Sem parar de olhar, ela passou a mão para masturbá-lo, esquecendo completamente da reputação do marido e de que estava sendo chantageada pra fazer aquilo. Algo que pouco importou pra ela, já que rapidamente começou a masturbar o mecânico, sentindo como aquela pica ficava mais dura a cada segundo, pensando como era possível existir algo tão grande, já que a maior pica que ela já tinha visto era a do marido, com 18 cm, mas essa devia ter pelo menos 23, se não mais. Fanny, completamente excitada, já que tudo isso era novo pra ela, não parava de masturbá-lo. O mecânico, vendo que a mulher estava totalmente entregue a ele, deixou que ela o masturbasse por um momento, enquanto observava com um riso maldoso e começou a dizer pra ela chupar a cabeça, deixar de besteiras e soltar a puta que existe dentro dela, esquecer por um momento que era uma mulher decente e profissional, esposa de um grande e renomado advogado, que naquele momento não passava de uma simples puta, desejosa de pica. Fanny ouvia sem parar de masturbá-lo, sentindo-se cada vez mais excitada, fazendo-a esquecer que tipo de mulher era, dando razão ao mecânico, sentindo-se uma puta, ou a puta dele, continuando a masturbá-lo mais e mais. Foi então que o mecânico, com voz firme, mandou ela se tocar. A mulher, sem hesitar, começou a fazer isso, enquanto com uma mão masturbava o mecânico e com a outra tocava os próprios peitos, chegando quase ao orgasmo. Já tinha se passado pouco mais de uma hora, e a mulher não se dava conta, por tanta excitação, da traição que estava cometendo, já que tinha se proposto a só ir buscar o carro, colocar o mecânico no lugar dele e voltar pra casa pra ficar com o marido, mas tudo tinha dado errado e agora ela estava dentro da oficina, de joelhos, enquanto com uma mão masturbava o mecânico e com a outra tocava os próprios peitos. Seu José, sabendo que já era hora de fazer aquela mulher engolir a pica dele, disse com voz autoritária pra ela abrir a boca. boca e começasse a chupar, Fanny já não estava mais consciente do que fazia, simplesmente obedecia às ordens do mecânico. Então abriu a boca para ele enfiar o pau nela, coisa que, por causa do tamanho, só entrou um pouco na boca dela, já que ela só tinha tido dois paus na boca: um do marido e outro de um ex-namorado, mas nenhum deles tinha nem metade daquele tamanho. Fanny, sentindo aquele pedaço de carne na boca, foi o estopim para se entregar completamente e esquecer de tudo, fechando os olhos e pegando com as mãos aquele pau para começar a chupar, coisa que ela fazia meio inexperiente, mas a excitação só aumentava. O mecânico, vendo que a mulher já estava completamente entregue a ele, não hesitou em puxá-la pelo cabelo para ele mesmo meter e tirar o pau daquela boca doce e macia que estava dando um boquete. Fanny sentiu quando ele a puxou pelo cabelo para forçá-la a enfiar mais daquele pau, coisa que ela achava impossível, mas ele não parava de penetrar a boca dela com o pau. Passaram-se alguns minutos em que Fanny não parava de chupar, entregue de corpo e alma, sem saber em que momento colocou uma das mãos na própria buceta para começar a se masturbar sozinha. Passou um tempo em que o mecânico não parava de foder a boca daquela mulher. Depois de uns 10 minutos, Fanny chupava desesperadamente o pau daquele mecânico, conseguindo enfiar quase metade do pau na boca.
Já que pelo tamanho dela não cabia mais nada, isso se resolveria depois, mas a mulher ainda não sabia. Ficaram assim por um tempo, enquanto Fanny chupava desesperada aquela pica, enfiando na boca ou passando a língua ao redor dela. Queria saborear, tentava fazer o melhor boquete, coisa que nem com o marido fazia, mas aquela pica era diferente — o tamanho, a grossura e a cor preta a dominavam, a possuíam. Dom José começou a sentir que logo ia acabar, e com voz autoritária mandou a mulher abrir a boca e esticar a língua. Fanny, ao ouvir, acelerou ainda mais a chupada. Queria sentir o gozo daquele homem no rosto, já que nunca tinha feito algo assim. Quando viu que o mecânico tirou a pica da boca dela para começar a bater punheta sozinho, rapidamente abriu a boca para ele descarregar o leite nela. Fanny não parava de se masturbar com a mão, naquele momento enfiava dois dedos na buceta, implorando para que o que entrasse ali fosse a pica daquele homem e não os dedos, mas não ousava pedir por medo. Abriu a boca, esticou a língua, enquanto olhava e esperava, ouvindo o mecânico prestes a gozar — coisa que fez sem avisar.
