Continuação…
M: Senhora Fabyyyy, me surpreende.
F: O quê, estou muito gorda?
M: Gorda de jeito nenhum, minha lady, não consigo tirar os olhos da senhora, está maravilhosa, excelente escolha ter trazido esse vestido.
F: Obrigada, bebê, muito obrigada, me faz corar, e me diga, você gosta de saltos?
Aí sim passou dos limites, aquele vestido caía perfeitamente nela, claro, sem calcinha por baixo seria ainda mais perfeito, mas com aqueles peitões enormes não era o mais adequado ficar marcando os bicos dos peitos, do jeito que estava sentada, o vestido subia até mais da metade da coxa, a cada movimento do carro, as tetas gelatinosas balançavam como ondas no mar, parecia que tinha passado óleo no corpo todo, uma maquiagem muito bem feita no seu lindo rosto de latina madura, a pele morena clara chamava atenção e convidava a acariciar, a beijar, a saborear, eu olhava de cima a baixo e vice-versa, enquanto ela tirava as sandálias e calçava uns saltos de plataforma larga, consegui ver um pouco da calcinha que usava, parecia que a renda branca transparecia e era uma tanga (depois descobri que era mesmo uma tanga de renda).
M: Adoro, e ainda mais numa mulherão como a senhora.
F: Mulherão? O que isso significa? Ela me olhou estranha.
M: Que é uma gostosa dos pés à cabeça.
F: Aaah, pois tem razão, do que meu marido está perdendo, né?
M: Pois é, mas ele a teve na juventude e já fez dois filhos.
F: Pois é, a qualidade cai quando a gente vai ficando velha.
M: Não, pô… eu observo com cuidado e sem me enganar nem um segundo, que qualidade tem, e de sobra, e ainda mais se essa carne vem numa embalagem como aquele vestido, fica mais apetitosa do que o normal, digo… com todo o respeito que a senhora merece (ela cai na risada).
F: Jijijiji, ai que engraçado e atrevido você é.
M: Nada disso, só sou completamente honesto.
F: Assim são os homens, elogiam até não disfarçarem mais.
M: Por acaso eu disfarço?
F: Jijijj, não, melhor, agora liga. Sua vista na frente e acelera, senão você vai bater e a gente precisa chegar rápido, senão as coisas acabam.
M: ah, de qualquer jeito, vou ficar admirando a paisagem, hein, porque paisagens como essa (virando pra olhar ela dos pés à cabeça) e no meu carro, muito raramente se vê.
F: jijii, mentiroso.
M: nãooo, sério, talvez na minha vida, só estive com duas mulheres que talvez pudessem competir com você.
F: igualmente gordas, acho que sim.
Isso era me desafiar, que eu me jogo pra apalpar a perna dela que tava ao meu alcance, aproveitando que ela tava abaixada segurando os saltos.
M: gooorda?, essa carne suculenta não me parece nada gorda.
Ela até pulou quando sentiu minha mão na perna dela e se endireitou, tirei minha mão rápido.
F: ai, moleque tarado, será que não te amarraram as mãos quando criança? (Ela me dá um tapa, que claro, não doeu nada)
M: sim, claro que sim, mas elas ficaram amarradas muito tempo, agora acredite que cada oportunidade eu aproveito.
F: já vi, só falta você virar um polvo.
M: queria ser, quando vejo tanta carne ao meu alcance. (Ela me dá outro tapinha).
F: bom, pelo menos sua mão tava quentinha (mais quente tava a buceta).
M: ah, sou de mãos quentes, não sofro muito com frio, digamos.
F: sério?, porque eu sou bem friorenta, se esse carro não tivesse aquecimento, eu taria morrendo de frio.
M: pra mim não parecia tão friorenta, te vi meio sem roupa essa semana.
F: ah, é que uma mulher pode mudar de temperatura corporal da noite pro dia, uma semana ser friorenta e outra não, e além disso, você sabe que a gente tem uns dias em que fica mais alegre e menos friorenta.
M: sim sim sim, já sei do que cê tá falando.
F: jijiji, sim, tô naqueles dias da canícula, jijiji.
M: hahahaha, canícula, eu chamo de outro jeito.
F: ai, cala a boca, não fala (ela me dá outro tapinha).
M: bom, então me calo, mas me diz, essa canícula já te pregou peças ruins?
F: jijijiji, sim, por isso tenho dois. filhos.
M: hahaha, são filhos do calorão?
F: kkkkk, não tanto assim, mas sim.
