Nunca fui bom nessa parte de socializar, por isso sempre tive que apelar pra internet pra conseguir mina...
Não tinha muita experiência, mas as poucas que conheci eram do interior e moravam a mais de duas horas da minha casa.
Uma das primeiras minas que conheci era uma gordinha, baixinha, com lábios carnudos, uma raba bem empinada e uns peitos médios, mas usava tanto decote que pareciam maiores.
Nosso primeiro encontro foi num shopping do interior, era a primeira vez que a gente se via, num 24 de dezembro. A ideia era simples: conhecê-la e, se eu ficasse de pau duro, ganhar pontos pra comer ela outra hora. Eu não podia voltar tarde porque na minha casa o Natal era levado a sério e eu tinha que chegar antes das 20h...
A gente se encontrou umas 15h. Tava um calorão, então ficamos dentro do shopping basicamente. A princípio, planejamos ir ao cinema e foi o que fizemos... Até diria que filme a gente viu, mas não vimos porra nenhuma na prática... Quando entramos, a sala tava vazia, exceto por dois casais sentados em cada ponta da sala. Obviamente, sentamos no fundão...
Já tinha ouvido falar que as gordinhas são as mais safadas, mas não imaginava que tanto...
Cinco minutos depois do filme começar, ela já tinha outros planos... Assim que olhei pra ela no escuro, ela me comeu de boca, e eu não perdi a chance: puxei o decote dela pra deixar aqueles peitões à mostra. Não deu nem dez minutos de filme e a putinha já tinha desabotoado meu jeans, metido a mão e puxado o pau pra fora. Dava pra ver o olhar de tesão e surpresa dela fixo no meu tronco, cheio de veias e fervendo.
Enquanto eu ficava de olho pra ninguém aparecer ou nos ver, lá no fundo da sala, ela mostrou os peitos, aqueles peitões do caralho, cuspiu neles e abraçou meu pau com as tetas pra fazer um boobs fuck. E não parou por aí: era tão gostoso porque, quando ela descia as tetas apertando meu pau, a cabeça aparecia e ela dava uma linguada que me fazia ver estrelas. Depois da Na terceira chupada, ela fez sinal pra eu não fazer barulho porque, claro, na minha primeira vez em público, eu tava nas nuvens e nem tinha percebido que tava gemendo... Mas parece que os outros dois casais também tavam na mesma vibe.
Continuou por uns cinco ou dez minutos até que, quando me dei conta, ela tava de pé na minha frente, com o jeans arriado e a mão entre as nádegas, puxando a tanga pra deixar a buceta toda molhada e depilada do dia anterior na minha cara. Não me deu tempo de falar nada, já me posicionou e começou a sentar, pra cima e pra baixo. Eu não conseguia parar de olhar pra putinha tremenda que tinha encontrado no Facebook, uma safada que transava com um desconhecido, sem camisinha nem vergonha, respirando pesado e me molhando até os ovos... (isso é algo notável, todas as gostosas que eu comi molhavam pra caralho, do jeito que eu gosto).
Voltando ao assunto... Ela cavalgava como se não houvesse ninguém... Quando me toquei, ela já tinha tirado o sutiã e tava se apalpando os peitos. Eram enormes. Eu não aguentava mais de tesão, primeiro encontro e eu tava com uma putinha gostosa pulando na minha pica, ela de peitos de fora no meio de um cinema...
A gente transou até uns dez minutos antes do filme acabar, não sei como o tempo passou tão rápido, mas eu tava em choque, curtindo tudo até que eu já queria gozar... Não aguentava mais, então tive que falar, e ela só começou a pular mais rápido e forte... E não parava... Eu queria tirar ela de cima, mas a filha da puta era mais forte... Tanto que me comeu que eu tentei levantar pra não encher a buceta dela de porra, quando me levantei, não sei o que toquei, mas acho que cheguei no fundo, bem lá dentro, que me senti delicioso e até ela soltou um gemidinho... Morrendo de vergonha, terminei de levantar e tapei a boca dela. Grande erro, me excita tapar a boca das gostosas, ou seja, fiquei três vezes mais excitado e a vadona continuava rebolando tudo e me comendo no cinema, no escuro, e então eu não me Consegui resistir, tive que tampar a boca dela com uma mão... Com a outra peguei no cabelo comprido que ela tinha e comecei a meter com força até o fundo... Não dava pra parar nem ela, nem eu. Eu adoro transar e ainda mais com putinhas, e ela, pelo visto, não dava há um tempão... De repente o filme acabou e paramos tudo na hora, rápido, ninguém conseguiu gozar... Mas não termina aí...