Fanny sentiu o primeiro jato cair direto na boca, sentindo o quanto era grosso, já que ninguém nunca tinha gozado na boca dela. Um segundo disparo acertou o rosto dela, escorrendo sobre o olho. Cada jato era uma quantidade enorme de porra que caía sobre a mulher. Um terceiro e último disparo acertou a testa dela, sujando o cabelo e a roupa. O mecânico deixou cair até a última gota sobre a mulher, que estava num mar de tesão, sem se importar o quão baixo tinha caído. Assim que o mecânico descarregou toda a porra sobre a mulher, ele passou o pau no rosto de Fanny, sujando ainda mais a cara dela com a porra, pedindo pra ela limpar o pau dele. Fanny não conseguiu evitar um orgasmo com os próprios dedos e se preparou pra limpar o pau, exatamente como o mecânico tinha mandado, deixando ele completamente limpo. Era um poema ver a cara daquela mulher completamente coberta de porra. O mecânico, já com o pau limpo, olhava pra mulher enquanto ela pedia mais de tanto tesão, com o rosto cheio de porra. Ele soltou uma risada, sabia que não podia perder a chance de foder aquela mulher, que estava num mar de tesão, já sem se importar com mais nada. Ela estava disposta a tudo. Fanny olhava pro mecânico de pé, com o pau ainda duro. Ele se sentou num sofá e disse pra mulher que agora ela tinha que montar nele, e que, do jeito que estava, de quatro, viesse pra cima dele. Fanny, ouvindo aquilo, não parava de se molhar. Foi então que um som a tirou do estado de tesão: o telefone dela começou a tocar de novo, com um toque diferente, porque ela sabia muito bem de quem era — aquele toque era só do marido dela. Aquela ligação cortou todo o tesão acumulado naquela mulher, fazendo ela voltar com tudo pra realidade, se vendo de joelhos, toda suja de porra, na frente de um homem feio, gordo e sujo. O telefone tocava, fazendo ela voltar ao normal. Ela começou a analisar tudo que tinha feito, a traição que tinha cometido contra o marido, se sentindo humilhada. Rapidamente levou as mãos ao rosto e começou a chorar de decepção, sabendo que tinha falhado como uma mulher decente e tranquila. O mecânico, ao vê-la chorar, simplesmente começou a se masturbar, dizendo que ela ainda tinha que montar nele. Já tinham se passado um pouco mais de duas horas, então Juan tinha voltado pra casa e se deparado com a esposa ausente, o que o deixou meio estranho. Decidiu ligar pra ela pra ver onde estava. O telefone tocava e tocava, enquanto aquela mulher não parava de chorar, se arrependendo do que tinha feito. Olhava pro celular e não tinha coragem de atender, então simplesmente deixou tocar pra dizer ao mecânico que a deixasse ir, que aquilo tinha sido um erro, que não queria vê-lo nunca mais, e que ele já tinha conseguido o que queria, que a deixasse em paz enquanto procurava algo pra limpar o rosto e vazar daquele lugar. O mecânico, ao vê-la, simplesmente sorriu e disse: "Hahaha, isso é só o começo, slut. Agora você é minha e sabe disso. Por enquanto vou deixar você ir pra cuidar do seu maridinho e se apresentar como a esposa exemplar e decente que diz ser pra ele." Fanny, tentando se ajeitar um pouco, pegou a bolsa e o maço de notas, se preparando pra sair daquele lugar, não sem antes dizer ao mecânico que não queria vê-lo nunca mais, que ele apagasse aquelas fotos e que não queria ser denunciada. Saiu do escritório batendo a porta, enquanto passava pela oficina onde ainda havia dois trabalhadores que, ao vê-la sair, ficaram