Ninguém disse nada, a primeira a falar foi a Ana, mais pra mim, me contando que tanto ela quanto a Nadia tinham prometido que não iam voltar virgens de Bariloche, que por isso, por conselho da Juli, há meses tomavam anticoncepcional.
N: Não porque a gente fosse transar sem camisinha, mas pra garantir que nada acontecesse.
Y: E com quem vocês iam fazer, posso saber?
N: Eu com o primeiro que me desse bola, quero sentir uma rola gostosa.
Y: E você? – olhando pra Ana, que baixou a cabeça timidamente –
A: Esperava que fosse com você.
Y: Eu te atraio?
A: Desde sempre, idiota.
J: Ela é a garota dos sonhos molhados.
A: Julieta! Você contou?
Y: Ela só me disse que tinha uma garota que tinha sonhos molhados comigo, mas sinceramente achei que era a Na.
A: Não, sou eu.
J: Bom, chega de conversa… a gente faz ou não?
Ana e Nadia responderam que sim em uníssono e, antes que eu percebesse, tinha a Nadia de joelhos chupando minha rola e a Ana me beijando com muita paixão. Tentei desabotoar o sutiã dela, mas obviamente não consegui, e foi a Juli quem veio me ajudar a soltar, e finalmente ter aqueles dois peitos na minha frente. Eles tinham o tamanho certo, nem grandes nem pequenos, cabiam na minha mão, com uma auréola bem escura que contrastava com as sardas dela e uns biquinhos pequenos e duros. Não demorei nada pra levá-los à boca, o que arrancou o primeiro gemido da Ana, e o segundo veio quando minha mão percorreu a perna dela, sentindo o quanto ela estava molhada. Enquanto isso, a Nadia continuava chupando minha rola, não fazia tão bem quanto a Juli, mas se esforçava, e de repente, bum, senti uma segunda boca brincando com minha rola. Por um instante, as duas brincaram com meu pau enquanto eu continuava chupando os lindos peitos da Ana, até que a Juli decidiu que queria o mesmo tratamento e se levantou, desabotoando o sutiã e liberando os dois peitos maiores daquele quarto. Eram enormes e praticamente sem auréola, e comecei a dar o mesmo tratamento que na Ana, alternando entre os peitos das duas. Enquanto a Juli no chão devorava meu pau. Depois de um tempo, senti a mão da Ana acariciando o que a Juli deixava de fora do meu pau, perguntei se ela não queria chupar também, mas ela disse que não sabia como. Naquele momento, a Juli pegou ela pelo braço e empurrou ela pro chão, dizendo que ia ensinar. Ver aquela ruiva gostosa com a carinha inocente aproximando meu pau da boca dela foi o mais perto que eu tinha sentido até então do prazer total. Aos poucos, ela foi fazendo tudo que a Juli explicou, e olha, ela aprendeu muito rápido e fazia maravilhosamente bem. Não aguentei muito mais tempo e avisei que ia gozar. As três minas se ajoelharam na minha frente e começaram a me punhetar até meu pau explodir, sujando principalmente a Juli, que tava no meio.
Enquanto eu me recuperava, a Juli, que tava no comando, mandou as minas terminarem de se pelar e eu juntar as camas. De repente, tava num quarto com três minas peladas e uma cama gigante.
J: Então, lembra do que eu te ensinei na casa da Nadia?
Y: Sim.
J: Então, agora você vai chupar a buceta das duas.
Y: E você?
J: Não se preocupa, a Nani tá me devendo uma.
