El siguiente nivel (VI)




Post anterior
Próximo postÉ em situações assim que acho que a Marisol às vezes é uma "Napoleão do crime".

Porque bastou uma ligação pra Sonia contando toda a situação que estávamos vivendo com as vizinhas e perguntando se incomodava hospedar ela, as meninas e a putinha no fim de semana, pra me deixar com o campo livre e elas aproveitarem pra brincar com o irmão.

Desnecessário dizer que minha chefe aceitou sem problemas, já que além de se dar super bem com minha esposa e ter um apartamento amplo com vários quartos, elas também compartilham o tesão pelos meus avatares libidinosos, sendo que ela se diverte horrores tentando me deixar excitado durante nossas reuniões de trabalho. Além disso, nossos filhos realmente adoram passar tempo e brincar juntos.

Claro que quando disse pras minhas meninas que eu não podia ir, porque "tinha que trabalhar" - sem elas assimilarem que a mãe do irmão Bastián também é minha chefe - o entusiasmo pela viagem diminuiu um pouco.

Porém, não foi a única coisa que a Marisol fez. Por outro lado, já sabendo que a Brenda não era virgem e que estavam naquela fase de aproveitar pra transar o máximo possível, não foi difícil instigar nossa vizinha a conversar com o namorado, que, por sua vez, animou o irmão (ex-namorado original da Brenda) a sair pra farra durante o sábado, de modo que pudessem foder sem dificuldades no apartamento dele.

E, finalmente, vendo que tudo estava saindo conforme seus planos, ela decidiu "cortar minha água" a partir da noite de quarta-feira (não sem antes me deixar excitado durante as noites), pra me deixar completamente com vontade pro sábado.

Foi assim que, na sexta-feira, as peças se encaixaram perfeitamente como se fossem legos.

Sarah (S): Ei, como você tá? Adivinha só? Minha filha vai ficar na casa do namorado amanhã, então vou ficar sozinha o dia todo... e tava pensando que a pia do meu banheiro não tá funcionando direito, então vou precisar de um handyman para vir consertar. (emoji de sorriso malicioso)

Marco (M): Não me parece nada mal. Aqui em casa, a Marisol quer ir visitar uma amiga no fim de semana.

(S): Por quê? Vocês brigaram? Não tenho ouvido vocês transando ultimamente.

(Marisol e eu não conseguimos evitar de rir ao ler aquilo)

(M): Mais ou menos isso. A Marisol quer visitar minha chefe, a Sonia, junto com as meninas e o cachorro, para que elas possam brincar e assim, elas podem conversar tranquilas.

(S): Então… Você vai ficar sozinho no fim de semana?

(M): Parece que sim.

(Ela não demorou nem 20 segundos para mandar a resposta)

(S): Sei que é repentino, mas já que eu vou ficar sozinha, e você vai ficar sozinho… Você acha que a gente poderia…?

(S): Ficar sozinhos juntos?

(Uma vez que li, ela apagou as mensagens quase instantaneamente)

(M): Não me parece uma má ideia.

De repente, Marisol e eu ouvimos um claríssimo “Woohoo” que veio do nada. Certamente, nossas paredes eram finas…

Combinamos de nos ver por volta de 1 hora, já que, embora Marisol e as meninas tenham saído às 10, a Brenda sairia por volta do meio-dia.

No entanto, naquele dia tive uma surpresa inesperada:
oSenhor, o que o senhor está fazendo aqui? – perguntou a jovem ao abrir a porta.El siguiente nivel (VI)Ela estava linda. O que mais me lembro eram seus lábios carnudos, sua pele alva, seus olhinhos claros e sua franjinha loira, que ainda mantinham sua inocência.

Mas, por outro lado, seu vestido branco florido incitava ao pecado, já que, mesmo ficando um pouco solto e folgado, demarcava um decote proeminente. Por alguma razão, imaginei que, se ela estivesse de quatro, daria pra apreciar toda sua exuberância sem maiores problemas…

– Sua mãe disse que a pia do banheiro não estava funcionando bem – respondi, mostrando a caixa de ferramentas.
oAh! – exclamou, confusa. – Bom, ela está tomando banho agora.

E fechando a porta silenciosamente, pediu que eu a seguisse até a sala de lixo do prédio.
oTem uma coisa que eu gostaria de consultar com você, sem que minha mãe saiba.