surpresos. Fanny pegou o carro pra ir pra casa, enquanto dirigia, chorava e tentava se arrumar o máximo que podia, enquanto na mente dela não parava de passar como ela tinha caído tão baixo e se deixado humilhar por aquele mecânico. A mente dela era um caos de pensamentos, a cada minuto que passava não parava de se arrepender pelo que fez, pensando que não saberia como olharia nos olhos do marido depois de tê-lo traído. Estacionou o carro na frente de casa e tentou... Se maquiar um pouco e se acalmar. Pois ela precisava te olhar tranquila na frente do marido dela e agir como se nada tivesse acontecido. Ela entrou na casa dela, e o marido estava na sala, um pouco preocupado, já que ela não tinha atendido a ligação dele — coisa que ela sempre fazia. Assim que a viu, ele começou a perguntar por que ela não respondeu. Fanny, rapidamente, dando um sorriso fingido pra disfarçar, respondeu pro marido: "Esposa... Ai, desculpa, amor, meu celular descarregou. Depois de pegar meu carro, passei na casa da minha amiga Glória e esqueci de te avisar. Me perdoa, sim? Por te preocupar... não vai acontecer de novo." O marido dela, ao ouvir o que Fanny disse, simplesmente acreditou, porque sabia que ela seria incapaz de mentir pra ele. Tudo parecia normal, e ele continuou assistindo o jogo de futebol dele, enquanto Fanny disse que ia tomar um banho. Ela foi rapidamente pro quarto dela pra entrar no chuveiro, tirando a roupa toda e jogando no chão. O simples fato de ainda estar usando a calcinha fazia ela lembrar da traição que tinha cometido. Ela ligou o chuveiro, se deixou cair no chão e começou a chorar e se lamentar. A água caía sobre o corpo dela, enquanto Fanny não parava de chorar e dizia pra si mesma: "Como é que eu fiz uma coisa dessas com aquele homem? Como é que eu me deixei humilhar? Como é que meu corpo reagiu assim?" Ela não entendia o que tinha acontecido. Só passava pela cabeça dela que ela tinha caído no fundo do poço. Ela ficou no banho uns trinta minutos, chorando e se lamentando pelo que aconteceu. Depois de um tempo, decidiu sair, porque não queria que o marido desconfiasse de algo por ela demorar tanto no chuveiro. Fanny saiu pra vestir algo leve e simplesmente arrumou a cama, porque não tava a fim de fazer nada e só queria dormir. Ela não conseguia olhar nos olhos do marido depois de ter traído ele. Juan continuava vendo o jogo dele tranquilo, sem imaginar o que a esposa dele tinha feito. Ela já estava deitada, tentando dormir pra esquecer o que aconteceu, mas por mais que tentasse, não conseguia tirar aquilo da cabeça. Ela ficou imaginando a própria boca chupando desesperadamente aquela pica. Assim passou um tempo, com Fanny lutando contra esses pensamentos, onde de um lado lembrava do tesão que sentiu chupando aquela pica enorme, e do outro se perguntava como pôde fazer coisas das quais agora se arrependia. Entre esses pensamentos, ficou ainda mais confusa, foi pegando no sono, esquecendo por um momento do que tinha acontecido, dormindo a tarde inteira, acordando só no dia seguinte, que era dia de trabalhar. O despertador tocou às 7 da manhã. Fanny acordou depois de um longo sono, olhou pro marido, que já tinha acordado e se arrumava pra sair, porque tinha uma reunião cedo. Ele deu um beijo nela, se despediu e deixou ela deitada na cama. Fanny acordou mais calma, se distanciando por um momento de tudo que tinha rolado com o mecânico. Levantou pra tomar banho, se arrumar e ir pro trabalho. Quando saiu de casa e viu o carro, rapidamente veio à mente aquele mecânico, fazendo ela lembrar do passado. Se sentiu decepcionada consigo mesma, mas ao mesmo tempo, toda vez que algo a fazia lembrar da traição, não conseguia evitar de lembrar daquela pica enorme do mecânico, que a fez gozar como nunca, e ela chupando igual uma desesperada. Pegou o carro pra ir trabalhar, pensando que talvez estar com os alunos a fizesse esquecer a traição. Já no trabalho, o dia foi normal, porque fazer o que mais gosta, ensinar