Ela mandou as duas se deitarem na cama e se agachou sobre a boca da Nadia, enquanto eu comecei a chupar as bucetinhas delas. A da Nadia era igual a da Juli, sem pelos, só uns pelinhos bem curtinhos e gordinha, com um clitóris que se destacava entre os lábios. Já a Ana era peluda, com aqueles pelinhos ruivos cobrindo a buceta, mas os lábios vaginais dela eram um simples kitty. Os sabores também eram diferentes: enquanto a Nadia tinha um gostinho de xixi, o da Ana era doce. Fiquei um tempão alternando entre as bucetas delas, ouvindo os gemidos e, de vez em quando, as pernas delas me apertando ou as mãos me pressionando contra elas. Num momento em que tava chupando a Nadia, notei que a Ana tinha se mexido. Levantei a cabeça e vi ela chupando os peitos da Nadia, enquanto essa passava a mão na própria buceta. Aí eu me dediquei 100% a chupar ela até que... Senti o orgasmo dela, o corpo todo tremeu e por sorte a Juli tava sentada na boca dela, porque senão Bariloche inteiro ia saber que ela tinha gozado. Ela ficou tremendo na cama, nessa hora a Juli me olhou e viu que meu pau já tinha voltado ao normal, e mandou eu meter na Nadia — não esqueço as palavras dela: “se não meter agora, não fode mais”. Fui até minha mala pegar camisinha, mas as três gritaram que não, a Nadia olhou nos meus olhos e falou que sabia que eu era limpo, pra eu comer ela sem nada. Voltei pra elas, subi na cama beijando o corpo dela até minha boca ficar perto da dela e os lábios da buceta da Juli, e enquanto nós dois começamos a brincar com nossas línguas na buceta da loirona, senti uma mão pegando meu pau — era a Ana, que começou a guiar ele e a masturbar a Nadia com meu pau. Comecei a meter bem devagar até sentir aquele obstáculo que sempre me falaram, a Ana subiu pra beijar os peitos da Nadia de novo e eu comecei a fazer pressão até sentir que tinha rompido aquela resistência. O rosto da Nadia se transformou, ela abriu os olhos bem grandes e a boca ficou aberta como se não tivesse ar. Lembrei do que a Juli tinha me falado e fiquei parado dentro dela até ouvir a palavra mágica: ME COME. Comecei um movimento lento e suave, mas profundo, e aos poucos fui aumentando a velocidade até que os peitões da Nadia balançavam no ritmo das metidas. Não demorou muito pra um novo orgasmo dela encher o quarto, dessa vez mais forte, e senti ela me expulsar pra fora enquanto se mijava na cama (anos depois eu descobriria que isso era squirt). Eu fiquei de pé na cama e a Ana chegou perto, ajoelhada nela, e começou a me beijar de novo, bem apaixonada, enquanto a mão dela tocava meu pau. Ela me fez deitar, ficou entre minhas pernas, saboreou por uns segundos o orgasmo da nossa amiga no meu pau e depois se agachou em cima de mim, encaixou meu pau entre os lábios dela e, bem devagar... começou a descer, nela não senti a mesma resistência que com a Na, mas estava lá, porém quando essa resistência se rompeu, houve um grito de dor como se tivesse sido apunhalada e dos olhos dela caíram algumas lágrimas. Era muito mais apertada que a Nadia, e diferente de com ela, nossos movimentos foram mais suaves e lentos, nos acariciando e sem tirar os olhos um do outro nem por um segundo. Naquele momento, realmente entendi que a Ana estava apaixonada por mim, até que em dado momento os gemidos dela começaram a crescer no ritmo da velocidade dos movimentos dela, e senti como se o interior dela me apertasse cada vez mais até que, segurando os peitos dela e olhando para o céu, ela gozou num grito sonoro, e caiu exausta sobre mim, que não parei de me mexer, segurando a bunda dela e beijando a boca e os peitos dela. Foi como apertar um botão, os orgasmos começaram a vir um atrás do outro.
Tenho que confessar que nessa altura já tava doendo o meu pau, mas o prazer era maior, e naquele momento senti uma língua brincando nas minhas bolas. Olhei no espelho de pé que tinha no nosso quarto e vi a Juli entre as pernas da Ana, ela alternava entre minhas bolas, a buceta dela e depois eu soube que também a bunda dela. Isso fez eu perder o controle total do meu orgasmo e sussurrei no ouvido da Ana que ia gozar, e ela me pediu que por favor gozasse dentro dela. Foram as palavras mágicas, comecei a explodir dentro dela, pra minha surpresa foi mais intenso que o primeiro, podia sentir meu pau inchando e disparando dentro dela até que uma espécie de câimbra percorreu da minha virilha até a base do meu pau.
Quando a Ana se levantou, dava pra ver os restos do meu sêmen escorrendo no meu pau, que foram rapidamente limpos por ela e pela Juli. A Nadia estava como desmaiada. A Juli, assim que meu pau ficou limpo, vestiu uma calça de pijama e uma camiseta e disse que ia buscar alguma coisa no barzinho do hotel que ficava aberto 24 horas. Eu e a Ana nos beijamos e dormimos de conchinha. Essa foi minha primeira vez, e nossa primeira noite em Bariloche.
