Olá, todo mundo! Vou contar tudo que lembro. Pra quem fala que minha história não é real, digo que me basta saber que cada coisa realmente aconteceu. Meu sogro nos convidou pra passar a véspera de Natal no sítio dele. Chegamos no fim da tarde. Eu tinha vestido um vestido preto justo de lycra, por baixo uma microtanga e um sutiã pezonero. Desde que chegamos, o jogo erótico de olhares e provocações entre eu e meu sogro foi o motivo da noite. Meu marido corno percebeu na hora e me deu a maior força, mantendo minha sogra entretida. Alberto, meu sogro, ficou no churrasco, e eu aproveitava cada momento que podia pra ir até o quincho e curtir os amassos dele. A sensação dele passar a mão na minha bunda e nos meus peitos com minha sogra a poucos metros de nós me dava aquela adrenalina que só as infiéis sabem como é.Numa dessas escapadas pro quincho, não aguentei mais e chupei a pica enorme que meu sogrinho tem. Chupar ele enquanto ele olhava pra ver onde a esposa estava foi único. Como chupei desesperada, ele me encheu a boca com uma gozada imensa, e eu tomei tudo. Depois disso, tratei de apagar qualquer suspeita e fiquei conversando com minha sogra como se nada tivesse acontecido, mas com o gosto da porra do meu sogro na boca. Na hora do jantar, o corno sentou do lado da mãe, deixando o lugar do pai livre porque sabia que assim coisas iam rolar. Meu sogro serviu a comida e sentou colado em mim. Como que marcando território, por baixo da mesa, apertei a pica grossa dele por cima do short. Comemos. De repente, meu sogro levou a mão na minha buceta, e o filho da puta começou a me masturbar. Eu não sabia como disfarçar enquanto minha sogra contava um monte de coisa que nem ouvi, porque três dedos do meu sogro estavam dentro do meu buraco por baixo do vestido. Como pude, segurei o gritinho quando gozei. Meu marido percebeu e sorriu pra mim. Meu sogro continuou como se nada, até conversando com minha sogra como se fosse o melhor dos maridos. Era minha vez, e comecei a passar a mão na pica dele, que não demorou muito pra se transformar naquele monstro gordo e pesado que tantas vezes eu comi. Tirei ela pela lateral do short e comecei a bater uma. Juro que minha sogra falava comigo e eu nunca soube do que. Acelerei a punheta que até a mesa tremeu um pouco. Senti o jato na minha mão e vi a cara do meu sogro descomposta pelo tesão que ele tava sentindo. Minha mão tava uma bagunça e, como uma boa puta, disfarçadamente fingi um espirro e me tapei com a mão cheia de porra, segurando a cara enquanto meu sogro não acreditava. A noite seguiu sem mais loucuras. Festa, mesa doce, champanhe e conversa. Às 3, decidimos ir dormir. Minha sogra tinha preparado o quarto que era do meu marido. Meu filho tem o quarto dele na casa dos avós. Coloquei ele na cama e deitamos com o chifrudo sem falar nada do que aconteceu. Tava cansada e dormi na hora. Não sei que horas eram, mas senti um tapa na cara que me acordou assustada. Meu sogro tava parado do meu lado com o pauzão que tinha me dado uma porrada – era aquele tapa. "Cê tá louco, Alberto?" sussurrei. "Tua mulher tá no quarto ao lado." Meu marido se mexeu, mas não acordou. "Filha da puta, chupadora de pau, me esquentou a noite inteira, agora vou arrebentar teu cu, puta", ele disse. Enfiou o pau na minha boca, tava mais grosso do que nunca. Engoli ele todo e vi na penumbra que meu marido tava olhando. "Vem me ajudar", falei baixinho, e ele se juntou a chupar o pau do pai. "Dá logo, meu amor, deixa eu te comer, não posso ficar muito tempo fora da cama sem sua sogra perceber", disse meu sogro. Fiquei de quatro, puxei a calcinha fina e senti meu cu se abrindo. Senti o rabo cheio de pau e soube que já tava tudo dentro. Meu cu ardia de tão inchado que tava. "Que cu gostoso você tem, puta linda, como engole, sua cona, assim mexe a bunda, puta", ele falava enquanto bombava. Meu marido enfiou o pau na minha boca e chupei enquanto o pai arrebentava mais e mais meu cu. Meu sogro deu uma metida funda e senti o jato, me deu vários tapas e tirou o pau. Pau melada. Meu marido limpou ela enquanto eu gozava na boca. Meu sogro foi embora sem fazer barulho. Com o corno, nos beijamos trocando porra das nossas bocas. Dormimos de conchinha. No outro dia, trocamos os presentes de Natal. Meu sogro me deu um relógio e eu dei um perfume pra ele. Voltamos pra casa e, com o corno, nos sentimos mais cúmplices do que nunca.
17 comentários - Despelote de Natal (real)