os alunos, a fazia esquecer de tudo. Assim terminou a aula tranquila, se despediu dos alunos, pegou o carro e foi pra casa. Por um momento, tudo parecia voltar ao normal. O dia passou normal, ela parou pra comer alguma coisa, foi assistir sua série favorita. Quando deu 10 da noite, foi tomar banho pra ir pra cama. Foi então que chegou uma mensagem no celular dela. Ela pegou o celular e, quando viu de quem era, sentiu um arrepio no corpo, e na mente vieram rapidamente aquelas lembranças. Seu José tinha mandado uma mensagem. Mensagem dizendo: Mecânico... como é que tá essa boquinha que me dá tanto prazer? hahaha. Então, putona, já te dei tempo suficiente pra se acalmar. Nós dois temos algo pra terminar, Casada... Quem ela pensa que é? Deixei bem claro que não queria mais saber de você. Você conseguiu o que queria, agora me deixa em paz. Já me humilhou o bastante, agora te peço que me deixe em paz e apague essas fotos. Eu cumpri minha parte do trato, agora cumpra a sua. Fanny respondia quase chorando de raiva, porque aquela mensagem tinha acabado com a tranquilidade do dia dela. Ela até tinha ido embora, porque por um momento pensou que tudo tinha ficado no passado, mas não foi assim. E também não conseguia evitar que viesse à mente a lembrança dela abrindo a boca pra receber o gozo daquele mecânico, se sentindo uma puta. Mesmo tentando apagar essas imagens, o corpo dela tremia ao lembrar, e no fundo, uma pontada na sua zona proibida. Preferiu não responder mais nenhuma mensagem e foi melhor tomar um banho, mas na mente dela só passavam as lembranças de quando ela chupava aquela pica, de quando gozou como uma puta e deixou aquele mecânico descarregar o gozo na cara dela. Enquanto se duchava, o corpo dela começava a se excitar, sendo inevitável lembrar a cada momento do que aconteceu. Fanny tentava lutar contra os pensamentos, fechando os olhos enquanto sentia a água morna caindo no corpo dela, mas a mente não parava de dizer o quanto foi bom chupar aquela pica enorme e o prazer que deu. Ela se odiava por não conseguir tirar aquele mecânico da cabeça. O corpo começava a ficar quente e uma pontada começava a dar na buceta dela, e inconscientemente Fanny baixou a mão pra começar a se masturbar enquanto a água caía. Com os olhos fechados, a mão não parava de se mexer na buceta, fazendo movimentos circulares, enquanto na mente só passava uma coisa: ela chupando aquela pica. A situação venceu ela, e Fanny não aguentou mais, enfiou um dos dedos na buceta e começou a se penetrar. mesmo sem se importar de estar na própria casa com o marido a poucos metros dela, mais uma vez a excitação falou mais alto e pouco ligou pra gozar naquele banheiro pensando na pica do mecânico. O orgasmo foi tão forte que, se não fosse o barulho da água caindo, o marido teria ouvido. Fanny gozava pensando no mecânico, chupando aquela pica. Foi tanta excitação que acabou caída no chão do banheiro e, depois de um tempinho se recuperando, foi tomar banho pra ir pra cama. Queria dormir depois daquele orgasmo foda, só queria esquecer aquele mecânico que veio atormentar a vida dela. Saiu do banheiro pra vestir algo pra dormir, tomou um remédio pra descansar melhor. Passaram-se algumas horas e Fanny estava na oficina se beijando com o mecânico, enquanto ele não parava de brincar com a bunda dela. Ela levou o carro com alguma desculpa pra vê-lo, e assim que entrou no escritório, o mecânico simplesmente se jogou nela, beijando-a, e ela correspondeu. Os dois se beijavam, trocavam língua, e Fanny, desesperada, começou a despir o mecânico pra ele sentar e ela começar a se vestir, fazendo uma dança sexy. Já pelados, Fanny subiu nas pernas dele pra enfiar aquela pica enorme, começando a cavalgá-lo enquanto ele dava tapas na bunda dela e dizia: Mecânico... ohhhhmmm simmm, que bem que você aprendeu, putaaa, assim que você tem que ser com seu marido, maldita slut, não para, cavalgaaa. Fanny... mmmmmsiii, seu José, que gostosa a sua