Mecânico enrabixa minha esposa 4

Sem parar de olhar, ela passou a mão para masturbá-lo, esquecendo completamente do marido, da reputação e de que estava sendo chantageada pra fazer aquilo. Coisa que pouco importou pra ela, já que rapidamente começou a masturbar o mecânico, sentindo como a cada vez aquela pica ficava mais dura, pensando como era possível existir algo tão grande, já que a maior pica que ela já tinha visto era a do marido, com 18 cm, mas essa devia ter pelo menos 23, se não mais. Fanny, totalmente excitada, já que tudo isso era novo pra ela, não parava de masturbá-lo. O mecânico, vendo que a mulher estava completamente entregue a ele, deixou que ela o masturbasse por um momento enquanto observava com um riso maldoso e começou a dizer pra ela chupar a cabeça, deixar de besteiras e soltar a puta que existe dentro dela, esquecer por um momento que era uma mulher decente e profissional, esposa de um grande e renomado advogado, que naquele momento não passava de uma simples puta, desejosa de pica. Fanny ouvia sem parar de masturbá-lo, sentindo-se cada vez mais excitada, fazendo-a esquecer que tipo de mulher ela era e dando razão ao mecânico, sentindo-se uma puta, ou a puta dele, continuando a masturbá-lo cada vez mais. Foi então que o mecânico, com voz firme, disse pra ela se tocar. A mulher, sem hesitar, começou a fazer isso, enquanto com uma mão masturbava o mecânico e com a outra tocava os próprios peitos, chegando quase ao orgasmo. Já tinha passado pouco mais de uma hora, e a mulher não estava consciente, por tanta excitação, da traição que estava cometendo, já que tinha se proposto a só ir buscar o carro, colocar o mecânico no lugar dele e voltar pra casa pra ficar com o marido, mas tudo tinha dado errado e agora ela estava dentro da oficina, de joelhos, enquanto com uma mão masturbava o mecânico e com a outra tocava os próprios peitos. Seu José, sabendo que já era hora de fazer aquela mulher engolir a pica dele, disse com voz autoritária pra ela abrir a boca. boca e começou a chupar. Fanny já não estava consciente do que fazia, apenas obedecia às ordens do mecânico. Então abriu a boca para que ele enfiasse o pau nela, mas pelo tamanho só entrou um pouco, já que ela só tinha chupado dois paus na vida: o do marido e o de um ex-namorado, e nenhum chegava à metade desse.

Fanny sentindo aquele pedaço de carne na boca foi o estopim para se entregar completamente e esquecer de tudo. Fechou os olhos e agarrou o pau com as mãos, começando a chupar. Era meio inexperiente, mas a excitação só aumentava.

O mecânico, vendo que a mulher já estava completamente entregue, não hesitou em segurar seu cabelo e começar a enfiar e puxar o pau daquela boca macia e doce que o mamava. Fanny sentiu ele puxar seu cabelo, forçando-a a engolir mais do pau, algo que ela achava impossível, mas ele não parava de penetrar sua boca.

Passaram-se alguns minutos com Fanny chupando sem parar, totalmente entregue, sem perceber quando uma de suas mãos foi até a buceta e começou a se masturbar sozinha.

O mecânico continuou fodendo a boca daquela mulher. Depois de uns 10 minutos, Fanny mamava desesperada o pau do mecânico, conseguindo enfiar quase metade na boca.Mecânico enrabixa minha esposa 4Como pelo tamanho não cabia mais nada além disso, isso seria resolvido depois, mas a mulher ainda não sabia. Ficaram assim um tempo, com a Fanny chupando desesperada aquela pica, metendo na boca ou passando a língua em volta dela. Queria saborear, tentava fazer o melhor boquete possível, algo que nem com o marido fazia. Mas essa pica era diferente: o tamanho, a grossura e a cor negra a tinham possuído.

José começou a sentir que logo ia gozar e, com voz autoritária, disse à mulher que abrisse a boca e colocasse a língua para fora. Fanny, ao ouvir, aumentou ainda mais a velocidade da chupada. Queria sentir o gozo daquele homem no seu rosto, já que nunca tinha feito algo assim. Quando viu que o mecânico tirou a pica da sua boca para começar a se masturbar sozinho, rapidamente abriu a boca para que ele descarregasse a porra nela.

Fanny não parava de se masturbar com a mão. Nesse momento, enfiava dois dedos na sua buceta, implorando para que o que entrasse ali fosse a pica daquele homem e não seus dedos, mas não ousava pedir por medo. Abriu a boca, pôs a língua para fora enquanto olhava e esperava, ouvindo o mecânico prestes a gozar — o que ele fez sem avisar.vadiaFanny sentiu o primeiro jato cair direto na sua boca, sentindo o quão grosso estava, já que ninguém nunca tinha gozado na sua boca. Um segundo disparo caiu no seu rosto, atingindo seu olho. Cada jato era uma quantidade enorme de porra que caía sobre a mulher. Um terceiro e último disparo caiu na sua testa, manchando seu cabelo e roupa. O mecânico deixou cair até a última gota sobre a mulher, que estava num mar de excitação, sem se importar o quão baixo havia caído.