M: também do amor que sentia pelo marido, né?
F: siiim, foi meu primeiro homem, e o único, pra mim não tinha ninguém como ele, tava cega de amor de verdade, agora entendo que joguei minha juventude fora com ele.
M: não Dona Faby, não veja assim (ela se virou pra mim já com os saltos calçados, com a bolsa em cima escondendo o que pudesse aparecer no meio das coxas gostosas dela, tocou minha mão na alavanca de câmbio, e claro, ao sentir a pele quentinha dela, nem fodendo que eu ia tirar dali, aliás, até engatei a quinta, e aos poucos, aproveitando a conversa, fui esticando minha mão até tirar ela por uns momentos e deixar pousada no joelho dela, sem abrir a palma da mão), pelo menos disso você tem seus filhos.
F: pois é, é a única coisa, embora sinta que eles gostam mais do pai.
M: mas moram mais com você do que com ele.
F: pois é, mas porque aguentam menos a maldita ladra de marido que ele tem agora, e meu filho já não me visita tanto como antes.
M: ah sim, que merda, mas pelo menos sua filha mora com você.
F: pois é, não vou deixar ela desperdiçar a juventude como eu fiz com o pai dela.
M: claro, ela que tenha os namorados que quiser, que experimente mais coisas que esse mundão oferece.
F: cê acredita, ela já teve dois namorados, ou melhor, os que me apresentou, já saiu um pouco do controle, e olha que nem falamos de coisas mais íntimas, mas acho que ela já me passou muito nesse quesito, um dos namorados dela era mais velho que você, e sempre andava de carrão, dava muitos presentes e levava ela pra vários lugares, terminaram porque ele ficou tóxico e queria controlar ela direitinho (e claro, com um corpinho de modelo essa gata).
M: po, eu no lugar dele também ia ficar com ciúme, saiu igual à mãe, linda.
F: mas ela é loira como o pai.
M: sim, com certeza é o retinho vivo de você. quando eu era jovem.
F: pois é, verdade, eu tava igualzinha ela.
M: ah sim, mas ela tá aproveitando bem a canícula.
F: jijijiji, sim, danada.
M: e a senhora, só com seu marido aproveitou a canícula?
F: jijijji, pois quase, hein, tipo, quase aproveitei com outra pessoa, mas ainda bem que não rolou, se meu ex-marido descobre, ele me botava no olho da rua.
M: conta aí, me fala.
F: nem devia, menino, mas já que você me contou umas das suas loucuras...
M: fala, fala.
F: então, uma vez meu marido me deixou uns seis meses.
M: caramba, foi trabalhar longe, né?
F: sim, e eu com três meses já tava subindo pelas paredes de não aguentar a canícula, jijiji.
M: e como foi isso?
F: quase que eu boto chifre no meu marido.
M: ah, é? com quem?
F: ah, você não conhece ele.
M: acho que não, mas como foi a história?
F: bom, como eu falei, foram meses sem meu marido.
M: entendo, e a senhora aguentou muito, hoje em dia não tem muita mulher que aguenta traição sem pagar na mesma moeda.
F: é verdade, se eu tivesse feito, seria uma dessas, ainda bem que não experimentei botar chifre, porque o negócio é que a gente se atreve e depois vicia, igual um monte que eu conheço.
M: mas a senhora disse que quase botou, me conta, por favor, não me deixa na curiosidade.
F: ai, que curioso, hein, mas tá bom, quase botei chifre com um cobrador.
M: hahahaha, a clássica história da mulher casada com cobrador.
F: sim, eu sei, é um clássico, né?
M: nem me fale, cadê eu que não tava trabalhando de cobrador, hahahaha.
F: jijijiji, não, homem, acho que você era um pivete que mal tava começando a reparar nas mulheres, eu já tinha 30.
M: então já faz doze anos.
F: sim, doze anos atrás você tinha 14, mal tava começando a gostar de mulher, jijijiji.
M: como assim, Dona Faby, eu desde o primário, a senhora não sabe que a gente desde o primário já desperta os hormônios?
F: Ei, até desde bebês o negócio já sobe, kkkkk.
M: kkkk, bom, pois é, já vi.
F: sim sim, acredito em você, Mati, acredito.
M: mas então, como é que quaase enganou o ex-marido?
F: pois é, quase.
M: tipo, como assim, já estavam pelados e alguém achou?
F: nãão, não é como você pensa.
M: então?