verga, mmmmmm, mete tudo em mim, sou sua putaaa, não para. Foi quando Fanny acordou, se sentindo toda quente, molhada e muito excitada. Tudo não passou de um sonho. O relógio marcava 5 da manhã, ainda faltando uma hora pro despertador tocar. Olhou pro marido, que dormia profundamente sem perceber nada. Fanny estava toda suada, a buceta escorrendo de tesão. Pensou que estava ficando louca, não conseguia tirar aquele homem da cabeça. Queria voltar tudo ao normal. normalidade onde era só ela e o marido, mas agora até nos sonhos aparecia aquele mecânico. Tentou dormir de novo, mas simplesmente não conseguiu, chegando até a se tocar inconscientemente. Por mais que tentasse voltar a dormir, a única coisa que aconteceu foi continuar pensando naquele mecânico, cujo corpo não parava de excitá-la, e inconscientemente levou a mão até a entreperna para se masturbar, sem se importar de ter o marido dormindo ao lado dela. Vendo que não conseguia se controlar, decidiu se levantar para tomar um banho, pra ver se a quentura baixava, mas ao chegar no banheiro, a única coisa que acabou fazendo foi gozar igual uma puta, pensando naquela pica gigantesca, desejando tê-la na boca de novo. Fanny já não conseguia evitar, aquele mecânico tinha deixado marca nela, e por mais que tentasse evitar, aquelas imagens vinham na cabeça toda hora. O orgasmo que teve no banheiro de casa a deixou exausta, e depois tomou um banho pra tentar se acalmar. Bateram 7h da manhã, e Fanny já estava pronta pra ir trabalhar, vestindo uma calça de couro que se ajustava bem no corpo e uma blusa de manga comprida justa. Prendeu o cabelo num coque e colocou os óculos.
Já que pelo tamanho dela não cabia mais nada, isso se resolveria depois, mas a mulher ainda não sabia. Ficaram assim por um tempo, enquanto Fanny chupava desesperada aquela pica, enfiando na boca ou passando a língua ao redor dela. Queria saborear, tentava fazer o melhor boquete, coisa que nem com o marido fazia, mas aquela pica era diferente — o tamanho, a grossura e a cor preta a dominavam, a possuíam. Dom José começou a sentir que logo ia acabar, e com voz autoritária mandou a mulher abrir a boca e esticar a língua. Fanny, ao ouvir, acelerou ainda mais a chupada. Queria sentir o gozo daquele homem no rosto, já que nunca tinha feito algo assim. Quando viu que o mecânico tirou a pica da boca dela para começar a bater punheta sozinho, rapidamente abriu a boca para ele descarregar o leite nela. Fanny não parava de se masturbar com a mão, naquele momento enfiava dois dedos na buceta, implorando para que o que entrasse ali fosse a pica daquele homem e não os dedos, mas não ousava pedir por medo. Abriu a boca, esticou a língua, enquanto olhava e esperava, ouvindo o mecânico prestes a gozar — coisa que fez sem avisar.
Fanny sentiu o primeiro jato cair direto na boca, sentindo o quanto era grosso, já que ninguém nunca tinha gozado na boca dela. Um segundo disparo acertou o rosto dela, escorrendo sobre o olho. Cada jato era uma quantidade enorme de porra que caía sobre a mulher. Um terceiro e último disparo acertou a testa dela, sujando o cabelo e a roupa. O mecânico deixou cair até a última gota sobre a mulher, que estava num mar de tesão, sem se importar o quão baixo tinha caído. Assim que o mecânico descarregou toda a porra sobre a mulher, ele passou o pau no rosto de Fanny, sujando ainda mais a cara dela com a porra, pedindo pra ela limpar o pau dele. Fanny não conseguiu evitar um orgasmo com os próprios dedos e se preparou pra limpar o pau, exatamente como o mecânico tinha mandado, deixando ele completamente limpo. Era um poema ver a cara daquela mulher completamente coberta de porra. O mecânico, já com o pau limpo, olhava pra mulher enquanto ela pedia mais de tanto tesão, com o rosto cheio de porra. Ele soltou uma risada, sabia que não podia perder a chance de foder aquela mulher, que estava num mar de tesão, já sem se importar com mais nada. Ela estava disposta a tudo. Fanny olhava pro mecânico