Assim que o mecânico descarregou toda a sua porra sobre a mulher, ele passou o pau na cara de Fanny, manchando ainda mais seu rosto com o sêmen, e pediu que ela limpasse seu pau. Fanny não conseguiu evitar ter um orgasmo com os dedos e se prontificou a limpar o pau, como o mecânico havia ordenado, deixando-o completamente limpo. Era um poema ver o rosto daquela mulher completamente coberto de porra.

O mecânico, agora com o pau limpo, olhava para a mulher enquanto ela pedia mais, de tanta excitação, com o rosto cheio de porra. Ele soltou uma risada, sabendo que não podia desperdiçar aquele momento para foder aquela mulher, que estava num mar de excitação, sem se importar com mais nada. Ela estava disposta a tudo. Fanny olhava para o mecânico de pé, com o pau ainda duro.

O mecânico então se sentou no sofá e disse à mulher que agora ela tinha que cavalgá-lo, e que fosse de quatro até ele. Fanny, ouvindo isso, não parava de ficar molhada. Foi então que um som a tirou do seu estado de excitação: seu telefone começou a tocar novamente, com um tom diferente de chamada, já que ela sabia muito bem de quem se tratava — aquele tom era exclusivo para o seu marido.

Aquela chamada cortou toda a excitação acumulada naquela mulher, fazendo-a voltar de repente à realidade. Ela se viu de joelhos, toda manchada de porra, na frente de um homem feio, gordo e sujo. O telefone tocando a fez voltar à normalidade. Ela começou a analisar tudo o que havia feito, a traição que cometera contra seu marido, sentindo-se humilhada. rapidamente levou as mãos ao rosto e começou a chorar de desilusão, sabendo que havia falhado como uma mulher decente e tranquila. O mecânico, ao vê-la chorar, simplesmente começou a se masturbar, dizendo que ela ainda tinha que cavalgá-lo. Haviam passado pouco mais de duas horas, então Juan havia voltado para casa e se deparou com a esposa ausente, o que o deixou um pouco intrigado. Decidiu ligar para ver onde ela estava. O telefone tocava sem parar enquanto a mulher não parava de chorar, arrependida do que havia feito. Ela olhava para o celular e não ousava atender, deixando apenas que tocasse, implorando ao mecânico que a deixasse ir, que tudo aquilo havia sido um erro, que não queria vê-lo nunca mais e que ele já havia conseguido o que queria, que a deixasse em paz. Enquanto procurava algo para limpar o rosto e sair daquele lugar, o mecânico, ao vê-la, simplesmente sorriu e disse: "Hahaha, isso é só o começo, putinha. Agora você é minha e sabe disso. Por enquanto, vou deixar você ir para cuidar do seu maridinho e se apresentar como a esposa exemplar e decente que diz ser para ele." Fanny, tentando se recompor um pouco, pegou sua bolsa e o maço de notas, pronta para sair dali, mas não sem antes dizer ao mecânico que não queria vê-lo nunca mais, que apagasse aquelas fotos e que não queria ser denunciada. Ela saiu do escritório batendo a porta e, ao passar pela oficina, onde ainda havia dois funcionários, estes ficaram surpresos ao vê-la sair. Fanny entrou no carro e dirigiu para casa. Enquanto dirigia, chorava e tentava se arrumar o máximo possível, sem parar de pensar em como havia caído tão baixo e se deixado humilhar por aquele mecânico. Sua mente era um caos de pensamentos; a cada minuto que passava, não parava de se arrepender do que havia feito, imaginando como olharia nos olhos do marido depois de tê-lo traído. Estacionou o carro em frente à casa e tentou... se maquiar um pouco e se acalmar. Pois ela precisava olhar para você tranquilamente diante do marido e agir como se nada tivesse acontecido. Ela entrou em casa e seu marido estava na sala, um pouco preocupado, já que ela não havia atendido sua ligação, coisa que sempre fazia. Ao vê-la, ele começou a perguntar por que não respondeu. Fanny, rapidamente, dando um sorriso falso para disfarçar, respondeu ao marido: "Amor... ai, desculpa, amor, meu celular descarregou depois de buscar meu carro. Passei na casa da minha amiga Gloria e esqueci de avisar. Me perdoa, sim? Por te preocupar, não vai acontecer de novo."