F: quase fomos pegos nos beijando pelo meu filho, foi a única coisa que fiz com ele, só uma vez nos beijamos e nessa vez meu filho chegou cedo da escola, quase nos pegou no amasso.
M: nossa, que azar pro cobrador, e acho que pra você também, podia ter conhecido como é ficar com outro que não fosse seu marido.
F: não, Mati, foi melhor, ia ser igual ao meu marido, e eu nunca fui, felizmente, nunca perdi a dignidade como ele, que saiba com quantas putas ele se metia.
M: bom, olhando por esse lado, você tem razão, mas mesmo se tivesse feito, não te julgo, hein.
F: que não, não fiz, não passou de uns amassos.
M: bom, então, mesmo que tenha sido só um amasso, que sortudo esse cobrador.
F: ai, e eu, hein, porque tava aqui, toda gostosa.
M: mas nunca é tarde, Dona Faby, aproveita agora que pode, e aproveita tuuudo o potencial que você tem (lancei um olhar pro corpo bem torneado dela).
F: sim, né? Até me pagariam muito bem pra ficar comigo, kkkk.
M: nem duvida, hein.
F: imagina você, que gasta em média mil pra ficar com mulheres casadas, eu nem hotel pediria, kkkk.
M: pois é, bom que você tem casa, e se não, temos tanta natureza no nosso município.
F: sim, hein, sempre quis fazer um piquenique, fazer algo como na música “e as borboletas voavam ao redor”.
M: isso aí, e com sua saia escolar.
F: kkkk, não, como você pensa, já tô velha pra essas roupas.
M: ué, até esse vestido é mais ousado que uma saia escolar.
F: bom, isso é verdade, mas eu ia ficar ridícula de colegial.
M: que nada, se alguém pudesse te achar ridícula, eu te veria com vontade de te dar umas boas lições, hein. alunnota (de novo os olhares pro corpo dela, e uns apertões nas pernas, já nem ligava mais que tocassem, e eu não tirei a mão depois de várias apalpadas)
F: ai, seu porquinho safado (dando tapinhas na minha mão, mas já não tirava mais das pernas dela, daquelas pernas macias e grossas)
M: a senhora nem imagina, minha linda.
F: nunca conheci alguém tão cara de pau igual você, hein.
M: também não é como se a senhora tivesse conhecido tantos homens, Dona Faby.
F: pois é, verdade, aquele cobrador era que nem você, e quase fez de mim uma adúltera promíscua.
M: mas por algum motivo não rolou, senhora, e por algo o divórcio aconteceu, porque a senhora, nossa, tem lenha pra queimar ainda.
F: e talvez sim, hein, não imaginava que ia estar assim na minha idade, no carro de um jovem adônis, passeando e toda arrumada, feito uma putinha igual as que meu ex-marido gosta, jijijiji.
M: mas a senhora não é isso, e pode fazer agora o que bem entender, com cuidado claro, mas o que quiser, juro.
F: é verdade, Mati, muito obrigada por me chamar pra sair, sério, se não fosse você, eu tava igual uma velha amargurada na loja ou em casa, faz dias que você resolveu passar no meu ponto, naquela manhã, nem sei o que deu em mim de me vestir como me vesti, só aproveitei que minha filha não tava e quis me sentir mais nova, mais chamativa, mais gostosa.
M: e conseguiu, senhora, aqui estamos, sou muito sortudo de estar com a mulher mais gata que já entrou no meu carro até agora.
F: ai, exagerado, puxa-saco.
M: não, senhora, sério, juro pela minha mãezinha, nunca tinha botado uma mulher tão linda igual a senhora no meu carro, juro.
F: bom, então quero acreditar.
Já chegávamos na feira, dava pra ver a multidão e dava vontade de tomar café.
M: primeiro a gente come, quer? porque também tô afim de outro tipo de carne (apertei as pernas dela, ela gemeu, mas não tirou minha mão de lá) mas primeiro a gente come comida (ela mordeu os lábios, e passou a língua neles, gemendo de novo) F: Moleque desgraçado, você tá se aproveitando que eu tô no maior calor.
M: Ué, isso é pouco, Faby.
F: Agora até me trata por tu?
M: Pois é, senão o povo vai achar que você é minha patroa. Melhor pensarem que somos amigos, namorados, algo assim.
F: E você vai querer pegar na minha mão? Me abraçar?
M: Sim, te incomodaria?
F: Não, de jeito nenhum (me lançou um olhar safado, ou como dizem no filme do Ted, o olhar do "me pega").