- Oh, ok. – respondi, levemente constrangido, por estar a sós com uma jovem adulta "recém-estreada", num lugar discreto e com pouca luz.

O pior é que ela também não se atrevia a ir direto ao ponto, então ficava andando de costas para mim, para não me olhar nos olhos. O problema era que, ao caminhar em direção ao corredor mais iluminado, a silhueta do corpo dela ficava claramente visível através do vestido transparente, revelando uma bunda redondinha e uns peitos fartos e empinados, que me traziam lembranças de Karen, a colegial "putinha" que conheci em Adelaide.
peitoes

oÉ que não posso perguntar pro meu pai… e a Marisol disse que o senhor é muito compreensivo. – ela falou, fazendo um gesto nervoso com as mãos, que fazia seus seios macios tremerem como gelatina.

– Pode perguntar o que quiser. – eu disse, mexendo a caixa de ferramentas entre minhas pernas e sentindo meu pau começar a endurecer lentamente.

Ela sorriu, agradecida.
oVai ver... é sobre meu namorado Matt...

- Sim? – perguntei, me posicionando na frente dela, um gesto que a confundiu, mas se ela continuasse se rebolando daquele jeito e com um fundo mais iluminado que o meu, eu não ia prestar atenção nas palavras dela.

Ao me ver se aproximar daquela forma, Brenda ficou levemente envergonhada...
oÉ que… - Sim? Mais uma vez, ela teve dificuldade para reunir coragem.oÉ que… eu amo o Matt… eu amo muito ele mesmo… mas…

– É? – perguntei, vendo que o silêncio dele se prolongava.

Ele deu um suspiro e se acalmou.
oÉ que… quando transamos… eu, às vezes… Naquela vez, não falei nada e esperei que ele continuasse.oÀs vezes… eu não sinto o orgasmo… e sei que ele está feliz… mas a Marisol disse que isso já aconteceu com você antes… e eu queria saber… se por acaso você sabe… o que pode fazer para me ajudar.

Suas palavras me fulminaram. Eles estavam naquela fase em que estavam começando a se conhecer e, evidentemente, era um problema, porque havia sentimentos envolvidos.
oMarisol disse... que você também não durava muito antes... e o que eu queria saber é... se por acaso conhece um método... ou algum conselho... para que ele possa melhorar. - perguntou, com um olhar suplicante.

E mesmo que agora não negue que aquela garota gostosa me atraía, naqueles momentos, pude me conectar com eles sinceramente.

- Na verdade, são vários fatores. Mas o mais importante é a prática.
oPrática?

Minha esposa sempre me admirou pela minha boa memória. No entanto, embora tenha suas vantagens claras, também tem seus defeitos.

No meu caso específico, costumo ter episódios em que, sem querer, revivo situações passadas, tanto boas quanto ruins, junto com os sentimentos que senti na época. E embora para minha esposa pareça um breve momento em que fico levemente paralisado, a realidade para mim é que revivo todas essas situações de uma vez.

Então, levando isso em consideração, quando comecei a explicar para Brenda, desencadeei um desses episódios.

Contei a ela que quando Marisol e eu começamos a namorar, Marisol estava fascinada pelo meu pau, a ponto de me dar um boquete sempre que podia.

Para mim, com 28 anos e tendo como namorada essa linda jovem 12 anos mais nova, isso me enchia de inseguranças e ansiedade, pensando que quando eventualmente transássemos, eu não conseguiria satisfazê-la sexualmente.
virgemPor isso, mesmo que no começo eu resistisse aos cuidados da minha futura esposa, essa mesma preocupação me obrigou a tomar uma atitude, masturbando ela sempre que possível.oSe masturbando ela?" – perguntou Brenda, impactada pelas minhas palavras.

Afirmei com a cabeça e continuei meu relato. Não bastava apenas masturbá-la até fazê-la gozar nos lugares mais diversos, como parques, cinemas, seu quarto, etc.

Também me preocupei em lambê-la constantemente. No início, assim como para mim, a incomodava que eu metesse minha cabeça e minha boca naquele lugar tão sagrado para ela. Mas com o tempo, aprendi quais eram seus gostos e seus pontos mais sensíveis para levá-la ao orgasmo, me sentindo completamente satisfeito quando ela acabava nos meus lábios.

(Brenda começou a suspirar intensamente...)

Até mesmo, quando perdemos a virgindade juntos, minha preocupação com Marisol não alcançar o orgasmo não cessou, no sentido de que eu lhe dei um ovinho vaginal bem parecido com o que minha esposa tinha entregado a ela.

