Preciso contar isso porque me dá um tesão danado toda vez que lembro. É uma história real.
Depois de dois meses de pandemia, ninguém saía de casa aqui, só pra comprar comida, e minha namorada na época morava a duas horas da minha casa. Quando afrouxaram um pouco e liberaram voltar a trabalhar, ela vinha pra Capital... Como era de esperar, nós dois tava morrendo de tesão.
Nessa época, eu deixava o carro a umas ruas da minha casa, num subsolo, e pra ninguém descobrir, a gente se encontrava lá várias vezes, já que ninguém ia lá de tarde.
A primeira vez foi uma loucura. Eu esperava ela na rua meio escondido, porque não dava pra circular tão livremente... Ela chegou do trabalho com uma calça jeans e uma camisa preta... e a gente desceu...
Nunca comi tão gostoso... Quando as luzes apagaram automaticamente, ela me empurrou contra uma coluna, do lado do carro, baixou minha calça e começou a chupar meu pau como uma louca. Ela era gordinha, com uma bunda boa e uns lábios de head master infernais... Mesmo no escuro, dava pra sentir ela me olhando nos olhos enquanto saboreava meu pau de 19 cm.
Ela nunca foi tão ousada, mas dessa vez, depois de chupar por quinze minutos, ela tirou a camisa e ficou de peitos de fora, antes de vir, tirou o sutiã, e ficou de peitos de fora num lugar quase público! Sentou no banco do motorista e continuou passando a língua por toda a cabeça e a haste... Eu tava prestes a explodir de tesão... Ela ficou assim por mais cinco minutos até que a gente não aguentou mais e tinha que transar de qualquer jeito. Ela falou "vem..." me pegou pela mão e me levou pro banco do carona, assim o carro nos escondia um pouco caso alguém chegasse. Abrimos a porta do carona, ela baixou a calça jeans e tava de calcinha fio dental vermelha, nova, que não sei por que, mas marcava bem a bunda, eu tava quase morrendo... Ela tirou o tênis e ficou de quatro... "Me come, meu amor" ela disse... Não sei como não enchi a buceta dela de porra naquela hora... pvtita ficou pelada num estacionamento público!!! (amo fazer coisas ousadas em lugares públicos) Aí eu meti de quatro nela e parava a cada cinco minutos porque não aguentava mais de tesão, mas queria continuar mais tempo...
Ficamos mais meia hora comendo de quatro... Eu segurava o pescoço dela e enfiava um dedo na boca, enquanto com a outra mão abria a bunda dela pra entrar mais fundo e passava a mão na buceta dela devagar... Ela tava escorrendo de tesão.
Os joelhos dela começaram a doer e eu falei "vamos pra trás e senta na minha pica"... e como a putinha que era, sentou em cima de mim no banco de trás, pegou na minha pica, esfregou um pouco nos lábios molhados e úmidos que tinha e enfiou até o fundo... Foram os 20 minutos mais loucos da minha vida, a gostosa já não ligava mais pra nada e tava gemendo que nem uma puta de pornô... A gorda safada às vezes cavalgava em mim como uma desgraçada, e outras vezes se jogava pra frente e rebolava a buceta... Qualquer uma das situações me deixava perdido....
Ficamos assim até que ela começou a ficar muito molhada, tava molhando o estofado e eu não aguentava mais segurar toda a porra de dois meses sem transar... Levantei ela um pouco e comecei a meter a pica enquanto ela se tocava no clitóris... Cinco minutos duramos assim até que ela fala "mais rápido, filho da puta, mais rápido que eu vou gozar", enquanto eu sentia ela apertando minha pica com a buceta... Isso era sinal que ela ia gozar forte... De repente ela começou a gozar e jorrar jatos de leitinho quente e pedia pra eu continuar... Se alguém tivesse descido pro subsolo ia nos pegar no ato... Mas ninguém desceu, ela me encharcou e gozou por um bom tempo... Gemeu que nem a putinha que era e eu não tive escolha a não ser encher a buceta dela de porra, coisa que ela sempre pedia e adorava...
Depois só faltava ela se vestir e tinha duas horas de viagem de ônibus até a casa dos pais, duas horas de viagem toda comida, com a buceta cheia de porra quentinha...
No fim, a pandemia não trouxe só coisa ruim...