Continua…
M: Senhora Fabyyyy, me surpreende.
F: O quê, estou muito gorda?
M: Gorda de jeito nenhum, minha lady, não consigo tirar os olhos da senhora, está maravilhosa, excelente escolha ter trazido esse vestido.
F: Obrigada, bebê, muito obrigada, me faz corar, e me diga, você gosta de saltos?
Aí sim passou dos limites, aquele vestido caía perfeitamente nela, claro, sem calcinha por baixo seria ainda mais perfeito, mas com aqueles peitões enormes não era o mais adequado ficar marcando os bicos dos peitos, do jeito que estava sentada, o vestido subia até mais da metade da coxa, a cada movimento do carro, as tetas gelatinosas balançavam como ondas no mar, parecia que tinha passado óleo no corpo todo, uma maquiagem muito bem feita no seu lindo rosto de latina madura, a pele morena clara chamava atenção e convidava a acariciar, a beijar, a saborear, eu olhava de cima a baixo e vice-versa, enquanto ela tirava as sandálias e calçava uns saltos de plataforma larga, consegui ver um pouco da calcinha que usava, parecia que a renda branca transparecia e era uma tanga (depois descobri que era mesmo uma tanga de renda).
M: Adoro, e ainda mais numa mulherão como a senhora.
F: Mulherão? O que isso significa? Ela me olhou estranha.
M: Que é uma gostosa dos pés à cabeça.
F: Aaah, pois tem razão, do que meu marido está perdendo, né?
M: Pois é, mas ele a teve na juventude e já fez dois filhos.
F: Pois é, a qualidade cai quando a gente vai ficando velha.
M: Não, pô… eu observo com cuidado e sem me enganar nem um segundo, que qualidade tem, e de sobra, e ainda mais se essa carne vem numa embalagem como aquele vestido, fica mais apetitosa do que o normal, digo… com todo o respeito que a senhora merece (ela cai na risada).
F: Jijijiji, ai que engraçado e atrevido você é.
M: Nada disso, só sou completamente honesto.
F: Assim são os homens, elogiam até não disfarçarem mais.
M: Por acaso eu disfarço?
F: Jijijj, não, melhor, agora liga. Sua vista na frente e acelera, senão você vai bater e a gente precisa chegar rápido, senão as coisas acabam.
M: ah, de qualquer jeito, vou ficar admirando a paisagem, hein, porque paisagens como essa (virando pra olhar ela dos pés à cabeça) e no meu carro, muito raramente se vê.
F: jijii, mentiroso.
M: nãooo, sério, talvez na minha vida, só estive com duas mulheres que talvez pudessem competir com você.
F: igualmente gordas, acho que sim.
Isso era me desafiar, que eu me jogo pra apalpar a perna dela que tava ao meu alcance, aproveitando que ela tava abaixada segurando os saltos.
M: gooorda?, essa carne suculenta não me parece nada gorda.
Ela até pulou quando sentiu minha mão na perna dela e se endireitou, tirei minha mão rápido.
F: ai, moleque tarado, será que não te amarraram as mãos quando criança? (Ela me dá um tapa, que claro, não doeu nada)
M: sim, claro que sim, mas elas ficaram amarradas muito tempo, agora acredite que cada oportunidade eu aproveito.
F: já vi, só falta você virar um polvo.
M: queria ser, quando vejo tanta carne ao meu alcance. (Ela me dá outro tapinha).
F: bom, pelo menos sua mão tava quentinha (mais quente tava a buceta).
M: ah, sou de mãos quentes, não sofro muito com frio, digamos.
F: sério?, porque eu sou bem friorenta, se esse carro não tivesse aquecimento, eu taria morrendo de frio.
M: pra mim não parecia tão friorenta, te vi meio sem roupa essa semana.
F: ah, é que uma mulher pode mudar de temperatura corporal da noite pro dia, uma semana ser friorenta e outra não, e além disso, você sabe que a gente tem uns dias em que fica mais alegre e menos friorenta.
M: sim sim sim, já sei do que cê tá falando.
F: jijiji, sim, tô naqueles dias da canícula, jijiji.
M: hahahaha, canícula, eu chamo de outro jeito.
F: ai, cala a boca, não fala (ela me dá outro tapinha).
M: bom, então me calo, mas me diz, essa canícula já te pregou peças ruins?
F: jijijiji, sim, por isso tenho dois. filhos.
M: hahaha, são filhos do calorão?
F: kkkkk, não tanto assim, mas sim.