N: Não porque a gente fosse transar sem camisinha, mas pra garantir que nada acontecesse.
Y: E com quem vocês iam fazer, posso saber?
N: Eu com o primeiro que me desse bola, quero sentir uma rola gostosa.
Y: E você? – olhando pra Ana, que baixou a cabeça timidamente –
A: Esperava que fosse com você.
Y: Eu te atraio?
A: Desde sempre, idiota.
J: Ela é a garota dos sonhos molhados.
A: Julieta! Você contou?
Y: Ela só me disse que tinha uma garota que tinha sonhos molhados comigo, mas sinceramente achei que era a Na.
A: Não, sou eu.
J: Bom, chega de conversa… a gente faz ou não?
Ana e Nadia responderam que sim em uníssono e, antes que eu percebesse, tinha a Nadia de joelhos chupando minha rola e a Ana me beijando com muita paixão. Tentei desabotoar o sutiã dela, mas obviamente não consegui, e foi a Juli quem veio me ajudar a soltar, e finalmente ter aqueles dois peitos na minha frente. Eles tinham o tamanho certo, nem grandes nem pequenos, cabiam na minha mão, com uma auréola bem escura que contrastava com as sardas dela e uns biquinhos pequenos e duros. Não demorei nada pra levá-los à boca, o que arrancou o primeiro gemido da Ana, e o segundo veio quando minha mão percorreu a perna dela, sentindo o quanto ela estava molhada. Enquanto isso, a Nadia continuava chupando minha rola, não fazia tão bem quanto a Juli, mas se esforçava, e de repente, bum, senti uma segunda boca brincando com minha rola. Por um instante, as duas brincaram com meu pau enquanto eu continuava chupando os lindos peitos da Ana, até que a Juli decidiu que queria o mesmo tratamento e se levantou, desabotoando o sutiã e liberando os dois peitos maiores daquele quarto. Eram enormes e praticamente sem auréola, e comecei a dar o mesmo tratamento que na Ana, alternando entre os peitos das duas. Enquanto a Juli no chão devorava meu pau. Depois de um tempo, senti a mão da Ana acariciando o que a Juli deixava de fora do meu pau, perguntei se ela não queria chupar também, mas ela disse que não sabia como. Naquele momento, a Juli pegou ela pelo braço e empurrou ela pro chão, dizendo que ia ensinar. Ver aquela ruiva gostosa com a carinha inocente aproximando meu pau da boca dela foi o mais perto que eu tinha sentido até então do prazer total. Aos poucos, ela foi fazendo tudo que a Juli explicou, e olha, ela aprendeu muito rápido e fazia maravilhosamente bem. Não aguentei muito mais tempo e avisei que ia gozar. As três minas se ajoelharam na minha frente e começaram a me punhetar até meu pau explodir, sujando principalmente a Juli, que tava no meio.
Enquanto eu me recuperava, a Juli, que tava no comando, mandou as minas terminarem de se pelar e eu juntar as camas. De repente, tava num quarto com três minas peladas e uma cama gigante.
J: Então, lembra do que eu te ensinei na casa da Nadia?
Y: Sim.
J: Então, agora você vai chupar a buceta das duas.
Y: E você?
J: Não se preocupa, a Nani tá me devendo uma.