de pé, com o pau ainda duro. Ele se sentou num sofá e disse pra mulher que agora ela tinha que montar nele, e que, do jeito que estava, de quatro, viesse pra cima dele. Fanny, ouvindo aquilo, não parava de se molhar. Foi então que um som a tirou do estado de tesão: o telefone dela começou a tocar de novo, com um toque diferente, porque ela sabia muito bem de quem era — aquele toque era só do marido dela. Aquela ligação cortou todo o tesão acumulado naquela mulher, fazendo ela voltar com tudo pra realidade, se vendo de joelhos, toda suja de porra, na frente de um homem feio, gordo e sujo. O telefone tocava, fazendo ela voltar ao normal. Ela começou a analisar tudo que tinha feito, a traição que tinha cometido contra o marido, se sentindo humilhada. Rapidamente levou as mãos ao rosto e começou a chorar de decepção, sabendo que tinha falhado como uma mulher decente e tranquila. O mecânico, ao vê-la chorar, simplesmente começou a se masturbar, dizendo que ela ainda tinha que montar nele. Já tinham se passado um pouco mais de duas horas, então Juan tinha voltado pra casa e se deparado com a esposa ausente, o que o deixou meio estranho. Decidiu ligar pra ela pra ver onde estava. O telefone tocava e tocava, enquanto aquela mulher não parava de chorar, se arrependendo do que tinha feito. Olhava pro celular e não tinha coragem de atender, então simplesmente deixou tocar pra dizer ao mecânico que a deixasse ir, que aquilo tinha sido um erro, que não queria vê-lo nunca mais, e que ele já tinha conseguido o que queria, que a deixasse em paz enquanto procurava algo pra limpar o rosto e vazar daquele lugar. O mecânico, ao vê-la, simplesmente sorriu e disse: "Hahaha, isso é só o começo, slut. Agora você é minha e sabe disso. Por enquanto vou deixar você ir pra cuidar do seu maridinho e se apresentar como a esposa exemplar e decente que diz ser pra ele." Fanny, tentando se ajeitar um pouco, pegou a bolsa e o maço de notas, se preparando pra sair daquele lugar, não sem antes dizer ao mecânico que não queria vê-lo nunca mais, que ele apagasse aquelas fotos e que não queria ser denunciada. Saiu do escritório batendo a porta, enquanto passava pela oficina onde ainda havia dois trabalhadores que, ao vê-la sair, ficaram surpresos. Fanny pegou o carro pra ir pra casa, enquanto dirigia, chorava e tentava se arrumar o máximo que podia, enquanto na mente dela não parava de passar como ela tinha caído tão baixo e se deixado humilhar por aquele mecânico. A mente dela era um caos de pensamentos, a cada minuto que passava não parava de se arrepender pelo que fez, pensando que não saberia como olharia nos olhos do marido depois de tê-lo traído. Estacionou o carro na frente de casa e tentou... Se maquiar um pouco e se acalmar. Pois ela precisava te olhar tranquila na frente do marido dela e agir como se nada tivesse acontecido. Ela entrou na casa dela, e o marido estava na sala, um pouco preocupado, já que ela não tinha atendido a ligação dele — coisa que ela sempre fazia. Assim que a viu, ele começou a perguntar por que ela não respondeu. Fanny, rapidamente, dando um sorriso fingido pra disfarçar, respondeu pro marido: "Esposa... Ai, desculpa, amor, meu celular descarregou. Depois de pegar meu carro, passei na casa da minha amiga Glória e esqueci de te avisar. Me perdoa, sim? Por te preocupar... não vai acontecer de novo." O marido dela, ao ouvir o que Fanny disse, simplesmente acreditou, porque sabia que ela seria incapaz de mentir pra ele. Tudo parecia normal, e ele continuou assistindo o jogo de futebol dele, enquanto Fanny disse que ia tomar um banho. Ela foi rapidamente pro quarto dela pra entrar no chuveiro, tirando a roupa toda e jogando no chão. O simples fato de ainda estar usando a calcinha fazia ela lembrar da traição que tinha cometido. Ela ligou o chuveiro, se deixou cair no chão e começou a chorar e se lamentar. A água caía sobre o corpo dela, enquanto Fanny não parava de chorar e dizia pra si mesma: "Como é