M: também do amor que sentia pelo marido, né?
F: siiim, foi meu primeiro homem, e o único, pra mim não tinha ninguém como ele, tava cega de amor de verdade, agora entendo que joguei minha juventude fora com ele.
M: não Dona Faby, não veja assim (ela se virou pra mim já com os saltos calçados, com a bolsa em cima escondendo o que pudesse aparecer no meio das coxas gostosas dela, tocou minha mão na alavanca de câmbio, e claro, ao sentir a pele quentinha dela, nem fodendo que eu ia tirar dali, aliás, até engatei a quinta, e aos poucos, aproveitando a conversa, fui esticando minha mão até tirar ela por uns momentos e deixar pousada no joelho dela, sem abrir a palma da mão), pelo menos disso você tem seus filhos.
F: pois é, é a única coisa, embora sinta que eles gostam mais do pai.
M: mas moram mais com você do que com ele.
F: pois é, mas porque aguentam menos a maldita ladra de marido que ele tem agora, e meu filho já não me visita tanto como antes.
M: ah sim, que merda, mas pelo menos sua filha mora com você.
F: pois é, não vou deixar ela desperdiçar a juventude como eu fiz com o pai dela.
M: claro, ela que tenha os namorados que quiser, que experimente mais coisas que esse mundão oferece.
F: cê acredita, ela já teve dois namorados, ou melhor, os que me apresentou, já saiu um pouco do controle, e olha que nem falamos de coisas mais íntimas, mas acho que ela já me passou muito nesse quesito, um dos namorados dela era mais velho que você, e sempre andava de carrão, dava muitos presentes e levava ela pra vários lugares, terminaram porque ele ficou tóxico e queria controlar ela direitinho (e claro, com um corpinho de modelo essa gata).
M: po, eu no lugar dele também ia ficar com ciúme, saiu igual à mãe, linda.
F: mas ela é loira como o pai.
M: sim, com certeza é o retinho vivo de você. quando eu era jovem.
F: pois é, verdade, eu tava igualzinha ela.
M: ah sim, mas ela tá aproveitando bem a canícula.
F: jijijiji, sim, danada.
M: e a senhora, só com seu marido aproveitou a canícula?
F: jijijji, pois quase, hein, tipo, quase aproveitei com outra pessoa, mas ainda bem que não rolou, se meu ex-marido descobre, ele me botava no olho da rua.
M: conta aí, me fala.
F: nem devia, menino, mas já que você me contou umas das suas loucuras...
M: fala, fala.
F: então, uma vez meu marido me deixou uns seis meses.
M: caramba, foi trabalhar longe, né?
F: sim, e eu com três meses já tava subindo pelas paredes de não aguentar a canícula, jijiji.
M: e como foi isso?
F: quase que eu boto chifre no meu marido.
M: ah, é? com quem?
F: ah, você não conhece ele.
M: acho que não, mas como foi a história?
F: bom, como eu falei, foram meses sem meu marido.
M: entendo, e a senhora aguentou muito, hoje em dia não tem muita mulher que aguenta traição sem pagar na mesma moeda.
F: é verdade, se eu tivesse feito, seria uma dessas, ainda bem que não experimentei botar chifre, porque o negócio é que a gente se atreve e depois vicia, igual um monte que eu conheço.
M: mas a senhora disse que quase botou, me conta, por favor, não me deixa na curiosidade.
F: ai, que curioso, hein, mas tá bom, quase botei chifre com um cobrador.
M: hahahaha, a clássica história da mulher casada com cobrador.
F: sim, eu sei, é um clássico, né?
M: nem me fale, cadê eu que não tava trabalhando de cobrador, hahahaha.
F: jijijiji, não, homem, acho que você era um pivete que mal tava começando a reparar nas mulheres, eu já tinha 30.
M: então já faz doze anos.
F: sim, doze anos atrás você tinha 14, mal tava começando a gostar de mulher, jijijiji.
M: como assim, Dona Faby, eu desde o primário, a senhora não sabe que a gente desde o primário já desperta os hormônios?
F: Ei, até desde bebês o negócio já sobe, kkkkk.
M: kkkk, bom, pois é, já vi.
F: sim sim, acredito em você, Mati, acredito.
M: mas então, como é que quaase enganou o ex-marido?
F: pois é, quase.
M: tipo, como assim, já estavam pelados e alguém achou?
F: nãão, não é como você pensa.
M: então?