Se me contassem isso, eu também ia achar que era invenção de fantasia, aquela tarde foi uma loucura tudo que rolou no cinema...
Quando saiu, ela mudou completamente, virou uma santinha, não queria que eu tocasse nela nem nada... Seguimos o encontro numa boa, fomos comer e andar numa pracinha perto do shopping...
Tava chegando a hora de eu ir embora... Eu era menor e meus pais eram bem rígidos...
Como ela conhecia melhor o lugar porque era dali, disse que me acompanhava até o ponto de ônibus... Mas, em vez disso, me fez dar voltas pelo bairro até chegarmos atrás do shopping, uma rua escura, com um ou dois postes só, clássico do interior de Buenos Aires... Já tava escurecendo e eu tinha que ir. Depois da mudança brusca de atitude dela na saída do cinema, eu tinha esquecido o assunto... Queria vê-la de novo pra comer ela, mas ela já tinha outros planos... No meio da quadra, no quarteirão do shopping, tinha três árvores grandes que tampavam a pouca luz que havia na rua, ela me empurrou com força contra o muro e, sem olhar ao redor, puxou a pica e meteu na boca, sem dificuldade cuspia ela na rua e enfiava até o fundo, não vou negar que entrei na brincadeira. Fez cinco boquetas fundas e não aguentou mais, se encostou na árvore e se abriu toda, enquanto me olhava de lado como pedindo pra eu completar com meu pedaço de pica e encher ela de porra... Não vou mentir... Não sei como não passava ninguém por ali, mas só aguentei três metidas, era tanta excitação que ter ela ali entregue no meio da rua, com a calcinha fio dental corrida e as duas mãos separando a bunda pra eu meter até o fundo, que não deu pra evitar gozar dentro, encher a boceta dela com meu leite. Continuei comendo ela por mais uns minutos até que já transbordava a pussy de sêmen... Terminamos e ela se vestiu de novo. Parece que a escuridão e a safadeza faziam ela mudar de personalidade... Nunca saí pra balada com ela, mas imagino que era uma puta promíscua. Eu obviamente cheguei tarde em casa e tomei um esporro monumental, mas valeu totalmente a pena... Com essa piranha tive mais encontros. Se quiserem, nos comentários me digam se querem mais experiências com minas da internet.
Não tinha muita experiência, mas as poucas que conheci eram do interior e moravam a mais de duas horas da minha casa.
Uma das primeiras minas que conheci era uma gordinha, baixinha, com lábios carnudos, uma raba bem empinada e uns peitos médios, mas usava tanto decote que pareciam maiores.
Nosso primeiro encontro foi num shopping do interior, era a primeira vez que a gente se via, num 24 de dezembro. A ideia era simples: conhecê-la e, se eu ficasse de pau duro, ganhar pontos pra comer ela outra hora. Eu não podia voltar tarde porque na minha casa o Natal era levado a sério e eu tinha que chegar antes das 20h...
A gente se encontrou umas 15h. Tava um calorão, então ficamos dentro do shopping basicamente. A princípio, planejamos ir ao cinema e foi o que fizemos... Até diria que filme a gente viu, mas não vimos porra nenhuma na prática... Quando entramos, a sala tava vazia, exceto por dois casais sentados em cada ponta da sala. Obviamente, sentamos no fundão...
Já tinha ouvido falar que as gordinhas são as mais safadas, mas não imaginava que tanto...
Cinco minutos depois do filme começar, ela já tinha outros planos... Assim que olhei pra ela no escuro, ela me comeu de boca, e eu não perdi a chance: puxei o decote dela pra deixar aqueles peitões à mostra. Não deu nem dez minutos de filme e a putinha já tinha desabotoado meu jeans, metido a mão e puxado o pau pra fora. Dava pra ver o olhar de tesão e surpresa dela fixo no meu tronco, cheio de veias e fervendo.
Enquanto eu ficava de olho pra ninguém aparecer ou nos ver, lá no fundo da sala, ela mostrou os peitos, aqueles peitões do caralho, cuspiu neles e abraçou meu pau com as tetas pra fazer um boobs fuck. E não parou por aí: era tão gostoso porque, quando ela descia as tetas apertando meu pau, a cabeça aparecia e ela dava uma linguada que me fazia ver estrelas. Depois da Na terceira chupada, ela fez sinal pra eu não fazer barulho porque, claro, na minha primeira vez em público, eu tava nas nuvens e nem tinha percebido que tava gemendo... Mas parece que os outros dois casais também tavam na mesma vibe.