Seu marido, ao ouvir o que Fanny disse, simplesmente acreditou, pois sabia que ela seria incapaz de mentir. E assim, tudo parecia estar normal, e ele continuou assistindo ao jogo de futebol enquanto Fanny disse que iria tomar um banho. Ela rapidamente foi ao quarto para entrar no chuveiro, tirando toda a roupa e jogando-a no chão. O simples fato de ainda estar com a roupa suja a fazia lembrar da traição que havia cometido. Abriu o chuveiro e se deixou cair no chão, começando a chorar e se lamentar. A água caía sobre seu corpo enquanto Fanny não parava de chorar, dizendo a si mesma: "Como pude fazer uma coisa dessas com aquele homem? Como me deixei ser humilhada assim? Como meu corpo reagiu daquela forma?" Ela não entendia o que havia acontecido. Só passava pela sua mente que havia caído no fundo do poço.

Ficou no banho por cerca de meia hora, chorando e se lamentando pelo ocorrido. Depois de um tempo, decidiu sair, pois não queria que seu marido suspeitasse de algo pelo fato de estar demorando tanto no chuveiro. Fanny saiu para colocar algo leve e simplesmente se deitou na cama, pois não estava com vontade de nada e só queria dormir. Não conseguia olhar nos olhos do marido depois de tê-lo traído.

Juan continuava assistindo ao jogo tranquilo, sem imaginar o que sua esposa havia feito. Ela, por sua vez, já estava deitada, tentando dormir para esquecer o que acontecera, mas por mais que tentasse, não conseguia tirar da cabeça... A imagem dela mesma chupando aquela pica desesperadamente passou pela sua mente. Assim transcorreu um tempo onde Fanny lutava contra esses pensamentos: por um lado, lembrava o quanto estava excitada chupando aquela pica enorme, e por outro se perguntava como tinha feito tais coisas das quais agora se arrependia. Entre seus pensamentos, ficava ainda mais confusa. Foi ficando com sono, esquecendo por um momento do que aconteceu, e dormiu a tarde toda, só acordando no outro dia, quando tinha que ir trabalhar.

Seu despertador tocava marcando 7 da manhã. Fanny acordava depois de um longo sono, olhando para seu marido, que já tinha acordado e se arrumava para sair, já que tinha uma reunião cedo. Dando um beijo, ele se despediu dela, deixando-a deitada na cama. Fanny acordou mais tranquila, refletindo por um momento sobre tudo que aconteceu com o mecânico. Ela se levantou para ir tomar banho, se arrumar e ir para o trabalho.

Saindo de casa, ao ver seu carro, rapidamente veio à sua mente a imagem daquele mecânico, fazendo-a lembrar do passado e se sentir decepcionada consigo mesma. Mas, ao mesmo tempo, cada vez que algo a fazia lembrar de sua traição, não conseguia evitar recordar daquela pica enorme do mecânico, que a fez gozar como nunca e chupar como desesperada. Ela pegou seu carro para ir trabalhar, pensando que talvez, ao estar com seus alunos, esqueceria sua traição.

Já no trabalho, o dia transcorria normal, pois fazer o que tanto gostava, ensinar seus alunos, a fazia esquecer de tudo. Assim terminou sua aula tranquila, despedindo-se de seus alunos e pegando seu carro para ir para casa. Por um momento, tudo parecia voltar ao normal nela. O dia transcorreu normal: parou para comer algo, pôs-se a ver sua série favorita. Dando 10 da noite, se dispôs a tomar banho para ir para a cama.