Ela mandou as duas se deitarem na cama e se agachou sobre a boca da Nadia, enquanto eu comecei a chupar as bucetinhas delas. A da Nadia era igual a da Juli, sem pelos, só uns pelinhos bem curtinhos e gordinha, com um clitóris que se destacava entre os lábios. Já a Ana era peluda, com aqueles pelinhos ruivos cobrindo a buceta, mas os lábios vaginais dela eram um simples kitty. Os sabores também eram diferentes: enquanto a Nadia tinha um gostinho de xixi, o da Ana era doce. Fiquei um tempão alternando entre as bucetas delas, ouvindo os gemidos e, de vez em quando, as pernas delas me apertando ou as mãos me pressionando contra elas. Num momento em que tava chupando a Nadia, notei que a Ana tinha se mexido. Levantei a cabeça e vi ela chupando os peitos da Nadia, enquanto essa passava a mão na própria buceta. Aí eu me dediquei 100% a chupar ela até que... Senti o orgasmo dela, o corpo todo tremeu e por sorte a Juli tava sentada na boca dela, porque senão Bariloche inteiro ia saber que ela tinha gozado. Ela ficou tremendo na cama, nessa hora a Juli me olhou e viu que meu pau já tinha voltado ao normal, e mandou eu meter na Nadia — não esqueço as palavras dela: “se não meter agora, não fode mais”. Fui até minha mala pegar camisinha, mas as três gritaram que não, a Nadia olhou nos meus olhos e falou que sabia que eu era limpo, pra eu comer ela sem nada. Voltei pra elas, subi na cama beijando o corpo dela até minha boca ficar perto da dela e os lábios da buceta da Juli, e enquanto nós dois começamos a brincar com nossas línguas na buceta da loirona, senti uma mão pegando meu pau — era a Ana, que começou a guiar ele e a masturbar a Nadia com meu pau. Comecei a meter bem devagar até sentir aquele obstáculo que sempre me falaram, a Ana subiu pra beijar os peitos da Nadia de novo e eu comecei a fazer pressão até sentir que tinha rompido aquela resistência. O rosto da Nadia se transformou, ela abriu os olhos bem grandes e a boca ficou aberta como se não tivesse ar. Lembrei do que a Juli tinha me falado e fiquei parado dentro dela até ouvir a palavra mágica: ME COME. Comecei um movimento lento e suave, mas profundo, e aos poucos fui aumentando a velocidade até que os peitões da Nadia balançavam no ritmo das metidas. Não demorou muito pra um novo orgasmo dela encher o quarto, dessa vez mais forte, e senti ela me expulsar pra fora enquanto se mijava na cama (anos depois eu descobriria que isso era squirt). Eu fiquei de pé na cama e a Ana chegou perto, ajoelhada nela, e começou a me beijar de novo, bem apaixonada, enquanto a mão dela tocava meu pau. Ela me fez deitar, ficou entre minhas pernas, saboreou por uns segundos o orgasmo da nossa amiga no meu pau e depois se agachou em cima de mim, encaixou meu pau entre os lábios dela e, bem devagar... começou a descer, nela não senti a mesma resistência que com a Na, mas estava lá, porém quando essa resistência se rompeu, houve um grito de dor como se tivesse sido apunhalada e dos olhos dela caíram algumas lágrimas. Era muito mais apertada que a Nadia, e diferente de com ela, nossos movimentos foram mais suaves e lentos, nos acariciando e sem tirar os olhos um do outro nem por um segundo. Naquele momento, realmente entendi que a Ana estava apaixonada por mim, até que em dado momento os gemidos dela começaram a crescer no ritmo da velocidade dos movimentos dela, e senti como se o interior dela me apertasse cada vez mais até que, segurando os peitos dela e olhando para o céu, ela gozou num grito sonoro, e caiu exausta sobre mim, que não parei de me mexer, segurando a bunda dela e beijando a boca e os peitos dela. Foi como apertar um botão, os orgasmos começaram a vir um atrás do outro.
Tenho que confessar que nessa altura já tava doendo o meu pau, mas o prazer era maior, e naquele momento senti uma língua brincando nas minhas bolas. Olhei no espelho de pé que tinha no nosso quarto e vi a Juli entre as pernas da Ana, ela alternava entre minhas bolas, a buceta dela e depois eu soube que também a bunda dela. Isso fez eu perder o controle total do meu orgasmo e sussurrei no ouvido da Ana que ia gozar, e ela me pediu que por favor gozasse dentro dela. Foram as palavras mágicas, comecei a explodir dentro dela, pra minha surpresa foi mais intenso que o primeiro, podia sentir meu pau inchando e disparando dentro dela até que uma espécie de câimbra percorreu da minha virilha até a base do meu pau.
Quando a Ana se levantou, dava pra ver os restos do meu sêmen escorrendo no meu pau, que foram rapidamente limpos por ela e pela Juli. A Nadia estava como desmaiada. A Juli, assim que meu pau ficou limpo, vestiu uma calça de pijama e uma camiseta e disse que ia buscar alguma coisa no barzinho do hotel que ficava aberto 24 horas. Eu e a Ana nos beijamos e dormimos de conchinha. Essa foi minha primeira vez, e nossa primeira noite em Bariloche.
0 comentários - Minha História 4