que eu fiz uma coisa dessas com aquele homem? Como é que eu me deixei humilhar? Como é que meu corpo reagiu assim?" Ela não entendia o que tinha acontecido. Só passava pela cabeça dela que ela tinha caído no fundo do poço. Ela ficou no banho uns trinta minutos, chorando e se lamentando pelo que aconteceu. Depois de um tempo, decidiu sair, porque não queria que o marido desconfiasse de algo por ela demorar tanto no chuveiro. Fanny saiu pra vestir algo leve e simplesmente arrumou a cama, porque não tava a fim de fazer nada e só queria dormir. Ela não conseguia olhar nos olhos do marido depois de ter traído ele. Juan continuava vendo o jogo dele tranquilo, sem imaginar o que a esposa dele tinha feito. Ela já estava deitada, tentando dormir pra esquecer o que aconteceu, mas por mais que tentasse, não conseguia tirar aquilo da cabeça. Ela ficou imaginando a própria boca chupando desesperadamente aquela pica. Assim passou um tempo, com Fanny lutando contra esses pensamentos, onde de um lado lembrava do tesão que sentiu chupando aquela pica enorme, e do outro se perguntava como pôde fazer coisas das quais agora se arrependia. Entre esses pensamentos, ficou ainda mais confusa, foi pegando no sono, esquecendo por um momento do que tinha acontecido, dormindo a tarde inteira, acordando só no dia seguinte, que era dia de trabalhar. O despertador tocou às 7 da manhã. Fanny acordou depois de um longo sono, olhou pro marido, que já tinha acordado e se arrumava pra sair, porque tinha uma reunião cedo. Ele deu um beijo nela, se despediu e deixou ela deitada na cama. Fanny acordou mais calma, se distanciando por um momento de tudo que tinha rolado com o mecânico. Levantou pra tomar banho, se arrumar e ir pro trabalho. Quando saiu de casa e viu o carro, rapidamente veio à mente aquele mecânico, fazendo ela lembrar do passado. Se sentiu decepcionada consigo mesma, mas ao mesmo tempo, toda vez que algo a fazia lembrar da traição, não conseguia evitar de lembrar daquela pica enorme do mecânico, que a fez gozar como nunca, e ela chupando igual uma desesperada. Pegou o carro pra ir trabalhar, pensando que talvez estar com os alunos a fizesse esquecer a traição. Já no trabalho, o dia foi normal, porque fazer o que mais gosta, ensinar os alunos, a fazia esquecer de tudo. Assim terminou a aula tranquila, se despediu dos alunos, pegou o carro e foi pra casa. Por um momento, tudo parecia voltar ao normal. O dia passou normal, ela parou pra comer alguma coisa, foi assistir sua série favorita. Quando deu 10 da noite, foi tomar banho pra ir pra cama. Foi então que chegou uma mensagem no celular dela. Ela pegou o celular e, quando viu de quem era, sentiu um arrepio no corpo, e na mente vieram rapidamente aquelas lembranças. Seu José tinha mandado uma mensagem. Mensagem dizendo: Mecânico... como é que tá essa boquinha que me dá tanto prazer? hahaha. Então, putona, já te dei tempo suficiente pra se acalmar. Nós dois temos algo pra terminar, Casada... Quem ela pensa que é? Deixei bem claro que não queria mais saber de você. Você conseguiu o que queria, agora me deixa em paz. Já me humilhou o bastante, agora te peço que me deixe em paz e apague essas fotos. Eu cumpri minha parte do trato, agora cumpra a sua. Fanny respondia quase chorando de raiva, porque aquela mensagem tinha acabado com a tranquilidade do dia dela. Ela até tinha ido embora, porque por um momento pensou que tudo tinha ficado no passado, mas não foi assim. E também não conseguia evitar que viesse à mente a lembrança dela abrindo a boca pra receber o gozo daquele mecânico, se sentindo uma puta. Mesmo tentando apagar essas imagens, o corpo dela tremia ao lembrar, e no fundo, uma pontada na sua zona proibida. Preferiu não responder mais nenhuma mensagem e foi melhor tomar um banho, mas na mente dela só passavam as lembranças de quando ela chupava aquela pica, de quando gozou como uma puta e deixou aquele mecânico descarregar o gozo na cara dela. Enquanto se duchava, o