Embora no início a tenha incomodado, com o tempo fomos construindo uma grande confiança, ao me ceder o "controle remoto dos seus orgasmos" e, embora Marisol reconhecesse que estava à minha completa mercê, na verdade, eu usava apenas o necessário para fazê-la se sentir bem.
Vizinha GostosaQuando aquele episódio terminou, notei que as bochechas da Brenda estavam intensamente rosadas, seus ombros tensos e suas mãos, entrelaçando-se inquietas na região do púbis, com o olhar perdido no chão do quarto de lixo.

- Mas, por outro lado, eu também tive que começar a me masturbar mais. – acrescentei, ao notar sua inquietação.

E novamente, enfatizo que não fiz isso num clima de morbidez, mas como reação a ter "voltado a ser o cara imaturo por quem a Marisol se apaixonou".

Quando seus olhos azuis me fitaram, confessei que, em casa, passava entre 3 e 5 vezes por dia me masturbando pensando na minha namorada. Até segui o conselho daquele filme engraçado, que recomendava se masturbar antes de sair para um encontro.

Para a Marisol, em particular, ela adorava, porque significava que eu a chupava por mais tempo. E quando a Marisol e eu começamos a morar juntos, exploramos nossa sexualidade muito mais a fundo.
oO que quer dizer?" – perguntou, claramente agitada e com o dedo indicador bem perto da boca, da mesma forma que sua mãe fica quando está extremamente excitada.

Insisto que, naqueles momentos, eu não sentia tesão, mas sim que fazia aquilo com a intenção de reviver aqueles sentimentos.

Comentei que, naquela época, a gente já não transava só no quarto. Também fazíamos na sala de casa, no banheiro, e até mesmo na nossa própria universidade, já que eu estava fazendo meu mestrado e a Marisol começava a estudar para ser professora de história.
infidelidade consentidaEm particular, esse período foi "frustrantemente viciante", já que ao sair do trabalho, eu tinha alguns minutos para encontrar minha namorada e transar antes das minhas aulas da pós-graduação começarem.

O que me incomodava era que eu era forçado a fazer rápido, quando na verdade queria aproveitar cada vez mais as carícias e beijos da minha amada, então muitas vezes era violento e impulsivo, me enchendo de remorso depois.
El siguiente nivel (VI)No entanto, essas experiências nos permitiram descobrir que Marisol também curtia sexo mais duro e intenso.

- E que Marisol fica mais excitada ao sentir que podem surpreendê-la aproveitando o sexo, seja vendo ou ouvindo.

Quando disse isso, voltei de repente ao presente. Porque de fato, lembrei que foi a mãe da Brenda quem reclamou porque Marisol fazia muito barulho no quarto.

E o que vi foi de cair o queixo: O olhar da Brenda também parecia perdido e com os olhos brilhantes, mordendo os lábios. Mas o que mais chamava atenção era que ela havia segurado um dos seios, acariciando a base, enquanto a outra mão claramente se esfregava entre as pernas.

Mas também percebi que seu olhar se perdia na direção da minha virilha, onde tinha uma ereção inchada e evidente.

- Mas o essencial é a prática. – disse, batendo palmas para que voltasse ao seu lugar. – quanto mais praticarem, melhor será o resultado.

Brenda ficou tensa, impulsivamente cruzando os braços na cintura, como se tivesse sido pega dormindo na sala de aula, fazendo seus peitos majestosos balançarem por alguns segundos.

- Espero que isso tenha te ajudado.
oMhm… sim… isso me deu muito o que pensar… – ele respondeu, coçando a orelha, mas com o olhar perdido na altura do meu cinto.

Enquanto voltávamos para o apartamento, pensei que pelo menos, já que ele pratica basquete constantemente, Matt tem uma boa resistência… desencadeando meu último episódio de memórias…
peitoesMinha sogra realmente fez um número comigo." Pensei ao chegar à porta dela.

Feliz Natal 2023!
Próximo post

1 comentários - El siguiente nivel (VI)

Ya extrañaba tus relatos.
Abrazos y espero que hayan disfrutado estas fiestas
Gracias. En realidad, ahora que estoy junto a ella, no me enojo tanto para estas fiestas. Pero todavía noto ese brillo porque no coqueteo con promotoras del super o con la profesora de Alicia. Saludos