F: quase fomos pegos nos beijando pelo meu filho, foi a única coisa que fiz com ele, só uma vez nos beijamos e nessa vez meu filho chegou cedo da escola, quase nos pegou no amasso.
M: nossa, que azar pro cobrador, e acho que pra você também, podia ter conhecido como é ficar com outro que não fosse seu marido.
F: não, Mati, foi melhor, ia ser igual ao meu marido, e eu nunca fui, felizmente, nunca perdi a dignidade como ele, que saiba com quantas putas ele se metia.
M: bom, olhando por esse lado, você tem razão, mas mesmo se tivesse feito, não te julgo, hein.
F: que não, não fiz, não passou de uns amassos.
M: bom, então, mesmo que tenha sido só um amasso, que sortudo esse cobrador.
F: ai, e eu, hein, porque tava aqui, toda gostosa.
M: mas nunca é tarde, Dona Faby, aproveita agora que pode, e aproveita tuuudo o potencial que você tem (lancei um olhar pro corpo bem torneado dela).
F: sim, né? Até me pagariam muito bem pra ficar comigo, kkkk.
M: nem duvida, hein.
F: imagina você, que gasta em média mil pra ficar com mulheres casadas, eu nem hotel pediria, kkkk.
M: pois é, bom que você tem casa, e se não, temos tanta natureza no nosso município.
F: sim, hein, sempre quis fazer um piquenique, fazer algo como na música “e as borboletas voavam ao redor”.
M: isso aí, e com sua saia escolar.
F: kkkk, não, como você pensa, já tô velha pra essas roupas.
M: ué, até esse vestido é mais ousado que uma saia escolar.
F: bom, isso é verdade, mas eu ia ficar ridícula de colegial.
M: que nada, se alguém pudesse te achar ridícula, eu te veria com vontade de te dar umas boas lições, hein. alunnota (de novo os olhares pro corpo dela, e uns apertões nas pernas, já nem ligava mais que tocassem, e eu não tirei a mão depois de várias apalpadas)
F: ai, seu porquinho safado (dando tapinhas na minha mão, mas já não tirava mais das pernas dela, daquelas pernas macias e grossas)
M: a senhora nem imagina, minha linda.
F: nunca conheci alguém tão cara de pau igual você, hein.
M: também não é como se a senhora tivesse conhecido tantos homens, Dona Faby.
F: pois é, verdade, aquele cobrador era que nem você, e quase fez de mim uma adúltera promíscua.
M: mas por algum motivo não rolou, senhora, e por algo o divórcio aconteceu, porque a senhora, nossa, tem lenha pra queimar ainda.
F: e talvez sim, hein, não imaginava que ia estar assim na minha idade, no carro de um jovem adônis, passeando e toda arrumada, feito uma putinha igual as que meu ex-marido gosta, jijijiji.
M: mas a senhora não é isso, e pode fazer agora o que bem entender, com cuidado claro, mas o que quiser, juro.
F: é verdade, Mati, muito obrigada por me chamar pra sair, sério, se não fosse você, eu tava igual uma velha amargurada na loja ou em casa, faz dias que você resolveu passar no meu ponto, naquela manhã, nem sei o que deu em mim de me vestir como me vesti, só aproveitei que minha filha não tava e quis me sentir mais nova, mais chamativa, mais gostosa.
M: e conseguiu, senhora, aqui estamos, sou muito sortudo de estar com a mulher mais gata que já entrou no meu carro até agora.
F: ai, exagerado, puxa-saco.
M: não, senhora, sério, juro pela minha mãezinha, nunca tinha botado uma mulher tão linda igual a senhora no meu carro, juro.
F: bom, então quero acreditar.
Já chegávamos na feira, dava pra ver a multidão e dava vontade de tomar café.
M: primeiro a gente come, quer? porque também tô afim de outro tipo de carne (apertei as pernas dela, ela gemeu, mas não tirou minha mão de lá) mas primeiro a gente come comida (ela mordeu os lábios, e passou a língua neles, gemendo de novo) F: Moleque desgraçado, você tá se aproveitando que eu tô no maior calor.
M: Ué, isso é pouco, Faby.
F: Agora até me trata por tu?
M: Pois é, senão o povo vai achar que você é minha patroa. Melhor pensarem que somos amigos, namorados, algo assim.
F: E você vai querer pegar na minha mão? Me abraçar?
M: Sim, te incomodaria?
F: Não, de jeito nenhum (me lançou um olhar safado, ou como dizem no filme do Ted, o olhar do "me pega").
Continua…
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