corpo dela começava a se excitar, sendo inevitável lembrar a cada momento do que aconteceu. Fanny tentava lutar contra os pensamentos, fechando os olhos enquanto sentia a água morna caindo no corpo dela, mas a mente não parava de dizer o quanto foi bom chupar aquela pica enorme e o prazer que deu. Ela se odiava por não conseguir tirar aquele mecânico da cabeça. O corpo começava a ficar quente e uma pontada começava a dar na buceta dela, e inconscientemente Fanny baixou a mão pra começar a se masturbar enquanto a água caía. Com os olhos fechados, a mão não parava de se mexer na buceta, fazendo movimentos circulares, enquanto na mente só passava uma coisa: ela chupando aquela pica. A situação venceu ela, e Fanny não aguentou mais, enfiou um dos dedos na buceta e começou a se penetrar. mesmo sem se importar de estar na própria casa com o marido a poucos metros dela, mais uma vez a excitação falou mais alto e pouco ligou pra gozar naquele banheiro pensando na pica do mecânico. O orgasmo foi tão forte que, se não fosse o barulho da água caindo, o marido teria ouvido. Fanny gozava pensando no mecânico, chupando aquela pica. Foi tanta excitação que acabou caída no chão do banheiro e, depois de um tempinho se recuperando, foi tomar banho pra ir pra cama. Queria dormir depois daquele orgasmo foda, só queria esquecer aquele mecânico que veio atormentar a vida dela. Saiu do banheiro pra vestir algo pra dormir, tomou um remédio pra descansar melhor. Passaram-se algumas horas e Fanny estava na oficina se beijando com o mecânico, enquanto ele não parava de brincar com a bunda dela. Ela levou o carro com alguma desculpa pra vê-lo, e assim que entrou no escritório, o mecânico simplesmente se jogou nela, beijando-a, e ela correspondeu. Os dois se beijavam, trocavam língua, e Fanny, desesperada, começou a despir o mecânico pra ele sentar e ela começar a se vestir, fazendo uma dança sexy. Já pelados, Fanny subiu nas pernas dele pra enfiar aquela pica enorme, começando a cavalgá-lo enquanto ele dava tapas na bunda dela e dizia: Mecânico... ohhhhmmm simmm, que bem que você aprendeu, putaaa, assim que você tem que ser com seu marido, maldita slut, não para, cavalgaaa. Fanny... mmmmmsiii, seu José, que gostosa a sua verga, mmmmmm, mete tudo em mim, sou sua putaaa, não para. Foi quando Fanny acordou, se sentindo toda quente, molhada e muito excitada. Tudo não passou de um sonho. O relógio marcava 5 da manhã, ainda faltando uma hora pro despertador tocar. Olhou pro marido, que dormia profundamente sem perceber nada. Fanny estava toda suada, a buceta escorrendo de tesão. Pensou que estava ficando louca, não conseguia tirar aquele homem da cabeça. Queria voltar tudo ao normal. normalidade onde era só ela e o marido, mas agora até nos sonhos aparecia aquele mecânico. Tentou dormir de novo, mas simplesmente não conseguiu, chegando até a se tocar inconscientemente. Por mais que tentasse voltar a dormir, a única coisa que aconteceu foi continuar pensando naquele mecânico, cujo corpo não parava de excitá-la, e inconscientemente levou a mão até a entreperna para se masturbar, sem se importar de ter o marido dormindo ao lado dela. Vendo que não conseguia se controlar, decidiu se levantar para tomar um banho, pra ver se a quentura baixava, mas ao chegar no banheiro, a única coisa que acabou fazendo foi gozar igual uma puta, pensando naquela pica gigantesca, desejando tê-la na boca de novo. Fanny já não conseguia evitar, aquele mecânico tinha deixado marca nela, e por mais que tentasse evitar, aquelas imagens vinham na cabeça toda hora. O orgasmo que teve no banheiro de casa a deixou exausta, e depois tomou um banho pra tentar se acalmar. Bateram 7h da manhã, e Fanny já estava pronta pra ir trabalhar, vestindo uma calça de couro que se ajustava bem no corpo e uma blusa de manga comprida justa. Prendeu o cabelo num coque e colocou os óculos.
8 comentários - Mecânico enrabixa minha esposa 4
Me encanta felicidades esperando por mas