Depois de dois meses de pandemia, ninguém saía de casa aqui, só pra comprar comida, e minha namorada na época morava a duas horas da minha casa. Quando afrouxaram um pouco e liberaram voltar a trabalhar, ela vinha pra Capital... Como era de esperar, nós dois tava morrendo de tesão.
Nessa época, eu deixava o carro a umas ruas da minha casa, num subsolo, e pra ninguém descobrir, a gente se encontrava lá várias vezes, já que ninguém ia lá de tarde.
A primeira vez foi uma loucura. Eu esperava ela na rua meio escondido, porque não dava pra circular tão livremente... Ela chegou do trabalho com uma calça jeans e uma camisa preta... e a gente desceu...
Nunca comi tão gostoso... Quando as luzes apagaram automaticamente, ela me empurrou contra uma coluna, do lado do carro, baixou minha calça e começou a chupar meu pau como uma louca. Ela era gordinha, com uma bunda boa e uns lábios de head master infernais... Mesmo no escuro, dava pra sentir ela me olhando nos olhos enquanto saboreava meu pau de 19 cm.
Ela nunca foi tão ousada, mas dessa vez, depois de chupar por quinze minutos, ela tirou a camisa e ficou de peitos de fora, antes de vir, tirou o sutiã, e ficou de peitos de fora num lugar quase público! Sentou no banco do motorista e continuou passando a língua por toda a cabeça e a haste... Eu tava prestes a explodir de tesão... Ela ficou assim por mais cinco minutos até que a gente não aguentou mais e tinha que transar de qualquer jeito. Ela falou "vem..." me pegou pela mão e me levou pro banco do carona, assim o carro nos escondia um pouco caso alguém chegasse. Abrimos a porta do carona, ela baixou a calça jeans e tava de calcinha fio dental vermelha, nova, que não sei por que, mas marcava bem a bunda, eu tava quase morrendo... Ela tirou o tênis e ficou de quatro... "Me come, meu amor" ela disse... Não sei como não enchi a buceta dela de porra naquela hora... pvtita ficou pelada num estacionamento público!!! (amo fazer coisas ousadas em lugares públicos) Aí eu meti de quatro nela e parava a cada cinco minutos porque não aguentava mais de tesão, mas queria continuar mais tempo...
Ficamos mais meia hora comendo de quatro... Eu segurava o pescoço dela e enfiava um dedo na boca, enquanto com a outra mão abria a bunda dela pra entrar mais fundo e passava a mão na buceta dela devagar... Ela tava escorrendo de tesão.
Os joelhos dela começaram a doer e eu falei "vamos pra trás e senta na minha pica"... e como a putinha que era, sentou em cima de mim no banco de trás, pegou na minha pica, esfregou um pouco nos lábios molhados e úmidos que tinha e enfiou até o fundo... Foram os 20 minutos mais loucos da minha vida, a gostosa já não ligava mais pra nada e tava gemendo que nem uma puta de pornô... A gorda safada às vezes cavalgava em mim como uma desgraçada, e outras vezes se jogava pra frente e rebolava a buceta... Qualquer uma das situações me deixava perdido....
Ficamos assim até que ela começou a ficar muito molhada, tava molhando o estofado e eu não aguentava mais segurar toda a porra de dois meses sem transar... Levantei ela um pouco e comecei a meter a pica enquanto ela se tocava no clitóris... Cinco minutos duramos assim até que ela fala "mais rápido, filho da puta, mais rápido que eu vou gozar", enquanto eu sentia ela apertando minha pica com a buceta... Isso era sinal que ela ia gozar forte... De repente ela começou a gozar e jorrar jatos de leitinho quente e pedia pra eu continuar... Se alguém tivesse descido pro subsolo ia nos pegar no ato... Mas ninguém desceu, ela me encharcou e gozou por um bom tempo... Gemeu que nem a putinha que era e eu não tive escolha a não ser encher a buceta dela de porra, coisa que ela sempre pedia e adorava...
Depois só faltava ela se vestir e tinha duas horas de viagem de ônibus até a casa dos pais, duas horas de viagem toda comida, com a buceta cheia de porra quentinha...
No fim, a pandemia não trouxe só coisa ruim...
1 comentários - Escondidos na garagem