuperando, e toda fodida, como ela tinha pedido. --------------------------------------------------------------------- Saí do quarto dela às quatro e meia da manhã, então resolvi olhar o celular e me deparei com um monte de chamadas perdidas e mensagens da Julieta e da Paula. A Juli eu ignorei, porque já teria tempo pra conversar e ainda tava meio puto por ela não ter tido a mínima consideração de ficar comigo e com certeza ter ido acompanhar o idiota que me bateu. Quanto à Paula, mandei um áudio explicando toda a situação, mentindo que tava de repouso por causa do soco. Na hora que respondi, chegou uma foto dela se exibindo no espelho que me deixou maluco: ela tava fantasiada de policial, com umas meias altas pretas, uma mini saia bem curtinha e uma camisa azul também bem curtinha. Além disso, tinha duas tranças feitas que davam um toque final num look do caralho. Na descrição da foto tava escrito: "senti muito a sua falta hoje, pensei que você ia se comportar mal e eu ia poder te algemar". Quando cheguei no meu quarto, me deitei pra manter a mentira do repouso, fiquei só de cueca e mandei uma foto segurando o volume e escrevendo "ainda Ainda dá tempo de eu me comportar mal? Te espero no meu quarto". Na sequência, mandei uma mensagem pros caras pra deixarem o quarto livre até umas 6 horas e, claro, fui tomar um banho, porque tava com um cheiro de sexo impossível de disfarçar. Assim que terminei, ouvi a porta bater, então, só com a toalha na cintura, resolvi abrir. — Me ligaram pra avisar que nesse quarto tinha um menino mau, então vou ter que fazer uma revista. — Não tinham me avisado que você tava armado, vou ter que dar uma olhada mais de perto. — Ela disse enquanto passava a mão na minha pica por cima da toalha e se abaixava até ficar de cara com a minha pica. Daí tirou a toalha e começou a chupar devagar. — Hum, que pica gostosa, pensei que hoje você não ia me dar. Vou ter que te algemar, você precisa de uma licença pra andar com uma pica dessas. — Falou depois de tirar da boca, enquanto colocava nos meus pulsos duas algemas de festa que tinha no bolso. Rapidão me jogou na cama e, sem tirar a fantasia de policial, só puxou a tanga pro lado e começou a me cavalgar selvagemente. Embora eu viesse de transar com a Mariela e a experiência dela, a sensação de transar com a Paula era imbatível, sentia uma conexão diferente de tudo, então curti essa foda de um jeito incrível. Além disso, a putaria de ser comido pela mina enquanto tava algemado e ela fantasiada de policial dava um gosto especial. A gente continuou transando por mais um tempo, até que os dois gozaram de um jeito lindo. A sensação de gozar toda a buceta bem molhada enquanto sentia as contrações dela e a gente se olhava nos olhos era realmente indescritível. Depois, ela vestiu uma camiseta minha do Estudiantes e a gente dormiu abraçado. Nem ouvimos os caras entrarem no quarto, mesmo eles tendo vindo acompanhados.

5 comentários - Viaje de egresados (6)

Tremendo, que no pare me pone a mil
Me alegro que te guste! Gracias por los puntos y por el comentario!!
jeeero +1
Excelente saga. Ojalá siga mucjo
Bueno amigo , me lei todos los capitulos uno atras de otro, me atrapo de gran manera, excelente de verdad , quedo a espera de mas y obviamente mis +10
gracias por compartir
KenayTp +3
Cada capítulo se pone mejor. Excelente saga!!