Depois da ceia de Ano Novo...

Depois daquele sexo compartilhado que nos deixou fora de órbita por um tempo, o Omar me pergunta se quero beber alguma coisa. Digo que sim, porque a verdade é que não quero ir embora, quero ficar ali, naquele quarto, com ele. Você percebe que está com alguém especial quando, depois do sexo, não sente aquela urgência de vazar o mais rápido possível. Às vezes acontece de, passado o momento do tesão, eu querer é fugir, sumir sem deixar rastro. Com o Omar, foi o contrário, mesmo que ele não me comesse de novo, eu precisava continuar sentindo a presença dele perto de mim. Olho a hora no meu celular, já são duas e vinte... — Enquanto você pede, vou ao banheiro, que tenho que dar satisfação... — falo, numa alusão óbvia ao meu marido. Levanto e, assim, nua, me movendo de forma sensual, cruzo o quarto. Sei que ele está me olhando, então ando devagar, sem pressa. Entro no banheiro e fecho a porta. Sento no bidê para me lavar, e enquanto o jato de água fria refresca minha buceta, escrevo pro meu marido... "Tudo bem, agora estamos na balada, acho que temos umas duas horas ainda, tentei escapar mas não me deixaram... Kkkkk... Beijos, te amo..." Mando junto umas fotos que tinha tirado antes e não postei em rede social nenhuma, então podem passar por atuais. Fotos com colegas de trabalho, tomando um drink, brindando, recebendo meu presente, uma foto em que mando um beijo especial pra ele... Foto em que eu já sabia que o Omar estava me esperando lá fora. Fecho o bidê e levanto. Quando volto pro quarto, já tem um champanhe, daqueles bem caros, num balde com gelo. O Omar, nu, com o pau pendurado pesadamente entre as coxas, abre a garrafa e serve duas taças. — Sabe que minha única expectativa ao vir pro jantar era só te conhecer? — ele fala, me dando a minha. — Já tá me conhecendo bem — brinco, pegando a taça e dando um gole. — Foi melhor do que eu esperava, mas o que Quero dizer que não vim com a intenção de te trazer pra um hotel — ele tenta se explicar. — Acredito em você, mas me diz a verdade: sempre que me fazia um favor, não passava pela sua cabeça cobrar em espécie? — pergunto. — Hahaha... — ele ri — Se for sincero, mais de uma vez... Na real, até pensei em te chamar pra sair... — Ah, é? Não me diga... — me surpreendo, já que nunca me pareceu que ele tivesse tentado. — Sim, um dia que você me ligou pra autorizar o pagamento de uns pneus roubados, eu ia te chamar pra gente se ver... — E o que aconteceu? Desistiu? — Nunca, o que rolou é que sua filha começou a chorar bem na hora, e você disse que era ela pedindo peito, e eu não sabia que você tinha virado mãe... — Lembrei daquele momento. Tinha voltado há pouco pra cuidar dos meus segurados, então precisei da ajuda dele com mais frequência que o normal. — Lembro... — falo — Foi erro meu não ter atualizado a vigência do seguro, a Companhia tinha razão em não querer cobrir o custo dos pneus... Mas você autorizou mesmo assim, obrigada. — Não podia te negar, ainda mais depois que você mencionou seu peito... — ele sorri. — Aqui está ele, todo seu... — digo, entregando. Ele beija, chupa, morde meu mamilo. — E você? Quando me viu, o que pensou? Que eu vinha cobrar a dívida? — ele pergunta. — A verdade...? Quando te vi e soube que era você, pensei: que vontade de te pagar até o último favor... — Continuo te cobrando, então? — ele propõe. — É a única coisa que quero... — concordo. Batemos os copos, viramos de um gole e, deixando-os na mesa, nos beijamos com aquela paixão e urgência que não dá trégua. A gente tinha transado eletrizante, mas ainda estávamos com tesão. Sem parar de nos beijar, deitamos na cama, rolando um sobre o outro. — Não quero ficar te devendo nada... — falo, enquanto fico por cima dele. Ele coloca uma camisinha rápido e enfia tudo sem deixar nada pra fora, só as bolas batendo sem parar nas portas da minha buceta. Ali, Montada, me mexendo com habilidade equestre, me sinto no topo do mundo, altiva, possessiva, dominante, cada penetração é como uma injeção de adrenalina, de energia viva e tonificante que me motiva a querer mais. Lá de baixo, ele acaricia minha bunda, minha cintura, meus peitos, me admirando... Você percebe quando pra um homem você não é só um pedaço de carne que ele tem que furar pra conseguir o prêmio dele. Naquele momento, pra ele, eu sou como a musa pro artista... — Me come o cu... — peço num sussurro, como se fosse um segredo. Ele me olha e sorri, lascivo, malicioso. Sai da minha buceta, segura a pica com mão segura e firme, e tenta meter por trás... e digo, tenta, porque ela tá tão inchada que não entra de primeira nem de segunda. Vejo que de um lado da cama ficaram