4ª exp cuck (real)

Fala, galera! Tô continuando contando minhas experiências porque vi que o pessoal recebeu muito bem, além de alguns que me chamaram no privado. Muita gente quer experimentar ser corno mas não tem coragem — se é isso que te excita, vai fundo que vocês vão se divertir, contanto que o cuck seja esperto e entenda o papel dele.

Pra quem é novo, vou contar de novo: sou da zona oeste de Buenos Aires e tô narrando uma série de experiências que tive como cuck de um casal. Depois vou contando de outros casais que peguei. E, como sempre digo, tô aberto a ajudar vocês a realizar essa putaria gostosa se for a onda de vocês.

Depois do que rolou no último relato, passou mais ou menos uma semana sem muito papo com minha vizinha, mas eu sempre pronto pra realizar qualquer fantasia que ela tivesse e continuar macetando aquela gostosa.

Um dia, ela me mandou um WhatsApp umas 13h perguntando onde eu treinava (faço crossfit todo dia). Contei que era num lugar perto do nosso prédio, onde treino há anos. Ela perguntou se eu tinha algum contatinho lá ou alguma gatinha que pudesse ficar puta se ela aparecesse. Óbvio que falei que não. E aí perguntou se eu ligava dela ir na mesma hora que eu pra experimentar a aula. Falei: "claro, vem que você vai gostar." Eu, inocente, nem desconfiei da pergunta dela.

Era uma quarta-feira, lembro. Eu treinava às 17h, então umas 16h já tava lá pra alongar, aquecer, tomar uns mates com meus amigos do box. E eu contava pra eles que talvez fosse treinar uma gostosa que eu tava pegando (óbvio que omiti que era minha vizinha, casada, etc).

Enquanto tava lá batendo papo, umas 17h menos 10, sinto alguém tocar meu ombro. Quando viro, era ela: "Oi, love", e me deu um beijão quase de adolescente, daqueles que duram uns 10 segundos, quase sem noção, haha. Fiquei de cara porque não esperava, já fiquei duro na hora. E ela disse: "Bom, vou esperar ali do lado até a aula começar. Vim com o Juan, meu primo. Quando olhei, aquele suposto primo João era o marido que estava ali olhando de fora. Fiquei pasmo, pensando: "olha que puta que a vizinha é, que submisso esse corno é e como ele gosta de ser humilhado". Por sorte, o lugar não era tão perto do prédio a ponto de alguém reconhecê-lo.
Assim que ele foi esperar, já imaginam meus amigos, típica atitude de homem: "bem jogado", "que rabo gostoso você tá comendo", etc.

Bom, passou a aula, treinamos, ela em cada exercício novo me perguntava pra eu ajudar, e sempre que podia encostava a bunda em mim ou me dava um beijinho, e o corno sempre ali olhando.
Terminou a aula, já me preparando pra ir (eu geralmente ia andando pro treino), ela disse que eles vieram de carro e perguntou se eu queria uma carona, óbvio que aceitei porque tava morto. Só aí cumprimentei o corno e fomos conversando sobre o que acharam da aula, etc. Quando vou subir no banco de trás, ela sobe comigo com uma cara de que tava com tesão. E assim fomos até o prédio, o corno dirigindo e nós atrás nos pegando, ela tirando meu pau do short e chupando, eu vendo o corno se desesperar pra querer se virar e olhar, como não podia, olhava pelo retrovisor. E num semáforo que ele parou, tentou se virar pra olhar e eu gritei: "Corno, nem pense em olhar pra cá que eu tô aproveitando como minha puta me chupa o pau tranquilo, fica olhando pra frente e não fala nada", e assim ele fez, o submisso.

Até que chegamos no prédio, ele entrou na garagem (subsolo) e quando tava estacionando. Desligou o motor e a mulher disse: "Pau, corta, você fica aqui no carro que vou subir pra tomar banho com meu macho e ele me foder, quando terminarmos eu aviso e aí você pode subir". Eu de novo fiquei surpreso e com tesão, pelo jeito que ela tava tratando ele.

Não falei nada, saímos do carro, subimos pro apartamento dela. Assim que cruzamos a porta, tiramos toda a roupa no chão e fomos tomar banho juntos, óbvio que na ducha, a gente se pega, se toca tudo. Eu tava pegando ela de costa contra a parede e metendo nela com uma mão no clitóris e com a outra enfiando um dedo no cu dela pra ver se ela relaxava. Ela gritava como se não houvesse amanhã, e me disse "vamos pro sofá", e eu falei "não, vamos pra sua cama que eu quero te foder onde você dorme com o corno". Aí fomos pro quarto dela e fiquei uns 15 minutos chupando a buceta dela enquanto enfiava 1 e 2 dedos no cu, ela teve um orgasmo lindo e me disse: "você tá com vontade de me comer o cu, né?" Óbvio, falei.

Aí ela ficou de quatro (nisso já tinham uns 40 minutos que o corno continuava no carro), ela pegou na gaveta do criado-mudo um lubrificante, me deu pra passar e disse que gostava forte mas que eu começasse devagar porque a pica era muito grossa. Então comecei devagar, coloquei a pontinha e deixei lá um tempo enquanto ela se acostumava, depois metade da pica que é onde ela é mais grossa e ela respirava cada vez mais forte e se agarrava nos lençóis, até que a pica entrou toda e só um gemido mistura de prazer e dor. Comecei devagarinho e fui aumentando o ritmo, sabia que não ia durar muito porque entre a putaria acumulada do treino e a chupada de pica que ela foi me dando no carro, era milagre eu já não ter gozado.

Como sabia que ela gostava forte, comecei a dar uns tapas bons e puxar ela pelo cabelo, ela cada vez mais louca e gritando com mais força pra eu arrebentar o cu dela e deixar bem cheio de porra pra que o corno não pudesse comer ela por uns dias. E foi assim, comecei a bombar com tudo e já tava de saco cheio, quando tava quase gozando, me veio uma ideia bem doentia, e perguntei qual era o travesseiro que o corno dormia. Ela apontou o da esquerda, e quando fui gozar tirei a pica rápido e gozei tudo no travesseiro do corno. Ela se deitou tentando recuperar o fôlego, e quando finalmente conseguiu falar começou a rir e me disse "hahaha Você é um puta corno, hein, como você curte esse tesão de ver a mulher com outro. E ainda vi que você percebeu que meu marido é super submisso e adora isso.

A gente riu, se pegou um pouco e fui pro meu apê. Quando saí, mandei uma mensagem pro corno: "Chifrudo, já pode subir. Deixei um presente no seu travesseiro e nem pense em lavar a fronha. Mais tarde quero foto sua dormindo aí, senão já sabe."

Ele só respondeu "ok". Qualquer outro podia achar que ele ficou puto, mas eu sabia que ele tava adorando aquela brincadeira. No fim, eu e ela tínhamos nos divertido pra caralho, que era o que importava.

Cheguei em casa, fiz um mate e fui jantar com uns amigos. Umas 1h da manhã, no bar onde eu tava, chegou uma foto bombástica do celular dela: "Olha que obediente que ele é." Era ele dormindo de costas pra ela, e dava pra ver no travesseiro, onde a nuca dele tava apoiada, uma mancha enorme de porra seca.

E já sabem, se quiser um corno de respeito de CABA, zona oeste, norte, etc, tô sempre na área, com discrição e aberto a conversar pra entender qual é a tara do casal pra gente se divertir bem os três. Vou ficar uns dias em Mardel, se tiver algum corno daí querendo que eu coma a mulher dele.4ª exp cuck (real)

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