Minha História

Quero contar um pouco da minha história. Muitos relatos que li aqui começam quase como um filme pornô, e a minha história pode até ser digna de um filme pornô, mas eu estou longe ou estive de ser um ator pornô.
Até o 5º ano, eu era um garoto bem tímido, o típico que era vítima de bullying. Não era muito gordo, mas também não tinha o físico de superatleta que todos os meus colegas tinham. Não me destacava em nenhum esporte, era bem nerd, fanático por quadrinhos e Star Wars. E talvez a única coisa que se destacava em mim era minha bunda, mas para pior, sempre me chamavam de ter bunda de viadinho. Pra completar, numa turma de 40 pessoas, onde metade era homem, eu não tinha relação com nenhum deles além de um "oi" e "tchau". Na verdade, só tinha três amigas, que no meu último ano foram as que mudaram minha vida.

Vou descrever as outras protagonistas da minha história. De um lado, tinha a Julieta, uma amazona praticamente. Uma garota que jogava basquete, então imaginem o quanto ela era alta. Se não me falha a memória, ela media uns 1,90. Tinha pernas muito longas, usava cabelo curto e, se você a vestisse de terno, podia parecer um garoto, exceto pelos dois peitinhos pequenos que sobressaíam do corpo dela. Depois, tinha a Nadia, a típica gordinha baixinha, caderuda e com dois peitões enormes, acompanhados por uma cara tão inocente e meiga que não era digna daqueles peitos. Pra completar, 90% do tempo ela usava tranças igual a Chilindrina. Por último, tinha a Ana, por quem eu era perdidamente apaixonado e que só estava com a gente por ser nerd, porque ela tinha um físico incrível. Era uma deusa ruiva, com suas sardas que cobriam praticamente o corpo dela, e os óculos davam uma imagem ainda mais sexy. Tinha umas pernas lindas, coroadas por uma bunda que a gente não sabia se acariciava, beijava, mordia ou tudo junto.

Como vocês podem imaginar, aquele grupo, exceto pela Ana, era digno de ser zuado, e quase toda a turma achava que eu era gay. Como eu disse, o 5º ano foi um antes e um depois. Depois, embora a gente já tivesse falado de sexo várias vezes entre nós, nunca tinha rolado nada. Sempre vi a Juli e a Nadia como irmãs, e sinceramente nunca achei que a Ana fosse me dar bola. Conforme a viagem de formatura foi se organizando, comecei a desistir da ideia de ir, porque minhas opções eram dormir sozinho ou com um grupo de colegas com quem eu me dava muito mal. Mas, por sorte, como a escola inteira achava que eu era gay e bonzinho pra caralho, consegui que me deixassem dividir o quarto com as minas. A verdade é que isso me deixava meio nervoso, mas mais por causa da minha timidez de ter que dormir junto com três garotas. Imagina: embora a única que tivesse experiência e já tivesse perdido a virgindade com um primo fosse a Juli, pra alguém que nunca tinha nem beijado uma mina, era dose. Por isso, as meninas decidiram que, como primeira experiência, a gente ia dormir na casa da Nadia, ver uns filmes, comer e pronto.

Quando cheguei na casa, a mãe da Na abriu a porta e falou que as minas estavam no playroom (uma espécie de sótão gigante que tinha na casa dela). Enquanto subia a escada, comecei a ouvir uns gemidinhos baixos e pensei que as garotas deviam estar vendo algum vídeo ou algo assim, mas a imagem que encontrei foi ainda mais pesada. A Nadia tava sentada num sofá, de pernas abertas, com a saia levantada e a calcinha no joelho, enquanto a Julieta estava ajoelhada entre as pernas dela, chupando ela. A cena era melhor que qualquer pornô que eu já tivesse visto na vida, e automaticamente fiquei duro. Fiquei parado um tempão olhando aquela situação, até que a Nadia puxou a Juli pelos cabelos, imagino por causa do orgasmo que ela tava provocando, e naquele exato momento ouviu-se um grito da mãe cumprimentando a Ana efusivamente. As duas minas se levantaram rápido e começaram a arrumar a roupa. Por uns segundos, cheguei a ver que a Nadia tava com os peitos de fora e a buceta peluda. Foi nesse movimento que as As duas me viram e ficaram tão paralisadas quanto eu. A Nadia foi a única que conseguiu falar alguma coisa, perguntando quanto eu tinha visto. Quando eu ia responder, ouvimos a Ana gritando lá de cima da escada que a mãe da anfitriã ia sair pra fazer umas compras. Quando ela chegou até nós, me deu um beijo na bochecha — eu ainda tava ali parado, duro — e um olhar da Julieta me fez perceber que meu corpo não era a única coisa que tava dura. Tentei disfarçar minha ereção.

Ficou longo… Vamos continuar numa segunda parte.

1 comentários - Minha História