uns sachês de gel lubrificante, de quando ele pegou os preservativos às pressas. Pego um, abro, despejo o conteúdo na palma da mão, e lubrifico a porra toda dele por inteiro. Lubrifico também meu cu, um pouquinho pra dentro, pelos lados, e aí sim, eu mesma coloco a pica na entrada, naquela abertura que treme só de sentir a proximidade do objeto desejado. Agora sou eu quem empurra de cima, fazendo pressão com todo o meu corpo, sentindo o esfíncter abrir, dilatar, romper... Conforme a pica vai afundando em mim, é como se a carne, o sangue, tudo, se amontoasse na base, empurrado pela estreiteza do meu cu, por isso sinto ela mais grossa, mais cheia a cada pedaço que entra. Me apoio nas mãos dele que me seguram, e continuo empurrando pra baixo, cada vez com mais força... Dói, mas não me importo... Anseio, desejo, imploro que aquele homem me arrebente bem o cu, que me destrua, que me machuque de tanto me foder, preciso sentir ele por todos os meus buracos, me enchendo, me preenchendo, me explodindo... Tô solta, não paro, sigo, sigo e sigo, empurrando com meus quadris, com todo o meu peso, até que... ...PLOP!... Solto um grito de dor? Prazer? quando caio de vez, e fico sentada sobre as pernas dele, totalmente empalada. Um forte choque percorre minhas costas inteiras, dos rins até a nuca, enquanto um fogo vivo queima meus intestinos. É lindo e gratificante sentir toda essa compressão na parte mais apertada do corpo! A cara do Omar é de feliz aniversário, ele sorri, os olhos brilham, ele babando de tesão. Dá pra ver que ele não esperava, mas ali estou eu, bem enrabada, dono absoluto de todos os meus buracos, especialmente daquele que só meus amantes acessam. Eu gosto de dar o cu, é inegável, é a forma mais plena, total e absoluta de mostrar pra um homem que você pertence completamente a ele. E eu queria pertencer ao Omar e que ele soubesse disso. Empolgado com a possibilidade desse novo acesso, Omar se mexe por baixo, me comendo com empurrões firmes e fortes. Eu fico parada, em cima dele, aproveitando cada empurrão, cada estocada, esfregando as tetas na cara dele. -Uuuhhhhffff... Uuuhhhhffff... Uuuhhhhffff...!!- eu ofego cada vez que ele enfia até o fundo. Aproveito como se fosse uma novinha que tá levando booty na primeira vez. Não se compara, claro, com aquela primeira enrabada, mas a sensação é terrivelmente intensa e avassaladora. Arqueio as costas, jogo a cabeça pra trás, e agora sou eu quem se mexe, montando nele com todo meu entusiasmo à flor da pele. Me olho nos espelhos, que devolvem minha imagem, me movendo pra cima e pra baixo, sobre o corpo daquele homem que me tem bem presa, que não me solta, que me tem cativa pela sua virilidade. Não vou dizer que nunca passou pela minha cabeça comer o cara que, sem me conhecer, me autorizava tudo que eu pedia. A gente tem suas fantasias, mas a realidade superou minhas expectativas. -Te devo uma...- eu disse mais de uma vez, ao me despedir depois de mais um favor, quando na verdade o que eu deveria ter dito era: "Te devo uma boa polvo". E aí estávamos nós, acertando as contas, mostrando os dois o quanto esperamos por aquele momento. Ele me deita de costas na cama e volta ao tradicional, me pegando tão gostoso que até sai espuminha. Aí ele tira a pica, deixa ela pulando no ar, e volta com força pela bunda. Dessa vez nem precisa empurrar, meu cu se abre igual uma flor, sugando ele por completo. Ele me bombeia sem dó, partindo meu rabo no meio, empurrando meus intestinos pra dentro a cada metida. De repente, tudo fica nublado ao meu redor, o quarto e tudo que tem nele se dissolve, e só ficamos nós dois, suspensos naquele momento, unidos, empalados. Tenho outro orgasmo, um especialmente intenso, impactante, um orgasmo anal, já que ele tá me comendo pelo cu. Enquanto eu me deixo levar por aquela maré quente e revitalizadora, ele continua me fodendo, me destruindo sem piedade, fazendo uso e abuso da minha parte mais sensível. Ele me soca com tudo, até não aguentar mais, e também goza. Entre expressões efusivas de prazer, ele cai sobre mim, ofegante, exausto, coberto de suor. Ficamos ali, deitados, recuperando o fôlego, curtindo o delicioso formigamento que o orgasmo deixa pulsando nas entranhas. Ele se vira pro lado e, soltando um suspiro calmo, exclama: - Será que toda vez que a gente fizer vai ser melhor que a anterior? - Eu tava pensando a mesma coisa. Achava que a primeira transa que a gente teve tinha sido impactante, alucinante, que dali pra frente só poderíamos cair, mas não, essa foi superior em todos os sentidos. Até o depois, aquele momento em que o corpo continua tremendo de prazer, foi ainda mais prolongado que o anterior. A gente se beijou por um bom tempo, beijos curtos, longos, beijos de língua, e depois, acreditem ou não, ficamos conversando por mais de uma hora. Na cama, pelados, só falando. Ele me contou que é casado ("felizmente casado" foi a expressão que usou), que tem dois filhos, aqueles que eu já tinha visto no status do WhatsApp dele, e que depois de nove anos, pela primeira vez, ele estava traindo a esposa. -Valeu a pena esperar...