Foi então que seu celular recebeu uma mensagem. Ela pegou o celular e, ao ver de quem se tratava, seu corpo percorreu um calafrio e à sua mente rapidamente vieram essas lembranças. Don José tinha mandado uma... mensagem dizendo: Mecânico... como está essa boquinha que me dá tanto prazer hahaha bom, putona, já te dei tempo suficiente para você relaxar, você e eu temos algo para terminar, Casada... o que você pensou? Deixei bem claro que não queria mais saber de você, você conseguiu o que queria, agora me deixe em paz. Já me humilhou bastante, agora peço que me deixe em paz e apague essas fotos. Eu cumpri minha parte do acordo, agora cumpra a sua. Fanny respondia quase chorando de raiva, pois aquela mensagem tinha tirado sua tranquilidade do dia, que também já tinha ido embora, já que por um momento ela pensou que tudo tinha ficado no passado, mas não foi assim. E também não conseguia evitar que à sua mente viesse a lembrança dela abrindo a boca para receber a porra daquele mecânico, sentindo-se uma puta. Mesmo tentando apagar essas imagens, seu corpo, ao lembrar delas, tremia e, no fundo, sentindo um formigamento em sua zona proibida, preferiu não responder mais nenhuma mensagem e melhor ir tomar banho. Mas em sua mente só passavam as lembranças onde ela chupava aquela rola, onde ela gozou como uma puta e deixou aquele mecânico descarregar sua porra em seu rosto. Enquanto se duchava, seu corpo começou a se excitar, sendo inevitável lembrar a cada momento do que aconteceu. Fanny tentava lutar contra seus pensamentos, fechando os olhos enquanto sentia a água morna cair sobre seu corpo, mas sua mente não parava de dizer o quão bem ela se sentiu chupando aquela rola enorme e quanto prazer aquilo lhe deu. Ela se odiava por não conseguir tirar aquele mecânico de sua mente. Seu corpo começou a se sentir quente e uma pontada começou a dar em sua vagina, ao que Fanny, inconscientemente, baixou a mão para começar a se masturbar enquanto a água caía. De olhos fechados, sua mão não parava de se mover em sua vagina, fazendo movimentos circulares, enquanto em sua mente só passava uma coisa: ela chupando aquela rola. A situação a venceu, e Fanny não aguentou mais, metendo um de seus dedos em sua vagina e começando a se penetrar. mesmo sem se importar de estar em sua própria casa com o marido a poucos metros dela, mais uma vez a excitação pôde mais e pouco importou-se em gozar naquele banheiro pensando no pau do mecânico. Seu orgasmo foi tão forte que, se não fosse pelo barulho da água caindo, seu marido a teria ouvido. Fanny se masturbava pensando no mecânico, nela chupando aquele pau. Foi tanta a excitação que terminou jogada no chão do seu banheiro, e depois de um momento se recuperando, procedeu a tomar banho para ir para a cama. Pois queria dormir depois daquele grande orgasmo, só queria esquecer aquele mecânico que tinha vindo atormentar sua vida. Saiu do banho para colocar algo para dormir, tomando algum remédio para poder dormir melhor. Passaram algumas horas e Fanny estava naquela oficina se beijando com aquele mecânico, enquanto ele não parava de brincar com suas nádegas. Ela deve ter levado seu carro com algum pretexto para vê-lo, e ao entrar em seu escritório, o mecânico, ao vê-la, simplesmente se atirou sobre ela beijando-a, ao que ela correspondeu. Ambos se beijavam e compartilhavam língua, ao que Fanny, desesperada, começou a despir o mecânico para que ele se sentasse e ela começasse a se despir, fazendo uma dança sexy para ele. Estando ambos nus, Fanny simplesmente subiu em suas pernas para cravar aquele pau enorme, começando a cavalgá-lo enquanto ele a dava tapas na bunda e dizia: "Mecânico... ohhhhmmm siii, que bem você acendeu, putaaa! Assim você deve ser com seu macho, maldita vadia, não para, cavalgaaa." Fanny... "mmmmmsiii, don José, que delíciaaaaa seu pauuuu mmmmmm, mete tudo, sou sua putaaaa, não para!" Foi então quando Fanny acordou sentindo-se quente, molhada e muito excitada. Tudo tinha sido um sonho. O relógio marcava 5 da manhã, faltando ainda uma hora para tocar. Olhou para seu esposo, que dormia profundamente sem perceber nada. Fanny estava toda suada, sua buceta escorria de excitação. Pensava que estava ficando louca, não conseguia tirar aquele homem da sua mente. Queria voltar tudo ao normal. normalidade onde só existiam ela e o marido, mas agora até nos sonhos aparecia aquele mecânico. Tentou voltar a dormir, mas simplesmente não conseguiu, chegando até a se tocar inconscientemente. Pois, embora tentasse pegar no sono, a única coisa que acontecia era continuar pensando naquele mecânico, cujo corpo não parava de excitá-la, e inconscientemente levou a mão à virilha para se masturbar, sem se importar de ter o marido ao lado, completamente adormecido. Vendo que não conseguia se controlar, decidiu levantar para tomar um banho, na esperança de aliviar o tesão. Mas, ao chegar no banheiro, a única coisa que acabou fazendo foi gozar feito uma putinha, pensando naquela rola gigante e desejando tê-la na boca novamente. Fanny já não conseguia evitar — aquele mecânico tinha deixado marca nela e, mesmo tentando evitar, essas imagens vinham à mente a todo momento. O orgasmo que teve no banheiro de casa a deixou exausta, para só depois tomar um banho e tentar se acalmar. Deu 7h da manhã, e Fanny estava pronta para ir trabalhar, vestindo uma calça de couro que ajustava muito bem ao corpo e uma blusa de manga longa colada. Tinha amarrado o cabelo num coque e colocado seus óculos.infiel

8 comentários - Mecânico enrabixa minha esposa 4

Muy buenos tus relatos
Me encanta felicidades esperando por mas