Continuou por uns cinco ou dez minutos até que, quando me dei conta, ela tava de pé na minha frente, com o jeans arriado e a mão entre as nádegas, puxando a tanga pra deixar a buceta toda molhada e depilada do dia anterior na minha cara. Não me deu tempo de falar nada, já me posicionou e começou a sentar, pra cima e pra baixo. Eu não conseguia parar de olhar pra putinha tremenda que tinha encontrado no Facebook, uma safada que transava com um desconhecido, sem camisinha nem vergonha, respirando pesado e me molhando até os ovos... (isso é algo notável, todas as gostosas que eu comi molhavam pra caralho, do jeito que eu gosto).
Voltando ao assunto... Ela cavalgava como se não houvesse ninguém... Quando me toquei, ela já tinha tirado o sutiã e tava se apalpando os peitos. Eram enormes. Eu não aguentava mais de tesão, primeiro encontro e eu tava com uma putinha gostosa pulando na minha pica, ela de peitos de fora no meio de um cinema...
A gente transou até uns dez minutos antes do filme acabar, não sei como o tempo passou tão rápido, mas eu tava em choque, curtindo tudo até que eu já queria gozar... Não aguentava mais, então tive que falar, e ela só começou a pular mais rápido e forte... E não parava... Eu queria tirar ela de cima, mas a filha da puta era mais forte... Tanto que me comeu que eu tentei levantar pra não encher a buceta dela de porra, quando me levantei, não sei o que toquei, mas acho que cheguei no fundo, bem lá dentro, que me senti delicioso e até ela soltou um gemidinho... Morrendo de vergonha, terminei de levantar e tapei a boca dela. Grande erro, me excita tapar a boca das gostosas, ou seja, fiquei três vezes mais excitado e a vadona continuava rebolando tudo e me comendo no cinema, no escuro, e então eu não me Consegui resistir, tive que tampar a boca dela com uma mão... Com a outra peguei no cabelo comprido que ela tinha e comecei a meter com força até o fundo... Não dava pra parar nem ela, nem eu. Eu adoro transar e ainda mais com putinhas, e ela, pelo visto, não dava há um tempão... De repente o filme acabou e paramos tudo na hora, rápido, ninguém conseguiu gozar... Mas não termina aí...
Se me contassem isso, eu também ia achar que era invenção de fantasia, aquela tarde foi uma loucura tudo que rolou no cinema...
Quando saiu, ela mudou completamente, virou uma santinha, não queria que eu tocasse nela nem nada... Seguimos o encontro numa boa, fomos comer e andar numa pracinha perto do shopping...
Tava chegando a hora de eu ir embora... Eu era menor e meus pais eram bem rígidos...
Como ela conhecia melhor o lugar porque era dali, disse que me acompanhava até o ponto de ônibus... Mas, em vez disso, me fez dar voltas pelo bairro até chegarmos atrás do shopping, uma rua escura, com um ou dois postes só, clássico do interior de Buenos Aires... Já tava escurecendo e eu tinha que ir. Depois da mudança brusca de atitude dela na saída do cinema, eu tinha esquecido o assunto... Queria vê-la de novo pra comer ela, mas ela já tinha outros planos... No meio da quadra, no quarteirão do shopping, tinha três árvores grandes que tampavam a pouca luz que havia na rua, ela me empurrou com força contra o muro e, sem olhar ao redor, puxou a pica e meteu na boca, sem dificuldade cuspia ela na rua e enfiava até o fundo, não vou negar que entrei na brincadeira. Fez cinco boquetas fundas e não aguentou mais, se encostou na árvore e se abriu toda, enquanto me olhava de lado como pedindo pra eu completar com meu pedaço de pica e encher ela de porra... Não vou mentir... Não sei como não passava ninguém por ali, mas só aguentei três metidas, era tanta excitação que ter ela ali entregue no meio da rua, com a calcinha fio dental corrida e as duas mãos separando a bunda pra eu meter até o fundo, que não deu pra evitar gozar dentro, encher a boceta dela com meu leite. Continuei comendo ela por mais uns minutos até que já transbordava a pussy de sêmen... Terminamos e ela se vestiu de novo. Parece que a escuridão e a safadeza faziam ela mudar de personalidade... Nunca saí pra balada com ela, mas imagino que era uma puta promíscua. Eu obviamente cheguei tarde em casa e tomei um esporro monumental, mas valeu totalmente a pena... Com essa piranha tive mais encontros. Se quiserem, nos comentários me digam se querem mais experiências com minas da internet.
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