- ele me garante, me dando outro beijo. Percebi que era sincero, então quando ele me perguntou, tive que admitir que já tinha tido umas aventuras, não acho que ele teria acreditado se eu dissesse que não, embora não tivesse coragem de confessar que de duas dessas aventuras fiquei grávida dos meus filhos. Nessa altura já estava quase amanhecendo. Então pedimos café da manhã, e comemos enquanto continuávamos conversando sem parar, contando coisas das nossas vidas, do trabalho. -Vou tomar um banho...- falo. Termino minha torrada, levanto, ando sexy até a porta do banheiro, e me virando, pergunto: -Vem?- Ele levanta e vem na minha direção, com o pau duro, balançando ameaçador entre as pernas. Entramos no chuveiro, abrimos a água e começamos a nos ensaboar mutuamente. Com os corpos cobertos de espuma, nos abraçamos e beijamos, sentindo renascer aquela vontade que, só agora percebemos, nunca foi embora. Enxáguo a parte íntima dele e me agacho pra chupar, saboreando com frenesi ardente toda a extensão, deslizando minha língua pra cima e pra baixo, até lamber os ovos dele e o esconderijo debaixo deles. Ele também me chupa, ávido, entusiasmado, primeiro por frente, pontuando com a língua os cantinhos mais escondidos da minha buceta, pra depois me virar e lamber toda a minha racha do cu. Ele sai do chuveiro um momento, mas volta logo em plena ação de colocar uma camisinha. Me empurra de cara contra o vidro do box, e me come por trás, pegando de novo a bunda que ainda está aberta da foda anterior. Ele se enterra uma e outra vez em mim, enérgico, implacável, me arrastando pra um novo delírio de prazer. Sinto de novo aquele vertigem nas entranhas, a maré que sobe e ameaça levar tudo na frente. Sinto que estou prestes a chegar mais uma vez ao ápice, tô ali, a uns metros, bem perto, já... quase... Mas Não... Ele tira o pau da minha bunda, me deixa largada assim por uma eternidade, e ataca de novo, mas dessa vez pela buceta, mostrando um vigor notável, prodigioso. Ele me agarra forte pelos peitos, e agora sim, me bombeia até que os dois terminamos envoltos num coro de gemidos e suspiros que parecem não ter fim... E sim, essa foda, no chuveiro, foi ainda mais intensa e avassaladora que as anteriores, tanto que até boa parte daquele dia eu continuei sentindo dentro de mim as deliciosas consequências. Muito a contragosto, saímos do chuveiro e voltamos pro quarto pra começar a nos vestir. Já eram quase sete da manhã quando saímos do hotel. Omar me deixou a um quarteirão de casa, mas antes de eu descer do carro, nos despedimos com um beijo daqueles que você não dá pra qualquer um, mas sim pra alguém muito especial. Quando cheguei em casa, meu marido e os meninos ainda estavam dormindo. O que fiz foi me deitar no sofá da sala e fingir que tinha dormido com a roupa do corpo. — Nem sei a que horas cheguei... — falei depois pro meu marido, segurando um bocejo — Mas não deve ter passado das quatro. Alguns ainda estavam festejando, eu escapei assim que pude. — Podia ter vindo pra cama — ele me repreende. — Não quis te acordar — digo, dando um selinho nele — Além disso, assim que entrei desabei no sofá, não aguentava mais, os sapatos novos que estreie me deixaram toda dolorida a noite inteira, espero que não apareçam bolhas. Na mesma hora ele sentou na minha frente e começou a massagear meus pés. — E os pequenos? Como se comportaram? — pergunto pelos meus filhos. — Bem, sentiram sua falta, mas não deram trabalho. Pra compensá-los, naquele sábado à tarde saímos pra passear os quatro, e embora estivesse curtindo com minha família, não conseguia tirar da cabeça (nem do corpo) a lembrança daquela noite. As sensações, a pulsão do orgasmo, dos orgasmos!, tudo ainda estava muito latente em mim, tanto que se Omar aparecesse de repente, eu não teria conseguido evitar me pendurar nele. pescoço e beijá-lo, sem pensar nas consequências. Tanto que isso me impactou. Não sei como vai ser o nosso futuro. Tenho certeza de que vamos nos ver de novo. O que sei é que não consigo nem imaginar não transar de novo com ele. De qualquer forma, vou mantê-los informados. Que terminem bem o ano, curtam com a família, e... FELIZ 2024 PARA TODOS!!!Depois da ceia de Ano Novo...
vadia

14 comentários - Depois da ceia de Ano Novo...

Como siempre una genialidad los relatos, y encima muy buenas fotos, FELICIDADES!!!!
Recuerdo que en otra oportunidad, ya lo habías mencionado y que incluso entonces, querías pagarle el favor, caliente porque no lo conocías. En fin, feliz año.
Genia 😘💦💦💦💦 feliz 2024... 💦💦💦💦💦
Cómo siempre excelente tus relatos y no era para menos que lo hagas en dos partes a este. Muy buen año y por más garches en el 2024. Saludos feliz año
Sute41 +1
Genia Marita. Muy Feliz 2024... y que sigan tus relatos.
Cada vez mejores.
me dejas locopor vos hermosa y nunca me repondes, esta poronga es tyuya y su leche para tu conchita hermosa



chifres
Espectacular relato. como siempre, dejandome al palo!.

Espero que sigan tus relatos con mas aventuras , y sobre todo con esos regalitos que venis dejando al final de cada post (para quedarse besando hasta fin de 2025 😋 ).

Que tengas un feliz año nuevo, arrancando excelente este 2024.

saluditos.
Impresionante siempre me deleita leer tus relatos me dejas la ponga duraaa maritaa
terminar el año asi es mi objetivo jaja

Feliz y Venturoso 2024 Marita, con mucha salud.
Vos si que terminas excelente el año y empezaras el 2024 muy bien seguramente con otro encuentro con mi tocayo.
FELIZ 2024 !!!